O QUE É SOCIALISMO? O SOCIALISMO REAL, CRIMES E ARGUMENTAÇÕES DESONESTAS - OLAVO DE CARVALHO "O ideal socialista é, em essência, a atenuação ou eliminação das diferenças de poder econômico por meio do poder político. Mas ninguém pode arbitrar eficazmente diferenças entre o mais poderoso e o menos poderoso sem ser mais poderoso que ambos: o socialismo tem de concentrar um poder capaz não apenas de se impor aos pobres, mas de enfrentar vitoriosamente o conjunto dos ricos. Não lhe é possível, portanto, nivelar as diferenças de poder econômico sem criar desníveis ainda maiores de poder político." https://conspiratio3.blogspot.com/2013/10/o-que-e-socialismo-olavo-de-carvalho.html
ROMEU TUMA EM 2014 JÁ DENUNCIAVA O ESTADO APARELHADO TRABALHANDO CONTRA O CIDADÃO
*
Suprimida a Lei Natural, o comunismo desencadeia o mal sem limites:
Encíclica Divinis Redemptoris Horrores do Comunismo na Espanha "Não
é esta ou aquela igreja destruída, este ou aquele convento arruinado;
mas, onde quer que lhes foi possível, todos os templos, todos os
claustros religiosos, e ainda quaisquer vestígios da religião cristã,
posto que fossem monumentos insignes de arte e de ciência, tudo foi
destruído até os fundamentos! E não se limitou o furor comunista a
trucidar bispos e muitos milhares de sacerdotes, religiosos e
religiosas, alvejando dum modo particular aqueles e aquelas que se
ocupavam dos operários e dos pobres; mas fez um número muito maior de
vítimas em leigos de todas as classes, que ainda agora vão sendo
imolados em carnificinas coletivas, unicamente por professarem a fé
cristã, ou ao menos por serem contrários ao ateísmo comunista. E esta
horripilante mortandade é perpetrada com tal ódio e tais requintes de
crueldade e selvajeria, que não se julgariam possíveis em nosso século. Ninguém
de são critério, quer seja simples particular, quer homem de Estado,
cônscio da sua responsabilidade, ninguém absolutamente, repetimos, pode
deixar de estremecer de sumo horror, se refletir que tudo quanto hoje
está sucedendo na Espanha, pode amanhã repetir-se também em outras
nações civilizadas. Nem se pode asseverar que semelhantes
atrocidades são conseqüências fatais de todas as grandes revoluções,
como excessos esporádicos de exasperação, comuns a qualquer guerra: não,
são frutos naturais do sistema, cuja estrutura não obedece a freio
algum interno. Um freio é necessário ao homem, tanto individualmente
como socialmente considerado; e é por isso que até os povos bárbaros
reconheceram o vínculo da lei natural, esculpida por Deus na alma de
cada homem. E, quando a observância dessa lei foi tida por todos como um
dever sagrado, viram-se nações antigas atingir um tal esplendor de
grandeza, que espanta, ainda mais até do que é razão, aqueles que só
superficialmente compunham os documentos da história humana. Mas quando
se arranca das mentes dos cidadãos a própria idéia de Deus,
necessariamente os veremos precipitar-se na crueldade mais selvagem, e
na ferocidade dos costumes."
*
OLAVO DE CARVALHOtSp · Vocês
já repararam que o processo normal de concorrência de opiniões na
democracia -- o debate franco e aberto em busca da aprovação da platéia
-- foi totalmente eliminado, substituído por intimidações, boicotes
financeiros, processos judiciais, censura, supressão de notícias e
documentos, etc.? Em suma: acabou a civilização, estamos em plena
barbárie. E tudo isso por obra dos bonzinhos e educadinhos. adeptos dos
"direitos humanos", né?
TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
*
"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho
* * *
"Quando se deixa de acreditar em Deus, passa-se a acreditar em qualquer coisa." G. K. Chesterton
RELATIVIZAR A VERDADE, ABSOLUTIZA A OPINIÃO. E aqueles que relativizam a verdade querem sua voz absolutizada.
Se Homero tinha razão ao dizer que os
moinhos dos deuses moem lentamente, o cérebro nacional deve ser divino,
pois é infinita a lentidão com que processa as mais óbvias informações. O
filósofo Raymond Abellio, que nos conhecia bem, observava que nesta
parte do universo a germinação das idéias não segue o ritmo histórico,
mas o tempo geológico. Nada o ilustra melhor do que a renitente
ignorância das elites brasileiras em torno da questão do governo
mundial. Nossos líderes empresariais e políticos ainda vivem na época em
que toda menção ao assunto podia ser tranqüilamente rejeitada, com um
sorriso de desdém, como “teoria da conspiração”. No entanto, há pelo
menos dez anos a ONU já declarou oficialmente sua intenção de
consolidar-se como administração planetária: “Os problemas da humanidade
já não podem ser resolvidos pelos governos nacionais. O que é preciso é
um Governo Mundial. A melhor maneira de realizá-lo é fortalecendo as
Nações Unidas” (Relatório sobre o Desenvolvimento Humano, 1994).
A autoridade avassaladora desse projeto
constitui hoje a fonte única e central de onde jorram sobre toda a
população terráquea legislações uniformes em matéria de indústria,
comércio, ecologia, saúde, educação, quotas raciais, desarmamento civil,
etc. A docilidade com que até nações poderosas como a Inglaterra se
vergam às suas exigências — embora nenhuma com o entusiástico servilismo
brasileiro — deve-se em parte à natureza informal, sutil e tácita do
processo, que vai se implantando em doses homeopáticas, delicadamente,
sem assumir sua existência de conjunto, transferindo para o recinto
fechado das comissões técnicas as decisões rotuladas complexas demais
para a competência da opinião pública e antecipando, assim, o fato
consumado à mera possibilidade da discussão aberta.
As únicas resistências que tem encontrado vêm dos EUA e de Israel.
Mas os EUA permanecem num constante
vaivém entre o desejo de afirmar sua independência contra as pretensões
do globalismo e a tentação de tomar as rédeas do processo para
conduzi-lo a seu modo. Assumir a liderança da uniformização mundial,
arriscando perder a soberania e desarmar-se contra agressões letais, ou
então entrincheirar-se numa auto-afirmação nacionalista com o risco de
desmantelar a aparente “ordem internacional” e suportar a hostilidade
conseqüente, eis as opções que se oferecem aos EUA. A primeira dessas
tendências predominou no governo Clinton. O resultado foi que os
americanos, de concessão em concessão, consentiram em se enfraquecer
militarmente e em curvar-se à intromissão estrangeira em campos vitais
como ecologia, educação e imigração, ao mesmo tempo que, envergando a
máscara de líderes e beneficiários maiores da globalização, se tornavam o
bode expiatório do próprio mal que os debilitava. Com o governo Bush, a
orientação girou 180 graus. A virada veio em 2001, com a rejeição do
Protocolo de Kyoto e a decisão de reagir ao 11 de setembro sem o
beneplácito da ONU.
O projeto do governo mundial é originariamente comunista (v. Elliot R. Goodman, O Plano Soviético de Estado Mundial,
Rio, Presença, 1965), e os grupos econômicos ocidentais que se deixaram
seduzir pela idéia, esperando tirar proveito dela, sempre acabaram
financiando movimentos comunistas ao mesmo tempo que expandiam
globalmente seus próprios negócios. As fundações Ford e Rockefeller são
os exemplos mais notórios. Nesses como em outros casos, a contradição
entre o interesse econômico envolvido e as ambições políticas de longo
prazo é origem de inumeráveis ambigüidades que desorientam o observador
e, se ele é preguiçoso, o induzem a não pensar mais no assunto.
Uma coisa é certa: nos anos 70 e 80, a
globalização parecia favorecer os EUA, mas na década seguinte ela tomou o
rumo bem claro de uma articulação mundial anti-americana e, por tabela,
anti-israelense. A eleição de George W. Bush e a política de afirmação
nacional que ele tem seguido são as respostas lógicas a essa nova
situação.
Como isso afeta o Brasil?
O sr. Luís Inácio da Silva foi posto no
poder com o apoio da rede global de partidos e organizações tecida em
torno da ONU. Essa rede constitui o núcleo do governo mundial em
avançada fase de implantação. A exorbitância de aplausos internacionais
que saudaram a eleição do candidato petista não veio do nada: foi a
expressão natural de júbilo do criador ante o sucesso da criatura. Se a
própria escolha do Brasil como sede do Fórum Social Mundial poucos meses
antes das eleições já não fosse prova suficiente da articulação
planetária montada para esse fim, bastaria como confirmação ex post facto a
pressa obscena com que a rede se mobilizou para tentar dar ao cidadão
um Prêmio Nobel pelo “Fome Zero” antes que uma só colherada de feijão
estatal chegasse à boca de algum faminto. O primeiro Nobel-a-crédito da
História não chegou a ser conferido, mas é revelador.
Nesse quadro, a mobilização contra o
“império americano” é hoje apenas uma vasta operação diversionista para
camuflar a implantação do verdadeiro império e para colocar a serviço
dele as veleidades nacionalistas de povos pouco esclarecidos, mais
propensos a esbofetear espantalhos convencionais do que a identificar e
enfrentar as verdadeiras fontes das limitações que os oprimem. Lutando
contra a mera possibilidade teórica de um domínio mundial americano, as
nações de cretinos tudo cedem ante uma ditadura global já praticamente
vitoriosa no presente.
Um século de liberdade econômica e política é suficiente para tornar
alguns capitalistas tão formidavelmente ricos que eles já não querem
submeter-se às veleidades do mercado que os enriqueceu. Querem
controlá-lo, e os instrumentos para isso são três: o domínio do Estado,
para a implantação das políticas estatistas necessárias à eternização do
oligopólio; o estímulo aos movimentos socialistas e comunistas que
invariavelmente favorecem o crescimento do poder estatal; e a
arregimentação de um exército de intelectuais que preparem a opinião
pública para dizer adeus às liberdades burguesas e entrar alegremente
num mundo de repressão onipresente e obsediante (estendendo-se até aos
últimos detalhe da vida privada e da linguagem cotidiana), apresentado
como um paraíso adornado ao mesmo tempo com a abundância do capitalismo e
a “justiça social” do comunismo. Nesse novo mundo, a liberdade
econômica indispensável ao funcionamento do sistema é preservada na
estrita medida necessária para que possa subsidiar a extinção da
liberdade nos domínios político, social, moral, educacional, cultural e
religioso.
Com isso, os megacapitalistas mudam a base mesma do seu poder.
Já não se apóiam na riqueza enquanto tal, mas no controle do processo
político-social. Controle que, libertando-os da exposição aventurosa às
flutuações do mercado, faz deles um poder dinástico durável, uma
neo-aristocracia capaz de atravessar incólume as variações da fortuna e a
sucessão das gerações, abrigada no castelo-forte do Estado e dos
organismos internacionais. Já não são megacapitalistas: são metacapitalistas
– a classe que transcendeu o capitalismo e o transformou no único
socialismo que algum dia existiu ou existirá: o socialismo dos
grão-senhores e dos engenheiros sociais a seu serviço.
Essa nova aristocracia não nasce, como a anterior, do heroísmo
militar premiado pelo povo e abençoado pela Igreja. Nasce da
premeditação maquiavélica fundada no interesse próprio e, através de um
clero postiço de intelectuais subsidiados, se abençoa a si mesma.
Resta saber que tipo de sociedade essa aristocracia
auto-inventada poderá criar – e quanto tempo uma estrutura tão
obviamente baseada na mentira poderá durar.
8. Hoje em dia, a promessa de eliminação
radical da miséria e da desigualdade social no mundo, repetida ao ponto
de disseminar por toda parte uma explosiva impaciência com a
continuidade desses males, é alardeada principalmente pelos centros de
difusão do projeto globalista, cujo porta-voz mais notório é a ONU.
Dessa mesma origem provêm inúmeros outros projetos associados, como o da
uniformização mundial dos padrões educacionais, o de um controle
ecológico global o de uma fusão administrativa de todas as religiões
numa espécie de gerência espiritual do planeta. Não pretendo opinar
sobre os planos econômicos da ONU e demais entidades associadas, que não
estudei a fundo, mas tenho a certeza de que não estão desligados dos
projetos nas áreas de educação, ecologia e religião, já que, se me
permitem, o globalismo é global, isto é, holístico, uma visão unificada
construída ao longo de meio século e não uma colcha de retalhos
improvisada. Tal como no século XVIII, a utopia do progresso igualitário
vem hoje no bojo de um projeto civilizacional integral, a ser realizado
por meio do planejamento centralizado. A diferença é que os philosophes se tornaram burocratas, têm poder decisório, recursos financeiros ilimitados e escala de ação global.
9. Um breve exame do Index of Economic Freedom ,
aqui citado na semana retrasada, basta para mostrar que os níveis
máximos de miséria e desigualdade social coincidem com os locais de
maior interferência estatal e economia planejada. O argumento em favor
da economia planejada global é que os planejamentos falharam porque
adotados em escala nacional, defrontando-se ao mesmo tempo com
dificuldades que transcendiam as fronteiras das nações. Basta portanto
universalizá-los e tudo correrá às mil maravilhas.
10. O programa globalista não é a mesma
coisa que a expansão mundial do capitalismo, um processo historicamente
espontâneo no qual ele toma carona parasitária, tal como aconteceu em
escala nacional em vários países, onde o crescimento do capitalismo teve
como efeito colateral a ascensão dos metacapitalistas e a proliferação
dos seus aliados naturais, os burocratas e os intelectuais ativistas.
Nesse sentido, a profecia de Karl Marx de que o capitalismo geraria os
seus próprios coveiros se revelou acertada, com a ressalva de que esse
papel não coube nem poderia caber aos proletários, mas à parcela mais
ambiciosa politicamente da própria classe capitalista e aos
“intelectuais” (no sentido gramsciano e ampliado do termo). Esta
ressalva, por sua vez, foi diagnosticada e expressa em tempo hábil pelos
socialistas fabianos – especialmente Bernard Shaw –, não sendo, pois,
de espantar que o fabianismo tenha se tornado, formal ou informalmente, a
ideologia dominante das elites burocráticas globalistas. A tensão
aparentemente insolúvel entre expansão do capitalismo e centralização
burocrática mundial lateja no fundo do conflito, acima mencionado, entre
os EUA e os organismos globais.
11. Exatamente como as propostas
globalistas em educação, ecologia e cultura religiosa – cujas fontes
analisarei em outro artigo –, a promessa de eliminação mundial da
pobreza é uma parte integrante de um discurso ideológico globalista, e a
ela não corresponde nenhum mecanismo prático de realização exceto
aqueles já desencadeados espontaneamente – e anteriormente — pela
expansão planetária do capitalismo, à qual o globalismo só vem a
acrescentar, em última análise, um elemento parasitário: os custos
crescentes de uma burocracia planetária cada vez mais intromedida,
paralisante e contraproducente.
12. A luta contra a pobreza e a
desigualdade social encontra-se hoje no seu ponto de máxima tensão. De
um lado, a revolta radical contra esses males milenares se incorporou de
tal modo à mentalidade coletiva, que por toda parte se espalhou a
expectativa insana de soluções globais a prazo relativamente curto. De
outro lado, essa mesma expectativa alimenta o crescimento da burocracia
planetária que suga e desvia para seus próprios objetivos políticos os
frutos da expansão mundial do capitalismo, retardando a distribuição dos
seus benefícios a bilhões de seres humanos necessitados.
13. O Brasil, nesse panorama, é uma folha
levada na tempestade, incapaz não só de controlar o seu destino mas até
mesmo de compreendê-lo, graças à inépcia geral dos “intelectuais”
nacionais, que estão entre os mais despreparados, levianos e
pretensiosos do mundo.
Assim descrito o quadro, na medida das
minhas possibilidades, e ressalvada qualquer imprecisão devida à pressa
da redação jornalística, permito-me agora emitir uma opinião. Como
qualquer outro ser humano, eu desejaria uma vida melhor para todos, mas,
ao contrário da maioria deles, não acredito que se deva esperar algum
progresso substancial na busca desse objetivo ao longo das próximas
décadas, apesar de todas as conquistas da técnica agrícola e industrial.
A tensão entre capitalismo e globalismo não resultará necessariamente
em tragédia global, mas é quase impossível que ela não desemboque mais
cedo ou mais tarde em agressões militares de conseqüências
incalculáveis. O capitalismo é uma força de expansão, o globalismo uma
força de contração. Equivalem, no simbolismo alquímico, ao mercúrio e ao
enxofre. A produção da resultante – alquimicamente, o sal – é um
processo infinitamente delicado, sutil e complexo, mais sujeito ao acaso
e à providência divina do que ao arbítrio humano. A atenção devota, a
paciência, a prudência e a busca constante da compreensão do processo
são aí incomparavelmente mais úteis e necessárias do que os programas e
as palavras-de-ordem. Mais úteis ainda para aqueles países que, sem ter
voz ativa no processo, não podem contar senão com a esperança de uma
adaptação vantajosa às circunstâncias de cada momento. Infelizmente, é
precisamente nesses países que prolifera de maneira mais incontrolável a
raça dos “intelectuais” amantes de slogans e palavras-de-ordem.
1) Globalismo não é simples abertura de mercados: é introdução de
regulamentações em escala mundial que transferem a soberania das nações
para organismos internacionais. Nenhum apóstolo da economia de mercado é
sonso o bastante para não perceber, hoje em dia, que a abertura das
fronteiras arrisca não produzir um paraíso de liberdade econômica, e sim
a proliferação de legislações e controles em escala global – o Leviatã
dos leviatãs. A incompatibilidade lógica traduz-se, no plano da ação
política, como briga de foice entre os liberais clássicos e os
planejadores-legisladores econômicos globais.
Na verdade, qualquer pessoa razoavelmente informada em relações
internacionais sabe que Kerry — ou, de modo geral, o Partido Democrata —
é o instrumento de um esquema de poder mundial encastelado na ONU, na
Comunidade Européia e nos grandes bancos internacionais. Outro braço
desse esquema é a rede de partidos latino-americanos de esquerda,
fortemente incentivados pelo Departamento de Estado, desde o governo
Carter (um antepassado de Kerry), a demolir as forças armadas de seus
respectivos países para torná-los cada vez mais vulneráveis às pressões
internacionais do globalismo ecológico, dos movimentos indigenistas que
planejam desmembrá-los em pequenas repúblicas “independentes” (isto é,
agências da ONU), das burocracias internacionais que ditam legislações a
povos inteiros que não as elegeram para isso, etc. etc. Bush, apoiado
por grupos industriais mais voltados para o mercado interno e por
organizações religiosas apegadas aos valores tradicionais da república
americana, personifica a resistência da nação mais poderosa do mundo a
um neo-imperialismo que, sugando desde dentro e minando desde fora as
forças da adversária, se torna dia a dia mais poderoso que ela, e cujas
ambições praticamente ilimitadas incluem a transferência da soberania
americana para os organismos internacionais. https://olavodecarvalho.org/corrida-para-a-derrota/
Censura pode ser um
perigo bem maior do que qualquer ameaça que ela pretenda evitar porque
instala o poder absoluto, que não pode ser limitado, que não pode ser corrigido, só piorado.
O cidadão de um Estado comunista não deseja o totalitarismo, mas
"ninguém sabe como pará-lo, já que nenhuma razão para pará-lo pode ser
proferida sem penalidade instantânea." (Roger Scruton)
LEANDRO RUSCHEL - PT pede ao TSE para CENSURAR 80 perfis nas redes, incluindo o meu!
Italo Lorenzon - A
estrutura sindical do Brasil é herança direta do regime fascista de
Getúlio Vargas. A esquerda só se apropriou da estrutura porque há
afinidade inconfessável entre eles e o fascismo.
Uma fraqueza crônica do pensamento liberal é que, em sua resistência obstinada e não raro heróica ao crescimento do poder estatal, acaba por fazer vista grossa ao fato de que nem sempre os movimentos revolucionários e ditatoriais concentram o poder no Estado, mas às vezes fora dele. Na verdade, nenhum movimento poderia se apossar do Estado se primeiro não se tornasse mais poderoso que ele, criando meios de ação capazes de neutralizar e sobrepor-se a qualquer interferência estatal adversa, bem como, é claro, de manobrar o Estado desde fora e utilizá-lo para seus próprios fins. Qualquer principiante no estudo do leninismo sabe disso.
Que a esquerda petista e pró-petista estava destinada a dominar por completo o Estado brasileiro sem encontrar a mais mínima resistência, é coisa que para mim já estava clara pelo menos desde 1993, quando as famosas CPIs mostraram ser o nosso Parlamento nada mais que um bichinho dócil às injunções da grande mídia, alimentada e manobrada por sua vez pelo onipresente e onissapiente serviço de informações do PT. Foi naquele ano que publiquei A Nova Era e a Revolução Cultural, dando ciência – a quem não desejava ciência nenhuma, por achar que já possuia todas – de que a petização integral do Brasil era apenas questão de tempo. Mal havia então, entre os liberais, quem imaginasse sequer que o PT pudesse vir a ter alguma chance de eleger um presidente da República. E todos me olhavam como a um egresso do Pinel quando eu lhes dizia que, quando isso viesse a acontecer, como fatalmente aconteceria, seria numa ocasião em que o Estado já estivesse completamente dominado por dentro e por fora, a conquista do governo federal nada mais constituindo que a oficialização derradeira de um fato longamente consumado.
Enquanto isso, a intelectualidade liberal gastava todos os seus neurônios no empenho idealístico de defender no plano doutrinário a economia de mercado e a liberdade democrática, duas coisas que a esquerda nem pensaria em atacar muito seriamente naquele momento, já que precisava de ambas para poder parasitá-las e continuar crescendo até ficar forte o bastante para subjugá-las, deformá-las e, no devido tempo (que só agora está chegando) extingui-las.
Havia até quem celebrasse a proliferação das ONGs como um progresso notável da democracia liberal, na medida em que, consagrando as vias não-oficiais de ação social e política, fortalecia a sociedade civil contra as pretensões avassaladoras do gigantismo estatal.
Em vão advertia eu a essas criaturas que a “sociedade civil” era o terreno de escolha para a penetração das forças revolucionárias, decididas a só se lançar à conquista do poder de governo quando estivessem seguras de controlar, por vias não-oficiais, todos os meios possíveis de modelagem da opinião pública, assim como todos os canais de financiamento estatal e privado de uma multidão de empreendimentos revolucionários maiores e menores, setorizados e discretos o bastante para que seu efeito de conjunto simulasse uma transformação espontânea da mentalidade popular. A própria disseminação do termo, insistia este insano colunista, refletia a influência crescente e anônima do pensamento de Antonio Gramsci, naquela época já o autor mais estudado e mais citado em todas as faculdades de letras e de ciências humanas no Brasil, só ignorado por aqueles que mais interesse deveriam ter em defender-se da revolução gramscista.
O primeiro sinal de que alguém havia me prestado alguma atenção não veio senão decorrida quase uma década, e não veio dos liberais. Um artigo memorável do general José Fábrega, publicado em jornal de pequena circulação, mostrou que entre os militares havia ainda alguma inteligência desperta, o que veio a se comprovar nos anos seguintes com os dois livros espetaculares, tecnicamente perfeitos, do general Sérgio Augusto de Avelar Coutinho, A Revolução Gramscista no Ocidente (Rio, Estandarte, 2002) e Cadernos da Liberdade (Belo Horizonte, Grupo Inconfidência, 2004), infelizmente publicados tarde demais para poder inspirar qualquer ação eficaz contra o projeto de controle hegemônico da sociedade brasileira, àquela altura já praticamente vitorioso. O general Coutinho faleceu em 27 de dezembro de 2011 (v. http://www.forte.jor.br/tag/general-sergio-augusto-de-avellar-coutinho/), amargurado de ver a facilidade estonteante com que a malícia organizada – que a estratégia de Gramsci não passa disso – havia se apoderado do país. O que mais o entristecia era que um processo de dominação tão óbvio, tão patente, tão bem explicado de antemão e tão fácil de compreender, pudesse ter sido aplicado a toda uma nação de maneira tão anestésica e imperceptível que qualquer gemido de protesto acabasse soando como extravagância intolerável e quase sinal de demência. Se no resto do mundo a vida imita a arte, no Brasil ela imita a piada: nossa democracia realizou à risca, com séculos de atraso, a boutade de Jonathan Swift sobre o cidadão que morreu mas, não tendo sido avisado disso, continuava acreditando que estava vivo. http://wpress.olavodecarvalho.org/recordacoes-inuteis/
*
ESQUERDA ORGANIZOU O CRIME COM MÁFIAS, GOVERNOS, ONGS... Uma ONU transformada em instrumento da Rússia e da China e devotada a
paralisar ou destruir o poderio americano: esse é o único objetivo que
logicamente condensa e explica toda a conduta recente não só dessas duas
potências, mas de seus aliados e servidores conscientes ou
inconscientes nos organismos internacionais, nos partidos de esquerda,
nas organizações terroristas, nas quadrilhas de narcotraficantes hoje
quase todas unificadas sob o comando da máfia russa (que é o próprio
governo russo), na rede de ONGs ativistas espalhadas pelo mundo, na
mídia elegante e até nos círculos alegadamente “nacionalistas” das
nações periféricas. O
desertor da KGB Anatoliy Golytsin já tinha revelado esse plano na
década de 80. http://wpress.olavodecarvalho.org/sugestao-aos-bem-pensantes-internem-se/
Comunismo é genocídio. É genocídio na teoria, é genocídio na estratégia,
é genocídio na prática historicamente conhecida e é genocídio nos
métodos atuais com que subsiste em Cuba, se fortalece na China e se
propaga na Colômbia. É genocídio na apologia da violência por Karl Marx,
na técnica leninista do terror sistemático, na arquitetura stalinista e
maoísta do Estado-presídio cuja máxima eficiência, segundo técnicos da
KGB, foi alcançada em Cuba. O comunismo prega o genocídio, justifica o
genocídio, orgulha-se do genocídio e, onde quer que tenha reinado,
sempre viveu do genocídio. Discuti-lo respeitosamente é admitir que
exista o direito moral à propaganda do genocídio. https://olavodecarvalho.org/brincar-de-genocidio/
FLÁVIO GORDON · É
hora de esclarecer de uma vez por todas. NÃO HÁ CRISE ALGUMA NA
VENEZUELA. O que há é socialismo. Funcionando plenamente. É isto o que
ocorre quando o socialismo funciona bem: ditadores vivem como nababos e
crianças morrem de fome. Isso não é crise. Não é o socialismo dando
errado. Ao contrário, é o socialismo dando muito certo. O problema do
socialismo nunca foi o de não ter funcionado. O problema foi justamente o
de ter funcionado. É quando funciona que ele se transforma no flagelo
humanitário de sempre. Portanto, parem de falar de "crise" na Venezuela.
Corrijam os jornalistas e os formadores de opinião para que não
consagrem esse grave erro de compreensão.
https://www.facebook.com/flavio.gordon/posts/2138937206119333
***
"A falta de alimentos na Venezuela não é sinal de que a ditadura de Nicolás Maduro está prestes a cair. Muito pelo contrário! Sumir
com os alimentos é a mesma técnica diabólica usada por Stalin contra a
população Ucraniana nos anos de 1930, ou Mao Tsé-Tung durante o "Grande
Salto Adiante" no final dos anos 1950, na China. O objetivo é o mesmo:
quebrar toda e qualquer resistência à dominação comunista. O resultado
foi produzir milhões de mortes. As cenas deste vídeo - na Venezuela -
apenas mostram que a mesma tática está produzindo os resultados
esperados: a fome e o medo, que leva as pessoas ao desespero e
selvageria, o que liquida qualquer possibilidade de se formar uma
resistência organizada contra o Regime Venezuelano. https://www.facebook.com/video.php?v=644344529003473&pnref=story Rachel Sheherazade
SOBRE O CONTROLE PELA ESCASSEZ Todo
ditador tem medo da classe média e com a ditadura cubana não é
diferente. Sabem que uma classe média perseguida mas ganhando dinheiro
costuma depor ditadores, como ocorreu com Fulgêncio Batista, pelo apoio
da classe média cubana à guerrilha de Fidel e Raúl. Por isso têm tanto
medo da prosperidade individual. Garantir a miséria igualitária típica
do socialimo é muito mais seguro para a reduzida burguesia do politiburo
de Havana. http://www.emdireitabrasil.com.br/index.php/principal/14-opiniao/556-prosperar-em-cuba-e-visto-como-crime.html
GOVERNO OU SABOTAGEM? - 'Dilma trabalha para fazer o pior governo do Brasil', diz Guzzo http://youtu.be/COKvd_QvWts
O comunismo vai se espalhar se não for detido. Já temos todas as provas
disso. Ele tem se espalhado por falta de reação das democracias. O comunismo é um câncer em metástase e não vai parar por si
mesmo, tem de ser detido, caso contrário, contaminará tudo.
"Quando
percebemos que o comunismo é uma operação criminosa, muitos novos
caminhos de ação se abrem diante de nós. Por exemplo, um problema
criminal não é tratado por negociação e compromisso, mas seguindo quatro
etapas:
1. Imobilize o criminoso. 2. Torne-o inofensivo. 3. Ganhe sua confiança. 4. Reabilite-o."
Skousen, O COMUNISTA EXPOSTO
O GOLPE - Depois de 13 anos no poder, em cujo exercício desfrutou do apoio político, quando não da cumplicidade criminosa, das elites política, empresarial, financeira e cultural do país, tendo aparelhado o Estado de maneira nunca antes vista, e governado quase sem oposição dirante a maior parte do tempo, o partido dos intelectuais (PT) não se vexou em dizer-se VÍTIMA DE UM "GOLPE" das "elites".
Do livro de Flávio Gordon - A CORRUPÇÃO DA INTELIGÊNCIA, pg 228.
***
Gleisi Hoffmann "disse que Moro é um covarde e o acusou de trabalhar a favor "daqueles que querem acabar com a democracia": "Você
é um covarde ao dar essa sentença contra o presidente Lula .... nós
somos de luta. Sabemos ocupar a mesa do senado, sabemos ocupar terras
improdutivas e vamos ocupar esse Brasil."
EMPRESÁRIO APÓIA BOLSONARO PUBLICAMENTE MESMO DEPOIS DE BOICOTE GAYZISTA
*
A VERDADE É VENENO PARA ELES. "Chegou um momento em que defender a
verdade é automaticamente ser contra o PT." (Nando Moura) https://youtu.be/HnxqzP1Sxfs?t=832
Em uma votação unânime realizada em 18 de maio, o Senado do Estado do Missouri aprovou a Resolução 28, que apela ao Partido Comunista Chinês para que acabe com a prática da extração forçada de órgãos. A resolução, intitulada “Exortamos o Regime Chinês para que acabe com a prática de extração forçada de órgãos
de prisioneiros”, foi proposta pela senadora Jill Schupp e pela
senadora Gili Sasheed, e condena a “prática de extração forçada de
órgãos de prisioneiros de consciência, especificamente, prisioneiros de consciência do Falun Dafa”. Falun Dafa,
também conhecido como Falun Gong, é uma antiga prática espiritual
chinesa que cresceu em popularidade durante os anos 1990. Segundo
estimativas oficiais, antes de o Regime Chinês lançar uma perseguição em todo o território contra adeptos da prática em 1999, havia entre 70 e 100 milhões de pessoas praticando o Falun Dafa. Jiang Zemin, líder do Partido Comunista na época, considerou esta
prática espiritual como uma ameaça ideológica ao regime comunista e
mobilizou o aparato de segurança do Estado para perseguir, prender e
encarcerar praticantes em um esforço para erradicar o Falun Dafa. Na última década, investigadores independentes revelaram evidências
de um crime ainda mais sombrio. A resolução do Missouri citou um relatório investigativo publicado em 2016 pelo advogado de direitos humanos David Matas; pelo ex-secretário de Estado do Canadá para a Região Ásia-Pacífico, David Kilgour; e pelo jornalista investigativo Ethan Gutmann.
O relatório conclui que a China estabeleceu um “sistema de transplante
de órgãos em escala industrial administrado pelo Estado, controlado
através de políticas e financiamentos nacionais, através do qual órgãos
de prisioneiros de consciência são retirados à força, prisioneiros esses que na maioria são praticantes do Falun Dafa.
“Aqui no estado do Missouri não toleramos tais violações de direitos
humanos”, disse a senadora Schupp, segundo matéria publicada no Minghui.org, site dedicado a informar sobre a perseguição ao Falun Dafa na China. “Estou orgulhosa de apoiá-los e dizer à República Popular da China:
não continuem perseguindo estes praticantes [do Falun Dafa]. Não é certo
matar pessoas para retirar seus órgãos, mesmo que os habitantes do
Missouri precisem de transplantes de órgãos”, disse a senadora Schupp Ela acrescentou: “Ninguém quer sobreviver às custas de alguém que foi assassinado para a extração de seus órgãos”. A resolução também pede para que a comunidade médica do Missouri
conscientize seus colegas “sobre os riscos de viajar para a China para
obter transplantes de órgãos”. Para isso, a Assembleia Geral do
Missouri, que inclui uma Câmara dos Deputados, concordou em tomar
medidas para negar a entrada àqueles que estiveram envolvidos na
“extração ilegal de tecidos e órgãos humanos” e “instaurar processos
contra esses indivíduos”. Esta não é a primeira vez que o governo do estado do Missouri
expressa preocupação pela retirada forçada de órgãos na China. No ano
passado, a Câmara dos Representantes do estado aprovou uma resolução
semelhante, a Resolução 7, proposta pelo deputado Lynn Morris, que condena o crime de extração forçada de órgãos na China. O deputado Morris acredita que aprovar a Resolução 28 foi igualmente
importante. Segundo o site Minghui.org, ele disse: “Estamos tentando
educar não somente os Estados Unidos e o povo do Missouri, nós estamos
tentando alertar o mundo sobre o que está acontecendo com as pessoas que
praticam o Falun Gong na China”. O Congresso dos Estados Unidos também se uniu à reprovação da extração forçada de órgãos na China ao aprovar a Resolução 343 em junho de 2016. A deputada Ileana Ros-Lehtinen (deputada pela Flórida), que propôs a resolução, disse que as violações dos direitos humanos na China são bem conhecidas. “Esse é o horrível tratamento que recebem os praticantes do Falun
Gong, que é terrivelmente cruel, mas que ainda não recebe a devida
atenção que merece”, disse ela.
"Rudolph Rummel, o demógrafo perito em contabilizar todos os
homicídios em massa causados por governos, estimou o total de vidas
humanas dizimadas pelo socialismo do século XX em 61 milhões na União
Soviética, 78 milhões na China, e aproximadamente 200 milhões ao redor
do mundo. Todas essas vítimas pereceram de inanições causadas pelo
estado, coletivizações forçadas, revoluções culturais, expurgos e
purificações, campanhas contra a renda não-merecida, e outros
experimentos diabólicos envolvendo engenharia social." https://www.mises.org.br/ArticlePrint.aspx?id=2795
"Foi a falta da liberdade de expressão que fez com que as ideias nazistas fugissem do controle, livres dos argumentos que as exporiam ao ridículo." Roger Scruton
OLAVO DE CARVALHO - "Os velhos políticos corruptos limitavam-se a roubar. O PT transformou o roubo em sistema, o sistema em militância, a militância em substitutivo das leis e instituições, rebaixadas à condição de entraves temporários à construção da grande utopia." http://www.olavodecarvalho.org/nada-de-novo/ OLAVO DE CARVALHO - "Não se esqueçam: em TODOS os países onde o comunismo foi implantado, o povo estava maciçamente CONTRA, e nada pôde fazer. A violência, o cinismo e a determinação da elite revolucionária não têm limites. Combatê-la com meias-medidas é fortalecê-la." https://olavodecarvalhofb.wordpress.com/2015/12/28/generalas-promissoria-e-elite-revolucionaria/ A esquerda acha que o Estado pode e deve reformar a sociedade (seja para fazer surgir a raça pura ariana, como no caso do socialismo nacionalista; seja para fazer surgir a casta proletária idealizada, como no caso do socialismo marxista); a direta, ao contrário, acredita (pelo menos deveria acreditar) que as leis não existem para reformar a sociedade, mas para colocar limites no poder da ação estatal. https://www.facebook.com/persiomenezes/posts/10153946637121956 COINCIDÊNCIAS - "O crescimento do banditismo veio junto com a ascensão política da esquerda, mas isso é mera coincidência. As gangues do morro foram adestradas em técnicas de guerrilha urbana pelos terroristas presos na Ilha Grande, mas é mera coincidência. Hoje são treinadas pelos guerrilheiros das Farc, mas é também coincidência. As Farc e o PT têm uma estratégia comum traçada nas assembléias do Foro de São Paulo? Coincidência. Toda prisão de narcoguerrilheiros ou seqüestradores estrangeiros vem seguida da imediata formação de um círculo de solidariedade e proteção entre seus correligionários da esquerda local? Coincidência, é claro. Se a epidemia de violência urbana cresceu junto com as ONGs de defesa dos direitos dos delinqüentes, alimentadas por poderosas fundações internacionais, quem verá algo mais que uma estúpida coincidência? Acossada pelos ataques da mídia e temerosa de infringir o decálogo politicamente correto, a polícia recua e entrega as cidades ao império dos bandidos, mas, uma vez mais, é pura coincidência. Todos os teóricos do comunismo ensinam que fomentar um estado de desordem e anomia é a melhor maneira de concentrar o poder nas mãos de um partido revolucionário, mas, se tudo se passa exatamente assim no Brasil, é coincidência, coincidência, coincidência e nada mais. "
http://www.olavodecarvalho.org/semana/060302jb.htm FALSOS RELATIVISTAS "As ideias dos ativistas quase nunca significam o que dizem. Por baixo do seu conteúdo ostensivo escondem um objetivo estratégico que, no plano histórico, virá a constituir seu único conteúdo efetivo quando o jogo dialético das ideias e das ações tiver atingido seu resultado. Assim, por exemplo, durante anos o relativismo serviu de navio quebra-gelo para demolir resistências a propostas que, por sua vez, nada tinham de relativistas – eram, ao contrário, as mais absolutistas e intransigentes que se pode imaginar." http://www.olavodecarvalho.org/semana/130325dc.html A mentalidade revolucionária, tal como aparece documentada nos escritos e atos de todos os líderes revolucionários desde o século XV, sem exceção notável, não consiste na adesão a esta ou àquela proposta político-social concreta, mas numa certa estrutura de apreensão da realidade, caracterizada pela inversão da ordem temporal e causal e da relação sujeito-objeto, daí decorrendo uma variedade de inversões secundárias.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/080721dc.html "É curioso notar, entretanto, que muitas organizações feministas e
think tanks que promovem a ideologia de gênero e o aborto são muito bem
financiadas por ninguém menos que a ala esquerda do poder financeiro
mundial. Por exemplo, descobrimos que muitas recebem regularmente
grandes somas de dinheiro não menos que da INTERNATIONAL PLANNED
PARENTHOOD FEDERATION (IPPL), uma organização que administra um
orçamento anual de 125 milhões de dólares, uma soma composta em grande
parte de doações da Ford Foundation e da Bill & Melinda Gates
Foundation. O dinheiro também vem do magnata Warren Buffett, que já doou
mais de 289 milhões de dólares. Foi recentemente descoberto que a
filial da IPPL, a Planned Parenthood Federation of America, possui um
negócio milionário com os fetos abortados, vendendo esse "produto" para a
indústria cosmética e traficando órgãos. A pesquisa foi conduzida pelo
Center for Medical Progress, que também encontrou evidências de abortos
realizados até o último trimestre da gravidez, e o uso de ferramentas
que permitem aumentar as probabilidades de retirar o bebê inteiro e até
mesmo vivo, com o objetivo de coletar "melhor e maiores tecidos", como
admitiu um dos altos diretores da Planned Parenthood.
Em uma das câmeras escondidas, o ginecologista Deborah Nucatola,
diretor de serviços médicos da quadrilha criminosa em questão, reconhece
o cuidado que deve ser tomado para não danificar certos órgãos que têm
alto valor de mercado e acrescenta: "Temos sido muito bons em obter
coração, pulmão e fígado, porque tomamos cuidado para não esmagar essas
partes (...) Para a caixa craniana, o bebê é removido das nádegas.
Assim, se pode obter uma caixa craniana intacta". Bem, a IPPL tem em seu
site suas informações financeiras até 2014. Revisando essas planilhas
podemos encontrar que só neste anos, várias organizações argentinas
receberam grandes somas de dinheiro: FUSA para a Salud Integral con
Perspectiva de Género y Derechos recebeu 451.718 dólares; Católicas pelo
Direito de Decidir recebeu 244.320 dólares. a Anistia Internacional
recebeu 44.850 dólares; o Centro de Estudo Legais e Sociais (chefiado
pelo ex-montonero Horacio Verbitsky) recebeu 32.500 dólares." O LIVRO NEGRO DA NOVA ESQUERDA, Agustin Laje