Seguidores

Mostrando postagens com marcador TÉCNICA DA FALSA MAIORIA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador TÉCNICA DA FALSA MAIORIA. Mostrar todas as postagens

domingo, 21 de setembro de 2025

NIKOLAS FERREIRA - CONVITE AO EXTREMISMO - TÉCNICA DA DEMONIZAÇÃO - Dep Nikolas Ferreira

 

 

 

*

Olavo de Carvalho - O Inicio da Decadência Intelectual da Esquerda https://youtu.be/fXEdlZIgvpU

*

Assassinato de CHARLIE KIRK : A fala e a escrita em tempos de guerra - Bruna Torlay https://youtu.be/LWEgR9m0noQ

*

TÉCNICA TOTALITÁRIA DA FALSIFICAÇÃO DO BEM, DO MAL E DA CULPA - INVERSÃO - EXCLUSÃO/CANCELAMENTO/EXPURGO/EXTERMÍNIO - ÓDIO DIRIGIDO - O "direito" de perseguir e matar decorre do direito de condenar e demonizar adversários (inimigos) e, antes disso, de redefinir o que é bem e mal, certo e errado, verdade e mentira, com o aval da população manipulada e acovardada. https://conspiratio3.blogspot.com/p/antiga-tecnica-totalitaria-da.html

*

Ernesto Araújo @ernestofaraujo No atentado contra Donald Trump vemos a situação-limite da ideia, promovida pelos Democratas nos EUA e STF no Brasil, de que uma pessoa, uma vez rotulada de “extremista de direita”, deixa de merecer os seus direitos básicos. Se o “extremista de direita” não merece liberdade de expressão, nem devido processo legal, nem passaporte, nem acesso a seu próprio dinheiro, nem suposição de inocência, nem isonomia, nem acesso de seus advogados aos autos processuais, nem liberdade física, nem ser julgado por juízes imparciais, nem respeito mínimo por parte desses juízes e outras autoridades… por que mereceria o direito à vida? O atentado contra Trump, assim como o atentado jurídico cometido diariamente contra os presos políticos brasileiros (ambos com vítimas fatais) são consequência lógica de uma política de desumanização das pessoas de direita, dos conservadores, dos simples cidadãos que ousam não compactuar com o sistema de poder corrupto brasileiro, americano, mundial. https://conspiratio3.blogspot.com/2024/07/flavio-bolsonaro-esquerda-discurso-de.html 

ORWELL - "Um dia haverá uma grande e cuidadosa investigação científica sobre até que ponto se dá crédito à propaganda(*). Por exemplo, qual é o efeito de uma notícia como essa acima, bastante típica da rádio fascista? Qualquer italiano que a levasse a sério teria que supor que a Grã-Bretanha estava prestes a colapsar em poucas semanas. Quando o colapso não acontecesse, seria de se esperar que ele perdesse a confiança nas autoridades que o enganaram. Mas não é certo que seja essa a reação. Em todo o caso, por períodos consideravelmente longos, as pessoas são capazes de permanecer indiferentes a mentiras óbvias, seja porque simplesmente esquecem o que foi dito de um dia para o outro, ou porque estão sob um bombardeio constante de propaganda, o que as anestesia para tudo o mais que acontece."  Livro "Mentira É Verdade, Guerra É Paz" G. Orwell 

(*O crédito da mentira depende da fonte,  de repetição e da censura.) 

A mentira faz mal à memória.  A perda do referente, idéias sem lastro nos fatos e sem uma relação sólida, consistente, umas com as outras torna a informação sem significado, desimportante, supérflua. Por que dar atenção a ela? Guardá-la? O cérebro se torna desatento. Mas, e para o mentiroso? Prof. Olavo diz que a revolução gramsciana, planejada para destruir pensamentos de oposição à esquerda, destruiu a inteligência de todos, incluindo de esquerdistas. E destruiu o significado de tudo, esvaziou de sentido nossa sociedade. Então, agora burrice e depressão andam juntas? 

E pensar que basta um Olavo de Carvalho para reverter isto. Basta a percepção de que temos uma percepção e uma noção de verdade. É possível buscá-la. É impossível não buscá-la. Desistir dela é o que arruína a inteligência e produz depressão. É o que paralisa o sistema imunológico psíquico que filtra o que é verdadeiro e barra o espúrio, o duvidoso, o suspeito, etc. 

A repetição da mentira força a mente na direção dessa desistência, que lhe parece, então, ser o caminho menos trabalhoso. Desistir da verdade é, no entanto, puro suicídio, é desistir de tudo o que importa. 

Essa questão me causa uma permanente perplexidade. Como é que nossa sociedade aguenta viver e respirar a mentira hegemônica, onipresente? Viver sob o domínio da mentira oficial, da eleição de araque, do pseudo-governo, da pseudo-impresa, a pseudo-educação, a pseudo-economia tramadas por pseudos ministérios, os Tribunais de Injustiça, a anti-constituição, a anti-democracia? Tudo isso está sendo ACEITO! Mentir para si mesmo num tal grau para sobreviver ao Estado mentiroso impede de viver e resulta em passividade, desorientação e depressão, ou em militância do ódio, porque àquela pergunta do Olavo,  ("Você vai acreditar em mim ou em seus próprios olhos?") as pessoas respondem se traindo. 

*

ROGER SCRUTON - DISTORÇÃO PREMEDITADA NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO:

As boas teorias deveriam tomar o lugar das ruins, já que as boas são as que sobrevivem à refutação, e o sentido deveria tomar o lugar da falta de sentido, que não tem nada a nos dizer. Nas humanidades, porém, parece vigorar uma espécie de lei de Gresham: as teorias ruins substituem as boas, a falta de sentido substitui o sentido. Há várias explicações para esse fenômeno, algumas mais plausíveis que outras. O ponto importante é que a sobrevivência de uma teoria não depende de sua capacidade de permanecer irrefutável, mas de sua capacidade de tornar a refutação indesejável, impossível ou ambas as coisas. A refutação é indesejável quando a teoria está tão vinculada a uma posição política que se torna quase indistinguível dela; e é impossível quando a teoria está cercada por uma impenetrável muralha de nonsense.  

O jargão afetado e sem sentido é muito mais eficaz na propagação das opiniões de esquerda e progressistas que os argumentos bem fundamentados, pela simples razão de que as opiniões progressistas, quando afirmadas explicitamente, expõem-se a ser refutadas. O objetivo do jargão não é encontrar razões inovadoras para a oposição cultural, mas torná-la incontestável ao colocá-la além do debate racional.     (Resumido de "ARGUMENTOS PARA O CONSERVADORISMO", Roger Scruton)

  


* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

🔴 NOVA EDIÇÃO DO LIVRO "PONEROLOGIA - PSICOPATAS NO PODER" - Andrew Lobaczewski https://conspiratio3.blogspot.com/2025/08/nova-edicao-do-livro-ponerologia.html

*

OLAVO DE CARVALHO - "Fingir que assassinos compulsivos são concorrentes democráticos legítimos é a doença mental crônica da direita." 

Alie-se ao MAL e será seu cúmplice e, depois, sua vítima.

Olavo de Carvalho - A única "violência simbólica" que existe é a comunista -- e aqueles que a praticam, quando a vêem no rosto amedrontado das suas vitimas, se sentem ainda mais encorajados a apontar estas últimas como culpadas do crime que cometem contra elas. A "sociologia" do Pierre Bourdieu é o exemplo cuspido e escarrado da inversão revolucionária.

*

 
 
 

A direita depende da verdade e a verdade depende da direita. Se não fizermos nada por ela, a mentira e a censura nos transformarão na esquerda totalitária que tanto nos horroriza.

*

"São João nos diz que o anticristo será investido com soberania absoluta e que seu poder se estenderá sobre todas as tribos e povos, homens de todas as nações e línguas. Enquanto ele consegue vencer os santos por uma perseguição levada ao limite extremo, simultaneamente dará rédea solta a todo tipo de licenciosidade e não haverá liberdade exceto para o mal."  (Pe. Charles Arminjon (1824-1885) - "O Fim do Mundo e os mistérios da vida futura") 


* * * * * * * * * * * * * * * * * * *

 *

"O Brasil segue, por enquanto, no compasso da centralização absoluta de todos os poderes e funções de estado, de maneira a instalar o totalitarismo e escravizar a todos nós. Já conseguiram aprovar a reforma tributária que vai concentrar 100% de todos os tributos recolhidos no país, deixando as cidades e os estados totalmente dependentes do grande paisão socialista federal e devem manter o controle do processo eleitoral, pois parece que não teremos contagem pública de todos os votos. Ou seja, só falta mesmo controlar todas as polícias do país." https://youtu.be/e31dRyrpZZY

*

 *

"Hoje entendo que o esquerdismo não é um ideal, uma crença, uma filosofia: é uma doença moral horrível, a substituição do senso instintivo do bem e do mal por um conjunto de artifícios lógicos que, por etapas, vão levando da mera perversão à inversão completa, à santificação do mal e à condenação do bem." Olavo de Carvalho https://conspiratio3.blogspot.com/2023/05/olavo-de-carvalho-forca-diabolica-que.html

*

Táticas dos abusadores - Superasas https://www.youtube.com/

* 


TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html

* * * * * * * * * *

"Salvarei o Brasil se ouvir em todas as casas ao menos uma jaculatória da minha Coroa das Lágrimas"  "Por vossa mansidão divina, ó Jesus manietado, salvai o mundo do erro que o ameaça."

GRANDES PROMESSAS https://youtu.be/TuAsi3ZTrZI 

*          

"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho

REZE PELO BRASIL. REZE PELA VERDADE. Ela está em perigo de extinção, substituída por ideologias e pretextos. 

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

CAMILA ABDO ENTREVISTA CRISTIAN DEROSA - Fake News, jornalismo e a grande mídia com Cristian Derosa



*

A espiral do silêncio pode ser um processo até normal, mas sua intensidade depende da ignorância e da  insegurança emocional da sociedade. A espiral do silêncio se torna uma técnica nas mãos da esquerda porque o relativismo e a indefinição de conceitos permite a preponderância da vontade sobre todos os critérios sensatos ou racionais de decisão.



domingo, 4 de agosto de 2019

A ESPIRAL DO SILÊNCIO - ALEXIS DE TOCQUEVILLE - LIVRO DE ELISABETH NOELLE- NEUMANN


"Se algo assim existe realmente e se é um processo por meio do qual as ideologias e movimentos sociais se impõem ou desaparecem, autores de séculos anteriores devem tê-lo percebido de alguma forma. É pouco provável que um fenômeno deste tipo tenha passado despercebido diante da atenção de homens sensíveis e reflexivos como filósofos, estudiosos do direito e historiadores, que tanto pensaram e escreveram sobre os homens e seu mundo. Quando comecei a buscar entre os escritos de grandes autores do passado, alegrei-me ao encontrar uma descrição precisa da dinâmica da espiral do silêncio na história da Revolução Francesa, de Alexis de Tocqueville, publicada em 1856. Tocqueville descreve a decadência da Igreja na França em meados do século XVIII e o modo como o desdém pela religião se converteu em uma paixão generalizada e imperante entre os franceses. O silêncio da Igreja francesa, conta ele, foi um fator de primeira importância: "Os que continuavam crendo nas doutrinas da Igreja tinham medo de ficar sozinhos em sua fidelidade e, temendo mais a solidão do que o erro, declararam compartilhar das opiniões da maioria. Deste modo, o que era somente a opinião de uma parcela do país chegou a ser considerado como a vontade de todos e a aparecer, por isso, irresistível, inclusive para os que haviam contribuído para gerar essa falsa aparência." 

Do livro "A ESPIRAL DO SILÊNCIO", de Elizabeth Noelle-Neumann.

* * *

DO PREFÁCIO DO LIVRO

Entre os princípios que constituem uma sociedade democrática está a liberdade de expressão, que consiste na materialização da liberdade da consciência, e é, portanto, fonte de todas as outras liberdades e condição sine qua non para a existência de uma coisa chamada individualidade humana.
(...) 
Em meus estudos sobre a cronologia dos planos de constituir um governo mundial, notei que ao longo do tempo um fator foi particularmente aprimorado com mais afinco que os demais. Depois de alguns projetos baseados principalmente na força militar, econômica e política, as iniciativas visando convencimento, persuasão e qualquer outro tipo de influência tornaram-se o foco das atenções destes planejadores, e por fim mostraram-se mais eficientes que os fuzis e as legislações. Mesmo quando comparada a outros aspectos como sistemas econômicos e iniciativas políticas, nenhuma outra área recebeu mais atenção daqueles que desejam controlar o mundo inteiro.

Como a eficácia deste tipo de iniciativa depende de um certo grau de discrição, a maioria das pessoas nem imagina que por trás de toda comunicação global, principalmente nos assuntos vitais e estratégicos, existe uma intenção deliberada de interferir na opinião das pessoas, com técnicas, métodos e experimentos. Na verdade poucos sabem que o controle da opinião pública é tema de inúmeros estudos e tem sido beneficiado com financiamentos de valores incalculáveis.

Qualquer um que tenha pesquisado sobre os regimes totalitários que inspiraram os projetos que hoje são conhecidos como Nova Ordem Mundial sabe que a questão da manipulação da opinião é central nesse processo. De Antonio Gramsci à Escola de Frankfurt, passando por diversos outros pensadores, fica evidente que a estratégia mudou drasticamente após os fracassos dos regimes soviético e nazista. O foco, que era “mudar a sociedade de cima para baixo”, transformou-se em uma série de iniciativas que têm como objetivo mudar antecipadamente o pensamento do indivíduo e desta forma enfrentar menos resistência para as futuras implantações.

Basta pensar um pouco para perceber que de nada adianta lutar contra as iniciativas políticas e econômicas que compõem estes planos sem conhecer a estratégia insidiosa que se esconde na comunicação de massa. E assim que eu percebi que esta era a chave para compreender o panorama e prever os rumos das decisões políticas, passei a procurar pelos estudos sobre o tema. O que eu não esperava é que a maioria dos estudos mais sérios e documentados sobre a influência da comunicação na formação das opiniões levava a um assunto ainda mais específico e profundo, a Espiral do Silêncio.

A autora deste estudo, que serviu a muitos outros sobre ciência política, opinião pública e mídia é uma professora alemã, Elisabeth Noelle-Neumann, nascida em Berlim em 1916 e falecida em 2010. Seus estudos, iniciados ainda na década de 1960, demonstram, de forma objetiva e indiscutível, que a psicologia humana obedece a certos preceitos para a formação da opinião, seja pública ou individual.

Olavo de Carvalho, que foi o grande responsável por aprofundar as questões levantadas por Noelle-Neumann no Brasil, explica a peculiaridade desta questão eminentemente psicológica, que atinge o imaginário e talvez até o subconsciente das pessoas. O filósofo sintetiza a Espiral do Silêncio como um jogo de impressões e de emoções vagas, e não um processo de doutrinação ideológica. 
(...)  
Logo no início o leitor já entende o que é, como funciona e quais os métodos utilizados, levantando hipóteses e abrindo para uma abordagem muito profunda sobre o poder de influência do que a autora chama de isolamento, a força ativadora da Espiral do Silêncio. 





A opinião pública não é simplesmente a soma das opiniões pessoais e nem mesmo a média entre elas. A autora mostra detalhadamente como os mais variados fatores, muitas vezes desconexos e até mesmo aparentemente contraditórios, tendem a direcionar o pensamento e o comportamento de uma maneira que as pesquisas mais superficiais nunca poderiam ou poderão revelar. Com este olhar diferenciado o livro desmonta diversos métodos simplórios de aferição usados em pesquisas cotidianas e mostra como esses levantamentos também são usados para manipular a opinião pública.

Também merece registro o enfoque na observação da forma que as notícias são propagadas, jogando luz não apenas sobre o conteúdo transmitido, o que leva o leitor a compreender e identificar o corporativismo da imprensa, seus reais objetivos, muitas vezes não declarados, e seus métodos de manipulação, exagero e ocultação da informação circulante.

Este livro oferece ainda o mais precioso dos instrumentos para demonstrar que existe manipulação deliberada na transmissão da informação. E prova que a aplicação da Espiral do Silêncio não é espontânea e definitivamente não é um fato isolado. Esta questão é decisiva porque muitas pessoas intuitivamente desconfiam que existe algum tipo de manipulação das informações, mas só conseguem enxergar interesses pontuais sobre a distorção de uma notícia, sem perceber que existem ligações com várias outras.

Com o politicamente correto onipresente e a disseminação avassaladora das iniciativas de engenharia social, o lançamento da primeira versão brasileira deste clássico é motivo de comemoração para todos que tenham interesse em proteger a sanidade das suas opiniões e dos seus posicionamentos. Boa leitura! 

Alexandre Costa 
http://ordem-natural.blogspot.com/2018/09/espiral-do-silencio-prefacio-alexandre.html




Maquiadores do crime
Olavo de Carvalho

Lenin dizia que, quando você tirou do adversário a vontade de lutar, já venceu a briga. Mas, nas modernas condições de “guerra assimétrica”, controlar a opinião pública tornou-se mais decisivo do que alcançar vitórias no campo militar. A regra leninista converte-se portanto automaticamente na técnica da “espiral do silêncio”: agora trata-se de extinguir, na alma do inimigo, não só sua disposição guerreira, mas até sua vontade de argumentar em defesa própria, seu mero impulso de dizer umas tímidas palavrinhas contra o agressor.O modo de alcançar esse objetivo é trabalhoso e caro, mas simples em essência: trata-se de atacar a honra do infeliz desde tantos lados, por tantos meios de comunicação diversos e com tamanha variedade de alegações contraditórias, com freqüência propositadamente absurdas e farsescas, de tal modo que ele, sentindo a inviabilidade de um debate limpo, acabe preferindo recolher-se ao silêncio. Nesse momento ele se torna politicamente defunto. O mal venceu mais uma batalha.

A técnica foi experimentada pela primeira vez no século XVIII. Foi tão pesada a carga de invencionices, chacotas, lendas urbanas e arremedos de pesquisa histórico-filológica que se jogou sobre a Igreja Católica, que os padres e teólogos acabaram achando que não valia a pena defender uma instituição venerável contra alegações tão baixas e maliciosas. Resultado: perderam a briga. O contraste entre a virulência, a baixeza, a ubiqüidade da propaganda anticatólica e a míngua, a timidez dos discursos de defesa ou contra-ataque, marcou a imagem da época, até hoje, com a fisionomia triunfante dos iluministas e revolucionários. Pior ainda: recobriu-os com a aura de uma superioridade intelectual que, no fim das contas, não possuíam de maneira alguma. A Igreja continuou ensinando, curando as almas, amparando os pobres, socorrendo os doentes, produzindo santos e mártires, mas foi como se nada disso tivesse acontecido. Para vocês fazerem uma idéia do poder entorpecente da “espiral do silêncio”, basta notar que, durante aquele período, uma só organização católica, a Companhia de Jesus, fez mais contribuições à ciência do que todos os seus detratores materialistas somados, mas foram estes que entraram para a História – e lá estão até hoje – como paladinos da razão científica em luta contra o obscurantismo. 

Foi só quase um século depois desses acontecimentos que Alexis de Tocqueville descobriu por que a Igreja perdera uma guerra que tinha tudo para vencer. Deve-se a ele a primeira formulação da teoria da “espiral do silêncio”, que, em extensa pesquisa sobre o comportamento da opinião pública na Alemanha, Elizabeth Noëlle-Neumann veio a confirmar integralmente em The Spiral of Silence: Public Opinion, Our Social Skin(2ª. ed., The University of Chicago Press, 1993). Calar-se ante o atacante desonesto é uma atitude tão suicida quanto tentar rebater suas acusações em termos “elevados”, conferindo-lhe uma dignidade que ele não tem. As duas coisas jogam você direto na voragem da “espiral do silêncio”. A Igreja do século XVIII cometeu esses dois erros, como a Igreja de hoje os está cometendo de novo.
http://olavodecarvalho.org/maquiadores-do-crime/


* ASSASSINATO DE REPUTAÇÃO DA DIREITA
"Já na Era FHC não havia direita. Havia esquerda e “centro”. Associada a palavra “direita” a toda sorte de crimes e abusos – objetivamente, no entanto, muito menores que os da esquerda –, todo direitista buscou prudente abrigo num inócuo meio-termo, sem saber que com isso se condenava à “espiral do silêncio” e à derrota inevitável. O passo seguinte foi rotular ao menos parte do “centro” como “extrema direita”, de modo que os centristas trocassem novamente de crachá. Quando o sr. Luís Inácio festejou como apoteose da democracia a ausência de candidatos presidenciais de direita nas presentes eleições, a obra da “espiral do silêncio” estava completa. Era a vitória final do “novo paradigma”: vote em quem quiser, contanto que seja de esquerda. É uma daquelas situações que o velho Karl Kraus diria impossíveis de satirizar, por já serem satíricas em si mesmas. Quem pode encarná-la melhor do que um palhaço profissional que alardeia como suprema razão para votarem nele a sua completa falta de qualificações para o cargo?"
Olavo de Carvalho
http://olavodecarvalho.org/a-voz-dos-fatos/

*
“O brasileiro de hoje em dia é aquele sujeito valente que teme olhares e caretas como se fossem balas de canhão, que enfia o rabo entre as pernas à simples ideia de que falem mal dele, que troca a honra e a liberdade por um olhar de simpatia paternal de quem o despreza.” 
Olavo de Carvalho
 
*  
AGENDA LGBT NO STF E SENADO - CRÍTICA NACIONAL
https://criticanacional.com.br/2019/05/31/a-acao-da-agenda-lgbt-no-stf-no-senado-federal-2/
*
DESVENDANDO AS FALÁCIAS SOBRE AS PESQUISAS DE OPINIÃO
http://avancabrasil.site/2019/05/31/exclusivo-desvendando-as-falacias-sobre-as-pesquisas-de-opiniao/
*
POLITICAMENTE CORRETO E GENOCIDIO CULTURAL - OLAVO DE CARVALHO
https://youtu.be/Wz_LAp24JsQ
*
Quando os questionamentos e os desmentidos não fazem obstáculo à mentira e ela floresce desimpedida, é porque há censura e controle do fluxo de informações. O resultado disso, pressentido, mas não pensado racionalmente, é o desastre. As pessoas sabem que o poder de censurar vem de cima, e baixam a cabeça. A sociedade pode, então,sentir que o mal está no comando, mas só alguns indivíduos têm coragem de traduzir isto em palavras e enfrentá-lo. Por isso se tornam líderes naturais, como é o caso de Olavo de Carvalho. 




Engraçado, todo mundo sabe que a censura acontece por causa de VERDADES, e não pelos motivos alegado. Mas fica tudo por isso mesmo.

CENSURA SIGNIFICA PERIGO
Por causa de discursos de "ódio" e outros vão acabar com a democracia, já que a democracia não funciona sem a liberdade de comunicar pensamentos, suspeitas, de alertar, de vigiar os poderes. A censura desarma e isola as pessoas, passando o estado a intermediar e controlar as relações. E este monopólio e concentração de poder, que é seu objetivo real, significa PERIGO para nós.  
A CENSURA ANUNCIA OUTROS CRIMES porque ela não tem justificativa lógica, aceitável. Ela é criada por uma minoria poderosa que tem o poder inclusive de desmentir fake news, cyberbullying, difamações, mas prefere amordaçar a maioria e acabar com a transparência democrática, criar a espiral do silêncio e um manto de opacidade que só favorece criminosos e tirania. MAIS PERIGO! 
Censura à maioria é um perigo maior do que qualquer ameaça que ela pretenda evitar.
 
Socialismo é um mal e não vai evoluir para algo melhor, mais humano, mais razoável porque contém dentro de si o mecanismo repressivo para impedir sua própria correção.
 

segunda-feira, 1 de abril de 2019

SIMONE DE BEAUVOIR e a perversão de menores | Dep. Ana Campagnolo

.
https://youtu.be/aHr1OPLOWh4
O que irrita um esquerdista é a verdade, o que irrita um direitista é a mentira(Carole Seymour Jones) 

Uma Relação Perigosa (Português) Capa Comum – 18 fev 2014
https://www.amazon.com.br/Uma-Rela%C3%A7%C3%A3o-Perigosa-Carole-Seymour-Jones/dp/8501085189?tag=goog0ef-20&smid=A1ZZFT5FULY4LN

Ana Caroline Campagnolo Enquanto viajamos para Criciúma, leio um livro de Chesterton que conta como as minorias (sociais e intelectuais) pretendem – e muitas vezes conseguem – impor suas intragáveis vontades contra a maioria. Enquanto estiverem lendo a citação, lembrem-se do caso do Bernardinho que foi massacrado por dizer a verdade sobre um homem que mutilou seu órgão masculino passando a ser reconhecido como mulher. Lembre-se também de Levy Fidélix que foi processado por descrever o processo biológico de reprodução sexual humano num debate de presidenciáveis. Lembre-se da Nana Caimmy que foi criticada por usar palavrões para se referir ao maior ladrão da história desse país. Lembrem-se da hipótese de criminalização da “homofobia” pelo STF. Lembrem-se de todos os crimes de ÓBVIO que vocês já presenciaram.
Segundo Chesterton: a política emancipada de hoje se gaba de que não impõe grandes restrições de liberdade a qualquer um que queira publicar um livro, mesmo que seja um livro sociológico ou supostamente científico repleto de perversão e pornografia. Não se importunará o escritor por mais louco que seja. O mais plausível é que o Estado vá importunar o Homem Comum que faça qualquer coisa comum. Na atmosfera dessa época, pode-se prender um homem por usar um certo tipo de linguagem depois de já não poderem ser presos por escreverem livros cretinos. Outro exemplo: foi dado ao homem o direito de abrir qualquer seita que queira. Mas a verdade é que o Homem Comum não deseja abrir seita alguma, mas deseja ter uma família. Essa família sim será importunada pelo mesmo governo que se arroga democrático por autorizar qualquer tipo de seita. Até aqui, a minha tese é a seguinte: não são as minorias que são perseguidas, mas sim a maioria. O Homem Comum tem direitos que não precisa enquanto lhe faltam outros visceralmente desejados. Numa palavra: é a moda dizer que a maior parte dos erros e injustiças foram culpa da maioria. Eu gostaria de fazer notar os erros e disparates pavorosos que foram culpa, na verdade, das minorias. (O Essencial de Chesterton, pp. 14-19)
 
*

"Alguém impediu o governo de ter alguma política educacional? Ou uma política consistente, na área internacional, podendo ter cumprido, desde o início, a promessa de uma diplomacia “não ideológica”?"

Sim. O Estado passou pela "ocupação de espaços" gramsciana e Olavo de Carvalho previu que isto teria de ser contrabalançado por uma militância forte e organizada, caso contrário, todas as iniciativas do governo naufragariam. Foi o que aconteceu e continua acontecendo. Todos os parceiros "ideológicos" do presidente estão sendo afastados e perseguidos. Não creio que isto seja a primeira escolha do presidente, mas creio que ele cedeu ao mal, talvez sem avaliar bem as consequências finais.

A direita não precisa de ideologia, porque sua ideologia é preservar a natureza humana, o bom senso, a lógica e as capacidades humanas normais de percepção, julgamento e ação. Tudo o que apoia estas qualidades e comportamento é combatido pela esquerda.

"Chegará o dia em que teremos de provar que a grama é verde." e este dia é hoje. Mas o que Chesterton não diz é que nesse dia não conseguiríamos provar o que os olhos veem porque acreditaríamos mais na palavra (da autoridade, da "maioria"/minorias empoderadas) do que nos próprios olhos.    

"Em breve estaremos em um mundo no qual um homem pode ser vaiado por dizer que dois e dois fazem quatro, no qual gritos de partidos furiosos serão levantados contra qualquer um que diga que as vacas têm chifres, nas quais as pessoas irão perseguir a heresia de chamar um triângulo, uma figura de três lados, e enforcar um homem por enlouquecer a multidão com a notícia de que a grama é verde." (G. K. Chesterton - tradução Google) 


"Trinta anos de estudos sobre a mentalidade revolucionária convenceram-me de que ela não é a adesão a este ou àquele corpo de convicções e propostas concretas, mas a aquisição de certos cacoetes lógico-formais incapacitantes que acabam por tornar impossível, para o indivíduo deles afetado, a percepção de certos setores básicos da experiência humana. A mentalidade revolucionária não é um conjunto de crenças, é um sistema de incapacidades adquiridas, que começam com um escotoma intelectual e culminam numa insensibilidade moral criminosa. É uma doença mental no sentido mais estrito e clínico do termo, correspondente àquilo que o psiquiatra Paul Sérieux descrevia como delírio de interpretação. Numa discussão com o homem normal, o revolucionário está protegido pela sua própria incapacidade de compreendê-lo." Olavo de Carvalho

A direita precisa da verdade, a esquerda precisa da censura.
 
Livro de Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História: Impressionante. Logo no início ele reafirma, com muitos outros autores, a absoluta necessidade comunista do controle ideológico do pensamento. Ao que parece, o comunismo só se mantém pela "unidade" e a submissão do indivíduo ao coletivo, e as divergências são perigosas rachaduras no sistema, são infecções que devem ser exterminadas. 

"Quem quer que tente destruir a unidade do estado socialista, quem quer que procure a separação de qualquer de suas partes ou nacionalidades - esse homem é um inimigo, um inimigo jurado dos povos da URSS. E destruiremos cada um desses inimigos, mesmo se ele for um velho bolchevique;destruiremos todos os seus parentes, sua família. Destruiremos implacavelmente quem quer que, por seus atos e pensamentos - sim, seus pensamentos - ameace a unidade do estado socialista." 
(Discurso interno de Stálin citado no livro "O Diabo na História")
 
O segredo último dos frankfurtianos:
"Eles nunca têm de ficar na defensiva, porque, nada propondo, não têm nada a defender. So atacam, atacam e atacam." (Michael Walsh)

 
Se depender da CPMI, a poderosa grande mídia pode produzir poderosas fake news à vontade, mas serão as redes sociais que as desmentem que vão ser punidas.