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terça-feira, 9 de agosto de 2016

A DITADURA DO POLITICAMENTE CORRETO - DR. BEN CARSON

Pois é, eu ouvi uma palestra do Dr Ben Carson, que deixou claro para mim o quanto é importante para a esquerda jogar para os outros a responsabilidade de cada um, culpar os outros, pois assim as pessoas PERDEM SUA CAPACIDADE de fazer o próprio destino, de lidar com a própria vida, de exercer sua criatividade e iniciativa. E ainda por cima, seu ressentimento vai ser usado como combustível para atacar os bem-sucedidos e dar lugar aos parasitas psicopatas. Ditadura de um lado, e de outro, dependência e submissão são o resultado premeditado desse processo.  O vídeo é: A DITADURA DO POLITICAMENTE CORRETO - O maravilhoso discurso do Doutor Benjamin Carson https://youtu.be/ffz13o-P3nU


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A MANIPULAÇÃO POLITICAMENTE CORRETA:

É PROIBIDO PERCEBER

 
Olavo de Carvalho

Será que já esqueceram? O projeto de lei que dá à corrupção o estatuto de “crime hediondo” não teve origem inocente, nem sequer decente: foi enviado à Câmara em 2009 por aquele mesmo indivíduo que, acusado de inventor e gestor do maior esquema de corrupção que já se viu neste país, apostou na lentidão da Justiça como garantia de sua eterna e tranqüilíssima impunidade.

Nada mais típico da mentalidade criminosa que a afetação de honestidade exagerada, hiperbólica, histriônica. Encobrindo com uma máscara de severidade o sorrisinho cínico que lhe vai por dentro, o capomafioso não se satisfaz com ostentar a idoneidade média do cidadão comum. Não. Ele tem de ser o mais honesto, o mais puro, o modelo supremo das virtudes cívicas e, no fim das contas, o caçador de meliantes, a garantia viva da lei e da ordem.

Confiante, como sempre, na eficácia da sua performance, o indivíduo permitia-se até blefar discretamente, sabendo que, no ambiente de culto reverencial montado em torno da sua pessoa, ninguém se permitiria perceber que ele falava de si mesmo: “O corrupto é o que mais denuncia, porque acha que não será pego.”

Isso era, de fato, mais que o resumo sintético de trinta anos de luta de um partido que galgou os degraus do poder escalando pilhas de cadáveres políticos embalsamados em acusações de corrupção. Era a definição do que aquele homem estava fazendo naquele mesmo momento. Mas quem, neste país, ainda é capaz de comparar a fala com a situação e distinguir entre a sinceridade e o fingimento?

Li outro dia um estudo sobre os males do botox, que, travando o jogo natural dos músculos da face, destrói a expressão emocional espontânea e confunde a leitura imediata de sinais em que se baseia toda a convivência humana.

Mais que o botox, porém, têm esse efeito as imposições legais e morais de um Estado psicologicamente prepotente e invasivo, que em nome dos direitos humanos extingue o direito às reações naturais.

Se por lei é proibido distinguir, na fala e no tratamento, entre uma mulher e um homem vestido de mulher, ou entre a voz feminina e a sua imitação masculina, se a simples associação da cor preta com o temor da noite é alusão racista, se o simples fato de designar uma espécie animal pelo seu exemplar masculino é um ato de opressão machista, todas as demais distinções espontâneas, naturais, auto-evidentes, arraigadas no fundo do subconsciente humano pela natureza das coisas e por uma experiência arquimilenar, tornam-se automaticamente suspeitas e devem ser refreadas até prova suficiente de que não infringem nenhum código, não ofendem nenhum grupo de interesses, não magoam nenhuma suscetibilidade protegida pelo Estado.

Quantas mais condutas pessoais são regradas pela burocracia legisferante, mais complexa e dificultosa se torna a percepção humana, até que todas as intuições instantâneas se vejam paralisadas por uma escrupulosidade mórbida e estupidificante, e o temor das convenções arbitrárias suprima, junto com as reações espontâneas, todo sentimento moral genuíno.

Não é de espantar que, nessa atmosfera de inibição geral das consciências, a encenação de combate moralista por um corrupto notório não desperte nem mesmo o riso, e que a proposta cínica com que ele encobre seus próprios crimes seja levada literalmente a sério no instante mesmo em que ele, brincando com a platéia como gato com rato, se permite mostrar sua face de denunciante hipócrita sem o menor temor de que alguém venha a comparar suas palavras com seus atos.

A desgraça vai mais fundo. Pouco a pouco, o código de inibições fabricado por grupos de pressão vai sendo elevado à condição de único sistema moral vigente, e ninguém parece se dar conta de que o nível de corrupção tem algo a ver com a moralidade comum. À medida que as consciências se entorpecem, as aspirações morais perdem toda ligação com a realidade e se enrijecem num ritual mecânico de poses e caretas sem sentido. Todos parecem imaginar que, num ambiente de degradação geral onde cinqüenta mil homicídios anuais são aceitos como uma banalidade indigna de discussão, é possível preservar intacto e imune um único bem – o dinheiro público –, isolado e protegido de todos os pecados. Num Estado para o qual as fantasias sexuais são mais santas, mais dignas de proteção do que os direitos da consciência religiosa e os princípios da moral popular, todo combate oficial à corrupção nunca pode passar de uma farsa – esta sim – hedionda.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/110919dc.html

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O ESQUERDISMO AFRONTA A NATUREZA HUMANA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2017/03/o-esquerdismo-afronta-natureza-humana.html

O PRIMEIRO EXPERIMENTO SOCIALISTA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/10/o-primeiro-experimento-socialista.html

OU SE TEM MERITOCRACIA, OU SE TEM APARELHAMENTO COMUNISTA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/01/ou-se-tem-meritocracia-ou-se-tem.html

O Ministério da Felicidade Virtual
http://sensoincomum.org/2015/11/09/o-ministerio-da-felicidade-virtual/

O RELATIVISMO ABRE O CAMINHO PARA O ABSOLUTISMO POLITICAMENTE CORRETO E A DISTORÇÃO DE VALORES E CONCEITOS
http://www.olavodecarvalho.org/semana/130325dc.html

Queridos amigos, não consigo acreditar, mas acabo de ser condenado. O motivo é porque eu fiz uma pergunta sobre os marroquinos.
http://www.midiasemmascara.org/artigos/internacional/europa/16865-2016-12-15-16-07-24.html

"Lênin tinha dito que "nossa tarefa é utilizar cada manifestação de descontentamento, coletar e utilizar cada grão de protesto rudimentar". Markovsky comenta que: "Na verdade, se você quer mudar a sociedade, eis o roteiro de Lenin: cause o problema. Espalhe a miséria. Envie um quadro de organizadores comunitários profissionais para unificar todos os espíritos deserdados descontentes e abastecer uma revolta organizada. Atraia caos e violência. Explore o caos para grandes objetivos políticos. Culpe seus oponentes políticos, demonize e criminalize-os"." Cliff Kincaid, A Espada da Revolução


“As ideologias totalitárias são adotadas porque racionalizam o ressentimento e também unem os ressentidos em torno de uma causa comum. Os sistemas totalitários surgem quando os ressentidos, tomando o poder, procedem à abolição das instituições que conferem poder aos outros: instituições como a lei, a propriedade e a religião, que criam hierarquias, autoridades e privilégios e permitem aos indivíduos afirmar a soberania sobre suas próprias vidas. Para os ressentidos, essas instituições são a causa da desigualdade e, portanto, de suas próprias humilhações e fracassos. Na verdade, elas são os canais através dos quais o ressentimento é drenado. Uma vez que as instituições de direito, propriedade e religiões são destruídas - e sua destruição é o resultado normal do governo totalitário - o ressentimento ocupa seu lugar de forma inabalável, como o princípio governante do Estado. ” Roger Scruton

OLAVO DE CARVALHO - "Trinta anos de estudos sobre a mentalidade revolucionária convenceram-me de que ela não é a adesão a este ou àquele corpo de convicções e propostas concretas, mas a aquisição de certos cacoetes lógico-formais incapacitantes que acabam por tornar impossível, para o indivíduo deles afetado, a percepção de certos setores básicos da experiência humana. A mentalidade revolucionária não é um conjunto de crenças, é um sistema de incapacidades adquiridas, que começam com um escotoma intelectual e culminam numa insensibilidade moral criminosa. É uma doença mental no sentido mais estrito e clínico do termo, correspondente àquilo que o psiquiatra Paul Sérieux descrevia como delírio de interpretação. Numa discussão com o homem normal, o revolucionário está protegido pela sua própria incapacidade de compreendê-lo."
http://www.olavodecarvalho.org/semana/081211dc.html


POLITICAMENTE CORRETO TEM COTAS PARA PSICOPATAS - Cotas substituem critérios objetivos, de mérito, competência, por politicagem, o que destrói nossas defesas contra psicopatas em cargos de poder. Não é à toa que o comunismo é governado por tiranos genocidas e dominado pela injustiça.

Olavo de Carvalho A elevação do Lumpenproletariado ao estatuto de classe especial é uma revolução cultural mais profunda e devastadora do que a imaginação de qualquer político ou general brasileiro pode captar. Todos eles são arrastados por ela sem perceber, e quanto mais se escravizam aos novos cânones menos sentem a gravidade da coisa.
Olavo de Carvalho Como teórico e propugnador da elevação do Lumpenproletariado à condição de agente político, o Caggad é o responsável moral por TODA a roubalheira petista e um criminoso ainda mais perigoso do que o Lula.
Olavo de Carvalho A doutrina Caggad vai muito além daquilo que o Diogo Pessi denominou "bandidolatria": ela é a CONSAGRAÇÃO OFICIAL dos criminosos, drogados e psicopatas como componentes da CLASSE DOMINANTE.
Olavo de Carvalho O PT não apenas integrou o Lunpenproletariado na política, mas o transformou em classe privilegiada, detentora de méritos e direitos negados ao restante da população.
Olavo de Carvalho Como é possível que em duas décadas de debates sobre a corrupção, o termo Lumpenproletariado NUNCA apareça, embora seja o nome mesmo da estratégia corruptora mais vasta e perigosa?
Olavo de Carvalho Caraio, por que, nas altas esferas, entre tantos luminares do pensamento político, NINGUÉM jamais disse uma palavra sobre a ascensão do Lumpenproletariado, que é a causa de TODOS os males do Brasil há duas décadas? Por que só discutem futilidades e nunca a substância das coisas?

 


sábado, 2 de janeiro de 2016

NAZISMO E COMUNISMO SÃO COLETIVISTAS, ESTATISTAS E TOTALITÁRIOS POR NATUREZA


por ,


Minha intenção é expor dois pontos principais: (1) Mostrar que a Alemanha Nazista era um estado socialista, e não capitalista. E (2) mostrar por que o socialismo, compreendido como um sistema econômico baseado na propriedade estatal dos meios de produção, necessariamente requer uma ditadura totalitária.
O que Mises identificou foi que a propriedade privada dos meios de produção existia apenas nominalmente sob o regime Nazista, e que o verdadeiro conteúdo da propriedade dos meios de produção residia no governo alemão. Pois era o governo alemão e não o proprietário privado nominal quem decidia o que deveria ser produzido, em qual quantidade, por quais métodos, e a quem seria distribuído, bem como quais preços seriam cobrados e quais salários seriam pagos, e quais dividendos ou outras rendas seria permitido ao proprietário privado nominal receber.

A posição do que se alega terem sido proprietários privados era reduzida essencialmente à função de pensionistas do governo, como Mises demonstrou.
A propriedade governamental "de fato" dos meios de produção, como Mises definiu, era uma consequência lógica de princípios coletivistas fundamentais adotados pelos nazistas como o de que o bem comum vem antes do bem privado e de que o indivíduo existe como meio para os fins do estado. Se o indivíduo é um meio para os fins do estado, então, é claro, também o é sua propriedade. Do mesmo modo em que ele pertence ao estado, sua propriedade também pertence.
(...)
Este foi o socialismo instituído pelos nazistas. Mises o chama de modelo alemão ou nazista de socialismo, em contraste ao mais óbvio socialismo dos soviéticos, ao qual ele chama de modelo russo ou bolchevique de socialismo.
O socialismo, é claro, não acaba com o caos causado pela destruição do sistema de preços. Ele apenas perpetua esse caos. E se introduzido sem a existência prévia de controle de preços, seu efeito é inaugurar este mesmo caos. Isto porque o socialismo não é um sistema econômico verdadeiramente positivo. É meramente a negação do capitalismo e seu sistema de preços. E como tal, a natureza essencial do socialismo é a mesma do caos econômico resultante da destruição do sistema de preços por meio do controle de preços e salários.
(...)
Os requisitos para a manutenção do sistema de controle de preços e salários trazem à luz a natureza totalitária do socialismo — mais obviamente, é claro, na variante alemã ou nazista de socialismo, mas também no estilo soviético.
Podemos começar com o fato de que o autointeresse financeiro dos vendedores operando sob o controle de preços seja de contornar tais controles e aumentar seus preços. Compradores, antes impossibilitados de obter os bens, estão dispostos a — na verdade, ansiosos para — pagar estes preços mais altos como meio de garantir os bens por eles desejados. Nestas circunstâncias, o que pode impedir o aumento dos preços e o desenvolvimento de um imenso mercado negro?

A resposta é a combinação de penas severas com uma grande probabilidade de ser pego e, então, realmente punido. É provável que meras multas não gerem a dissuasão necessária. Elas serão tidas como simplesmente um custo adicional. Se o governo deseja realmente fazer valer o controle de preços, é necessário que imponha penalidades comparadas àquelas dos piores crimes.

Mas a mera existência de tais penas não é o bastante. O governo deve tornar realmente perigosa a condução de transações no mercado negro. Deve fazer com que as pessoas temam que agindo desta forma possam, de alguma maneira, ser descobertas pela polícia, acabando na cadeia. Para criar tal temor, o governo deve criar um exército de espiões e informantes secretos. Por exemplo, o governo deve fazer com que o dono da loja e o seu cliente tenham medo de que, caso venham a se engajar em uma transação no mercado negro, algum outro cliente na loja vá lhe informar.

Devido à privacidade e sigilo em que muitas transações no mercado negro ocorrem, o governo deve ainda fazer com que qualquer participante de tais transações tenha medo de que a outra parte possa ser um agente da polícia tentando apanhá-lo. O governo deve fazer com que as pessoas temam até mesmo seus parceiros de longa data, amigos e parentes, pois até eles podem ser informantes.

E, finalmente, para obter condenações, o governo deve colocar a decisão sobre a inocência ou culpa em casos de transações no mercado negro nas mãos de um tribunal administrativo ou seus agentes de polícia presentes. Não pode contar com julgamentos por júris, devido à dificuldade de se encontrar número suficiente de jurados dispostos a condenar a vários anos de cadeia um homem cujo crime foi vender alguns quilos de carne ou um par de sapatos acima do preço máximo fixado.

Em suma, a partir daí o requisito apenas para a aplicação das regulamentações de controle de preços é a adoção de características essenciais de um estado totalitário, nominalmente o estabelecimento de uma categoria de "crimes econômicos", em que a pacífica busca pelo autointeresse material é tratada como uma ofensa criminosa grave. Para tanto é necessário o estabelecimento de um aparato policial totalitário, repleto de espiões e informantes, com o poder de prisões arbitrárias.

Claramente, a imposição e a fiscalização do controle de preços requerem um governo similar à Alemanha de Hitler ou à Rússia de Stalin, no qual praticamente qualquer pessoa pode ser um espião da polícia e no qual uma polícia secreta existe e tem o poder de prender pessoas. Se o governo não está disposto a ir tão longe, então, nesta medida, o controle de preços se prova inaplicável e simplesmente entra em colapso. Nesse caso, o mercado negro assume maiores proporções.

(Observação: não estou sugerindo que o controle de preços foi a causa do reino de terror instituído pelos nazistas. Estes iniciaram seu reino de terror bem antes da decretação do controle de preços. Como resultado, o controle de preços foi decretado em um ambiente feito para a sua aplicação.)
(...)
Além disso, em qualquer tipo de estado socialista — nazista ou comunista —, o plano econômico do governo é parte da lei suprema do país. Temos uma boa ideia de quão caótico é o chamado processo de planejamento do socialismo. O distúrbio adicional causado pelo desvio, para o mercado negro, de suprimentos de produção e outros bens é algo que o estado socialista toma como um ato de sabotagem ao planejamento econômico nacional. E sabotagem é como o ordenamento jurídico dos estados socialistas se refere a isto. Em concordância com este fato, atividades de mercado negro são, com frequência, punidas com pena de morte.

Um fato fundamental que explica o reino de terror generalizado encontrado sob o socialismo é o incrível dilema em que o estado socialista se coloca em relação à massa de seus cidadãos. Por um lado, o estado assume total responsabilidade pelo bem-estar econômico individual. O estilo de socialismo russo ou bolchevique declara abertamente esta responsabilidade — esta é a fonte principal do seu apelo popular. Por outro lado, o estado socialista desempenha essa função de maneira desastrosa, tornando a vida do indivíduo um pesadelo.
Todos os dias de sua vida, o cidadão de um estado socialista tem de perder tempo em infindáveis filas de espera. Para ele, os problemas enfrentados pelos americanos com a escassez de gasolina nos anos 1970 são normais; só que ele não enfrenta este problema em relação à gasolina — pois ele não tem um carro e nem a esperança de ter — mas sim em relação a itens de vestuários, verduras, frutas, e até mesmo pão.
Pior ainda: ele é forçado a trabalhar em um emprego que não foi por ele escolhido e que, por isso, deve odiar. (Já que sob escassezes, o governo acaba por decidir a alocação de trabalho da mesma maneira que faz com a alocação de fatores de produção materiais.) E ele vive em uma situação de inacreditável superlotação, com quase nenhuma chance de privacidade. Frente à escassez habitacional, pessoas estranhas são designados pelo governo a morarem juntas; famílias são obrigadas a compartilhar apartamentos. Um sistema de passaportes e vistos internos é adotado a fim de limitar a severidade da escassez habitacional em áreas mais desejáveis do país. Expondo suavemente, uma pessoa forçada a viver em tais condições deve ferver de ressentimento e hostilidade.

Contra quem seria lógico que os cidadãos de um estado socialista dirigissem seu ressentimento e hostilidade se não o próprio estado socialista? Contra o mesmo estado socialista que proclamou sua responsabilidade pela vida deles, prometeu uma vida de bênção, e que é responsável por proporcionar-lhes uma vida de inferno. De fato, os dirigentes de um estado socialista vivem um dilema no qual diariamente encorajam o povo a acreditar que o socialismo é um sistema perfeito em que maus resultados só podem ser fruto do trabalho de pessoas más. Se isso fosse verdade, quem poderiam ser estas pessoas más senão os próprios líderes, que não apenas tornaram a vida um inferno, mas perverteram a este ponto um sistema supostamente perfeito?

A isso se segue que os dirigentes de um estado socialista devem temer seu povo. Pela lógica das suas ações e ensinamentos, o fervilhante e borbulhante ressentimento do povo deveria jorrar e engoli-los numa orgia de vingança sangrenta. Os dirigentes sentem isso, ainda que não admitam abertamente; e, portanto, a sua maior preocupação é sempre manter fechada a tampa da cidadania.

Consequentemente, é correto, mas bastante inadequado, dizer apenas que "o socialismo carece de liberdade de imprensa e expressão." Carece, é claro, destas liberdades. Se o governo é dono de todos os jornais e gráficas, se ele decide para quais propósitos a prensa e o papel devem ser disponibilizados, então obviamente nada que o governo não desejar poderá ser impresso. Se a ele pertencem todos os salões de assembléias e encontros, nenhum pronunciamento público ou palestra que o governo não queira não poderá ser feita. Mas o socialismo vai muito além da mera falta de liberdade de imprensa e de expressão.

Um governo socialista aniquila totalmente estas liberdades. Transforma a imprensa e todo foro público em veículos de propaganda histérica em prol de si mesmo, e pratica cruéis perseguições a todo aquele que ouse desviar-se uma polegada da linha do partido oficial. A razão para isto é o medo que o dirigente socialista tem do povo. Para se proteger, eles devem ordenar que o ministério da propaganda e a polícia secreta façam de tudo para reverter este medo. O primeiro deve tentar desviar constantemente a atenção do povo quanto à responsabilidade do socialismo, e dos dirigentes socialistas, em relação à miséria do povo. O outro deve desestimular e silenciar qualquer pessoa que possa, mesmo que remotamente, sugerir a responsabilidade do socialismo ou de seus dirigentes em relação à miséria do povo — ou seja, deve desestimular qualquer um que comece a mostrar sinais de estar pensando por si mesmo.

É por causa do terror dos dirigentes, e da sua necessidade desesperada de encontrar bodes-expiatórios para as falhas do socialismo, que a imprensa de um país socialista está sempre cheia de histórias sobre conspirações e sabotagens estrangeiras, e sobre corrupção e mau gerenciamento da parte de oficiais subordinados, e por que, periodicamente, é necessário desmascarar conspirações domésticas e sacrificar oficiais superiores e facções inteiras do partido em gigantescos expurgos.

E é por causa do seu terror, e da sua necessidade desesperada de esmagar qualquer suspiro de oposição em potencial, que os dirigentes do socialismo não ousam permitir nem mesmo atividades puramente culturais que não estejam sob o controle do estado. Pois se o povo se reúne para uma amostra de arte ou um sarau de literário que não seja controlado pelo estado, os dirigentes devem temer a disseminação de idéias perigosas. Quaisquer idéias não-autorizadas são idéias perigosas, pois podem levar o povo a pensar por si mesmo e, a partir daí, começar a pensar sobre a natureza do socialismo e de seus dirigentes. Estes devem temer a reunião espontânea de qualquer punhado de pessoas em uma sala, e usar a polícia secreta e seu aparato de espiões, informantes, e mesmo o terror para impedir tais encontros ou ter certeza de que seu conteúdo é inteiramente inofensivo do ponto de vista do estado.

A inescapável conclusão a ser traçada é a de que o terror experimentado nos países socialistas não foi simplesmente culpa de homens maus, como Stalin, mas sim algo que brota da natureza do sistema socialista. Stalin vem à frente porque sua incomum perspicácia e disposição ao uso do terror foram as características específicas mais necessárias para um líder socialista se manter no poder. Ele ascendeu ao topo por meio de um processo de seleção natural socialista: A SELEÇÃO DO PIOR.
(...)
A razão pela qual social-democratas não estabelecem o socialismo quando estão no poder, é que eles não estão dispostos a fazer o que seria necessário. O estabelecimento do socialismo como um sistema econômico requer um ato maciço de roubo — os meios de produção devem ser expropriados de seus donos e tomados pelo estado. É virtualmente certo que tais expropriações provoquem grande resistência por parte dos proprietários, resistência que só pode ser vencida pelo uso de força bruta.

Os comunistas estavam e estão dispostos a usar esta força, como evidenciado na União Soviética. Seu caráter é o dos ladrões armados preparados para matar caso isso seja necessário para dar cabo dos seus planos. O caráter dos social-democratas, em contraste, é mais próximo ao dos batedores de carteira: eles podem até falar em coisas grandiosas, mas não estão dispostos a praticar a matança que seria necessária; e desistem ao menor sinal de resistência séria.

Já os nazistas, em geral não tiveram que matar para expropriar a propriedade dos alemães, fora os judeus. Isto porque, como vimos, eles estabeleceram o socialismo discretamente, por meio do controle de preços, que serviu para manter a aparência de propriedade privada. Os proprietários eram, então, privados da sua propriedade sem saber e, portanto, sem sentir a necessidade de defendê-la pela força.
Creio ter demonstrado que o socialismo — o socialismo de verdade — é totalitário pela sua própria natureza.

http://mises.org.br/ArticlePrint.aspx?id=98




NAZISMO É SOCIALISMO

Como a direita conservadora, que recentemente, graças sobretudo à internet, teve acesso ao pensamento conservador, censurado velada e abertamente nas faculdades de Humanas do Brasil, e percebeu que conservadorismo não tem nada a ver com o que a esquerda diz que o conservadorismo é (natürlich), a incipiente direita brasileira lembrou ao mundo que o nacional-socialismo é uma forma de socialismo (…!), e não de conservadorismo ou capitalismo.

O nazismo, que sempre se apresentou como uma terceira via, pega elementos do socialismo (sobretudo as antigas teses germânicas sobre socialismo), do trabalhismo e do sindicalismo político.

O sindicalismo, aliado ao islamismo, já havia realizado o primeiro genocídio da história a superar 1 milhão de mortos: o grupo Jovens Turcos (Jön Türkler), que se opunha à monarquia do Abdülhamid II no Império Otomano (atual Turquia), buscando uma homogeneização cultural com laços com a Revolução Russa, promoveu o genocídio de cristãos armênios em 1915, durante a Primeira Guerra. A Armênia foi, provavelmente, o primeiro lugar do mundo a se converter ao cristianismo.

Mais em: Resposta ao textículo do militante do PSOL no blog do Guga Chacra sobre “nazismo ser de direita”  https://sensoincomum.org/2017/08/17/resposta-guga-chacra-nazismo-direita/  

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A SELEÇÃO DO PIOR E A DISTORÇÃO PREMEDITADA NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO:

As boas teorias deveriam tomar o lugar das ruins, já que as boas são as que sobrevivem à refutação, e o sentido deveria tomar o lugar da falta de sentido, que não tem nada a nos dizer. Nas humanidades, porém, parece vigorar uma espécie de lei de Gresham: as teorias ruins substituem as boas, a falta de sentido substitui o sentido. Há várias explicações para esse fenômeno, algumas mais plausíveis que outras. O ponto importante é que a sobrevivência de uma teoria não depende de sua capacidade de permanecer irrefutável, mas de sua capacidade de tornar a refutação indesejável, impossível ou ambas as coisas. A refutação é indesejável quando a teoria está tão vinculada a uma posição política que se torna quase indistinguível dela; e é impossível quando a teoria está cercada por uma impenetrável muralha de nonsense.  

O jargão afetado e sem sentido é muito mais eficaz na propagação das opiniões de esquerda e progressistas que os argumentos bem fundamentados, pela simples razão de que as opiniões progressistas, quando afirmadas explicitamente, expõem-se a ser refutadas. O objetivo do jargão não é encontrar razões inovadoras para a oposição cultural, mas torná-la incontestável ao colocá-la além do debate racional.     (Resumido de "ARGUMENTOS PARA O CONSERVADORISMO", Roger Scruton)

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A inescapável conclusão a ser traçada é a de que o terror experimentado nos países socialistas não foi simplesmente culpa de homens maus, como Stalin, mas sim algo que brota da natureza do sistema socialista. Stalin vem à frente porque sua incomum perspicácia e disposição ao uso do terror foram as características específicas mais necessárias para um líder socialista se manter no poder. Ele ascendeu ao topo por meio de um processo de seleção natural socialista: A SELEÇÃO DO PIOR. https://conspiratio3.blogspot.com/2016/01/nazismo-e-comunismo-sao-coletivistas.html

 

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Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História: 

"Para o filósofo polonês Leszek Kolakowski, o bolchevismo e o fascismo representaram duas encarnações da presença desastrosa do diabo na história: "O diabo (...) inventou Estados ideológicos, ou seja, Estados cuja legitimidade é fundada no fato de seus proprietários serem proprietários da verdade. Se te opões a tal Estado ou a seu sistema, és um inimigo da verdade."  (...) Ambos os movimentos revolucionários execravam e denunciavam o liberalismo, a democracia e o parlamentarismo como degradações da verdadeira política, que transcenderia todas as divisões através do estabelecimento de comunidades perfeitas (definidas como sem classe ou racialmente). Fundamentalmente ateus, assim o comunismo como o fascismo organizaram seus objetivos políticos em discursos de suposta emancipação, agindo como religiões políticas destinadas a livrar o indivíduo das imposições da moralidade e legalidade tradicionais."

 "Aqui está a essência e mistério das experiências totalitárias do século XX: "a rejeição completa de todas as barreiras e todas as restrições que a política, a civilização, a moralidade, a religião, os sentimentos naturais de compaixão e as idéias universais de fraternidade construíram a fim de moderar, reprimir ou sublimar o potencial humano para a violência coletiva ou individual."

As similaridades reais entre os experimentos comunista e fascista (o papel crucial do partido, a preeminência da ideologia, a polícia secreta ubíqua, a fascinação com a tecnologia, o culto frenético do "Homem Novo", a celebração quase-religiosa do líder carismático) não devem turvar distinções significativas (sendo uma a ausência, no nazismo, de julgamentos-espetáculos ou expurgos intrapartidários permanente)."

"Concordo com o cientista político Pierre Hassner que, a despeito das diferenças entre stalinismo e nazismo, afirma que sua característica comum fundamental e definidora foi seu frenesi genocida.(...) Por outro lado, assim o stalinismo como o nazismo procuravam "inimigos objetivos" e operavam com noções de culpa coletiva, ou mesmo genética."

"No caminho da transformação permanente, ambos, comunismo e fascismo imaginaram a EXTINÇÃO DO INDIVÍDUO (ou melhor, visavam a ela), inventando critérios igualmente obrigatórios de fé, lealdade, e status cristalizados num mito político diretor. E, de fato, isto define a religiosidade de uma existência coletiva - "Quando alguém sujeita todos os recursos do espírito, todas as submissões da vontade, todos os ardores do fanatismo a uma causa ou a um ser que se torna a finalidade e o guia de todos os pensamentos e ações." Assim o stalinismo como o nazismo enfatizaram a necessidade de integração social e pertencimento comunal através da exclusão de OUTROS específicos." "Elas fiavam-se em "criar cumplicidade, ao passo que operavam isolando e destruindo uma minoria escolhida, cujo estado aterrorizado confirmava o desejo racional do resto de ser incluído e protegido." A legitimidade deles era baseada numa síntese entre coerção e consentimento." 

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HITLER STALIN

Os teóricos políticos do nazismo sempre afirmaram enfaticamente que o "Estado ético" de Mussolini e o "Estado Ideológico" de Hitler não podem ser mencionados no mesmo fôlego."

Disse Goebbels acerca da diferença entre o fascismo e o nacional-socialismo: “[O fascismo] é […] completamente diferente do nacional-socialismo. Enquanto este último desce até as raízes, o fascismo é superficial” “[O Duce] não é um revolucionário como o Führer ou Stálin. Está tão preso ao povo italiano que lhe faltam as amplas qualidades de um revolucionário em escala mundial”

" Himmler expressou a mesma opinião num discurso pronunciado em 1943 numa Conferência de Oficiais Comandantes: “O fascismo e o nacional-socialismo são fundamentalmente diferentes, […] não há absolutamente nenhuma comparação entre eles como movimentos espirituais e ideológicos”

Hitlers Tischgespräche , p. 113. Nessa obra encontramos ainda numerosos exemplos que demonstram que, ao contrário de certas lendas do pós-guerra, Hitler nunca pretendeu defender “o Ocidente” contra o bolchevismo, mas sempre esteve disposto a unir-se aos “vermelhos” para destruir o Ocidente, mesmo durante a luta contra a União Soviética. Sabemos hoje que Stálin foi repetidamente advertido quanto ao iminente ataque de Hitler à União Soviética. Mesmo quando o adido militar soviético em Berlim o informou quanto ao dia do ataque nazista, Stálin recusou-se a crer que Hitler violaria o tratado.

Extraído do livro AS ORIGENS DO TOTALITARISMO, de H. Arendt
 
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Todo o pessoal de rabo pre$o TEM DE SER INVESTIGADO porque, mais cedo ou mais tarde, aparecerão as maracutaias.  Comunismo é isso, a substituição dos competentes pela quadrilha e das leis pela vontade do líder, sem escrúpulos e sem limites, sem nenhum respeito por direitos ou regras. A depredação da verdade faz parte do processo comunista de destruição da civilização, dos valores "burgueses", do estado de direito, da meritocracia, para darem lugar ao sistema em que o poder é o critério, e a vontade do partido é a voz de deus, está acima das leis e DEFINE A VERDADE. 
É um sistema que privilegia e seleciona psicopatas para posições de poder. Tudo isso com a sua ajuda, caso você engula a isca. Juízes, deputados, senadores, empresários, jornalistas, administração pública e todos que apoiam esse esquema não poderão reclamar dos crimes, mentiras e absurdos que constituem seu método de tomada de poder e de GOVERNAR! Serão responsáveis pela instalação de um SISTEMA DE DOMINAÇÃO FEITO  PARA PSICOPATAS e terão de conviver para sempre com isso.

"Em uma patocracia, todas as posições de liderança (desde o líder de bairro e os gerentes de comunidades cooperativas, sem mencionar os diretores das unidades de polícia, os serviços especiais de pessoal da polícia e os ativistas do partido patocrático) devem ser preenchidas por indivíduos com anomalias psicológicas correspondentes, que são herdadas, como regra. Contudo, tais pessoas constituem uma pequena porcentagem da população, o que faz com que elas sejam mais valiosas para os patocratas. Seu nível intelectual ou habilidades profissionais não podem ser levadas em consideração, uma vez que as pessoas que representam as habilidades superiores são ainda mais difíceis de serem encontradas. Depois que um sistema como esse tenha permanecido por vários anos, cem por cento de todos os casos de psicopatia essencial estarão envolvidos em uma atividade patocrática. Eles são considerados os mais leais, mesmo que alguns deles tenham estado anteriormente envolvidos com o outro lado, de alguma forma. Sob tais condições, nenhuma área da vida social pode se desenvolver normalmente, seja na economia, cultura, ciência, tecnologia, ou administração. A patocracia progressivamente paralisa tudo. As pessoas normais tendem a desenvolver um nível de paciência além do alcance de qualquer pessoa que vive em um sistema do homem normal, somente a fim de explicar o que fazer e como fazer para alguma mediocridade obtusa de um deficiente psicológico, que foi colocado em uma posição como responsável por algum projeto que ele não pode nem entender, muito menos gerenciar. Esse tipo especial de pedagogia – instruir pessoas com deficiências enquanto se evita sua ira – requer uma grande quantidade de tempo e de esforço, mas de outra forma não seria possível manter condições de vida toleráveis e realizações necessárias na área econômica e na vida intelectual de uma sociedade. Mesmo com tais esforços, a patocracia progressivamente penetra em todo lugar e embota tudo." do livro PONEROLOGIA: PSICOPATAS NO PODER
PONEROLOGIA: PSICOPATAS NO PODER

 "A inescapável conclusão a ser traçada é a de que o terror experimentado nos países socialistas não foi simplesmente culpa de homens maus, como Stalin, mas sim algo que brota da natureza do sistema socialista. Stalin vem à frente porque sua incomum perspicácia e disposição ao uso do terror foram as características específicas mais necessárias para um líder socialista se manter no poder. Ele ascendeu ao topo por meio de um processo de seleção natural socialista: A SELEÇÃO DO PIOR. "
http://mises.org.br/ArticlePrint.aspx?id=98

Olavo de Carvalho A elevação do Lumpenproletariado ao estatuto de classe especial é uma revolução cultural mais profunda e devastadora do que a imaginação de qualquer político ou general brasileiro pode captar. Todos eles são arrastados por ela sem perceber, e quanto mais se escravizam aos novos cânones menos sentem a gravidade da coisa.
Olavo de Carvalho Como teórico e propugnador da elevação do Lumpenproletariado à condição de agente político, o Caggad é o responsável moral por TODA a roubalheira petista e um criminoso ainda mais perigoso do que o Lula.
Olavo de Carvalho A doutrina Caggad vai muito além daquilo que o Diogo Pessi denominou "bandidolatria": ela é a CONSAGRAÇÃO OFICIAL dos criminosos, drogados e psicopatas como componentes da CLASSE DOMINANTE.
Olavo de Carvalho O PT não apenas integrou o Lunpenproletariado na política, mas o transformou em classe privilegiada, detentora de méritos e direitos negados ao restante da população.
Olavo de Carvalho Como é possível que em duas décadas de debates sobre a corrupção, o termo Lumpenproletariado NUNCA apareça, embora seja o nome mesmo da estratégia corruptora mais vasta e perigosa?
Olavo de Carvalho Caraio, por que, nas altas esferas, entre tantos luminares do pensamento político, NINGUÉM jamais disse uma palavra sobre a ascensão do Lumpenproletariado, que é a causa de TODOS os males do Brasil há duas décadas? Por que só discutem futilidades e nunca a substância das coisas?

 
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ROBERTO MOTTA - O QUE SÃO FASCISMO E COMUNISMO https://youtu.be/W85x20KnoUU?t=617

 
COMUNOCINISMO - A ESQUERDA CONTINUA A VIGARISTA DE SEMPRE - REINALDO AZEVEDO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/12/comunocinismo-esquerda-continua.html

RELAÇÕES DE PODER PREDOMINAM SOBRE A RELAÇÃO COM A REALIDADE
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/10/comunismo-o-reino-do-subjetivismo-olavo.html


OU SE TEM MERITOCRACIA, OU SE TEM APARELHAMENTO COMUNISTA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/01/ou-se-tem-meritocracia-ou-se-tem.html

A MENTIRA COMO MÉTODO - Ferreira Gullar
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2014/09/a-mentira-como-metodo-ferreira-gullar.html  


“Corrupção no Brasil assusta o mundo” Chefe do Tribunal Penal Internacional, Haia, Países Baixos pede investigação internacional
http://pensabrasil.com/corrupcao-no-brasil-assusta-o-mundo-chefe-do-tribunal-penal-internacional-haia-paises-baixos-pede-investigacao-internacional/

O GRANDE MENTIROSO: Como Theodor Adorno redefiniu o fascismo
http://tradutoresdedireita.org/o-grande-mentiroso-como-theodor-adorno-redefiniu-o-fascismo/

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Três golpes venezuelanos    

Demétrio Magnoli didaticamente explicou os três golpes que Nicolás Maduro vem aplicando – no judiciário, nas eleições e no parlamento – para se manter no poder. Mas a coluna de hoje na Folha vale ainda mais pela conclusão, onde é escancarada a complacência silenciosa do governo Dilma para com a ditadura venezuelana:
"A Venezuela contou com a mão amiga do lulopetismo em toda a longa senda que a levou da democracia ao caudilhismo, e dele à ditadura. Os três golpes de Maduro contra a voz da maioria destinam-se a provocar uma crise institucional e uma ruptura violenta. O chavismo agonizante busca o confronto nas ruas para fugir ao veredito das urnas. Dilma não irá a Caracas, pois decidiu transformar o Brasil em avalista desse desenlace."
http://www.oantagonista.com/posts/tres-golpes-venezuelanos?utm_content=buffer8c46a&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer



segunda-feira, 9 de novembro de 2015

ATRASO IDEOLÓGICO - FERREIRA GULLAR

 


ATRASO IDEOLÓGICO - FERREIRA GULLAR FOLHA DE SP - 08/11

A maneira mais fácil e também mais desonesta de contestar opiniões que divergem das nossas é tentar desacreditá-las. Tal procedimento, além de torpe, é prejudicial à elucidação de questões que muitas vezes envolvem interesses fundamentais. Isso ocorre frequentemente quando estão em jogo problemas políticos e ideológicos, o que dificulta o entendimento de problemas vitais para o país.

Faço essas considerações porque acredito que uma das funções do jornalismo é informar e contribuir para o esclarecimento das questões de interesse público.

Eu, que militei no Partido Comunista Brasileiro, convencido de que o marxismo era o caminho para a construção de uma sociedade fraterna e justa, deixei de acreditar nisso em consequência das experiências que vivi e do próprio fracasso daquele projeto revolucionário em nível nacional e internacional.

Já tive oportunidade de manifestar minha opinião sobre esse fato, mas, qualquer que seja o diagnóstico, a verdade é que o grande sonho da sociedade proletária se desfez definitivamente. Há, porém, os que não desistem de suas convicções e há também os que se aproveitam da boa-fé das pessoas para substituir o sonho socialista pelo que intitulo de "populismo de esquerda", que se constata hoje em alguns países da América Latina, como Venezuela, Bolívia, Argentina, Equador e Brasil.

Em cada um desses países, o tal populismo assume uma forma específica, mas em todos eles o discurso ideológico substitui a luta da classe operária contra a burguesia pela luta dos pobres contra os ricos, que Lula apelidou de "elite branca".

Esse populismo se caracteriza, de um lado, por programas assistencialistas e, de outro, por um discurso anticapitalista que, como no caso do Brasil, é só para inglês ver, uma vez que seus principais sócios são grandes empresas. A operação Lava Jato revelou à opinião pública brasileira a extensão do "conluio" montado pelo governo populista, em aliança com empresários, para saquear a Petrobras e outras empresas estatais.

A ação desse populismo de esquerda no governo do país é a causa principal da situação caótica a que o Brasil foi arrastado nestes quase 13 anos de gestão petista. O Programa Bolsa Família, montado com objetivo eleitoral, se atenuou a carência de famílias miseráveis, em vez de resolver o problema da pobreza, estimula uma grande massa de trabalhadores a não mais trabalhar.

Por outro lado, o programa Minha Casa, Minha Vida constrói conjuntos residenciais muitas vezes em lugares inacessíveis e de péssima qualidade (muitos deles já estão caindo aos pedaços). Também, neste caso, a troca de interesses deixa as construtoras à vontade para usarem o material mais barato e construírem de qualquer forma, já que o governo não as fiscaliza, pois são todos amigos.

O aumento das famílias atendidas pelo Bolsa Família –calculado em mais de 30 milhões– e os gastos com o programa Minha Casa, Minha Vida podem ser a razão que levou Dilma a violar a lei de responsabilidade fiscal, tomando empréstimo de bancos públicos sem condições de ressarci-los.

Quando Aécio Neves, na campanha eleitoral, denunciou o estado crítico das finanças do país, ela o chamou de mentiroso e garantiu que a situação das contas era ótima. Ganhou as eleições e logo começou a fazer o contrário do que afirmara. Mas o desastre dos governos petistas não se limita aos gastos demagógicos e à corrupção. Atinge a estrutura econômica do país, anulando-lhe o crescimento e provocando desemprego e inflação.

Aliando demagogia e incompetência, os petistas deram pouca atenção aos Estados Unidos e à Europa – parceiros comerciais importantes do Brasil– e voltaram-se para o mercado sul-americano –o Mercosul. Para agravar nossa situação econômica daqui para diante, os Estados Unidos e o Japão montaram uma aliança comercial que representa 40% do comércio mundial e da qual estamos fora. E fora também estaremos de outra aliança, que incluirá os norte-americanos e os europeus.

Nisso é que dá atraso ideológico somado a incompetência

***

Comunismo é luta pelo poder. Toda a atividade petista tem um objetivo: transferir os poderes distribuídos na sociedade para uma única mão, a deles.



 O REINO DO SUBJETIVISMO - OLAVO DE CARVALHO - RELAÇÕES DE PODER PREDOMINAM SOBRE A RELAÇÃO COM A REALIDADE  http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/10/comunismo-o-reino-do-subjetivismo-olavo.html
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MASSAS DE MANOBRA, IDIOTAS ÚTEIS E PSICOPATETAS FAZEM O CAOS E A REVOLUÇÃO SEM QUERER, PARA OS PSICOPATAS - O GOLPISMO DE ESQUERDA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/09/massas-de-manobra-idiotas-uteis-e.html
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O PRIMEIRO EXPERIMENTO SOCIALISTA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/10/o-primeiro-experimento-socialista.html
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ESTRATÉGIA CLOWARD-PIVEN - PLANO PARA DERRUBAR UM PAÍS PELA ECONOMIA
https://youtu.be/EmFDcRfTfTU  
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BOLSAS-ESMOLA E ARMADILHAS. OU COMO SE CAPTURAM PORCOS SELVAGENS
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/12/bolsa-esmola-e-armadilhas-ou-como-se.html
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Populismo autoritário: projeto de transformar Brasil em Venezuela segue curso
http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/democracia/populismo-autoritario-projeto-de-transformar-brasil-em-venezuela-segue-curso/
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“BOLSA HOJE, FOME AMANHÔ
http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/vasto-mundo/miguel-otero-dono-do-ultimo-jornal-de-oposicao-da-venezuela-o-brasil-esta-caminhando-rumo-ao-populismo-autoritario-cujos-lideres-querem-perpetuar-se-no-poder 

 

sábado, 5 de setembro de 2015

GLORIA ALVAREZ FALA SOBRE COMO O POPULISMO É SEDUTOR E ILUDE O POVO

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 O REINO DO SUBJETIVISMO - OLAVO DE CARVALHO - RELAÇÕES DE PODER PREDOMINAM SOBRE A RELAÇÃO COM A REALIDADE  http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/10/comunismo-o-reino-do-subjetivismo-olavo.html
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MASSAS DE MANOBRA, IDIOTAS ÚTEIS E PSICOPATETAS FAZEM O CAOS E A REVOLUÇÃO SEM QUERER, PARA OS PSICOPATAS - O GOLPISMO DE ESQUERDA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/09/massas-de-manobra-idiotas-uteis-e.html
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O PRIMEIRO EXPERIMENTO SOCIALISTA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/10/o-primeiro-experimento-socialista.html
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ESTRATÉGIA CLOWARD-PIVEN - PLANO PARA DERRUBAR UM PAÍS PELA ECONOMIA
https://youtu.be/EmFDcRfTfTU  
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BOLSAS-ESMOLA E ARMADILHAS. OU COMO SE CAPTURAM PORCOS SELVAGENS
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/12/bolsa-esmola-e-armadilhas-ou-como-se.html
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Populismo autoritário: projeto de transformar Brasil em Venezuela segue curso
http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/democracia/populismo-autoritario-projeto-de-transformar-brasil-em-venezuela-segue-curso/
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“BOLSA HOJE, FOME AMANHÔ
http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/vasto-mundo/miguel-otero-dono-do-ultimo-jornal-de-oposicao-da-venezuela-o-brasil-esta-caminhando-rumo-ao-populismo-autoritario-cujos-lideres-querem-perpetuar-se-no-poder 

quarta-feira, 24 de junho de 2015

ESTRATÉGIA CLOWARD-PIVEN para Destruir a Sociedade - Entenda o motivo das bolsas do PT


COMO DESTRUIR A SOCIEDADE DEMOCRÁTICA PELA DEPENDÊNCIA DO ESTADO - ESTRATÉGIA CLOWARD-PIVEN

A COMPETÊNCIA DOS INCOMPETENTES http://www.olavodecarvalho.org/semana/070718dc.html

É ASSIM QUE UM PEQUENO GRUPO DE LÍDERES PSICOPÁTICOS DESTRÓI A ALMA DE UMA NAÇÃO - OLAVO DE CARVALHO, MARIA CORINA MACHADO http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/07/e-assim-que-um-pequeno-grupo-de-lideres.html

A fraude do populismo continental
http://www.olavodecarvalho.org/semana/060731dc.html

ESTRATÉGIA CLOWARD-PIVEN - PLANO PARA DERRUBAR UM PAÍS PELA ECONOMIA
https://youtu.be/EmFDcRfTfTU

BOLSAS-ESMOLA E ARMADILHAS. OU COMO SE CAPTURAM PORCOS SELVAGENS
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/12/bolsa-esmola-e-armadilhas-ou-como-se.html


quinta-feira, 20 de novembro de 2014

POPULISMO É O VELHO TRUQUE DA CENOURA PARA CONDUZIR OS BURROS - BOLSA-FAMÍLIA, PLEBISCITO, CONSTITUINTE, CONTROLE DA MÍDIA E CENSURA DA OPINIÃO - MIGUEL OTERO


 Miguel Otero, dono do último jornal de oposição da Venezuela: “O Brasil está caminhando rumo ao populismo autoritário, cujos líderes querem perpetuar-se no poder”

 Gabriel Osorio/Archivolatino)

“BOLSA HOJE, FOME AMANHÔ
O jornalista venezuelano vê nos planos de controle da imprensa no Brasil o mesmo padrão do chavismo e diz que manter os pobres dependentes é ruinoso, mas essencial ao populismo
Entrevista a Nathalia Watkins publicada em edição impressa de VEJA
O jornal venezuelano El Nacional é o último de alcance literalmente nacional a resistir à repressão do governo de Nicolás Maduro. Sem autorização para comprar bobinas de papel, o jeito foi reduzir o número de páginas e contar com a solidariedade de jornais estrangeiros. A matéria-prima, contudo, acaba no fim do ano e o diário corre o risco de fechar.
Seu proprietário e editor, Miguel Henrique Otero, de 67 anos, resiste bravamente. O estrangulamento imposto pelo chavismo por meio da restrição à compra de papel e de ações judiciais derrubou a tiragem dominical do jornal, fundado pelo avô de Otero em 1943, de 250 000 para 100 000 exemplares. Otero comanda a publicação desde 1988. Se tiver de fechar as portas, será o golpe final na liberdade de expressão no país.
O senhor vê semelhanças entre os caminhos trilhados pelo governo petista no Brasil e pelo chavismo na Venezuela?
Sim. O Brasil está seguindo a tendência de uma parcela da América Latina de caminhar em direção ao populismo autoritário. Esse modelo começa confrontando o setor privado e logo passa a transbordar rumo à liberdade de expressão e aos direitos humanos.
O populismo autoritário também tem como característica a intenção dos seus líderes de perpetuar-se no poder. Para isso, eles modificam as leis, de preferência a Constituição como um todo, para evitar a alternância de poder. Na Venezuela, por exemplo, Chávez acabou com o limite de mandatos para presidente.
Outra forma de conseguir isso é garantir o apoio popular, o que é obtido com políticas que distribuem à população comida e dinheiro. O problema é que essa política não gera riqueza. Com os benefícios, o povo pode até momentaneamente acreditar que sua condição melhorou, mas o fato é que permanecerá pobre, porque não terá boas opções de emprego e a economia ficará estagnada.
Nas estatísticas, eles deixam de ser considerados pobres porque recebem salário ou ajuda financeira adicional, mas a longo prazo a ascensão social é nula. É o que na Venezuela chamamos de “comida hojefome amanhã“. Para esses governantes, manter a população na pobreza é importante porque isso lhes garante a sustentação política de que precisam.
No Brasil, essa lógica ficou muito clara. No Norte, onde estão muitos dos beneficiários do Bolsa Família, o apoio ao governo é forte. No Sul, onde há uma classe média em expansão e a economia é mais produtiva, as pes- soas votaram no candidato da oposição. Fica claro que grande parte da população brasileira está condenada a ser mantida na pobreza, no que poderiam chamar de “bolsa hojefome amanhã“.
Qual é a origem desse modelo populista e autoritário?
Sem dúvida, a inspiração é o ex-presidente venezuelano Hugo Chávez. Mas ele não veio do nada. Chávez é uma criação do Foro de São Paulo (o encontro de partidos e organizações de esquerda da América Latina que surgiu em 1990 de uma conversa entre o ex-presidente Lula e o ditador cubano Fidel Castro). No fundo, é a ideologia castrista de supressão das liberdades individuais não mais pela revolução armada, mas por eleições.
Pode parecer legítimo, mas não é. Quando estão na iminência de perder o pleito, eles trapaceiam, violam os resultados e exigem reformas políticas boas apenas para eles. São persistentes. Na reforma constitucional tentada por Chávez em 2007, o presidente perdeu, mas logo conseguiu o que queria de outra forma (em 2009, Chávez fez aprovar a reeleição indefinida, que havia sido rejeitada antes, em referendo).
O uso da democracia para acabar com a democracia foi a estratégia comum dos populistas na Venezuela, Nicarágua, Equador, Bolívia e Argentina.
Por essa lógica, quais seriam, a seu ver, os próximos passos do populismo no Brasil?
Provavelmente, dentro de quatro anos, o Brasil mudará a Constituição para permitir a reeleição de Dilma Rousseff, que usará a ameaça da volta de Lula para conseguir o que pretende. A perpetuação no poder é parte integrante do modelo populista totalitário, mesmo que isso não possa ser feito descaradamente.
Cristina Kirchner, na Argentina, não teve como disputar uma terceira eleição, mas o poder, que já foi do marido, Néstor, se depender dela, será passado ao filho, Máximo Kirchner. O Brasil, por ser um país continental, talvez pareça mais resistente ao populismo autoritário, mas o que se constata no seu país não é nada animador.
Quais são as características comuns aos governos que, a exemplo da Venezuela, namoram com o modelo do populismo totalitário?
A principal é reprimir a liberdade de expressão. Esses regimes simplesmente não podem sobreviver com imprensa livre. A verdade é tóxica para eles. Na Venezuela, a prioridade do governo de ter a hegemonia na comunicação social foi explicitada no Plano da Pátria, programa de governo de 2012 de Hugo Chávez. O objetivo do governo é ter o controle total da informação. O máximo que esses governos admitem de um órgão de informação é a neutralidade. Fazer críticas ou ter opinião diferente da oficial está fora de cogitação.
O que o senhor entende por “neutro”?
Vou usar um exemplo. Uma rádio no interior do país tinha programas com a participação dos ouvintes, por telefone. O povo ligava e dava livremente a opinião contra ou a favor do governo. Era um costume muito tradicional nessa rádio. Hoje, essa estação eliminou todos os programas de opinião. Não há mais a participação dos ouvintes. Só toca música. Foi neutralizada.
A censura foi sempre assim com Chávez ou foi recrudescendo aos poucos?
Eles são persistentes, podem até recuar quando sentem que estão mais fracos, mas a marcha rumo à supressão da liberdade de expressão continua sempre.
Na Venezuela, o processo começou há quinze anos. Em 2004, veio a Lei de Responsabilidade de Rádio e TV, conhecida como Lei Resorte, que permitiu a Chávez fechar estações de rádio e televisão que não obedeciam à linha oficial. Aos poucos, o espectro de rádio e televisão foi quase todo ocupado com programas de Chávez em cadeia nacional, pregações intermináveis, em que ele se dedicava a ameaçar, insultar adversários e inculcar sua visão de mundo nos ouvintes e telespectadores.
A fase seguinte foi aparelhar os tribunais de modo a facilitar o silenciamento das vozes críticas, pois isso implica criar e aplicar leis de censura que violam a Constituição. No Equador e na Bolívia, o processo segue o mesmo padrão da Venezuela.
No Brasil, para violar o preceito constitucional da liberdade de expressão, também foi preciso que um ministro do Tribunal Eleitoral impedisse um veículo de comunicação de fazer publicidade da edição e ainda o obrigasse a publicar um direito de resposta no seu site.
O El Nacional já passou por semelhante violência?
Cada vez que revelamos corrupção ou algum desastre administrativo, a tática é tentar nos desqualificar. O governo nem se preocupa mais em nos desmentir ou negar a acusação.
Vocês sofrem muitas ameaças de processo?
Sim, e nunca sabemos se as ameaças serão cumpridas ou não. De qualquer forma, é algo que visa a assustar os jornalistas e produzir uma autocensura inconsciente. Eles nos acusam de terrorismo e de sermos inimigos do povo. Esse modo de agir foi implantado aqui pelos cubanos. Eles doutrinaram o governo daqui a considerar qualquer revelação de fatos que desmintam as versões oficiais como sendo fruto da agressão imperialista e como tendo o objetivo de destruir o país.
Pelo que o senhor conhece da realidade brasileira, vamos pelo mesmo caminho?
No Brasil, o aparelhamento das instituições, embora evidente, ainda não é total como na Venezuela. Aqui, todos os burocratas com algum poder são obrigatoriamente membros do partido do governo. Ninguém esconde isso. Tudo é feito de forma descarada. Os membros do Supremo Tribunal de Justiça foram escolhidos por Hugo Chávez e, depois, por Nicolás Maduro, e obedecem cegamente aos desígnios do governo.
Além dos meios institucionais, como as leis e os tribunais, como se dá o controle da imprensa na Venezuela?
O ataque direto a jornalistas tem aumentado. Somente neste ano foram registradas 160 agressões. Muitos preferiram deixar o país. Entre os que ficaram, a autocensura virou regra. Ninguém se atreve a dizer nada, porque o governo pode cair em cima a qualquer hora. A opção que resta é silenciar-se.
Outra ferramenta usada é a compra de meios de comunicação privados com dinheiro público. Ocorreu isso com Últimas Notícias, uma cadeia de rádio, jornal e internet muito grande, e com o jornal El Universal. Isso muitas vezes é feito sem que a identidade dos novos donos seja divulgada. Mas todos sabem que o dinheiro é do governo.
Finalmente, há o estrangulamento pela falta de papel de imprensa. Em primeiro lugar, o governo não autoriza a venda de dólares para que possamos importar papel e imprimir as páginas. Há um ano e meio temos usado o que tínhamos no nosso estoque. Cortamos suplementos. Hoje, saímos com dezesseis páginas. Há um ano, eram 48. O jornal nunca foi tão pequeno. Depois, passamos a contar com a solidariedade de jornais da América Latina que nos emprestam bobinas.
Não há saídas legais para escapar dessas barreiras?
Como o câmbio é controlado, as empresas precisam solicitar a compra de dólares ao governo para importar matéria-prima. Se eles não dão os dólares, não se pode importar nada. Durante muitos anos essa permissão para comprar moeda estrangeira funcionou. Fazíamos a solicitação ao governo, que nos autorizava os dólares, e nós importávamos o papel-jornal.
Há dezoito meses, eles pararam de atender às nossas solicitações e começamos a protestar publicamente. Disseram que o país havia entrado em crise e que o papel não era tão prioritário na lista de importações. Depois, foi inventada uma importadora de papel, que nada mais é do que uma gráfica que imprime dois jornais do governo. Eles têm montanhas de bobinas, compram de fora tudo o que têm vontade, e as utilizam para imprimir seus jornais chapa-branca e para fornecer a veículos alinhados ao governo.
Maduro ganhou as últimas eleições com uma diferença de apenas 1,5 ponto porcentual. Essa vitória por raspão fez com que ele se tornasse ainda mais controlador da imprensa?
Claro que sim. Chávez era carismático e podia justificar suas atitudes com explicações variadas, que funcionavam. Maduro não tem a mesma força para responsabilizar os outros pelos seus erros. Os venezuelanos não acreditam nele, nem nos seus argumentos. Nem seus partidários gostam dele.
Assim como em todos os regimes autoritários, Maduro precisa de uma imprensa complacente. Ele sabe que, ao contrário de Chávez, não conseguirá se esquivar das denúncias e das críticas. Sem imprensa livre, o regime se torna opaco, com maior capacidade de enganar os cidadãos permanentemente. Uma das consequências mais deletérias é que a corrupção e a impunidade se tornam espantosas. Sem imprensa livre, o governo pode desrespeitar os direitos humanos mais elementares sem que isso traga qualquer dano a sua imagem.
O governo de Caracas é abusivo?
Pergunte ao oposicionista Leopoldo López. Ele foi preso sem provas, acusado de fomentar um incêndio em San Cristóbal. As testemunhas foram unânimes em afirmar perante o juiz que López não tinha nada a ver com o incêndio. A outra acusação a López foi ainda mais absurda e kafkiana. O governo recorreu a um especialista em semiótica, membro do partido chavista, que “provou” que Leopoldo López incitou a violência e o terror, mesmo não tendo recorrido a nenhuma expressão violenta. O advogado de defesa quis levar seu próprio especialista em semiótica com uma análise favorável a López. O juiz não permitiu.
Se o Brasil continuar no mesmo rumo, logo coisas semelhantes poderão acontecer por aí.


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BOLSAS-ESMOLA E ARMADILHAS. OU COMO SE CAPTURAM PORCOS SELVAGENS



A fraude do populismo continental
http://www.olavodecarvalho.org/semana/060731dc.html


Em uma entrevista para o jornal francês, Le Monde, Lula repetiu as mesmas palavras de Marco Aurélio Garcia , dizendo que "a democracia é só uma farsa para tomar o poder".
http://www.averdadesufocada.com/index.php/vale-a-pena-ler-de-novo-especial-86/2206-1108-quem--marco-aurlio-Garcia

 O REINO DO SUBJETIVISMO - OLAVO DE CARVALHO - RELAÇÕES DE PODER PREDOMINAM SOBRE A RELAÇÃO COM A REALIDADE  http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/10/comunismo-o-reino-do-subjetivismo-olavo.html
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MASSAS DE MANOBRA, IDIOTAS ÚTEIS E PSICOPATETAS FAZEM O CAOS E A REVOLUÇÃO SEM QUERER, PARA OS PSICOPATAS - O GOLPISMO DE ESQUERDA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/09/massas-de-manobra-idiotas-uteis-e.html
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O PRIMEIRO EXPERIMENTO SOCIALISTA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/10/o-primeiro-experimento-socialista.html
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ESTRATÉGIA CLOWARD-PIVEN - PLANO PARA DERRUBAR UM PAÍS PELA ECONOMIA
https://youtu.be/EmFDcRfTfTU  
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BOLSAS-ESMOLA E ARMADILHAS. OU COMO SE CAPTURAM PORCOS SELVAGENS
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/12/bolsa-esmola-e-armadilhas-ou-como-se.html

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Populismo autoritário: projeto de transformar Brasil em Venezuela segue curso
http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/democracia/populismo-autoritario-projeto-de-transformar-brasil-em-venezuela-segue-curso/
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“BOLSA HOJE, FOME AMANHÔ
http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/vasto-mundo/miguel-otero-dono-do-ultimo-jornal-de-oposicao-da-venezuela-o-brasil-esta-caminhando-rumo-ao-populismo-autoritario-cujos-lideres-querem-perpetuar-se-no-poder