A) The Defender Children’s Health Defense
A Pfizer não consegue convencer a FDA sobre a necessidade imediata de
aplicações de reforço COVID:
link em [https://childrenshealthdefense.org/de...]
B) The Defender Children’s Health Defense
O CDC 'corrige' o número de mortes relatadas após vacinas COVID por
meio do despejo de relatórios estrangeiros:
link em [https://childrenshealthdefense.org/de...]
Covid-19: estudo recupera dados apagados por chineses - O biólogo e pesquisador norte-americano Jesse D.Bloom, especialista em vírus influenza do Fred Hutchinson Cancer Research Center, anunciou que recuperou
dados de sequenciamento genético de amostras da Covid-19 que haviam
sido coletadas dos primeiros casos do vírus em Wuhan, na China. A análise dos dados da pesquisa, que haviam desaparecido do banco global de dados científicos, foi publicada na última terça-feira (22).
Ao esclarecer como ocorreu a recuperação dos dados, Jesse Bloom
informou ter percebido que muitas das sequências tinham sido armazenadas
em arquivos no Google Cloud. Como os nomes dos arquivos seguiam o mesmo
padrão, o pesquisador norte-americano conseguiu encontrar e recuperar
13 das sequências que ainda estavam na nuvem.
Segundo o site Science Magazine, após um pedido de pesquisadores chineses há cerca de um ano,
mais de 200 sequências do genoma do Sars-CoV-2 foram excluídas do banco
de dados internacional. Agora, com a recuperação dos dados, o material poderá ajudar a esclarecer as origens da pandemia.
A análise desses dados, publicada
como preperint na plataforma BioRxiv, fortalece a possibilidade do vírus
ter circulado por Wuhan antes dos surtos relacionados ao mercado de
alimentos e frutos do mar da cidade. No entanto, o estudo ainda não passou pela revisão de especialistas independentes e não foi publicado em um periódico científico.
Covid-19: estudo recupera dados apagados por chineses - O biólogo e pesquisador norte-americano Jesse D.Bloom, especialista em vírus influenza do Fred Hutchinson Cancer Research Center, anunciou que recuperou
dados de sequenciamento genético de amostras da Covid-19 que haviam
sido coletadas dos primeiros casos do vírus em Wuhan, na China. A análise dos dados da pesquisa, que haviam desaparecido do banco global de dados científicos, foi publicada na última terça-feira (22).
Ao esclarecer como ocorreu a recuperação dos dados, Jesse Bloom
informou ter percebido que muitas das sequências tinham sido armazenadas
em arquivos no Google Cloud. Como os nomes dos arquivos seguiam o mesmo
padrão, o pesquisador norte-americano conseguiu encontrar e recuperar
13 das sequências que ainda estavam na nuvem.
Segundo o site Science Magazine, após um pedido de pesquisadores chineses há cerca de um ano,
mais de 200 sequências do genoma do Sars-CoV-2 foram excluídas do banco
de dados internacional. Agora, com a recuperação dos dados, o material poderá ajudar a esclarecer as origens da pandemia.
A análise desses dados, publicada
como preperint na plataforma BioRxiv, fortalece a possibilidade do vírus
ter circulado por Wuhan antes dos surtos relacionados ao mercado de
alimentos e frutos do mar da cidade. No entanto, o estudo ainda não passou pela revisão de especialistas independentes e não foi publicado em um periódico científico.
Eles
criaram o vírus. Eles disseminaram o vírus e negaram sua contagiosidade.
Qualquer investigação sobre estes fatos mais que suspeitos era
antidiplomática. Inventaram a solução da quarentena pseudo-científica,
que não funciona para a doença, mas funciona para a economia chinesa, e rejeitam todas as outras que demonstraram alguma
eficácia curativa. Criaram uma vacina, imposta com punição para quem a recusa, e
ocultam da população-cobaia que ela é experimental. Em SP, o contrato é
sigiloso.
Estas e outras informações estão disponíveis na Internet, mas
as mentes já não somam 2+2. A censura traz o excesso de mentiras que
prejudica a inteligência e o cérebro: já não ligamos os fatos, apenas
aceitamos a voz da autoridade. Somos o gado conduzido passivamente para o
matadouro.
É preciso esclarecer a população: A CORJA É MAIS PERIGOSA QUE O VÍRUS.
Bolsonaro colocou em dúvida os dados
sobre o corona e a vacina porque a China FOI e É absolutamente suspeita
em palavras e atos nesta e noutras questões (não investigadas). As
evidências foram solenemente desprezadas e isso denunciou o conluio da
China, OMS e maioria dos governantes e autoridades. Ele só aceitou a
vacina, incompleta e duvidosa, porque a verdade não estava sendo
repercutida e a averiguação e o debate eram impossíveis. A gritaria da
imprensa mundial demonizando o tratamento precoce e endeusando a vacina
vem encobrindo qualquer pergunta sobre os fatos e qualquer estudo
sobre as possibilidades reais de melhora e cura para a doença. Bolsonaro
está agindo, sempre em benefício da população, mas tendo de jogar com toda
esta loucura e perversidade arquitetada para retirar direitos e
concentrar poderes nas mãos de quem já os tem de sobra.
O erro de Bolsonaro é subestimar a GUERRA DE INFORMAÇÃO.
*
DA CARTA DE TRUMP À OMS
A
OMS constantemente ignorou relatórios confiáveis de que o vírus estava
se espalhando por Wuhan já no começo de dezembro de 2019.
A
OMS falhou em não dar credito a relatórios confiáveis que vinham de
fontes de dentro do governo chinês, sendo que esses relatórios vinham
direto de Wuhan.
Autoridades de Taiwan informaram a OMS de
que o vírus transmitia-se de humanos para humanos e mais uma vez a OMS
ignorou estas informações, provavelmente por questões políticas.
China
não informou a OMS que em Wuhan, já existiam muitos casos do vírus em
31 de Dezembro de 2019, e que provavelmente muitos casos já eram de
semanas anteriores.
Em 14 de janeiro de 2020, a OMS
reiterou que, segundo a China, em estudos preliminares conduzido por
autoridades chinesas de que não havia evidências da tranmissão do vírus
entre humanos. Este estudo entra em conflito com os relatórios vindos de
Wuhan.
Em 21 de Janeiro de 2020 o presidente chinês Xi
Jinping
pressionou a OMS a não declarar a emergência da pandemia. OMS cedeu à
pressão no dia seguinte dizendo que a doença não representava um
perigo internacional, porém na semana seguinte, em 30 de Janeiro de 2020
com as fortes evidencias que surgiam, reverteram a decisão.
Em
28 de Janeiro de 2020 depois de uma reunião com o presidente Xi
Jinping, OMS o elogiou pela transparência em relação ao controle do
corona vírus e anunciou que a China tinha um novo protocolo de controle e
que salvaram o mundo. OMS não mencionou que a China silenciou e puniu
muitos médicos que falaram ou publicaram informações dobre o vírus.
Durante
esta crise a OMS curiosamente sempre elogiou a transparência da China,
sempre aderiu aos seus relatórios e fez de conta não entender que a
China pode ser tudo menos transparente. No começo de Janeiro por exemplo
a China destruiu amostras do vírus negando ao mundo informações
importantes. Mesmo agora a China continua desrespeitando leis
internacionais se recusando em compartilhar dados, amostras e escondendo
informações sobre a origem do vírus. Ainda hoje a China nega acesso a
cientistas de fora e censura seus próprios cientistas.
A
poucos anos atrás, sob uma diferente administração, a OMS mostrou ao
mundo o que é capaz de fazer, em 2003 durante a crise da SARS na China, a
diretora geral Harlem Brundtland declarou a primeira emergência global
em 55 anos, recomendando o banimento de viagens ao país epicentro, a
China, e não poupou palavras para criticar a maneira que a China tentava
esconder do mundo a doença e a censura da imprensa, muitas vidas teriam
sido salvas se os exemplos de Brundtland fossem seguidos.