"TUDO, na vida intelectual, depende de uma distinção clara entre o que
você SABE, o que lhe PARECE RAZOÁVEL, o que você ACHA e o que você
apenas IMAGINA. Os quatro discursos de Aristóteles."
Olavo de Carvalho
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"Filho
do homem, tu habitas no meio da casa rebelde, que tem olhos para ver e
não vê, e tem ouvidos para ouvir e não ouve; porque é casa rebelde." Ezequiel 12:2
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"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho
Não faz sentido querer que o Estado, o governo, a classe política tenham um nível de moralidade mais elevado que o de seus fiscais e críticos – os intelectuais e a mídia.
Ninguém jamais refutou a tese de Reinhold Niebuhr, exposta em Moral Man and Immoral Society, de que a sociedade e sua representação estatal se permitem necessariamente condutas que, no indivíduo, seriam condenadas como imorais.
O crítico que se ergue contra a corrupção estatal tem portanto a obrigação de ser mais exigente para consigo próprio do que para com o objeto da sua crítica.
No Brasil, a maior prova da imoralidade geral não é o sucesso da máquina de corrupção petista: é a presunção de impecabilidade angélica com que aqueles que ajudaram a construi-la falam contra ela no tom de vítimas inocentes e não no de cúmplices arrependidos.
O primeiro passo para a institucionalização do gangsterismo estatal neste país foi a destruição da moral tradicional e sua substituição pelo aglomerado turvo de slogans e casuísmos politicamente corretos que, por vazios e amoldáveis às conveniências táticas do momento, só servem mesmo é para concentrar o poder nas mãos dos mais cínicos e despudorados.
Quando as noções simples de veracidade, honestidade e sinceridade são neutralizadas como meras construções ideológicas e em lugar delas se consagram fetiches verbais hipnóticos como “justiça social”, “inclusão”, “diversidade”, que mais se pode esperar senão a confusão geral das consciências e a ascensão irrefreável da vigarice?
E como evitar o embotamento moral, quando duas gerações de estudantes são vampirizados por professores insanos, que, após ter proclamado a total inexistência da verdade, saem no instante seguinte arrogando-se a credibilidade absoluta do discurso veraz e reprimindo como “autoritária” qualquer veleidade de enxergar nisso uma contradição?
Quem, entre os jornalistas e intelectuais, pode honestamente dizer que não contribuiu para essa imbecilização em massa, celebrada ao longo dos anos como um avanço meritório da “consciência crítica”?
Quem, entre eles, reconhece agora no descalabro petista o fruto das suas próprias ações, em vez de ocultar seu passado sob feiúras alheias que já não se pode mesmo camuflar?
Quando no começo dos anos 90 se lançou entre fanfarras triunfais a “Campanha pela Ética na Política”, que fui o único a denunciar como ardil maquiavélico inventado para prostituir a ética no leito da política, o destino do Brasil estava selado: beatificar os piores, erigi-los em modelos de boa conduta, projetar neles todas as esperanças de uma transfiguração redentora da nacionalidade e por fim entregar-lhes uma dose de poder maior que a de qualquer grupo político ao longo de toda a nossa História.
Quem, na época em que os Dirceus e Mercadantes brilhavam como apóstolos da virtude no picadeiro das CPIs, parou para examinar a moralidade intrínseca das suas acusações, não raro alimentadas pelo aparato de espionagem petista cuja mera existência já era então a ilegalidade estabelecida, a usurpação das prerrogativas do Estado pelo Partido-Príncipe auto-incumbido de exercer, nas palavras de seu guru Antonio Gramsci, “a autoridade onipresente e invisível de um imperativo categórico, de um mandamento divino”?
Quem, sabendo das ligações entre esse partido e as Farc, não julgou legítimo e moralmente defensável ocultá-las para não dar força aos Malufs e Magalhães, aos objetos de ódio pré-selecionados para servir de vítimas sacrificiais no grande espetáculo do rito purificador, oficiado entre discretos risisinhos e piscadelas de olho por um clero de espertalhões?
Muitos, hoje, apontam o dedo contra a corrupção governamental. Poucos, entre eles, são menos culpados dela do que o próprio Lula. Mais raros ainda os que têm a hombridade de limpar-se antes de mostrar a sujeira dos outros.
O teor geral da polêmica antipetista hoje em dia não prenuncia nenhuma restauração da moralidade, apenas mais um remake da farsa costumeira. Aguardem o pior, e não serão decepcionados.
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"A geração que, derrotada pela ditadura militar, abandonou os sonhos de chegar ao poder pela luta armada e se dedicou, em silêncio, a uma revisão de sua estratégia, à luz dos ensinamentos de Antonio Gramsci. O que Gramsci lhe ensinou foi abdicar do radicalismo ostensivo para ampliar a margem de alianças; foi renunciar à pureza dos esquemas ideológicos aparentes para ganhar eficiência na arte de aliciar e comprometer; foi recuar do combate político direto para a zona mais profunda da sabotagem psicológica. Com Gramsci ela aprendeu que uma revolução da mente deve preceder a revolução política; que é mais importante solapar as bases morais e culturais do adversário do que ganhar votos; que um colaborador inconsciente e sem compromisso, de cujas ações o partido jamais possa ser responsabilizado, vale mais que mil militantes inscritos. Com Gramsci ela aprendeu uma estratégia tão vasta em sua abrangência, tão sutil em seus meios, tão complexa e quase contraditória em sua pluralidade simultânea de canais de ação, que é praticamente impossível o adversário mesmo não acabar colaborando com ela de algum modo, tecendo, como profetizou Lênin, a corda com que será enforcado. A conversão formal ou informal, consciente ou inconsciente da intelectualidade de esquerda à estratégia de Antonio Gramsci é o fato mais relevante da História nacional dos últimos trinta anos. É nela, bem como em outros fatores concordantes e convergentes, que se deve buscar a origem das mutações psicológicas de alcance incalculável que lançam o Brasil numa situação claramente pré-revolucionária, que até o momento só dois observadores, além do autor deste livro, souberam assinalar, e aliás mui discretamente." Olavo de Carvalho
Padre Paulo Ricardo
"O
marxismo não é uma filosofia. Para ser mais exato, ele é uma doença no
jeito de pensar — um vírus, que impede a pessoa de buscar a verdade,
fazendo-a enxergar somente “interesses”. É por isso que os adeptos do
socialismo são capazes de defender tudo e, ao mesmo tempo, o contrário
de tudo. Para nós, que acreditamos numa coisa chamada “lógica”, parece
incoerência. Para eles, porém, não há problema algum, pois a verdade não
existe; só existe o que atrapalha e o que favorece a Revolução." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/07/padre-paulo-ricardo-nao-espere.html
"TUDO, na vida intelectual, depende de uma distinção clara entre o que
você SABE, o que lhe PARECE RAZOÁVEL, o que você ACHA e o que você
apenas IMAGINA. Os quatro discursos de Aristóteles."
Olavo de Carvalho
"Filho
do homem, tu habitas no meio da casa rebelde, que tem olhos para ver e
não vê, e tem ouvidos para ouvir e não ouve; porque é casa rebelde." Ezequiel 12:2
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"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho
"TUDO, na vida intelectual, depende de uma distinção clara entre o que
você SABE, o que lhe PARECE RAZOÁVEL, o que você ACHA e o que você
apenas IMAGINA. Os quatro discursos de Aristóteles."
Olavo de Carvalho
"Filho
do homem, tu habitas no meio da casa rebelde, que tem olhos para ver e
não vê, e tem ouvidos para ouvir e não ouve; porque é casa rebelde." Ezequiel 12:2
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"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho
Ernesto Araújo Eu me lembrava da experiência que nós tivemos no governo Bolsonaro, pude contribuir aí na primeira metade do governo, onde a nossa política externa era colocar o Brasil na aliança ocidental e desinserir o Brasil da aliança totalitária. E qual é o desafio hoje da política externa? É blindar o PCC e o comando vermelho. Quer dizer, uma certa diferença, né? Ou seja, hoje,
aparentemente, essa é a tarefa que foi encomendada à diplomacia brasileira,
né? Tentar blindar o PCC . Isso é horrível, né? Não só a diplomacia, mas todo o sistema. Então você vê o quão importante é o circuito de poder que foi construído desde os anos 90, entre a esquerda, o crime organizado,
narcotráfico, o terrorismo e a corrupção. Isso é o modelo de poder que depois, a partir do ano 2000, 2002, PT, Chaves, etc., vai se consolidando na América Latina, com Foro de São Paulo. E o Brasil é talvez o caso mais avançado, né? E isso mostra o seguinte: você não consegue mais separar, se é que
algum dia conseguiu, num lado está o crime organizado, as grandes organizações, no outro está a política, no outro está o terrorismo e você separa. Não, tá tudo junto.
Então, quando se trata de combater o crime organizado, repercute em tudo. Então o sistema não se sustenta se você partir realmente para um combate contra o crime organizado no Brasil e na América Latina. Então o Lula tentou fingir
que queria cooperar o combate ao crime organizado da boca para fora, mas ficou claro que ele não tem condições de oferecer essa cooperação e então não foi chamado, claro, para o para a organização aí das Américas (ESCUDO DAS AMÉRICAS) para combater o crime organizado. Agora tá se dedicando justamente a essa questão da não classificação do PCC e Comando Vermelho como terroristas. (...)
Marco Costa -
É chato você ver que a esquerda nunca quer dar um instrumento legal para combater o crime verdadeiro. Eles querem fabricar o crime de transfobia. Isso daí tá para ser votado: "Transfobia". Isso daí tá na galera das comissões lá, que estão no Congresso. Toda hora tem um crime que eles estão inventando,
"violência de gênero" crime eleitoral,
Você briga com um homem que acha que é mulher, vira violência de gênero contra a mulher ou transfobia.
Então, a sociedade tá doente, né? A gente tá passando por um processo de ressignificação e de repensar o futuro a partir dos escombros que a gente tá
vendo que estão sendo de terra arrasada, né, do PT e do Supremo. Eu acho que é o o Brasil do futuro e ele tem que ser repensado a partir dessa derrocada do PT, do Lula. Derrocada moral, né, Ernesto? Uma derrocada moral. A gente tá vivendo num num imerso na imoralidade, assim, é defender bandido virou arroz e feijão da imprensa.
(...)
Ernesto Araújo - Ora, o Brasil, um país que tem os problemas que tem hoje, só muda com a perspectiva do ideal, de uma mudança de ideais, uma mudança de valores, os famosos valores. Você tem que reinverter a escala de valores que a esquerda inverteu completamente.
A mão esquerda ☠️🏴☠️💀💣💰🥷🏿 Mas, além das organizações de massa, a esquerda tem quatro armas decisivas, todas secretas ou discretas: a rede de espiões e informantes; a rede de disciplinados agentes de influência na mídia e nas universidades; a rede de colaboradores bem encaixados em postos essenciais da polícia, da Justiça, da administração pública; e a rede de ONGs sempre prontas a dar respaldo internacional a toda palavra de ordem das lideranças locais.
Isso permite ações de grande envergadura, cujos efeitos chovem de vários lados simultaneamente, dando a impressão de uma harmonia espontânea das várias correntes da opinião pública. Em cada emergência, basta acionar as redes e pronto: daqui vem uma notícia de TV, de lá uma manifestação pública, de acolá uma peça de teatro infantil, de mais adiante um comentário na imprensa de Paris ou de Londres, um sermão repetido em todas as igrejas, um parecer técnico firmado por autoridade científica sempre insuspeitíssima. Eis como se cria, sob encomenda, a fachada de unanimidade avassaladora que parece brotar do coração do povo tão naturalmente quanto o sol nasce ou o vento sopra. Tais operações não são, de maneira alguma, raras e excepcionais. São o dia-a-dia de um movimento que, há mais de um século, cultiva a prática das ações encobertas e tem no espírito de clandestinidade um dos componentes tradicionais de seu modo de ser.
Este país não conhecerá a normalidade democrática enquanto a esquerda não abdicar de sua eterna vocação de agir por baixo do pano sob a desculpa de que é perseguida e coitadinha demais para ser sincera e franca."
PHVOX - PIOR DO QUE IMAGINAVAM! BANCO MASTER PODE TER LIGAÇÃO COM F4CÇ4O! ENTENDA... https://youtu.be/X5UWtt-GRB8
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"Se vocês ainda não notaram, aproveitem o festival de homicídios em São Paulo como ocasião perfeita para notar esta regra geral nunca desmentida: com a mesma constância com que em qualquer nação agrária e atrasada as revoluções socialistas resultam imediatamente na instauração de ditaduras genocidas, em todo país mais ou menos próspero e democrático onde a esquerda se torne hegemônica as taxas de criminalidade sobem e não param mais de subir. O primeiro desses fenôme cnos observou-se na Rússia, na China, na Coreia do Norte, no Camboja, em Cuba etc. O segundo, na França, na Inglaterra, na Argentina, na Venezuela, nos EUA, no Brasil e um pouco por toda parte no Ocidente." Olavo de Carvalho
"Eu quero trazer para o pessoal esse SHIELD OF THE AMERICAS,
Escudo das Américas, e como que pode ser que os EUA estejam por trás
desse desvendar incrível do Banco Master. E digo mais, tudo o que a
gente viu do Banco Master é FICHINHA se fizessem o mesmo com o Itaú e o
BTG Pactual." Allan dos Santos
SHIELD
OF AMERICAS - Trump lança o “ESCUDO DAS AMÉRICAS” sem o Brasil: Lula
fica DE FORA do bloco contra cartéis e China PH Araujo nos EUA https://youtu.be/e-eo41qOFcA
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O QUE NÃO ESTÁ SENDO DITO É QUE HOJE O NARCOTRÁFICO SUSTENTA A ESQUERDA, E AS MÁFIAS ESTÃO A SERVIÇO DE
GOVERNOS. Pesquise: Putin, KGB, máfia russa, Olavo de Carvalho:
"O Estado soviético, a KGB e a máfia russa são uma única e a mesma
entidade."
"Os russos preparavam-se para essa operação desde os anos 50, quando a
KGB começou a treinar agentes para que se infiltrassem nas várias
quadrilhas de narcotraficantes no Terceiro Mundo, na Europa ocidental e
nos EUA. A idéia era dominar o mercado mundial, para criar uma
multiplicidade de fontes locais de financiamento para os movimentos
revolucionários, poupando ao governo soviético uma despesa considerável.
Verdadeiras universidades do crime foram criadas em vários pontos do
território soviético, elevando o narcotráfico às alturas de uma
especialidade acadêmica. A operação, com base no testemunho direto de um
de seus próprios articuladores principais, o general tcheco Jan Sejna, é
descrita com minúcia no livro de Joseph D. Douglass, Red Cocaine: The
Drugging of América And The West (1999), outro clássico imperdoavelmente
omitido na lista de Alan B. Jones. Por volta de 1980 o sistema estava
em pleno funcionamento. Sua implantação passou, é claro, pelo suborno e
arregimentação de inumeráveis agentes e funcionários de diversos
serviços secretos ocidentais, especialmente da CIA, o que se tornou
ainda mais fácil quando, nas últimas semanas do governo Reagan, uma
parte dos serviços dessa agência foi privatizada pelo mesmo presidente
que se notabilizara como o demolidor máximo do “Império do Mal”, donde
se conclui que os grandes homens também pisam no tomate. Foi a partir
daí que começaram a pipocar os casos de envolvimento de agentes da CIA
no narcotráfico internacional, fornecendo a McCoy e Piper o material
para os seus dois livros"
"Filho
do homem, tu habitas no meio da casa rebelde, que tem olhos para ver e
não vê, e tem ouvidos para ouvir e não ouve; porque é casa rebelde." Ezequiel 12:2
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"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho