PAULO FIGUEIREDO - BOMBA🚨USAID será investigada no Brasil e Mike Benz irá ao Congresso https://youtu.be/AKyz_KGvH-8
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TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
CENSURA É FRAUDE E FRAUDE É CENSURA Não podemos aceitar a mentira.
Ela vai trazer a patocracia e chamá-la de democracia. Comece a ler a
terceira parte de "ORIGENS DO TOTALITARISMO" de Hannah Arendt, para ter
uma noção do que está sendo armado para vc.
LIBERDADE DE
EXPRESSÃO É ARMA, mas o brasileiro não dá a devida importância a ela. O
resultado é o silenciamento da sua voz nas redes e nas urnas.
"Andrew Lobaczewski viveu no meio de um regime de psicopatas, na Polônia, durante os tempos de ditadura Soviética. Expert no estudo da psicopatia, ele fez parte de um grupo de cientistas que buscaram as respostas a todas as questões acima. Muitos foram mortos e tiveram suas anotações destruídas pelos governos totalitários à sua volta, que perceberam o perigo que esses estudos representavam ao seu modus operandi."
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"Os soviéticos perceberam o perigo da ciência. Eles não somente paralisaram os estudos sobre a genética como também procuraram acabar com as pesquisas independentes na área de psicologia e tomar o controle político da ciência para usá-la com suas próprias finalidades nefastas. Alguns anos após o final da Segunda Guerra Mundial, todas as bibliotecas públicas da Polônia foram vasculhadas e os livros “perigosos” foram removidos e destruídos. Os professores foram informados de quais assuntos eram permitidos em suas aulas, e como deviam ensinar as matérias. As “autoridades” sabiam melhor o que um psiquiatra ou um patologista clínico tinha permissão para compreender. Desta forma, a maior parte das pesquisas valorosas que estavam em andamento naquela época foi sufocada e esquecida. Então, na América, Hervey Cleckley e outros pesquisadores assumiram a tarefa de descobrir, mais uma vez, coisas que já haviam sido pesquisadas no cadinho do assunto mesmo que eles procuravam entender: anomalias psicológicas socialmente perigosas. Mas eles não tinham acesso aos resultados mais antigos das pesquisas européias; ninguém no Ocidente tinha, pois eles haviam sido apagados minuciosamente do domínio público.
Para mim e para outros pesquisadores da gênese do mal e da natureza dos fenômenos de patologia macrossocial que engolfaram nossos países, esta ciência européia mais antiga, preservada em nossas mentes através de palestras ministradas antes do início da supressão política, criou as bases de nosso entendimento. Recuperar esta ciência proveniente dos pesquisadores e psiquiatras desta era, apagada pelo Fascismo e pelo Comunismo, é, creio eu, uma precondição vital para o progresso adicional no estudo do mal macrossocial."
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"Peter Jacob Frostig (1896-1959) foi professor na Universidade King John Kasimir, em Lwou, hoje Ucrânia. Eu utilizei o seu manual Psychiatria. A Polônia estava então sob uma patocracia e seus trabalhos foram removidos das bibliotecas públicas por serem “ideologicamente inadequados” - N.T."
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"Parecia que uma pessoa guiada por um conhecimento especial havia esvaziado todas as bibliotecas de qualquer publicação que fosse relacionada ao tópico; havia livros indexados, mas eles não estavam fisicamente presentes."
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"Tanto internamente quanto fora das fronteiras dos países afetados pelo fenômeno aqui descrito, um sistema objetivo e consciente de controle, terror e desvio de atenção é então colocado em prática. Quaisquer artigos científicos publicados sob tais governos, ou importados de fora, devem ser monitorados para a certificação de que não contenham qualquer informação que poderia ser perigosa para a patocracia. Especialistas com talento superior se tornam objetos de chantagem e controle malicioso. Isso, é claro, faz com que os resultados obtidos se tornem inferiores em relação a essas áreas da ciência. Logicamente, a operação inteira deve ser gerenciada de forma a evitar atrair a atenção da opinião pública de países com as estruturas do humano normal. Os efeitos de tal “desacato” poderiam ir muito longe. Isso explica porque as pessoas que são pegas fazendo trabalhos investigativos nessa área são destruídas na surdina, e as pessoas suspeitas são forçadas ao exílio, para lá se tornarem objeto de campanhas de assédio apropriadamente organizadas."
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"Em nações com sistemas patocráticos, a supervisão sobre as organizações culturais e científicas é designada a um departamento especial de pessoas especialmente confiáveis, um “Escritório Sem Nome” composto quase inteiramente de pessoas relativamente inteligentes que revelam traços psicopáticos característicos. Essas pessoas devem ser capazes de completar seus estudos acadêmicos, embora às vezes forçando os examinadores a atribuírem avaliações generosas. Seus talentos são geralmente inferiores aos dos estudantes medianos, especialmente em relação à ciência psicológica. Apesar disso, eles são recompensados pelos seus serviços pela obtenção de graus e posições acadêmicas, e têm permissão para representar seus países perante a comunidade científica no exterior."
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"O Ocidente continua perdendo as batalhas políticas e científicas nessa nova frente secreta. Lutadores solitários são considerados estranhos, a assistência lhes é negada, e são forçados a trabalhar duro para ganhar seu pão.
Enquanto isso, o cavalo de Tróia ideológico continua invadindo novos países. "
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"Os especialistas nas áreas de psicologia e psicopatologia achariam altamente interessante a análise desse sistema de proibições e recomendações. Esta pode ser uma das vias pela qual podemos chegar ao cerne da questão ou à natureza desse fenômeno macrossocial. As proibições englobam a psicologia profunda, a análise do substrato instintivo humano, junto com a análise de sonhos."
"A essência da psicopatia não pode, é claro, ser pesquisada ou elucidada. A escuridão é lançada sobre o assunto por meio de uma definição de psicopatia deliberadamente concebida, que inclui vários tipos de transtornos de caráter, junto com aqueles originados por causas completamente diferentes e conhecidas. Essa definição deve ser memorizada não somente por cada professor acadêmico em psicopatologia, psiquiatria e psicologia, mas também por alguns funcionários políticos com nenhuma educação na área.
Alguém pode se espantar sobre como as definições de psicopatia mencionadas acima bloqueiam efetivamente a habilidade de compreender os fenômenos abrangidos por ela. Nós podemos investigar as relações entre essas proibições e a essência do fenômeno macrossocial que elas de fato espelham. Nós podemos também observar os limites dessas habilidades e os erros cometidos por aqueles que executam essa estratégia. Essas deficiências são aproveitadas habilmente com o propósito de contrabandear algum conhecimento adequado da parte dos mais talentosos especialistas, ou de pessoas mais velhas que não temem mais por suas carreiras ou até mesmo por suas vidas. A batalha “ideológica” está sendo travada em um território completamente despercebido pelos cientistas que vivem sob governos de estruturas humanas normais e tentam imaginar essa outra realidade. (...) Naquela outra realidade, a frente de batalha atravessa cada estudo de psicologia e psiquiatria, cada hospital psiquiátrico, cada centro de consulta de saúde mental e a personalidade de cada um que trabalhe nessas áreas. O que acontece lá: duelos verbais escondidos, contrabando de informações e realizações verdadeiramente científicas, e assédio."
Fonte: PONEROLOGIA: PSICOPATAS NO PODER
*
O manuscrito original deste livro foi para a fornalha minutos antes de uma invasão da polícia secreta na Polônia comunista.A segunda cópia, dolorosamente remontada por cientistas que trabalham em condições impossíveis de violência e repressão, foi enviada por correio ao Vaticano.Seu recebimento nunca foi confirmado - o manuscrito e todos os dados valiosos foram perdidos.Em 1984, a terceira e última cópia foi escrita de memória pelo último sobrevivente dos pesquisadores originais: Andrew Lobaczewski.Zbigniew Brzezinski bloqueou sua publicação.
The original manuscript of this book went into the furnace minutes
before a secret police raid in Communist Poland. The second copy,
painfully reassembled by scientists working under impossible conditions
of violence and repression, was sent via courier to the Vatican. Its
receipt was never acknowledged - the manuscript and all valuable data
lost. In 1984, the third and final copy was written from memory by the
last survivor of the original researchers: Andrew Lobaczewski. Zbigniew
Brzezinski blocked its publication.
Harrison KoehliSott.net Seg, 15 de fevereiro de 2010, 15:34 UTC
(...)
Łobaczewski compartilhou apenas os nomes de dois professores poloneses
da geração anterior que estiveram envolvidos nos primeiros estágios do
trabalho - Stefan Błachowski (1889-1962) e Kazimierz Dąbrowski
(1902-1980).2
Błachowski morreu em circunstâncias suspeitas e Łobaczewski especula
que ele foi assassinado pela polícia do Estado por sua parte na
pesquisa.
Dabrowski emigrou e, não querendo renunciar à sua cidadania polonesa
para trabalhar nos Estados Unidos, assumiu uma posição na Universidade
de Alberta, no Canadá, onde conseguiu ter dupla cidadania. Uma leitura atenta das obras publicadas de Dabrowski em inglês mostra as raízes teóricas do que se tornaria a ponerologia.3
Como Lobaczewski, Dabrowski considerou a psicopatia como "o maior
obstáculo no desenvolvimento da personalidade e dos grupos sociais".4
Ele advertiu: "A incapacidade geral de reconhecer o tipo psicológico de
tais indivíduos [isto é, psicopatas] causa sofrimento imenso, terror em
massa, opressão violenta, genocídio e decadência da civilização. ...
Enquanto o sugestivo [isto é hipnótico, charmoso , "spellbinding"] poder
dos psicopatas não é confrontado com fatos e com consequências morais e
práticas de sua doutrina, grupos sociais inteiros podem sucumbir ao seu
apelo demagógico ".5
Talvez na primeira menção explícita de "psicopatia política", ele
observou que o extremo de ambição e desejo por poder e ganho financeiro
"é particularmente evidente em psicopatia criminal ou política": 6
Os métodos são desenvolvidos para espalhar a dissensão entre os grupos (como na máxima "divide et impera" [dividir e reinar]). Traição e engano na política são justificados e apresentados como valores positivos. Princípios de aproveitamento de situações concretas também são desenvolvidos.
Assassinato político, execução de oponentes, campos de concentração e
genocídio são o produto de sistemas políticos no nível da integração
primária [isto é, psicopatia].7
Em uma passagem décadas antes de sua época, ele observou que psicopatas
menos "bem sucedidos" podem ser encontrados nas prisões, enquanto os
bem-sucedidos devem ser encontrados em posições de poder (isto é, "entre
líderes nacionais políticos e militares, chefes sindicais etc. ").
Ele citou dois exemplos de líderes caracterizados por esse "retardo
afetivo", Hitler e Stalin, a quem ele se referiu repetidamente em seus
livros 8 e ambos mostraram "falta de empatia, frieza emocional, desumanidade ilimitada e desejo de poder".9 Dabrowski e Łobaczewski experimentaram este horror em primeira mão.
Em setembro de 1939, os nazistas invadiram a Polônia usando uma
operação de falsa bandeira que ficou conhecida como o Incidente de
Gleiwitz.
Isso fazia parte do maior projeto da SS Operação Himmler, cujo objetivo
era criar a ilusão da agressão polonesa como pretexto para
"retaliação". Em outras palavras, os alemães precisavam de uma desculpa ou história de cobertura plausível para invadir o país.
Alemães vestidos como poloneses atacaram uma emissora de rádio e
transmitiram propaganda anti-alemã, além de assassinar um simpatizante
germano-silesiano dos poloneses, Franciszek Honiok, e colocar seu corpo
no local.10
Os nazistas usaram essas operações para justificar a invasão, após a
qual instituíram um regime de terror que resultou na morte de cerca de
seis milhões de poloneses.
Como parte de um objetivo maior de destruir toda a vida cultural
polonesa, as escolas foram fechadas e os professores foram presos,
enviados para campos de concentração e alguns foram assassinados. A psiquiatria foi banida. Segundo Jason Aronson, da Harvard Medical School, os nazistas assassinaram a maioria dos psiquiatras em atividade. Apenas 38 sobreviveram de aproximadamente 400 vivos antes da invasão.11
Durante esse período tumultuado, Łobaczewski trabalhou como soldado do
Exército da Pátria, uma organização polonesa de resistência, e seu
desejo de estudar psicologia cresceu.
A escola de estilo gótico que ele frequentaria mais tarde, a
Universidade Jaguelônica, sofreu muito durante os anos de guerra como
parte de um programa geral para exterminar a elite intelectual da cidade
de Cracóvia. Em 6 de novembro de 1939, 144 professores e funcionários foram presos e enviados para campos de concentração. Disseram-lhes que participariam de uma palestra obrigatória sobre planos alemães para a educação polonesa. Na chegada, eles foram presos na sala de aula, junto com todos os outros presentes no prédio.
Felizmente, devido a protestos públicos, a maioria foi libertada alguns
meses mais tarde e apesar de a Universidade ter sido saqueada e
vandalizada pelos nazis, os sobreviventes da operação conseguiram formar
uma universidade subterrânea em 1942. 12 As
aulas regulares começaram novamente em 1945 e Foi provavelmente então
que Łobaczewski iniciou seus estudos com o professor de psiquiatria
Edward Brzezicki 13 , 14 Łobaczewski provavelmente também conheceu Stefan Szuman, um renomado psicólogo que lecionou na Jagiellonian, nessa época. Szuman mais tarde atuou como o centro de compensação de secretobaczewski para dados e pesquisas secretas.
Enquanto Jagiellonian e as outras universidades polonesas desfrutaram
de três anos de liberdade, isso rapidamente terminou em 1948, quando a
Polônia se tornou um estado satélite da União Soviética e o Partido dos
Trabalhadores Unidos polonês assumiu o controle total da vida
universitária. Com o estabelecimento da República Democrática da Polônia, a Polônia foi colocada sob a esfera de influência soviética; os serviços médicos e psiquiátricos eram socializados e a psiquiatria clínica reduzida a conceitos estritamente pavlovianos. Assim, a "stalinização" da educação e pesquisa polonesa começou onde Hitler parou.
A classe de Łobaczewski foi a última a ser ensinada pelos professores
pré-comunistas, que foram considerados "ideologicamente incorretos"
pelos poderes constituídos.
Foi apenas em seu último ano de escolaridade que experimentaram
plenamente a "nova realidade" desumana que inspirou o curso da pesquisa
de Łobaczewski pelo resto de sua vida. Durante as três décadas que passou vivendo sob a ditadura comunista, Łobaczewski trabalhou em hospitais gerais e mentais.
A ditadura proporcionou condições e oportunidades intensificadas para
melhorar suas habilidades em diagnóstico clínico - habilidades
essenciais para chegar a um acordo com essa nova realidade social. Ele também foi capaz de dar psicoterapia para aqueles que sofreram mais sob essa regra dura.
Logo no início, enquanto outros envolvidos na pesquisa secreta
observavam o interesse de Lobaczewski pela psicopatologia e pela
psicologia social do totalitarismo, ele percebeu que não era o primeiro a
buscar tal pesquisa e foi convidado a se juntar ao grupo. Originalmente, ele contribuiu apenas com uma pequena parte da pesquisa, concentrando-se principalmente em psicopatia. O nome da pessoa responsável por completar a síntese final foi mantido em segredo, mas o trabalho nunca viu a luz do dia.
Todos os contatos de Łobaczewski tornaram-se inoperantes na onda de
repressão pós-Stalin nos anos 60 e ele ficou apenas com os dados que já
lhe haviam sido dados. Todo o resto foi perdido para sempre, seja queimado ou trancado em algum arquivo da polícia secreta. Diante dessa situação sem esperança, ele decidiu terminar o trabalho sozinho.
Mas apesar de seus esforços em sigilo, as autoridades políticas
chegaram a suspeitar que ele possuía conhecimento "perigoso" que
ameaçava seu poder.
Um cientista austríaco com quem Łobaczewski havia se correspondido
acabou por ser um agente da polícia secreta, e Łobaczewski foi preso e
torturado três vezes durante esse período.
Enquanto trabalhava no primeiro rascunho em 1968, os moradores da
aldeia em que ele trabalhava o alertaram de uma iminente invasão da
polícia secreta. Łobaczewski teve tempo suficiente para queimar o trabalho em seu forno de aquecimento central antes de sua chegada.15
anos depois, em 1977, o correspondente romano da Radio Free Europe, a
quem Łobaczewski havia falado sobre seu trabalho, denunciou-o às
autoridades polonesas.16 Dada a opção de uma quarta detenção ou exílio "voluntário" para os Estados Unidos, Łobaczewski escolheu o segundo. Todos os seus documentos, livros e materiais de pesquisa foram confiscados e ele deixou o país sem nada.
Ao chegar à cidade de Nova York, o aparato de segurança polonês
utilizou seus contatos para bloquear o acesso de Łobaczewski a empregos
em seu campo.
Ele ficou apavorado ao saber que "o sistema aberto de supressão que eu
havia escapado recentemente era tão prevalente, embora mais secreto, nos
Estados Unidos". Em suma, os EUA estavam infectados com a mesma doença e a "liberdade" que ofereciam era pouco mais que uma ilusão.
No caso dos cientistas que vivem no exterior, o modus operandi da
polícia secreta polonesa sugeria certos cursos de ação para os membros
do Partido Americano, que então os levaram a sério, sem saber das reais
motivações para suas ações.
Łobaczewski foi assim forçado a aceitar um emprego fazendo trabalho
manual, escrevendo o rascunho final de seu livro nas primeiras horas
antes do trabalho.
Tendo perdido a maioria dos dados estatísticos e estudos de caso com
seus artigos, ele incluiu apenas aqueles que ele podia lembrar e focou
principalmente nas observações e conclusões baseadas nas décadas de
estudo dele e de outros, bem como um estudo de literatura escrito por
regimes patocráticos. Depois que o livro foi concluído em 1984 e uma tradução adequada para o inglês, ele não conseguiu publicá-lo.
Os editores de psicologia lhe disseram que era "muito político", e os
editores políticos lhe disseram que era "muito psicológico".
Ele contou com a ajuda de seu compatriota, Zbigniew Brzezinski, que
havia acabado de atuar como Conselheiro de Segurança Nacional do
Presidente Jimmy Carter e que inicialmente elogiou o livro e prometeu
ajudar a publicar o livro.
Infelizmente, depois de algum tempo gasto Brzezinski correspondente
ficou em silêncio, respondendo apenas ao efeito de que era uma pena que
não tivesse funcionado. Nas palavras de Łobaczewski, "ele estrangulou o assunto, traiçoeiramente".18
No final, uma pequena impressão de cópias para acadêmicos foi o único
resultado, e estes não tiveram qualquer influência significativa sobre
acadêmicos e revisores.
Sofrendo de graves problemas de saúde, Łobaczewski retornou à Polônia
em 1990, onde publicou outro livro e transcreveu em seu computador o
manuscrito de Ponerologia Política: Uma Ciência sobre a Natureza do Mal Ajustada para Propósitos Políticos .
Ele finalmente enviou esta cópia para os editores do sott.net e da Red
Pill Press, que publicaram o livro em 2006. Sua saúde falhou mais uma
vez, ele morreu pouco mais de um ano depois, em novembro de 2007.
Enquanto outros cientistas realizaram pesquisas importantes sobre esses
assuntos ao longo dos anos, o livro de Łobaczewski continua sendo o mais
abrangente e aprofundado. É verdadeiramente um clássico underground.Notas
Cleckley escreveu o livro clássico sobre psicopatia A máscara da sanidade e Gilbert escreveu A psicologia da ditadura com base em sua análise dos criminosos de guerra nazistas Nuremberg.
Não está claro se Łobaczewski estava ciente de mais, mas se recusou a compartilhar seus nomes por medo de seu bem-estar.
Infelizmente, como o livro de Gilbert, os livros de Dabrowski agora estão esgotados. Um DVD contendo scans de seu trabalho está disponível aqui .
Traduzido por Elizabeth Mika em "Pontos de vista de Dąbrowski sobre a
saúde mental autêntica", em Mendaglio, S. (ed) A Teoria da Desintegração
Positiva de Dąbrowski (Scottsdale, AZ: Great Potential Press, 2008),
pp. 139-53.
Dąbrowski, K. (com Kawczak, A. & Sochanska, J.), A dinâmica de conceitos (Londres: Gryf, 1973), pp. 40, 47.
Dabrowski, K. 1996 [1977].
'Multinível de Funções Emocionais e Instintivas' (Lublin, Polônia:
Towarzystwo Naukowe Katolickiego Uniwersytetu Lubelskiego, 1996 [1977]),
p. 33
Ibid, p. 153
Ibid, p. 21; "A Dinâmica dos Conceitos", p. 40; Dąbrowski, K. Personalização-forma através da desintegração positiva (Boston: Little, Brown, 1967), p. 202; Dąbrowski, K. Psychoneurosis não é uma doença (London: Gryf, 1972), p. 159
Dąbrowski, K. (com Kawczak, A. & Piechowski, MM) Crescimento mental através da desintegração positiva (London: Gryf, 1970), pp. 29 - 30.
Veja Wikipedia, "incidente de Gleiwitz".
Prefácio a Dąbrowski, K. Desintegração Positiva . (Boston: Little, Brown, 1964), pp. Ix - x.
Błachowski ensinou em uma dessas universidades subterrâneas em Varsóvia. Veja Wikipedia, "Stefan Błachowski".
Sobre a prisão do pessoal jagielloniano, veja aqui .
Mais tarde, na Bulgária, ele tentou enviar um segundo esboço para um
contato no Vaticano por meio de um turista polonês-americano, mas, até
onde ele sabia, nunca foi entregue.
Łobaczewski só aprendeu a identidade de seu denunciante do Instituto
Polonês de Memória Nacional em 2005. Ver entrevista realizada em 19 de novembro de 2005 .
Ponobaczewski, A. Ponerologia Política: Uma ciência sobre a natureza do mal ajustada para fins políticos (Grande Prairie, AB: Red Pill Press, 2006), p. 23
"Eles não sabem o que é um fato. Quando falamos de fatos e
pedimos a eles que abordem os fatos, eles olham para nós com olhos
vazios. Eles não sabem do que estamos falando.
Eles nos estudam porque sua estratégia é passar por humanos. Eles nos
ouvem usar as palavras - fatos, evidências, comprovação. Eles não têm
capacidade humana para entender o que queremos dizer. O que eles fazem é
ignorar nossa referência aos fatos, ignorar nossos pedidos para
fornecer fatos e esperar que não percebamos que é devido à falta de
compreensão deles." http://www.bibliotecapleyades.net/sociopolitica/sociopol_ponerology25.htm
Em verdade, a prática sistemática da mentira e da ocultação, como o politicamente correto e o falso jornalismo, têm tentado sabotar nossa percepção do mal e neutralizar nossa reação natural ao perigo. Mas no fundo, todo mundo SABE que a impunidade é um sinal verde para o crime. E o criminoso também: ele sabe, a impunidade é um chamariz, sinal claro de que a sociedade já não está no controle da situação, e sim criminosos como ele, cúmplices em potencial.
"Os políticos deveriam estar cientes de que em toda sociedade existem pessoas cuja inteligência básica, cuja visão de mundo psicológica natural e cujo raciocínio moral se desenvolveram de forma inapropriada. Algumas destas pessoas contêm as causas deste desenvolvimento impróprio dentro de si mesmas, e outras foram sujeitas a pessoas psicologicamente anormais quando crianças. A compreensão das questões morais e sociais destes indivíduos é diferente, tanto do ponto de vista natural como do objetivo. ELES CONSTITUEM UM FATOR DESTRUTIVO para o desenvolvimento dos conceitos psicológicos, da estrutura social e das ligações internas de uma sociedade. Ao mesmo tempo, tais pessoas interpenetram facilmente a estrutura social principal. ESTAS PESSOAS E SUAS REDES PARTICIPAM DA GÊNESE daquele mal que não poupa nenhuma nação.Esta subestrutura dá vida a sonhos de obtenção de poder e de imposição da vontade de uma pessoa sobre a sociedade, trazidos à realidade com frequência em diversos países durante épocas históricas. É por essa razão que uma porção significativa da nossa consideração deve ser dedicada ao entendimento dessa fonte de problemas antiga e perigosa." "Em qualquer sociedade do mundo, indivíduos psicopatas e alguns dos outros tipos irregulares criam uma rede comum de conluios, ponerogenicamente ativa, e parcialmente alienada das pessoas normais. O papel inspiracional da psicopatia essencial, nessa rede, parece ser um fenômeno comum. Eles tomam ciência de que são diferentes conforme vão obtendo suas experiências de vida e se tornando familiares com modos diferentes de lutar por seus objetivos. Seu mundo é para sempre dividido entre "nós e eles"; entre seu pequeno mundo com suas leis e costumes próprios e aquele outro mundo estranho, das pessoas normais, as quais eles enxergam como cheias de idéias e costumes arrogantes pelos quais eles são condenados moralmente. Seu senso de honra permite-lhes trapacear e insultar aquele outro mundo humano e seus valores a cada oportunidade. Uma das coisas mais perturbadoras que as pessoas normais têm que lidar em relação aos psicopatas é o fato de que eles aprendem, muito cedo, como suas personalidades podem ter efeitos traumatizantes sobre as personalidades das pessoas normais, e como levar vantagem desse terror com o propósito de atingir seus objetivos. Essa dicotomia de mundos é permanente e não desaparece, mesmo se eles forem bem sucedidos em realizar seu sonho de juventude, obtendo poder sobre a sociedade de pessoas normais. Isso sugere fortemente que a separação é biologicamente condicionada." "Sempre que uma nação experimenta uma 'crise no sistema' ou uma hiperatividade de processos ponerogênicos dentro de si, ela se torna o objeto de uma PENETRAÇÃO PATOCRÁTICA CUJO OBJETIVO É SERVIR-SE DO PAÍS COMO RECOMPENSA." "Se um núcleo desse fenômeno patológico macrossocial já existe no mundo, sempre encobrindo sua característica verdadeira por detrás da máscara ideológica de algum sistema político, ele é radiado para outras nações através de notícias codificadas, que são difíceis para as pessoas normais entenderem, mas de fácil leitura para os indivíduos psicopatas. "Esse é o lugar para nós, nós agora temos uma pátria onde nossos sonhos de como governar aqueles 'outros' podem se tornar realidade." Quanto mais poderosos forem o núcleo e a nação patocrática, mais amplo será o escopo desse chamado indutivo, ouvido pelos indivíduos cuja natureza é correspondentemente anômala, como se fossem receptores super-heteródinos, naturalmente sintonizados na mesma faixa de onda. Infelizmente, o que é utilizado hoje são transmissores de rádio reais de centenas de quilowatts, além de agentes secretos da patocracia interligando nosso planeta. Seja direta ou indiretamente, isto é, por meio de 'agentes' viciosos, essa chamada da patocracia, uma vez apropriadamente 'enfeitada', alcança um ciclo significativamente amplo de pessoas, incluindo tanto indivíduos com várias anomalias psicológicas como aqueles que são frustrados, privados da oportunidade de estudar e desenvolver seus talentos, física ou moralmente ofendidos, ou simplesmente primitivos. A faixa de resposta a esse chamado pode variar em proporção, mas em nenhum lugar ela representa a maioria." "A liderança patocrática acredita que pode atingir um estado onde a mente daquelas outras pessoas se tornem dependentes através dos efeitos da sua personalidade, dos meios pedagógicos pérfidos, dos meios de desinformação da massa e do terror psicológico; tal destino tem um significado básico para eles. No seu mundo conceitual, os patocratas consideram praticamente auto-evidente que os 'outros' devem aceitar seu modo óbvio, realista e simples de apreender a realidade. Por alguma razão misteriosa, no entanto, os 'outros' se esquivam, caem fora e contam piadas entre si sobre os patocratas. Alguém deve ser responsabilizado por isso: os velhos pré-revolucionários ou alguma estação de rádio no exterior. Torna-se assim necessário melhorar a metodologia de ação, encontrando 'engenheiros de almas' melhores, com um certo talento literário, e isolando a sociedade da literatura imprópria e de qualquer influência estrangeira. " "A experiência histórica nos ensina que qualquer tentativa de realizar a idéia comunista pelo caminho revolucionário, seja ele VIOLENTO OU DISSIMULADO, leva a uma distorção do processo na direção das formas anacrônicas e patológicas, cujas essências e conteúdos permanecem inacessíveis para as mentes que utilizam os conceitos da visão de mundo natural. A EVOLUÇÃO CONSTRÓI E TRANSFORMA MAIS RÁPIDO DO QUE A REVOLUÇÃO, e sem complicações trágicas."
Do livro: PONEROLOGIA: PSICOPATAS NO PODER ponerogênese - gênese do mal patocracia - governo de uma minoria patológica sobre uma sociedade de pessoas normais. paralogismo - raciocínio falacioso, ou seja, falso mas que tem aparência de verdade. paramoralismo - falsa moralidade, imitação da moralidade convencional.
Disse Lenin: "É preciso estar disposto a todos os sacrifícios e, inclusive, empregar todos os estratagemas, ardis e processos ilegais, silenciar e ocultar a verdade."
patocracia - governo de uma minoria patológica sobre uma
sociedade de pessoas normais.
paralogismo - raciocínio
falacioso, ou seja, falso mas que tem aparência de verdade.
paramoralismo - falsa
moralidade, imitação da moralidade convencional.
ponerogênese - gênese do mal
Andrew Lobaczewski diz, em seu livro, PONEROLOGIA: PSICOPATAS NO PODER, que a ideologia é apenas uma espécie de cavalo-de-Tróia para conduzir a elite psicopática para o centro do sistema que ela pretende dominar. Nele fica claro um fato: o comunismo não sobrevive num ambiente honesto. Num ambiente de livre troca de opiniões. O questionamento e as verdades em circulação abalam a credibilidade da mentira, uma ferramenta indispensável de dominação. Ele PRECISA controlar a diversidade de informações, que para nós é favorável e até vital.
A PATOCRACIA E SUA IDEOLOGIA
"Eu
estava ciente de que tais fenômenos similares haviam aparecido na
história da humanidade tantas outras vezes, em várias escalas, sob
várias condições históricas, e sempre foram levados para dentro da
sociedade, como um CAVALO DE TRÓIA, revestido com a ideologia de algum
movimento idealista e socialmente heterogêneo."
Do livro de Andrew Lobaczewski, "PONEROLOGIA: PSICOPATAS NO PODER
Excerto do livro recomendado por Olavo de Carvalho:
"PONEROLOGIA - PSICOPATAS NO PODER"
ANDREW LOBACZEWSKI
"Se as posições de comando são assumidas por indivíduos privados da habilidades de sentir e entender a maioria dos seres humanos, e que também exibem deficiências de imaginação técnica e de habilidades práticas - faculdades indispensáveis para governar a economia e os assuntos políticos - o resultado é uma crise excepcionalmente séria, em todas as áreas, tanto dentro do país quanto nas relações internacionais."
A ideologia da patocracia muda de função, assim como ocorre com
o sistema ilusório da pessoa mentalmente doente. Ela deixa de ser uma convicção
humana que delineia os métodos de ação e assume outras obrigações que não estão
abertamente definidas. Ela se torna uma história fantasiosa que esconde a nova
realidade, da consciência crítica das pessoas de dentro da nação, como também
das pessoas de fora.
A primeira função – uma convicção que delineia os métodos de
ação – logo se torna ineficaz por duas razões: de um lado, a realidade expõe os
métodos de ação como não factíveis; por outro lado, a massa das pessoas comuns nota
a atitude desdenhosa em relação à ideologia representada pelos próprios
patocratas. Por essa razão, o principal palco de operação para as ideologias
consiste nas nações que permanecem de fora do âmbito imediato da patocracia,
uma vez que o mundo tende a continuar acreditando nas ideologias. A ideologia
se torna assim um instrumento de ação externa em um grau cada vez maior que a
simples relação entre a doença e seu sistema ilusório.
Os psicopatas são conscientes de serem diferentes das pessoas
normais. É por isso que o "sistema político" inspirado por sua natureza
é capaz de esconder sua noção de ser diferente. Eles utilizam uma máscara
pessoal de sanidade e sabem como criar uma máscara macrossocial da mesma
natureza dissimuladora. Quando observamos o papel da ideologia nesse fenômeno
macrossocial, estando conscientes da existência dessa noção específica do
psicopata, nós podemos então entender porque a ideologia é colocada como uma
ferramenta: algo útil para lidar com aquelas outras pessoas e nações ingênuas.
Os patocratas devem, por outro lado, apreciar a função da ideologia como sendo
algo essencial no grupo ponerogênico, especialmente no fenômeno macrossocial
que é sua "pátria". Esse fator de ciência, simultaneamente, constitui
uma certa diferença qualitativa entre as duas relações mencionadas. Os
patocratas sabem que sua verdadeira ideologia é derivada de suas naturezas
anômalas e tratam os "outros" – a ideologia mascarada – com um
desprezo mal disfarçado. E as pessoas comuns começam eventualmente a perceber
isso, conforme já dissemos.
*
A ideologia principal sucumbe à deformação sintomática, em sintonia
com o estilo característico dessa doença e com o que já foi estabelecido sobre
o assunto. Os nomes e conteúdos oficiais são mantidos, mas outro conteúdo,
completamente diferente, é inoculado por debaixo, dando origem ao fenômeno bem
conhecido da linguagem dupla, dentro do qual os mesmo nomes possuem dois
significados: um para os iniciados e outro para o resto das pessoas. Esse
último significado é derivado da ideologia original. O primeiro tem um significado
especificamente patocrático, algo que é conhecido não somente pelos patocratas
mesmos, mas também aprendido por todas aquelas pessoas que viveram por muito
tempo sujeitas ao seu governo.
A língua dupla é somente um dos muitos sintomas. Outro sintoma é
a facilidade específica para produzir novos nomes que tenham efeitos sugestivos
e sejam aceitos praticamente sem críticas, particularmente fora da abrangência
imediata de tal sistema de governo. Nós devemos ressaltar que o caráter
paramoralista e as qualidades paranóicas estão freqüentemente contidos nesses
nomes. A ação de paralogismos e paramoralismos na ideologia deformada se torna
compreensível para nós, baseada na informação apresentada no Capítulo IV.
Qualquer coisa que ameace o governo patocrático se torna profundamente imoral.
(...)
As ações desse fenômeno afetam uma sociedade inteira, começando
com os líderes e se infiltrando em cada cidade pequena, vila, fábrica, negócio
ou fazenda. A estrutura patológica social cobre gradualmente o país inteiro,
criando uma "nova Classe" dentro da nação. Essa classe privilegiada
de anômalos se sente permanentemente ameaçada pelos "outros", isto
é, pela maioria das pessoas normais. Nem mesmo os patocratas nutrem qualquer
ilusão sobre um retorno para o sistema das pessoas normais. Uma pessoa normal
privada do privilégio de uma posição elevada buscará encontrar e executar algum
trabalho que a permitirá ganhar a vida. Mas os patocratas nunca possuem
quaisquer possibilidades residuais para se adaptarem às demandas do trabalho
normal. Se as leis do homem normal forem reinstituídas, eles e os seus pares
poderão estar sujeitos a julgamento, incluindo uma interpretação moralizante de
seus desvios psicológicos. Eles seriam ameaçados com a perda da liberdade e da
vida, e não somente uma perda de posição e privilégios. Uma vez que são
incapazes de tal tipo de, sacrifício, a sobrevivência de um sistema que é o
melhor para eles torna-se um imperativo moral. Tal ameaça deve ser combatida
por meio de toda e qualquer esperteza política e psicológica, implementadas sem
escrúpulos em relação àquelas outras pessoas "de qualidade inferior",
que chegam a surpreender pela sua depravação.
Em geral, essa nova classe está na posição de purgar os seus
líderes se seus comportamentos colocarem em risco a existência desse sistema.
Isso pode ocorrer, particularmente, se a liderança desejar ir muito além no
compromisso com a sociedade das pessoas normais, uma vez que suas qualificações
os tornam essenciais para a produção. Essa situação é uma ameaça mais direta
aos escalões inferiores da elite patocrática do que propriamente aos líderes.
A patocracia tem outras razões internas para aspirar ao
expansionismo, através de todos os meios possíveis. Enquanto aquele
"outro" mundo governado pelos sistemas dos homens normais existir,
ele induzirá um certo senso de direção para a maioria não-patológica. A maioria
não-patológica da população do país nunca irá parar de sonhar com a restauração
do sistema do homem normal, em qualquer forma possível. Essa maioria nunca
cessará de observar outros países, esperando pelo momento oportuno. Sua atenção
e poder devem portanto ser desviados dessa proposta, e as massas devem ser
"educadas" e canalizadas na direção das aspirações imperialistas.
Esse objetivo deve ser perseguido obstinadamente, de forma que todos saibam
pelo que estão lutando e em nome de quem a disciplina implacável e a pobreza
devem ser suportadas. O último fator – criar condições de pobreza e provação –
limita efetivamente a possibilidade de atividades "subversivas" por
parte da sociedade das pessoas normais.
A ideologia deve, é claro, fornecer a justificativa
correspondente para esse direito pressuposto de conquistar o mundo e deve,
portanto, ser elaborada adequadamente. O expansionismo deriva da natureza mesma
da patocracia, não da ideologia, mas esse fato deve ser mascarado pela
ideologia. Todas as vezes que esse fenômeno foi testemunhado na história, o
imperialismo sempre foi sua qualidade mais demonstrativa.
Do outro lado, existem países com governos de homens normais,
nos quais a impressionante maioria das sociedades estremece só de pensar que um
sistema similar poderia ser imposto sobre elas. Por isso os governos de tais
nações fazem tudo o que podem, dentro da estrutura de suas possibilidades e de
seu entendimento do fenômeno, para conter sua expansão. Os cidadãos daqueles
países soltariam suspiros de alívio se algum movimento substituísse esse
sistema malévolo e incompreensível por um método de governo mais humano e mais
facilmente entendido, com o qual a coexistência pacífica seria possível.
Tais países empreendem assim vários meios de ação com esse
propósito, e a qualidade destes meios depende da possibilidade de entendimento
daquela outra realidade. Tais esforços ressoam dentro do país, e o poder
militar dos países de homens normais limita as possibilidades de manobras
armadas das patocracias. Enfraquecer aqueles países que poderiam possivelmente
se colocar contrários à patocracia, especialmente pelo uso de uma reação
despertada pela mesma em alguns de seus cidadãos com deficiências, torna-se
novamente uma questão de sobrevivência da patocracia.
Os fatores econômicos constituem uma parte não negligenciada da
motivação para essa tendência expansionista. Uma vez que as funções gerenciais
foram tomadas pelos indivíduos com inteligência medíocre e traços de caráter
patológico, a patocracia se torna incapaz de administrar qualquer coisa de
forma apropriada. A área que sofre com maior gravidade é sempre aquela que
requer uma pessoa que aja independentemente, que não perca tempo buscando o
modo apropriado de se comportar. A agricultura é dependente das mudanças das condições
climáticas e do surgimento de pragas e de doenças. As qualidades pessoais de um
fazendeiro têm sido um fator essencial de sucesso nessa área, por muitos
séculos. A patocracia, desta forma, traz invariavelmente o racionamento de
comida.
A tentação de dominar tais países e sua
prosperidade, um motivo imperialista perene, torna-se cada vez mais forte na patocracia.
A prosperidade recolhida da nação conquistada pode ser explorada por um tempo,
com os cidadãos sendo forçados a trabalhar duro por uma remuneração baixíssima.
Nesse momento, não passa pela cabeça o fato de que a introdução de um sistema
patocrático dentro de tal país eventualmente causará as mesmas condições de falta
de produtividade; afinal de contas, o desvio psicológico, por definição, indica
uma perda de autoconhecimento nessa área. Infelizmente, a idéia de conquistar
países ricos também motiva as mentes de muitos companheiros pobres
não-patológicos que sofrem sob a patocracia, mas sem entender porque, e que
gostariam de usar essa oportunidade para pegar alguma coisa para eles e comer
sua parte de boa comida.
Como tem sido o caso por séculos, o poder militar é logicamente
o principal meio para alcançar esses fins. Através dos séculos, no entanto,
sempre que a história registrou o aparecimento do fenômeno da patocracia (sem
levar em consideração o disfarce ideológico que a encobriu), medidas
específicas de influência também se tornaram aparentes: alguma coisa como uma
inteligência específica a serviço da intriga internacional, facilitando a
conquista. Essa qualidade é derivada das características de personalidade que
inspiram o fenômeno como um todo. Isso deve servir como dado para os
historiadores identificarem esse tipo de fenômeno através da história.
As pessoas com personalidades especificamente suscetíveis, por
conta de desvios, existem em qualquer lugar no mundo. Mesmo uma patocracia
distante evoca nelas uma resposta ressonante, trabalhando no sentimento latente
de que "lá existe um lugar para as pessoas como nós". Pessoas não
críticas, frustradas e abusadas também existem em qualquer lugar, e pode ser
alcançadas por uma propaganda apropriadamente elaborada. O futuro de uma nação
é fortemente dependente de quantas dessas pessoas ela contém. Graças ao seu
conhecimento psicológico específico e à sua convicção de que as pessoas normais
são ingênuas, uma patocracia é capaz de aprimorar as suas técnicas
"anti-psicoterapêuticas" e, patologicamente egotística como de
costume, insinuar seu mundo de conceitos deficientes para os outros em outros
países, tornando-os suscetíveis à conquista e à dominação.
Os métodos mais freqüentemente utilizados incluem os métodos
paralógicos e conversivos, tais como a projeçãodas qualidades e intenção de uma pessoa sobre as outras, sobre grupos
sociais ou nações, a indignação paramoral e o bloqueio reverso. Esse último
método é o favorito dos patocratas, utilizado em larga escala, direcionando as
mentes das pessoas medianas para um beco sem saída porque, como resultado, faz
com que elas busquem pela verdade no meio termo entre a realidade e o seu
oposto.
Nós devemos apontar que embora vários trabalhos na área da
psicopatologia contenham as descrições de muitas desses métodos
quase-hipocríticos, falta um resumo geral, urgentemente necessário, que
preencha as lacunas observadas. Seria tão melhor se as pessoas e os governos
dos países do homem normal pudessem tirar vantagem de tal trabalho e agissem
como um psicólogo experiente, observando as reprovações amontoadas sobre eles
no curso da projeção, girando em torno de declarações cujo caráter indica o
bloqueio reverso. Um pouco de cosmética analítica produziria assim uma lista de
baixo custo das intenções do império patocrático.
Apesar disso, essas ações internas do fenômeno macrossocial e
sua expansão externa são baseadas em dados psicológicos. Desta forma,
independentemente do modo como estes dados são deformados dentro das
personalidades dos patocratas, a sua astúcia é muito superior aos sistemas
legais das pessoas normais. Isso torna a patocracia o sistema social do futuro,
embora na forma de uma caricatura.
Consequentemente, o futuro dos homens normais pertence a
sistemas sociais que são baseados em uma compreensão aprimorada do homem em
todas as suas variações psicológicas. A evolução nessa direção pode, dentre
outras coisas, garantir uma grande resistência aos métodos expansionistas que
esse fenômeno macrossocial utiliza em seu objetivo de dominar o mundo. Andrew
Lobaczewski chama TRANSPERSONIFICAÇÃO a esta transformação da psique
sob influência da doutrinação psicopática sistemática: (
... ) sentíamos que algo estranho tinha invadido nossas mentes e algo
valioso estava se esvaindo de forma irreparável. O mundo da realidade
psicológica e dos valores morais parecia suspenso em um nevoeiro gelado.
Nosso sentimento humano e nossa solidariedade estudantil perderam seus
significados, como também aconteceu com o patriotismo e nossos velhos
critérios estabelecidos. Então, nos perguntamos uns aos outros, "isso
está acontecendo com você também?".
ERNESTO ARAÚJO - NOMINALISMO X REALISMO
"O pensamento
humano é isso, precisa da linguagem, mas precisa da realidade. Essa
coisa do achatamento do ser humano tem a ver com o nominalismo, vc isola
as palavras e elas passam a ser coisas que estão no ar e se chocam
assim, num éter onde nada faz sentido. É por isso que o conceito de
realidade precisa voltar, o conceito de verdade, que verdade também é
isso, no fundo é o diálogo interno entre linguagem e não linguagem."
https://conspiratio3.blogspot.com/2019/03/entrevista-min-ernesto-araujo-denuncia.html
***
"Se nas universidades
brasileiras há uma quota de quarenta a cinqüenta por cento de alunos
analfabetos funcionais, isso não se deve só a uma genérica “má qualidade
do ensino”, mas ao fato de que há décadas o discurso comunista e
pró-comunista onipresente espalha, nas mentes dos estudantes, doses
maciças de estimulação contraditória e obstáculos cognitivos
estupefacientes. "
Olavo de Carvalho
*
"o
que quer dizer “centralismo democrático”? É o poder que detém o comando
do partido para tomar decisões terminativas, sem espaço para
contestação e sem consultar ninguém. Lênin o adotou como um dos pilares
do comunismo revolucionário. Qual é a base, digamos, teórica e moral
desse método? É simples: o “partido” (no caso, o comunista) representa o
povo. Se representa, seus dirigentes são a encarnação máxima desse
povo, certo? Logo, quando o comando decide, é como se o povo decidisse.
Ainda que dê a impressão do contrário, é o método que vigora também no
PT." Reinaldo Azevedo
É assim que eles usam a linguagem, vc pensa que estão falando de democracia, mas é de ditadura que se trata.
* POR QUE O NAZISMO ERA SOCIALISTA E POR QUE O SOCIALISMO É TOTALITÁRIO "A inescapável conclusão a ser traçada é a de que o terror experimentado nos países socialistas não foi simplesmente culpa de homens maus, como Stalin, mas sim algo que brota da natureza do sistema socialista. Stalin vem à frente porque sua incomum perspicácia e disposição ao uso do terror foram as características específicas mais necessárias para um líder socialista se manter no poder. Ele ascendeu ao topo por meio de um processo de seleção natural socialista: a seleção do pior." http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/01/nazismo-e-comunismo-sao-coletivistas.html
* A MENTIRA COMO MÉTODO - Ferreira Gullar http://conspiratio3.blogspot.com.br/2014/09/a-mentira-como-metodo-ferreira-gullar.html * IDEOLOGIA DO RESSENTIMENTO “As ideologias totalitárias são adotadas porque racionalizam o
ressentimento e também unem os ressentidos em torno de uma causa comum.
Os sistemas totalitários surgem quando os ressentidos, tomando o poder,
procedem à abolição das instituições que conferem poder aos outros:
instituições como a lei, a propriedade e a religião, que criam
hierarquias, autoridades e privilégios e permitem aos indivíduos afirmar
a soberania sobre suas próprias vidas. Para os ressentidos, essas
instituições são a causa da desigualdade e, portanto, de suas próprias
humilhações e fracassos. Na verdade, elas são os canais através dos
quais o ressentimento é drenado. Uma vez que as instituições de direito,
propriedade e religiões são destruídas - e sua destruição é o resultado
normal do governo totalitário - o ressentimento ocupa seu lugar de
forma inabalável, como o princípio governante do Estado. ” https://conspiratio3.blogspot.com/2018/12/receita-para-revolucao.html *