sábado, 4 de março de 2017
terça-feira, 3 de novembro de 2015
ESCOLHA VIVER - A MENTE E A AUTOCURA - PATRICIA NORRIS - Cura do câncer
ESCOLHA VIVER - O PODER DA MENTE E DO CÉREBRO NA AUTOCURA
Recomendo este livro a todos que estão buscando a cura, tanto pacientes como curadores. É um relato e estudo da cura por meio da influência da mente sobre o cérebro e deste sobre o corpo. Patricia Norris é psicóloga, tem orientação de Carl Simonton e trabalha em colaboração com médicos em casos onde a medicina convencional não tem sucesso. Biofeedback, visualização, imagística são ferramentas para o reconhecimento de que a mente, através do cérebro, tem voz de comando sobre o funcionamento do corpo, principalmente sobre o sistema imunológico. O cérebro é a cabine de controle das reações corpóreas. O livro traz a participação do menino Garret, que descreve sua história de cura de um tumor inoperável em sua cabeça.
Eis um trecho:
GARRET DÁ A VOLTA POR CIMA: A DOENÇA REGRIDE
Da primavera ao verão de 1979, Garrett começou a melhorar. Os progressos incluíam uma maior resistência e uso do braço e da perna esquerdos, conseguir levantar-se quando caía e, de modo geral, uma aparência mais saudável. Continuava a exercitar as visualizações todos os dias, e penso que realmente apreciava essas experiências e nunca as considerava tediosas.
Garrett ia ao Centro de Biofeedback e Psicofisiologia uma vez por semana tanto para continuar a exercitar auto-regulação e controle voluntário como para visualização, imagística e terapia de jogo. Fez muitos desenhos; a maioria deles relacionava-se às batalhas entre as várias partes do sistema imunológico e o tumor.
Garrett aprendeu a nadar e íamos nadar juntos na piscina da Menninger tão freqüentemente quanto possível. Seus pais compraram-lhe pés-de-pato e uma máscara com tubo. Ele saiu-se bem com o equipamento, nadando competentemente, com confiança e alegria, a qualquer lugar que desejasse ir.
Quando as aulas recomeçaram no outono, Garrett retornou com confiança renovada e era novamente capaz de apresentar um melhor desempenho escolar. Sua professora da quinta série dava-lhe apoio e encorajava sua independência, ajudando-o a maximizar suas forças.
Vitória: o fim do planeta bolinho de carne!
No final de outubro, Garrett disse-me que tinha uma ótima notícia. "Não consigo mais encontrar meu tumor no exercício de imagística", disse, "Acho que desapareceu." Nunca tivera dificuldade em visualizar o tumor antes, mas agora, repentinamente, o tumor não estava lá. Ele e eu fizemos uma viagem exploratória pelo cérebro dele, examinando-o completamente. Em todos os lugares que olhava via apenas tecido cerebral normal.
A primeira vez que Garrett descobriu a ausência do tumor foi durante sua visualização à noite, antes de dormir. Ficou surpreso por não encontrá-Io. Chamou o pai e disse-lhe que o tumor não estava lá, que devia ter desaparecido. O pai sentou-se ao seu lado e sugeriu que tentasse uma vez mais. Garrett ficou muito quieto e procurou cuidadosamente. Disse então ao pai que não conseguia encontrar ó tumor e tudo o que via era um "estranho ponto branco" onde o tumor havia estado.
Naquela época, tive reações ambivalentes ao receber a notícia. Por outro lado, tendo passado por tantas coisas com Garrett, confiava em sua percepção. Fizemos uma festa de comemoração em seu cérebro e convidamos todos os glóbulos brancos. Lançamos arco-íris por todos os cantos do cérebro e dançamos com os glóbulos brancos, dizendo: "Conseguimos! Conseguimos!”.
Mas o meu lado cauteloso de terapeuta tinha mais reservas e ceticismo, pois não havia então nenhuma prova objetiva. Não podia estar certa de que a mudança em sua imagística significasse realmente o desaparecimento do tumor. Afinal de contas, ele era apenas uma criança; talvez estivesse influenciado por um desejo, talvez estivesse cansado de exercitar visualizações constantemente. Como soube mais tarde, nada poderia ser mais verdadeiro: a imagística tinha se tornado uma parte essencial do modo como Garrett interagia com o corpo e com a vida.
Um sistema de defesa contra novos invasores
Adaptamos a imagística então para enfatizar a vigilância que ele vinha praticando por todo aquele tempo. Garrett visualizava os glóbulos brancos como poderosos, bem-sucedidos, numerosos e constantemente patrulhando cada uma das partes de seu cérebro e corpo, procurando por quaisquer invasores indesejáveis, tais como germes da gripe, vírus ou bactérias. Os glóbulos brancos também procuravam e destruíam quaisquer células indesejáveis que o corpo produzisse ou que não precisasse mais. Ele entendeu que o trabalho principal dos glóbulos brancos era patrulhar e limpar o corpo, e voluntariamente exercitou essas visualizações, tornando-as parte de sua prática regular.
Durante o inverno, Garrett continuou a melhorar sintomática e funcionalmente. Foi capaz de substituir o aparelho para a perna por botas altas, e posteriormente as botas por tênis, uma fonte de imenso prazer. Continuou a fazer as visualizações diárias dos glóbulos brancos, que desempenhavam um intenso trabalho de vigilância em todo o corpo, especialmente no cérebro. Nunca mais viu o tumor em sua prática de Imagística. Acreditava que o tumor tinha desaparecido. Entretanto, tornou-se evidente que também desejava uma confirmação objetiva. Considerando que nenhum tratamento médico adicional tinha sido indicado, decidimos que não havia razão para submetê-Io ao desconforto e à ansiedade de uma nova tomografia.
Em fevereiro de 1980, Garrett perdeu o equilíbrio e caiu de uma maneira um tanto misteriosa. Uma tomografia para examiná-lo foi cogitada, mas não realizada. Alguns dias mais tarde, caiu da escada em casa. Os pais acharam que tinha apresentado uma breve perda de consciência, embora dissesse ter escutado tudo o que se passava, mas simplesmente não podia se mover por alguns momentos. Os pais chamaram o médico, e mais uma vez a decisão foi de não realizar a tomografia imediatamente, mas sim observá-lo até o dia seguinte para ver se apresentaria alguns sintomas, tais como perda de consciência ou vômito. Garrett foi à escola como sempre e, depois do almoço, vomitou. Então finalmente foi submetido à tomografia.
O pediatra de Garrett solicitou a tomografia, mas não estava presente quando foi realizada. O médico que a realizou disse a Sue: "Preciso chamar o dr. Parman e o dr. Reymond e depois gostaria de conversar com a senhora". Sue respondeu: “Antes preciso de 15 minutos para trazer meu marido". O médico disse que não seria necessário, mas Sue disse: "Sim, é necessário!" Ela e Richard tinham um acordo para receber qualquer notícia juntos. Sue foi então buscar Richard. Estava muito preocupada e não queria escutar más notícias sozinha.
Quando estavam todos juntos, o médico perguntou se Garrett tinha sido submetido a cirurgia. Disse que não havia concussão, e que o tumor havia desaparecido! Tudo que puderam encontrar foi um filamento calcificado do tamanho de uma ervilha - "o estranho ponto branco!" Sue disse: "Certo", então compreendeu. Pulou da cadeira, assustando o médico e gritou: "Sumiu! Sumiu!"
O médico disse que se desconhecesse a situação, pensaria que o tumor tinha sido removido cirurgicamente. Sue e Richard disseram-lhe que estavam agradecidos pela notícia, e o médico disse que ele era quem estava agradecido pela oportunidade de comunicar-lhes a novidade. Disse que ganhara o dia; não era freqüentemente o portador de notícia tão maravilhosa. Naquela noite recebi um telefonema de Garrett com as boas novas. Todos estavam surpresos, exceto Garrett e eu, mas acho que ambos estávamos aliviados por termos a confirmação concreta do que já sabíamos. Quando a mãe de Garrett trouxe-o para a próxima sessão, exclamou efusivamente que a radiação não tinha operado esse milagre. Garrett tinha conseguido unicamente com sua visualização. Garrett interferiu, dizendo que pensava que a radiação tinha ajudado, porque amaciara o tumor e facilitara para que pudesse destruí-lo com os glóbulos brancos. Eu tinha certeza de que ele estava certo.
Fonte: “ESCOLHA VIVER”, dos autores Patrícia A. Norris e Garrett Porter , Editora Mandarim
http://www.estantevirtual.com.br/busca?q=PATRICIA+NORRIS
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O MAL DA DESESPERANÇA https://youtu.be/Bw-X5acOxJM?t=106
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CÂNCER E JEJUM INTERMITENTE MATANDO CÉLULAS CANCERÍGENAS COM JEJUM - Dr. Corassa https://youtu.be/YdPUzq00zXU
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FOSFOETANOLAMINA - A CURA PROIBIDA
https://youtu.be/UydhbHd8-Ws
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TAI CHI SENTADO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/05/tai-chi-sentado.html
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DICAS PARA COLUNA VERTEBRAL
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/06/dicas-para-dor-na-coluna.html
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OXIGÊNIO EVITA PROBLEMAS
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/11/stress-respiracao-falta-de-energia.html
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SOL, VITAMINA D E SAÚDE
https://www.youtube.com/watch?v=rEC3f_aHi_M&list=PL301EAE2D5602A758
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ALCALINIZAR PARA COMBATER O CÀNCER
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/11/dr-leonard-coldwell-el-cancer-puede-ser.html
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MAIS SOBRE SAÚDE
http://conspiratio3.blogspot.com.br/search/label/SA%C3%9ADE
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EUTANÁSIA E OUTROS CRIMES RECOMENDADOS PELA ONU PARA UMA NOVA SOCIEDADE
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/07/eutanasia-e-outros-crimes-sao.html
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
terça-feira, 23 de setembro de 2014
PARA RESOLVER AS COISAS - OLAVO DE CARVALHO
https://www.youtube.com/watch?v=P3YjUW_uxgU
Retiraram o vídeo, que era uma aula do Olavo de Carvalho. Por isso vou colocar este:
Amor - Concepções filosóficas, com Olavo de Carvalho
http://youtu.be/uCHqUdZFuHM
segunda-feira, 10 de junho de 2013
O QUE É RESILÊNCIA?
O que é resiliência? (E por que isso é importante)
Dr Cristiano Nabuco
O termo resiliência quer dizer – em seu significado original, na Física, – o nível de resistência que um material pode sofrer frente às pressões sofridas e sua capacidade de retornar ao estado original sem a ocorrência de dano ou ruptura. A Psicologia pegou emprestada a palavra, criando o termo resiliência psicológica para indicar como as pessoas respondem às frustrações diárias, em todos os níveis, e sua capacidade de recuperação emocional. Falando de uma maneira bem simples, quando mais resiliente você for, mais fortemente estará preparado para lidar com as adversidades da vida.
Embora exista certa controvérsia a respeito dos indicadores de uma boa resiliência, não se acredita que ela seja resultante de um traço de caráter ou de personalidade. Na verdade, a melhor definição da palavra seria o resultado de um processo de aprendizagens de vida. Portanto, você, assim como eu, está apto para desenvolvê-la.
O treinamento começa desde cedo
Desde a infância, pessoas que ativamente se esquivam das dificuldades ou que são isoladas dos problemas cotidianos (como fazem alguns pais para “poupar” a criança), deixam de “treinar” suas habilidades resilientes. Desta forma, quando crescem, tais indivíduos não conseguem apresentar repertórios adequados de enfrentamento aos problemas e, desta forma, perdem a habilidade de atravessar as situações de crise de maneira construtiva. Sua falta de habilidade faz com que reajam em excesso (aumentando assim o tamanho das adversidades) ou, no polo oposto, respondam de maneira passiva, ou seja, permanecem anestesiados frente aos dilemas, perpetuando-os.
Um dos princípios mais importantes neste aprendizado diz respeito ao que chamamos de capacidade de enfrentamento de uma pessoa. Eu explico: em todas às situações adversas que passamos podemos compreendê-las de duas formas.
A primeira diz respeito a uma interpretação mais negativa dos fatos, ou seja, entendemos que coisas ruins que acontecem a nós estão fora de nosso raio de ação, pois não temos a menor responsabilidade a respeito de sua ocorrência. Nesta posição, como não temos controle pelo acontecido, não exibimos nenhuma atitude de mudança. E, assim, assumimos uma postura de vítima das circunstâncias da vida.
Uma segunda possibilidade diz respeito a uma interpretação mais ativa dos fatos, ou seja, podemos assumir que parte dos problemas e das dificuldades que vivemos dizem única e exclusivamente respeito a nossa forma de agir no mundo, e portanto, entendemos que possuímos alguma responsabilidade sobre o fato.
Assim, quando eu me vejo parte integrante do problema e pelo que acontece a minha volta, recupero a possibilidade de mudar as coisas que não me fazem bem. Aqui, exatamente, encontra-se um dos maiores dilemas humanos. Embora muitas pessoas desejem ativamente mudar as situações de sua vida, dificilmente querem se automodificar. Mudar então é apenas um desejo.
Nesse sentido, nossa atitude mental frente às adversidades é uma das primeiras lições para construir uma boa resiliência psicológica, pois nos possibilita uma postura mais ativa: a de nos tornamos responsáveis pelo que acontece a nossa volta. Um bom exemplo deste posicionamento pode ser compreendido através de antigo ditado que diz: “não importa o que fizeram conosco, mas sim o que fazemos com aquilo que fizeram de nós”.
E você leitor, em qual posição mais se situa?… A de vítima ou a de responsável pela sua vida? Se optar por entender sua realidade dentro de uma maneira mais ativa e, principalmente sob seu controle, é provável que sua resiliência seja aumentada de maneira expressiva. Pode não ser muito usual, mas tente praticar este pensamento.
Buscando um sentido
Um segundo ponto que aumenta de forma significativa nossa resiliência é o desenvolvimento de um projeto pessoal de vida. Conhecemos pessoas que vivem apenas contando com o dia de hoje e assim passam por sua vida de maneira quase que inconsciente, alheias a tudo e a todos. Uma importante lição deve ser aprendida neste ponto.
Uma história que merece ser contada aqui é a do psicólogo existencialista Viktor Frankl. Prisioneiro dos campos de concentração, ele teve a oportunidade de observar as mais diversas reações dos prisioneiros frente às atrocidades cometidas pelos nazistas. Em seus relatos, descreve que muitas pessoas em certo ponto não mais conseguiam tolerar o sofrimento e assim deliberadamente desistiam de viver. Faziam isso se jogando contra as cercas eletrificadas, deixando de se alimentar ou, finalmente, se atirando contra os militares e seus cachorros. Em suas notas, descreveu que aquelas que mais suportavam a dor de uma prisão (e que sobreviveram) eram aquelas que desenvolviam um sentido de vida como, por exemplo, guardar comida para um prisioneiro mais fragilizado ou mobilizar-se para conseguir medicações para algum outro mais necessitado. Tais ações, segundo ele, traziam de volta a dignidade humana, pois abasteciam as pessoas com força e determinismo pessoal.
“O sucesso, como a felicidade, não pode ser perseguido; ele deve acontecer, e só tem lugar como efeito colateral de uma dedicação pessoal a uma causa maior”, dizia Frankl. Desta forma, temos em nosso cotidiano que desenvolver projetos que tragam um sentido a nossa existência, pois isso nos torna mais resilientes frente às adversidades da vida. Quando eu tenho um projeto maior para me apoiar, entendo que os problemas são apenas obstáculos a serem superados, pois persigo algo muito maior.
E você leitor, tem algum projeto pessoal maior de vida? O que realmente você espera de sua existência? Veja que não vale desejar ficar rico, pois sabemos que isso por si só não traz dignidade a ninguém. Ter um projeto maior é possuir uma causa que lhe traga sentido. Algo que nos faça sair da cama todos os dias e que seguramente poderá trazer-lhe de quebra mais resiliência.
Entendendo emoções
Finalmente, o tripé da resiliência se apoia na capacidade de compreender o que sentimos. Pode parecer algo mais simples, entretanto, não é o que ocorre. Vivemos usualmente sem entrar em contato com nossas sensações subjetivas e isso pode nos confundir bastante. Estar atento aos nossos sentimentos é uma das maneiras mais simples de desenvolver nossa capacidade de enfrentamento emocional. Entenda que estar em contato com nossas emoções nos faz sermos mais ágeis na busca daquilo que efetivamente nos faz bem, como também na evitação das situações que nos fazem mal. É a chamada inteligência emocional.
Em função de não estarmos habituados a nos conectar conosco, estamos sempre procurando aliviar nossos sentimentos ruins através de atitudes externas como, por exemplo, comprar quando não nos sentimos bem, comer quando estamos ansiosos etc, ou seja, agimos de uma maneira esquiva, na qual nos protegemos de nossos próprios sentimentos desconfortáveis. O ponto central aqui é perceber nosso estado subjetivo para então poder mudá-lo.
Caso você esteja achando difícil minha proposta, vou lhe ajudar. Usarei uma antiga crônica de Clarice Lispector que tem o seguinte título: “Se eu fosse eu”. Diz ela: “Quando a procura de um papel se torna inútil, pergunto-me: se eu fosse eu, em que lugar eu o guardaria?” E complementa dizendo: “Quando eu acho o objeto perdido, fico tão absorvida com a pergunta ‘se eu fosse eu’, que eu começo a pensar, diria melhor, sentir”. E finaliza indagando: “leitor, se você fosse você mesmo, quem você seria e onde estaria?”. Conclui sua crônica dizendo: “É como se a mentira fosse lentamente movida do lugar onde se acomodara e temos então contato com a experiência real da vida”.
Portanto, sabemos o que nos incomoda, apenas decidimos não pensar no assunto, anestesiando-nos. Se esta pergunta lhe deu algum frio na barriga, isso definitivamente é um bom sinal. Caso você ainda não tenha percebido, ainda há tempo para mudar. Se não consegue sozinho, busque ajuda.
Concluindo então nossa conversa: (a) desenvolva um papel ativo em sua vida (não se sinta vítima de sua existência), (b) elabore um grande projeto pessoal (caso ainda não o tenha) e finalmente (c) entenda suas emoções. Posso lhe assegurar que você desenvolverá de maneira espantosa sua resiliência emocional. Milan Kundera em seu livro A lentidão afirmou que “cada possibilidade nova que tem a existência, até a menos provável, transforma a existência inteira”.
http://cristianonabuco.blogosfera.uol.com.br/2013/05/24/o-que-e-resilencia-e-porque-isso-e-importante-2/

