2022 - BOLETIM COPPOLLA - PEC SUPREMA DE PAULO EDUARDO MARTINS Essa PEC estabelece o mandato de nove anos para os ministros do STF e prever uma regra de transição para aqueles que já estão na cadeira há mais tempo; a proposta também aumenta idade
mínima para integrantes do tribunal, limita a aplicabilidade de
decisões monocráticas exige maioria qualificada do colegiado para
alterar a legislação que restringe o direito de ação daqueles milhares e
milhares de Sindicatos e dezenas de partidos políticos sem
representação Popular não à toa nos bastidores de Brasília a proposta já foi apelidada de PEC Suprema com direito a hashtag e tudo. Faz sentido porque essa não é apenas uma matéria de suma importância é uma questão de suprema relevância para a democracia e para o estado de direito.
Mensagem do Presidente Jair Bolsonaro na abertura dos trabalhos no Congresso Nacional https://youtu.be/QBEgL8rh4Wc
MENSAGEM AO CONGRESSO NACIONAL 2019
"O Brasil resistiu a décadas de uma operação cultural e política destinada a destruir a essência mais singela e solidária de nosso povo, representada nos valores da civilização judaico-cristã. Esse processo começou pela dominação cultural nos espaços de formação e informação, passou pela ocupação do poder nas estruturas públicas e instituições e, por fim, chegou ao próprio Governo. O Estado foi assaltado. O Erário foi colocado à disposição de tiranetes mundo afora. E a democracia ficou vulnerável diante de tamanha dilapidação moral e ética.
Os brasileiros, especialmente os mais pobres, conhecem o resultado da era que terminou: a pior recessão econômica da história nos foi legada. Treze milhões de desempregados! Isso foi resultado direto do maior esquema de corrupção do planeta, criado para custear um projeto de poder local e continental.
O combate à miséria foi limitado à maquiagem nos números. Indicadores foram alterados para fins de propaganda, sem implicar melhoria nas condições de vida da população.
A criminalidade bateu recordes, fruto do enfraquecimento das forças de segurança e de leis demasiadamente permissivas. O governo de então foi tímido na proteção da vítima e efusivo na vitimização social do criminoso. A mentalidade era: quem deve ir para o banco dos réus é a sociedade.
Isso acabou! O Governo brasileiro declara guerra ao crime organizado. Guerra moral, guerra jurídica, guerra de combate. Não temos pena e nem medo de criminoso. A eles sejam dadas as garantias da lei e que tais leis sejam mais duras. Nosso governo já está trabalhando nessa direção."
Mais em: http://www.casacivil.gov.br/central-de-conteudos/downloads/mensagem-ao-congresso-2019
OLAVO DE CARVALHO · Vencer
os comunolarápios não basta. É preciso bani-los da vida pública PARA
SEMPRE. Entenderam? PARA SEMPRE. E só há um meio de fazer isso: Não
deixar que a velha geração esqueça e as novas gerações ignorem o que
eles fizeram. Os crimes inumeráveis que eles cometeram -- e os muitos
outros que preparavam -- garantiram para eles o direito à imortalidade: a
imortalidade da vergonha, do opróbrio e da desonra. Negar-lhes isso é
fazer-lhes uma tremenda injustiça. OLAVO DE CARVALHO
- "Não se esqueçam: em TODOS os países onde o comunismo foi implantado,
o povo estava maciçamente CONTRA, e nada pôde fazer. A violência, o
cinismo e a determinação da elite revolucionária não têm limites.
Combatê-la com meias-medidas é fortalecê-la."
* "Se porventura o movimento
popular sair vencedor, como parece que vai acontecer, e de eleições
novas e limpas emergir um presidente de verdade em vez dessa farsante
semi-analfabeta, AÍ A BRIGA SE TRANSFERIRÁ PARA O PLANO INTERNACIONAL, e
será preciso muito apoio do povo ao novo governante para que ele
resista às pressões que inevitavelmente tentarão fazê-lo submeter os
interesses nacionais aos de poderosas forças estrangeiras. Afinal, o
comunopetismo, com seus esforços de dissolver as soberanias nacionais
num monstrengo chamado "Pátria Grande", está perfeitamente alinhado e
submisso aos planos da Nova Ordem Global que ele diz combater, e que
visam precisamente à INTEGRAÇÃO MUNDIAL POR MEIO DE GRANDES INTEGRAÇÕES
REGIONAIS. Os autonomeados senhores do mundo não ficarão felizes de ver a
queda do seu querido pupilo, e tudo farão para que o novo presidente
seja como ele." https://www.facebook.com/olavo.decarvalho/posts/10153193907347192
"Aqui
chegamos à raiz do problema: ninguém jamais deve fazer acordos com
funcionários de regimes totalitários, gângsteres ou criminosos, pois
pessoas dessa estirpe não representam um Estado legítimo. Tornar-se
parceiro dessa gente só faz você um cúmplice no encobrimento do crime, o
que compromete sua integridade e pode acarretar sua destruição
espiritual, no pior sentido possível. No entanto, os líderes dos atuais
governos legítimos parecem estar sempre dispostos a fazer "parcerias"
com criminosos totalitários. Ao mesmo tempo, aqueles que já tiveram sua
reputação comprometida por causa de suas relações com líderes comunistas
ou pós-comunistas se veem obrigados a atacar os homens que estão numa
posição moral superior, isto é, aqueles que dizem a verdade a respeito
do totalitarismo." (Jeffrey Nyquist - "O Tolo e seu Inimigo")
Comunistas e a implosão do “Estado Burguês” Escrito por Ipojuca Pontes | 01 Setembro 2016 Em 20 anos, para implodir o “sistema burguês” e se manter no poder fáustico, a canalha esquerdista criou cerca de 84 estatais e 39 ministérios prodigalizando regalias do tipo “auxílio- exclusão”, “seguro-defeso” e “Bolsa Família”.
O comunista Antonio Gramsci, “Il Gobbo”, ao perceber que a revolução bolchevique não passava de um inútil banho de sangue, levantou as principais coordenadas: “Primeiro” – disse ele – “você destrói a economia, depois destrói o Estado e, em seguida, acaba com a oposição. Aí, toma conta da sociedade. E a melhor maneira de destruir a sociedade capitalista é depravar sua economia”.
Mas como chegar a isso? Bem, o caminho prático para se chegar ao paraíso comunista seria o de “sobrecarregar” o Estado burguês capitalista. A ideia diabólica seria levar todo mundo a depender, dentro do sistema, das benesses do Estado e passar a mamar nas tetas do governo. Com o tempo, o peso do amparo à pobreza se tornaria insuportável e a sociedade capitalista ruiria, pois, como se sabe, a humanidade sempre viveu em regime de escassez.
Não há prática sem teoria. Assim, inspirado nas teses (doentias) de Gramsci e nas “regras radicais” de Saul Alinsky, agente da KGB infiltrado nas organizações sindicais da Chicago dos anos 30, especialista em fomentar “conquistas sociais”, Richard Cloward e Frances Fox Piven, um casal de fabianos, prescreveu a bula para destruir a democracia capitalista. Nas páginas da “Estratégia Cloward-Piven”, a dupla pontifica: “A economia burguesa será levada ao colapso por meio da crescente implementação da conquista de direitos patrocinados pelo Estado do bem-estar social”. E mais:
- Ao lado da distribuição das benesses sociais, será necessário ainda expandir o poder de atuação da burocracia visando a criação de leis e pacotes assistenciais e, fundamentado nelas, na expansão do eleitorado dependente do amparo do governo. “Com o aumento da lista de assistidos e a sobrecarga dos direitos sociais será inevitável a deflagração do caos na economia burguesa”.
(Hoje, no Brasil, a partir dos governos socialistas de FHC, Lula da Selva e Dilma Terrorista, ninguém duvida mais que prevalece no pedaço a rigorosa adoção da “estratégia” miserável).
De fato, em 20 anos, para implodir o “sistema burguês” e se manter no poder fáustico, a canalha esquerdista criou cerca de 84 estatais e 39 ministérios prodigalizando regalias do tipo “auxílio- exclusão”, “seguro-defeso” e “Bolsa Família”, institucionalizando, assim, a malandragem pátria. Por exemplo: visando manter ativo um inusitado “Beneficio de Prestação Continuada” (BPC), para remunerar dependentes que nunca contribuíram com INSS, e que muitas vezes nem existem, o governo babá queima anualmente R$ 45 bilhões.
Outro exemplo claro da ação preconcebida para implodir a economia burguesa identifica-se na criação da Empresa de Planejamento e Logística destinada à construção do trem-bala, cujo projeto, abandonado, redunda no desperdício anual de milhões no custeio da folha de pagamento de funcionários ociosos.
Neste banquete de horror socialista, 300 mil ativistas terceirizados e 100 mil “boquinhas” comissionadas em ministérios e estatais se refestelam na grana pública.
Some-se a tudo isto, as despesas colossais com os salários nababescos das burocracias do Executivo, Legislativo e Judiciário, incorporando aumentos crescentes e isonomias em cascata, bem como mordomias, viagens oficiais aos borbotões, para não falar nos bilhões dos fundos de pensões, nas fortunas para produções de filmes pornográficos e políticos, em shows permissivos de artistas engajados e mais o desperdício sem controle de verbas das universidades e de obras públicas fraudulentas que oficializam o sumidouro de propinas e roubos partidários e então... e então teremos a justificativa do porquê a economia burguesa dançou e o socialismo dos neomarxistas se impôs à nação perplexa, humilhada e ofendida.
PS – A julgar pelo que vocifera o sinuoso ministro Meirelles, mão de ferro do governo social-democrata da Era Temer, caberá ao contribuinte (a descarnada classe média, por assim dizer) pagar o ônus da ruinosa “estratégia”. Ele sustenta, com dose de cinismo, que se não houver aumento da arrecadação pelo crescimento da produção, só restará ao governo o aumento da carga tributária, “pontual e temporário”, para se chegar ao inatingível “ajuste fiscal”.
Como diria o carniceiro Lenin: o que fazer?
Ipojuca Pontes cineasta, jornalista, e autor de livros como 'A Era Lula', 'Cultura e Desenvolvimento' e 'Politicamente Corretíssimos', é um dos mais antigos colunistas do Mídia Sem Máscara. Também é conferencista e foi Secretário Nacional da Cultura.
http://www.midiasemmascara.org/artigos/economia/16696-2016-09-01-17-35-00.html
EM LOUVOR DE LULA - OLAVO DE CARVALHO (midia sem mascara) É fácil chamá-lo de ladrão, de vigarista, do diabo. Mas o fato é que essas críticas se baseiam num critério de idoneidade administrativa que só vale no quadro da “moral burguesa” e que, em toda a literatura marxista, não passa de objeto de zombaria.
Nem mesmo o enriquecimento pessoal ilícito pode ser alegado seriamente contra ele, pelos cânones da moral revolucionária.
Na peça teatral Processo e Morte de Stalin, de Eugenio Corti – escritor da estatura de um Manzoni ou de um Tolstoi --, o ditador soviético convida alguns de seus ministros e assessores para um jantar na sua casa de campo, na intenção de prendê-los e sacrificá-los num dos seus célebres “expurgos”. Eles descobrem o plano e decidem virar o jogo. Desarmam os guardas da casa e já estão quase liquidando com um tiro na nuca o velho companheiro, quando surge a idéia de lhe dar uma última oportunidade de se explicar perante o tribunal do materialismo histórico. O que se segue é uma obra-prima de argumentação dialética, na qual Stalin logra demonstrar, ante os olhos estupefatos de seus executores, que os crimes que perpetrou não foram jamais traições aos ideais revolucionários, mas sim a realização fiel, exata e genial dos princípios do marxismo-leninismo nas circunstâncias históricas dadas. Os conspiradores admitem que ele tem razão, mas resolvem matá-lo mesmo assim.
Para confirmar o dito de Karl Marx de que as tragédias históricas se repetem como farsas, alguém deveria escrever uma peça similar sobre o sr. Luiz Inácio Lula da Silva. Qualquer estudioso de marxismo que tenha feito a sua lição de casa – um tipo que, admito, é uma raridade absoluta tanto na esquerda quanto na direita hoje em dia --, tem a obrigação de perceber que, do ponto de vista da estratégia revolucionária, Lula nada fez de errado. Ao contrário. Seguiu a receita fielmente, com um fino senso dialético das condições objetivas, dos momentos e das oportunidades, logrando realizar o quase impossível: salvar da extinção o movimento comunista latino-americano e colocá-lo no poder em uma dúzia de países. Fidel e Raul Castro jamais puseram isso em dúvida. As próprias Farc reconheceram-no enfaticamente, na carta de agradecimento que enviaram ao XV aniversário do Foro de São Paulo. Mais ainda: no seu próprio país, Lula foi o líder e símbolo aglutinador da “revolução cultural” que deu aos esquerdistas o completo controle hegemônico das discussões públicas, ao ponto de que praticamente toda oposição ideológica desapareceu do cenário, sobrando, no máximo, as críticas administrativas e legalísticas que em nada se opunham à substância dos planos revolucionários. Isso nunca tinha acontecido antes em país nenhum. O próprio Lula, consciente da obra realizada, chegou a celebrar a mais espetacular vitória ideológica de todos os tempos ao declarar que, na eleição presidencial de 2002, o Brasil havia alcançado a perfeição da democracia: todos os candidatos eram de esquerda.
É fácil chamá-lo de ladrão, de vigarista, do diabo. Mas o fato é que essas críticas se baseiam num critério de idoneidade administrativa que só vale no quadro da “moral burguesa” e que, em toda a literatura marxista, não passa de objeto de zombaria. O que aconteceu foi apenas que Lula, como todo agente do movimento comunista internacional que não chega ao poder por meio de uma insurreição armada e sim por via eleitoral, como foi também o caso de Allende no Chile, teve de fazer alianças e concessões – inclusive e principalmente ao vocabulário da “honestidade burguesa”—com a firme intenção de jogá-las fora tão logo começassem a atrapalhar em vez de ajudar. Tanto ele quanto seu fiel escudeiro Marco Aurélio Garcia foram muito explícitos quanto a esse ponto: ele, em entrevista a Le Monde; Garcia, a La Nación. Mover-se no meio das ambigüidades de uma conciliação oportunista entre as exigências estratégicas do movimento revolucionário e os interesses objetivos dos aliados capitalistas de ocasião é uma das operações mais delicadas e complexas em que um líder comunista pode se meter. Mas, pelo critério dos resultados obtidos – o único que vale na luta política --, o sucesso do Foro de São Paulo é a prova cabal de que Lênin, Stálin ou Fidel Castro, no lugar de Lula, não teriam feito melhor.
Nem mesmo o enriquecimento pessoal ilícito pode ser alegado seriamente contra ele, pelos cânones da moral revolucionária. De um lado, em todos os clássicos da literatura comunista não se encontrará uma única palavra que sugira, nem mesmo de longe, que o compromisso de fachada com a “moral burguesa” deva ser cumprido literalmente como guiamento moral da pessoa do líder, ou mesmo do menor dos militantes. De outro lado, é fato histórico arquicomprovado que todas as estrelas maiores do cast comunista enriqueceram ilicitamente – Stalin, Mao, Fidel Castro, Pol-Pot, Allende, Ceaucescu --, sendo uma norma tácita que tinham até a obrigação de fazê-lo, de preferência com contas na Suíça, para ter os meios de resguardar-se e reiniciar a revolução no exterior em caso de fracasso do projeto local. O próprio Lênin só não chegou a poder desfrutar do estatuto de nababo porque semanas após a vitória da Revolução a sífilis terciária, cumprindo seu prazo fatal, o reduziu a um farrapo humano. Como dizia Yakov Stanislavovich Ganetsky (também chamado Hanecki), o mentor financeiro de Lênin, “a melhor maneira de destruirmos o capitalismo é nós mesmos nos tornarmos capitalistas”.
O movimento revolucionário sempre viveu do roubo, da fraude, do contrabando, dos seqüestros, do narcotráfico e, nos países democráticos onde chegou ao poder, do assalto aos cofres públicos. Lula não inventou nada, não inovou em nada, não alterou nada, apenas demonstrou uma habilidade extraordinária em aplicar truques tão velhos quanto o próprio comunismo.
No tribunal da ética revolucionária, portanto, nem uma palavra se pode dizer contra ele. As críticas só podem provir de três fontes:
a) Reacionários empedernidos, frios, desumanos e incompreensivos como o autor destas linhas, que não condenam Lula por desviar-se do movimento revolucionário e sim por permanecer fiel ao esquema de destruição civilizacional mais cínico e diabólico que o mundo já conheceu.
b) Aliados burgueses insatisfeitos de que ele viole de maneira demasiado ostensiva as regras da moral capitalista, sujando a reputação de quem só quer ajudá-lo.
c) Esquerdistas com precária formação marxista, que não entendem a natureza puramente tática da retórica burguesa de idoneidade administrativa e imaginam – ou se esforçam para imaginar diante do espelho -- que a roubalheira seja uma traição aos ideais revolucionários.
Os primeiros são os únicos que dizem o português claro: a roubalheira petista não é um caso de “corrupção” igual a tantos outros que a antecederam, mas é um plano gigantesco de apropriação do dinheiro público para dar ao movimento comunista o poder total sobre o continente.
Os segundos, ideologicamente castrados, imaginam poder vencer ou controlar o comunopetismo mediante simples acusações de “corrupção” desligadas e isoladas de qualquer exame da sua retaguarda estratégica. Inclui-se aí toda a grande mídia brasileira, com a exceção de alguns colunistas mais ousados como Reinaldo Azevedo, Percival Puggina e Felipe Moura Brasil.
Os terceiros macaqueiam o discurso dos segundos na esperança de salvar a reputação do movimento revolucionário mediante o sacrifício de uns quantos “corruptos” mais visíveis. Nas suas mentes misturam-se, em doses iguais, a falsa consciência, o fingimento histérico de intenções angélicas e o desejo intenso de limpar com duas palavrinhas tardias uma vida inteira de serviços prestados ao mal.
Não espanta a pressa obscena dos segundos em celebrar estes últimos como heróis nacionais. Vêem neles uma ajuda providencial para tomar do parceiro incômodo o controle da aliança sem ter de passar por anticomunistas, uma perspectiva que os horroriza mais que o risco do paredón.
Publicado no Diário do Comércio.
http://olavodecarvalho.org
Esse vídeo é muito importante porque descreve didaticamente uma crise provavelmente armada para uma tomada de poder ou mesmo uma revolução. Ele complementa o vídeo de 2006 do Olavo de Carvalho POR QUE DESMANTELAR O ESTADO? que também explica a necessidade de derrubar a nação para toma-la.
Geórgia Las Casas Castelo Branco COMPARAÇÃO
UPP, SEGURANÇA PÚBLICA E O PROGRAMA MAIS MÉDICOS! Estamos dando o
alerta! Assistam , compartilhem e lutem contra isso! Estamos trilhando
os caminhos da Venezuela! Não há outra saída a não ser uma intervenção
militar! Para colocar ordem na casa só os militares! Acorda Brasil!
Mariangela Hauschild da SilveiraAlô, Forças Armadas! Aviões venezuelanos despejam centenas de guerrilheiros no Brasil?
"Enquanto aqueles que anseiam preservar e conservar a democracia
festejam o "cancelamento" da vinda de 6.000 médicos guerrilheiros
cubanos, algo muito estranho acontece. Aviões venezuelanos
descarregam centenas de guerrilheiros em Mato Grosso do Sul? Estes se
espalham pelo Brasil, numa visível operação nada lícita, sobretudo pela
conivência governamental e, obviamente, para operações de tomada de
poder, já que o povo provou nas ruas que não querem mais os atuais
governantes, c...
"Todo ditador tem medo da classe média e com a ditadura cubana não é
diferente. Sabem que uma classe média perseguida mas ganhando dinheiro
costuma depor ditadores, como ocorreu com Fulgêncio Batista, pelo apoio
da classe média cubana à guerrilha de Fidel e Raúl. Por isso têm tanto
medo da prosperidade individual. Garantir a miséria igualitária típica
do socialimo é muito mais seguro para a reduzida burguesia do politiburo
de Havana."