O livro de Daniel Estulin, "A Verdadeira HistĂłria do Clube Bilderberg", tem um capĂtulo sobre esta guerra, globalista, contra o dinheiro em espĂ©cie. Eis um trecho:
"O dinheiro em moeda nos garante intimidade e anonimato ou, o que Ă© o mesmo, liberdade. TambĂ©m nos garante independĂȘncia. Todos nĂłs poderĂamos conseguir que todos os bancos do mundo quebrassem apenas sacando simultaneamente o dinheiro que temos depositado neles. O DINHEIRO EM ESPĂCIE TAMBĂM Ă SINĂNIMO DE DESCENTRALIZAĂĂO. O governo sabe que para controlar, vigiar e seguir a pista da população, o dinheiro em espĂ©cie deve ser suprimido. Na dĂ©cada de 1960, segundo meu avĂŽ,um oficial do serviço de contra-espionagem da KGB, Esse serviço planejou introduzir um cartĂŁo de crĂ©dito no sistema para poder assim efetuar com facilidade o acompanhamento tanto das pessoas como do dinheiro."
"Como jĂĄ disse no capĂtulo 3, o objetivo da Nova Ordem Mundial Ă© ERRADICAR OS PODERES DESCENTRALIZADOS, para isso Ă© preciso suprimir os territĂłrios undependentes, pois sĂŁo muito difĂceis de controlar, e criar uma comunidade europĂ©ia dependente a fim de estabelecer um Governo Mundial Ănico (autoridade universal, monopĂłlio) que se autoperpetue."
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A guerra dos governos contra o dinheiro vivo continua
A
implacĂĄvel guerra contra
o uso de dinheiro em espécie que estå sendo travada por governos ao redor
do mundo chegou ao seu ĂĄpice na EscandinĂĄvia.
O pretenso motivo apresentado por nossos soberanos para suprimir o uso
do dinheiro em espécie é o de manter a sociedade a salvo de terroristas,
sonegadores, lavadores de dinheiro, cartéis de drogas e todos os diversos tipos
de vilÔes, reais ou imaginårios.
Porém,
o real objetivo da recente enxurrada de leis que visam a tornar menos
convenientes as transaçÔes em dinheiro vivo — chegando a limitar ou atĂ© mesmo
a proibir o uso do dinheiro em vĂĄrios casos — Ă© o de forçar o pĂșblico geral a
efetuar seus pagamentos por meio do sistema financeiro. Ao ser obrigado a utilizar o sistema
financeiro, o pĂșblico involuntariamente provĂȘ amparo ao instĂĄvel sistema
bancĂĄrio de reservas fracionĂĄrias. E,
ainda mais importante, tal medida amplia a capacidade dos governos de espionar
as mais particulares atividades financeiras de seus cidadĂŁos e a manter o
registro de todas elas.
Mais em: https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1545
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Os chineses que tĂȘm baixa pontuação de crĂ©dito social sĂŁo assediados em seus toques de celular e todos podem ouvir.
O Partido Comunista ChinĂȘs deu Ă luz a primeira ditadura digital de
alta tecnologia do mundo e agora estĂĄ vendendo seu sistema para outras
ditaduras socialistas. A Venezuela foi o primeiro cliente.
As
pessoas estĂŁo sujeitas a proibiçÔes de viagens aĂ©reas, excluĂdos de
empregos bem remunerados, impedidos de possuir um carro ou casa, e sĂŁo
identificadas publicamente em um 'Mapa de Caloteiro'.
O
sistema de "crédito social" deve cobrir toda a China em 2020. )s
indivĂduos podem ganhar pontos positivos ao delatar quem nĂŁo cumprir as
exigĂȘncias do Partido.
Fonte: nypost.com
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Sua sobrevivĂȘncia estarĂĄ na dependĂȘncia da vigilĂąncia e julgamento constante dessa corja. Eles comandam, centralizam as informaçÔes e lhe concedem um crĂ©dito conforme seu
comportamento. Se vc não "merecer", vc não tem crédito nem para tomar um
copo de ĂĄgua. Ă mais um capĂtulo do esquema GOVERNO OPACO + POVO
TRANSPARENTE = DITADURA!
Fim do dinheiro em espécie
https://youtu.be/H1Bh8fP_4_Y
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PT propÔe fim do dinheiro em espécie: até que só coma quem obedeça - David Amato
Caso seja necessĂĄrio refrescar a memĂłria do leitor, tanto a Revolução Francesa quanto o Levante Bolchevique - sĂł para citar dois casos -, foram financiados pelas mesmas elites ocultas e famĂlias dinĂĄsticas possuidoras de organizaçÔes transnacionais com poder de alcance mundial, e que atravĂ©s de suas bilionĂĄrias fundaçÔes irradiam dinheiro para uma agenda cultural alegadamente "progressista".
Essa turma nĂŁo quer sĂł o dinheiro, mas o poder e o controle sobre tudo e todos, de modo a implementar um novo mundo baseado em inspiraçÔes ocultas doentias e distorçÔes completas da realidade. Todo o processo se dĂĄ por meio dialĂ©tico e Ă© por isso que a esmagadora maioria da população nĂŁo compreende a sĂntese objetivada."
Sendo assim, conforme noticiado pela Rådio Vox (http://goo.gl/BBeilp), o senhor Reginaldo Lopes (na foto com Lula), deputado federal pelo PT de Minas Gerais, honrando os prestimosos serviços marxistas prestados aos socialistas fabianos, apresentou um projeto de lei que visa extinguir a produção, circulação e uso do dinheiro em espécie, determinando que as transaçÔes financeiras se realizem apenas através do sistema digital.
Um projeto que talvez agrade alguns inocentes Ășteis e entusiastas do Bitcoin, que acreditam piamente que a criptomoeda nĂŁo seja um teste de menor escala para um fim maior, tambĂ©m conhecido como Teste de Choque.
Abaixo, segue um trecho do livro 'A Verdadeira HistĂłria do Clube Bilderbeg', de Daniel Stulin.
O clube nada mais Ă© do que uma reuniĂŁo anual que define pautas para pessoas com destaque no mundo, de modo a azeitar as engrenagens de uma das "novas ordens mundiais":
CAPĂTULO 4
Para uma sociedade sem dinheiro em papel-moeda
"(...)
Logo, na década de 1960, os globalizadores se deram conta de que o
mundo nĂŁo estava mudando suficientemente rĂĄpido para seu gosto e
decidiram atuar. Em 1962, Nelson Rockefeller apelou à criação de uma
Nova Ordem Mundial: "Os temas da atualidade exigem a gritos uma nova
ordem mundial, porque a antiga caiu; uma ordem nova e livre luta por
emergir à luz... Antes de que pudéssemos nos dar conta, estabeleceram-se
as bases da estrutura federal para um mundo livre."
Se
a informação dos capĂtulos anteriores foi alarmante, o que vem a seguir
lhe produzirĂĄ um calafrio nas costas, porque nos aproximamos das etapas
finais da EscravidĂŁo Total.
A
sociedade sem dinheiro em papel-moeda nĂŁo Ă© um "novo" conceito, mas um
antigo, recuperado pela elite globalizadora para exercer um controle
absoluto sobre todos os indivĂduos. Em agosto de 1975, o senador
americano Frank Church declarou que "o Governo tem capacidade
tecnolĂłgica para impor uma "tirania total" no caso de que um ditador
tomasse o poder. NĂŁo existiria um sĂł lugar para ocultar-se".
O dinheiro em metĂĄlico nos garante intimidade e anonimato ou, o que Ă© o mesmo, liberdade. TambĂ©m nos garante independĂȘncia.
Todos
nĂłs poderĂamos conseguir que os bancos do mundo quebrassem apenas
tirando simultaneamente o dinheiro que temos depositado neles. O
dinheiro em papel-moeda também é sinÎnimo de descentralização. O governo
sabe que para controlar, vigiar e seguir a pista da população deve
suprimir o dinheiro em efetivo.
Na
dĂ©cada de 1960, segundo meu avĂŽ ─ um oficial do Serviço Contra
Espionagem da KGB ─, este ĂłrgĂŁo formulou um plano que consistia na
introdução de um cartão de crédito no sistema para assim poder efetuar
com facilidade o rastreamento tanto das pessoas, como do dinheiro.
Para
sua desgraça, embora felizmente para o resto da população, havia um
inconveniente de caråter pråtico em todo este assunto. Naquela época, as
lojas russas, se se caracterizavam por algo, era por sua falta de
mercadorias.
Embora
cada cidadão russo dispusesse de um sofisticado cartão de crédito, o
governo não poderia seguir a pista de ninguém, excetuando um
reduzidĂssimo grupo de clientes, geralmente aqueles que tinham contatos,
aqueles que conheciam alguém em alguma parte e podiam trocar seus bens e
favores pelos de seus amigos.
Isto
me recorda uma anedota de minha juventude: uma vez, em pleno inverno,
meu pai e eu, enquanto retornĂĄvamos Ă casa, depois de esperar duas horas
em um supermercado local, encontramo-nos com uns amigos da famĂlia.
Antes
de partimos, meu pai trocou doze rolos de papel higiĂȘnico por um par de
sapatos, que eram muito estreitos a seu amigo. Conforme me explicou meu
pai mais tarde, as pessoas sempre levavam consigo alguma coisa que lhes
resultasse imprestĂĄvel e que sempre pudessem trocar por algo que
pudessem tirar proveito.
Como
jĂĄ assinalei no capĂtulo 3, o objetivo da Nova Ordem Mundial Ă©
erradicar os poderes descentralizados; devem, portanto, suprimir os
territĂłrios independentes, que sĂŁo mais difĂceis de controlar, e criar
uma comunidade européia dependente, a fim de estabelecer um Governo
Mundial Ănico (autoridade universal, monopĂłlio) que se autoperpetue.
Na
década de 1980, o professor B. A. Hodson, diretor do Centro Informåtico
da Universidade de Manitoba, recomendou gravar uma marca identificadora
na frente de cada indivĂduo. Num primeiro momento, a idĂ©ia consistia em
tatuar um fluido permanente, nĂŁo tĂłxico, sobre a carne humana, que se
transluziria, com a ajuda de raios ultravioleta, ou infravermelhos.
Em
20 de setembro de 1973, a capa do Senior Scholastics ─ uma publicação
especializada (agora desaparecida), orientada aos centros de ensino
mĂ©dio e superior ─ mostrava um grupo de meninos com nĂșmeros tatuados na
fronte e divulgava um artigo de fundo intitulado "Necessidades sociais e
direitos privados. Quem te vigia?".
Em
tal artigo se especulava o seguinte: "Sem moeda, sem mudança e sem
cheques. No programa, a todas as pessoas serĂĄ atribuĂdo um nĂșmero, que
terĂŁo tatuado no pulso ou na fronte.
Deste
modo, todos os artigos de bens de consumo marcar-se-ĂŁo digitalmente. No
ponto de controle, graças a um ordenador situado na saĂda da loja,
captar-se-ĂĄ o nĂșmero de artigos selecionados para sua compra, assim como
o nĂșmero da pessoa, e automaticamente o ordenador somarĂĄ o preço e
descontarĂĄ a importĂąncia da conta do cliente."
O
PrĂȘmio Nobel de QuĂmica de 1954, Linus Pauling, propĂŽs que se tatuasse
uma marca nos pés, ou na fronte de todos os jovens, com o código de seu
respectivo genĂłtipo.
Em
1974, um professor da universidade pĂșblica de Washington, o doutor R.
Keith, inventou uma pistola laser que se empregaria para numerar peixes
em menos de um segundo. Farrell disse que tal arma também poderia
utilizar-se para registrar numericamente Ă s pessoas.
O
assessor do Serviço de InteligĂȘncia, McAlvany, declarou que "a era do
dinheiro em papel moeda estĂĄ chegando a seu fim e uma nova era com uma
sociedade sem dinheiro estå amanhecendo.Se os modernos cartÔes
eletrÎnicos de crédito e débito podem trocar-se por dinheiro em efetivo,
então cada transação econÎmica de sua vida pode ser catalogada e
armazenada como uma futura referĂȘncia e, aqueles com o poder de
interromper seu acesso ao dinheiro eletrĂŽnico, podem estrangulĂĄ-lo no
tempo que dura um batimento cardĂaco. O potencial do totalitarismo para
chantagear e controlar Ă© incrĂvel, mas a maioria das pessoas nem sequer
parece dar-se conta".
A trama segue e chega até os microchips, mas para isso recomendo que baixem e leiam o livro, que conta com fontes primårias.
Vale lembrar que a Venezuela, paĂs vizinho afundado em uma ditadura
tida como modelo a ser imitado pela base governista brasileira, jĂĄ
aboliu o papel moeda de uma maneira mais arcaica, desvalorizando-o a
ponto de certas notas serem usadas até mesmo como guardanapo.
Para
agravar a situação, nos caixas de supermercado hå leitores biométricos
que regulam a quantidade de itens que cada cidadĂŁo pode adquirir, o que Ă©
um upgrade da clĂĄssica livreta cubana de racionamento.
Com
tamanha desvalorização e escassez, é sensato afirmar que, na Venezuela,
sĂł come quem obedece. E Ă© exatamente esse modelo que serĂĄ implementado
no mundo inteiro, mais cedo do que se imagina, caso continuemos nos
comportando como gado.
https://web.archive.org/web/20160103034304/http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/16268-2015-12-28-21-34-19.html
*
Olavo de Carvalho · A
idĂ©ia mais estĂșpida e mais criminosa que a elite acadĂȘmica espalhou
pelo mundo Ă© que o progresso da ciĂȘncia e da tecnologia aumenta o "poder
da humanidade sobre a natureza material". Muito mais, muito antes, e
até como condição indispensåvel para que esse efeito alegadamente
maravilhoso possa produzir-se, o progresso mencionado aumenta O PODER
DE UNS HOMENS SOBRE OS OUTROS.
Quem pode decentemente ignorar que
civilizaçÔes tidas como portadoras de conhecimentos cientĂficos
superiores até à imaginação moderna foram, todas, sem exceção,
civiizaçÔes demonĂacas baseadas na escravidĂŁo e nos sacrifĂcios
humanos?
*
A
coisa MAIS DECISIVA para o futuro da democracia em qualquer lugar do
mundo Ă© que o povo -- a totalidade dos consumidores, eleitores e
pagadores de impostos -- tenha voz ativa
na distribuição das verbas de pesquisa cientĂfica, hoje monopĂłlio de um
reduzido cĂrculo de polĂticos, burocratas e bilionĂĄrios. Sem isso, a
democracia nunca passarĂĄ de uma camada de verniz populista adornando um
sistema tirùnico e prepotente de dominação hierårquica. Quem seleciona o
que se pode perguntar e o que se deve calar determina a forma visĂvel
do mundo e tem assim o domĂnio completo da conduta coletiva. O poder
intelectual Ă© impessoal e de longo prazo, mas, no cĂŽmputo final, Ă©
sempre o mais decisivo. Os cientistas devem ser forçados a investigar O
QUE O POVO QUER SABER, e nĂŁo sĂł o que interessa Ă elite que os comanda.
*
ALEXANDRE COSTA - APAGĂO DA INTERNET E MOEDA DIGITAL - DEPENDĂNCIA DIGITAL
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Maravilhas da ciĂȘncia. Com todos os carros rodando sem motoristas
humanos e toda a economia funcionando eletronicamente, sem dinheiro
impresso, a vida de cada cidadĂŁo serĂĄ TOTALMENTE CONTROLADA PELO ESTADO.