Enquanto a esquerda se considerava soberana no poder, confiante em sua habilidade estratégica (em grande parte calcada no plano revolucionário do filósofo socialista italiano Antonio Gramsci), a direita se preparava para retomar as rédeas da história. Sem que percebessem, militares, intelectuais, filósofos, profissionais de mídia e um grupo de youtubers ousados começaram a desenhar uma revolução conservadora sob as barbas de Karl Marx.
De onde ninguém acreditava, surgiu uma voz, uma potência, uma tsunami. Sem dinheiro ou apoio da mídia e lutando contra o sistema político, o crime organizado e, pasmem, até contra terroristas, essa voz contava com o apoio do povo brasileiro, tendo como arma a internet, as mídias sociais e nada mais do que a verdade.
Esse movimento que, nas Jornadas de Junho de 2013, mostrou sua primeira manifestação, tomou forma e evoluiu para uma operação que derrubou gigantes do mecanismo e se materializou em alguns avatares, que prenunciavam a concretização desse projeto.
O mensalão produziu o primeiro avatar: o então presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa. Depois veio a Operação Lava-jato, que nos trouxe o segundo avatar: o juiz Sérgio Moro. Mas a materialização dessa luta contra a mentira, tendo como arma a verdade, ocorreu onde poucos enxergavam potencial. Do baixo clero, dos meandros da Câmara dos Deputados, surgiu uma voz que a mídia, o mecanismo do poder e nem uma facada mortal puderam silenciar.
Jair Messias Bolsonaro fez o que ninguém achava possível: feriu o mecanismo. Foi quase morto e ressuscitou para comandar a maior revolução democrática que o Brasil já contemplou. Ele reuniu os avatares remanescentes (o primeiro, do mensalão, se mostrou menos vigoroso do que se imaginava) e montou uma liga que está fazendo tremer não apenas Brasília, mas a Venezuela, o Irã, o extremismo islâmico e o crime organizado internacional.
Com o apoio de Israel e de ninguém menos do que o presidente Donald Trump, o Brasil se prepara para trilhar o caminho das potências mundiais.
Precisamos, porém, vencer de vez o mecanismo, o crime organizado e o terrorismo. Mas, com o povo ao seu lado e com Deus acima de todos, ninguém poderá deter essa revolução que apenas se inicia.
Você é parte deste processo, e precisa se envolver neste movimento. Eu quero ajudá-lo a entender o que está acontecendo e compreender seu papel neste momento crucial e ímpar da história de nossa nação.
TRANSCRIÇÃO PARCIAL "Coloque o projeto de um país acima do projeto de um partido."
"O fenômeno que acontece no Brasil, neste momento, é um fenômeno ÚNICO,.
Nós temos um candidato que não tem nenhum recurso, nenhum acesso às
mídias, que está lutando contra todo mecanismo. Contra ele estão
perfilados políticos poderosíssimos, que contam com máquinas de
governo, que contam com fortunas, que contam com o maior esquema de corrupção da
história do Brasil. A quantidade de dinheiro que saiu do Brasil pra
ditaduras, contas no exterior e que agora está voltando são BILHÕES.
Este dinheiro está sendo usado para montar uma máquina de assassinar
reputação para impedir Jair Bolsonaro de ser o próximo presidente da
república. Nós não podemos aceitar isso, nós não podemos assistir
neutros ao que está acontecendo."
"Eu lembro a você que no país do Haddad não existirá o Partido Novo.
Aliás, no país do Haddad não existirá nenhum outro partido que não seja o
PT."
"Jair Bolsonaro sofreu um atentado
terrorista, Jair Bolsonaro levou uma facada. Ele poderia ter levado um
tiro, poderia ter sido a explosão de uma bomba. Pense na gravidade do
que aconteceu. Pense na leviandade, na superficialidade com que esse
fato gravíssimo foi tratado e continua sendo tratado pela mídia. Tudo
continuou como se nada tivesse acontecido. Pense que esse ato de
violência poderia ter sido praticado, esse crime, esse atentado poderia
ter sido praticado contra qualquer um dos candidatos à presidência,
contra qualquer um dos candidatos a deputado federal, a senador. Esse
ato introduziu na prática política brasileira um componente de
criminalidade, de gangsterismo, de terrorismo gravíssimo. A sociedade
brasileira precisa se unir em torno de um único projeto democrático, que
coloque o Brasil de volta na rota de onde ele saiu, muitos anos atrás,
quando nós passamos a ser dominados por essa quadrilha chamada PT. Esse é
o projeto que deve nos unir, meus amigos. Esse é o único projeto
viável."
"Jair Bolsonaro não fabricou uma
candidatura, ele não contratou um marqueteiro usando 200, 300, 600
milhões de Reais, como na delação do Palocci ficou constatado que
custaram as campanhas da Dilma, uma custou 600 e a outra 800 milhões. O
Jair Bolsonaro não gastou quase nada porque é o povo que está gastando,
são as pessoas que estão comprando as camisetas do Jair Bolsonaro. Eu
estive em comícios em Nova Iguaçu, em Belford roxo, em Copacabana, em
todo lugar, o movimento é orgânico, é um anseio legítimo da
sociedade."
"Este é o momento de você colocar
publicamente o seu apoio a Jair Bolsonaro. Todos nós temos um preço a
pagar por nossa opinião. Eu não sei o preço que você vai pagar,
candidato do Partido Novo, se você agora expressar o seu apoio ao Jair
Bolsonaro, pedir voto pra ele, mas eu sei o preço que você vai pagar,
que nós todos vamos pagar, se Haddad ganhar as eleições no domingo." "O
projeto mais importante nesse momento é o projeto de um país seguro e
próspero, onde nós não sejamos dominados pela tirania totalitária da
esquerda. Esse é o projeto que tem de unir a todos os brasileiros de
bem, não importa a que partido você pertença, não importa a cor da
camiseta que você usa na rua, neste momento nós todos temos que nos unir
em torno daquele que conseguiu como ninguém, depois de muito tempo,
quebrar o monopólio totalitário da esquerda. E essa pessoa é Jair
Bolsonaro."
VOTE EM BOLSONARO ANTES QUE SEJA TARDE - ROBERTO MOTTA, FUNDADOR DO PARTIDO NOVO