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quarta-feira, 16 de março de 2022

LIVRO - A TRAIÇÃO INVISÍVEL - BRASILEIROS NOS ARQUIVOS DO SERVIÇO SECRETO COMUNISTA

A Traiçao Invisivel - Brasileiros Nos Arquivos Do Servico Secreto Comunista Petrilak, Vladimir Vide Editorial  

Sinopse

"Se todos os arquivos dos serviços secretos fossem disponibilizados, seria necessário escrever a história mundial outra vez” (Alexander Cadogan, diplomata britânico).Até que ponto o Brasil esteve envolvido nos conflitos da Guerra Fria? E até onde iaa influência da distante União Soviética dentro de nossas fronteiras? A partir dos documentos do serviço secreto soviético, é possível reconstituir essa história desde suas fontes primárias, registros feitos por aqueles que trabalharam nas sombras.

A StB, polícia secreta da Checoslováquia comunista e braço da kgb na América Latina, atuou dia e noite para influenciar nossa política externa, desinformar a opinião pública e cooptar jornalistas, políticos, embaixadores e intelectuais para seu serviço de espionagem. Reunindo e organizando vários relatórios deixados por seus membros, a presente obra revela ao público brasileiro a história dessa traição invisível. 

https://videeditorial.com.br/a-traicao-invisivel--brasileiros-nos-arquivos-do-servico-secreto-comunista

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1964 - O Elo Perdido - O Brasil nos arquivos do serviço secreto comunista Mauro "Abranches" Kraenski, Vladimír Petrilák

segunda-feira, 9 de abril de 2018

1964 - O ELO PERDIDO - BRASIL NOS ARQUIVOS DO SERVIÇO SECRETO - 1





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LIVRO DE MAURO ABRANCHES "1964 - O ELO PERDIDO" - O BRASIL NOS ARQUIVOS DO SERVIÇO SECRETO COMUNISTA http://conspiratio3.blogspot.com.br/2017/11/livro-1964-o-elo-perdido-o-brasil-nos.html
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“1964 - O Elo Perdido -“ O Brasil nos arquivos do serviço secreto comunista - resenha http://www.quimerapost.com.br/2018/03/1964-o-elo-perdido-o-brasil-nos.html
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FINALMENTE RELANÇADO O LIVRO DO EX-AGENTE SOVIÉTICO ANATOLIY GOLITSYN - MEIAS VERDADES, VELHAS MENTIRAS - A Estratégia Comunista de Embuste e Desinformação http://conspiratio3.blogspot.com.br/2018/01/finalmente-republicaram-o-livro.html  
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DESINFORMAÇÃO - A PRINCIPAL ARMA COMUNISTA - ION MIHAI PACEPA, ANATOLIY GOLITSYN E OUTROS http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/01/desinformacao-livro-de-ion-mihai-pacepaq.html
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Operações da KGB/StB no Brasil http://www.anonymousbr4sil.net/2016/11/operacoes-da-kgbstb-no-brasil.html 



https://youtu.be/leoEPr-xIpc

PARTE 2
https://youtu.be/cz4zLLkxmRA

PARTE 3
https://youtu.be/BHZ3yZNzkok

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LULA DECLARA O QUE PRETENDE FAZER COM O PAÍS - URSAL
https://youtu.be/prYwxZC5AuQ


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"A busca pela verdade só é possível em uma discussão  livre. Por isso, o regime comunista que a proíbe é, por força das coisas, uma grande mentira. Ao nos encontrarmos em um mundo que respeita a liberdade individual e a liberdade de pensamento, devemos fazer todo o possível para não estreitar os horizontes de pensamento, mas amplia-los; não limitar a discussão, mas amplia-la". Józef Mackiewicz.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

ESPIONAGEM DA KGB NO BRASIL - O Brasil nos arquivos do bloco soviético



LIVRO DE MAURO ABRANCHES
"1964 - O ELO PERDIDO" - O BRASIL NOS ARQUIVOS DO SERVIÇO SECRETO COMUNISTA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2017/11/livro-1964-o-elo-perdido-o-brasil-nos.html

“1964 - O Elo Perdido -“ O Brasil nos arquivos do serviço secreto comunista - resenha
http://www.quimerapost.com.br/2018/03/1964-o-elo-perdido-o-brasil-nos.html

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FINALMENTE RELANÇADO O LIVRO DO EX-AGENTE SOVIÉTICO ANATOLIY GOLITSYN - MEIAS VERDADES, VELHAS MENTIRAS - A Estratégia Comunista de Embuste e Desinformação
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2018/01/finalmente-republicaram-o-livro.html

DESINFORMAÇÃO - A PRINCIPAL ARMA COMUNISTA - ION MIHAI PACEPA, ANATOLIY GOLITSYN E OUTROS  http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/01/desinformacao-livro-de-ion-mihai-pacepaq.html

Operações da KGB/StB no Brasil
http://www.anonymousbr4sil.net/2016/11/operacoes-da-kgbstb-no-brasil.html

Olavo de Carvalho Gosto muito dos vídeos da Débora Barbosa, mas o equivalentismo forçado entre CIA e KGB é uma concessão absurda ao espírito da mídia.
A KGB não é um "serviço de espionagem". É, internamente, uma polícia política totalitária e um órgão de controle social, enquanto a CIA não tem autorização nem para atuar dentro do territ;ório americano; e, no Exterior, a KGB é um órgão de guerra cultural em massa desde a década de 20, ao passo que a PRIMEIRA iniciativa da CIA na área não veio antes de 1956, o famoso "Congresso pela Liberdade da Cultura" em Berlim.
13 h
Para piorar, não há termos de comparação possível entre a penetração decisiva da KGB no GOVERNO americano (v. Diana West, "American Betrayal) e a da CIA em meios estudantis e intelectuais de Moscou desprovidos de todo poder político e reduzidos à marginalidade.
Olavo de Carvalho "O Brasil é um exemplo claríssimo da desproporção entre CIA e KGB. Enquanto há meio século a mídia inteira grita contra a intervenção da CIA no golpe de 1964 sem poder apontar UM NOME SEQUER de agente americano lotado no Brasil na época, mais de TRÊS MIL agentes soviéticos infiltrados em altos escalões do governo brasileiro já foram identificados, e até hoje ninguém reclama de "intervenção da KGB"."


O QUE É GUERRA ASSIMÉTRICA - OLAVO DE CARVALHO 
https://conspiratio3.blogspot.com/2019/02/guerra-assimetrica-olavo-de-carvalho_25.html

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

ATUAÇÃO DA KGB NO BRASIL EM 1964 - OLAVO DE CARVALHO



1964 O Elo Perdido
O Brasil nos Arquivos do Serviço Secreto Comunista
 
Prefácio de Olavo de Carvalho ao livro de Mauro Abranches sobre a atuação da KGB no Brasil
Olavo de Carvalho
25 de outubro de 2017

Este livro, sozinho, vale mais do que toda a bibliografia consagrada sobre os acontecimentos de 1964.

PREFÁCIO
Olavo de Carvalho

Condensando um zunzum que já circulava em jornais comunistas e em teses do Comitê Central do PCB, o livro do jornalista Edmar Morel, O Golpe Começou em Washington, publicado pela Editora Civilização Brasileira em 1965, lançou, já no seu título, o mantra que desde então foi repetido incansavelmente em artigos, reportagens, livros, teses universitárias, filmes, especiais de TV e vídeos do youtube: o movimento que removeu do cargo o então presidente João Goulart foi, no essencial, uma trama do governo americano, uma brutal intervenção estrangeira dos assuntos nacionais, uma manobra da CIA urdida para derrubar um governo nacionalista cujas reformas ameaçavam os interesses do capital imperialista.

A Civilização Brasileira era a maior editora comunista do país, dirigida pelo militante histórico Ênio Silveira, e Edmar Morel, tendo servido ao famigerado Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP) da ditadura Vargas, soube adaptar-se rapidamente aos novos ares após a queda do ditador: ganhou do governo soviético uma viagem a Moscou, que relatou num livro de 1952. Ninguém ignora o que essas viagens significam na longa história das cooptações e recrutamentos.

Não é humanamente possível fazer a lista das publicações e produções que endossaram a tese de Edmar Morel. Praticamente nenhum jornal, canal de TV ou universidade, no Brasil (e algumas no exterior) falhou em repeti-la com a constância de um devoto recitando preces jaculatórias. Mais recentemente, a tese ganhou o apoio de celebridades americanas, entre as quais Noam Chomsky, e, entre inumeráveis filmes que confirmavam a mesma versão dos acontecimentos, pelo menos um recebeu um prêmio nos EUA.

Tão vasta, contínua e prestigiosa unanimidade é de molde a desencorajar, no nascedouro, qualquer objeção que possa colocá-la em dúvida.

No entanto, toda essa vistosa e idolatrada construção, em que se empenharam tantos cérebros, tantas verbas públicas e tantos patrocínios privados, é posta abaixo e reduzida a pó mediante uma simples pergunta: Como é possível que a CIA tenha exercido tão profunda e avassaladora influência no curso da história nacional em 1964, se até agora não apareceu, na imensa bibliografia a respeito, o nome de um único agente daquela organização que estivesse lotado no Brasil na época? Nem unzinho só.

Como é possível tanta ação sem nenhum agente?

Inversa e complementarmente, a teoria moreliana do golpe de 1964 baseia-se na premissa – tão unânime e indiscutida quanto ela mesma – de que não havia nem séria infiltração comunista no governo João Goulart, nem o menor risco de uma revolução comunista, nem muito menos qualquer ingerência soviética nos assuntos nacionais. A importância vital deste livro reside em que demole a porretadas esse mito, mostrando que, em contraste com a ausência total de homens da CIA operando no Brasil naquela ocasião, os agentes da KGB nas altas esferas da República eram, documentadamente, centenas, talvez milhares. O governo Goulart nunca foi senão uma ponta-de-lança do imperialismo soviético.

Mauro Abranches é um tradutor brasileiro residente na Polônia, dominador tanto da língua polonesa quanto da checa, e não faz aqui obra de polêmica, muito menos de acusação: lê e resume documentos de fonte primárias – sobretudo do serviço checo de inteligência, a STB — com extrema idoneidade científica e tem o cuidado de não sair carimbando ninguém de “agente da KGB”, nem mesmo quando há razões de sobra para fazê-lo, enfatizando, antes, que muitas pessoas mencionadas nesses documentos não passam de inocentes úteis, levados a colaborar com a subversão comunista sem seu pleno consentimento e às vezes sem clara consciência do que se passava. Ainda assim, o panorama que ele traça da presença soviética no governo João Goulart ultrapassa as dimensões da mera “infiltração” e justifica falar, mesmo, de “ocupação”.

Sem nenhum exagero, a narrativa oficial de 1964 é uma inversão completa e cínica da realidade, dando foros de certeza ao que é mera conjetura, quando não invencionice, e ocultando montanhas de fatos decisivos.

Este livro, sozinho, vale mais do que toda a bibliografia consagrada sobre os acontecimentos de 1964. E uma pergunta que ele suscita inevitavelmente é: quanto dessa bibliografia não foi inspirado ou produzido, justamente, pelos mesmos agentes soviéticos aqui nomeados e fichados?

Antes mesmo das revelações aqui estampadas, os rombos da narrativa canônica já eram tão gigantescos que, para não vê-los, era preciso um considerável esforço de auto-hipnose.

Vinha, em primeiro lugar, a crença geral de que Goulart fora derrubado, não por ser um joguete nas mãos dos comunistas, mas por ser um patriota, um nacionalista, cujas “reformas de base” constituíam um acinte e uma ameaça aos interesses do capital imperialista.

Mas como podia ser isso, se o malfadado presidente jamais apresentou um único projeto de “reforma de base”, todas as iniciativas nesse sentido partindo do Congresso contra o qual ele tanto esbravejava?

Como observei em artigo de 25 de maio de 2014, a “ lei mesma da remessa de lucros, que teria sido a ‘causa imediata’ do golpe, só o que Goulart fez com ela foi sentar-se em cima do projeto, que acabou sendo aprovado por iniciativa do Congresso, sem nenhuma participação do presidente. Se a fúria do capital estrangeiro contra essa lei fosse a causa do golpe, este teria se voltado não contra Goulart e sim contra o Congresso – Congresso que, vejam só, aprovou o golpe e tomou, sem pressão militar alguma, a iniciativa de substituir Goulart por um presidente interino”.

Outro simulacro de prova em favor da tese da “intervenção imperialista” foi a ajuda que algumas entidades americanas – não a CIA – deram à resistência parlamentar e jornalística anti-Goulart. Ninguém, entre os que apelavam a esse argumento, fez jamais a seguinte pergunta: se os tais agentes do imperialismo ianque exerciam tanta influência sobre o Congresso e a grande mídia, reunindo condições para um impeachment do presidente, com uma transição legal e pacífica, por que iriam recorrer ao método traumático e desnecessário da intervenção militar?

Para sustentar que “o golpe começou em Washington” seria preciso provar, não que o governo americano ajudou a fomentar uma gritaria difusa contra a situação, mas que os agentes dele participaram ativa e materialmente da conspiração militar em si, entrando em reuniões secretas de generais e discutindo com eles os detalhes estratégicos e táticos da mobilização final. Mas, se não existe sequer indício da presença de um único agente da CIA no território nacional, como poderia haver provas de que essa criatura inexistente fez isso ou aquilo?

A tese consagrada mistura, numa síntese confusa mais conveniente aos objetivos da propaganda que aos da ciência histórica, a ação pública com a ação secreta, a atmosfera política geral com as iniciativas concretas dos militares e, fundindo tudo sob a mágica do símbolo “interesse imperialista”, enxerga uma autoria única e central por trás de processos não só diversos, como antagônicos.

De fato, quando o general Mourão partiu de Minas Gerais com suas tropas, ninguém, absolutamente ninguém num Congresso que estava ansioso para se livrar do incômodo presidente, tinha a menor idéia de que houvesse alguma iniciativa militar em andamento.

Longe de tramar o golpe, os americanios estavam, isto sim, apostando no que se destinava a ser e poderia ter sido uma alternativa parlamentar à intervenção militar. No mesmo artigo citado, escrevi:

“Todos os jornais do país, até hoje, usam como prova da cumplicidade americana (com o golpe) a gravação de uma conversa telefônica na qual o embaixador Lincoln Gordon pedia ao presidente Lyndon Johnson que tomasse alguma providência ante o risco iminente de uma guerra civil no Brasil. Johnson, em resposta, determinou que uma frota americana se deslocasse para o litoral brasileiro. Fica aí provado… que os americanos foram, se não os autores, ao menos cúmplices do golpe. Mas, para que essa prova funcione, é necessário escamotear quatro detalhes: (1) A conversa aconteceu no próprio dia 31 de março, quando os tanques do general Mourão Filho já estavam na rua e João Goulart já ia fazendo as malas. Não foi nenhuma participação em planos conspiratórios, mas a reação de emergência ante um fato consumado. 2) A frota americana estava destinada a chegar aos portos brasileiros só em 11 de abril. Ante a notícia de que não haveria guerra civil nenhuma, retornou aos EUA sem nunca ter chegado perto das nossas costas. (3) É obrigação constitucional do presidente dos EUA enviar tropas imediatamente para qualquer lugar do mundo onde uma ameaça de conflito armado ponha em risco os americanos ali residentes. Se Johnson não cumprisse essa obrigação, estaria sujeito a um impeachment. (4) As tropas enviadas não bastavam nem para ocupar a cidade do Rio de Janeiro, quanto mais para espalhar-se pelos quatro cantos do país onde houvesse resistência pró-Jango e dar a vitória aos golpistas.”

A insistência obstinada numa tese impossível explica também o silêncio atordoante com que mídia e o establishment bem-pensante em geral receberam a revelação do então chefe da KGB no Brasil, Ladislav Bittman, de que essa mesma tese fora inventada pela própria espionagem soviética, mediante documento falso enviado a todos os jornais na ocasião. De 2001 a 2014, várias vezes tentei, em vão, chamar a atenção da classe jornalística para o livro de memórias em que o agente checo faz essa confissão explosiva.

O silêncio cúmplice, o comodismo, a mistura promíscua e obscena de jornalismo com militância esquerdista, conseguiram bloquear, por meio século, o acesso do povo brasileiro não só a fatos como a meras perguntas que pudessem abalar a mitologia dominante.

Mas agora a brincadeira acabou. Não só este livro memorável traz a prova cabal e definitiva do engodo, mas surge numa situação bem diversa daquela em que o país viveu nos últimos cinquenta e tantos anos. Hoje há um público mais consciente, que, desmoronada a farsa do comunopetismo, já não se verga, com mutismo servil, ante a opinião do beautiful people jornalístico e universitário.

O trabalho paciente e consciencioso de Mauro Abranches vai, com certeza, encontrar uma platéia atenta e sensível, madura para desprezar o argumentum auctoritatis e sobrepor, à lenda, a realidade.

Notas: 1. Não preciso relembrar aqui os freqüentes e discretíssimos episódios de carreiras universitárias abruptamente encerradas pela ousadia de contestar esse ou qualquer outro dogma do credo esquerdista. ———– 2. V. http://www.olavodecarvalho.org/falsificacao-integral/.

3. V. meu artigo “Sugestão aos colegas”, de 17 de fevereiro de 2001, http://www.olavodecarvalho.org/sugestao-aos-colegas/.

4. Como se verá no presente livro, a KGB, nos países do Terceiro Mundo, não atuava diretamente, mas através dos serviços secretos dos países satélites; no Brasil, a STB, serviço de inteligência da Tchecoslováquia.

Tags:Brasil, comunismo, Desinformação, ditadura, Esquerdismo, História, KGB

http://midiasemmascara.org/artigos/destaques/prefacio-de-olavo-de-carvalho-ao-livro-de-mauro-abranches-sobre-a-atuacao-da-kgb-no-brasil/

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 Paulo Eduardo Martins  · “Um memorando da CIA, também tornado público, sugere que Oswald falou com um agente da KGB na embaixada da Rússia na Cidade do México, em 28 de setembro de 1963. Segundo o documento, ele falou com Valeriy Vladimirovich Kostikov, um conhecido espião russo que trabalhava que trabalhava num setor responsável por assassinato e sabotagem. Depois, Oswald ligou para a embaixada e perguntou, em russo, se havia "algo de novo sobre o telegrama para Washington"
https://www.facebook.com/PauloEduardoOficial/posts/1749853988367157
DIVULGAÇÃO SELETIVA?
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O Brasil nos arquivos do bloco soviético - MAURO ABRANCHES - STB
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Censores da Wikipédia apagam artigo sobre ações da StB no Brasil
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Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU): um plano para a escravização global da humanidade sob os pés das grandes corporações
http://tradutoresdedireita.org/agenda-2030-da-organizacao-das-nacoes-unidas-onu-um-plano-para-a-escravizacao-global-da-humanidade-sob-os-pes-das-grandes-corporacoes/

quinta-feira, 27 de abril de 2017

EXCLUSIVO: O Brasil nos arquivos do bloco soviético - MAURO ABRANCHES - STB



CONHEÇA PROJETO STB NO BRASIL - ARQUIVOS DO BLOCO SOVIÉTICO
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AS CONEXÕES DA KGB - IV
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O Brasil nos arquivos do bloco soviético https://youtu.be/VMzD3Bc4B6I

DESINFORMAÇÃO - ION MIHAI PACEPA http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/01/desinformacao-livro-de-ion-mihai-pacepaq.html

KGB
http://conspiratio3.blogspot.com.br/search/label/KGB

"Ladislav Bittman, ex-espião tcheco desertor que atuou em conjunto com a KGB na América Latina na década de 1960, afirma que a inteligência da União Soviética empregou pessoal e recursos da StB para operações diversas em países por toda a região.[4] [11] Argentina, Chile, México, Uruguai, etc. foram alvo de ações que incluíam, entre outros objetivos, a disseminação de desinformação visando consolidar a influência político-ideológica soviética.[4] Segundo ele, a KGB em conjunto com a StB, fez uso de manipulação da mídia para convencer a opinião pública, brasileira e internacional, de que os Estados Unidos foram os únicos responsáveis pelo Golpe de Estado no Brasil em 1964.[4] A abertura do arquivo da StB confirma as alegações de Bittman." WIKIPEDIA