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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

POR QUE O PT ESTÁ DESMANTELANDO O ESTADO? - OLAVO DE CARVALHO NO FAROL DA DEMOCRACIA



mais em:

https://www.youtube.com/@trueoutspeak/search?query=FAROL%20DA%20DEMOCRACIA

"De um lado, trata-se de administrar o país relativamente bem, para se manter alto nas pesquisas. De outro, busca-se desmantelar o Estado e a própria sociedade, para que o partido revolucionário possa se sobrepor a ambos e engoli-los."
(...) Mas o processo tem um limite natural. Não é possível desmantelar o Estado e manter o governo funcionando; nem anarquizar a sociedade e continuar indefinidamente dando a impressão de ordem e progresso. Mais dia, menos dia, um dos lados vai ter de predominar. A lógica interna da estratégia revolucionária espera que esse momento só chegue quando as "forças populares" estiverem prontas para rasgar sua própria máscara e partir para a tomada ostensiva do poder. No segundo mandato de Lula, porém, o limite natural do processo foi atingido antes disso. O Estado e a sociedade já estão bagunçados de alto a baixo, mas a esquerda radical não está madura para o grande golpe. Nada funciona – nem mesmo a estratégia revolucionária. A velha ordem morreu, a nova transformou-se num gigantesco aborto." 


OLAVO DE CARVALHO
A COMPETÉNCIA DOS INCOMPETENTES 2007
http://www.olavodecarvalho.org/semana/070718dc.html
 

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POR QUE DESMANTELAR O ESTADO? - OLAVO DE CARVALHO NO FAROL DA DEMOCRACIA 2007
http://youtu.be/oZmA7sAFTQE

VÍDEO DE ORIGEM:
"Video coluna de Olavo de Carvalho no Farol da Democracia"
Olavo de Carvalho explica didaticamente as razões da vitória de Lula nas eleições do Brasil, seus principais apoiadores e a estratégia de revolução gramsciana em andamento no Brasil. Importantíssimo conhecer todos os atores e seus papéis para - nesta época de manifestações "Fora Lula" , não acabemos novamente apoiando mais do mesmo.
Direto do site "farol da democracia representativa" (http://www.faroldademocracia.org/)

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PETROLÃO, MENSALÃO: É CORRUPÇÃO ESTRATÉGICA. COM NOSSO CONSENTIMENTO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2014/10/petrolao-mensalao-e-corrupcao.html
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A DESTRUIÇÃO DO BRASIL FOI PLANEJADA HÁ TEMPO
Rodízio de santidades - Olavo de Carvalho
 
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A SITUAÇÃO ATUAL E FUTURA DO BRASIL
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2014/10/a-situacao-atual-e-futura-do-brasil.html
DILMA CONSEGUE BATER O RECORDE HISTÓRICO DE PIOR PIB DO BRASIL
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Não é preciso muita competéncia para destruir. Destruir em todos os sentidos é a marca terrorista que permanece nos movimentos revolucionários e seus "regimes" socialistas. Destruição e controle que conduzem inevitavelmente ao totalitarismo e
à miséria moral, e não à salvação.
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Essa semana o PT espera consolidar o Golpe comunista com a farsa do Plebiscito da Reforma Política Bolivariana e sua Constituinte excluisa, não seja IDIOTA e BURRO pelo AMOR que tem a sua VIDA e FAMILIA. VOTE NÃO!!! https://www.facebook.com/organizacaodecombateacorrupcao/photos/a.337665626303939.74124.337610032976165/707690512634780/?type=1&theater
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MAIS VÍDEOS


True Outspeak

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BANDIDOS DE CIMA CONLUIADOS COM OS BANDIDOS DE BAIXO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2017/11/datena-entrevista-o-ministro-da-justica.html
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PAULO ROBERTO COSTA ENTREGA A LISTA DOS CORRUPTOS LIGADOS AO ESCÂNDALO DA PETROBRAS – NA CAPA DA VEJA
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/paulo-roberto-costa-entrega-a-lista-dos-corruptos-ligados-ao-escadalo-da-petrobras-na-capa-da-veja/
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Reinaldo Azevedo - Esquema lotado na Petrobras distribuiu propina durante os governos Lula e Dilma.
http://youtu.be/N06LcSQSgmU

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HELOISA HELENA DIZ QUE LULA CHEFIA QUADRILHA CAPAZ DE MATAR, ROUBAR E CALUNIAR
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Uma das primeiras notícias que tive da conexão entre movimento revolucionário e crime organizado foi esta:
"Dizia-se em toda a Itália: Mazzini Autoriza Furtos, Incêndios e Atentados, expressão que foi abreviada para MAFIA." "A Franco-Maçonaria de Mazzini era idêntica a de Weishaupt: oferecia os mesmos graus, símbolos, senhas e apertos de mãos; usava assassinatos; pretendia destruir a Igreja e estabelecer um GOVERNO MUNDIAL." (Nicholas Hagger)

A falta de escrúpulos é um componente da filosofia terrorista que impregna o movimento revolucionário e permanece em seus governos socialistas. O que resulta disso não é a sociedade feliz e justa enunciada na propaganda, mas sim uma sociedade reprimida e serva de um poder arbitrário e desumano. 

Não sei se vcs identificaram no vídeo o processo que está nos acontecendo: enquanto desmantelam o Estado, infiltram-lhe sua rede de poder absoluto que não obedece a leis e sim a comandos da hierarquia partidária. O poder que estava, bem ou mal, distribuido pela sociedade na forma de direitos, vai sendo drenado, aberta ou dissimuladamente, para as mãos deles. A manipulação politicamente correta, a corrupção, a ocultação e a mentira sistemática já nos subjugam e fazem tal estrago em nossa sociedade que ela já não reage, se cala.  Aqui o silencia é o primeiro sinal de submissão à ditadura.

Mas, já que tudo isso só é possível graças a nossa ignorância e covardia (com as quais eles contam), então podemos combater esse falso Estado com verdades sincera e corajosamente ditas. Um pouco de verdade colocada em circulação é como o anticorpo que vence a falsidade no confronto. Que a verdade seja dita, para quebrar a hipnose.


A DESTRUIÇÃO COMO MÉTODO

"Agora o prof. Duguin promete salvar o mundo pela destruição do Ocidente. Sinceramente, prefiro não saber o que vem depois. A mentalidade revolucionária, com suas promessas auto-adiáveis, tão prontas a se transformar nas suas contrárias com a cara mais inocente do mundo, é o maior flagelo que já se abateu sobre a humanidade. Suas vítimas, de 1789 até hoje, não estão abaixo de trezentos milhões de pessoas – mais que todas as epidemias, catástrofes naturais e guerras entre nações mataram desde o início dos tempos. A essência do seu discurso, como creio já ter demonstrado, é a inversão do sentido do tempo: inventar um futuro e reinterpretar à luz dele, como se fosse premissa certa e arquiprovada, o presente e o passado. Inverter o processo normal do conhecimento, passando a entender o conhecido pelo desconhecido, o certo pelo duvidoso, o categórico pelo hipotético. É a falsificação estrutural, sistemática, obsediante, hipnótica. O prof. Duguin propõe o Império Eurasiano e reconstrói toda a história do mundo como se fosse a longa preparação para o advento dessa coisa linda. É um revolucionário como outro qualquer. Apenas, imensamente mais pretensioso."

O futuro que a Rússia nos promete - Olavo de Carvalho
http://www.olavodecarvalho.org/semana/110523dc.html


 

domingo, 24 de agosto de 2014

A IDEOLOGIA SERIAL KILLER DO COMUNISMO





A IDEOLOGIA SERIAL KILLER

(Diego Casagrande - 12.08.2014 - jornal METRO Porto Alegre)

Um dos mais marcantes filmes de todos os tempos está completando 30 anos: “The Killing Fields” (EUA, 1984) – “Os gritos do silêncio” no Brasil. Uma história cruel e de perseverança. A história real de dois jornalistas e milhões de vítimas inocentes na Ásia. Dois profissionais de imprensa, um norte-americano e outro cambojano, vivem a tomada do país pelos comunistas do Khmer Vermelho, milicianos liderados por Pol Pot. Era 1975 e os revolucionários, após vencer a guerra civil e derrubar o governo do Camboja, decidem que a história começava ali, recriando uma sociedade totalmente agrária, onde qualquer sinal do oposto deveria ser esmagado. Chamaram aquele de “ano zero” e mandaram boa parte da população para zonas rurais em horrendos campos de trabalho forçado. Acreditavam que o novo homem ungido pela crença marxista, seria reformado por dentro e por fora, nas fazendas coletivas onde não houvesse informação, cultura, relações familiares e, sobretudo, liberdade. Durante os quatro anos de reinado de terror, estima-se que perto de 2 milhões de cambojanos tenham sido executados ou morrido de fome, sede e doenças, o equivalente a ¼ da população do país. Ainda hoje descobrem locais no Camboja onde é quase impossível contar os crânios.


O comunismo é, disparado, o regime mais tirânico da história contemporânea. Em seu “Livro negro do Comunismo”, Stéphane Courtois, diretor do Centro Nacional de Pesquisa Científica da França, assegura que o crime em massa foi elevado a uma forma de governo pelos regimes marxistas-leninistas. Não há ideologia que tenha banalizado tanto a morte. Foram 65 milhões de vítimas na China, 20 milhões na União Soviética, 2 milhões no Camboja, 2 milhões na Coreia do Norte, 1,7 milhões na África, 1 milhão no Vietnã, 1 milhão nos países comunistas do leste europeu. Na América Latina foram 150 mil mortos, número pequeno – é possível dizer isso? - comparado ao resto do mundo. Na região, o único lugar onde o comunismo se instalou de fato foi a pequena Cuba, que se tornou uma atrasada e carniceira dinastia de dois irmãos. No entanto, guerrilhas comunistas como o Sendero Luminoso (Peru) e as Farc (Colômbia) deixaram um rastro de sangue. E há uma jovem ditadura na Venezuela.


Há quem diga que o comunismo acabou. Os próprios comunistas – muitos enrustidos – propagam isso. Bobagem. Há males que nunca acabam. Pior. Há males que estão mais próximos do que imaginamos.


 https://www.facebook.com/diegojornalista/photos/np.77123099.1841310132/819341471438803/?type=1&ref=notif&notif_t=notify_me

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Foi o psicopata Nikita Khrushchev quem planejou o Holodomor, genocídio que matou 7 milhões de ucranianos pela fome. Não encontrei essa informação na Internet, mas está no livro de Skousen, "O COMUNISTA EXPOSTO":

"Khrushchev logo ganhou o favor de Stálin juntando-se a uma unidade para purgar a máquina partidária local dos inimigos de Stálin. Mais de 500 homens e mulheres foram entregues à polícia secreta para execução. Mais tarde, Stálin disse que, embora julgasse Khrushchev repulsivo, ficou impressionado com a capacidade do ucranianos para matar ou entregar velhos amigos quando a polícia do Partido o exigia. Por isso, Stálin atribuiu a Khrushchev a tarefa de voltar à Ucrânia e forçar seu próprio povo a viver sob o açoite da supressão comunista total. Os líderes vermelhos estavam usando execuções por atacado para sufocar a resistência. Khrushchev sugeriu um método melhor: usaria a fome em massa!"

Khrushchev foi enviado de volta à Ucrânia como ditador em 1938. Mais uma vez, houve uma vasta purga. Reagiu-se com tal violência a essa nova barbárie que, quando a Segunda Guerra Mundial irrompeu e os nazistas invadiram a Ucrânia, foram recebidos como libertadores, algo que Khrushchev nunca perdoou. Antes de fugir para Moscou, derramou sua vingança sobre o povo. Os relatórios oficiais mostram que, quando os nazistas chegaram, encontraram numerosas valas comuns com milhares de corpos. 
Depois que os alemães se foram, Khrushchev retornou mais uma vez à Ucrânia. Houve deportações em massa, igrejas foram liquidadas, líderes populares executados, e a NKVD caiu sobre a população com uma ferocidade terrível, com a intenção de aterrorizar e eliminar qualquer resistência. Khrushchev ficou conhecido como o "Carrasco da Ucrânia". 
W. C. Skousen

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Da Internet:
"Latino Max - Será que não sabem que Rússia sempre foi o carrasco da Ucrânia? Acaso nunca escutaram falar sobre Holodomor, Holocausto Ucraniano? Holodomor, 7 milhões de Ucranianos assassinados pela Rússia em apenas um ano, 1932-1933! Morreram sobre o jugo da ideologia comunista, a mesma ideologia que agora mata de fome a milhares de Venezuelanos. Será que isso não é o suficiente para entender que a Rússia não é um país sério? O povo ucraniano sofre sob as mãos da Rússia desde a época de Lênin e Stalin!
Bem, vou deixar links de documentários sobre Holodomor: -https://m.youtube.com/watch?v=AsGBKNWhNYg -https://m.youtube.com/watch?v=2sCmPVMp51s&t=37s -https://m.youtube.com/watch?v=_R2bq4NQhzE -https://m.youtube.com/watch?v=n_7MOf9pokM

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O sonho comunista de contaminar o mundo com a própria doença, mencionado por Cyril E. Black no livro Anatomia da Subversão:
"Em 1958, por exemplo, eu tive ocasião de perguntar a Khrushchev acerca das possíveis formas de governo, economia, idiomas e organização em geral, quando os princípios marxistas de sociedade como a que imperava na URSS fossem adotados no resto do mundo. Ele nem por um momento negou a presunção que estava por baixo desta pergunta  realmente explosiva - o sucesso da revolução mundial - e respondeu que ainda era cedo para se dizer como seria um Estado comunista mundial. Quando se chegar a esse ponto, disse ele, seriam encontrados os meios e formas adequados. Ele considerava o Estado mundial ainda no mundo da fantasia e dizia que ainda era impossível dizer como seriam os arranjos de organização em detalhes. Afirmou que os princípios gerais já estavam delineados em Marx, Engels e Lenin."


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KHRUSHCHOV INSTRUI OS SATÉLITES 
Khrushchev apresentou formalmente a estratégia soviética. (...) Os chineses eram bons, mas os serviços de inteligência do Bloco Soviético “tinham uma organização muito superior e deveriam se mover o mais rápido possível para usar drogas e narcóticos, tanto para aleijar a sociedade capitalista como para financiar mais atividades revolucionárias”.Khrushchov então discutiu os muitos benefícios a serem derivados deste negócio. Seria uma boa fonte de renda e seria uma fonte de câmbio muito necessária para financiar operações de inteligência. Isso prejudicaria a saúde e o moral dos militares americanos. Porque pessoas drogadas seriam duvidosas em crises ou em emergências, o negócio da droga "enfraqueceria o fator humano numa situação da defesa".
Khrushchev também levou em consideração o tamanho do impacto na educação. As escolas americanas eram alvos primários, porque era onde os futuros líderes da burguesia seriam encontrados. Outro alvo prioritário de Khrushchev identificado foi a ética, orgulho e lealdade ao trabalho americana, todos os quais seriam minados através de drogas. Finalmente, drogas e narcóticos levariam a uma diminuição da influência das religiões e, sob certas condições, poderiam ser usadas para criar caos.
"Quando discutimos essa estratégia", concluiu Khrushchev, "havia alguns que estavam preocupados que esta operação pudesse ser imoral. Mas devemos declarar categoricamente", enfatizou," que qualquer coisa que acelere a destruição do capitalismo é moral " [= Lenin - Ed.].

(Cocaína Vermelha - A Narcotização da América
Joseph Douglass)



segunda-feira, 17 de março de 2014

A LOUCA MENTALIDADE REVOLUCIONÁRIA E SEUS RESULTADOS DESASTROSOS - Olavo de Carvalho - Revoluções Socialistas de Esquerda - Fant...

 
 
Sobre Valores – Maynard Marques de Santa Rosa

"Quando um país se encontra à deriva, a vítima principal é a confiança, um ingrediente vital. Sem ela, grassa a insegurança e falta crédito na economia. Sem crédito, não há investimento. E sem investimento, não há progresso, nem emprego.

"O revisionismo cultural produzido pela opinião ideológica é antinatural e corrosivo. A Dra. Marie Louise von Franz concluiu, na década de 1950, que: “O sucesso da propaganda provoca uma repressão das reações inconscientes. E a repressão da massa leva à dissociação neurótica e à enfermidade mental, já que está em oposição aos nossos instintos
 

quarta-feira, 12 de março de 2014

NAZISMO E COMUNISMO SÃO IRMÃOS NA CRUELDADE PREMEDITADA - ALAIN BESANÇON




Texto de José Maria e Silva
(...)
Depois de afirmar que a consciência histórica parece, hoje, sofrer gravemente de falta de unidade e que o comunismo e o nazismo são gêmeos heterozigotos (expressão que busca em Pierre Chaunu), Alain Besançon resolve voltar a esse tema que ele confessa doloroso: a capacidade de matar, com frieza e razão, entre o método e o sadismo, ainda por cima em nome de um ideal, que o comunismo e o nazismo inauguram na história humana. Besançon enfatiza que o comunismo e nazismo se dão o direito e mesmo o dever de matar, e o fazem com métodos que se assemelham, numa escala desconhecida na história.
E foi sobretudo por sabê-los iguais na crueldade praticada mas diferentes na memória estabelecida que Alain Besançon escreveu A Infelicidade do Século. É o que ele próprio afirma, também no início da obra, desmentindo cabalmente Emir Sader: A memória histórica, no entanto, os trata [ao comunismo e ao nazismo] de forma igual. O nazismo, apesar de completamente desaparecido há mais de meio século, é, com razão, objeto de uma execração que não diminui com o tempo. A reflexão horrorizada sobre ele parece até aumentar a cada ano em profundidade e extensão. O comunismo, em compensação, apesar de mais recente, e apesar, inclusive de sua queda, se beneficia de uma amnésia e de uma anistia que colhem o consentimento quase unânime, não apenas de seus partidários, pois eles ainda existem, como também de seus inimigos mais determinados e até mesmo de suas vítimas. Nem uns nem outros se acham com direito de tirá-lo do esquecimento. Besançon lembra, inclusive, que, às vezes, o caixão de Drácula se abre , mas o escândalo dura pouco e o caixão se fecha novamente. Foi o que ocorreu, segundo ele, quando da publicação do Livro Negro do Comunismo o escândalo dos 85 milhões de vítimas do comunismo durou pouco, mesmo a cifra permanecendo sem ser seriamente contestada.

(...)

É impossível que a interpretação feita por Emir Sader na orelha do livro seja um equivoco ela só pode ser um embuste. Ao contrário do pensamento de esquerda que se esconde num estilo abstruso para melhor embair o leitor, o pensamento de Alain Besançon é límpido. Ele sustenta que o comunismo e o nazismo buscavam mudar, agindo sobre os costumes, a regra moral, a consciência do bem e do mal . Mesmo se recusando a comparar, sob uma perspectiva quantitativa, o grau de desumanidade do nazismo e do comunismo, Alain Besançon, num dado momento de sua argumentação, chega a afirmar sem rebuços: Apesar de a intensidade no crime ser levada pelo nazismo a um grau que o comunismo jamais se igualou, deve-se, no entanto, afirmar que este último a levou a uma destruição mais extensa e mais profunda . E mostra que essa destruição moral não se limitou aos campos de concentração de Stalin, persistindo ainda hoje, mesmo depois da queda do Muro de Berlim. Besançon oferece como exemplo a declaração de um editorialista do L Humanité, que, diante das dezenas de milhões de vitimas do comunismo, sustentou, na televisão, que, depois de Auschwitz, não se pode ser mais nazista, mas se pode continuar sendo comunista mesmo depois dos campos soviéticos.   

Esse homem que falava com consciência não se dava conta de forma alguma de que ele acabava de formular sua fatal condenação , indigna-se Alain Besançon, acentuando que a idéia comunista perverteu o o princípio de realidade e o princípio moral , ao se julgar capaz de sobreviver a 80 milhões de cadáveres. Daí a permanência do Mal comunista, que, ao se disfarçar de Bem, consegue ser mais duradouro do que o nazismo, estendendo suas vítimas para além do extermínio físico perpetrado em seus tempos de poder máximo. É o que afirma Besançon: O comunismo é mais perverso que o nazismo porque ele não pede ao homem que atue conscientemente como um criminoso, mas, ao contrário, se serve do espírito de justiça e de bondade que se estendeu por toda a terra para difundir em toda a terra o mal. Cada experiência comunista é recomeçada na inocência . Por isso, Besançon se recusa a tratar apenas sociologicamente os fenômenos nazista e comunista. Ele considera que isso seria um desrespeito às vítimas de ambos, já que o Mal que tanto comunismo e nazismo representaram para elas é algo que escapa ao humano para instaurar-se no demoníaco. Alain Besançon, ao contrário de Marx, respeita os limites da vida humana que fatalmente esbarra no mistério. 

 É por não respeitar esse mistério e dessacralizar completamente o homem, procurando racionalizar o mundo numa espécie de reengenharia social, que o comunismo (até mais do que o nazismo) arvora-se a demiurgo de uma humanidade ideal ainda que ao preço de erradicar a que existe da face da terra. Para Besançon, portanto, o comunismo não é só a destruição física representada pelo nazismo, ele é também uma destruição moral. Por duas razões: primeiro, porque o comunismo se vale de uma pedagogia mutilante , que se estende à população inteira e se torna louca porque contradiz as evidências dos sentidos e do entendimento ; segundo porque a confusão permanece insuperável entre a moral comum e a moral comunista, uma vez que é falso dizer que a moral comunista baseia-se na natureza e na história ela baseia-se numa supernatureza que não existe e numa História sem verdade . 

Logo, se a esquerda brasileira não pode ignorar Alain Besançon, como faz com Olavo de Carvalho, por que não se antecipar à direita brasileira antes que ela o descubra e faça dele um arauto de suas idéias, reforçando a voz quase isolada do filósofo do Imbecil Coletivo? Armando-se, então, de uma pedagogia mutilante , Emir Sader não se limitou a provar que Olavo de Carvalho tem razão: ao traduzir o livro de Alain Besançon e maquiá-lo numa apresentação espúria, ele se oferece como exemplo vivo do que Besançon mais condena a capacidade do comunismo de contradizer as evidências dos sentidos e do entendimento , escondendo-se por trás da moral comum, tornando-se parasita dela, gangrenando-a, fazendo dela o instrumento de seu contágio Não foi isto o que fez Emir Sader com o livro de Alain Besançon, escondendo-se por trás de sua moral comum, gangrenando-a, tornando-se parasita dela, para melhor instilar a sua moral comunista? A moral de Besançon iguala nazismo e comunismo para melhor exaltar o ser humano. Fingindo fazer-lhe eco, a moral de Sader quer apenas salvar o comunismo ainda que a custa de perder a humanidade.

Leia na íntegra:
Comunismo versus nazismo
O charlatanismo de esquerda


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Olavo de Carvalho Outro exemplo característico: odiando os bolcheviques até à morte, os nazistas copiaram deles as técnicas de polícia política e campos de concentração -- na verdade as únicas que existiam na época para eliminar oposições em massa. Sob pretextos opostos, agiram igual.

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HITLER ❤️ STALIN 💔 MUSSOLINI

Os teóricos políticos do nazismo sempre afirmaram enfaticamente que o "Estado ético" de Mussolini e o "Estado Ideológico" de Hitler não podem ser mencionados no mesmo fôlego."

Disse Goebbels acerca da diferença entre o fascismo e o nacional-socialismo: “[O fascismo] é […] completamente diferente do nacional-socialismo. Enquanto este último desce até as raízes, o fascismo é superficial” “[O Duce] não é um revolucionário como o Führer ou Stálin. Está tão preso ao povo italiano que lhe faltam as amplas qualidades de um revolucionário em escala mundial”

" Himmler expressou a mesma opinião num discurso pronunciado em 1943 numa Conferência de Oficiais Comandantes: “O fascismo e o nacional-socialismo são fundamentalmente diferentes, […] não há absolutamente nenhuma comparação entre eles como movimentos espirituais e ideológicos”

Hitlers Tischgespräche , p. 113. Nessa obra encontramos ainda numerosos exemplos que demonstram que, ao contrário de certas lendas do pós-guerra, Hitler nunca pretendeu defender “o Ocidente” contra o bolchevismo, mas sempre esteve disposto a unir-se aos “vermelhos” para destruir o Ocidente, mesmo durante a luta contra a União Soviética. Sabemos hoje que Stálin foi repetidamente advertido quanto ao iminente ataque de Hitler à União Soviética. Mesmo quando o adido militar soviético em Berlim o informou quanto ao dia do ataque nazista, Stálin recusou-se a crer que Hitler violaria o tratado.

Extraído do livro AS ORIGENS DO TOTALITARISMO, de H. Arendt

 

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Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História: 

"Para o filósofo polonês Leszek Kolakowski, o bolchevismo e o fascismo representaram duas encarnações da presença desastrosa do diabo na história: "O diabo (...) inventou Estados ideológicos, ou seja, Estados cuja legitimidade é fundada no fato de seus proprietários serem proprietários da verdade. Se te opões a tal Estado ou a seu sistema, és um inimigo da verdade."  (...) Ambos os movimentos revolucionários execravam e denunciavam o liberalismo, a democracia e o parlamentarismo como degradações da verdadeira política, que transcenderia todas as divisões através do estabelecimento de comunidades perfeitas (definidas como sem classe ou racialmente). Fundamentalmente ateus, assim o comunismo como o fascismo organizaram seus objetivos políticos em discursos de suposta emancipação, agindo como religiões políticas destinadas a livrar o indivíduo das imposições da moralidade e legalidade tradicionais."

 "Aqui está a essência e mistério das experiências totalitárias do século XX: "a rejeição completa de todas as barreiras e todas as restrições que a política, a civilização, a moralidade, a religião, os sentimentos naturais de compaixão e as idéias universais de fraternidade construíram a fim de moderar, reprimir ou sublimar o potencial humano para a violência coletiva ou individual."

As similaridades reais entre os experimentos comunista e fascista (o papel crucial do partido, a preeminência da ideologia, a polícia secreta ubíqua, a fascinação com a tecnologia, o culto frenético do "Homem Novo", a celebração quase-religiosa do líder carismático) não devem turvar distinções significativas (sendo uma a ausência, no nazismo, de julgamentos-espetáculos ou expurgos intrapartidários permanente)."

"Concordo com o cientista político Pierre Hassner que, a despeito das diferenças entre stalinismo e nazismo, afirma que sua característica comum fundamental e definidora foi seu frenesi genocida.(...) Por outro lado, assim o stalinismo como o nazismo procuravam "inimigos objetivos" e operavam com noções de culpa coletiva, ou mesmo genética."

"No caminho da transformação permanente, ambos, comunismo e fascismo imaginaram a EXTINÇÃO DO INDIVÍDUO (ou melhor, visavam a ela), inventando critérios igualmente obrigatórios de fé, lealdade, e status cristalizados num mito político diretor. E, de fato, isto define a religiosidade de uma existência coletiva - "Quando alguém sujeita todos os recursos do espírito, todas as submissões da vontade, todos os ardores do fanatismo a uma causa ou a um ser que se torna a finalidade e o guia de todos os pensamentos e ações." Assim o stalinismo como o nazismo enfatizaram a necessidade de integração social e pertencimento comunal através da exclusão de OUTROS específicos." "Elas fiavam-se em "criar cumplicidade, ao passo que operavam isolando e destruindo uma minoria escolhida, cujo estado aterrorizado confirmava o desejo racional do resto de ser incluído e protegido." A legitimidade deles era baseada numa síntese entre coerção e consentimento." 

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A INVENÇÃO DO TOTALITARISMO

"Chegando ao poder, Lênin estabeleceu um regime inédito, em termos históricos, diferente de tudo o que o mundo já conhecera, do sistema comunal de autogestão à autocracia: a extrema ditadura do "partido" exercia-se por trás da fachada de autogestão popular dos sovietes. A direita e à esquerda, o sistema prestava-se muito bem a todas as causas radicais e, graças à ausência de precedentes, muios anos se passaram até que se desvendasse a sua natureza. O conceito de totalitarismo só se tornou claro para definir o regime nascido em solo russo quando os métodos políticos dos comunistas passaram a ser utilizados por fascistas e nazistas."

De "A HISTÓRIA CONCISA DA REVOLUÇÃO RUSSA" 

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 "Agora o prof. Duguin promete salvar o mundo pela destruição do Ocidente. Sinceramente, prefiro não saber o que vem depois. A mentalidade revolucionária, com suas promessas auto-adiáveis, tão prontas a se transformar nas suas contrárias com a cara mais inocente do mundo, é o maior flagelo que já se abateu sobre a humanidade. Suas vítimas, de 1789 até hoje, não estão abaixo de trezentos milhões de pessoas – mais que todas as epidemias, catástrofes naturais e guerras entre nações mataram desde o início dos tempos. A essência do seu discurso, como creio já ter demonstrado, é a inversão do sentido do tempo: inventar um futuro e reinterpretar à luz dele, como se fosse premissa certa e arquiprovada, o presente e o passado. Inverter o processo normal do conhecimento, passando a entender o conhecido pelo desconhecido, o certo pelo duvidoso, o categórico pelo hipotético. É a falsificação estrutural, sistemática, obsediante, hipnótica. O prof. Duguin propõe o Império Eurasiano e reconstrói toda a história do mundo como se fosse a longa preparação para o advento dessa coisa linda. " Olavo de Carvalho

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A infelicidade do século

6 de maio de 2013
Escrito por J. O. de Meira Penna 

Com o título Lê Malheur du Siècle (A infelicidade do século), publicou Alain Besançon, em 1998, uma das melhores análises do totalitarismo de “esquerda” e de “direita” já empreendida em nossa época. Professor do Institut de France e considerado o maior especialista francês em Marxismo e Kremlinologia, é Besançon o autor de um grande número de livros dedicados a exorcizar o fantasma da ideologia que tamanho fascínio exerceu sobre o mundo do século XX – uma atração fatal que teve como resultado, em âmbito global, a morte de cerca de duzentos milhões de seres humanos.

Publicado em português pela Bertrand, o pequeno livro vem curiosamente acompanhado de “orelhas” com uma crítica à própria tese da obra por parte de seu tradutor. Entretanto, seguindo na trilha de um trabalho anterior, La Falsification du Bien (1985) no qual se dedicou especificamente ao estudo comparativo do pensamento de George Orwell e do grande filósofo russo do século XIX, Vladimir Soloviev – Besançon insiste em duas teses principais.

A primeira é que esses “gêmeos heterozigotos”, o nazismo e o comunismo, se caracterizaram pelo empenho que ambos demonstraram em criar uma aparência de defesa de belos ideais de patriotismo, progresso, justiça e liberdade a fim de esconder sua natureza essencialmente perversa, cruel e opressora. O Bem foi assim “falsificado” como acentua o autor. Criou-se uma cultura da Desinformação e da Mentira, no sentido do aforismo de Kafka que “a mentira se tornou a Ordem Universal”. Orwell satirizou magnificamente o fenômeno com sua noção de “duplo-pensar” ou “novilíngua”... “A paz é a guerra”, “a mentira é a verdade”, “a tirania é a liberdade”, “a polícia é o Departamento do Amor”, e assim por diante.

Em nosso país estamos assistindo a um modelo quase perfeito do processo pelo qual os dezeseis mil candidatos às próximas eleições [2002], sendo seis para a Presidência da República, mentem, desmentem e falsificam a Verdade, proclamando ideais exatamente opostos aos que cultivam e às suas verdadeiras intenções na conquista do poder. Em outras palavras, quanto mais falam em desenvolvimento e “justiça social”, tanto mais se esforçam em preservar um regime injusto que, inevitavelmente, mantém na pobreza as massas excluídas do suntuoso banquete patrimonialista da Riqueza Pública de que se locupletam os milhões de políticos, burocratas, amigos e familiares. A retórica é progressista, o desígnio secreto é o atraso. Eis em suma o que chama Besançon de “falsificação do Bem”. Como explica o autor, “os dois totalitarismos se colocam como objetivo chegar a uma sociedade perfeita, destruindo os elementos negativos que a ela se opõem. Pretendem ser filantrópicos, cultivando um ideal que suscitou adesões entusiásticas e atos heróicos. Mas o que os aproxima é que ambos se dão o direito – e mesmo o dever – de matar, e o fazem com métodos semelhantes e em escala absolutamente inédita na história”.

A segunda tese de Besançon é que a memória histórica não os tratou de forma igual. Enquanto o nazismo foi destruído e se tornou objeto de uma execração universal, que não diminui com o tempo - o comunismo ao contrário, “em que pese inclusive sua queda, se beneficia de uma amnésia e anistia que se valem do consentimento quase unânime, não apenas de seus partidários, pois eles ainda existem, como também de seus inimigos mais determinados e até mesmo de suas vítimas”. Quando o caixão de Drácula se abre, como por exemplo pela publicação de O Livro Negro do Comunismo, o escândalo dura pouco e o caixão se fecha, sem que sejam as cifras seriamente contestada. A diferenciação no tratamento dos dois fenômenos criminosos é realmente admirável. Há poucos dias recebi, por exemplo, uma publicação dos Jesuítas de Brasília que dirigem a CNB do PT. Eles descrevem em termos candentes o bombardeio de Hiroshima com o intuito evidente de denunciar “a crueldade do capitalismo americano”. Nenhuma palavra faz referência aos cinco milhões de chineses que foram mortos durante a invasão nipônica, nem tampouco que num único episódio, o massacre de Nanking em fevereiro de 1938, o exército japonês foi responsável pelo dobro de vítimas sofridas nas duas cidades atomizadas em 1945. Nenhuma referência é feita tampouco às centenas de milhares de cristãos assassinados pelos comunistas na China e no Vietnam, depois da subida ao poder dos respectivos “governos populares”. Vide, sobre esse último caso, o livro de Robert Royal “Mártires Católicos do Século XX” (Lisboa 2001). Acontece que principiei a carreira na China, 1941, sendo testemunho direto da brutalidade dos invasores que, não fosse a bomba de Hiroshima, teriam ido ao suicídio coletivo, com ele carregando talvez um milhão de soldados aliados.


Publicado no Jornal da Tarde, 19 de agosto de 2002.

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domingo, 1 de dezembro de 2013

A ESQUERDA E O CRIME JUSTIFICADO - REINALDO AZEVEDO



"A mentalidade revolucionária, com suas promessas auto-adiáveis, tão prontas a se transformar nas suas contrárias com a cara mais inocente do mundo, é o maior flagelo que já se abateu sobre a humanidade. Suas vítimas, de 1789 até hoje, não estão abaixo de trezentos milhões de pessoas – mais que todas as epidemias, catástrofes naturais e guerras entre nações mataram desde o início dos tempos. A essência do seu discurso, como creio já ter demonstrado, é a inversão do sentido do tempo: inventar um futuro e reinterpretar à luz dele, como se fosse premissa certa e arquiprovada, o presente e o passado. Inverter o processo normal do conhecimento, passando a entender o conhecido pelo desconhecido, o certo pelo duvidoso, o categórico pelo hipotético. É a falsificação estrutural, sistemática, obsediante, hipnótica."  Olavo de Carvalho

DIREITA E ESQUERDA , MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO - OLAVO DE CARVALHO, NIVALDO CORDEIRO

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Postagens sobre a mentalidade revolucionária: a ação irresponsável daqueles que imaginam muito e vivenciam pouco daquilo que dizem saber.

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