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domingo, 11 de setembro de 2016

PT QUER CAOS E GUERRA CIVIL?

OLAVO DE CARVALHO - "Quando me perguntam se existe a possibilidade de uma guerra civil no Brasil, tenho respondido invariavelmente a mesma coisa: o que é mais possível é uma agressão externa camuflada sob uma tênue aparência de guerra civil."



Eles estão armando um golpe com caos, guerra civil e ajuda estrangeira. Vão contar aquela estória, que estão montando há tempos, que sofreram um golpe parlamentar de senadores e deputados corruptos, denunciados na Lava-Jato, que Dilma (a corruptora) é inocenta, e o povo nas ruas está clamando por sua volta! Vão incitar desordem apelando para grupos rabo-presos com o PT (CUT, MST, UNE) que "protestarão" contra o tal golpe do Temer e parlamentares, e, se o teatro for convincente, conclamarão ajuda do Foro de SP, que, por sua vez, tem o apoio russo-chinês.  É por isso que insisto em pedir para traduzirem e divulgarem ao máximo, vídeos e textos sobre nossa situação REAL para o inglês e outras línguas, sobretudo de Olavo de Carvalho. AQUI TEM UM POUCO e se puderem, copiem e publiquem em seus canais, blogs e páginas.

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vídeos originais:
Greve dos Bancários é manobra da CUT diz Marco Antonio Villa
https://youtu.be/i8JoQlzrOLc
Dilma Rousseff CONVOCA uma GUERRA CIVIL!
https://youtu.be/IDBn_fTmKMI
CANAL ALEXANDRE SELTZ
https://www.youtube.com/channel/UCMlKNwHvrBYeTVgTcnNZVzg/vídeos

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GUERRA no Paraguai!
https://youtu.be/PFlF1zYa__I

CARTA DOS BRASILEIROS PARA A ONU http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/08/carta-dos-brasileiros-onu-assinada-por.html

BRAZIL - COMMUNIST COUPhttps://www.youtube.com/playlist?list=PLGROH9klOLuVhmCrkzBOxI4LT0sfyk8Q9

CAOS É BOM PARA REVOLUÇÃO E GOLPE - UMA MINORIA ORGANIZADA VENCE A MAIORIA DESORGANIZADA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/11/caos-e-bom-para-revolucao-e-golpe-uma.html

"UMA MINORIA ORGANIZADA VENCE UMA MAIORIA DESORGANIZADA." (LENIN)
O fascismo vermelho está nas ruas
http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/16702-2016-09-06-00-34-32.html

REVOLUÇÃO E TRAIÇÃO - Não se esqueçam: em TODOS os países onde o comunismo foi implantado, o povo estava maciçamente contra, e nada pôde fazer. A violência, o cinismo e a determinação da elite revolucionária não têm limites. Combatê-las com meias-medidas é fortalicê-las. OLAVO DE CARVALHO http://conspiratio3.blogspot.com.br/search/label/REVOLU%C3%87%C3%83O%20E%20TRAI%C3%87%C3%83O

ISCAS DA ESQUERDA PARA A ARMADILHA DA REVOLUÇÃO https://youtu.be/HIGAjf_Lq9o
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/07/iscas-da-esquerda-para-armadilha-da.html

PRA QUE SERVE CHAMAR DE GOLPE O IMPEACHMENT E A ATUAÇÃO DE SÉRGIO MORO? SERVE PARA DAR O GOLPE
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/03/pra-que-serve-chamar-de-golpe-o.html

PETISTA CONFESSANDO
https://ataqueaberto.blogspot.com.br/2016/09/finalmente-uma-petista-dizendo-verdade.html

PARAMORALISMO E OUTRAS MANIPULAÇÕES USADAS PELOS POLITICAMENTE CORRETOS
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/07/paramoralismo.html

MASSAS DE MANOBRA, IDIOTAS ÚTEIS E PSICOPATETAS FAZEM O CAOS E A REVOLUÇÃO SEM QUERER, PARA OS PSICOPATAS
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/09/massas-de-manobra-idiotas-uteis-e.html

ALEXANDRE SELTZ - "10 medidas contra a corrupção” vão aumentar a corrupção?
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/09/alexandre-seltz-10-medidas-contra.html

POR QUE DESTRUIR O BRASIL? - OLAVO DE CARVALHO NO FAROL DA DEMOCRACIA
https://youtu.be/oZmA7sAFTQE

A SUBVERSÃO
https://www.facebook.com/vitor.a.costa.54/posts/1111771828881607
https://www.facebook.com/vitor.a.costa.54/photos_all

O Exército divulgou em nota que não aceitará o caos,e afirma que o Impeachment foi dentro da lei,e que todos podem protestar pacificamente e ainda diz que tolerância será zero.
http://www.folhadapolitica.com/2016/08/exercito-manda-recado-dilma-se-os.html

Pois é, eu ouvi uma palestra do Dr Ben Carson, que deixou claro para mim o quanto é importante para a esquerda jogar para os outros a responsabilididade de cada um, culpar os outros, pois assim as pessoas PERDEM SUA CAPACIDADE de fazer o próprio destino, de lidar com a própria vida, de exercer sua criatividade e iniciativa. E ainda por cima, seu ressentimento vai ser usado como combustível para atacar os bem-sucedidos e dar lugar aos parasitas psicopatas. Ditadura de um lado, e de outro, dependência e submissão são o resultado premeditado desse processo.  O vídeo é: A DITADURA DO POLITICAMENTE CORRETO - O maravilhoso discurso do Doutor Benjamin Carson https://youtu.be/ffz13o-P3nU

SOCIALISMO É A PROMESSA DE OBTER UM RESULTADO POR MEIOS QUE PRODUZEM O RESULTADO INVERSO - "Revolucionários são doentes mentais. Os exemplos de sua incapacidade para lidar com a realidade como pessoas maduras e normais são tantos e tão gigantescos que seu mostruário não tem mais fim. Cito um dentre milhares. O sentimento de estar constantemente exposto à violência e à perseguição por parte da "direita" é um dos elementos mais fortes que compõem a auto-imagem e o senso de unidade da militância esquerdista. No entanto, se somarmos todos os ataques sofridos pelos esquerdistas desde a "direita", eles são em número irrisório comparados aos que os esquerdistas sofreram dos regimes e governos que eles próprios criaram. Ninguém no mundo perseguiu, prendeu, torturou e matou tantos comunistas quanto Lenin, Stálin, Mao Tsé Tung, Pol Pot e Fidel Castro. A militância esquerdista sente-se permanentemente cercada de perigos, e nunca, nunca percebe que eles vêm dela própria e não de seus supostos "inimigos de classe". Olavo de Carvalho
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/08/socialismo-e-promessa-de-obter-um.html

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

CAOS É BOM PARA REVOLUÇÃO E GOLPE - UMA MINORIA ORGANIZADA VENCE A MAIORIA DESORGANIZADA

CAOS - A MINORIA ORGANIZADA VENCE A MAIORIA DESORGANIZADA
 O PT quer o Caos. O caos é bom para revolução e golpe: a própria massa derruba a ordem e o estado de direito que a defende dos golpistas infiltrados. Desorientada e desesperada aceita a liderança do mal disfarçado de salvador. O PT sempre se preparou para isso.

  Dárcio Bracarense
10 hSó pela depredação da Petrobras, na cadeia de devastação petista, foram mais de UM MILHÃO de desempregados. Todos os setores foram afetados pela gestão irresponsável de Lula e Dilma, não há um centro comercial que não registre o crescimento de "portas fechadas".
A greve dos caminhoneiros, os protestos isolados, a presença de acampados em frente ao Congresso, entre outras manifestações contra o governo, não SÃO NADA perto da ebulição social que esse país pode atravessar se esse governo continuar. Yuri Bezmenov, em 1983, traçou de forma didática todo o processo. O russo disse que primeiro viria a desmoralização, depois a desestabilização e por fim uma crise.
Já estamos na crise (acho que perceberam), e o meu maior medo é que nós, que protestamos contra o governo, sirvamos de combustível para a implementação do processo que, segundo BEZMENOV, tem o nome de "normalização".

Não sou adepto do determinismo histórico, mas é nítido o trabalho de engenharia social. Tenho certeza que os desdobramentos não serão exatamente os mesmos de outras experiências, e isso, ao mesmo tempo que me traz esperanças, também me deixa apreensivo.
Que Deus nos ajude
https://www.facebook.com/poucasombra111/posts/930074830412591


9 hUm simples anúncio de que haveria bloqueio do bolsa família fez com que uma multidão invadisse os bancos, de uma região pacata do país, numa avalanche humana sem controle. Quem lembra?
O "teste" já foi feito. Além do lumpemproletariado, que ninguém controla, eles já tem a ferramenta governamental que permite causar o dano necessário para justificar a tal "normalização".
Não sei mais o que fazer para despertar o senso de urgência nas pessoas

***

"UMA MINORIA ORGANIZADA VENCE UMA MAIORIA DESORGANIZADA." (Lenin)
"A guerra, ou mais exatamente o colapso nacional da organização estatal, era desnecessária às revoluções do passado, pelo menos para as maiores. Agora, porém, essa tem sido uma condição básica da vitória das revoluções comunistas, até mesmo na China, onde ela surgiu antes da invasão japonesa, desenvolveu-se durante toda uma década e finalmente saiu vitoriosa com o término da guerra. (...) Quando ocorre o colapso sério de um sistema, particularmente numa guerra desastrosa para os círculos dominante se o sistema estatal, um grupo pequeno, mas bem organizado, pode facilmente, tomar o poder. Na revolução russa, o Partido Comunista tinha cerca de 80 mil membros. O PC da Iugoslávia começou a revolução de 1941 com cerca de 10 mil. Para tomar o poder, o apoio e a participação ativa de pelo menos uma parte da população são necessários, mas o partido que lidera a revolução e assume o poder é uma minoria que se vale das condições favoráveis."
(extraído do livro de Milovan Djilas. A NOVA CLASSE)




POR TRÁS DA MÁSCARA", de Flávio Morgenstern
Espalhar o caos, sobretudo este caos organizado, tão bem estudado por agitadores "profissionais" dos moldes de Trotsky e Saul Alinsky, justificando medidas de força a serem tomadas pelo atual governo, para favorecer sua concentração de poder (o mesmo que já ocorreu na Venezuela, na Bolívia, no Equador, na Argentina e com outros dirigentes ligados ao Foro de São Paulo).

Incitar forças públicas antagônicas com o fito de mapeá-las e, com isso, rapidamente dominá-las (a hipótese menos provável, visto que nossa oposição é tão perigosa quanto uma formiga é para um elefante, embora sempre possa ser um objetivo conjunto).
Num movimento dialético mais complicado, o movimento pode ser incitado (ou pelo menos tomado, como se tentou com a Onda Vermelha) até pelo próprio governo, visando a fomentar uma crise para se permitir garantir poderes para uma nova estrutura de poder. Não precisa ser uma ruptura tão grandiosa, mas gradual. O movimento Occupy Wall Street, em um país bipartidário, favoreceu enormemente Barack Obama, que era o próprio presidente em exercício no momento. Caso essa estratégia logre êxito (esta é a possibilidade mais difícil), tem lugar então o maior extremismo: o próprio movimento se transforma na estrutura de poder do Estado. É o que Hugo Chávez fez muito bem, mais de uma vez, diante de seus opositores para recrudescer seu poder, ou o que faz a maior parte dos peronistas da Argentina. É típico de tiranos que se elegem e, só depois de ganharem "honestamente", partem para o golpe. É o incêndio no Reichstag que põe os nazistas no poder. Poder total.
Estas possibilidades podem atuar ainda em momentos distintos: fomenta-se o caos (ou se é pego de surpresa por um inimigo a fomentá-lo), aumenta-se o poder existente e aí se opera a ruptura (palavra muito utilizada nos livros e artigos dos organizadores do movimento, por sinal). Este tipo de poder alcançado pode ser longevo, superando todas as crises que gere. A União Soviética só caiu por concorrência externa, mesmo depois de matar milhões de fome e reprimir a população das maneiras mais bizarras do mundo.
É o que dizem os próprios organizadores de tais protestos. Lemos em Dupuis-Déri, estudioso dos black blocs: "Claro, implícita até mesmo em manifestações pacíficas está a ideia de que é possível uma guerra civil ou uma revolução. O filósofo francês Yves comenta: 'Em países democráticos, a manifestação em massa é uma forma ritualística de confronto. Os adversários mostram seus números sem a intenção de usar a força, mas deixando inferir que poderiam usar.
Essa ruptura precisa de muita gente e de símbolos adequados — o que faltou ao Brasil, e será trabalhado e disputado por líderes comunitários de esquerda nos próximos anos. Foi o que notou Çhris Samuel sobre a atuação black bloc no G20 em Toronto: "os esforços dos ativistas para impor uma nova definição de violência ou mesmo abrir a questão da violência para o público espectador" estavam condenados ao fracasso porque o black bloc não teve poder "simbólico suficiente" "para impor uma nova definição" de violência a um "público neoliberal"." No Brasil, estes novos passos de planejamento para a tomada de poder total já estão sendo discutidos. Em setembro de 2014, em um artigo confessadamente intitulado "O silêncio deliberado da mídia e os próximos passos", o Brasil 247, site de extrema esquerda fundado por Daniel Dantas, o banqueiro que tanto enriqueceu a partir de contato com os burocratas do Estado, tratava dos próximos passos que os "militantes" deveriam dar para construir novos movimentos de massa, já rodeando o projeto de repartição do poder com os "movimentos sociais", que é a menina dos olhos do PT — com o apoio também de partidos de esquerda e centro, como aqueles pelos quais transita Marina Silva, além de sumidades do pensamento filosófico mundial, como Daniela Mercury. Chamado eufemisticamente de "Plebiscito Popular", esse projeto de ruptura será a provável tônica dos próximos protestos, como tema nova PEC 37 que seus advogados pouco saberão explicar nas ruas. jà prometendo desabridamente o fim da liberdade de imprensa ("Se conseguirmos abrir um debate na sociedade sobre 'sistema político' Inevitavelmente o monopólio da mídia será tocado"), declaram, sem conseguirem ser "traduzidos" por olhos não treinados: "As lutas sociais retomaram o imaginário popular. Talvez esta seja a mais importante das consequências de junho de 2013. Abriram a possibilidade de uma campanha de massas ganhar as ruas. Construir uma bandeira política que rompa a impossibilidade de transformações estruturais em nossa sociedade não é mais uma opção. Sem avançarmos, toda a frustração gerada nos últimos anos será capitalizada pelo, inimigo. Não estamos diante de uma campanha a mais. Manter o atual sistema político implica em (sic) retroceder, quando mais precisamos avançar. Ou seja: é preciso haver nova mobilização de massa para conseguir a ruptura com o sistema atual e avançar na hegemonia em busca da ditadura do proletariado e suas versões modernosas. Não se sabe ainda o motivo que será inventado: o trabalho deles agora é justamente "construir unia bandeira política que rompa a impossibilidade de transformações estruturais",  isto é, inventar um motivo. E, dessa vez, que funcione além do mero agito de duas semanas.
A esquerda precisa da ruptura para ter o poder total de "reconstrução" da sociedade concentrado em suas mãos. Geralmente agem alertando para um problema atual e real, seja o preço da tarifa de ônibus ou os gastos com a Copa, ou abstrações como "desigualdade", e, supostamente para corrigir tais problemas com a ordem de poder atual, precisam de muito mais poder para enfrentar e controlar os atuais poderosos. O resultado é sempre o desastre total. E totalitário.
Todo movimento revolucionário tem duas fases. Na primeira, buscam-se modificações dentro da lei — ou "criação de novos direitos", sempre específicos para certos grupos.* A segunda fase é a ruptura com a ordem estabelecida — o terror.** É a fase do terror nas ruas. É a fase black bloc. Aconteceu na Revolução Francesa, na Revolução Russa, na Alemanha nazista, nos expurgos de Mao Tsé-Tung, nas fatwas da Revolução Iraniana. É a Venezuela com as Brigadas de Nicolás Madure, são os fuzilamentos no paredón de Fidel Castro. Não à toa, a palavra "ruptura" é uma das campeãs de repetição em toda análise esquerdista sobre os protestos e nas conclamações do MPL, do Fora do Eixo, de todos os organizadores das manifestações. Caso tivessem conseguido uma ruptura enquanto o país estava em polvorosa, apenas em uma realidade alternativa ainda teríamos o mesmo país ou este livro poderia ver a luz do dia.
Urge notar que qualquer lei de recrudescimento mira apenas no inimigo, e não nos próprios aliados políticos. Às vezes, a diferença da "democracia" para a ditadura é apenas uma lei de segurança nacional. Todavia, depois da Revolução vem o recrudescimento. Eric Hoffer escrevia em 1950:  "Quando, como nos últimos anos na Rússia, vemos o movimento bolchevique reforçar a solidariedade familiar e promover a coesão nacional, racial e religiosa, é um sinal de que o movimento passou a sua fase dinâmica, que já estabeleceu o seu novo padrão de vida e que sua principal preocupação é manter e preservar o que ele alcançou. No resto do mundo, onde o comunismo ainda é um movimento de luta, ele faz tudo o que pode para destruir a família e desacreditar os laços nacionais, raciais e religiosos."


ISCAS DA ESQUERDA PARA A ARMADILHA DA REVOLUÇÃO
"Todos os movimentos de massa na história do mundo geraram totalitarismo. O grande risco de uma manifestação como essa é derrubar a ordem vigente. Os livros de esquerda que eu estava estudando antes de 2013 usam a palavra ruptura o tempo todo."  Flavio Morgenstern

"Gramsci em sua obra reconheceu que a revolução cultural, em seu estágio avançado, poderia gerar imensa onda de violência devido ao ruir da estrutura formal de poder e à desconstituição do senso comum. O que são os brasileiros hoje, senão ratos de laboratório nessa experiência trágica? Já provamos que a tomada de poder deve ocorrer a partir da sociedade civil e não da estrutura do estado, como dizia Gramsci; já provamos que a queda da ordem social vigente gera violência e opressão, como dizia Gramsci; e, por fim, iremos provar que essa revolução socialista não é em nada melhor do que as outras, que a pobreza não será combatida, as desigualdades serão apenas exacerbadas, e a esperança enterrada num mar de medo, como Gramsci jamais conseguiu enxergar, agrilhoado à idéia do Estado-partido no papel do príncipe moderno." João Costa
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/07/iscas-da-esquerda-para-armadilha-da.html

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SEM MENTIRA, NÃO EXISTE COMUNISMO. Eles fazem uma revolução "democrática" e aproveitam o caos para dar o golpe totalitário. A revolução é sempre assim, é um conto do vigário, uma armadilha, eles se fingem de democratas e tomam o poder. Destituem um ditador, como no caso de Cuba, para pôr um tirano muito pior no lugar, usando o descontentamento do povo como combustível da luta. É preciso muito cuidado com esses impostores. 
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Não se esqueçam: em TODOS os países onde o comunismo foi implantado, o povo estava maciçamente contra, e nada pôde fazer. A violência, o cinismo e a determinação da elite revolucionária não têm limites. Combatê-las com meias-medidas é fortalicê-las. OLAVO DE CARVALHO
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COMUNISMO DOMINOU CUBA COM MENTIRA, APARELHAMENTO, DISCURSO DE ÓDIO, TERROR E POBREZA
https://youtu.be/QNGbeBv4uFc
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QUEM É MARCO AURÉLIO GARCIA
"Temos que dar a impressão de que somos democratas. Inicialmente temos que aceitar certas coisas, porém isso não durará muito", declarou Marco Aurélio Garcia , o marxista com influência por trás do presidente Luis Inácio Lula da Silva, recordando que Fidel Castro teve que fazer o mesmo. Ou seja, dizer que era democrata e que não era comunista, para poder consolidar-se no poder até agora, 50 anos depois do golpe em Cuba!
http://www.averdadesufocada.com/index.php/vale-a-pena-ler-de-novo-especial-86/2206-1108-quem--marco-aurlio-Garcia


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CAOS E ESTRATÉGIA - OLAVO DE CARVALHO
Essas possibilidades são exploradas simultaneamente e, conforme uma ou outra se revele mais viável ou mais problemática, será intensificada ou refreada pelo comando do processo. As mais importantes, a meu ver, são as seguintes:
(a) Trocar a própria liderança visível da esquerda, substituindo os agentes da “transição” pelos agentes da “ruptura”, decididos a ações mais drásticas.
 (b) Espalhar o caos para justificar medidas de força, aproveitando para, no mesmo ato, testar os “agentes de transição”: se conseguirem controlar repressivamente a situação e aumentar o poder do grupo dominante, sobreviverão; caso contrário, serão trocados.
 (c) Incitar à ação pública as forças antagônicas (cristãos, patriotas, conservadores etc.), para mapeá-las e averiguar as possibilidades de controlá-las ou extingui-las.
(d) Caso a evolução do movimento se mostre majoritariamente favorável aos objetivos dos planejadores, fomentá-lo ainda mais para que a própria ação da militância enragée adquira autonomia e conquiste autoridade por si própria, transmutando-se em nova estrutura de governo.
http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/14255-caos-e-estrategia-i.html

MASSAS DE MANOBRA, IDIOTAS ÚTEIS E PSICOPATETAS FAZEM O CAOS E A REVOLUÇÃO SEM QUERER, PARA OS PSICOPATAS - GOLPISMO DE ESQUERDA
Só em 1960 houve uma declaração oficial do governo cubano sobre sua natureza marxista-leninista, fato este celebrado com uma saraivada de mísseis soviéticos e estandartes de Lênin. http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/09/massas-de-manobra-idiotas-uteis-e.html

Agora que o governo adotou medidas autoritárias contra os caminhoneiros, é nossa obrigação nos juntar ao protesto e PARAR DE VEZ ESTE PAÍS até que os parasitas do PT sejam extirpados da vida pública. Se são autoritários com trabalhadores pacíficos, não imagino o que fariam contra um grupo de protesto que tivesse um tom mais elevado. Se duvidavam que "isso aqui" viraria uma Venezuela, ou, se acreditavam que Lula ou Dilma não seriam como Fidel ou Maduro, se enganaram feio. É nosso povo que não vinha exigindo medidas autoritárias. Agora, que a vida fica praticamente impossível, vocês vão ver quem são verdadeiramente os políticos esquerdistas. Dona Jandira já saiu da toca! O Dragão do Congresso, que sempre acusou a truculência policial, agora implora para que tais policiais usem da força contra os trabalhadores que não querem pagar o alto custo da corrupção esquerdista. As máscaras estão caindo." https://www.facebook.com/poucasombra111/posts/930204533732954?fref=nf&pnref=story

ISCAS DA ESQUERDA PARA A ARMADILHA DA REVOLUÇÃO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/07/iscas-da-esquerda-para-armadilha-da.html

PROTESTOS INDUZIDOS PELA ESQUERDA EM 2013 - FLÁVIO MORGENSTERN
https://youtu.be/L5yoRO0jprY

COMO PROTESTOS PACÍFICOS SE TORNAM VIOLENTOS - TRATAMENTO DE CHOQUE  
https://youtu.be/FKisvSe0f6E
Das manifestações violentamente pacíficas
Silvio Grimaldi de Camargo
http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/14890-das-manifestacoes-violentamente-pacificas.html

 * GOVERNO VAI PERSEGUIR E PUNIR QUEM TRANSGREDIR AS ARBITRARIEDADES POLITICAMENTE CORRETAS CRIADAS PARA ESTA FINALIDADE - O governo criará o "Monitor dos Direitos Humanos". Qual será a vantagem da nova internet "humanizada"?
http://sensoincomum.org/2015/11/09/o-ministerio-da-felicidade-virtual/
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COMUNISMO DOMINOU CUBA COM MENTIRA, APARELHAMENTO, DISCURSO DE ÓDIO, TERROR E POBREZA 
 https://youtu.be/QNGbeBv4uFc
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SOCIALISMO É A PROMESSA DE OBTER UM RESULTADO POR MEIOS QUE PRODUZEM O RESULTADO INVERSO - "Revolucionários são doentes mentais. Os exemplos de sua incapacidade para lidar com a realidade como pessoas maduras e normais são tantos e tão gigantescos que seu mostruário não tem mais fim. Cito um dentre milhares. O sentimento de estar constantemente exposto à violência e à perseguição por parte da "direita" é um dos elementos mais fortes que compõem a auto-imagem e o senso de unidade da militância esquerdista. No entanto, se somarmos todos os ataques sofridos pelos esquerdistas desde a "direita", eles são em número irrisório comparados aos que os esquerdistas sofreram dos regimes e governos que eles próprios criaram. Ninguém no mundo perseguiu, prendeu, torturou e matou tantos comunistas quanto Lenin, Stálin, Mao Tsé Tung, Pol Pot e Fidel Castro. A militância esquerdista sente-se permanentemente cercada de perigos, e nunca, nunca percebe que eles vêm dela própria e não de seus supostos "inimigos de classe". Olavo de Carvalho
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/08/socialismo-e-promessa-de-obter-um.html  



quarta-feira, 8 de abril de 2015

CAOS E ESTRATÉGIA - OLAVO DE CARVALHO - PROTESTOS DE 2013 E O GOLPE DA REFORMA POLÍTICA


https://youtu.be/icDLFUkSrZE

Caos e estratégia (I)

Escrito por Olavo de Carvalho | 24 Junho 2013
Artigos - Movimento Revolucionário


Tomando como ponto de partida o fato de que “o movimento” teve como seus criadores e mentores o Foro de São Paulo e a elite globalista condensada simbolicamente na pessoa do sr. George Soros, o seu objetivo geral já foi declarado muito antes de que o movimento eclodisse.

Nossos liberais e conservadores lêem Ludwig von Mises e Friedrich von Hayek e, vendo que eles tratam o marxismo como uma pseudo-ciência econômica, concluem alegremente que ele não vale nada, não merece maior atenção. Acontece que o marxismo enquanto ciência e técnica da ação revolucionária não depende em nada da “base econômica” que nominalmente o sustenta. Essa ciência e essa técnica são de uma exatidão assustadora e não podem ser compreendidas só com a leitura dos “pais fundadores” do movimento ou com a da sua crítica liberal: requer o acompanhamento de toda uma evolução do pensamento estratégico marxista, que começa com Marx e se prolonga até Saul Alinsky e Ernesto Laclau. Este último, invertendo a fórmula clássica das relações entre “infra-estrutura” e “super-estrutura”, propõe abertamente a tese de que a propaganda revolucionária cria livremente a classe da qual em seguida se denominará representante. Maior independência de toda “base econômica” não se poderia conceber. Aqueles que imaginam ter dado cabo do marxismo tão logo refutaram seus princípios econômicos se acreditam muito realistas, porque eles próprios são crentes devotos da “base econômica” do acontecer político, a qual os próprios marxistas já superaram há muito tempo. O marxismo deve ser estudado, em primeiro lugar, como uma “cultura”, no sentido antropológico do termo. Remeto os interessados a três artigos em que resumo o que penso a respeito (v. http://www.olavodecarvalho.org/semana/031218jt.htm, http://www.olavodecarvalho.org/semana/040101jt.htm e http://www.olavodecarvalho.org/semana/040108jt.htm). Em segundo lugar, deve ser estudado como ciência e técnica da ação revolucionária, da intervenção ativa da elite revolucionária na sociedade e na história. Essa ciência é tão veraz, e a técnica que nela se arraiga é tão eficiente, que delas resulta este fato, tão fundamental entre todos e tão solenemente ignorado pelos críticos do marxismo: há pelo menos um século e meio o comunismo é o único – repito: o único – movimento político organizado unitariamente em escala mundial e dotado de uma consciência clara da sua continuidade, bem como das suas metamorfoses estratégicas. Todos os seus pretensos adversários e concorrentes são fenômenos locais, inconexos e passageiros, espalhados no tempo e no espaço como grãos de poeira soltos no vento, incapazes não só de fazer face ao rolo compressor do movimento comunista, mas até de enxergá-lo como um todo.
Sem nenhuma presunção de expor aqui o fenômeno no seu conjunto, mas raciocinando antes em função exclusiva dos últimos acontecimentos no Brasil, destaco adiante alguns pontos que, se não forem levados em conta, tornarão inviável qualquer tentativa de compreender os lances mais recentes da história continental e nacional.

O primeiro desses pontos é o seguinte: nenhuma ação comunista tem jamais – repito: jamais – um objetivo único e linear. Todas as decisões do comando estratégico comunista são sempre de natureza dialética e experimental. De um lado, jogam sempre com uma multiplicidade de forças em conflito, não interferindo jamais no quadro antes de ter uma visão bem clara das contradições em jogo e dos múltiplos sentidos em que elas podem ser trabalhadas. Sob esse aspecto, o pensamento marxista não mudou muito desde o começo. Apenas aprimorou formidavelmente a sua visão das contradições, integrando no seu retrato mental da sociedade inúmeros tipos de conflitos novos que ou não existiam no tempo de Marx ou ele não julgou relevantes; por exemplo, o conflito entre os impulsos sexuais e a ordem social, ou entre pais e filhos. De outro lado, a essa visão dialética cada vez mais sutil e aprimorada o marxismo acrescenta o caráter experimental e não dogmático de todas as suas decisões e ações estratégicas. A articulação de dialética e experimentalismo permite que as ações do movimento comunista se beneficiem, por um lado, de uma multiplicidade de direções simultâneas que desnorteiam o adversário, e, por outro, de uma capacidade de agir por avanços e recuos mediante contínuas e não raro velocíssimas mudanças de rumo.
Quem quer que, ao analisar a recente explosão de protestos, concentre sua atenção nas reivindicações nominais – redução das tarifas de transporte público, “mais educação”, “mais saúde” etc. – para discutir sua justiça e viabilidade já prova, só nisso, sua total incompetência para lidar com o assunto. Mas quem quer que, furando essa primeira barreira de aparências, procure encontrar por trás delas um objetivo determinado e único que explique o conjunto, se engana talvez ainda mais desastrosamente.
Se os protestos têm um objetivo político determinado, este só é definido, na mente dos seus planejadores estratégicos maiores, em termos muito gerais e vagos. Gerais e vagos o bastante para admitir, a cada momento, novas e – para o adversário – imprevistas mudanças de rumo.

Tomando como ponto de partida o fato de que “o movimento” teve como seus criadores e mentores o Foro de São Paulo e a elite globalista condensada simbolicamente na pessoa do sr. George Soros, o seu objetivo geral já foi declarado muito antes de que o movimento eclodisse e não requer nenhum esforço especial de interpretação. Trata-se, em resumo, de encerrar a fase “de transição” e partir para a “ruptura” ou destruição ativa de um “sistema” já cambaleante e debilitado pela onipresente “ocupação de espaços”. Os slogans escolhidos para instigar a massa não têm, em si, a mais mínima importância. Podem ser trocados a qualquer momento, conforme o rumo que as coisas vão tomando. A técnica da mutação também não é rígida, mas adapta-se velozmente a uma conjuntura em constante transformação; transformação que o próprio movimento acelera por sua vez. Não se trata, portanto, de alcançar este ou aquele objetivo concreto em particular, mas de operar com um leque de possibilidades em aberto e conservar, na medida do possível, algum controle do conjunto.
Essas possibilidades são exploradas simultaneamente e, conforme uma ou outra se revele mais viável ou mais problemática, será intensificada ou refreada pelo comando do processo. As mais importantes, a meu ver, são as seguintes:
(a) Trocar a própria liderança visível da esquerda, substituindo os agentes da “transição” pelos agentes da “ruptura”, decididos a ações mais drásticas.
(b) Espalhar o caos para justificar medidas de força, aproveitando para, no mesmo ato, testar os “agentes de transição”: se conseguirem controlar repressivamente a situação e aumentar o poder do grupo dominante, sobreviverão; caso contrário, serão trocados.
(c) Incitar à ação pública as forças antagônicas (cristãos, patriotas, conservadores etc.), para mapeá-las e averiguar as possibilidades de controlá-las ou extingui-las.
(d) Caso a evolução do movimento se mostre majoritariamente favorável aos objetivos dos planejadores, fomentá-lo ainda mais para que a própria ação da militância enragée adquira autonomia e conquista autoridade por si própria, transmutando-se em nova estrutura de governo.
Esta possibilidade, a mais ostensivamente “revolucionária”,.parece já ter sido excluída, na medida em que as forças antagônicas, malgrado sua total desorganização e ausência de comando, se mesclaram ao movimento, ocuparam as praças públicas e acabaram, em certos casos, por acuar e sobrepujar a militância esquerdista.
O próprio comando da esquerda militante ordenou que as manifestações cessassem, o que imediatamente deixa o campo livre para as massas antagônicas e favorece, ipso facto, a adoção da via repressiva para estrangular a ameaça de um “golpe teocrático e fascista”. Se esse estrangulamento tomará a forma de uma repressão policial violenta ou de um simples incremento do aparato de investigação e controle social, é cedo para dizer.
O detalhe mais importante, aí, é que as forças antagônicas se constituem exclusivamente de massas amorfas e desorganizadas, sem o mais mínimo comando estratégico e até sem aquelas figuras de heróis improvisados que um erro terminológico denomina “líderes”, quando o certo seria chamá-los apenas de “símbolos aglutinadores”. Essa massa é numericamente superior, seja à militância organizada do Foro de São Paulo, seja às tropas de arruaceiros subsidiadas pelo sr. George Soros. Sua presença nas ruas, bem como a vaia multitudinária que despejou sobre a presidenta Dilma Rousseff, são, no sentido mais estrito do termo, explosões espontâneas e anárquicas no mais alto grau, contrastando, nisso, com a ação bem planejada dos militantes do outro lado, que ocupam o espaço público armadas de instruções precisas, de slogans bem ensaiados (em Brasília, viu-se até o texto de uma convocatória inteira recitado em côro pela multidão). Desse modo, o que se viu nas ruas não foi uma competição entre forças de um mesmo gênero – duas militâncias, duas ideologias, duas forças políticas –, mas entre dois tipos de multidão radicalmente heterogêneos: a massa e a militância, a revolta confusa e a ação premeditada.
Quem não levar em conta esses fatores não entenderá absolutamente nada do que está acontecendo e estará privado até da mera possibilidade teórica de uma ação consequente.

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O que acabo de dizer pode levar o leitor surpreso a concluir que no meu entender, ou mesmo na realidade das coisas, os mentores do movimento comunista são gênios fora do comum, capazes de pensar em todas as alternativas ao mesmo tempo e de manejar todas as peças do tabuleiro.
Decerto não é bem assim. Comparado com a vastidão do seu alcance, o movimento comunista teve um número relativamente pequeno de gênios estratégicos, a começar por Lênin e Stálin, e um número um pouco maior mas nada notável de talentos estratégicos secundários, como Saul Alinsky, Ernesto Laclau ou a dupla Cloward & Piven. Mas algumas regras explícitas e tácitas que esses e outros seguiram acabaram por se incorporar à “cultura” comunista, isto é, a um conjunto de hábitos reflexos de pensamento compartilhados por toda a militância, que os assimila sem grande exame crítico, às vezes até num nível semiconsciente e pré-verbal. Isso quer dizer que essas regras transparecerão nebulosamente na conduta de líderes e militantes como as regras da gramática transparecem, deformadas mas não abolidas, na fala de quem nunca estudou gramática.
Não é preciso dizer que, na passagem dos princípios estratégicos explícitos e criticamente elaborados às regras semiconscientes automatizadas, o que era tirocínio estratégico se rebaixa ao estatuto de cacoetes mentais e de uma espécie de estupidez astuta; a complexidade do raciocínio dialético aparece agora como pensamento dúplice e escorregadio, uma espécie de incompreensão maliciosa que tudo deforma, mas deforma num sentido coerente com os propósitos gerais do movimento comunista e benéfico aos interesses do Partido.
Quem estudou o livro do psiquiatra polonês Andrew Lobaczewski, Political Ponerology, reconhecerá aí a queda de nível desde uma liderança original psicopática a uma classe de epígonos histéricos. A psicopatia é compatível com elevado grau de inteligência e aguda consciência da situação real. O epigonato histérico copia a conduta psicopática sem compreendê-la muito bem e, por isso, não diferencia claramente o diagnóstico objetivo da situação e o discurso de auto-identidade partidária. Dito de outro modo: não percebe muito bem quando está descrevendo uma situação objetiva e quando a está deformando para reforçar o sentimento de unidade da militância, fomentar o ódio ao inimigo ou persuadir a militância a seguir determinada linha de ação. O psicopata, quando mente, sabe que mente. No histérico, a mentira conveniente já se interiorizou ao ponto de não poder ser discernida como tal. O resultado é que uma visão totalmente falsa da situação pode, paradoxalmente, produzir uma ação relativamente eficiente, na medida em que reflete ainda, de longe e obscuramente, a visão estratégica originária. É como se disséssemos que o epígono ou militante histérico é louco, mas não rasga dinheiro: tem uma visão deformada da realidade, mas deformada num sentido que, por força dos automatismos acumulados na cultura comunista e da sua raiz longínqua numa visão estratégica consciente, ainda favorece a ação partidária.
Um exemplo claríssimo desse fenômeno é o recente pronunciamento do sr. Valter Pomar, reproduzido abaixo como Apêndice 2.
Ele começa assim: “Quem militou ou estudou os acontecimentos anteriores ao golpe de 1964 sabe muito bem que a direita é capaz de combinar todas as formas de luta.”
Historicamente isso é falso. A direita brasileira nunca teve, por exemplo, um partido de massas ou uma militância adestrada e organizada. Muito menos teve uma rede mundial de partidos aliados, uma “internacional”. Nem teve uma rede organizada de editoras de livros como o Partido Comunista sempre teve. E, durante todo o tempo de ocupação esquerdista do governo, nunca teve à sua disposição centenas de jornais “nanicos” como a esquerda teve durante o regime militar. Muito menos uma militância estudantil significativa. Muitas são as “formas de luta” que lhe faltaram e faltam.
Pomar não parece ter a mínima consciência disso. No entanto, tomar a falsidade como um fato ajuda a fortalecer a unidade da militância esquerdista pelo temor a um inimigo comum evocado de um passado quase mítico.
Pomar não está mentindo intencionalmente. Está mesclando e confundindo os dois níveis de discurso – a descrição da realidade e o apelo à unidade do grupo ouvinte --, como é próprio dos epígonos histéricos e da “estupidez astuta” a que me referi, quase que uma “deficiência eficiente”, expressão paradoxal que corresponde à natureza paradoxal do fenômeno mesmo.

O RECUO DO FORO DE SÃO PAULO - ESTRATÉGIAS - HERIVELTON MOREIRA DA COSTA
https://youtu.be/_nD9k4xzkAw
 
Análise da atual situação política brasileira  https://youtu.be/CRENnVnRWTQ

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Não se esqueçam: em TODOS os países onde o comunismo foi implantado, o povo estava maciçamente contra, e nada pôde fazer. A violência, o cinismo e a determinação da elite revolucionária não têm limites. Combatê-las com meias-medidas é fortalicê-las. OLAVO DE CARVALHO
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SEM MENTIRA, NÃO EXISTE COMUNISMO. Eles fazem uma revolução "democrática" e aproveitam a bagunça para dar o golpe totalitário. A revolução é sempre assim, é um conto do vigário, uma armadilha, eles se fingem de democratas e depois do caos, tomam o poder. Destituem um ditador, como no caso de Cuba, para pôr um tirano muito pior no lugar, usando o descontentamento do povo como combustível da luta. É preciso muito cuidado com esses impostores. 
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COMUNISMO DOMINOU CUBA COM MENTIRA, APARELHAMENTO, DISCURSO DE ÓDIO, TERROR E POBREZA
https://youtu.be/QNGbeBv4uFc
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QUEM É MARCO AURÉLIO GARCIA
"Temos que dar a impressão de que somos democratas. Inicialmente temos que aceitar certas coisas, porém isso não durará muito", declarou Marco Aurélio Garcia , o marxista com influência por trás do presidente Luis Inácio Lula da Silva, recordando que Fidel Castro teve que fazer o mesmo. Ou seja, dizer que era democrata e que não era comunista, para poder consolidar-se no poder até agora, 50 anos depois do golpe em Cuba!
http://www.averdadesufocada.com/index.php/vale-a-pena-ler-de-novo-especial-86/2206-1108-quem--marco-aurlio-Garcia
 
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