Jornalista e escritor, autor do livro O Sol Negro da Rússia: as raízes
ocultistas do eurasianismo, além de outros 5 títulos sobre jornalismo e
opinião pública. Editor e fundador do site do Instituto Estudos Nacionais
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Sinopse O sol negro da Rússia As utopias e ideias espiritualistas da modernidade, que produziram os maiores genocídios do século passado, sobrevivem na nova aposta russa pelo tradicionalismo, visto como resistência ao globalismo ocidental e que se oculta sob uma forma de conservadorismo. Sob a aparência de defesa das tradições espirituais, a nova síntese russa se inscreve na mesma tradição espiritualista que legou à humanidade fenômenos destruidores como os regimes totalitários e o esvaziamento espiritual promovido pelo movimento New Age. Este livro é, antes de tudo, um alerta a cristãos deslumbrados com as soluções políticas vindas sob o alegado combate ao materialismo ocidental, mas que representam, no fundo, o falso profetismo expresso no conjunto de crenças anticristãs que atravessaram a história sob a forma de heresias e, na modernidade, as novas escatologias políticas do gnosticismo.
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Outro que às vezes parece estar virando para o lado do Putin é o Vista Pátria.
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TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
Oleg Penkovski, ex-espião soviético, afirmou em suas Confissões (década de 60), que a maior parte da atividade do governo comunista é espionagem, cooptação de agentes estrangeiros, subversão, desinformação, interferência em outros países.
"Somos todos espiões." "Todos quantos vivem no Ocidente devem entender bem uma coisa: a espionagem é efetuada pelo governo soviético em escala tão gigantesca, que uma pessoa de fora tem dificuldade em compreendê-la inteiramente. SER INGÊNUO E SUBSTIMÁ-LA É GRAVE ERRO." Oleg penkoviski
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OLEG PENKOVSKI TENTOU ALERTAR O OCIDENTE sobre o espírito belicoso e traiçoeiro comunista.
"O
governo de Khruschev é de aventureiros. São demagogos e mentirosos
cobrindo-se com a bandeira da luta pela paz. Khruschev não renunciou à
guerra: está pronto a iniciá-la se as circunstâncias lhe forem
favoráveis. Isto não se deve permitir."
"Os líderes
soviéticos sabem precisamente que o mundo ocidental e, particularmente,
os americanos não desejam uma guerra atômica. É esse desejo de paz dos
meus amigos ocidentais que ele procura usar em seu próprio proveito. É
ele que quer provocar uma guerra, pois esta abriria caminho para
subjugar o mundo inteiro."
"Sempre me perguntei a mim
mesmo: por que o Ocidente confia em Khruschev? É difícil compreender.
Nós da GRU, reunidos, conversamos e escarnecemos: Que tolos, acreditaram
em nós uma vez mais! É claro que o Ocidente tem que prosseguir nas
conversações, mas, de outro lado, cumpre manter uma orientação FIRME.
Não recuem um só passo dessa orientação, façam Khruschev saber que
passou o tempo de dar ouvidos a sua psicose militar. Em hipótese alguma
lhe façam concessóes. Isto apenas lhe permitiria ganhar tempo e
prolongar sua existência."
"Khruschev não falará tão grosso
se sentir que o Ocidente está disposto a seguir uma linha dura. Quando
ele ouviu as categóricas declarações a respeito de Berlim, feitas por
Kennedy, Macmillan, De Gaule, Adenauer e Strauss, sua reação foi a mesma
que em 1961: não gostou. Não contava que as potência ocidentais
tomassem atitude tão firma e se achassem dispostas a adotar todas as
represálias possíveis. O governo soviético esperava que o Ocidente
reagisse da forma costumeira: "...vamos esperar um pouco; além do mais,
eles possuem numerosos mísseis e nós, realmente, não temos fundamento
para iniciar hostilidades por causa da Alemanha..." "
A imensidão de detalhes colhidos e não muito bem compreendidos pelo Patschiki sobre a minha vida mostra a dedicação com que o serviço de inteligência comunista dominador das nossas universidades se ocupa daqueles a quem deseja destruir. Confundir pesquisa acadêmica com espionagem comunista é obrigatório no nosso establishment acadêmico.
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"Numa análise do livro de Orwell (1984), Alain Besançon argumenta que a sociedade totalitária imaginada por esse autor só pode ser compreendida em termos teológicos. Pois é uma sociedade fundada numa negação transcendental, numa recusa da condição humana, para a qual não há nem pode haver nenhuma réplica. Nessa sociedade só há poder, e a finalidade do poder é obter mais poder. Onde deveria haver amor, há apenas sua ausência; no lugar da lei, da obrigação, da amizade, da responsabilidade e do justo também ocorre o mesmo. A verdade é definida pelo poder, e a realidade é apenas um constructo do poder. As pessoas podem ser "vaporizadas", pois sua existência foi sempre provisória, uma captura momentânea no fluxo da ausência de sentido. A linguagem volta-se contra si mesma, de modo que sempre fracassará sua tentativa de ter algum sentido. A novilíngua desconstrói a palavra; assim ninguém fala ou escreve por meio dela senão o poder. (...) A máquina de 1984 põe, de modo infalível e suave, um sinal de negação em tudo o que faz sentido, em todos os valores e em todas as coisas compreensíveis, amáveis e demasiadamente humanas." Roger Scruton
In an analysis of Orwell's book, Alain Besançon argues that the totalitarian society envisioned by this author can only be understood in theological terms. For it is a society founded on a transcendental denial, a refusal of the human condition, for which there is and cannot be any replica. In that society there is only power, and the purpose of power is to obtain more power. Where there should be love, there is only its absence; in the place of law, obligation, friendship, responsibility and the just, the same is also true. Truth is defined by power, and reality is only a power construct. People can be "vaporized" because their existence has always been temporary, a momentary capture in the flow of meaninglessness. The language turns against itself, so that its attempt to make any sense will always fail. The novilanguage deconstructs the word; so no one speaks or writes through it but power. (...) The 1984 machine infallibly and gently puts a sign of negation on everything that makes sense, on all values and on all things that are understandable, kind and too human. Roger Scruton
Quando é que o descrédito vai respingar sobre a esquerda depois de
tantas falcatruas desmascaradas? Quando é que o povo vai começar a somar
2+2 e perceber quem são os comunas?
Presidente, a verdade combate o comunismo.
"E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." João 8:32
"Vós
tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai.
Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque
não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é
próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira." João 8:44
Se a esquerda quisesse a verdade, promoveria o debate e não a censura. Se ela não quer o debate, é porque sabe que perde nesse território. A esquerda só avança com CONTROLE DA INFORMAÇÃO.
Mais uma noite de violência produzida pela esquerda americana nos EUA
Donald J. Trump · A China está numa enorme campanha de desinformação porque estão desesperados por ter o Sleepy Joe Biden para ganhar a corrida presidencial para que possam continuar a arrancar os Estados Unidos, como fizeram há décadas, até eu aparecer! https://www.facebook.com/DonaldTrump/posts/10164713973070725
Abaixo, a carta públicada pelo presidente americano: Prezado Sr Tedros, No dia 14 de Abril de 2020, eu suspendi as contribuições que os
Estados Unidos da América repassavam para a OMS, com base em uma
investigação, em que minha administração concluiu a falha em responder à
pandemia do Covid-19. Esta revisão confirmou muitas das preocupações
que eu evidenciei no mês passado e identificou muita outras que a OMS
deveria ter se ocupado, especialmente os avisos de pouca independência
do povo da Republica Popular Chinesa, baseado neste relatório nós agora
sabemos.
A OMS constantemente ignorou relatórios confiáveis de que o
vírus estava se espalhando por Wuhan já no começo de dezembro de 2019,
isso se já não antes, incluindo relatórios da Lancet Medical Journal. A
OMS falhou em não dar credito a relatórios confiáveis que vinham de
fontes de dentro do governo chinês, sendo que esses relatórios vinham
direto de Wuhan.
Não mais tarde que 30 de Dezembro de 2019, o escritório da OMS
em Pequim sabia que havia uma preocupação de interesse público em Wuhan.
Entre 26 de Dezembro e 30 de Dezembro a mídia chinesa já noticiava a
evidência de um novo vírus vindo de Wuhan, baseada em dados coletados em
pacientes e enviados a companhias de genomas chineses. Ainda mais,
durante este período, Dr Zhang Jixian um médico da província de Hubei
reportou a autoridades sanitárias chinesas que um novo vírus já havia
infectado aproximadamente 180 pessoas.
No dia seguinte, autoridades de Taiwan informaram a OMS de que o
vírus transmitia-se de humanos para humanos e mais uma vez a OMS
ignorou estas informações, provavelmente por questões políticas.
As regras internacionais de saúde exigem que os países informem
riscos a saúde em 24 horas, mas a China não informou a OMS que em Wuhan,
já existiam muitos casos do vírus em 31 de Dezembro de 2019, e que
provavelmente muitos casos já eram de semanas anteriores.
Segundo Dr Zhang Yongzhen da clinica de saúde publica de
Shanghai ele informou as autoridades chinesas em 5 de Janeiro de 2020
que havia encontrado a sequencia do genoma do vírus, contudo não houve
nenhuma publicação sobre isto antes de 6 dias, em 11 de janeiro de 2020
quando o Dr Zhang publicou por conta própria. No dia seguinte o governo
chinês fechou seu laboratório para “reparos”. Como a OMS sabe, a
publicação do Dr Zhang foi um ato de transparência, mas a OMS foi
complacente e silenciosa tanto ao fechamento do laboratório e ao fato do
relatório ser publicado com 6 dias de atraso.
A OMS por várias vezes em seus relatórios deixa clara a falta de precisão e liderança.
Em 14 de janeiro de 2020 a OMS reiterou que, segundo a
China, em estudos preliminares conduzido por autoridades chinesas de que
não havia evidências da tranmissão do vírus entre humanos. Este estudo
entra em conflito com os relatórios vindos de Wuhan.
Em 21 de Janeiro de 2020 o presidente chinês Xi Jinping
pressionou vocês a não declarar a emergência da pandemia. Vocês cederam a
sua pressão no dia seguinte dizendo que a doença não representava um
perigo internacional, porém na semana seguinte, em 30 de Janeiro de 2020
com as fortes evidencias que surgiam vocês reverteram a decisão.
Em 28 de Janeiro de 2020 depois de uma reunião com o presidente
Xi Jinping, vocês o elogiaram pela transparência em relação ao controle
do corona vírus e anunciaram que a China tinha um novo protocolo de
controle e que salvaram o mundo. O que você não mencionou foi que a
China silenciou e puniu muitos médicos que falaram ou publicaram
informações dobre o vírus.
Mesmo depois de declarar a pandemia em 30 de Janeiro de 2020,
vocês falharam em pressionar a China para fazer com que médicos
especialistas da própria OMS começassem os trabalhos. Como consequência,
essa equipe de especialistas chegaram à China somente 2 semanas depois,
em 16 de Fevereiro de 2020 e ainda assim a equipe não pode ir até
Wuhan, somente nos dias finais eles puderam ir até a cidade. Vocês
silenciaram-se diante do fato que dois médicos americanos nunca tiveram a
permissão para ir até Wuhan.
Vocês ainda elogiaram a China quando eles restringiram viagens
internas, mas inexplicavelmente foram contra a minha orientação de
fechar as fronteiras americanas para a China com o argumento que eu
deveria respeitar o povo chinês. Mesmo assim eu impus as restrições
independentes do que vocês podiam pensar. Seu jogo politico foi mortal,
pois outros governos atrasaram suas decisões. Incrivelmente em 3 de
Fevereiro vocês reforçaram suas posições, dizendo que a China fazia um
grande trabalho protegendo o mundo do vírus e que as restrições de
viajem fariam mais mal do que bem. Agora o mundo sabe que antes das
restrições em Wuhan, as autoridades chinesas permitiram a saída de 5
milhões da cidade e que muitas destas pessoas viajaram pelo mundo.
Em 3 de Fevereiro de 2020 a China pressionava os países a
relaxarem as restrições. Esta pressão foi turbinada por suas notas
oficias que estavam erradas, onde diziam que a pandemia era de risco
mínimo, que o vírus era lento e que a chance de sair da China era muito
pequena.
Em 3 de março, a OMS, citando as autoridades chinesas minimizou a
possibilidade do sério risco de contágio assintomático dizendo ao mundo
que a Covid-19 tinha a transmissão mais lenta que uma gripe normal. E
que ao contrario de uma gripe normal, esta doença não tinha a
características assintomáticas e que apenas 1 % das pessoas infectadas
eram assintomáticas, contudo vocês ignoraram relatórios de outros países
como a coreia do Sul e Japão que evidenciavam o contrario. Agora nós
sabemos que as informações espalhadas ao mundo pela China através da OMS
estavam erradas.
Finalmente em 11 de Março de 2020 vocês declaram emergência global, após 4.000 mortes e 100.000 infectados mundo a fora.
Em 11 de Abril de 2020 vários embaixadores do continente
africano escreveram para as autoridades chinesas relatos de
discriminação a cidadãos africanos (continente) na cidade de Guangzhou e
outras cidades chinesas. Você sabe que o governo chinês impôs
quarentenas desnecessárias e negou tratamento a pessoas vindas do
continente africano. Mais uma vez você se calou diante dos atos racistas
em relação a estas pessoas, mas deu sua benção quando a China acusava
Taiwan de ser racista.
Durante esta crise a OMS curiosamente sempre elogiou a
transparência da China, sempre aderiu aos seus relatórios e fez de conta
não entender que a China pode ser tudo menos transparente. No começo de
Janeiro por exemplo a China destruiu amostras do vírus negando ao mundo
informações importantes. Mesmo agora a China continua desrespeitando
leis internacionais se recusando em compartilhar dados, amostras e
escondendo informações sobre a origem do vírus. Ainda hoje a China nega
acesso a cientistas de fora e censura seus próprios cientistas.
A OMS falhou em não exigir publicamente da China uma
investigação independente da origem do vírus, mesmo com o pedido oficial
de vários países no chamado comitê de emergência. Prontamente os países
membros da OMS assinaram a resolução do ano onde exigem uma
investigação independente sobre as origens do vírus e também uma
investigação de como a OMS administrou a crise, além de buscar uma
solução para como conter os efeitos da doença pelo mundo.
Talvez além de todas estas falhas fica a sensação de que a
OMS poderia ter feito melhor. A poucos anos atrás sob uma diferente
administração a OMS mostrou ao mundo o que é capaz de fazer, em 2003
durante a crise da SARS na China, a diretora geral Harlem Brundtland
declarou a primeira emergência global em 55 anos, recomendando o
banimento de viagens ao país epicentro, a China, e não poupou palavras
para criticar a maneira que a China tentava esconder do mundo a doença e
a censura da imprensa, muitas vidas teriam sido salvas se os exemplos
de Brundtland fossem seguidos. Está claro que os seus passos em falso e da organização cuja qual
você responde, custaram muito ao mundo Existe apenas uma única maneira
de ir adiante e de demonstrar independência da China, minha
administração já iniciou conversas com a sua para reformar a OMS, porém,
ações rápidas são necessárias, não temos tempo a perder. Então meu
dever como presidente dos Estados Unidos da américa é informar que, se
em 30 dias ações não forem tomadas o atual congelamento de verbas vai se
tornar permanente, também vamos revisar nossa permanência dentro da
organização, não posso permitir que milhões de dólares dos pagadores de
impostos americanos sejam desperdiçados com uma instituição que já não
os representa. Atenciosamente, Donald J Trump.