LIVRO "O que é o comunismo - Uma crítica filosófica" Jean Daujat
O que é o Comunismo é um ensaio sobre o comunismo concebido e
desenvolvido de acordo com os cânones e perspectivas da filosofia — não
de uma filosofia, ainda que, inevitavelmente, de um sistema filosófico —
com o objetivo declarado de evidenciar a “perversidade intrínseca” do
sofisma marxista, que reassume e toma para si toda a sofística, pelo
menos desde o nominalismo do medievo tardio até os nossos dias, corroído
pela dissolução estruturalista.
Emana daqui o valor da presente obra do professor Jean Daujat ao
desnudar de forma pedagógica os fundamentos filosóficos profundos da
“gnosis” marxista, levando o leitor à terrível realidade escondida
debaixo da pretendida “justiça social” e das “boas intenções” dos
marxistas. O comunismo representa o princípio da imanência levado ao
extremo: o ser reduzido a mais pura imanência.
Cremos e desejamos que a presente obra esbugalhe os olhos dos leitores,
especialmente dos sacerdotes e seminaristas, para entender a natureza
profunda da Besta comunista.
A
mentira repetida mil vezes só vira "verdade" se silenciarem as críticas
e as perguntas. Nenhuma outra opção deve emergir nas mentes. E eles
sabem que a democracia se faz pelo debate livre, pela livre concorrência
de ideias, pela busca da verdade. É ISTO o que elege os melhores. E
este é o problema deles. O comunismo é um sistema psicopático, sem verdade e sem a liberdade de buscá-la. Onde só existe a voz dos censores. Vão ter de inventar uma democracia como aquela da Coréia do Norte. https://conspiratio3.blogspot.com/p/triagem-filtragem-confronto-de.html
TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
*
"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho
"Quando se deixa de acreditar em Deus, passa-se a acreditar em qualquer coisa." G. K. Chesterton
RELATIVIZAR A VERDADE, ABSOLUTIZA A OPINIÃO. E aqueles que relativizam a verdade querem sua voz absolutizada.
. Em entrevista para o canal Direto aos Fatos, Roberto Alvim, Secretário
Especial da Cultura do Governo Federal, fala sobre a situação da
Secretária da Cultura, Lei Rouanet e projetos culturais que beneficiarão
a todos. apoia.se/diretoaosfatos ***
Roger Scruton - “A alta cultura é a autoconsciência de uma sociedade. Ela contém as
obras de arte, literatura, erudição e filosofia que estabelecem o quadro
de referência compartilhado entre as pessoas cultas.” “A alta cultura é uma conquista precária, e dura apenas se apoiada por
um senso da tradição e pelo amplo endosso das normas sociais
circundantes. Quando essas coisas evaporam, a alta cultura é substituída
por uma cultura de falsificações. A falsificação depende em certa
medida da cumplicidade entre o perpetrador e a vítima, que juntos
conspiram para acreditar no que não acreditam e para sentir o que são
incapazes de sentir.” https://conspiratio3.blogspot.com/2020/01/morre-roger-scruton.html
DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS CONSTROEM A SOCIEDADE SOCIALISTA Olavo de Carvalho - "O que não percebem é que, em ambos os casos, se trata da aplicação de um
mesmo princípio básico da estratégia revolucionária, que é a
progressiva substituição do sistema de legitimidades vigente por um novo
sistema fundado na solidariedade partidária mafiosa. Não se trata nem
de sugar vantagens ocasionais para o MST, nem de proteger
improvisadamente um criminoso vermelho de colarinho branco. Estas são
apenas oportunidades para a aplicação do princípio. Ao postular
abertamente vantagens ilícitas para seus protegidos ou festejar
descaradamente a impunidade do corrupto-mor, o esquema esquerdista
dominante está enviando à nação uma mesma mensagem, que os analistas de
plantão podem não perceber, mas que cala fundo no subconsciente do povo e
impõe, com a força do fato consumado, o império da nova lei. Traduzida
em palavras, a mensagem diz: “A velha ordem constitucional acabou. O
Partido-Príncipe está acima de todas as leis. Ele é a fonte única de
todos os direitos e obrigações.
Em todas as revoluções socialistas, essa mudança do eixo da autoridade é
ao mesmo tempo o mecanismo básico e o objetivo essencial. Na Rússia,
anos de boicote à administração oficial e de parasitagem das suas
prerrogativas pelos sovietes antecederam a proclamação explícita de
Lênin ao voltar do exílio: “Todo o poder aos sovietes”.”http://www.olavodecarvalho.org/mais-sabios-que-deus/ DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS APARELHANDO A ÁREA DA CULTURA Ricardo
Vélez Rodríguez - "Aconteceu, na seara da filosofia, estranho
fenômeno de colonialismo cultural que foi, progressivamente,
extinguindo tudo quanto, no nosso país, cheirasse a estudo do
pensamento brasileiro ou à consolidação de uma filosofia
nacional. Os artífices dessa façanha (ocorrida nas três últimas
décadas do século passado) foram os burocratas da Capes no setor da
filosofia, comandados pelo padre jesuíta Henrique Cláudio de
Lima Vaz. Os fatos são simples: no período em que o general
Ruben Ludwig foi ministro da educação, ainda no ciclo militar, os
antigos ativistas da Ação Popular Marxista-Leninista receberam, à sombra
do padre Vaz, a diretoria dos conselhos da Capes e do CNPq, na área
mencionada. Especula-se que o motivo da concessão fosse uma
negociação política: eles prometiam abandonar a luta armada. A
preocupação dos militares residia no fato de que foi esse o
único agrupamento da extrema esquerda que não se organizou
explicitamente em partido político. Os grupos da denominada
"direita" (conservadores, ultra-conservadores, liberais,
liberais-sociais, etc.), toda essa imensa gama, ficou do lado de fora
dos favores oficiais, no período militar e após." http://www.ecsbdefesa.com.br/defesa/fts/QTMFB.pdf OLAVO DE CARVALHO - Para Antonio Gramsci, a propaganda revolucionária é o
único objetivo e justificação da inteligência humana. O “historicismo
absoluto”, um marxismo fortemente impregnado de pragmatismo, reduz toda
atividade cultural, artística e científica à expressão dos desejos
coletivos de cada época, abolindo os cânones de avaliação objetiva dos
conhecimentos e instaurando em lugar deles o critério da utilidade
política e da oportunidade estratégica.
É idéia intrinsecamente monstruosa, que se torna tanto mais repugnante
quanto mais se adorna do prestígio associado, nas mentes pueris, a
palavras como “humanismo” ou “consenso democrático” (naturalmente
esvaziadas de qualquer conteúdo identificável), bem como das insinuações
de santidade ligadas à narrativa dos padecimentos de Antônio Gramsci na
prisão, as quais dão ao gramscismo a tonalidade inconfundível de um
culto pseudo-religioso.
http://www.olavodecarvalho.org/mafia-gramsciana/
"No lugar da objetividade, temos apenas "inter-subjetividade "- em outras palavras, consenso.
Verdades, significados, fatos e valores são agora considerados negociáveis. O curioso, entretanto,
é que este subjetivismo de mente louca anda de mãos dadas com uma vigorosa censura.
Aqueles que colocam o consenso no lugar da verdade encontram-se distinguindo o verdadeiro do falso consenso.
Assim, o consenso que Rorty assume exclui rigorosamente todos os conservadores, tradicionalistas e reacionários ".
ROGER SCRUTON
OLAVO DE CARVALHO · O
vigor cultural de um país depende de um e um só fator: a liderança
intelectual tem de pertencer aos melhores e mais capacitados, não
àqueles cuja fraqueza e inépcia buscam proteção no apoio grupal, na
solidariedade corporativa e na mobilização de exércitos de
mexeriqueiros. A “revolução cultural” inspirada em Antonio Gramsci, com
sua idéia abjeta do “intelectual coletivo”, fez com que a primeira
dessas alternativas se tornasse inviável e a segunda prevalecesse
necessariamente, obrigando a classe dita
intelectual – acadêmica e midiática – a reduzir-se a um bando de saguis
odientos e amedrontados, que fogem ao confronto intelectual de um
contra um e se refugiam na maledicência coletiva, desesperadoramente
uniforme, repetitiva e imbecil.
OLAVO DE CARVALHO · Vencer
os comunolarápios não basta. É preciso bani-los da vida pública PARA
SEMPRE. Entenderam? PARA SEMPRE. E só há um meio de fazer isso: Não
deixar que a velha geração esqueça e as novas gerações ignorem o que
eles fizeram. Os crimes inumeráveis que eles cometeram -- e os muitos
outros que preparavam -- garantiram para eles o direito à imortalidade: a
imortalidade da vergonha, do opróbrio e da desonra. Negar-lhes isso é
fazer-lhes uma tremenda injustiça.
"As
ações desse fenômeno afetam uma sociedade inteira, começando com os
líderes e se infiltrando em cada cidade pequena, vila, fábrica, negócio
ou fazenda. A estrutura patológica social cobre gradualmente o país
inteiro, criando uma "nova Classe" dentro da nação. Essa classe
privilegiada de anômalos se sente permanentemente ameaçada pelos
"outros", isto é, pela maioria das pessoas normais. Nem mesmo os
patocratas nutrem qualquer ilusão sobre um retorno para o sistema das
pessoas normais. Uma pessoa normal privada do privilégio de uma posição
elevada buscará encontrar e executar algum trabalho que a permitirá
ganhar a vida. Mas os patocratas nunca possuem quaisquer possibilidades
residuais para se adaptarem às demandas do trabalho normal. Se as leis
do homem normal forem reinstituídas, eles e os seus pares poderão estar
sujeitos a julgamento, incluindo uma interpretação moralizante de seus
desvios psicológicos. Eles seriam ameaçados com a perda da liberdade e
da vida, e não somente uma perda de posição e privilégios. Uma vez que
são incapazes de tal tipo de, sacrifício, a sobrevivência de um sistema
que é o melhor para eles torna-se um imperativo moral. Tal ameaça deve
ser combatida por meio de toda e qualquer esperteza política e
psicológica, implementadas sem escrúpulos em relação àquelas outras
pessoas "de qualidade inferior", que chegam a surpreender pela sua
depravação. " Andrew Lobaczewski
* COMUNISMO - O REINO DO SUBJETIVISMO - OLAVO DE CARVALHO - RELAÇÕES DE PODER PREDOMINAM SOBRE A RELAÇÃO COM A REALIDADE Embora escrito por um matemático e lógico de formação – ou talvez justamente por isso --, O Homem Soviético,
de Alexander Zinoviev, é um dos melhores livros de sociologia já
publicados no mundo. Sem lê-lo ninguém jamais compreenderá o
funcionamento da sociedade soviética ou das muitas que direta ou
indiretamente se inspiraram nela. https://conspiratio3.blogspot.com/2015/10/comunismo-o-reino-do-subjetivismo-olavo.html
* DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS APARELHANDO A ÁREA DA CULTURA Ricardo
Vélez Rodríguez - "Aconteceu, na seara da filosofia, estranho
fenômeno de colonialismo cultural que foi, progressivamente,
extinguindo tudo quanto, no nosso país, cheirasse a estudo do
pensamento brasileiro ou à consolidação de uma filosofia
nacional. Os artífices dessa façanha (ocorrida nas três últimas
décadas do século passado) foram os burocratas da Capes no setor da
filosofia, comandados pelo padre jesuíta Henrique Cláudio de
Lima Vaz. Os fatos são simples: no período em que o general
Ruben Ludwig foi ministro da educação, ainda no ciclo militar, os
antigos ativistas da Ação Popular Marxista-Leninista receberam, à sombra
do padre Vaz, a diretoria dos conselhos da Capes e do CNPq, na área
mencionada. Especula-se que o motivo da concessão fosse uma
negociação política: eles prometiam abandonar a luta armada. A
preocupação dos militares residia no fato de que foi esse o
único agrupamento da extrema esquerda que não se organizou
explicitamente em partido político. Os grupos da denominada
"direita" (conservadores, ultra-conservadores, liberais,
liberais-sociais, etc.), toda essa imensa gama, ficou do lado de fora
dos favores oficiais, no período militar e após." http://www.ecsbdefesa.com.br/defesa/fts/QTMFB.pdf
* Olavo de Carvalho ·
Só
analfabetos políticos acham que a luta entre direita esquerda é questão
de "ideologia". Lealdades grupais na esquerda são uma realidade
psicológica E FÍSICA muito mais profunda que qualquer discurso
ideológico.
*
OLAVO DE CARVALHO - Para Antonio Gramsci, a propaganda revolucionária é o
único objetivo e justificação da inteligência humana. O “historicismo
absoluto”, um marxismo fortemente impregnado de pragmatismo, reduz toda
atividade cultural, artística e científica à expressão dos desejos
coletivos de cada época, abolindo os cânones de avaliação objetiva dos
conhecimentos e instaurando em lugar deles o critério da utilidade
política e da oportunidade estratégica.
É idéia intrinsecamente monstruosa, que se torna tanto mais repugnante
quanto mais se adorna do prestígio associado, nas mentes pueris, a
palavras como “humanismo” ou “consenso democrático” (naturalmente
esvaziadas de qualquer conteúdo identificável), bem como das insinuações
de santidade ligadas à narrativa dos padecimentos de Antônio Gramsci na
prisão, as quais dão ao gramscismo a tonalidade inconfundível de um
culto pseudo-religioso.
http://www.olavodecarvalho.org/mafia-gramsciana/
*
OLAVO DE CARVALHO - Nesse sentido, a FLIP é a mais
espetacular amostra viva da completa destruição da alta cultura no País,
substituída pela tagarelice autopromocional de usurpadores e
carreiristas barbaramente incultos e infinitamente presunçosos, cuja
sobrevivência no cenário intelectual se deve tão e somente a três
fatores: (1) proteção governamental, (2) interbadalação mafiosa, (3)
sistemática e preventiva exclusão dos adversários reais e possíveis.
O fator 3 vem sendo aplicado com tal
perseverança, que acabou por moldar a cabeça dos seus mesmos
praticantes. Primeiro eles se recusam a falar de um autor, depois
concluem, do seu próprio silêncio, que ele não existe. Sua regra áurea é
o argumentum ad ignorantiam: “Tudo aquilo que não sei ou esqueci é
inexistente, nulo ou irrelevante.”
Os três citados mostraram mais
ignorância da cultura brasileira do que se poderia tolerar – mas não
aprovar – em alunos de ginásio.
*
O que não percebem é que, em ambos os casos, se trata da aplicação de um mesmo princípio básico da estratégia revolucionária, que é a progressiva substituição do sistema de legitimidades vigente por um novo sistema fundado na solidariedade partidária mafiosa. Não se trata nem de sugar vantagens ocasionais para o MST, nem de proteger improvisadamente um criminoso vermelho de colarinho branco. Estas são apenas oportunidades para a aplicação do princípio. Ao postular abertamente vantagens ilícitas para seus protegidos ou festejar descaradamente a impunidade do corrupto-mor, o esquema esquerdista dominante está enviando à nação uma mesma mensagem, que os analistas de plantão podem não perceber, mas que cala fundo no subconsciente do povo e impõe, com a força do fato consumado, o império da nova lei. Traduzida em palavras, a mensagem diz: “A velha ordem constitucional acabou. O Partido-Príncipe está acima de todas as leis. Ele é a fonte única de todos os direitos e obrigações.
Em todas as revoluções socialistas, essa mudança do eixo da autoridade é ao mesmo tempo o mecanismo básico e o objetivo essencial. Na Rússia, anos de boicote à administração oficial e de parasitagem das suas prerrogativas pelos sovietes antecederam a proclamação explícita de Lênin ao voltar do exílio: “Todo o poder aos sovietes”.” http://www.olavodecarvalho.org/mais-sabios-que-deus/
* "No lugar da objetividade, temos apenas "inter-subjetividade "- em outras palavras, consenso.
Verdades, significados, fatos e valores são agora considerados negociáveis. O curioso, entretanto,
é que este subjetivismo de mente louca anda de mãos dadas com uma vigorosa censura.
Aqueles que colocam o consenso no lugar da verdade encontram-se distinguindo o verdadeiro do falso consenso.
Assim, o consenso que Rorty assume exclui rigorosamente todos os conservadores, tradicionalistas e reacionários ".
ROGER SCRUTON
OLAVO DE CARVALHO · O
vigor cultural de um país depende de um e um só fator: a liderança
intelectual tem de pertencer aos melhores e mais capacitados, não
àqueles cuja fraqueza e inépcia buscam proteção no apoio grupal, na
solidariedade corporativa e na mobilização de exércitos de
mexeriqueiros. A “revolução cultural” inspirada em Antonio Gramsci, com
sua idéia abjeta do “intelectual coletivo”, fez com que a primeira
dessas alternativas se tornasse inviável e a segunda prevalecesse
necessariamente, obrigando a classe dita
intelectual – acadêmica e midiática – a reduzir-se a um bando de saguis
odientos e amedrontados, que fogem ao confronto intelectual de um
contra um e se refugiam na maledicência coletiva, desesperadoramente
uniforme, repetitiva e imbecil.
OLAVO DE CARVALHO · Vencer
os comunolarápios não basta. É preciso bani-los da vida pública PARA
SEMPRE. Entenderam? PARA SEMPRE. E só há um meio de fazer isso: Não
deixar que a velha geração esqueça e as novas gerações ignorem o que
eles fizeram. Os crimes inumeráveis que eles cometeram -- e os muitos
outros que preparavam -- garantiram para eles o direito à imortalidade: a
imortalidade da vergonha, do opróbrio e da desonra. Negar-lhes isso é
fazer-lhes uma tremenda injustiça.
OLAVO DE CARVALHO · "A sorte dos psicopatas é que as pessoas normais em geral não acreditam que existam seres humanos tão maus."
* "As
ações desse fenômeno afetam uma sociedade inteira, começando com os
líderes e se infiltrando em cada cidade pequena, vila, fábrica, negócio
ou fazenda. A estrutura patológica social cobre gradualmente o país
inteiro, criando uma "nova Classe" dentro da nação. Essa classe
privilegiada de anômalos se sente permanentemente ameaçada pelos
"outros", isto é, pela maioria das pessoas normais. Nem mesmo os
patocratas nutrem qualquer ilusão sobre um retorno para o sistema das
pessoas normais. Uma pessoa normal privada do privilégio de uma posição
elevada buscará encontrar e executar algum trabalho que a permitirá
ganhar a vida. Mas os patocratas nunca possuem quaisquer possibilidades
residuais para se adaptarem às demandas do trabalho normal. Se as leis
do homem normal forem reinstituídas, eles e os seus pares poderão estar
sujeitos a julgamento, incluindo uma interpretação moralizante de seus
desvios psicológicos. Eles seriam ameaçados com a perda da liberdade e
da vida, e não somente uma perda de posição e privilégios. Uma vez que
são incapazes de tal tipo de, sacrifício, a sobrevivência de um sistema
que é o melhor para eles torna-se um imperativo moral. Tal ameaça deve
ser combatida por meio de toda e qualquer esperteza política e
psicológica, implementadas sem escrúpulos em relação àquelas outras
pessoas "de qualidade inferior", que chegam a surpreender pela sua
depravação. " Andrew Lobaczewski
OLAVO DE CARVALHO - Para Antonio Gramsci, a propaganda revolucionária é o
único objetivo e justificação da inteligência humana. O “historicismo
absoluto”, um marxismo fortemente impregnado de pragmatismo, reduz toda
atividade cultural, artística e científica à expressão dos desejos
coletivos de cada época, abolindo os cânones de avaliação objetiva dos
conhecimentos e instaurando em lugar deles o critério da utilidade
política e da oportunidade estratégica.
É idéia intrinsecamente monstruosa, que se torna tanto mais repugnante
quanto mais se adorna do prestígio associado, nas mentes pueris, a
palavras como “humanismo” ou “consenso democrático” (naturalmente
esvaziadas de qualquer conteúdo identificável), bem como das insinuações
de santidade ligadas à narrativa dos padecimentos de Antônio Gramsci na
prisão, as quais dão ao gramscismo a tonalidade inconfundível de um
culto pseudo-religioso.
http://www.olavodecarvalho.org/mafia-gramsciana/
"No lugar da objetividade, temos apenas "inter-subjetividade "- em outras palavras, consenso.
Verdades, significados, fatos e valores são agora considerados negociáveis. O curioso, entretanto,
é que este subjetivismo de mente louca anda de mãos dadas com uma vigorosa censura.
Aqueles que colocam o consenso no lugar da verdade encontram-se distinguindo o verdadeirodo falso consenso.
Assim, o consenso que Rorty assume exclui rigorosamente todos os conservadores, tradicionalistas e reacionários ".
ROGER SCRUTON * OLAVO DE CARVALHO
Ora, um dos fronts mais importantes da estratégia revolucionária de
Antonio Gramsci é aquele que se empenha em “ocupar espaços” nas
instituições de cultura, educação e jornalismo, expelindo os adversários
e colocando em seu lugar os militantes e colaboradores do Partido — os
ativistas culturais. O objetivo final é ocupar todos os espaços, de modo
que não existam mais intelectuais – nos dois sentidos do termo – fora
do controle do Partido. Todos os meios são válidos para isso: o boicote,
a difamação, a marginalização, a interproteção mafiosa, a monopolização
partidária do mercado de trabalho. Mas a tática mais perversa, mais
costumeira e mais eficiente é atrair sobre meros ativistas culturais o
prestígio que a palavra “intelectual” tem na sua acepção comum. Elevado à
condição de autoridade, o ativista cultural torna-se automaticamente
uma força automultiplicadora, expandindo a aura de “intelectual” sobre
outros ativistas culturais iguais a ele e negando-a a intelectuais
genuínos que o Partido considere pessoas inconvenientes. Prosseguida a
operação pelo tempo necessário, o Partido torna-se, através dos
ativistas culturais bem colocados, a única instância julgadora capaz de
conferir ou negar a condição de “intelectual” a quem bem entenda.
Atingido esse ponto, a sociedade está madura para aceitar como
intelectual em sentido estrito, como opinador abalizado, qualquer
semi-analfabeto a quem o Partido confira esse rótulo, bem como,
complementarmente, a tratar estudiosos sérios como caracteres aberrantes
e atípicos, alheios à comunidade intelectual “oficial” e respeitável.
A
“ocupação de espaços” não tem nada a ver com a luta das idéias, com o
enfrentamento leal no campo dos debates públicos. Antes do advento dela,
o intelectual de esquerda tinha de concorrer em pé de igualdade com
seus adversários de direita, tinha de mostrar cultura, domínio do idioma
e alguma seriedade. O gramscismo dispensou-o desse esforço, colocando
em lugar da disputa de idéias a guerra pela conquista de posições. Daí
por diante já não se trata de provar superioridade intelectual, mas de
subtrair ao adversário todos os meios de concorrer. O gramscismo é a
institucionalização do golpe baixo em lugar do debate intelectual. Daí
por diante, o que leva o nome de “debate” é apenas a conversação interna
entre militantes e simpatizantes do Partido, com alguma abertura para
os indecisos e pusilânimes, mas sem nenhuma chance para o ingresso dos
inconvenientes, sobretudo se altamente qualificados.
Não é preciso dizer que no Brasil esse ponto já foi
atingido há muito tempo, e ele corresponde à total destruição não
somente da vida intelectual genuína, mas da simples possibilidade de
haver uma.
É apenas como sintoma banal desse
estado de coisas que se pode entender uma iniciativa como a coleção
“Intelectuais do Brasil”, paga com dinheiro público pela Universidade
Federal de Minas Gerais, na qual entram como figuras representativas
Chico Buarque de Hollanda, Leonardo Boff e outros tipos que numa
situação normal seriam apenas folclóricos. A presença do sr. Gilberto
Gil no Ministério da Cultura ilustra exatamente o mesmo fenômeno, e nada
é preciso dizer da redução de todos os cursos de filosofia e ciências
humanas, nas universidades públicas e privadas, ao nível de escolinhas
de formação de militantes.
Na medida em que a
vida intelectual superior é o patrimônio mais valioso de uma nação, a
apropriação de espaços pela estratégia gramsciana é uma atividade
criminosa em altíssimo grau, muito mais grave, pelas suas conseqüências
históricas devastadoras, do que o desvio de dinheiro público ou o
financiamento oficial a invasões de terras. http://www.olavodecarvalho.org/ocupando-espacos/
*
OLAVO DE CARVALHO - Para Antonio Gramsci, a propaganda revolucionária é o
único objetivo e justificação da inteligência humana. O “historicismo
absoluto”, um marxismo fortemente impregnado de pragmatismo, reduz toda
atividade cultural, artística e científica à expressão dos desejos
coletivos de cada época, abolindo os cânones de avaliação objetiva dos
conhecimentos e instaurando em lugar deles o critério da utilidade
política e da oportunidade estratégica.
É idéia intrinsecamente monstruosa, que se torna tanto mais repugnante
quanto mais se adorna do prestígio associado, nas mentes pueris, a
palavras como “humanismo” ou “consenso democrático” (naturalmente
esvaziadas de qualquer conteúdo identificável), bem como das insinuações
de santidade ligadas à narrativa dos padecimentos de Antônio Gramsci na
prisão, as quais dão ao gramscismo a tonalidade inconfundível de um
culto pseudo-religioso.
http://www.olavodecarvalho.org/mafia-gramsciana/
*
OLAVO DE CARVALHO - Nesse sentido, a FLIP é a mais
espetacular amostra viva da completa destruição da alta cultura no País,
substituída pela tagarelice autopromocional de usurpadores e
carreiristas barbaramente incultos e infinitamente presunçosos, cuja
sobrevivência no cenário intelectual se deve tão e somente a três
fatores: (1) proteção governamental, (2) interbadalação mafiosa, (3)
sistemática e preventiva exclusão dos adversários reais e possíveis.
O fator 3 vem sendo aplicado com tal
perseverança, que acabou por moldar a cabeça dos seus mesmos
praticantes. Primeiro eles se recusam a falar de um autor, depois
concluem, do seu próprio silêncio, que ele não existe. Sua regra áurea é
o argumentum ad ignorantiam: “Tudo aquilo que não sei ou esqueci é
inexistente, nulo ou irrelevante.”
Os três citados mostraram mais
ignorância da cultura brasileira do que se poderia tolerar – mas não
aprovar – em alunos de ginásio.
* Flávio Gordon - "Se, durante a ditadura, tínhamos uma censura
autoritária e visível (frequentemente burlada, como muitos artistas e
jornalistas da época já cansaram de confessar, até com certa graça),
hoje temos uma censura totalitária, invisível, grave, onipresente. Ela
não comporta gracejos nem brechas. Se, antes, ela vinha exclusivamente
do governo, hoje ela é mais de tipo soviético-chinês, e o censor pode
estar ao lado." http://obrasileouniverso.blogspot.com/2013/11/censura.html
*
"A interproteção mafiosa de carreiristas semianalfabetos unidos por
ambições grupais e partidárias tornou-se critério de qualificação
intelectual?"
http://www.olavodecarvalho.org/o-imperio-da-ignorancia/
*
O
que não percebem é que, em ambos os casos, se trata da aplicação de um
mesmo princípio básico da estratégia revolucionária, que é a progressiva
substituição do sistema de legitimidades vigente por um novo sistema
fundado na solidariedade partidária mafiosa. Não se trata nem de sugar
vantagens ocasionais para o MST, nem de proteger improvisadamente um
criminoso vermelho de colarinho branco. Estas são apenas oportunidades
para a aplicação do princípio. Ao postular abertamente vantagens
ilícitas para seus protegidos ou festejar descaradamente a impunidade do
corrupto-mor, o esquema esquerdista dominante está enviando à nação uma
mesma mensagem, que os analistas de plantão podem não perceber, mas que
cala fundo no subconsciente do povo e impõe, com a força do fato
consumado, o império da nova lei. Traduzida em palavras, a mensagem diz:
“A velha ordem constitucional acabou. O Partido-Príncipe está acima de
todas as leis. Ele é a fonte única de todos os direitos e obrigações.
Em
todas as revoluções socialistas, essa mudança do eixo da autoridade é
ao mesmo tempo o mecanismo básico e o objetivo essencial. Na Rússia,
anos de boicote à administração oficial e de parasitagem das suas
prerrogativas pelos sovietes antecederam a proclamação explícita de
Lênin ao voltar do exílio: “Todo o poder aos sovietes”.” http://www.olavodecarvalho.org/mais-sabios-que-deus/
*
OLAVO DE CARVALHO · O
vigor cultural de um país depende de um e um só fator: a liderança
intelectual tem de pertencer aos melhores e mais capacitados, não
àqueles cuja fraqueza e inépcia buscam proteção no apoio grupal, na
solidariedade corporativa e na mobilização de exércitos de
mexeriqueiros. A “revolução cultural” inspirada em Antonio Gramsci, com
sua idéia abjeta do “intelectual coletivo”, fez com que a primeira
dessas alternativas se tornasse inviável e a segunda prevalecesse
necessariamente, obrigando a classe dita
intelectual – acadêmica e midiática – a reduzir-se a um bando de saguis
odientos e amedrontados, que fogem ao confronto intelectual de um
contra um e se refugiam na maledicência coletiva, desesperadoramente
uniforme, repetitiva e imbecil.
* OLAVO DE CARVALHO · Vencer
os comunolarápios não basta. É preciso bani-los da vida pública PARA
SEMPRE. Entenderam? PARA SEMPRE. E só há um meio de fazer isso: Não
deixar que a velha geração esqueça e as novas gerações ignorem o que
eles fizeram. Os crimes inumeráveis que eles cometeram -- e os muitos
outros que preparavam -- garantiram para eles o direito à imortalidade: a
imortalidade da vergonha, do opróbrio e da desonra. Negar-lhes isso é
fazer-lhes uma tremenda injustiça.
* * *
NOMINALISMO X REALISMO "O projeto globalista é, em grande parte, um projeto nominalista. Aqui estou usando esses termos de maneira um pouco diferente da usada na filosofia medieval. Nominalismo no sentido de pegar as palavras e isolá-las da realidade, e transformá-las em instrumento de dominação.No fundo é isso. O que é a tolerância? Tolerância é vc, diante de uma realidade negativa, vc faz uma avaliação de valor e diz eu posso tolerar essa realidade em nome de um bem maior. Isso é que é tolerar. Durante um certo tempo vc convive com uma coisa negativa, porque tem um contexto onde isso é necessário para um resultado positivo. Isso é realismo, é vc ter um diálogo entre a palavra e a realidade. Nominalismo é pegar a palavra tolerância e transformá-la em algo absoluto.Então, vc tem uma realidade de crime, por exemplo, "ah não, vc tem de mostrar tolerância com o criminoso". Ou vc tem uma realidade onde qualquer conflito, se essa ideologia quer defender um dos lados, "não, vc tem de ter tolerância..." Isso para dar um exemplo de palavras que deixam de dialogar com a realidade. Então, parte do nosso esforço é esse, trazer de volta... O pensamento humano é isso, precisa da linguagem, mas precisa da realidade. Essa coisa do achatamento do ser humano tem a ver com o nominalismo, vc isola as palavras e elas passam a ser coisas que estão no ar e se chocam assim, num éter onde nada faz sentido. É por isso que o conceito de realidade precisa voltar, o conceito de verdade, que verdade também é isso, no fundo é o diálogo interno entre linguagem e não linguagem. Então é essencial ter uma visão realista, nesse sentido de realismo, que não é também o absolutismo da realidade complexa, precisa ter a linguagem, o pensamento humano questionando isso. Hoje vc tem toda uma série de correntes que vivem num mundo puramente de palavras, simplesmente de jogos de palavras. Por isso que eu não gosto de Wittgenstein. Ele vê a realidade como jogo de palavras. Uma das fontes desse nominalismo atual é Wittgenstein." Ernesto Araújo https://conspiratio3.blogspot.com/2019/03/entrevista-min-ernesto-araujo-denuncia.html https://www.metapoliticabrasil.com/
O Politicamente correto precisa ser desmascarado, caso contrário continuará a fustigar a direita. O politicamente correto não é
inócuo, é uma arma política para a divisão da sociedade, a
invenção de lutas de classes, a demolição do estado de direito, a
dissolução da cultura, a deformação da inteligência, a inibição da
percepção, a invenção de um falso código moral e criminal para perseguir inimigos, e por aí vai. Quando a
palavra pesa mais que a realidade dos fatos e a obediência substitui a
busca da verdade, a sociedade "ideal" se torna uma sociedade de araque. A FUNÇÃO DO POLITICAMENTE CORRETO Vc sabe que verdade, lógica,
percepção, bom senso e o estado de direito estão sendo substituídos por
"consenso"? E que consenso é o vale-tudo legitimado pela pressão feroz e
barulhenta de movimentos sociais? Ou seja, PODER? Que estes não
representam a população, são minorias cooptadas com iscas ideológicas e
orquestradas por uma rede sinistra que vem de cima para baixo: ONGs, MP,
governos, ONU, bilionários comunoglobalistas? Que tudo isso é
financiado com dinheiro ilícito e crime organizado? E que está tudo bem
que seja assim porque, como dizia Lenin, a verdade é um preconceito
burguês? Com um só golpe acabam com a democracia, a moralidade e com a
verdade: "A religião civil dos nossos dias proclama que as minorias
são oprimidas e a maioria é opressora. Nada mais natural, portanto, do
que as elites financeiras e políticas apoiarem as minorias, boicotando e
frustrando as decisões e preferências da maioria. Assim, de um só
golpe, num relance, é suprimido o princípio fundamental da democracia
sem que, num primeiro instante, a maioria se dê conta do que está
acontecendo." (Olavo de Carvalho)
* PODER é o tijolo que pavimenta o caminho para o inferno.