OLAVO DE CARVALHO - "Quando me perguntam se existe a possibilidade de uma guerra civil no Brasil, tenho respondido invariavelmente a mesma coisa: o que é mais possível é uma agressão externa camuflada sob uma tênue aparência de guerra civil."
Eles estão armando um golpe com caos, guerra civil e ajuda estrangeira. Vão contar aquela estória, que estão montando há tempos, que sofreram um golpe parlamentar de senadores e deputados corruptos, denunciados na Lava-Jato, que Dilma (a corruptora) é inocenta, e o povo nas ruas está clamando por sua volta! Vão incitar desordem apelando para grupos rabo-presos com o PT (CUT, MST, UNE) que "protestarão" contra o tal golpe do Temer e parlamentares, e, se o teatro for convincente, conclamarão ajuda do Foro de SP, que, por sua vez, tem o apoio russo-chinês. É por isso que insisto em pedir para traduzirem e divulgarem ao máximo, vídeos e textos sobre nossa situação REAL para o inglês e outras línguas, sobretudo de Olavo de Carvalho. AQUI TEM UM POUCOe se puderem, copiem e publiquem em seus canais, blogs e páginas. * vídeos originais: Greve dos Bancários é manobra da CUT diz Marco Antonio Villa https://youtu.be/i8JoQlzrOLc Dilma Rousseff CONVOCA uma GUERRA CIVIL! https://youtu.be/IDBn_fTmKMI CANAL ALEXANDRE SELTZ https://www.youtube.com/channel/UCMlKNwHvrBYeTVgTcnNZVzg/vídeos
REVOLUÇÃO E TRAIÇÃO - Não se esqueçam: em TODOS os países onde o comunismo foi implantado, o povo estava maciçamente contra, e nada pôde fazer. A violência, o cinismo e a determinação da elite revolucionária não têm limites. Combatê-las com meias-medidas é fortalicê-las. OLAVO DE CARVALHO http://conspiratio3.blogspot.com.br/search/label/REVOLU%C3%87%C3%83O%20E%20TRAI%C3%87%C3%83O
Pois é, eu ouvi uma palestra do Dr Ben Carson, que deixou claro para mim o quanto é importante para a esquerda jogar para os outros a responsabilididade de cada um, culpar os outros, pois assim as pessoas PERDEM SUA CAPACIDADE de fazer o próprio destino, de lidar com a própria vida, de exercer sua criatividade e iniciativa. E ainda por cima, seu ressentimento vai ser usado como combustível para atacar os bem-sucedidos e dar lugar aos parasitas psicopatas. Ditadura de um lado, e de outro, dependência e submissão são o resultado premeditado desse processo. O vídeo é: A DITADURA DO POLITICAMENTE CORRETO - O maravilhoso discurso do Doutor Benjamin Carson https://youtu.be/ffz13o-P3nU
SOCIALISMO É A PROMESSA DE OBTER UM RESULTADO POR MEIOS QUE PRODUZEM O RESULTADO INVERSO - "Revolucionários são doentes mentais. Os exemplos de sua incapacidade para lidar com a realidade como pessoas maduras e normais são tantos e tão gigantescos que seu mostruário não tem mais fim. Cito um dentre milhares. O sentimento de estar constantemente exposto à violência e à perseguição por parte da "direita" é um dos elementos mais fortes que compõem a auto-imagem e o senso de unidade da militância esquerdista. No entanto, se somarmos todos os ataques sofridos pelos esquerdistas desde a "direita", eles são em número irrisório comparados aos que os esquerdistas sofreram dos regimes e governos que eles próprios criaram. Ninguém no mundo perseguiu, prendeu, torturou e matou tantos comunistas quanto Lenin, Stálin, Mao Tsé Tung, Pol Pot e Fidel Castro. A militância esquerdista sente-se permanentemente cercada de perigos, e nunca, nunca percebe que eles vêm dela própria e não de seus supostos "inimigos de classe". Olavo de Carvalho http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/08/socialismo-e-promessa-de-obter-um.html
CAOS - A MINORIA ORGANIZADA VENCE A MAIORIA DESORGANIZADA O PT quer o Caos. O caos é bom para revolução e golpe: a própria massa derruba a ordem e o estado de direito que a defende dos golpistas infiltrados. Desorientada e desesperada aceita a liderança do mal disfarçado de salvador. O PT sempre se preparou para isso.
10 h ·Só
pela depredação da Petrobras, na cadeia de devastação petista, foram
mais de UM MILHÃO de desempregados. Todos os setores foram afetados pela
gestão irresponsável de Lula e Dilma, não há um centro comercial que
não registre o crescimento de "portas fechadas".
A greve dos
caminhoneiros, os protestos isolados, a presença de acampados em frente
ao Congresso, entre outras manifestações contra o governo, não SÃO NADA
perto da ebulição social que esse país pode atravessar se esse governo
continuar. Yuri Bezmenov, em 1983, traçou de forma didática todo o
processo. O russo disse que primeiro viria a desmoralização, depois a
desestabilização e por fim uma crise. Já estamos na crise (acho
que perceberam), e o meu maior medo é que nós, que protestamos contra o
governo, sirvamos de combustível para a implementação do processo que,
segundo BEZMENOV, tem o nome de "normalização". Não sou adepto do
determinismo histórico, mas é nítido o trabalho de engenharia social.
Tenho certeza que os desdobramentos não serão exatamente os mesmos de
outras experiências, e isso, ao mesmo tempo que me traz esperanças,
também me deixa apreensivo. Que Deus nos ajude https://www.facebook.com/poucasombra111/posts/930074830412591
9 h · Um
simples anúncio de que haveria bloqueio do bolsa família fez com que
uma multidão invadisse os bancos, de uma região pacata do país, numa
avalanche humana sem controle. Quem lembra?
O "teste" já foi
feito. Além do lumpemproletariado, que ninguém controla, eles já tem a
ferramenta governamental que permite causar o dano necessário para
justificar a tal "normalização". Não sei mais o que fazer para despertar o senso de urgência nas pessoas *** "UMA MINORIA ORGANIZADA VENCE UMA MAIORIA DESORGANIZADA." (Lenin) "A guerra, ou mais exatamente o colapso nacional da organização estatal, era desnecessária às revoluções do passado, pelo menos para as maiores. Agora, porém, essa tem sido uma condição básica da vitória das revoluções comunistas, até mesmo na China, onde ela surgiu antes da invasão japonesa, desenvolveu-se durante toda uma década e finalmente saiu vitoriosa com o término da guerra. (...) Quando ocorre o colapso sério de um sistema, particularmente numa guerra desastrosa para os círculos dominante se o sistema estatal, um grupo pequeno, mas bem organizado, pode facilmente, tomar o poder. Na revolução russa, o Partido Comunista tinha cerca de 80 mil membros. O PC da Iugoslávia começou a revolução de 1941 com cerca de 10 mil. Para tomar o poder, o apoio e a participação ativa de pelo menos uma parte da população são necessários, mas o partido que lidera a revolução e assume o poder é uma minoria que se vale das condições favoráveis." (extraído do livro de Milovan Djilas. A NOVA CLASSE)
POR TRÁS DA MÁSCARA", de Flávio Morgenstern:
Espalhar o caos, sobretudo este caos organizado, tão bem
estudado por agitadores "profissionais" dos moldes de Trotsky e Saul
Alinsky, justificando medidas de força a serem tomadas pelo atual governo, para
favorecer sua concentração de poder (o mesmo que já ocorreu na Venezuela, na
Bolívia, no Equador, na Argentina e com outros dirigentes ligados ao Foro de
São Paulo).
Incitar forças públicas antagônicas com o fito de mapeá-las e,
com isso, rapidamente dominá-las (a hipótese menos provável, visto que nossa
oposição é tão perigosa quanto uma formiga é para um elefante, embora sempre
possa ser um objetivo conjunto).
Num movimento dialético mais complicado, o movimento pode ser
incitado (ou pelo menos tomado, como se tentou com a Onda Vermelha) até pelo
próprio governo, visando a fomentar uma crise para se permitir garantir poderes
para uma nova estrutura de poder. Não precisa ser uma ruptura tão grandiosa,
mas gradual. O movimento Occupy Wall Street, em um país bipartidário, favoreceu
enormemente Barack Obama, que era o próprio presidente em exercício no momento.
Caso essa estratégia logre êxito (esta é a possibilidade mais difícil), tem
lugar então o maior extremismo: o próprio movimento se transforma na estrutura
de poder do Estado. É o que Hugo Chávez fez muito bem, mais de uma vez, diante
de seus opositores para recrudescer seu poder, ou o que faz a maior parte dos
peronistas da Argentina. É típico de tiranos que se elegem e, só depois de
ganharem "honestamente", partem para o golpe. É o incêndio no
Reichstag que põe os nazistas no poder. Poder total.
Estas possibilidades podem atuar ainda em momentos distintos:
fomenta-se o caos (ou se é pego de surpresa por um inimigo a fomentá-lo),
aumenta-se o poder existente e aí se opera a ruptura (palavra muito utilizada
nos livros e artigos dos organizadores do movimento, por sinal). Este tipo de
poder alcançado pode ser longevo, superando todas as crises que gere. A União
Soviética só caiu por concorrência externa, mesmo depois de matar milhões de
fome e reprimir a população das maneiras mais bizarras do mundo.
É o que dizem os próprios organizadores de tais protestos. Lemos
em Dupuis-Déri, estudioso dos black blocs: "Claro, implícita até mesmo em
manifestações pacíficas está a ideia de que é possível uma guerra civil ou uma
revolução. O filósofo francês Yves comenta: 'Em países democráticos, a
manifestação em massa é uma forma ritualística de confronto. Os adversários
mostram seus números sem a intenção de usar a força, mas deixando inferir que
poderiam usar.
Essa ruptura precisa de muita gente e de símbolos adequados — o
que faltou ao Brasil, e será trabalhado e disputado por líderes comunitários de
esquerda nos próximos anos. Foi o que notou Çhris Samuel sobre a atuação black
bloc no G20 em Toronto: "os esforços dos ativistas para impor uma nova
definição de violência ou mesmo abrir a questão da violência para o público
espectador" estavam condenados ao fracasso porque o black bloc não teve
poder "simbólico suficiente" "para impor uma nova
definição" de violência a um "público neoliberal"." No
Brasil, estes novos passos de planejamento para a tomada de poder total já
estão sendo discutidos. Em setembro de 2014, em um artigo confessadamente
intitulado "O silêncio deliberado da mídia e os próximos passos", o
Brasil 247, site de extrema esquerda fundado por Daniel Dantas, o banqueiro que
tanto enriqueceu a partir de contato com os burocratas do Estado, tratava dos
próximos passos que os "militantes" deveriam dar para construir novos
movimentos de massa, já rodeando o projeto de repartição do poder com os
"movimentos sociais", que é a menina dos olhos do PT — com o apoio
também de partidos de esquerda e centro, como aqueles pelos quais transita
Marina Silva, além de sumidades do pensamento filosófico mundial, como Daniela
Mercury. Chamado eufemisticamente de "Plebiscito Popular", esse
projeto de ruptura será a provável tônica dos próximos protestos, como tema
nova PEC 37 que seus advogados pouco saberão explicar nas ruas. jà prometendo
desabridamente o fim da liberdade de imprensa ("Se conseguirmos abrir um
debate na sociedade sobre 'sistema político' Inevitavelmente o monopólio da
mídia será tocado"), declaram, sem conseguirem ser "traduzidos"
por olhos não treinados: "As lutas sociais retomaram o imaginário popular.
Talvez esta seja a mais importante das consequências de junho de 2013. Abriram
a possibilidade de uma campanha de massas ganhar as ruas. Construir uma
bandeira política que rompa a impossibilidade de transformações estruturais em
nossa sociedade não é mais uma opção. Sem avançarmos, toda a frustração gerada
nos últimos anos será capitalizada pelo, inimigo. Não estamos diante de uma
campanha a mais. Manter o atual sistema político implica em (sic) retroceder, quando
mais precisamos avançar. Ou seja: é preciso haver nova mobilização de massa
para conseguir a ruptura com o sistema atual e avançar na hegemonia em busca da
ditadura do proletariado e suas versões modernosas. Não se sabe ainda o motivo
que será inventado: o trabalho deles agora é justamente "construir unia
bandeira política que rompa a impossibilidade de transformações estruturais",
isto é, inventar um motivo. E, dessa
vez, que funcione além do mero agito de duas semanas.
A esquerda precisa da ruptura para ter o poder total de
"reconstrução" da sociedade concentrado em suas mãos. Geralmente agem
alertando para um problema atual e real, seja o preço da tarifa de ônibus ou os
gastos com a Copa, ou abstrações como "desigualdade", e, supostamente
para corrigir tais problemas com a ordem de poder atual, precisam de muito mais
poder para enfrentar e controlar os atuais poderosos. O resultado é sempre o
desastre total. E totalitário.
Todo movimento revolucionário tem duas fases. Na primeira,
buscam-se modificações dentro da lei — ou "criação de novos direitos",
sempre específicos para certos grupos.* A segunda fase é a ruptura com a ordem
estabelecida — o terror.** É a fase do terror nas ruas. É a fase black bloc.
Aconteceu na Revolução Francesa, na Revolução Russa, na Alemanha nazista, nos
expurgos de Mao Tsé-Tung, nas fatwas da Revolução Iraniana. É a Venezuela com as
Brigadas de Nicolás Madure, são os fuzilamentos no paredón de Fidel Castro. Não
à toa, a palavra "ruptura" é uma das campeãs de repetição em toda
análise esquerdista sobre os protestos e nas conclamações do MPL, do Fora do
Eixo, de todos os organizadores das manifestações. Caso tivessem conseguido uma
ruptura enquanto o país estava em polvorosa, apenas em uma realidade
alternativa ainda teríamos o mesmo país ou este livro poderia ver a luz do dia.
Urge notar que qualquer lei de recrudescimento mira apenas no
inimigo, e não nos próprios aliados políticos. Às vezes, a diferença da
"democracia" para a ditadura é apenas uma lei de segurança nacional.
Todavia, depois da Revolução vem o recrudescimento. Eric Hoffer escrevia em
1950: "Quando, como nos últimos
anos na Rússia, vemos o movimento bolchevique reforçar a solidariedade familiar
e promover a coesão nacional, racial e religiosa, é um sinal de que o movimento
passou a sua fase dinâmica, que já estabeleceu o seu novo padrão de vida e que
sua principal preocupação é manter e preservar o que ele alcançou. No resto do
mundo, onde o comunismo ainda é um movimento de luta, ele faz tudo o que pode
para destruir a família e desacreditar os laços nacionais, raciais e
religiosos."
ISCAS DA ESQUERDA PARA A ARMADILHA DA REVOLUÇÃO
"Todos os movimentos de massa na história do mundo geraram totalitarismo. O grande risco de uma manifestação como essa é derrubar a ordem vigente. Os livros de esquerda que eu estava estudando antes de 2013 usam a palavra ruptura o tempo todo." Flavio Morgenstern "Gramsci em sua obra reconheceu que a revolução cultural, em seu estágio avançado, poderia gerar imensa onda de violência devido ao ruir da estrutura formal de poder e à desconstituição do senso comum. O que são os brasileiros hoje, senão ratos de laboratório nessa experiência trágica? Já provamos que a tomada de poder deve ocorrer a partir da sociedade civil e não da estrutura do estado, como dizia Gramsci; já provamos que a queda da ordem social vigente gera violência e opressão, como dizia Gramsci; e, por fim, iremos provar que essa revolução socialista não é em nada melhor do que as outras, que a pobreza não será combatida, as desigualdades serão apenas exacerbadas, e a esperança enterrada num mar de medo, como Gramsci jamais conseguiu enxergar, agrilhoado à idéia do Estado-partido no papel do príncipe moderno." João Costa http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/07/iscas-da-esquerda-para-armadilha-da.html * SEM MENTIRA, NÃO EXISTE COMUNISMO. Eles fazem uma revolução "democrática" e aproveitam o caos para dar o golpe totalitário.A revolução é sempre assim, é um conto do vigário, uma armadilha, eles se fingem de democratas e tomam o poder.Destituem um ditador, como no caso de Cuba, para pôr um tirano muito pior no lugar, usando o descontentamento do povo como combustível da luta. É preciso muito cuidado com esses impostores. *
Não se esqueçam: em TODOS os países onde o comunismo foi implantado, o povo estava maciçamente contra, e nada pôde fazer. A violência, o cinismo e a determinação da elite revolucionária não têm limites. Combatê-las com meias-medidas é fortalicê-las. OLAVO DE CARVALHO
* COMUNISMO DOMINOU CUBA COM MENTIRA, APARELHAMENTO, DISCURSO DE ÓDIO, TERROR E POBREZA https://youtu.be/QNGbeBv4uFc
* QUEM É MARCO AURÉLIO GARCIA "Temos que dar a impressão de que somos democratas. Inicialmente temos que aceitar certas coisas, porém isso não durará muito", declarou Marco Aurélio Garcia , o marxista com influência por trás do presidente Luis Inácio Lula da Silva, recordando que Fidel Castro teve que fazer o mesmo. Ou seja, dizer que era democrata e que não era comunista, para poder consolidar-se no poder até agora, 50 anos depois do golpe em Cuba! http://www.averdadesufocada.com/index.php/vale-a-pena-ler-de-novo-especial-86/2206-1108-quem--marco-aurlio-Garcia *CAOS E ESTRATÉGIA - OLAVO DE CARVALHO Essas possibilidades são exploradas simultaneamente e, conforme uma ou outra se revele mais viável ou mais problemática, será intensificada ou refreada pelo comando do processo. As mais importantes, a meu ver, são as seguintes:
(a) Trocar a própria liderança visível da esquerda, substituindo os agentes da “transição” pelos agentes da “ruptura”, decididos a ações mais drásticas. (b) Espalhar o caos para justificar medidas de força, aproveitando para, no mesmo ato, testar os “agentes de transição”: se conseguirem controlar repressivamente a situação e aumentar o poder do grupo dominante, sobreviverão; caso contrário, serão trocados. (c) Incitar à ação pública as forças antagônicas (cristãos, patriotas, conservadores etc.), para mapeá-las e averiguar as possibilidades de controlá-las ou extingui-las. (d) Caso a evolução do movimento se mostre majoritariamente favorável aos objetivos dos planejadores, fomentá-lo ainda mais para que a própria ação da militância enragée adquira autonomia e conquiste autoridade por si própria, transmutando-se em nova estrutura de governo.
http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/14255-caos-e-estrategia-i.html
MASSAS DE MANOBRA, IDIOTAS ÚTEIS E PSICOPATETAS FAZEM O CAOS E A REVOLUÇÃO SEM QUERER, PARA OS PSICOPATAS - GOLPISMO DE ESQUERDA Só em 1960 houve uma declaração oficial do governo cubano sobre sua natureza marxista-leninista, fato este celebrado com uma saraivada de mísseis soviéticos e estandartes de Lênin.
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/09/massas-de-manobra-idiotas-uteis-e.html
Agora que o governo adotou medidas autoritárias contra os caminhoneiros, é nossa obrigação nos juntar ao protesto e PARAR DE VEZ ESTE PAÍS até que os parasitas do PT sejam extirpados da vida pública. Se são autoritários com trabalhadores pacíficos, não imagino o que fariam contra um grupo de protesto que tivesse um tom mais elevado. Se duvidavam que "isso aqui" viraria uma Venezuela, ou, se acreditavam que Lula ou Dilma não seriam como Fidel ou Maduro, se enganaram feio. É nosso povo que não vinha exigindo medidas autoritárias. Agora, que a vida fica praticamente impossível, vocês vão ver quem são verdadeiramente os políticos esquerdistas. Dona Jandira já saiu da toca! O Dragão do Congresso, que sempre acusou a truculência policial, agora implora para que tais policiais usem da força contra os trabalhadores que não querem pagar o alto custo da corrupção esquerdista. As máscaras estão caindo."https://www.facebook.com/poucasombra111/posts/930204533732954?fref=nf&pnref=story ISCAS DA ESQUERDA PARA A ARMADILHA DA REVOLUÇÃO http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/07/iscas-da-esquerda-para-armadilha-da.html PROTESTOS INDUZIDOS PELA ESQUERDA EM 2013 - FLÁVIO MORGENSTERN https://youtu.be/L5yoRO0jprY
*
GOVERNO VAI PERSEGUIR E PUNIR QUEM TRANSGREDIR AS ARBITRARIEDADES POLITICAMENTE CORRETAS CRIADAS PARA ESTA FINALIDADE
- O governo criará o "Monitor dos Direitos Humanos". Qual será a vantagem da nova internet "humanizada"? http://sensoincomum.org/2015/11/09/o-ministerio-da-felicidade-virtual/ * COMUNISMO DOMINOU CUBA COM MENTIRA, APARELHAMENTO, DISCURSO DE ÓDIO, TERROR E POBREZA https://youtu.be/QNGbeBv4uFc * SOCIALISMO É A PROMESSA DE OBTER UM RESULTADO POR MEIOS QUE PRODUZEM O RESULTADO INVERSO - "Revolucionários são doentes mentais. Os exemplos de sua incapacidade para lidar com a realidade como pessoas maduras e normais são tantos e tão gigantescos que seu mostruário não tem mais fim. Cito um dentre milhares. O sentimento de estar constantemente exposto à violência e à perseguição por parte da "direita" é um dos elementos mais fortes que compõem a auto-imagem e o senso de unidade da militância esquerdista. No entanto, se somarmos todos os ataques sofridos pelos esquerdistas desde a "direita", eles são em número irrisório comparados aos que os esquerdistas sofreram dos regimes e governos que eles próprios criaram. Ninguém no mundo perseguiu, prendeu, torturou e matou tantos comunistas quanto Lenin, Stálin, Mao Tsé Tung, Pol Pot e Fidel Castro. A militância esquerdista sente-se permanentemente cercada de perigos, e nunca, nunca percebe que eles vêm dela própria e não de seus supostos "inimigos de classe". Olavo de Carvalho http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/08/socialismo-e-promessa-de-obter-um.html
Escrito por Olavo de Carvalho
| 24 Junho 2013
Artigos -
Movimento Revolucionário
Tomando
como ponto de partida o fato de que “o movimento” teve como seus
criadores e mentores o Foro de São Paulo e a elite globalista condensada
simbolicamente na pessoa do sr. George Soros, o seu objetivo geral já
foi declarado muito antes de que o movimento eclodisse.
Nossos liberais e conservadores lêem Ludwig von Mises e Friedrich von
Hayek e, vendo que eles tratam o marxismo como uma pseudo-ciência
econômica, concluem alegremente que ele não vale nada, não merece maior
atenção. Acontece que o marxismo enquanto ciência e técnica da ação
revolucionária não depende em nada da “base econômica” que nominalmente o
sustenta. Essa ciência e essa técnica são de uma exatidão assustadora e
não podem ser compreendidas só com a leitura dos “pais fundadores” do
movimento ou com a da sua crítica liberal: requer o acompanhamento de
toda uma evolução do pensamento estratégico marxista, que começa com
Marx e se prolonga até Saul Alinsky e Ernesto Laclau. Este último,
invertendo a fórmula clássica das relações entre “infra-estrutura” e
“super-estrutura”, propõe abertamente a tese de que a propaganda
revolucionária cria livremente a classe da qual em seguida se denominará
representante. Maior independência de toda “base econômica” não se
poderia conceber. Aqueles que imaginam ter dado cabo do marxismo tão
logo refutaram seus princípios econômicos se acreditam muito realistas,
porque eles próprios são crentes devotos da “base econômica” do
acontecer político, a qual os próprios marxistas já superaram há muito
tempo. O marxismo deve ser estudado, em primeiro lugar, como uma
“cultura”, no sentido antropológico do termo. Remeto os interessados a
três artigos em que resumo o que penso a respeito (v. http://www.olavodecarvalho.org/semana/031218jt.htm, http://www.olavodecarvalho.org/semana/040101jt.htm e http://www.olavodecarvalho.org/semana/040108jt.htm).
Em segundo lugar, deve ser estudado como ciência e técnica da ação
revolucionária, da intervenção ativa da elite revolucionária na
sociedade e na história. Essa ciência é tão veraz, e a técnica que nela
se arraiga é tão eficiente, que delas resulta este fato, tão fundamental
entre todos e tão solenemente ignorado pelos críticos do marxismo: há
pelo menos um século e meio o comunismo é o único – repito: o único –
movimento político organizado unitariamente em escala mundial e dotado
de uma consciência clara da sua continuidade, bem como das suas
metamorfoses estratégicas. Todos os seus pretensos adversários e
concorrentes são fenômenos locais, inconexos e passageiros, espalhados
no tempo e no espaço como grãos de poeira soltos no vento, incapazes não
só de fazer face ao rolo compressor do movimento comunista, mas até de
enxergá-lo como um todo.
Sem
nenhuma presunção de expor aqui o fenômeno no seu conjunto, mas
raciocinando antes em função exclusiva dos últimos acontecimentos no
Brasil, destaco adiante alguns pontos que, se não forem levados em
conta, tornarão inviável qualquer tentativa de compreender os lances
mais recentes da história continental e nacional.
O
primeiro desses pontos é o seguinte: nenhuma ação comunista tem jamais –
repito: jamais – um objetivo único e linear. Todas as decisões do
comando estratégico comunista são sempre de natureza dialética e
experimental. De um lado, jogam sempre com uma multiplicidade de forças
em conflito, não interferindo jamais no quadro antes de ter uma visão
bem clara das contradições em jogo e dos múltiplos sentidos em que elas
podem ser trabalhadas. Sob esse aspecto, o pensamento marxista não mudou
muito desde o começo. Apenas aprimorou formidavelmente a sua visão das
contradições, integrando no seu retrato mental da sociedade inúmeros
tipos de conflitos novos que ou não existiam no tempo de Marx ou ele não
julgou relevantes; por exemplo, o conflito entre os impulsos sexuais e a
ordem social, ou entre pais e filhos. De outro lado, a essa visão
dialética cada vez mais sutil e aprimorada o marxismo acrescenta o
caráter experimental e não dogmático de todas as suas decisões e ações
estratégicas. A articulação de dialética e experimentalismo permite que
as ações do movimento comunista se beneficiem, por um lado, de uma
multiplicidade de direções simultâneas que desnorteiam o adversário, e,
por outro, de uma capacidade de agir por avanços e recuos mediante
contínuas e não raro velocíssimas mudanças de rumo.
Quem
quer que, ao analisar a recente explosão de protestos, concentre sua
atenção nas reivindicações nominais – redução das tarifas de transporte
público, “mais educação”, “mais saúde” etc. – para discutir sua justiça e
viabilidade já prova, só nisso, sua total incompetência para lidar com o
assunto. Mas quem quer que, furando essa primeira barreira de
aparências, procure encontrar por trás delas um objetivo determinado e
único que explique o conjunto, se engana talvez ainda mais
desastrosamente.
Se
os protestos têm um objetivo político determinado, este só é definido,
na mente dos seus planejadores estratégicos maiores, em termos muito
gerais e vagos. Gerais e vagos o bastante para admitir, a cada momento,
novas e – para o adversário – imprevistas mudanças de rumo.
Tomando como ponto de partida o fato de que “o movimento” teve como seus
criadores e mentores o Foro de São Paulo e a elite globalista
condensada simbolicamente na pessoa do sr. George Soros, o seu objetivo
geral já foi declarado muito antes de que o movimento eclodisse e não
requer nenhum esforço especial de interpretação. Trata-se, em resumo, de
encerrar a fase “de transição” e partir para a “ruptura” ou destruição
ativa de um “sistema” já cambaleante e debilitado pela onipresente
“ocupação de espaços”. Os slogans escolhidos para instigar a
massa não têm, em si, a mais mínima importância. Podem ser trocados a
qualquer momento, conforme o rumo que as coisas vão tomando. A técnica
da mutação também não é rígida, mas adapta-se velozmente a uma
conjuntura em constante transformação; transformação que o próprio
movimento acelera por sua vez. Não se trata, portanto, de alcançar este
ou aquele objetivo concreto em particular, mas de operar com um leque de
possibilidades em aberto e conservar, na medida do possível, algum
controle do conjunto.
Essas
possibilidades são exploradas simultaneamente e, conforme uma ou outra
se revele mais viável ou mais problemática, será intensificada ou
refreada pelo comando do processo. As mais importantes, a meu ver, são
as seguintes:
(a)
Trocar a própria liderança visível da esquerda, substituindo os agentes
da “transição” pelos agentes da “ruptura”, decididos a ações mais
drásticas.
(b)
Espalhar o caos para justificar medidas de força, aproveitando para, no
mesmo ato, testar os “agentes de transição”: se conseguirem controlar
repressivamente a situação e aumentar o poder do grupo dominante,
sobreviverão; caso contrário, serão trocados.
(c)
Incitar à ação pública as forças antagônicas (cristãos, patriotas,
conservadores etc.), para mapeá-las e averiguar as possibilidades de
controlá-las ou extingui-las.
(d)
Caso a evolução do movimento se mostre majoritariamente favorável aos
objetivos dos planejadores, fomentá-lo ainda mais para que a própria
ação da militância enragée adquira autonomia e conquista autoridade por si própria, transmutando-se em nova estrutura de governo.
Esta
possibilidade, a mais ostensivamente “revolucionária”,.parece já ter
sido excluída, na medida em que as forças antagônicas, malgrado sua
total desorganização e ausência de comando, se mesclaram ao movimento,
ocuparam as praças públicas e acabaram, em certos casos, por acuar e
sobrepujar a militância esquerdista.
O
próprio comando da esquerda militante ordenou que as manifestações
cessassem, o que imediatamente deixa o campo livre para as massas
antagônicas e favorece, ipso facto, a adoção da via repressiva
para estrangular a ameaça de um “golpe teocrático e fascista”. Se esse
estrangulamento tomará a forma de uma repressão policial violenta ou de
um simples incremento do aparato de investigação e controle social, é
cedo para dizer.
O
detalhe mais importante, aí, é que as forças antagônicas se constituem
exclusivamente de massas amorfas e desorganizadas, sem o mais mínimo
comando estratégico e até sem aquelas figuras de heróis improvisados que
um erro terminológico denomina “líderes”, quando o certo seria
chamá-los apenas de “símbolos aglutinadores”. Essa massa é numericamente
superior, seja à militância organizada do Foro de São Paulo, seja às
tropas de arruaceiros subsidiadas pelo sr. George Soros. Sua presença
nas ruas, bem como a vaia multitudinária que despejou sobre a presidenta
Dilma Rousseff, são, no sentido mais estrito do termo, explosões
espontâneas e anárquicas no mais alto grau, contrastando, nisso, com a
ação bem planejada dos militantes do outro lado, que ocupam o espaço
público armadas de instruções precisas, de slogans bem ensaiados
(em Brasília, viu-se até o texto de uma convocatória inteira recitado em
côro pela multidão). Desse modo, o que se viu nas ruas não foi uma
competição entre forças de um mesmo gênero – duas militâncias, duas
ideologias, duas forças políticas –, mas entre dois tipos de multidão
radicalmente heterogêneos: a massa e a militância, a revolta confusa e a
ação premeditada.
Quem
não levar em conta esses fatores não entenderá absolutamente nada do
que está acontecendo e estará privado até da mera possibilidade teórica
de uma ação consequente. ***
O
que acabo de dizer pode levar o leitor surpreso a concluir que no meu
entender, ou mesmo na realidade das coisas, os mentores do movimento
comunista são gênios fora do comum, capazes de pensar em todas as
alternativas ao mesmo tempo e de manejar todas as peças do tabuleiro.
Decerto
não é bem assim. Comparado com a vastidão do seu alcance, o movimento
comunista teve um número relativamente pequeno de gênios estratégicos, a
começar por Lênin e Stálin, e um número um pouco maior mas nada notável
de talentos estratégicos secundários, como Saul Alinsky, Ernesto Laclau
ou a dupla Cloward & Piven. Mas algumas regras explícitas e tácitas
que esses e outros seguiram acabaram por se incorporar à “cultura”
comunista, isto é, a um conjunto de hábitos reflexos de pensamento
compartilhados por toda a militância, que os assimila sem grande exame
crítico, às vezes até num nível semiconsciente e pré-verbal. Isso quer
dizer que essas regras transparecerão nebulosamente na conduta de
líderes e militantes como as regras da gramática transparecem,
deformadas mas não abolidas, na fala de quem nunca estudou gramática.
Não
é preciso dizer que, na passagem dos princípios estratégicos explícitos
e criticamente elaborados às regras semiconscientes automatizadas, o
que era tirocínio estratégico se rebaixa ao estatuto de cacoetes mentais
e de uma espécie de estupidez astuta; a complexidade do raciocínio
dialético aparece agora como pensamento dúplice e escorregadio, uma
espécie de incompreensão maliciosa que tudo deforma, mas deforma num
sentido coerente com os propósitos gerais do movimento comunista e
benéfico aos interesses do Partido.
Quem estudou o livro do psiquiatra polonês Andrew Lobaczewski, Political Ponerology,
reconhecerá aí a queda de nível desde uma liderança original
psicopática a uma classe de epígonos histéricos. A psicopatia é
compatível com elevado grau de inteligência e aguda consciência da
situação real. O epigonato histérico copia a conduta psicopática sem
compreendê-la muito bem e, por isso, não diferencia claramente o
diagnóstico objetivo da situação e o discurso de auto-identidade
partidária. Dito de outro modo: não percebe muito bem quando está
descrevendo uma situação objetiva e quando a está deformando para
reforçar o sentimento de unidade da militância, fomentar o ódio ao
inimigo ou persuadir a militância a seguir determinada linha de ação. O
psicopata, quando mente, sabe que mente. No histérico, a mentira
conveniente já se interiorizou ao ponto de não poder ser discernida como
tal. O resultado é que uma visão totalmente falsa da situação pode,
paradoxalmente, produzir uma ação relativamente eficiente, na medida em
que reflete ainda, de longe e obscuramente, a visão estratégica
originária. É como se disséssemos que o epígono ou militante histérico é
louco, mas não rasga dinheiro: tem uma visão deformada da realidade,
mas deformada num sentido que, por força dos automatismos acumulados na
cultura comunista e da sua raiz longínqua numa visão estratégica
consciente, ainda favorece a ação partidária.
Um exemplo claríssimo desse fenômeno é o recente pronunciamento do sr. Valter Pomar, reproduzido abaixo como Apêndice 2.
Ele
começa assim: “Quem militou ou estudou os acontecimentos anteriores ao
golpe de 1964 sabe muito bem que a direita é capaz de combinar todas as
formas de luta.”
Historicamente
isso é falso. A direita brasileira nunca teve, por exemplo, um partido
de massas ou uma militância adestrada e organizada. Muito menos teve uma
rede mundial de partidos aliados, uma “internacional”. Nem teve uma
rede organizada de editoras de livros como o Partido Comunista sempre
teve. E, durante todo o tempo de ocupação esquerdista do governo, nunca
teve à sua disposição centenas de jornais “nanicos” como a esquerda teve
durante o regime militar. Muito menos uma militância estudantil
significativa. Muitas são as “formas de luta” que lhe faltaram e faltam.
Pomar
não parece ter a mínima consciência disso. No entanto, tomar a
falsidade como um fato ajuda a fortalecer a unidade da militância
esquerdista pelo temor a um inimigo comum evocado de um passado quase
mítico.
Pomar
não está mentindo intencionalmente. Está mesclando e confundindo os
dois níveis de discurso – a descrição da realidade e o apelo à unidade
do grupo ouvinte --, como é próprio dos epígonos histéricos e da
“estupidez astuta” a que me referi, quase que uma “deficiência
eficiente”, expressão paradoxal que corresponde à natureza paradoxal do
fenômeno mesmo. O RECUO DO FORO DE SÃO PAULO - ESTRATÉGIAS - HERIVELTON MOREIRA DA COSTA https://youtu.be/_nD9k4xzkAw
*
Não se esqueçam: em TODOS os países onde o comunismo foi implantado, o povo estava maciçamente contra, e nada pôde fazer. A violência, o cinismo e a determinação da elite revolucionária não têm limites. Combatê-las com meias-medidas é fortalicê-las. OLAVO DE CARVALHO
* SEM MENTIRA, NÃO EXISTE COMUNISMO. Eles fazem uma revolução "democrática" e aproveitam a bagunça para dar o golpe totalitário.A revolução é sempre assim, é um conto do vigário, uma armadilha, eles se fingem de democratas e depois do caos, tomam o poder.Destituem um ditador, como no caso de Cuba, para pôr um tirano muito pior no lugar, usando o descontentamento do povo como combustível da luta. É preciso muito cuidado com esses impostores. * COMUNISMO DOMINOU CUBA COM MENTIRA, APARELHAMENTO, DISCURSO DE ÓDIO, TERROR E POBREZA https://youtu.be/QNGbeBv4uFc
* QUEM É MARCO AURÉLIO GARCIA "Temos que dar a impressão de que somos democratas. Inicialmente temos que aceitar certas coisas, porém isso não durará muito", declarou Marco Aurélio Garcia , o marxista com influência por trás do presidente Luis Inácio Lula da Silva, recordando que Fidel Castro teve que fazer o mesmo. Ou seja, dizer que era democrata e que não era comunista, para poder consolidar-se no poder até agora, 50 anos depois do golpe em Cuba! http://www.averdadesufocada.com/index.php/vale-a-pena-ler-de-novo-especial-86/2206-1108-quem--marco-aurlio-Garcia