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domingo, 29 de março de 2020

FERNANDO MELO E EVANDRO PONTES - DESMENTIRAS #64 | Desfazendo as mentiras da semana

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Olavo de Carvalho  1 h Governos estaduais e municipais podem quebrar direitos consagrados pela Constituição Federal? Obviamente NÃO. As Força Armadas vêem claramente prefeitos e governadores rompendo a ordem constitucional, e fazem de conta que não estão vendo nada. Esses merdas não merecem nem o soldo militar, quanto mais o respeito que, por pura vaidade, continuam exigindo como se fosse um direito natural eterno e incondicional. Acordem, homens de farda, ajam imediatamente e recuperem a honra antes de perder os últimos vestígios dela.

sábado, 17 de novembro de 2018

INVERSÃO POLITICAMENTE CORRETA, MANIPULAÇÃO DOS DIREITOS, CONTRADIÇÕES ESQUERDISTAS - NICOLÁS GÓMEZ D'ÁVILA




"Para corromper o indivíduo basta ensiná-lo a chamar ‘direitos’ os seus desejos pessoais e ‘abusos’ os direitos alheios."
Nicolás Gómez Dávila

Aforismos Jurídicos de Nicolás Gómez Dávila (Parte I)

“Justiça social” é o termo para reivindicar qualquer coisa a que não tenhamos direito. 
“Justicia social” es el término para reclamar cualquier cosa a que no tengamos derecho.

A liberdade é o direito a ser diferente, a igualdade é a proibição de sê-lo. 
La libertad es derecho a ser diferente; la igualdad es prohibición de serlo.

Para corromper o indivíduo basta ensiná-lo a chamar ‘direitos’ os seus desejos pessoais e ‘abusos’ os direitos alheios. 
Para corromper al individuo basta enseñarle a llamar derechos sus anhelos personales y abusos los derechos ajenos.

Onde não seja consuetudinário, o direito se converte facilmente em mera arma política. 
Donde no sea consuetudinario, el derecho se convierte fácilmente en simple arma política. 

Reformar a sociedade mediante leis é o sonho do cidadão incauto e o preâmbulo discreto de toda tirania.
A lei é forma jurídica do costume ou abuso contra a liberdade.
Reformar la sociedad por medio de leyes es el sueño del ciudadano incauto y el preámbulo discreto de toda tiranía.
La ley es forma jurídica de la costumbre o atropello a la libertad. 

https://direitoeliberalismo.org/2013/10/20/aforismos-juridicos-de-nicolas-gomez-davila-parte-i/

Ni declaración de derechos humanos, ni proclamación de constituciones, ni apelación a un derecho natural, protegen contra la arbitrariedad del estado. Sólo es barrera al despotismo el derecho consuetudinario. (Nem declaração de direitos humanos, nem proclamação de constituições, nem apelo a um direito natural, protegem contra a arbitrariedade do estado. Só o direito consuetudinário é barreira ao despotismo.)
https://direitoeliberalismo.org/2013/10/23/aforismos-juridicos-de-nicolas-gomez-davila-parte-iii/

Estado sanamente constituido es aquel donde innúmeros obstáculos embarazan y estorban la libertad del legislador.(Estado saudavelmente constituído é aquele onde inúmeros obstáculos estorvam e impedem a liberdade do legislador.)
https://direitoeliberalismo.org/2013/10/25/aforismos-juridicos-de-nicolas-gomez-davila-parte-iv/

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"Kieron O'Hara relembra-nos como a injustiça, o crime, a guerra civil, a pobreza - todos esses males - são objetivos, e não relativos, porque reconhecíveis e reconhecidos como males por qualquer sociedade. E quando eles ocorrem perante os nossos olhos, é natural que 'males primários' despertem nosso desgosto moral. Trata-se de um sentimento de injustiça que é assim reconhecido imediatamente, instintivamente, naturalmente. E, como defende Scruton, esse é um sentimento que não pode ser eliminado por nenhum poder despótico, nem por nenhum processo de 'reeducação'." 
João Pereira Coutinho - "As Ideias Conservadoras"


Piada satânica
Outro dia um amigo meu me perguntou se eu não havia reparado que, no intervalo de uma geração, condutas descritas pela psiquiatria como neuróticas e até psicóticas passaram a ser aceitas como normais. Não apenas como normais – respondi –, mas como normativas, louváveis e obrigatórias. Os passos seguintes são: (a) marginalizar e criminalizar toda reação de repulsa; (b) tornar a repulsa psicologicamente impossível, expelindo-a do repertório das condutas admitidas na sociedade.            

FLÁVIO MORGENSTERN - "Feminismo não tem nada a ver com mulheres, direitos humanos não têm nada a ver com humanos, cota não tem nada a ver com negros, politicamente correto não tem nada a ver com ser correto, progressismo não tem nada a ver com progresso. Pronto, pode ir viver a vida."


O POLITICAMENTE CORRETO SE FUNDAMENTA EM NADA - AUGUSTIN LAGE - "A ideologia de gênero é uma imposição que foi decidida pelas costas das pessoas"
https://conspiratio3.blogspot.com/2018/02/o-politicamente-correto-nao-se.html

JORDAN B. PETERSON QUESTIONA O POLITICAMENTE CORRETO - IDEOLOGIA DE GÊNERO, FEMINISMO, LIBERDADE DE EXPRESSÃO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2018/02/jordan-b-peterson-questiona-o.html

A LIMPEZA DAS LEIS INÚTEIS, ABSURDAS E NOCIVAS
https://conspiratio3.blogspot.com/2017/02/e-preciso-uma-lei-para-limitar-o-numero.html


OLAVO DE CARVALHO "A guerra cultural é cultural, não é jurídica, puta que pariu. Por definição, toda pressão da autoridade estatal FORTALECE a cultura comunista"
 
OLAVO DE CARVALHO  É ridículo, intolerável e até criminoso raciocinar como se houvesse democracia num país em que a opinião majoritária cristã e conservadora que acaba de eleger o presidente Bolsonaro ficou durante cinquenta anos desprovida de qualquer representação partidária e excluída dos debates públicos, da mídia e das universidades, só logrando fazer-se ouvir quando, perdendo toda a confiança no establishment bem pensante, saiu direto às ruas para gritar, protestar e rasgar de vez a camisa de força em que a aprisionavam a pretexto de “democracia”.
Mesmo depois de a população majoritária ter imposto a sua vontade nas urnas, os apóstolos da “democracia” continuam achando isso tremendamente antidemocrático. É óbvio que aquilo que eles entendem por “democracia” é apenas o centralismo democrático leninista, a liberdade de expressão democrática para o círculo dos privilegiados e a mordaça para todos os demais. E é claro que nem todos aqueles que assim raciocinam o fazem com deliberação consciente, por malícia e premeditação maquiavélica. São apenas maconhados que já perderam há tempos a conexão de palavras e coisas.

OLAVO DE CARVALHOO vigor cultural de um país depende de um e um só fator: a liderança intelectual tem de pertencer aos melhores e mais capacitados, não àqueles cuja fraqueza e inépcia buscam proteção no apoio grupal, na solidariedade corporativa e na mobilização de exércitos de mexeriqueiros. A “revolução cultural” inspirada em Antonio Gramsci, com sua idéia abjeta do “intelectual coletivo”, fez com que a primeira dessas alternativas se tornasse inviável e a segunda prevalecesse necessariamente, obrigando a classe dita intelectual – acadêmica e midiática – a reduzir-se a um bando de saguis odientos e amedrontados, que fogem ao confronto intelectual de um contra um e se refugiam na maledicência coletiva, desesperadoramente uniforme, repetitiva e imbecil.
https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/1172359836249422


SOCIALISMO É A PROMESSA DE OBTER UM RESULTADO POR MEIOS QUE PRODUZEM O RESULTADO INVERSO
(1) Quem são os campeões absolutos na produção de discursos de indignação moral no mundo? Os comunistas. 
(2) Quem são os campeões absolutos na prática do genocídio, da tortura, das prisões em massa, do assassinato de inimigos políticos, da escravização de populações inteiras? Também os comunistas. Há nisso, é claro, um elemento de premeditação manipulatória: “Xingue-s do que você é, acuse-os do que você faz.” OLAVODECARVALHO 

Olavo de Carvalho No estágio que fez nos EUA quando jovem, o Eric Voegelin descobriu que a ordem legal americana copiava quase que exatamente as regras do senso comum, os costumes do povão, ao contrário do que acontecia na Europa, onde os legisladores se entendiam como mestres e reformadores da sociedade, remodeladores do povo.
A ordem social americana refletia a "homoonoia"(para usar o termo de S. Paulo Apóstolo), a unidade espiritual do povo.
Nas últimas décadas, com a imigração forçada, a unidade espiritual vem se desfazendo e a intervenção do Estado modelador se torna cada vez mais intensa.
Notem que, no Brasil, a simples idéia de os legisladores obedecerem à vontade do povo soa escandalosa e "fascista", o que já basta para explicar o sucesso dos grupos criminosos.
 



 

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"Salvarei o Brasil se ouvir em todas as casas ao menos uma jaculatória da minha Coroa das Lágrimas"  https://youtu.be/Po12Ny6K2kI?t=26

GRANDES PROMESSAS https://youtu.be/TuAsi3ZTrZI 
 
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"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho

REZE PELO BRASIL. REZE PELA VERDADE. Ela está em perigo de extinção permanente, substituída por ideologias e pretextos. 

 

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

A VERDADE SOBRE AS "10 MEDIDAS" - Breves anotações ao PL 4.850/16


A VERDADE SOBRE AS "10 MEDIDAS"
O Estado de S. Paulo - 09/12/2016

Breves anotações ao PL 4.850/16
(10 Medidas Contra a Corrupção)


O atual estado das discussões jurídicas no País é preocupante. A crise das instituições renova-se a cada movimento de um tabuleiro armado em terreno pantanoso. As últimas decisões havidas quanto às “10 medidas contra a corrupção” são um exemplo de como a perversão da discussão mais confunde o leigo do que esclarece.
Preocupa sobremodo a escalada punitiva em curso, que parece olvidar as garantias e os direitos constitucionalmente consagrados, em nome de um combate à corrupção que deveria na verdade, ocupar-se da efetiva análise e remoção das causas da corrupção. Punir é necessário, mas evitar o crime é fundamental.
Chega a assustar, pelo ineditismo, a ênfase, o ardor com que tais medidas são defendidas pelos seus autores, a ponto de constranger aqueles que as contestam que de imediato são tachados de apologistas da corrupção. Neste posicionamento, claramente antidemocrático, já se vislumbra um avanço inaceitável do autoritarismo judiciário.
É preciso ter-se presente que a dialética processual, o livre debate de ideias e de propostas, inclusive das dez medidas fazem parte de um sistema onde impera o contraditório e a oposição no plano do pensamento, condição do sistema judiciário democrático.
Inicialmente deve-se realçar que as referidas “ dez medidas”, ao contrário do apregoado por membros do Ministério Público, que estranhamente ameaçam “ renunciar” caso elas não sejam aprovadas, não se apresentam como condição de êxito da referida operação. Aliás, nem a ameaça de “renúncia” dos procuradores abalará a operação, pois o Ministério Público é uno e indivisível. Outros procuradores assumirão as funções dos renunciantes.
Com efeito, ela já demonstrou eficácia no seu objetivo punitivo, sem que as novas medidas estivessem em vigor, como ainda não estão. Inúmeras pessoas já foram investigadas, acusadas e condenadas. Um grande número de prisões preventivas, delações, buscas e apreensões foram executadas, com base no ordenamento jurídico vigente, repita-se, independentemente das medidas apregoadas como indispensáveis.
Tratava-se, a princípio, de projeto que visava munir o Estado de instrumentos eficazes de combate à corrupção. Pretendia-se criar novos tipos penais, aumentar penas e alterar o CPP para agilizar o julgamento dessas matérias. Também se modificavam as leis da ação civil pública, da ação popular e de improbidade administrativa.
Constavam do projeto outras matérias, como a relativa a um “teste de integridade”, com o objetivo de testar a honestidade de agentes públicos; à previsão de tipificação de crime de enriquecimento ilícito; a alterações nos prazos de prescrição penal; à responsabilização de dirigentes partidários e à suspensão do partido, bem como a imposição da extinção de domínio de bens antes da condenação final e a extinção da defesa prévia na ação de improbidade administrativa, entre outras.
Aprovaram-se outras medidas decorrentes dos debates parlamentares, como normas de transparência que obrigam a publicação de estatísticas sobre o MP e o Poder Judiciário; o bem como o treinamento de funcionários públicos contra a corrupção e o aumento de penas para alguns crimes (estelionato, peculato e corrupção).
Dentro desse quadro de discussões jurídicas verdadeiramente anômalas destaca-se também a travada em torno do projeto a respeito do abuso de autoridade. Aliás, no projeto das dez medidas foram inseridos alguns dispositivos que criminalizam condutas específicas de juízes e de promotores.
Estes, com a repercussão que a mídia lhes dá, estão procurando difundir a ideia de que as respectivas figuras típicas representam “ crimes de hermenêutica”. Nada mais enganoso. São tipos que contêm núcleo, elemento subjetivo e elemento normativo, bem definidos vale dizer, são tipos fechados que de forma alguma atingem condutas voltadas à interpretação de lei ou de doutrina. Não se entra no mérito da pertinência de tais criminalizações ou de sua necessidade, o que se afirma apenas, é que não constituem “crime de hermenêutica”
A grita que ecoa de forma estrondosa contra a criminalização do abuso de autoridade refere-se principalmente ao alegado cerceamento que ele causará às autoridades que combatem a corrupção, pondo em risco a operação lava jato.
Ora, vimos que a operação lava jato mostrou-se extremamente eficiente quanto aos fins a que se propôs. Será que tal eficiência decorre de reiterados abusos dos seus responsáveis ? Sem os abusos, doravante as medidas a serem adotadas não surtirão efeitos?
É óbvio que as autoridades afirmarão não ter havido excessos. Desta afirmação, uma pergunta se impõe : se não houve ilegalidades, por que o receio quanto a uma lei que venha a punir abusos ?
Cumpre realçar que todos os países civilizados adotam medidas legislativas que colocam limites à ação punitiva estatal e sancionam condutas que ultrapassam tais limites.
No Brasil o projeto em discussão irá substituir a antiga lei de abuso de autoridade, promulgada em 1966, quando o regime militar já havia sido instalado no país.
O texto original do projeto decorreu de trabalho de grupo designado pelo então presidente do STF, Ministro Gilmar Mendes. Foi relator da matéria o professor Rui Stoco, com a colaboração do Ministro Teori Zavascki, Antonio Humberto de Souza Júnior, Desembargador Vladimir Passos de Freitas e o Professor Luciano Fuck. Posteriormente, integraram o grupo o Dr. Everardo Maciel e a Dra. Dalide Barbosa Alves Corrêa.
Talvez escape da percepção de alguns que não existem tantas novidades na proposta. Apenas giza-se, de forma peremptória, que tais agentes públicos também podem praticar crimes. O que antes era genérico agora é específico. Mas isso, nem de longe, afigura-se como mordaça, freio ou bridão de juiz, de promotor ou de qualquer outra autoridade. A liberdade é, em estado democrático, regra. Sua perversão, crime. E isso, pontue-se, não é inovação explícita do momento, mas discussão já de anos.
Antônio Cláudio Mariz de Oliveira
Hamilton Dias de Souza
Ives Gandra da Silva Martins
Renato de Mello Jorge Silveira
Advogados

https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=1293819177359158&id=165493460191741
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A proposta legislativa encartada nas “10 Medidas contra a corrupção” são um exemplo de desonestidade intelectual. Além de não atacarem a corrupção propriamente dita, mas somente em alguns pontos a consequência da corrupção, em verdade tais medidas são uma alteração legislativa que visa conferir mais poder e dinheiro ao Ministério Público para criminalizar largamente a vida dos cidadãos e da sociedade civil em geral.
http://voxbrasilis.com/ha-pretensao-autoritaria-diz-critico-de-propostas-do-ministerio-publico/

"As 10 medidas do MPF misturam nazismo, estalinismo e castrismo.
Mais uma evidência do caráter de quem criou e defende essas medidas estatistas:  Procurador preso nesta quinta foi à Câmara defender pacote "anticorrupção" do MPF"
http://www.conjur.com.br/2017-mai-18/procurador-preso-foi-camara-defender-pacote-anticorrupcao-mpf
https://www.facebook.com/renato.amoedo88/posts/10207282874985164
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PAULO ENEAS - Como já dissemos anteriormente em outro artigo, deve-se reconhecer em primeiro lugar que a apresentação desse projeto de Dez Medidas foi um erro de cálculo político. Procuradores do Ministério Público seguramente são competentes na execução das tarefas que lhes são próprias, e o sucesso da Lava Jato até aqui se constitui na evidência inquestionável disso. Mas são amadores no que diz respeito ao jogo político mais pesado de enfrentamento com a classe política. 
Diante desse quadro, uma saída estratégica que pode e deve ser considerada é a retirada do Projeto de Lei da Dez Medidas da pauta de votação. Se o projeto for retirado por iniciativa de seus proponentes, os políticos ficarão “sem chão” no que diz respeito à intenção de aprovar a anistia ao caixa dois e outras medidas de blindagem a seus crimes. E diante do compromisso público do presidente Michel Temer de exercer seu poder de veto, ficaria com a classe política inteira o ônus de tomar a iniciativa de apresentar outro projeto de lei de anistia, tentar aprová-lo e em seguida tentar derrubar o veto presidencial. Essa seria ao nosso ver a melhor opção política a ser exercida nesse momento.
https://criticanacional.wordpress.com/2016/11/26/as-dez-medidas-anistia-ao-caixa-dois-uma-possivel-saida-estrategica/
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MAIS CRÍTICAS ÀS 10 MEDIDAS CONTRA A CORRUPÇÃO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/12/mais-criticas-as-10-medidas.html

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 AS 10 MEDIDAS EM XEQUE http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/09/alexandre-seltz-10-medidas-contra.htmlÀs
Às vezes parece que vereadores, deputados, senadores imaginam que leis são bombons de licor que eles devem produzir aos milhares e distribuir para o povo. Mas a lei é um mal, um mal necessário,  por isso  deve ser dosada como um remédio. Mais leis significam mais Estado; mais Estado, mais concentração de poder, opacidade, arbitrariedades e CORRUPÇÃO, por incrível que pareça. Um Estado gigante acoberta tudo e tem todo o poder para fazer do povo uma grande manada para seu sustento. Esse é o projeto socialista atualmente em curso em nosso mundo. O Estado agora é o nosso inimigo número 1 e NÃO devemos dar mais poder a ele. Isso tem que ficar muito claro: O MAIOR PERIGO AGORA É O ESTADO, e não a corrupção.

Olavo de Carvalho - Se existe um poder legislativo em atividade permanente, o número de leis e regulamentos aumenta necessariamente até ultrapassar a capacidade de absorção não apenas do cidadão comum, mas até dos estudiosos especializados. Todos ficam à mercê de leis que desconhecem e cujo desconhecimento, ao mesmo tempo, não têm o direito de alegar. Com o tempo, todas as democracias se transformam em tiranias por meio do seu simples funcionamento normal, sem necessidade de nenhum golpe de Estado.
https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/772164386268971

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 Hoje, a prioridade é proteger a liberdade de expressão, a liberdade de crítica e, sobretudo a liberdade na Internet, que garante alguma verdade em circulação. Porque nós é que estamos fazendo a coisa andar: divulgamos o que a imprensa esconde, pressionamos para um xeque-mate na rainha, com o nosso apoio, a Lava jato pode avançar. Então, somos o INIMIGO NÚMERO UM e o alvo inevitável da ORCRIM e daquele congresso vendido. Muito cuidado com as entrelinhas das suas leis. Leis nas mãos de criminosos e esquerdistas é um perigo MAIOR que a corrupção.
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/11/a-prioridade-e-defender-liberdade-na.html
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O maior perigo que hoje nos ronda se chama DITADURA. Corrupção sistêmica e outros problemas são frutos da tramóia para roubar PODER, liberdades, direitos, conhecimento, e todos os recursos distribuídos na sociedade.
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 A CONSPIRAÇÃO DO FORO DE SÃO PAULO

"Nada, na História universal da empulhação, se compara ao trabalho de conjunto feito pela mídia brasileira para ocultar do eleitorado as conexões que ligavam Lula não só a Hugo Chávez e a Fidel Castro, mas a todos os movimentos revolucionários do continente —- incluindo organizações criminosas como as Farc e o MIR chileno —-, obedientes às diretrizes do Foro de São Paulo, fundado e dirigido por ele. "
OLAVO DE CARVALHO


OLAVO DE CARVALHO - "A fala do Perez Esquivel, os comentários do Glenn Greenwald na CNN e outras manifestações similares talvez ajudem a “oposição” nacional a compreender, finalmente, algo que deveria ser claro e patente desde há vinte anos pelo menos: o PT, em si, não é nada. Ele é só uma das milhares de fachadas do MOVIMENTO COMUNISTA INTERNACIONAL. Este é o inimigo verdadeiro. Enquanto liberais e conservadores ficam combatendo a “corrupção”, fazendo sempre aquela cara sublime de superior neutralidade ideológica, ele vem pelas costas e esfaqueia um por um. O despreparo, a mistura de timidez com afetação de superioridade, a burrice presunçosa da nossa “direita” ainda podem dar ao comunopetismo uma sobrevida de muitos anos, sob outros nomes ou até com o mesmo." * "Os esquerdistas podem dar-se o luxo de permanecer burros e incultos. Isso fortalece a sua insensibilidade cínica e os ajuda a mentir sem o menor problema de consciência. NÓS não podemos fazer o mesmo. Quem luta pela mentira nada perde com ignorar a verdade. Mas como lutar pela verdade sem conhecê-la, sem nem mesmo lhe prestar atenção?"
https://olavodecarvalhofb.wordpress.com/2016/04/30/30042016/

É O ESTADO que cria a corrupção e a única forma de reduzi-la é reduzindo o estado
http://www.ilisp.org/noticias/e-o-estado-que-cria-corrupcao-e-unica-forma-de-reduzi-la-e-reduzindo-o-estado/

"O Salvador da Pátria"
. A ideia mais elementar daquilo que se contrapõe aos regimes totalitários, e que ficou popularmente conhecido com a alcunha de "direita", é a desconfiança em relação à burocracia estatal. A esquerda acha que o Estado pode e deve reformar a sociedade (seja para fazer surgir a raça pura ariana, como no caso do socialismo nacionalista; seja para fazer surgir a casta proletária idealizada, como no caso do socialismo marxista); a direta, ao contrário, acredita (pelo menos deveria acreditar) que as leis não existem para reformar a sociedade, mas para colocar limites no poder da ação estatal.
https://www.facebook.com/persiomenezes/posts/10153946637121956

Quanta pressão popular seria necessária para o congresso aprovar leis que o poriam na prisão? Por que a Lava Jato tentou essa façanha impossível?
"A ingenuidade de uns não justifica a malícia de outros, mas, cá entre nós, pedir que os bandidos legislem contra eles mesmos é sentar numa piroca explosiva."  01/12/2016 OLAVO DE CARVALHO

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LEIS CAVALO-DE-TRÓIA - Gente! abre o olho! Armadilha, mentira e inversão sempre foi o modus operandi da esquerda: direitos humanos servem para tirar direitos dos humanos e concentrar poder nas mãos do Estado, Estatuto do desarmamento é para desarmar as vítimas,  o politicamente correto é para justificar a perseguição e criminalização das pessoas direitas, enfim, palavra de comunista é invertida para destruir a percepção da realidade e do perigo que a sociedade está correndo. Eles têm que PARAR de fazer leis! E mais, as leis compradas e manipuladas por esquerdistas e vendidos TÊM QUE SER DESFEITAS! Tudo isso vai ser usado contra nós, internautas, que somos o inimigo número um da ORCRIM.  http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/11/a-prioridade-e-defender-liberdade-na.html

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INVERSÃO NO DIREITO - direitos fundamentais estão sendo violados por outros "direitos" https://youtu.be/0RgEmPF0ZPw?t=3445 

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USO POLÍTICO DAS LEIS




Conselheiro Acácio- STF, RENAN CALHEIROS E A TEORIA DO BODE EXPIATÓRIO https://youtu.be/9Ed4SLNjVsQ



sábado, 2 de janeiro de 2016

NAZISMO E COMUNISMO SÃO COLETIVISTAS, ESTATISTAS E TOTALITÁRIOS POR NATUREZA


por ,


Minha intenção é expor dois pontos principais: (1) Mostrar que a Alemanha Nazista era um estado socialista, e não capitalista. E (2) mostrar por que o socialismo, compreendido como um sistema econômico baseado na propriedade estatal dos meios de produção, necessariamente requer uma ditadura totalitária.
O que Mises identificou foi que a propriedade privada dos meios de produção existia apenas nominalmente sob o regime Nazista, e que o verdadeiro conteúdo da propriedade dos meios de produção residia no governo alemão. Pois era o governo alemão e não o proprietário privado nominal quem decidia o que deveria ser produzido, em qual quantidade, por quais métodos, e a quem seria distribuído, bem como quais preços seriam cobrados e quais salários seriam pagos, e quais dividendos ou outras rendas seria permitido ao proprietário privado nominal receber.

A posição do que se alega terem sido proprietários privados era reduzida essencialmente à função de pensionistas do governo, como Mises demonstrou.
A propriedade governamental "de fato" dos meios de produção, como Mises definiu, era uma consequência lógica de princípios coletivistas fundamentais adotados pelos nazistas como o de que o bem comum vem antes do bem privado e de que o indivíduo existe como meio para os fins do estado. Se o indivíduo é um meio para os fins do estado, então, é claro, também o é sua propriedade. Do mesmo modo em que ele pertence ao estado, sua propriedade também pertence.
(...)
Este foi o socialismo instituído pelos nazistas. Mises o chama de modelo alemão ou nazista de socialismo, em contraste ao mais óbvio socialismo dos soviéticos, ao qual ele chama de modelo russo ou bolchevique de socialismo.
O socialismo, é claro, não acaba com o caos causado pela destruição do sistema de preços. Ele apenas perpetua esse caos. E se introduzido sem a existência prévia de controle de preços, seu efeito é inaugurar este mesmo caos. Isto porque o socialismo não é um sistema econômico verdadeiramente positivo. É meramente a negação do capitalismo e seu sistema de preços. E como tal, a natureza essencial do socialismo é a mesma do caos econômico resultante da destruição do sistema de preços por meio do controle de preços e salários.
(...)
Os requisitos para a manutenção do sistema de controle de preços e salários trazem à luz a natureza totalitária do socialismo — mais obviamente, é claro, na variante alemã ou nazista de socialismo, mas também no estilo soviético.
Podemos começar com o fato de que o autointeresse financeiro dos vendedores operando sob o controle de preços seja de contornar tais controles e aumentar seus preços. Compradores, antes impossibilitados de obter os bens, estão dispostos a — na verdade, ansiosos para — pagar estes preços mais altos como meio de garantir os bens por eles desejados. Nestas circunstâncias, o que pode impedir o aumento dos preços e o desenvolvimento de um imenso mercado negro?

A resposta é a combinação de penas severas com uma grande probabilidade de ser pego e, então, realmente punido. É provável que meras multas não gerem a dissuasão necessária. Elas serão tidas como simplesmente um custo adicional. Se o governo deseja realmente fazer valer o controle de preços, é necessário que imponha penalidades comparadas àquelas dos piores crimes.

Mas a mera existência de tais penas não é o bastante. O governo deve tornar realmente perigosa a condução de transações no mercado negro. Deve fazer com que as pessoas temam que agindo desta forma possam, de alguma maneira, ser descobertas pela polícia, acabando na cadeia. Para criar tal temor, o governo deve criar um exército de espiões e informantes secretos. Por exemplo, o governo deve fazer com que o dono da loja e o seu cliente tenham medo de que, caso venham a se engajar em uma transação no mercado negro, algum outro cliente na loja vá lhe informar.

Devido à privacidade e sigilo em que muitas transações no mercado negro ocorrem, o governo deve ainda fazer com que qualquer participante de tais transações tenha medo de que a outra parte possa ser um agente da polícia tentando apanhá-lo. O governo deve fazer com que as pessoas temam até mesmo seus parceiros de longa data, amigos e parentes, pois até eles podem ser informantes.

E, finalmente, para obter condenações, o governo deve colocar a decisão sobre a inocência ou culpa em casos de transações no mercado negro nas mãos de um tribunal administrativo ou seus agentes de polícia presentes. Não pode contar com julgamentos por júris, devido à dificuldade de se encontrar número suficiente de jurados dispostos a condenar a vários anos de cadeia um homem cujo crime foi vender alguns quilos de carne ou um par de sapatos acima do preço máximo fixado.

Em suma, a partir daí o requisito apenas para a aplicação das regulamentações de controle de preços é a adoção de características essenciais de um estado totalitário, nominalmente o estabelecimento de uma categoria de "crimes econômicos", em que a pacífica busca pelo autointeresse material é tratada como uma ofensa criminosa grave. Para tanto é necessário o estabelecimento de um aparato policial totalitário, repleto de espiões e informantes, com o poder de prisões arbitrárias.

Claramente, a imposição e a fiscalização do controle de preços requerem um governo similar à Alemanha de Hitler ou à Rússia de Stalin, no qual praticamente qualquer pessoa pode ser um espião da polícia e no qual uma polícia secreta existe e tem o poder de prender pessoas. Se o governo não está disposto a ir tão longe, então, nesta medida, o controle de preços se prova inaplicável e simplesmente entra em colapso. Nesse caso, o mercado negro assume maiores proporções.

(Observação: não estou sugerindo que o controle de preços foi a causa do reino de terror instituído pelos nazistas. Estes iniciaram seu reino de terror bem antes da decretação do controle de preços. Como resultado, o controle de preços foi decretado em um ambiente feito para a sua aplicação.)
(...)
Além disso, em qualquer tipo de estado socialista — nazista ou comunista —, o plano econômico do governo é parte da lei suprema do país. Temos uma boa ideia de quão caótico é o chamado processo de planejamento do socialismo. O distúrbio adicional causado pelo desvio, para o mercado negro, de suprimentos de produção e outros bens é algo que o estado socialista toma como um ato de sabotagem ao planejamento econômico nacional. E sabotagem é como o ordenamento jurídico dos estados socialistas se refere a isto. Em concordância com este fato, atividades de mercado negro são, com frequência, punidas com pena de morte.

Um fato fundamental que explica o reino de terror generalizado encontrado sob o socialismo é o incrível dilema em que o estado socialista se coloca em relação à massa de seus cidadãos. Por um lado, o estado assume total responsabilidade pelo bem-estar econômico individual. O estilo de socialismo russo ou bolchevique declara abertamente esta responsabilidade — esta é a fonte principal do seu apelo popular. Por outro lado, o estado socialista desempenha essa função de maneira desastrosa, tornando a vida do indivíduo um pesadelo.
Todos os dias de sua vida, o cidadão de um estado socialista tem de perder tempo em infindáveis filas de espera. Para ele, os problemas enfrentados pelos americanos com a escassez de gasolina nos anos 1970 são normais; só que ele não enfrenta este problema em relação à gasolina — pois ele não tem um carro e nem a esperança de ter — mas sim em relação a itens de vestuários, verduras, frutas, e até mesmo pão.
Pior ainda: ele é forçado a trabalhar em um emprego que não foi por ele escolhido e que, por isso, deve odiar. (Já que sob escassezes, o governo acaba por decidir a alocação de trabalho da mesma maneira que faz com a alocação de fatores de produção materiais.) E ele vive em uma situação de inacreditável superlotação, com quase nenhuma chance de privacidade. Frente à escassez habitacional, pessoas estranhas são designados pelo governo a morarem juntas; famílias são obrigadas a compartilhar apartamentos. Um sistema de passaportes e vistos internos é adotado a fim de limitar a severidade da escassez habitacional em áreas mais desejáveis do país. Expondo suavemente, uma pessoa forçada a viver em tais condições deve ferver de ressentimento e hostilidade.

Contra quem seria lógico que os cidadãos de um estado socialista dirigissem seu ressentimento e hostilidade se não o próprio estado socialista? Contra o mesmo estado socialista que proclamou sua responsabilidade pela vida deles, prometeu uma vida de bênção, e que é responsável por proporcionar-lhes uma vida de inferno. De fato, os dirigentes de um estado socialista vivem um dilema no qual diariamente encorajam o povo a acreditar que o socialismo é um sistema perfeito em que maus resultados só podem ser fruto do trabalho de pessoas más. Se isso fosse verdade, quem poderiam ser estas pessoas más senão os próprios líderes, que não apenas tornaram a vida um inferno, mas perverteram a este ponto um sistema supostamente perfeito?

A isso se segue que os dirigentes de um estado socialista devem temer seu povo. Pela lógica das suas ações e ensinamentos, o fervilhante e borbulhante ressentimento do povo deveria jorrar e engoli-los numa orgia de vingança sangrenta. Os dirigentes sentem isso, ainda que não admitam abertamente; e, portanto, a sua maior preocupação é sempre manter fechada a tampa da cidadania.

Consequentemente, é correto, mas bastante inadequado, dizer apenas que "o socialismo carece de liberdade de imprensa e expressão." Carece, é claro, destas liberdades. Se o governo é dono de todos os jornais e gráficas, se ele decide para quais propósitos a prensa e o papel devem ser disponibilizados, então obviamente nada que o governo não desejar poderá ser impresso. Se a ele pertencem todos os salões de assembléias e encontros, nenhum pronunciamento público ou palestra que o governo não queira não poderá ser feita. Mas o socialismo vai muito além da mera falta de liberdade de imprensa e de expressão.

Um governo socialista aniquila totalmente estas liberdades. Transforma a imprensa e todo foro público em veículos de propaganda histérica em prol de si mesmo, e pratica cruéis perseguições a todo aquele que ouse desviar-se uma polegada da linha do partido oficial. A razão para isto é o medo que o dirigente socialista tem do povo. Para se proteger, eles devem ordenar que o ministério da propaganda e a polícia secreta façam de tudo para reverter este medo. O primeiro deve tentar desviar constantemente a atenção do povo quanto à responsabilidade do socialismo, e dos dirigentes socialistas, em relação à miséria do povo. O outro deve desestimular e silenciar qualquer pessoa que possa, mesmo que remotamente, sugerir a responsabilidade do socialismo ou de seus dirigentes em relação à miséria do povo — ou seja, deve desestimular qualquer um que comece a mostrar sinais de estar pensando por si mesmo.

É por causa do terror dos dirigentes, e da sua necessidade desesperada de encontrar bodes-expiatórios para as falhas do socialismo, que a imprensa de um país socialista está sempre cheia de histórias sobre conspirações e sabotagens estrangeiras, e sobre corrupção e mau gerenciamento da parte de oficiais subordinados, e por que, periodicamente, é necessário desmascarar conspirações domésticas e sacrificar oficiais superiores e facções inteiras do partido em gigantescos expurgos.

E é por causa do seu terror, e da sua necessidade desesperada de esmagar qualquer suspiro de oposição em potencial, que os dirigentes do socialismo não ousam permitir nem mesmo atividades puramente culturais que não estejam sob o controle do estado. Pois se o povo se reúne para uma amostra de arte ou um sarau de literário que não seja controlado pelo estado, os dirigentes devem temer a disseminação de idéias perigosas. Quaisquer idéias não-autorizadas são idéias perigosas, pois podem levar o povo a pensar por si mesmo e, a partir daí, começar a pensar sobre a natureza do socialismo e de seus dirigentes. Estes devem temer a reunião espontânea de qualquer punhado de pessoas em uma sala, e usar a polícia secreta e seu aparato de espiões, informantes, e mesmo o terror para impedir tais encontros ou ter certeza de que seu conteúdo é inteiramente inofensivo do ponto de vista do estado.

A inescapável conclusão a ser traçada é a de que o terror experimentado nos países socialistas não foi simplesmente culpa de homens maus, como Stalin, mas sim algo que brota da natureza do sistema socialista. Stalin vem à frente porque sua incomum perspicácia e disposição ao uso do terror foram as características específicas mais necessárias para um líder socialista se manter no poder. Ele ascendeu ao topo por meio de um processo de seleção natural socialista: A SELEÇÃO DO PIOR.
(...)
A razão pela qual social-democratas não estabelecem o socialismo quando estão no poder, é que eles não estão dispostos a fazer o que seria necessário. O estabelecimento do socialismo como um sistema econômico requer um ato maciço de roubo — os meios de produção devem ser expropriados de seus donos e tomados pelo estado. É virtualmente certo que tais expropriações provoquem grande resistência por parte dos proprietários, resistência que só pode ser vencida pelo uso de força bruta.

Os comunistas estavam e estão dispostos a usar esta força, como evidenciado na União Soviética. Seu caráter é o dos ladrões armados preparados para matar caso isso seja necessário para dar cabo dos seus planos. O caráter dos social-democratas, em contraste, é mais próximo ao dos batedores de carteira: eles podem até falar em coisas grandiosas, mas não estão dispostos a praticar a matança que seria necessária; e desistem ao menor sinal de resistência séria.

Já os nazistas, em geral não tiveram que matar para expropriar a propriedade dos alemães, fora os judeus. Isto porque, como vimos, eles estabeleceram o socialismo discretamente, por meio do controle de preços, que serviu para manter a aparência de propriedade privada. Os proprietários eram, então, privados da sua propriedade sem saber e, portanto, sem sentir a necessidade de defendê-la pela força.
Creio ter demonstrado que o socialismo — o socialismo de verdade — é totalitário pela sua própria natureza.

http://mises.org.br/ArticlePrint.aspx?id=98




NAZISMO É SOCIALISMO

Como a direita conservadora, que recentemente, graças sobretudo à internet, teve acesso ao pensamento conservador, censurado velada e abertamente nas faculdades de Humanas do Brasil, e percebeu que conservadorismo não tem nada a ver com o que a esquerda diz que o conservadorismo é (natürlich), a incipiente direita brasileira lembrou ao mundo que o nacional-socialismo é uma forma de socialismo (…!), e não de conservadorismo ou capitalismo.

O nazismo, que sempre se apresentou como uma terceira via, pega elementos do socialismo (sobretudo as antigas teses germânicas sobre socialismo), do trabalhismo e do sindicalismo político.

O sindicalismo, aliado ao islamismo, já havia realizado o primeiro genocídio da história a superar 1 milhão de mortos: o grupo Jovens Turcos (Jön Türkler), que se opunha à monarquia do Abdülhamid II no Império Otomano (atual Turquia), buscando uma homogeneização cultural com laços com a Revolução Russa, promoveu o genocídio de cristãos armênios em 1915, durante a Primeira Guerra. A Armênia foi, provavelmente, o primeiro lugar do mundo a se converter ao cristianismo.

Mais em: Resposta ao textículo do militante do PSOL no blog do Guga Chacra sobre “nazismo ser de direita”  https://sensoincomum.org/2017/08/17/resposta-guga-chacra-nazismo-direita/  

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A SELEÇÃO DO PIOR E A DISTORÇÃO PREMEDITADA NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO:

As boas teorias deveriam tomar o lugar das ruins, já que as boas são as que sobrevivem à refutação, e o sentido deveria tomar o lugar da falta de sentido, que não tem nada a nos dizer. Nas humanidades, porém, parece vigorar uma espécie de lei de Gresham: as teorias ruins substituem as boas, a falta de sentido substitui o sentido. Há várias explicações para esse fenômeno, algumas mais plausíveis que outras. O ponto importante é que a sobrevivência de uma teoria não depende de sua capacidade de permanecer irrefutável, mas de sua capacidade de tornar a refutação indesejável, impossível ou ambas as coisas. A refutação é indesejável quando a teoria está tão vinculada a uma posição política que se torna quase indistinguível dela; e é impossível quando a teoria está cercada por uma impenetrável muralha de nonsense.  

O jargão afetado e sem sentido é muito mais eficaz na propagação das opiniões de esquerda e progressistas que os argumentos bem fundamentados, pela simples razão de que as opiniões progressistas, quando afirmadas explicitamente, expõem-se a ser refutadas. O objetivo do jargão não é encontrar razões inovadoras para a oposição cultural, mas torná-la incontestável ao colocá-la além do debate racional.     (Resumido de "ARGUMENTOS PARA O CONSERVADORISMO", Roger Scruton)

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A inescapável conclusão a ser traçada é a de que o terror experimentado nos países socialistas não foi simplesmente culpa de homens maus, como Stalin, mas sim algo que brota da natureza do sistema socialista. Stalin vem à frente porque sua incomum perspicácia e disposição ao uso do terror foram as características específicas mais necessárias para um líder socialista se manter no poder. Ele ascendeu ao topo por meio de um processo de seleção natural socialista: A SELEÇÃO DO PIOR. https://conspiratio3.blogspot.com/2016/01/nazismo-e-comunismo-sao-coletivistas.html

 

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Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História: 

"Para o filósofo polonês Leszek Kolakowski, o bolchevismo e o fascismo representaram duas encarnações da presença desastrosa do diabo na história: "O diabo (...) inventou Estados ideológicos, ou seja, Estados cuja legitimidade é fundada no fato de seus proprietários serem proprietários da verdade. Se te opões a tal Estado ou a seu sistema, és um inimigo da verdade."  (...) Ambos os movimentos revolucionários execravam e denunciavam o liberalismo, a democracia e o parlamentarismo como degradações da verdadeira política, que transcenderia todas as divisões através do estabelecimento de comunidades perfeitas (definidas como sem classe ou racialmente). Fundamentalmente ateus, assim o comunismo como o fascismo organizaram seus objetivos políticos em discursos de suposta emancipação, agindo como religiões políticas destinadas a livrar o indivíduo das imposições da moralidade e legalidade tradicionais."

 "Aqui está a essência e mistério das experiências totalitárias do século XX: "a rejeição completa de todas as barreiras e todas as restrições que a política, a civilização, a moralidade, a religião, os sentimentos naturais de compaixão e as idéias universais de fraternidade construíram a fim de moderar, reprimir ou sublimar o potencial humano para a violência coletiva ou individual."

As similaridades reais entre os experimentos comunista e fascista (o papel crucial do partido, a preeminência da ideologia, a polícia secreta ubíqua, a fascinação com a tecnologia, o culto frenético do "Homem Novo", a celebração quase-religiosa do líder carismático) não devem turvar distinções significativas (sendo uma a ausência, no nazismo, de julgamentos-espetáculos ou expurgos intrapartidários permanente)."

"Concordo com o cientista político Pierre Hassner que, a despeito das diferenças entre stalinismo e nazismo, afirma que sua característica comum fundamental e definidora foi seu frenesi genocida.(...) Por outro lado, assim o stalinismo como o nazismo procuravam "inimigos objetivos" e operavam com noções de culpa coletiva, ou mesmo genética."

"No caminho da transformação permanente, ambos, comunismo e fascismo imaginaram a EXTINÇÃO DO INDIVÍDUO (ou melhor, visavam a ela), inventando critérios igualmente obrigatórios de fé, lealdade, e status cristalizados num mito político diretor. E, de fato, isto define a religiosidade de uma existência coletiva - "Quando alguém sujeita todos os recursos do espírito, todas as submissões da vontade, todos os ardores do fanatismo a uma causa ou a um ser que se torna a finalidade e o guia de todos os pensamentos e ações." Assim o stalinismo como o nazismo enfatizaram a necessidade de integração social e pertencimento comunal através da exclusão de OUTROS específicos." "Elas fiavam-se em "criar cumplicidade, ao passo que operavam isolando e destruindo uma minoria escolhida, cujo estado aterrorizado confirmava o desejo racional do resto de ser incluído e protegido." A legitimidade deles era baseada numa síntese entre coerção e consentimento." 

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HITLER STALIN

Os teóricos políticos do nazismo sempre afirmaram enfaticamente que o "Estado ético" de Mussolini e o "Estado Ideológico" de Hitler não podem ser mencionados no mesmo fôlego."

Disse Goebbels acerca da diferença entre o fascismo e o nacional-socialismo: “[O fascismo] é […] completamente diferente do nacional-socialismo. Enquanto este último desce até as raízes, o fascismo é superficial” “[O Duce] não é um revolucionário como o Führer ou Stálin. Está tão preso ao povo italiano que lhe faltam as amplas qualidades de um revolucionário em escala mundial”

" Himmler expressou a mesma opinião num discurso pronunciado em 1943 numa Conferência de Oficiais Comandantes: “O fascismo e o nacional-socialismo são fundamentalmente diferentes, […] não há absolutamente nenhuma comparação entre eles como movimentos espirituais e ideológicos”

Hitlers Tischgespräche , p. 113. Nessa obra encontramos ainda numerosos exemplos que demonstram que, ao contrário de certas lendas do pós-guerra, Hitler nunca pretendeu defender “o Ocidente” contra o bolchevismo, mas sempre esteve disposto a unir-se aos “vermelhos” para destruir o Ocidente, mesmo durante a luta contra a União Soviética. Sabemos hoje que Stálin foi repetidamente advertido quanto ao iminente ataque de Hitler à União Soviética. Mesmo quando o adido militar soviético em Berlim o informou quanto ao dia do ataque nazista, Stálin recusou-se a crer que Hitler violaria o tratado.

Extraído do livro AS ORIGENS DO TOTALITARISMO, de H. Arendt
 
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Todo o pessoal de rabo pre$o TEM DE SER INVESTIGADO porque, mais cedo ou mais tarde, aparecerão as maracutaias.  Comunismo é isso, a substituição dos competentes pela quadrilha e das leis pela vontade do líder, sem escrúpulos e sem limites, sem nenhum respeito por direitos ou regras. A depredação da verdade faz parte do processo comunista de destruição da civilização, dos valores "burgueses", do estado de direito, da meritocracia, para darem lugar ao sistema em que o poder é o critério, e a vontade do partido é a voz de deus, está acima das leis e DEFINE A VERDADE. 
É um sistema que privilegia e seleciona psicopatas para posições de poder. Tudo isso com a sua ajuda, caso você engula a isca. Juízes, deputados, senadores, empresários, jornalistas, administração pública e todos que apoiam esse esquema não poderão reclamar dos crimes, mentiras e absurdos que constituem seu método de tomada de poder e de GOVERNAR! Serão responsáveis pela instalação de um SISTEMA DE DOMINAÇÃO FEITO  PARA PSICOPATAS e terão de conviver para sempre com isso.

"Em uma patocracia, todas as posições de liderança (desde o líder de bairro e os gerentes de comunidades cooperativas, sem mencionar os diretores das unidades de polícia, os serviços especiais de pessoal da polícia e os ativistas do partido patocrático) devem ser preenchidas por indivíduos com anomalias psicológicas correspondentes, que são herdadas, como regra. Contudo, tais pessoas constituem uma pequena porcentagem da população, o que faz com que elas sejam mais valiosas para os patocratas. Seu nível intelectual ou habilidades profissionais não podem ser levadas em consideração, uma vez que as pessoas que representam as habilidades superiores são ainda mais difíceis de serem encontradas. Depois que um sistema como esse tenha permanecido por vários anos, cem por cento de todos os casos de psicopatia essencial estarão envolvidos em uma atividade patocrática. Eles são considerados os mais leais, mesmo que alguns deles tenham estado anteriormente envolvidos com o outro lado, de alguma forma. Sob tais condições, nenhuma área da vida social pode se desenvolver normalmente, seja na economia, cultura, ciência, tecnologia, ou administração. A patocracia progressivamente paralisa tudo. As pessoas normais tendem a desenvolver um nível de paciência além do alcance de qualquer pessoa que vive em um sistema do homem normal, somente a fim de explicar o que fazer e como fazer para alguma mediocridade obtusa de um deficiente psicológico, que foi colocado em uma posição como responsável por algum projeto que ele não pode nem entender, muito menos gerenciar. Esse tipo especial de pedagogia – instruir pessoas com deficiências enquanto se evita sua ira – requer uma grande quantidade de tempo e de esforço, mas de outra forma não seria possível manter condições de vida toleráveis e realizações necessárias na área econômica e na vida intelectual de uma sociedade. Mesmo com tais esforços, a patocracia progressivamente penetra em todo lugar e embota tudo." do livro PONEROLOGIA: PSICOPATAS NO PODER
PONEROLOGIA: PSICOPATAS NO PODER

 "A inescapável conclusão a ser traçada é a de que o terror experimentado nos países socialistas não foi simplesmente culpa de homens maus, como Stalin, mas sim algo que brota da natureza do sistema socialista. Stalin vem à frente porque sua incomum perspicácia e disposição ao uso do terror foram as características específicas mais necessárias para um líder socialista se manter no poder. Ele ascendeu ao topo por meio de um processo de seleção natural socialista: A SELEÇÃO DO PIOR. "
http://mises.org.br/ArticlePrint.aspx?id=98

Olavo de Carvalho A elevação do Lumpenproletariado ao estatuto de classe especial é uma revolução cultural mais profunda e devastadora do que a imaginação de qualquer político ou general brasileiro pode captar. Todos eles são arrastados por ela sem perceber, e quanto mais se escravizam aos novos cânones menos sentem a gravidade da coisa.
Olavo de Carvalho Como teórico e propugnador da elevação do Lumpenproletariado à condição de agente político, o Caggad é o responsável moral por TODA a roubalheira petista e um criminoso ainda mais perigoso do que o Lula.
Olavo de Carvalho A doutrina Caggad vai muito além daquilo que o Diogo Pessi denominou "bandidolatria": ela é a CONSAGRAÇÃO OFICIAL dos criminosos, drogados e psicopatas como componentes da CLASSE DOMINANTE.
Olavo de Carvalho O PT não apenas integrou o Lunpenproletariado na política, mas o transformou em classe privilegiada, detentora de méritos e direitos negados ao restante da população.
Olavo de Carvalho Como é possível que em duas décadas de debates sobre a corrupção, o termo Lumpenproletariado NUNCA apareça, embora seja o nome mesmo da estratégia corruptora mais vasta e perigosa?
Olavo de Carvalho Caraio, por que, nas altas esferas, entre tantos luminares do pensamento político, NINGUÉM jamais disse uma palavra sobre a ascensão do Lumpenproletariado, que é a causa de TODOS os males do Brasil há duas décadas? Por que só discutem futilidades e nunca a substância das coisas?

 
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ROBERTO MOTTA - O QUE SÃO FASCISMO E COMUNISMO https://youtu.be/W85x20KnoUU?t=617

 
COMUNOCINISMO - A ESQUERDA CONTINUA A VIGARISTA DE SEMPRE - REINALDO AZEVEDO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/12/comunocinismo-esquerda-continua.html

RELAÇÕES DE PODER PREDOMINAM SOBRE A RELAÇÃO COM A REALIDADE
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/10/comunismo-o-reino-do-subjetivismo-olavo.html


OU SE TEM MERITOCRACIA, OU SE TEM APARELHAMENTO COMUNISTA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/01/ou-se-tem-meritocracia-ou-se-tem.html

A MENTIRA COMO MÉTODO - Ferreira Gullar
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2014/09/a-mentira-como-metodo-ferreira-gullar.html  


“Corrupção no Brasil assusta o mundo” Chefe do Tribunal Penal Internacional, Haia, Países Baixos pede investigação internacional
http://pensabrasil.com/corrupcao-no-brasil-assusta-o-mundo-chefe-do-tribunal-penal-internacional-haia-paises-baixos-pede-investigacao-internacional/

O GRANDE MENTIROSO: Como Theodor Adorno redefiniu o fascismo
http://tradutoresdedireita.org/o-grande-mentiroso-como-theodor-adorno-redefiniu-o-fascismo/

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Três golpes venezuelanos    

Demétrio Magnoli didaticamente explicou os três golpes que Nicolás Maduro vem aplicando – no judiciário, nas eleições e no parlamento – para se manter no poder. Mas a coluna de hoje na Folha vale ainda mais pela conclusão, onde é escancarada a complacência silenciosa do governo Dilma para com a ditadura venezuelana:
"A Venezuela contou com a mão amiga do lulopetismo em toda a longa senda que a levou da democracia ao caudilhismo, e dele à ditadura. Os três golpes de Maduro contra a voz da maioria destinam-se a provocar uma crise institucional e uma ruptura violenta. O chavismo agonizante busca o confronto nas ruas para fugir ao veredito das urnas. Dilma não irá a Caracas, pois decidiu transformar o Brasil em avalista desse desenlace."
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