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sábado, 17 de julho de 2021

LEIBNIZ, O MAIOR Filósofo depois de Aristóteles - OLAVO DE CARVALHO - PERCEPÇÃO, IMAGINAÇÃO, PENSAMENTO

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 "Moderação na defesa da verdade é serviço prestado à mentira." (Olavo de Carvalho)

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CENSURA - FACEBOOK, GOOGLE, TWITTER - QUEREM PATOLOGIZAR USO DE REDES SOCIAIS - TERÇA LIVRE
https://youtu.be/Gqbk_bDJmVY 

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PSICOPOLITICA - O USO POLÍTICO DA MEDICINA - MANIPULAÇÃO COMPORTAMENTAL NA URSS https://conspiratio3.blogspot.com/2013/04/psicopolitica.html

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PSIQUIATRIA APARELHADA PARA PERSEGUIR PESSOAS E INVERTER A NOÇÃO DE NORMALIDADE https://conspiratio3.blogspot.com/2016/07/psiquiatria-aparelhada-para-perseguir.html

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TÉCNICA TOTALITÁRIA DA FALSIFICAÇÃO DO BEM, DO MAL E DA CULPA - CANCELAMENTO/EXCLUSÃO/EXPURGO/EXTERMÍNIO https://conspiratio3.blogspot.com/p/antiga-tecnica-totalitaria-da.html  

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PMB - (...) A gente se perde. François-Bernard Huyghe, o que realmente significa a palavra “desinformação”?
FBH - Primeiro o sentido mais técnico: aqui o conceito de desinformação existe com um significado muito preciso. Nos campos da cibernética, das ciências da comunicação, falamos da desinformação como um distúrbio da comunicação: má recepção de dados. Indo um passo adiante, Watzlavick faz experimentos de laboratório sobre desinformação.
Paul Watzlavick, pesquisador do Mental Research Institute, é considerado na França o líder da escola de psicoterapia de Palo Alto, cujos fundamentos são diametralmente opostos à psicologia tradicional e à terapia freudiana: A logic of communication, Seuil, 1974; Changes, Paradoxes and Psychotherapy, Threshold 1980.
Sua abordagem pragmática consiste em "manipular" os pacientes, modificando sua visão do mundo e dos outros, até que restaurem um estado estável de suas relações com os outros e lhes dê a sensação de estarem curados. Algumas escolas de negócios, incluindo na França, ensinam os métodos de Paul Watzlawick para aplicá-los a negócios e relações corporativas, estudando a reação de porquinhos-da-índia, animais ou humanos, a experimentos manipulados.: Por exemplo, são oferecidas aos seres humanos uma série de números que devem ser fez sentido; na verdade não há sentido nessas séries, mas se os participantes fingirem encontrar um, eles são encorajados a interpretar mal por recompensas. O objetivo é medir como o cérebro humano é capaz de criar um sistema de interpretação coerente, mas delirante, a partir de dados arbitrários e aleatórios. (...) " "Ainda sobre a "desinformatzia", agora em francês..."

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

CAIO ALEMÃO - CONTROLADOS, VIGiADOS;MANIPULADS - E AINDA TEM GENTE QUE ACHA QUE NAO E FEITO 2.8.20

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“Fazendo inveja à velha KGB, os mega-empresários tornaram-se os mais devotados e severos fiscais da ortodoxia comunista na mídia, na internet e até nas conversações particulares. Escapou da “linha justa”, eles lhe negam os serviços das suas empresas e fazem de você um renegado, uma não-pessoa.”
Olavo de Carvalho
https://midiasemmascara.net/olavo-de-carvalho-na-mira-do-deplatforming/

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

sexta-feira, 17 de abril de 2015

PROFECIAS DO DIABO - MANIPULAÇÃO DA MENTE E A NOVA ORDEM MUNDIAL




Profecias do diabo 
Olavo de Carvalho 
Diário do Comércio, 22 de abril de 2013

Uma vida repleta de ocupações não tem permitido dar às minhas ideias a exposição escrita toda arrumadinha que algumas delas merecem. Espalho-as, de maneira fragmentária e anárquica, em artigos, aulas e conferências, na vaga esperança de que, após a minha morte, alguma alma caridosa junte as peças e as monte em equipamentos mais utilizáveis pelo grande público.
Uma delas é a do poder imanente dos significados embutidos nos símbolos históricos. Ela diz, resumidamente, o seguinte: a história é feita das livres escolhas e decisões humanas, mas, quando os homens se deixam guiar por ideias e símbolos cujo integral significado lhes escapa no momento, esse significado invisível acaba por se manifestar à plena luz do dia sob a forma de fatalidades históricas incontroláveis.
Mesmo depois do fato consumado ainda existe alguma dificuldade em perceber que já estavam enunciadas na formulação originária. Essa dificuldade emana do hábito moderno do pensamento metonímico, que concebe as propostas de ação tão somente por uma parte das suas qualidades autoproclamadas, sem sondar o sentido substantivo da ação planejada, e portanto, sem atinar com suas consequências inevitáveis.
Na história sacra e profética, esses desenvolvimentos anunciam-se previamente de maneira nítida. O Antigo Testamento prevê com clareza o destino tormentoso dos judeus, e o Novo anuncia a autodecomposição da Igreja, que hoje, diante dos nossos olhos, enche de temor as almas dos crentes atônitos.
Na história profana, os símbolos vêm encobertos por densas camadas de confusão metonímica. A progressiva manifestação do seu significado simula, no quadro histórico maior, a evolução de uma neurose desde um trauma de infância longamente esquecido.
Assim como Hegel falava de uma "astúcia da Razão", que conduzia os homens sem que eles o percebessem, pode-se perfeitamente falar de uma "astúcia do inconsciente", em que os símbolos carregados de esperança guiam a humanidade em direção a catástrofes e sofrimentos.
Um exemplo é o projeto socialista, que se apresenta como "socialização dos meios de produção", em nome de uma "sociedade sem classes". Por trás desses slogans, o socialismo é substantivamente a unificação do poder político com o poder econômico, dissolvendo uma das principais garantias da liberdade na sociedade capitalista e anunciando a formação de uma superclasse governante onipotente e praticamente indestrutível.
A profecia embutida não é discernível só na formulação das teorias e propostas, mas também nos símbolos que as condensam para a imaginação popular. De algum modo, a letra do hino da Internacional comunista, composta em 1871 por Eugène Pottier e posta em música em 1888 por Pierre De Geyter– a qual, até hoje, fascina a mente das multidões militantes com a imagem da bela sociedade igualitária – já contém, na primeira estrofe, o anúncio da debacle apocalíptica que veio a constituir a história do comunismo. Mesmo após a queda da URSS, no entanto, essa profecia continua tão mal compreendida que muitos tentam ainda realizá-la por meios novos, mais inventivos e desnorteantes, enganando-se a si mesmos com  feroz devoção, ainda mais intensa e louca do que aquela que guiou os pioneiros da ditadura soviética.
A o conclamar ao grande empreendimento da revolução socialista os "danados da terra" e os "condenados da fome" (les damnés de la terre, les forçats de la faim), o poema já insinua que quem os convoca à ação é, hegelianamente, "a Razão!, a deusa inspiradora de 1789. Mas de onde vem a voz dessa divindade? La raison tonne en son cratère: a Razão faz-se ouvir como o ronco temível de um trovão que não vem dos céus, mas das profundezas de uma cratera. Ela é aí concebida, com toda a evidência, não como um ideal superior que acena aos homens desde uma altura divina, mas como uma força ctônica, subterrânea, infernal.
Há uma lógica dentro dela, mas é a lógica da astúcia demoníaca, a mesma com que Satanás surpreende o poeta no Inferno de Dante: "Não imaginavas que eu também fosse lógico". A inevitabilidade interna do processo que inspira e dirige a ação das massas acaba indo, de fato, numa direção imprevista e catastrófica, mas nem por isso menos encadeada, com rigor implacável, a uma premissa obscura e mal compreendida.
Nem mesmo a geração de comunistas que foi levada ao desespero e até ao suicídio pela revelação dos crimes soviéticos em 1956 chegou a atinar, retroativamente, com a lógica trágica imanente ao ideal socialista. Todos explicaram o desastre como fruto acidental de traições e desvios, sem notar que com isso desmentiam no ato  sua própria teoria da necessidade histórica, na qual o acaso e os caprichos individuais contam muito pouco, ou quase nada.
O verso seguinte é ainda mais eloquente: C’est l’éruption de la fin. O fim emerge do ventre de um vulcão. Fim do quê? O verso não diz. A recepção metonímica aceita, sem exame, que é o fim das injustiças. Mas a expressão "o fim", desacompanhada de um genitivo explícito, anuncia somente morte e destruição. 
E as palavras que vêm em seguida ressoam com um tom ainda mais sinistro: Du passé faisons table rase: apagar o passado, falsificar a história em nome de um apelo estimulante,  tem sido, de fato, uma das principais ocupações da historiografia oficial esquerdista, induzindo as massas a entregar-se entusiasticamente à busca de um propósito cuja raiz desconhecem e cujos frutos, por isso, sempre hão de surpreendê-las com o sabor amargo de um enigma diabólico.


Profecias do diabo - Olavo de Carvalho http://www.olavodecarvalho.org/semana/130422dc.html

True Outspeak - Olavo de Carvalho - 22 de abril de 2013.
https://youtu.be/gsgELzoqO6w

ISCAS DA ESQUERDA PARA A ARMADILHA DA REVOLUÇÃO - CAOS - A MINORIA ORGANIZADA VENCE A MAIORIA DESORGANIZADA
https://youtu.be/HIGAjf_Lq9o
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/07/iscas-da-esquerda-para-armadilha-da.html

A IMPORTÂNCIA DA MÍDIA ALTERNATIVA
https://youtu.be/_wRKjoIoK9w 

MANIPULAÇÃO DO COMPORTAMENTO http://conspiratio3.blogspot.com.br/search/label/MANIPULA%C3%87%C3%83O%20DO%20%20COMPORTAMENTO

FAVORITOS
http://conspiratio3.blogspot.com.br/search/label/*TOP


domingo, 22 de março de 2015

OLAVO DE CARVALHO - O PROBLEMA DOS BRASILEIROS

 
 
Olavo de Carvalho - O problema dos brasileiros https://youtu.be/UUs0x9gdcI0
Publicado em 7 de out de 2014
"O filósofo Olavo de Carvalho discorre sobre as características individuais dos brasileiros que fazem do Brasil um país doente. Trecho final da aula do Seminário de Filosofia do dia 12 de setembro 2014.
PS: comentário editado, peguei o vídeo de outro servidor de vídeo e a descrição estava assim, peguei na íntegra. Para quem se sentiu ofendido, editei a parte controversa."
TODOS NÓS, que fomos criados no Brasil, recebemos o impacto de um caos mental intolerável, e sofremos, por isso, de GRAVES DEFICIÊNCIAS DE PERCEPÇÃO E DE JULGAMENTO.
Percebemos mal a relacão tempo-espaço, as conexões causais na vida prática, o nexo de ação e resultado, os valores e proporções na vida moral, etc. Enfim, NÃO SABEMOS VIVER. Tive a sorte de perceber isso quando era ainda um adolescente, mediante o confronto do meu desempenho na vida com o de pessoas de origem européia recente. Cheguei à conclusão de que eu era um sonso, um bobão em toda a linha. Fiquei estarrecido e comecei um trabalho de auto-reforma que levou mais de vinte anos.
Até hoje me impressionam a inépcia, a falta de sentido prático dos brasileiros, não raro (mal) compensadas por alguma habilidade profissional específica (por exemplo, o sujeito é um empresário ou investidor, sabe fazer dinheiro e se gaba de ser por isso um homem prático, mas não sabe resolver conflitos domésticos banais ou planejar suas férias sem transformá-las num pesadelo, etc. etc.).
Tive a sorte, ou a esperteza, sei lá, de não me projetar como "formador de opinião" antes de aprender e vencer essas inúmeras dificuldades, correspondentes às Camadas VI e VII da personalidade.
Pensem nisso antes de passar pito nos seus amigos por alguma opinião que lhes pareça errada.

As profundas e vastas transformações psicológicas sofridas pelo povo brasileiro nas últimas cinco décadas ESTÃO AUSENTES da nossa literatura (para não falar do teatro e do cinema). A destruição da nossa cultura superior pode ser medida por esse fato -- a total alienação das classes falantes ante a realidade da vida nacional. Como é possível que personagens como o Dr. Fleury, Carlos Lamarca, Frei Betto, o Maníaco do Parque, Fernandinho Beira-Mar ou Susanne Richthofen não tenham atraído a atenção de um só escritor? Como é possível que a transformação de um país ordeiro e pacífico num matadouro de setenta mil pessoas por ano tenha se dado completamente no escuro, sem que um único romancista ou dramaturgo apreendesse os detalhes vitais do processo https://www.facebook.com/olavo.decarvalho/posts/10153147465387192?pnref=story

 
A REVOLUÇÃO ANTI-MARXISTA NO BRASIL: O FIM DA ASNEIRA - Vladimir Tismăneanu https://www.facebook.com/Leandro.steele.sr/posts/675034895942111
Tradução de Elpídio Fonseca
Nas últimas semanas e meses, fomos invadidos com notícias acerca do “milagre” Syriza, acerca de como os esquerdistas gregos conseguirão tirar o país do marasmo em que se encontra. O Ministro das finanças heleno foi elevado a todos os pedestais da glória européia e universal, como se fosse um John Maynard Keynes unido ao próprio Hegel. Atingiu-se a cota máxima de asneira propagandística. Mas fala-se muito pouco, ou quase nada, acerca de como desaba o castelo de cartas da revolucionária Dilma Rousseff, ex-combatente nas organizações de guerrilha urbana. Madura e responsável, a sociedade civil desse país não está prisioneira dos mitos esquerdistas. Não fica bêbada com água fria, assim como em muitos outros lugares.

 As demonstrações de milhões de pessoas pedem a saída de Dilma Rousseff. A corrupção endêmica do regime marxista é denunciada pelas massas saídas à rua, mas desprezadas pelas elites de mídia, conectadas aos canais neo-bolchevistas sustentados financeiramente pela autocracia putinista. O Foro de São Paulo continua suas operações de hipnotismo da opinião pública. Abundam as mentiras, mas começam a não ser mais acreditadas. Os protestos são organizados por uma iniciativa de militantes de orientação abertamente liberal – O Movimento Brasil Livre (MBL). Colhem-se assinaturas para a demissão de Dilma Rousseff. Vê-se que as idéias anti-totalitárias do filósofo Olavo de Carvalho fincaram raízes no Brasil. Olavo conhece bem o marxismo, de qualquer modo, melhor do que Dilma e os adeptos dela. Conhece a célebre tese XI acerca de Feuerbach: “Os filósofos não fizeram senão interpretar o mundo, a questão é de mudá-lo.” Muda-se o mundo no Brasil. A burocracia hiper-corrupta do Partido dos Trabalhadores confronta-se com uma sociedade civil renascida.

 Parece prefigurar-se uma revolução pacífica, não violenta. Protesta-se contra a crise institucional aguda, social, econômica e moral que se agravou nesses últimos meses. Não sei se doravante se cristaliza uma revolução no sentido pleno do termo, mas é seguramente uma situação revolucionária no sentido definido até mesmo por Lênin: “Os do topo já não podem governar com os velhos métodos, os da base, ou seja, as grandes massas, para além das divisões sociais, já não os aceitam.”
Cada pássaro se perde por sua língua, e neste caso, uma língua marxista virada do avesso! Forma-se aos poucos aquilo com que sonhava Robert Conquest: Um front unido contra a asneira. É tempo que as quimeras sejam reveladas pelo que realmente são: mitos, lendas, ilusões, fantasmas, contos de fada ideológicos.
NB - Vladimir Tismăneanu é professor de ciência política na Universidade de Maryland. Foi presidente da Comissão Presidencial para análise da Ditadura Comunista da Romênia (abril de 2006 a abril de 2007), e desde abril de 2007 é o presidente da Comissão Presidencial Consultiva para Análise da Ditadura Comunista da Romênia. Em fevereiro de 2010 foi nomeado presidente do Conselho Científico do Instituto de Investigação dos Crimes do Comunismo e Memória do Exílio Romeno (IICCMER) onde esteve até maio de 2012, quando foi destituído pelo primeiro ministro comunista, Victor Ponta. Em 2007 recebeu da Universidade de Maryland o Distinguished International Service Award, e a Associação Americana de Ciência Política lhe conferiu o certificado por mérito excepcional no lecionar essa disciplina. Detém o título de doutor honoris causa da Universidade do Ocidente, de Timişoara (2002) e da Escola Nacional de Estudos Políticos e Administrativos de Bucareste (2003)."


Am fost invadati, in ultimele saptamani si luni, cu stiri despre "miracolul" Syriza, despre cum vor reusi stangistii greci sa scoata tara din marasmul in care se afla. Ministrul de finante elen a f...
tismaneanu.wordpress.com

Como funciona a Gestapo Tupiniquim - I http://www.alertatotal.net/2015/03/como-funciona-gestapo-tupiniquim-i.html

A LOUCURA REVOLUCIONÁRIA SEMPRE RESULTA EM DESASTRE - SOCIALISMO, NAZISMO, ANARQUISMO
https://youtu.be/PfyWZiMlfA8
A TRAIÇÃO DA IMPRENSA NA TRAMA SÓRDIDA EM QUE SE DEBATE O BRASIL - OLAVO DE CARVALHO, JAIR BOLSONARO, BEATRIZ KICIS, MARCELO REIS - O que Graça Salgueiro disse  "ELES CORROMPEM O CONGRESSO PARA DEPOIS JUSTIFICAR SEU FECHAMENTO" vale também para a mídia, o empresariado, e qualquer segmento que possa rivalizar com a pretendida hegemonia do Estado totalitário. O comunismo em si já é uma sórdida trama que disfarça sua metodologia criminosa e objetivos inconfessáveis calando a verdade na Mídia,  distorcendo nossa percepção e inibindo a reação natural ao mal e ao perigo.  Na medida em que mergulhamos nessa demência coletiva o livro PONEROLOGIA: PSICOPATAS NO PODER vai se tornando mais e mais atual! http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/07/a-traicao-da-imprensa-na-trama-sordida.html
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domingo, 30 de novembro de 2014

DENÚNCIAS DE CRIMES DE ÓDIO - O POLITICAMENTE CORRETO É SÓ PARA TE AMARRAR E AMORDAÇAR



GENTE! LARGA DE ACREDITAR EM TEATRO! DAQUI A POUCO A SOCIEDADE INTEIRA VAI SER MARIONETE DA ESQUERDA E A REALIDADE FOI PRO ESPAÇO! O POLITICAMENTE CORRETO VAI TE DEIXAR DOENTE E POR QUALQUER COISINHA TE MANDA PRA CADEIA!






2 h ·  "Investigar crimes de ódio na internet" é um truquinho besta inventado por pessoas que nem de longe percebem que com isso só arranjaram sarna para se coçar. É uma oportunidade de ouro que nos deram para afogar a esquerda na sua própria merda. Na direita, só cometem esses crimes os loucos assanhados que não nos fazem falta nenhuma e só atrapalham. Na esquerda, não escapa um. Todos não fazem outra coisa senão cometer crimes de ódio o tempo todo.


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Olavo de Carvalho "Quanto mais uma sociedade teme a verdade, mais ela odeia aqueles que a dizem." (George Orwell)
 
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7 min ·  DENÚNCIAS DE CRIMES DE ÓDIO
Essas denúncias, com a devida documentação, devem ser enviadas ao recém-fundado departamento competente da Secretaria de Direitos Humanos COM A MAIOR URGÊNCIA. O departamento vai agir? Não. É por isso mesmo que as denúncias devem ser enviadas.
Envie sua denúncia para: denuncias.crime.odio@gmail.com

Pessoas? Uma lista das denuncias de "Crimes de Ódio" recebidas de vocês:
1 - Marilena Chaui - Eu Odeio a Classe Media (fala completa);
2 - Ódio ARMADO!!!! _ Poe Lucas Gomes Arcanjo;
3 - MANUAL DE COMPORTAMENTO DA MILITÂNCIA...como vamos nos defender?;
4 - Segue em anexo, novamente, mais um crime de ódio presenciado no FACEBOOK. Desta vez na própria página oficial do PT.
O crime é feito no primeiro comentário, após a imagem.
5 - Olá! Deem uma olhada nesse vídeo. O cara é policial (e maçom);
6 - Denuncio Simone Santos por crime de ódio nas redes sociais. Segue a imagem com a prova em anexo.;
7 - Denúncia de preconceito e crime de ódio contra homens;
8 - Lula aplaude "filosofa" petista!que odeia a classe media;
9 - A diferença entre nordestino que votou no PT e paulista que votou no Geraldo Alckmin.;
10 - Crime de ódio : Laura Capriglione;
11 - Denúncia crime de ódio contra religião;
12 - Ameaça e ódio!!!!;
13 - Militantes pagos estao colocando medo nas pessoas na internet;
14 - Acusando Malafaia de fascista; SEM LINK ou anexo.
15 - Dep Jandira Feghalli de discurso de ódio na Internet;
16 - Caixa de comentarios Estadao;
17 - Desde q fiz o 1° comentário, o da esquerda, o perfil sem foto com a data de 31/03/1969 passou a aparecer abaixo dos meus comentários. Até de posts q nada tinham a ver com o governo.;
18 - petralhas fazendo oq eles sabem fazer de melhor...;
19 - Coordenador filiado ao PT ameaça apedrejar carros com adesivos contrários a Dilma;
P.S.: Vocês que andam na rede durante boa parte do dia, não tem mais nada? Professor Olavo de Carvalho - Ajude a divulgar, muito poucas denúncias. Mandar o que houver para o e-mail denuncias.crime.odio@gmail.com


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 JR Comenta: Desarmamento da Polícia e criminalização do programa Chaves

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Maquiadores do crime
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FERGUSON NA VEJA: Não houve crime, mas, nesse caso, os fatos não têm vez
Em seu poema Burnt Norton, o americano T.S. Eliot (1888-1965) escreveu que “a espécie humana não pode suportar tanta realidade”. Diante de fatos concretos que desafiam uma ideia preconcebida, a saída mais comum é alterá-los e reduzi-los, em vez de mudar de opinião.
http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2014/11/29/ferguson-na-veja-nao-houve-crime-mas-nesse-caso-os-fatos-nao-tem-vez/
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No Brasil, qualquer palavra que se diga contra um bandido é "crime de ódio". Você pode xingar um cristão de tudo quanto é nome, clamar pelo estupro de mulheres conservadoras, acusar qualquer direitista de crimes que ele não cometeu, apregoar que vai passar por cima da lei e impor sua preferências políticas "na marra", mas, se você chama um criminoso de criminoso sem amortecer a palavra mediante o adjetivo "suposto", ou mesmo sem preferir o termo "jovem" em vez de "bandido", você é que é o criminoso. A opção preferencial dos partidos de esquerda pelo Lumpenproletariat está mais do que documentada. O que falta é reunir toda essa documentação num estudo histórico-sociológico: isso bastaria para demonstrar que o aumento assombroso da criminalidade no Brasil não é resultado de erros ou de má administração, mas de uma vontade política, de uma escolha consciente baseada no ódio sem fim a tudo quanto seja ordem, normalidade, saúde mental – símbolos nefandos da "opressão capitalista".

A mesma conclusão obtém-se do mero estudo das fontes intelectuais – européias e americanas – das idéias dominantes na esquerda brasileira. Esse estudo já faço há tempos e será objeto de algumas das próximas aulas do COF. O que falta, o que não tenho meios de fazer pessoalmente, é o estudo do fenômeno local, das sucessivas ações da esquerda nacional, no campo político, jurídico, administrativo e educacional, em favor do crime e da desordem.

Não se pode permitir que intelectuais comprometidos com uma agenda político-partidária criminosa continuem tendo o monopólio da narrativa histórica e da explicação sociológica, do qual se servem para obter para o seu partido toda sorte de vantagens políticas e até financeiras.

Aliás esse é outro estudo essencial: Quanto custa ao povo brasileiro, em salários e subsídios, em patrocínios estatais e privados, a intelectualidade esquerdista? Será' que ninguém se interessa em fazer as contas? Será que têm medo de descobrir que além do Mensalão e do Petrolão há também o Academicão?
https://www.facebook.com/olavo.decarvalho/posts/10152906051217192
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Olavo de Carvalho  23 de dezembro às 19:56 · Raciocinem: PREMISSA MAIOR: Código Penal Brasileiro: Apologia de crime ou criminoso. Art. 287 - Fazer, publicamente, apologia de fato criminoso ou de autor de crime: Pena - detenção, de três a seis meses, ou multa.
PREMISSA MENOR: Fato notório: O regime da Coréia do Norte foi condenado pela ONU por crimes contra a humanidade: http://www.washingtonpost.com/…/8bcd62ee-6f41-11e4-a2c2-478…
CONCLUSÃO: O manifesto do PC do B em favor do regime da Coréia do Norte é APOLOGIA DO CRIME. http://exame.abril.com.br/…/pcdob-lanca-manifesto-em-apoio-…
Alguém vai tomar a iniciativa de denunciá-lo à Justiça?

domingo, 16 de novembro de 2014

MANIPULAÇÃO MUNDIAL, TEORIA GERAL DOS SISTEMAS E EDUCAÇÃO - NOM - OLAVO DE CARVALHO



Armas da liberdade
Olavo de Carvalho Diário do Comércio, 17 de dezembro de 2009

A coisa mais óbvia, na análise da História e da sociedade, é que, quando a situação muda muito, você já não pode descrevê-la com os mesmos conceitos de antes: tem de criar novos ou aperfeiçoar criticamente os velhos, para dar conta de fatos inéditos, não enquadráveis nos gêneros conhecidos.

É patético observar como, já em plena fase de implantação do governo mundial, os analistas políticos, na universidade ou na mídia, continuam oferecendo ao público análises baseadas nos velhos conceitos de ´"Estado nacional", "poder nacional", "relações internacionais", "livre comércio", "democracia", "imperialismo", "luta de classes", "conflitos étnicos" etc., quando é claro que nada disso tem grande relação com os fatos do mundo atual.

Os acontecimentos mais básicos dos últimos cinqüenta anos são: primeiro, a ascensão de elites globalistas, desligadas de qualquer interesse nacional identificável e empenhadas na construção não somente de um Estado mundial mas de uma pseudocivilização planetária unificada, inteiramente artificial, concebida não como expressão da sociedade mas como instrumento de controle da sociedade pelo Estado; segundo, os progressos fabulosos das ciências humanas, que depositam nas mãos dessas elites meios de dominação social jamais sonhados pelos tiranos de outras épocas.
Várias décadas atrás, Ludwig von Bertalanffy (1901-1972), o criador da Teoria Geral dos Sistemas, ciente de que sua contribuição à ciência estava sendo usada para fins indevidos, já advertia: "O maior perigo dos sistemas totalitários modernos é talvez o fato de que estão terrivelmente avançados não somente no plano da técnica física ou biológica, mas também no da técnica psicológica. Os métodos de sugestionamento em massa, de liberação dos instintos da besta humana, de condicionamento ou controle do pensamento desenvolveram-se até alcançar uma eficicácia formidável: o totalitarismo moderno é tão terrivelmente científico que, perto dele, o absolutismo dos períodos anteriores aparece como um mal menor, diletante e comparativamente inofensivo."

Em L'Empire Écologique: La Subversion de l'Écologie par le Mondialisme (1998), Pascal Bernardin explicou em maiores detalhes como a Teoria Geral dos Sistemas vem servindo de base para a construção de um sistema totalitário mundial, que nos últimos dez anos, definitivamente, saiu do estado de projeto para o de uma realidade patente, que só não vê quem não quer. Mas von Bertalanffy não se referia somente à sua própria teoria. Ele fala de "métodos", no plural, e o cidadão comum das democracias nem pode fazer uma idéia da pletora de recursos hoje postos à disposição dos novos senhores do mundo pela psicologia, pela sociologia etc. Se von Bertalanffy tivesse de citar nomes, não omitiria o de Kurt Levin, talvez o maior psicólogo social de todos os tempos, cujo Instituto Tavistock, em Londres, foi constituído pela própria elite global em 1947 com a finalidade única de criar meios de controle social capazes de conciliar a permanência da democracia jurídica formal com a dominação completa do Estado sobre a sociedade.
Só para vocês fazerem uma idéia de até onde a coisa chega, os programas educacionais de quase todas as nações do mundo, em vigor desde há pelo menos vinte anos, são determinados por normas homogêneas diretamente impostas pela ONU e calculadas não para desenvolver a inteligência ou a consciência moral das crianças, mas para fazer delas criaturas dóceis, facilmente amoldáveis, sem caráter, prontas a aderir entusiasticamente, sem discussão, a qualquer nova palavra-de-ordem que a elite global julgue útil aos seus objetivos. Os meios usados para isso são técnicas de controle "não aversivas", concebidas para fazer com que a vítima, cedendo às imposições da autoridade, sinta fazê-lo por livre vontade e desenvolva uma reação imediata de defesa irracional à simples sugestão de examinar criticamente o assunto. Seria um eufemismo dizer que a aplicação em massa dessas técnicas "influencia" os programas de educação pública: elas são todo o conteúdo da educação escolar atual. Todas as disciplinas, incluindo matemática e ciências, foram remoldadas para servir a propósitos de manipulação psicológica. O próprio Pascal Bernardin descreveu meticulosamente o fenômeno em Machiavel Pédagogue (1995). Leia e descobrirá por que seu filho não consegue resolver uma equação de segundo grau ou completar uma frase sem três solecismos, mas volta da escola falando grosso como um comissário do povo, cobrando dos pais uma conduta "politicamente correta".

A rapidez com que mutações repentinas de mentalidade, muitas delas arbitrárias, grotescas e até absurdas, se impõem universalmente sem encontrar a menor resistência, como se emanassem de uma lógica irrefutável e não de um maquiavelismo desprezível, poderia ser explicada pelo simples adestramento escolar que prepara as crianças para aceitar as novas modas como mandamentos divinos.

Mas evidentemente a escola não é a única agência empenhada em produzir esse resultado. A grande mídia, hoje maciçamente concentrada nas mãos de mega-empresas globalistas, tem um papel fundamental na estupidificação das massas. Para isso, uma das técnicas de emprego mais generalizado hoje em dia é a dissonância cognitiva, descoberta do psicólogo Leon Festinger (1919-1989). Vejam como a coisa funciona. Se vocês lerem os jornais americanos de hoje, saberão que Tiger Woods, o campeão de golfe, um dos cidadãos americanos mais queridos dos últimos tempos, está agora sob bombardeio cerrado dos jornais e noticiários de TV porque descobriram que o coitado tinha umas amantes. Escândalo! Horror! A indignação geral ameaça cortar metade dos patrocínios do adúltero e excluí-lo do rol das "pessoas maravilhosas" que aparecem em anúncios de tênis, chicletes e dietas miraculosas. Mas há um detalhe: ao lado dos protestos contra a imoralidade do esportista aparecem ataques ferozes aos "extremistas de direita" que não aceitam o abortismo, o casamento gay ou a indução de crianças à deleitação sexual prematura. Os dois códigos morais, mutuamente contraditórios, são oferecidos em simultaneidade, como igualmente obrigantes e sacrossantos. Excitado e impelido a todos os desmandos sexuais, mas ao mesmo tempo ameaçado de character assassination caso venha a praticá-los mesmo em dose modesta, o cidadão angustiado reage por uma espécie de colapso intelectual, tornando-se um boboca servil que já não sabe orientar-se a si mesmo e implora por uma voz de comando. O comando pode ser oco e sem sentido, como por exemplo "Change!", mas, quando vem, soa sempre como um alívio.

Acusar os cientistas por esse estado de coisas é tão idiota quanto jogar nas armas a culpa dos homicídios. Homens como von Bertalanffy, Levin e Festinger criaram instrumentos que podem servir tanto para a construção da tirania quanto para a reconquista da liberdade. Nós é que temos a obrigação de tirar essas armas das mãos de seus detentores monopolísticos, e aprender a usá-las com signo invertido, libertando o nosso espírito em vez de permitir que o escravizem.



A expectativa de ampliar o controle do futuro pelo conhecimento do passado tem duplo sentido. Na escala da vida individual, corresponde, até certo ponto, à experiência concreta, mas na escala da sociedade ela é o inverso da verdade. Só grupos muito restritos acumulam o conhecimento do passado ao ponto de poder basear nele o planejamento do futuro; isto significa que, quanto maior o conhecimento acumulado nesses círculos e mais eficiente o planejamento que se pode obter dele, menos controle sobre o seu próprio futuro as demais pessoas terão, cada vez mais submetidas às decisões tomadas por uma minoria numa linguagem esotérica e incompreensível. Quando ouvirem alguém dizer que a ciência "amplia o controle do homem sobre o seu destino", saibam que o sentido verdadeiro dessa frase é: A ciência transfere cada vez mais o poder de controle das mãos da maioria para a da minoria. Tanto quanto uma tirania incipiente, a liberdade pode coexistir com uma cultura atrasada, mas sem uma cultura científica avançada a transfiguração das tiranias em totalitarismos seria impossível.
https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/694654850686592
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terça-feira, 21 de outubro de 2014

MANIPULAÇÃO DO COMPORTAMENTO SOCIAL PELO USO DE ESTÍMULOS CONTRADITÓRIOS - POLITICAMENTE CORRETO -OLAVO DE CARVALHO



Engenharia da confusão
Olavo de Carvalho
http://www.olavodecarvalho.org/semana/080314dce.html
 
O psicólogo russo Ivan Pavlov ( 1849 - 1936 ) demonstrou que a estimulação contraditória é a maneira mais rápida e eficiente de quebrar as defesas psicológicas de um indivíduo (ou de um punhado deles), reduzindo-o a um estado de credulidade devota no qual ele aceitará como naturais e certos os comandos mais absurdos, as opiniões mais incongruentes.

Isso funciona de maneira quase infalível, mesmo que os estímulos sejam de ordem puramente cognitiva e sem grande alarde emocional (frases contraditórias ditas numa seqüência camuflada, de modo a criar uma confusão subconsciente). Mas é claro que funciona muito mais se o sujeito for submetido ao impacto de emoções contraditórias fortes o bastante para criar rapidamente um estado de desconforto psicológico intolerável. Esse mesmo desconforto serve de camuflagem, pois a vítima não tem tempo de averiguar que a contradição vem da fonte, e não do seu próprio interior, de modo que ao estado de aflição vêm somar-se a culpa e a vergonha. A reação automática que se segue é a busca desesperada de um novo padrão de equilíbrio, isto é, de um sentimento mais abrangente que pareça comportar em si, numa síntese dialética, as duas emoções inicialmente vivenciadas como contraditórias, e que ao mesmo tempo possa aliviar o sentimento de vergonha que o indivíduo sente perante a fonte estimuladora, que a esta altura ele toma como seu observador crítico e seu juiz.

Se o leitor examinar com certa atenção o discurso esquerdista, verá que ele procura inspirar no público, ao mesmo tempo, o medo e a compaixão. Esta dupla de sentimentos não é contraditória em si, quando cada um deles se coloca num plano distinto, como acontece na tragédia grega, onde os espectadores sentem compaixão pelo herói e medo da engrenagem cósmica que o oprime. Mas, se o objeto de temor e de compaixão é o mesmo, você simplesmente não sabe como reagir e entra num estado de “dissonância cognitiva” (termo do psicólogo Leon Festinger), a um passo da atonia mental que predispõe à subserviência passiva.

Digo medo e compaixão, mas nunca de trata de emoções simples e unívocas, e sim de duas tramas emocionais complexas que prendem a vítima ao mesmo tempo, tornando-a incapaz de expressar verbalmente a situação e sufocando-a numa atmosfera turva de confusão e impotência.

Na política revolucionária, a estimulação contraditória toma a forma de ataques terroristas destinados a intimidar a população, acompanhados, simultaneamente, de intensas campanhas de sensibilização que mostram os sofrimentos dos revolucionários e da população pobre que eles nominalmente representam. As destruições de fazendas pelo MST são um exemplo nítido: a classe atacada fica paralisada entre dois blocos de sentimentos contraditórios – de um lado, o medo, a raiva, o impulso de reagir, de fugir ou de buscar proteção; de outro, a compaixão extorquida, a culpa, o impulso de pedir perdão ao agressor.

Não é coincidência que a primeira descrição científica desse mecanismo tenha sido obra de um eminente psicólogo russo: o emprego da estimulação contraditória já era uma tradição no movimento revolucionário quando Ivan Pavlov começou a investigar o assunto justamente nos anos em que se preparava a Revolução Russa. Seus estudos foram imediatamente absorvidos pela liderança comunista, que passou a utilizá-los para elevar a manipulação revolucionária da psique às alturas de uma técnica de engenharia social muito precisa e eficiente, capacitada para operações de grande porte com notável controle de resultados.

Nas últimas quatro décadas, com a passagem do movimento revolucionário da antiga estrutura hierárquica para a organização flexível em “redes” informais com imenso suporte financeiro, o uso da estimulação contraditória deixou de ser uma exclusividade dos partidos comunistas e se disseminou por toda sorte de organizações auxiliares – ONGs, empresas de mídia, organismos internacionais, entidades culturais -- cuja índole revolucionária não é declarada ex professo , o que torna o rastreamento da estratrégia unificada por trás de tudo um problema muito complexo, transcendendo o horizonte de consciência das lideranças empresariais e políticas usuais e requerendo o concurso de estudiosos especializados. Em geral, os liberais e conservadores estão formidavelmente desaparelhados para enfrentar a situação: esforçam-se para conquistar o público mediante argumentos lógicos em favor da democracia e da economia de mercado, quando o verdadeiro campo de batalha está situado muito abaixo disso, numa zona obscura de paixões irracionais administradas pelo adversário com todos os requintes da racionalidade e da ciência.

Em artigos vindouros ilustrarei o emprego da estimulação contraditória por vários “movimentos sociais”: feminista, gayzista, abortista, ateísta, ecológico, etc.

IMPEACHMENT DA DILMA
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=979954238687742&set=a.550001115016392.146521.100000195241319&type=1&fref=nf

MENTIRA É FERRAMENTA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/search/label/MENTIRA%20%C3%89%20FERRAMENTA

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

O EFEITO NEFASTO DO POLITICAMENTE CORRETO: PERMITIR ESTUPROS DE BRANCAS POR MUÇULMANOS


O POLITICAMENTE CORRETO É UMA CENSURA que acaba inibindo as reações naturais de defesa e prejudicando até a própria percepção do mal. Nas pessoas e sociedades, ele participa da ponerogênese (formação do mal) e provavelmente foi planejado para ter esse efeito. É visível que ele inverte valores, funções e até a lógica ao proteger os agressores ao invés das vítimas, por exemplo, ou ao favorecer uma minoria em prejuízo dos direitos da maioria, ou ao pisotear princípios e valores maiores em nome de motivações menores, etc. Podemos sentir essa incoerência, mas não lhe damos a devida atenção e não pensamos sobre ela. Nossa mente, bombardeada por essa agressão psicológica DE CIMA PARA BAIXO, já não reage e acaba por permitir TUDO. É uma obra de engenharia social, como diz Olavo de Carvalho, que visa formatar a mente sem que notemos.



 O mesmo mecanismo cavalo-de-Tróia está contido nas ideologias de esquerda, que utiliza o mal intensa e incessantemente,calculadamente, alegando um bem maior como objetivo final que, aliás, nunca se realizou nem se realizará. Meios causam os fins. 
Seres humanos em liberdade podem cometer erros, mas tentam evitá-lo, pois não tem essa intenção. Já psicopatas premeditam o crime e sabem que o estão cometendo. 


Desvendada a epidemia de estupros praticados por muçulmanos

“Eles estão simplesmente vivendo de acordo com as normas de um guerreiro do deserto no século VII"
Bob Unruh
Durante anos houve notícias em blogs, testemunhos pessoais e coisas do tipo a respeito do que parecia ser uma verdadeira epidemia de estupros praticados por homens muçulmanos contra mulheres e crianças, principalmente nos países do norte da Europa, onde há uma grande população de imigrantes muçulmanos.
Mas essas notícias chocantes raramente repercutiam ao ponto de alertar a população em geral acerca dos perigos que estavam se tornando evidentes. Afinal, tal notícia seria reprimida por atacar o islamismo e fazer discriminação contra muçulmanos.
Isso até agora, quando um caso do Reino Unido se mostrou tão grave que não pôde ser ignorado.
A BBC noticiou que nove homens foram condenados por exploração sexual de crianças na região metropolitana da Grande Manchester, depois que aliciaram meninas de até 13 anos. Mas mesmo assim, a notícia identificou os acusados como “asiáticos”, embora revelasse que as vítimas eram brancas.
O jornal Guardian deu um passo à frente e os chamou de “paquistaneses”, mas precisou um site de notícias menos conhecido, The Salfordian, para identificar os suspeitos como “muçulmanos” que “atraíam meninas de até 13 anos com álcool e drogas para abusar sexualmente delas 'várias vezes ao dia’”.

Adolescente de 14 anos, estuprada e morta por gangue muçulmana
Agora, o assunto ignorado ou suprimido por tanto tempo pode finalmente estar chamando a atenção merecida de uma grande onda de crimes, apesar da censura politicamente correta em torno dos fatos.
Autoridades do Instituto The Gatestone, um conselho de políticas internacionais não partidário e sem fins lucrativos e think tank dedicado à educação do público sobre questões não noticiadas na grande mídia, manifestaram-se.
Em um comentário há poucos dias, a organização destacou que o julgamento de 3 meses onde “os nove homens muçulmanos foram condenados por estuprarem dezenas de meninas inglesas” revelou que “a polícia e os assistentes sociais do norte da Inglaterra se recusaram várias vezes a investigar as gangues de pedófilos muçulmanos: eles alegaram medo de serem chamados de racistas”.
“Os detalhes chocantes que surgiram durante o julgamento abriram ainda outro capítulo no longo debate sobre multiculturalismo na Inglaterra, onde muitos dizem que o politicamente correto foi longe demais”, constata a fundação. “Menos de um mês após o fim do julgamento em Liverpool… foi revelado que assistentes sociais na cidade de Rotherdam, também no norte do país, há seis anos tinham conhecimento de que uma mãe adolescente (identificada como “Menina S”), que foi assassinada por envergonhar as famílias de dois homens paquistaneses que abusaram sexualmente dela, estava claramente sob perigo de gangues predatórias de muçulmanos”.
O Conselho de Proteção à Criança da cidade analisou o caso, mas “passagens chave de conteúdo politicamente incorreto que revelavam que eles sabiam que a jovem corria um risco específico de ‘homens asiáticos’ (muçulmanos) foram rabiscadas”, acusa a fundação.  “O conselho foi ao tribunal em uma tentativa de anular as informações ocultadas depois que uma cópia não censurada do relatório vazou em um jornal britânico, mas a ação legal mais tarde foi abandonada. O relatório sem censura confirmou que “a Menina S” buscou contato com 15 agências diferentes, e identificou “várias oportunidades perdidas” de protegê-la; observadores acreditam que as agências se recusaram a fazê-lo porque não queriam ser classificadas como racistas”.
A fundação identificou vários incidentes adicionais em que o surgimento de privilégios especiais estava evidente, e todos eles incluíam um fator em comum: o islamismo.
De acordo com a Gatestone, foi em Leicester que uma “gangue de mulheres muçulmanas somalianas” atacou e quase matou um transeunte não muçulmano, mas foi liberada quando um juiz politicamente correto disse que, como muçulmanas, elas “não estavam acostumadas a beber”.
* Em Londres, dois muçulmanos estupraram repetidas vezes uma mulher, mas tiveram as sentenças reduzidas depois que juízes politicamente corretos deram a decisão de que eles não eram “perigosos”.
* Em Wiltshire, a polícia parou um veículo e ordenou que o motorista removesse a bandeira da Inglaterra do seu veículo, pois a bandeira poderia ser “considerada racista e ofender os imigrantes muçulmanos”.
* Em Manchester, a polícia prendeu uma menina de 14 anos que pediu ao professor para trocar de mesa, pois cinco outros estudantes na sua mesa estavam conversando em urdu e ela não podia entendê-los. Foi registrada contra ela uma suspeita de “infração racial contra a ordem pública”.
Mas com relação à epidemia de estupros, a notícia estranhamente direta sobre os nove muçulmanos condenados ocupou a seção editorial por apenas um minuto.
“Como nos acostumamos a ver, a mídia se refere a eles apenas como ‘asiáticos’ em vez de muçulmanos, e os comentários online não foram permitidos, pois poderiam aborrecer os invasores muçulmanos”, critica o relatório.
Devido às circunstâncias (para identificar estupradores muçulmanos, os indivíduos devem ser identificados por sua religião), estatísticas sobre o problema parecem quase não existir.
Dessa forma, muitas das notícias de estupros e ataques ficam sem repercussão, chegando apenas ao nível de fóruns como o the Asian Image, onde uma mulher postou um testemunho em primeira pessoa sobre ter sido atacada por um muçulmano.
“Tenho raiva de terem deixado um homem se safar depois de ter estuprado uma menininha por quatro anos, e ninguém percebeu nada, meus pais não notaram as minhas mudanças de humor, de ficar quieta e irritada. Meu agressor era supostamente um homem religioso, de prestígio, um homem em quem confiávamos e que tinha importância na comunidade… Ele roubou a minha infância e me levou a um lugar escuro, de onde eu não consigo sair”, dizia o sofrido testemunho.
Mas muitos blogs mais conhecidos tentaram, com o The Gates of Vienna, postando um testemunho de Paul Weston, do Partido da Liberdade Britânico (British Freedom Party).
Ele opina, “A esquerda precisa fazer um longo autoexame depois dessas terríveis revelações de gangues de estupradores muçulmanos. Eu não culpo em especial os muçulmanos, pois eles estão simplesmente vivendo de acordo com as normas de um guerreiro do deserto no século VII, mas eu culpo a esquerda por literalmente permitir o estupro e a violação brutal das nossas crianças”.
“Todos vocês esquerdistas são cúmplices desses crimes contra a humanidade. Vocês poderiam ter impedido isso anos atrás, mas escolheram deliberadamente não fazê-lo”, ataca.
“A BBC, o The Guardian, a Procuradoria Geral da Coroa, a Agência de Proteção à Criança, a polícia politicamente correta: Eu acuso vocês e todo a elite esquerdista de deliberadamente acobertar os inúmeros estupros e as inúmeras vidas de crianças vulneráveis que foram arruinadas, devido às suas atitudes completamente imorais e obscenas para o seu próprio povo e à sua conivência covarde com uma ideologia religiosa e política que sanciona a violação de mulheres não muçulmanas”.
“Mesmo agora, quando os fatos estão diante de nós, vocês nos dizem que não é um problema muçulmano e nem aparentemente um problema racial, a não ser, é claro, que vocês sejam um asiático, um termo vago que abrange os muçulmanos. Mas dose nenhuma de evasão esquerdista e politicamente correta pode esconder a realidade, e a realidade confirma que a cultura predominante desses pedófilos é islâmica, e que a raça predominante da maioria das vítimas é de etnia britânicas”, enfatiza.
Esquentando o debate, ele cita a epidemia de estupros praticadas por muçulmanos em Oslo, Malmo, Copenhagem e Sydney.
“Acredito que podemos dizer com segurança que essa é uma questão de uma religião em particular, o islamismo, em vez da descrição obscena da esquerda como simplesmente problema asiático, e de fato é um problema racial quando a grande maioria das vítimas é de etnia europeia”, conclui.
Ele explica que o problema foi identificado em 13 cidades na Inglaterra “e agora foi provado que as autoridades sabiam disso desde o início da década de 90. Ou seja, possivelmente milhares de meninas jovens menores e vulneráveis foram estupradas e feridas física e psicologicamente pelo resto da vida, com pelo menos duas delas tirando as próprias vidas…”
A Jihad Watch também documentou a ameaça.
O relatório indicou que os islâmicos estavam apenas seguindo o islamismo: “O islamismo possui um desprezo supremacista por pessoas que não são muçulmanas, considerando-as ‘as piores das criaturas’ (Al Bayinat 98.6), que os muçulmanos devem tratar com severidade (Al Fath 48:29; Al Taubah 9:123)".
O site The Sheikyermami continua a documentar a epidemia, com as chamadas incluindo “Imigrantes estupram menina após aulas do Alcorão”, “Crianças britânicas estupradas por gangue como celebração do Eid ul-Fitr”, e “Imigrante ilegal estupra jovem três anos após mandado judicial de deportação”.
O Atlasshrugs documentou os ataques na Suécia, e o the MuslimRapeWave cita casos de vários lugares, além de protestos nos lugares onde ocorreram.
Uma das notícias descreve como um taxista muçulmano estuprou e matou uma passageira, depois escondeu o corpo para que “sua comunidade” não descobrisse.
Algumas das notícias sobre o caso datam de uma década atrás, em uma das quais a Jihad Watch testemunhou diretamente o interrogatório de um estuprador.
Na ocasião, o terrorista muçulmano Ramzi Hashem Abed foi questionado sobre suas atividades:
Perguntaram a ele, “Diga-me quantas operações de estupro e sequestro foram realizadas. Segundo minhas informações, as mulheres sequestradas eram estudantes universitárias ou filhas de pessoas famosas. Você as estuprou e ganhou dinheiro para isso, e se você não as matava depois… Isso realmente aconteceu?”
“Sim, foi o que eu fiz”, respondeu Abed.
O interrogador continuou, “Isso é Jihad, estuprar mulheres? Isso é Jihad?”
Abed: “É, porque elas colaboraram com os americanos”.
Interrogador: “Foi por isso que você as estuprou?”
Abed: “Sim”.
Interrogador: “Uma estudante que só está indo para a universidade é sequestrada, estuprada, e depois morta?! Isso era uma colaboradora dos americanos?!”
A comentarista Michelle Malkin também levantou a questão, citando reportagens de que “gangues de estupradores de meninas e mulheres muçulmanas” estão em alta na França.
“Os criminosos são fundamentalistas islâmicos”, diz a reportagem.
A epidemia na Escandinávia é descrita em um vídeo da CBN no YouTube:
Especialista afirma que o problema são homens muçulmanos estuprando mulheres não muçulmanas.
Na reportagem, até mesmo um imigrante muçulmano do Iraque mostra preocupação: “Temos um problema”.
E outro vídeo da majorityrights.com, datado de 2005, explica como meninas suecas foram atacadas, estupradas e quase mortas por quatro muçulmanos somalianos.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND:
General condecorado afirma que lei islâmica já está em vigor nos EUA


TOTALITARISMO ISLÂMICO, COMUNISMO, NOVA ORDEM MUNDIAL - OLAVO DE CARVALHO
https://youtu.be/BLOF2sTcls4



SOBRE A DEFORMAÇÃO DA LINGUAGEM E DO PENSAMENTO:

"Kraus foi o grande publicista de "A TOCHA", publicação de periodicidade irregular que, assim como suas demais obras literárias, era lida pot todos os jovens que eu conhecia. Era substrato intelectual e moral que nos dava a todos uma compreensão crítica da política e, especialmente, do papel da imprensa na desintegração das sociedades alemã e austríaca, peparando o terreno para o nacional-socialismo (nazismo). A posição fundamental de Karl Kraus era a do grande artista da linguagem que defenda a norma culta contra a sua corrupção pelos modismos literários e, especialmente, pelos jornalistas. Sua obra deve ser entendida no contexto da espantosa destruição da língua alemã durante o período imperial depois de 1870. Não havia, na época, fenômenos comparáveis na Inglaterra, na França, nem mesmo nos Estados Unidos. Era preciso resgatar a linguagem, e a tarefa dependia de um esforço consciente da nova geração. (...) Resgatar a linguagem significava recuperar o objeto expresso por ela, o que, por sua vez, significava sair do que hoje se chamaria a falsa consciência da burguesia ordinária (aí incluindo positivistas e marxistas), cujos representantes literários eram as vozes dominantes no meio cultural. Daí que essa preocupação com a linguagem fizesse parte da resistência contra as ideologias. As ideologias destroem a linguagem, uma vez que, tendo perdido contato com a realidade, o pensamento ideológico passa a construir símbolos não mais para expressá-la, mas para expressar sua alienação em relação a ela. Transpor esse simulacro de linguagem e restaurar a realidade por meio da restauração da linguagem era o trabalho não só de Karl Kraus, mas também o de Stefan George e dos outros que integravam seu círculo na época. " 

"O fenômeno de Hitler não se esgota em sua pessoa. Seu sucesso deve ser situado no quadro geral de uma sociedade arruinada intelectual e moralmente, no qual figuras que em outros tempos seriam grotescas e marginais, podem ascender ao poder público por representarem formidavelmente o povo que as admira." Eric Voegelin, "Reflexões Autobiográficas"


O IMPÉRIO DA VONTADE OLAVO DE CARVALHO - O relativismo militante é um véu de análise racional feito para camuflar a imposição, pela força, de uma vontade irracional. Sua função é cansar, esgotar e calar a inteligência para abrir caminho ao “Triunfo da Vontade”. É um método de discussão inconfundivelmente nazista. Se você estudar Nietzsche direitinho, verá que toda a filosofia dele não é senão a sistematização e a apologética desse método, hoje adotado pela tropa inteira dos ativistas politicamente corretos. Por trás de toda a sua estudada complexidade, a estratégia do nietzscheísmo é bem simples: trata-se de dissolver em paradoxos relativistas a confiança no conhecimento objetivo, para que, no vácuo restante, a pura vontade de poder tenha espaço para se impor como única autoridade efetiva. Descontada a veemência do estilo pseudoprofético, não raro inflado de hiperbolismo kitsch , não há aí novidade nenhuma. É o velho Eu soberano de Fichte, que abole a estrutura da realidade e impera sobre o nada. É a velha subjetividade transcendental de Kant, que dita regras ao universo em vez de tentar conhecê-lo.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/060105jb.htm