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quarta-feira, 29 de julho de 2020

O PADRÃO TOTALITÁRIO - HANNAH ARENDT E OUTROS


 

RECONHEÇA ALGUNS PADRÕES DA ATUAÇÃO TOTALITÁRIA. Trechos resumidos do livro "As Origens do Totalitarismo", de Hannah Arendt. Vou postando conforme for me deparando com essas pérolas. Algumas situações já podem ser detectadas em nossa experiência.

DECLARAR CRIMES MENORES PARA DISFARÇAR CRIMES MAIORES 
Sobre os crimes de Stálin, as confissões de Khrushchev escondiam muito mais do que revelavam pela óbvia razão de que ele estava totalmente envolvido na verdadeira história. Em consequência, indivíduos eruditos, com o seu amor profissional pelas fontes oficiais, minimizaram a gigantesca criminalidade do regime de Stálin, que, afinal de contas, não consistiu meramente na calúnia e no assassinato de uns poucos milhares de figuras importantes do campo político e literário, mas no extermínio de um número literalmente sem conta de milhões de pessoas que ninguém, nem mesmo Stálin, podia acusar de atividades “contrarrevolucionárias”.
Foi admitindo alguns crimes que Khrushchev escondeu a criminalidade do regime como um todo, e é contra essa camuflagem e contra a hipocrisia dos atuais dirigentes russos que as gerações mais jovens de intelectuais russos entraram em rebelião quase aberta. Estes sabem tudo o que se pode saber a respeito de “expurgos em massa, e deportação e aniquilação de povos inteiros”. 


 

TOTALITARISMO REQUER UMA POPULAÇÃO NUMEROSA PARA PODER EXTERMINAR PARTE DELA
Em todos esses países menores da Europa, movimentos totalitários precederam ditaduras não totalitárias, como se o totalitarismo fosse um objetivo demasiadamente ambicioso, e como se o tamanho do país forçasse os candidatos a governantes totalitários a enveredar pelo caminho mais familiar da ditadura de classe ou de partido. Na verdade, esses países simplesmente não dispunham de material humano em quantidade suficiente para permitir a existência de um domínio total — qualquer que fosse — e as elevadas perdas populacionais decorrentes da implantação de tal sistema. Sem muita possibilidade de conquistar territórios, os ditadores desses pequenos países eram obrigados à moderação, sem a qual corriam o risco de perder os poucos súditos de que dispunham. Por isso, também o nazismo, antes do início da guerra, ficou tão aquém do seu similar russo em matéria de coerência e crueldade, uma vez que nem sequer o povo alemão era suficientemente numeroso para permitir o completo desenvolvimento dessa nova forma de governo. Somente se tivesse vencido a guerra, a Alemanha teria conhecido um governo totalitário completo; e podem-se avaliar e vislumbrar os sacrifícios a que isso teria levado não apenas as “raças inferiores”, mas os próprios alemães, através dos planos de Hitler que ficaram para a posteridade. De qualquer modo, foi só durante a guerra, depois que as conquistas do Leste forneceram grandes massas e tornaram possíveis os campos de extermínio, que a Alemanha pôde estabelecer um regime verdadeiramente totalitário. (O regime totalitário encontra ambiente assustadoramente favorável nas áreas de tradicional despotismo oriental como a Índia ou a China, onde existe material humano quase inesgotável para alimentar a máquina de poder e de destruição de homens que é o domínio total, e onde, além disso, o sentimento de superfluidade do homem da massa — um fenômeno inteiramente novo na Europa, resultado do desemprego em massa e do crescimento populacional dos últimos 150 anos — prevalece há séculos no desprezo pela vida humana.) A moderação ou métodos menos sangrentos de domínio não se deviam tanto ao receio dos governos de que pudesse haver rebelião popular: resultaram de uma ameaça muito mais séria: o despovoamento de seus próprios países. Somente onde há grandes massas supérfluas que podem ser sacrificadas sem resultados desastrosos de despovoamento é que se torna viável o governo totalitário, diferente do movimento totalitário.


A INTENSIDADE DO TERROR AUMENTA, E NÃO DIMINUI, QUANDO O DITADOR TOTALITÁRIO ESTÁ SEGURO DO SEU PODER
A demência de Stálin como explicação para seus crimes escondia o aspecto mais característico do terror totalitário, que é desencadeado quando toda a oposição organizada já desapareceu e quando o governante totalitário sabe que já não precisa ter medo. 
Stálin iniciou os seus gigantescos expurgos não em 1928, quando admitia que “temos inimigos internos”, e realmente tinha motivos de receio, mas em 1934, quando todos os antigos oponentes haviam “confessado os seus erros”, e o próprio Stálin, no “Congresso dos Vencedores”, havia declarado: “já não há o que provar e, ao que parece, não há ninguém mais a combater”.

O TOTALITARISMO PRECISA ELIMINAR A SOLIDARIEDADE DO POVO
As medidas tomadas por Stálin com a introdução do Primeiro Plano Quinquenal, de 1928, quando o seu controle do partido era quase completo, demonstram que a transformação das classes em massas e a concomitante eliminação da solidariedade grupal são condições necessárias do domínio total. 

SOLIDÃO ORGANIZADA
A atomização da massa na sociedade soviética foi conseguida pelo uso de repetidos expurgos que invariavelmente precediam o verdadeiro extermínio de um grupo. A fim de destruir todas as conexões sociais e familiares, os expurgos eram conduzidos de modo a ameaçarem com o mesmo destino o acusado e todas as suas relações, desde meros conhecidos até os parentes e amigos íntimos. A “culpa por associação” é uma invenção engenhosa e simples; logo que um homem é acusado, os seus antigos amigos se transformam nos mais amargos inimigos: para salvar a própria pele, prestam informações e acorrem com denúncias que “corroboram” provas inexistentes. Em seguida, tentam provar que a sua amizade com o acusado nada mais era que um meio de espioná-lo e delatá-lo como sabotador, trotskista, espião estrangeiro ou fascista. 

A DELAÇÃO ESPALHA A SUSPEITA - DIVIDIR PARA CONQUISTAR 
Nunca duvidamos de que o “dilúvio de denúncias mútuas” durante o Grande Expurgo foi tão desastroso para o bem-estar econômico e social do país como foi eficaz para fortalecer o governante totalitário, mas só agora sabemos quão deliberadamente Stálin colocou essa sinistra cadeia de denúncias em movimento, quando proclamou oficialmente a 29 de julho de 1936: A qualidade inalienável de cada bolchevista nas condições atuais deve ser a capacidade de reconhecer um inimigo do Partido, não importa como ele se disfarce. Pois, tal como a “solução final” de Hitler significava tornar realmente obrigatório para a elite do partido nazista o mandamento “Matarás”, o pronunciamento de Stálin recomendava como regra de conduta para todos os membros do partido bolchevista: “Levantarás falso testemunho”.

A MINORIA ORGANIZADA VENCE A MAIORIA DESORGANIZADA 
Em meados da década de 20 era feroz a oposição solidária de toda a classe camponesa, que achava “melhor não ter nascido do que aderir aos kolkhoz”, e condenava essas medidas, recusando-se a ser classificada em camponeses ricos, médios e pobres, para ser a seguir recrutada para a luta contra os kulaks (camponês rico), pois havia “alguém pior do que os kulaks, sentado em alguma parte, planejando a campanha de perseguição contra o povo”; e que a situação não era muito melhor nas cidades, onde os trabalhadores se recusavam a cooperar com os sindicatos controlados pelo partido, chamando a gerência de “diabos bem alimentados”, “espiões hipócritas”, entre outros epítetos. Fainsod aponta, com razão, que esses documentos mostram claramente não apenas “o descontentamento geral”, mas também a falta de qualquer “oposição suficientemente organizada” contra o regime como um todo.

MENTIRAS SÃO TODOS OS FATOS QUE DISCORDAM DA FICÇÃO OFICIAL 
Com relação ao período de inconteste domínio de Stálin, de 1929 em diante, o arquivo de Smolensk tende a confirmar o que já sabíamos antes através de fontes menos irrefutáveis. Isso se aplica até a algumas de suas estranhas lacunas, especialmente quanto a dados estatísticos. Pois essa falta de dados prova apenas, neste ponto como em outros, que o regime de Stálin era cruelmente coerente: eram tratados como mentiras todos os fatos que não concordassem, ou pudessem discordar, com a ficção oficial, fossem dados sobre as colheitas de trigo, a criminalidade ou as reais ocorrências de atividades “contrarrevolucionárias”. 


 "CRIMINOSOS SEM CRIME" - A PASSIVIDADE DOS PERSEGUIDOS
Sempre suspeitamos, e agora sabemos, que o regime nunca foi “monolítico”, mas “conscientemente construído em torno de funções superpostas, duplicadas e paralelas”, e que o que segurava essa estrutura grotescamente amorfa era o mesmo princípio de liderança — o chamado “culto da personalidade”, encontrado na Alemanha nazista; que o ramo executivo desse governo não era o partido, mas a polícia, cujas “atividades operacionais não eram reguladas através de canais do partido”; que as pessoas inteiramente inocentes, as quais o regime liquidava aos milhões, os “inimigos objetivos” na linguagem bolchevista, sabiam que eram “criminosos sem crime”; que foi precisamente essa nova categoria, e não os antigos e verdadeiros inimigos do regime— assassinos de autoridades, incendiários ou terroristas —, que reagiu com a mesma “completa passividade” que vimos tão bem na conduta das vítimas do terror nazista.

O TERROR NÃO VISA O PROGRESSO 
As dúvidas quanto à teoria segundo a qual o terror dos anos 20 e 30 foi “o alto preço da dor”, exigido pela industrialização e pelo progresso econômico, dissipam-se com esse primeiro documento. O terror não produziu industrialização nem progresso. O que a eliminação dos kulaks , a coletivização e o Grande Expurgo produziram foi a fome, as caóticas condições da produção de alimentos e o despovoamento. As consequências têm sido uma perpétua crise na agricultura, uma interrupção do crescimento populacional e a incapacidade de desenvolver e colonizar o interior da Sibéria. Além disso, como o arquivo de Smolensk mostra em detalhes, os métodos stalinistas de governo conseguiram acabar com toda a competência e know-how técnico que o país havia adquirido após a Revolução de Outubro.

POLÍCIA É UM ÓRGÃO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA 
A ascendência da polícia secreta sobre o aparelho militar é a marca de muitas tiranias, e não somente das tiranias totalitárias; mas, no caso do governo totalitário, a preponderância da polícia não apenas atende à necessidade de suprimir a população em casa, como se ajusta à pretensão ideológica de domínio global.

ETAPAS DA TOMADA DE PODER SE REPETEM 
Depois de 1945, as medidas tomadas para reafirmar o domínio total após o temporário relaxamento do período da guerra na União Soviética, bem como aquelas através das quais o governo totalitário fora introduzido nos países satélites, todos seguem as regras do jogo que viemos a conhecer. A bolchevização dos países satélites começou com as táticas da frente popular (coligações de partidos de esquerda) e um falso sistema parlamentar; passou rapidamente ao franco estabelecimento de ditaduras unipartidárias nas quais os líderes e os membros dos partidos, que eram tolerados antes, foram liquidados; e depois atingiu o estágio final quando os líderes comunistas nativos, dos quais Moscou suspeitava com ou sem razão, foram brutalmente incriminados, humilhados em julgamentos ostensivos, torturados e mortos sob o domínio dos mais corruptos e desprezíveis elementos do partido, ou seja, aqueles que eram agentes de Moscou. Foi como se Moscou repetisse apressadamente todos os estágios da Revolução de Outubro até o surgimento da ditadura totalitária. A história muda pouco: o que sucedeu a um país satélite ocorreu quase ao mesmo tempo a todos os outros, do Báltico ao Adriático. Os acontecimentos diferiram em regiões não incluídas no sistema de satélites. Os Estados bálticos foram diretamente incorporados à União Soviética, e sofreram muito mais que os satélites; mais de meio milhão de pessoas foram deportadas dos três pequenos países e um “enorme influxo de colonizadores russos” começou a ameaçar as populações nativas, transformadas em minoritárias em seus próprios países. 


STÁLIN ACUSA O INIMIGO DO CRIME QUE ELE MESMO VAI COMETER - FALSIFICANDO UM MAL PARA JUSTIFICAR OUTRO 

Para o nosso contexto, são mais importantes os acontecimentos da União Soviética, especialmente depois de 1948 — o ano da misteriosa morte de Zhdanov e do processo de Leningrado. Pela primeira vez depois do Grande Expurgo, Stálin mandou executar grande número de altos e altíssimos funcionários, e isso foi planejado como início de outro expurgo de dimensões nacionais. Este teria sido deflagrado pela “conspiração dos médicos”, se a morte de Stálin não ocorresse antes. Um grupo de médicos, a maioria dos quais judeus, foi acusado de haver tramado “eliminar os escalões superiores da URSS”. Tudo o que sucedeu na Rússia entre 1948 e janeiro de1953, quando a “conspiração dos médicos” estava sendo “descoberta”, tinha uma notável e tenebrosa semelhança com os preparos do Grande Expurgo dos anos 30: a morte de Zhdanov e o expurgo de Leningrado correspondiam à não menos misteriosa morte de Kirov em 1934, que foi imediatamente seguida de uma espécie de expurgo preparatório “de todos os antigos opositores que ainda existiam no Partido”. Além do mais, o próprio conteúdo da absurda acusação contra os médicos — que iriam matar pessoas em posição de destaque em todo o país — deve ter enchido de temerosos presságios todos os que conheciam o método de Stálin, de ACUSAR UM INIMIGO FICTÍCIO DO CRIME QUE ELE MESMO IA COMETER. (O melhor exemplo conhecido é, naturalmente, a acusação de que Tukhachévski conspirava junto com a Alemanha, no próprio momento em que Stálin se preparava para aliar-se aos nazistas.) É claro que, em 1952, o séquito de Stálin conhecia muito melhor o real significado de suas palavras do que nos anos 30, e o próprio fraseado da acusação deve ter semeado o pânico entre todos os altos funcionários do regime. Este pânico pode ainda ter sido a explicação mais plausível da morte de Stálin, das misteriosas circunstâncias em que ocorreu e do rápido cerrar de fileiras nos altos escalões do partido, notoriamente minado por conflitos e intrigas, durante os primeiros meses da crise de sucessão. Por menos que conheçamos os detalhes da história, sabemos mais do que o suficiente para confirmar a minha convicção original, de que “operações de desmonte” como o Grande Expurgo não eram episódios isolados, não eram excessos do regime motivados por circunstâncias raras, mas constituíam uma instituição do terror e deviam ser esperadas a intervalos regulares — a não ser, naturalmente, que mudasse a própria natureza do regime.

O elemento novo mais dramático desse último expurgo planejado por Stálin, nos últimos anos de sua vida, foi uma importante mudança de ideologia: a introdução de uma conspiração mundial judaica. Durante anos, os fundamentos para essa mudança haviam sido cuidadosamente elaborados numa série de julgamentos nos países satélites— o julgamento de Rajk na Hungria, o caso Ana Pauker na Romênia e, em 1952, o julgamento de Slansky na Tchecoslováquia. Nessas medidas preparatórias, altos funcionários do partido foram escolhidos por suas origens “burgueso-judaicas” e acusados de sionismo; aos poucos, essa acusação foi alterada para implicar agências notoriamente não sionistas (especialmente o Comitê Judaico-Americano — joint), insinuando que todos os judeus eram sionistas e que todos os grupos sionistas eram“assalariados do imperialismo norte-americano”. Naturalmente, nada havia de novo no “crime” do sionismo; mas, à medida que a campanha progredia e começava a concentrar-se nos judeus da União Soviética, outra mudança importante ocorreu: os judeus eram agora acusados de “cosmopolitismo” e não de sionismo, e o tipo de acusação que derivava desse slogan seguia cada vez mais de perto o modelo nazista de uma conspiração mundial judaica ao estilo dos sábios do Sião.

IDEOLOGIA E TERROR - DESTRUIÇÃO DA PSIQUE, DOS VALORES, TRADIÇÕES, INSTITUIÇÕES 
O totalitarismo difere essencialmente de outras formas de opressão política que conhecemos, como o despotismo, a tirania e a ditadura. Sempre que galgou o poder, o totalitarismo criou instituições políticas inteiramente novas e destruiu todas as tradições sociais, legais e políticas do país. O governo totalitário sempre transformou as classes em massas, substituiu o sistema partidário não por ditaduras unipartidárias, mas por um movimento de massa, transferiu o centro do poder do Exército para a polícia e estabeleceu uma política exterior que visava abertamente ao domínio mundial. Os governos totalitários do nosso tempo evoluíram a partir de sistemas unipartidários; sempre que estes se tornavam realmente totalitários, passavam a operar segundo um sistema de valores tão radicalmente diferente de todos os outros que nenhuma das nossas tradicionais categorias utilitárias — legais, morais, lógicas ou de bom senso — podia mais nos ajudara aceitar, julgar ou prever o seu curso de ação. 

ELES NÃO SABEM DEBATER, MAS SABEM MATAR
Em sua ascensão, tanto o movimento nazista da Alemanha quanto os movimentos comunistas da Europa depois de 1930 recrutaram os seus membros dentre essa massa de pessoas aparentemente indiferentes, que todos os outros partidos haviam abandonado por lhes parecerem demasiado apáticas ou estúpidas para lhes merecerem a atenção. A maioria dos seus membros, portanto, consistia em elementos que nunca antes haviam participado da política. Isso permitiu a introdução de métodos inteiramente novos de propaganda política e a indiferença aos argumentos da oposição: os movimentos, até então colocados fora do sistema de partidos e rejeitados por ele, puderam moldar um grupo que nunca havia sido atingido por nenhum dos partidos tradicionais. Assim, sem necessidade e capacidade de refutar argumentos contrários, preferiram métodos que levavam à morte em vez da persuasão, que traziam terror em lugar de convicção. As discórdias  ideológicas  com  outros  partidos  ser-lhes  iam  desvantajosas  se  eles competissem sinceramente com esses partidos; não o eram, porém, porquanto lidavam com pessoas que tinham motivos para hostilizar igualmente todos os partidos.

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COTAS DE PRISÕES PARA MANTER O POVO ATERRORIZADO

"As prisões políticas em nosso país singularizaram-se durante décadas precisamente pelo fato de serem detidas pessoas em nada culpadas e, por isso mesmo, de modo nenhum preparadas para oferecer resistência.
Criou-se o sentimento geral da fatalidade, a idéia de que era impossível fugir..."
(...)
"Os "Órgãos" não tinham frequentemente motivo profundo para a escolha, não sabendo que pessoa deter ou não deter, mas simplesmente QUAIS OS NÚMEROS A ATINGIR. O cumprimento desses números podia estar de acordo com as normas, mas podia também ter um caráter completamente casual. Em 1937 apareceu na recepção da NKVD de Novotcherkassk uma mulher perguntando que destino devia dar a uma criança de peito que tinha fome, de uma vizinha detida.
"Sente-se", disseram-lhe, "vamos esclarecer isso." Esperou duas horas e levaram-na da recepção à cela: era preciso completar urgentemente a cota prevista e faltavam agentes para mandá-los percorrer a cidade, e aquela mulher já estava ali mesmo!"

A. Soljenítsen, ARQUIPÉLAGO GULAG

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“Só há uma maneira pela qual as agonias mortais da velha sociedade e as dores de parto sangrentas da nova sociedade podem ser encurtadas, simplificadas e concentradas, e essa forma é o terror revolucionário”, de acordo com Marx em 1848. 

“A próxima guerra mundial resultará no desaparecimento da face da terra não apenas de classes e dinastias reacionárias, mas também de povos reacionários inteiros. E isso também é um passo em frente”, segundo Engels em 1849.

“O Estado é um instrumento de coerção… Queremos organizar a violência em nome dos interesses dos trabalhadores”, disse Lênin em 1917.

https://www.epochtimes.com.br/principios-distopicos-do-verdadeiro-comunismo/
 

 

Comunismo é genocídio. É genocídio na teoria, é genocídio na estratégia, é genocídio na prática historicamente conhecida e é genocídio nos métodos atuais com que subsiste em Cuba, se fortalece na China e se propaga na Colômbia. É genocídio na apologia da violência por Karl Marx, na técnica leninista do terror sistemático, na arquitetura stalinista e maoísta do Estado-presídio cuja máxima eficiência, segundo técnicos da KGB, foi alcançada em Cuba. O comunismo prega o genocídio, justifica o genocídio, orgulha-se do genocídio e, onde quer que tenha reinado, sempre viveu do genocídio. Discuti-lo respeitosamente é admitir que exista o direito moral à propaganda do genocídio. https://olavodecarvalho.org/brincar-de-genocidio/

Olavo de Carvalho - "Trinta anos de estudos sobre a mentalidade revolucionária convenceram-me de que ela não é a adesão a este ou àquele corpo de convicções e propostas concretas, mas a aquisição de certos cacoetes lógico-formais incapacitantes que acabam por tornar impossível, para o indivíduo deles afetado, a percepção de certos setores básicos da experiência humana. A mentalidade revolucionária não é um conjunto de crenças, é um sistema de incapacidades adquiridas, que começam com um escotoma intelectual e culminam numa insensibilidade moral criminosa. É uma doença mental no sentido mais estrito e clínico do termo, correspondente àquilo que o psiquiatra Paul Sérieux descrevia como delírio de interpretação. Numa discussão com o homem normal, o revolucionário está protegido pela sua própria incapacidade de compreendê-lo." 
https://olavodecarvalho.org/urss-a-mae-do-nazismo/

RELATIVISMO, MENTIRA E COERÇÃO
O IMPÉRIO DA VONTADE OLAVO DE CARVALHO - O relativismo militante é um véu de análise racional feito para camuflar a imposição, pela força, de uma vontade irracional. Sua função é cansar, esgotar e calar a inteligência para abrir caminho ao “Triunfo da Vontade”. É um método de discussão inconfundivelmente nazista. Se você estudar Nietzsche direitinho, verá que toda a filosofia dele não é senão a sistematização e a apologética desse método, hoje adotado pela tropa inteira dos ativistas politicamente corretos. Por trás de toda a sua estudada complexidade, a estratégia do nietzscheísmo é bem simples: trata-se de dissolver em paradoxos relativistas a confiança no conhecimento objetivo, para que, no vácuo restante, a pura vontade de poder tenha espaço para se impor como única autoridade efetiva. Descontada a veemência do estilo pseudoprofético, não raro inflado de hiperbolismo kitsch , não há aí novidade nenhuma. É o velho Eu soberano de Fichte, que abole a estrutura da realidade e impera sobre o nada. É a velha subjetividade transcendental de Kant, que dita regras ao universo em vez de tentar conhecê-lo.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/060105jb.htm


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VLADIMIR TISMANEANU - "O totalitarismo comunista, como organização social, política, cultural, econômica e caracterizado por três elementos. Em primeiro lugar, pela recusa à memória. A aversão, a hostilidade diante da memória o faz mnemófobo. Ele age, por todas as suas instituições, para a destruição da memória. Em segundo lugar, e uma organização que procura a destruição dos valores, e, neste sentido, e axiófobo. E, não em ultimo lugar, detesta o espírito, portanto e uma organização de tipo noofóbica. Portanto, o comunismo e mnemofobico, axiofobico e noofobico." Vladimir Tismaneanu 
https://archive.org/stream/VladimirTismaneanuDoComunismo/Vladimir_Tismaneanu_-_Do_Comunismo_djvu.txt

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OLAVO DE CARVALHO - A primeira metade do século XX presenciou a ascensão da economia planificada; a segunda, a sua queda, seguida do surgimento de um esquema de dominação ainda mais ambicioso: a cultura planificada. A cultura transcende e abarca a economia: inclui o orbe inteiro das criações humanas, a linguagem e a imaginação, os valores e sentimentos, a vida íntima e os reflexos inconscientes. A ampliação do objetivo mostra que a intelectualidade ativista tirou da experiência de oito décadas uma conclusão inversa à dos economistas liberais: estes acreditaram que o fracasso do socialismo provava a loucura intrínseca do Estado gigante; aqueles, que o Estado gigante fracassou por não ser gigantesco o bastante.O objetivo final do socialismo, como observou Hannah Arendt, é a modificação da natureza humana. 
https://olavodecarvalho.org/raizes-do-mundo-novo/

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A DESTRUIÇÃO FÍSICA NO COMUNISMO E NO NAZISMO - SOBRE O LIVRO DE ALAIN BESANÇON, A INFELICIDADE SO SÉCULO 
https://conspiratio3.blogspot.com/2020/07/a-destruicao-fisica-no-comunismo-e-no.html

 
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CLICK TIME - A CENSURA DO APOIA-SE e o peso da verdade! - O QUE VAI ACONTECER COM QUEM DENUNCIAR OU QUESTIONAR?
A FALSIFICAÇÃO DO MAL E O DEPLATFORMING 
IDEOLOGIA DA EXCLUSÃO - O direito de perseguir e matar decorre do direito de condenar e demonizar adversários (inimigos) e, antes disso, de redefinir e falsificar o que é bem e mal, certo e errado, verdade e mentira, com o aval da população manipulada e acovardada.

ANTIGA TÉCNICA COMUNISTA DA FABRICAÇÃO DO CRIME E DA CULPA - A campanha de expurgo de certas administrações recrudesceu a partir de 1930, quando Stálin, desejoso de acabar definitivamente com os "direitistas" decidiu demonstrar as ligações destes com os "especialistas-sabotadores". Devidamente instruída por Stalin, a GPU (Polícia Secreta) havia preparado dossiês destinados a demonstrar a existência de organizações anti-soviéticas ligadas entre si. Os investigadores conseguiram extrair "confissões" de um certo número de pessoas presas, tanto sobre seus contatos com "direitistas", quanto sobre sua participação em complôs imaginários para eliminar Stalin e derrubar o regime soviético. As técnicas e os mecanismos de fabricação de casos sobre pretensos "grupos terroristas" estavam perfeitamente afinados desde 1930. (Referência: O Livro Negro de Comunismo) - https://conspiratio3.blogspot.com/2020/04/click-time-censura-do-apoia-se-e-o-peso.html

E QUANTO MAIS NOS CENSURAREM, MAIS PODERÃO NOS ACUSAR. 

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"Toda a tragédia do comunismo está dentro desta afirmação alucinante: a visão de uma elite superior cujos fins utópicos santificam os métodos mais bárbaros, a negação do direito à vida àqueles que são definidos como "parasitas e predadores degenerados", a desumanização deliberada das vítimas e o que Alain Besançon identificou corretamente como a perversidade ideológica no coração do pensamento totalitário: a falsificação da idéia do bem (la falsification du bien)." Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História

"Pode-se provar, desta forma, que qualquer ato é imoral, por meio de PARAMORALISMOS utilizados como sugestão ativa, e sempre haverá pessoas cujas mentes sucumbirão a tais raciocínios. Infelizmente, inventar critérios morais sempre novos, de acordo com a conveniência de alguém, tornou-se um fenômeno frequente para indivíduos, grupos de opressão, ou sistemas políticos patológicos. Tais sugestões privam parcialmente as pessoas do seu raciocínio moral e deformam o desenvolvimento deste nos mais jovens." Andrew Lobaczewski "Ponerologia - Psicopatas no Poder"
 
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"De acordo com a fórmula de Stalin, a crítica era o mesmo que oposição; a oposição inevitavelmente implicava conspiração; a conspiração significava traição. Algebricamente, portanto, a mais leve oposição ao regime ou a falha em reportar tal oposição era equivalente ao terrorismo". (Vladimir Tismaneanu, "O Diabo na História")
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SEM CENSURA, A MENTIRA NÃO PERDURA - "O cidadão, no sistema comunista, vive oprimido (...) Em última análise, todos os jornais são oficiais, bem como o rádio e outros meios de comunicação. Os resultados de tudo isso não são grandes, e em nenhum caso correspondem aos meios e medidas empregados. Porém, resultados consideráveis são conseguidos tornando IMPOSSÍVEL A MANIFESTAÇÃO DE OPINIÕES que não sejam as oficiais e combatendo as idéias contrárias. " (Milovan Djilas – “A Nova Classe”) 

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LIBERDADE DE EXPRESSAO É QUESTÃO DE VIDA OU MORTE!  



O blogueiro russo Vladimir Luzgin pediu ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos que defendesse seu direito de afirmar corretamente que a Alemanha nazista e a União Soviética invadiram a Polônia em 1939. Ele não teve alternativa depois que o Supremo Tribunal da Rússia concordou que essa verdade desagradável constituía 'reabilitação do nazismo ". Luzgin é a primeira pessoa na Rússia a ser condenada sob uma lei controversa que foi, desde o início, condenada como um ataque ao debate histórico. Provou ser uma ofensiva contra fatos históricos.  
“Os comunistas e a Alemanha invadiram conjuntamente a Polônia, iniciando a Segunda Guerra Mundial. Ou seja, o comunismo e o nazismo colaboraram estreitamente ... ”
O primeiro tribunal considerou que se tratava de "informação conscientemente falsa", alegando como justificativa que a declaração contradiz os fatos expostos nas sentenças do Tribunal de Nuremberg.
Sob o presidente russo Vladimir Putin, Moscou negou consistentemente fatos inegáveis, como a invasão da Crimeia e o envolvimento militar no leste da Ucrânia.
A convicção surreal de Luzgin foi, sem dúvida, um aviso assustador do que esperar se você levantar questões que o atual regime não deseja que sejam feitas, ou fatos que deseja que sejam borrados ou totalmente negados. .
É muito provável que a detenção em curso por acusações absurdas do historiador e ativista do Memorial Yury Dmitriev também seja um aviso para que outros não exponham informações sobre os autores do Terror de Stalin.
 
 

https://web.archive.org/web/20200604053442/http://khpg.org/en/index.php?id=1488552228

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A PROIBIÇÃO DE PERGUNTAR - Por linguagem ideológica, refiro-me ao fenômeno diagnosticado por Eric Voegelin em uma fração considerável do pensamento político moderno e que marcaria um ineditismo em relação à antiguidade clássica: a "PROIBIÇÃO DE PERGUNTAR". Não se trata aí, diz Voegelin, de uma simples resistência à análise, coisa que, decerto, também existia no passado. Não estamos falando apenas de um apego passional a opiniões (doxai) em face de uma análise (episteme) que as contrarie. Como esclarece o filósofo alemão: "Em vez disso, confrontamos-nos aqui com pessoas que sabem que, e por que, suas opiniões não podem resistir a uma análise crítica, e que, portanto, fazem da proibição do exame de suas premissas parte do seu dogma." (Eric Voegelin). Essa linguagem ideológica, sustentada sobre a proibição de perguntar, é um dos traços mais característicos do ambiente intelectual marxista e esquerdista de modo geral. (...) Gramsci foi, inegavelmente, um dos mais hábeis técnicos em linguagem ideológica. (FLÁVIO GORDON - A CORRUPÇÃO DA INTELIGÊNCIA) 

Flávio Gordon - "Se, durante a ditadura, tínhamos uma censura autoritária e visível (frequentemente burlada, como muitos artistas e jornalistas da época já cansaram de confessar, até com certa graça), hoje temos uma censura totalitária, invisível, grave, onipresente. Ela não comporta gracejos nem brechas. Se, antes, ela vinha exclusivamente do governo, hoje ela é mais de tipo soviético-chinês, e o censor pode estar ao lado."
http://obrasileouniverso.blogspot.com/2013/11/censura.html

 

terça-feira, 28 de julho de 2020

FLÁVIO GORDON NA FUNDAÇÃO ALEXANDRE DE GUSMÃO - Conferência “Globalismo & comunismo”

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A Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG) convida para a conferência virtual “Globalismo e comunismo”, com Flávio Gordon, doutor em antropologia e autor do livro 𝘈 𝘤𝘰𝘳𝘳𝘶𝘱𝘤̧𝘢̃𝘰 𝘥𝘢 𝘪𝘯𝘵𝘦𝘭𝘪𝘨𝘦̂𝘯𝘤𝘪𝘢, no dia 28 de julho, às 19 horas (horário de Brasília).
O evento será transmitido ao vivo pelo canal da FUNAG no YouTube, e o público poderá enviar perguntas ao conferencista para o e-mail debates@funag.gov.br. 

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"O mundo Ocidental como um todo, e os Estados Unidos em particular, se equivocaram seriamente sobre a natureza das mudanças no mundo comunista. Não estamos testemunhando a morte do comunismo, mas uma nova ofensiva estratégica de desinformação." Anatoliy Golitsyn
https://conspiratio3.blogspot.com/2018/01/finalmente-republicaram-o-livro.html

domingo, 21 de julho de 2019

LIVRO - COCAÍNA VERMELHA: A NARCOTIZAÇÃO DA AMÉRICA - RED COCAINE




Cocaína Vermelha - A Narcotização da América
Joseph Douglass 
Descrição do livro 

“A fraude e as drogas são nossas duas principais estratégias na guerra contra o capitalismo.” Nikita Khrushchev. 

Droga Vermelha apresenta o planejamento estratégico chinês e soviético para desestabilizar o capitalismo ocidental por meio da distribuição de drogas como arma química contra os jovens burgueses, mas principalmente, contra a juventude americana. O objetivo de longo prazo seria a destruição da família burguesa e a formação de uma geração incapaz de assumir postos de comando em empresas. 

Ao contrário dos livros de teorias conspiratórias, Joseph D. Douglass não apresenta teoria alguma, mas provas, documentos oficiais dos países envolvidos, testemunhos de desertores e depoimentos de traficantes em processo de julgamento. 

O autor dá uma visão panorâmica das ações cubanas na América Latina, especialmente na atuação das FARC em conjunto com a política cubana de exportação de cocaína e de outras drogas para os EUA. Revela também como no início dos anos 1950, Mao Tse-tung e Chou En-lai se encarregaram de planejar um grande esquema de tráfico de drogas, vendidas a preço baixo para os soldados americanos na Coréia e no Japão. 

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https://ia800100.us.archive.org/16/items/RedCocaineCocanaVermelhaJosephDouglass/Red%20Cocaine%20Coca%C3%ADna%20Vermelha%20-%20Joseph%20Douglass.pdf

CAPÍTULO 
1 A OFENSIVA CHINESA DAS DROGAS
 CAPÍTULO 
2 -OS SOVIÉTICOS DECIDEM COMPETIR
CAPÍTULO 
3 CONSTRUINDO A REDE DE DROGAS LATINO AMERICANA
CAPÍTULO 
4 KHRUSHCHOV INSTRUI OS PAÍSES SATÉLITES 
CAPÍTULO 
5 ORGANIZAÇÃO PARA 'DRUZHBA NARODOV' 
CAPÍTULO 
6 GUERRA POLÍTICA & DROGAS NO VIETNà
CAPÍTULO 
7 MOSCOU INTENSIFICA A GUERRA DAS DROGAS NO FINAL DOSANOS 60 
CAPÍTULO 
8 CUBA E A ASCENSÃO DO NARCOTERRORISMO
CAPÍTULO 
9 -NÃO OUÇA O MAL, NÃO FALE O MAL, NÃO VEJA O MAL
CAPÍTULO 
10 QUESTÕES DE INTELIGÊNCIA 
CAPÍTULO 
11 -AJUSTANDO A RESPONSABILIDADE
CAPÍTULO 
12 DESAGRADÁVEL PERSPECTIVA PARA O SÉCULO XXI

INDEX 
Sugestões de leitura adicionais 
Edward Harle Limited: Declaração de Objetivos Políticos 
Anúncio: Analista soviético - Uma revisão da Contínua Estratégia Revolucionária Global.

http://livrococainavermelha.blogspot.com/2017/07/cocaina-vermelha-de-joseph-douglass-res.html

A NOVA ORDEM SOCIAL MUNDIAL DE LÊNIN 

Cocaína Vermelha - A Narcotização da América
Joseph Douglass  

REVISÃO DA ESTRATÉGIA REVOLUCIONÁRIA GLOBAL CONTINUA
O analista soviético, um boletim de inteligência estratégica, fornece um antidoto necessário para os pensamentos “politicamente corretos e, portanto, confusos, sobre os desenvolvimentos revolucionários nos chamados” antigos países do bloco soviético e suas consequências para o mundo inteiro. Aplicando a metodologia analítica explicada por Anatoliy Golitsyn em "New Lies for Old" e "The perestroika Deception", esta publicação, criada em 1972, analisa as atividades dos formuladores de políticas leninistas continuados na perspectiva da implementação de sua estratégia de longo alcance. Concentra-se no rápido progresso que estão fazendo, no contexto da falsa descontinuidade de 1989-91 e a mentira de que o comunismo era “abandonado”, para a realização dos objetivos de controle revolucionário global inalterados de Lênin. Para os herdeiros de Lênin procurar nada menos que o progressivo enfraquecimento, decaptação e integração de estados-nação e sua substituição fragmentada por intrincadas estruturas "cooperativas"  transfronteiriças e regionais que se destinam a ser parte do quadro para o Governo Mundial. Esta "Nova Ordem Social Mundial" será, por definição, uma ditadura socialista global. Aqueles no Ocidente, especialmente os decisores políticos, os banqueiros, os clérigos e os formadores de opinião que estão colaborando de fato com os revolucionários em curso na continuação de sua estratégia contínua de “cooperação-chantagem” - seja conscientemente como agentes de influência, ou involuntariamente como o que Lênin c!amou “idiotas úteis” - para impiedosamente impelir o futuro da civilização, estão fornecendo um tapete vermelho para os revolucionários que se disfarçam como seus compan!eiros de armas, mas que secretamente procuram sua queda. Tais colaboradores ignoram a realidade maligna da “guerra” contemporânea chamada paz.

Foi o presidente George Bush que reciclou a frase leninista “Nova Ordem Mundial” de Gorbac!ev. Outros fornecedores deste slogan revolucionário incluem Karl Marx e Henry Kissinger, que observou: "O NAFTA é um importante passo para a Nova Ordem Mundial”. E falou em um jantar dos embaixadores das Nações Unidas em 14 de setembro de 1994, observou David RocKefeller: Esta “janela de oportunidade” atual, durante a qual um projeto mundial verdadeiramente pacífico e interdependente pode ser construído, não estará aberto por muito tempo. Já existem forças poderosas no trabalho que ameaçam destruir todas as nossas esperanças e esforços para criar uma estrutura duradoura de cooperação global”. Quer o senhor deputado Rockefeller e os colaboradores de fato similares compreendam a sua política de “tapete vermel!o”, está aberto a um debate legítimo, o que é claro é que a “cooperação global” na prática significa, e pretende significar, “coletivização global” a própria essência do comunismo.

"Em 1932, William Z. Foster, então líder do Partido Comunista dos EUA. escreveu em seu livro Hacia America Soviética que o objetivo do comunismo era o estabelecimento de uma "Nova Ordem Social Mundial". Em 1985, dois aparatchiks soviéticos, F. Petrenko e V. Popov, explicaram (na Política Externa Soviética, Objetivos e Princípios, Progress Publishers, Moscou) que o passo de transição para a "Nova Ordem Mundial" envolve a fusão das nações recém-cativas em Governos regionais.  

Em 1942, Stalin escreveu: "À medida que um número cada vez maior de nações caem para a revolução, torna-se possível reuní-las sob um regime mundial comunista." Lênin escreveu que o objetivo dos comunistas era "uma futura união de todas as nações em um único mundo...sistema". Este objetivo permanece inalterado. O ponto é, diz Yelena Bonner, a viúva de Andrei Sakharov, que o objetivo comunista é fixo e imutável - nunca desvia um pouco do seu objetivo de dominação mundial, mas se os julgarmos apenas pela direção em que parece ir, seremos enganados."

Cocaína Vermelha - A Narcotização da América
Joseph Douglass  

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KHRUSHCHOV INSTRUI OS SATÉLITES 

Khrushchev apresentou formalmente a estratégia soviética. (...) Os chineses eram bons, mas os serviços de inteligência do Bloco Soviético “tinham uma organização muito superior e deveriam se mover o mais rápido possível para usar drogas e narcóticos, tanto para aleijar a sociedade capitalista como para financiar mais atividades revolucionárias”.
Khrushchov então discutiu os muitos benefícios a serem derivados deste negócio. Seria uma boa fonte de renda e seria uma fonte de câmbio muito necessária para financiar operações de inteligência. Isso prejudicaria a saúde e o moral dos militares americanos. Porque pessoas drogadas seriam duvidosas em crises ou em emergências, o negócio da droga "enfraqueceria o fator humano numa situação da defesa".

Khrushchev também levou em consideração o tamanho do impacto na educação. As escolas americanas eram alvos primários, porque era onde os futuros líderes da burguesia seriam encontrados. Outro alvo prioritário de Khrushchev identificado foi a ética, orgulho e lealdade ao trabalho americana, todos os quais seriam minados através de drogas. Finalmente, drogas e narcóticos levariam a uma diminuição da influência das religiões e, sob certas condições, poderiam ser usadas para criar caos.

"Quando discutimos essa estratégia", concluiu Khrushchev, "havia alguns que estavam preocupados que esta operação pudesse ser imoral. Mas devemos declarar categoricamente", enfatizou," que qualquer coisa que acelere a destruição do capitalismo é moral " [= Lenin - Ed.].

(Cocaína Vermelha - A Narcotização da América
Joseph Douglass)

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NIKITA KRUSHCHEV DENUNCIA STÁLIN - O culto do indivíduo - parte 1
Este discurso foi proferido no 20º congresso do partido comunista da URSS em Moscou em 25 de fevereiro de 1956. 
 
Original em inglês:
https://www.theguardian.com/theguardian/2007/apr/26/greatspeeches6
Clique aqui para a parte 3.
Clique aqui para a parte 2.

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SEMINÁRIO GLOBALISMO
https://escritoralexandrecosta.com.br/2019/06/24/seminario-globalismo/

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TÉCNICA DA SOLUÇÃO AGRAVANTE
"Falsa idéia de utilidade é a que sacrifica mil vantagens reais por um inconveniente imaginário ou de pequena importância: a que tiraria dos homens o fogo porque incendeia, e a água porque afoga; que só destruindo repara os males. As leis que proíbem o porte de arma são leis dessa natureza". Cesare Beccaria
https://conspiratio3.blogspot.com/2019/02/a-tecnica-da-solucao-agravante-olavo-de.html



A IDIOTIZAÇÃO PROPOSITAL DA AMÉRICA
A idiotização proposital da América (The Deliberate dumbing down of America), de Charlotte Iserbyt, reúne uma vastíssima documentação que demonstra como o processo de declínio intelectual promovido nas escolas americanas foi intencionalmente arquitetado e gradualmente implementado
https://katechesis.com.br/educacao/a-idiotizacao-proposital-da-america-charlottte-t-iserbyt/ 

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O PROJETO DO GOVERNO MUNDIAL É ORIGINARIAMENTE COMUNISTA - OLAVO DE CARVALHO https://conspiratio3.blogspot.com/2015/11/o-projeto-do-governo-mundial-e.html

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BEM-VINDOS À NOVA ORDEM MUNDIAL SOCIALISTA  https://conspiratio3.blogspot.com/2016/07/bem-vindos-nova-ordem-mundial.html

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A NOVA ORDEM SOCIAL MUNDIAL DE LÊNIN - https://conspiratio3.blogspot.com/2019/07/livro-cocaina-vermelha-narcotizacao-da.html


ONU, PLANEJADA POR STALIN https://conspiratio3.blogspot.com/2017/01/onu-planejada-por-stalin-destroi-o.html

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 BRASÃO SOVIÉTICO E SÍMBOLO DA ONU IMAGEMS https://conspiratio3.blogspot.com/2014/09/brasao-sovietico-e-simbolo-da-onu.html

sábado, 29 de junho de 2019

CHINA RECUA DIANTE DOS EUA



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https://youtu.be/vww1CJMUhjU  

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Por que a China se especializou em pirataria? Porque ser criativo depende de liberdade.  


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O sonho comunista de contaminar o mundo com a própria doença, mencionado por Cyril E. Black no livro Anatomia da Subversão: 

"Em 1958, por exemplo, eu tive ocasião de perguntar a Khrushchev acerca das possíveis formas de governo, economia, idiomas e organização em geral, quando os princípios marxistas de sociedade como a que imperava na URSS fossem adotados no resto do mundo. Ele nem por um momento negou a presunção que estava por baixo desta pergunta  realmente explosiva - o sucesso da revolução mundial - e respondeu que ainda era cedo para se dizer como seria um Estado comunista mundial. Quando se chegar a esse ponto, disse ele, seriam encontrados os meios e formas adequados. Ele considerava o Estado mundial ainda no mundo da fantasia e dizia que ainda era impossível dizer como seriam os arranjos de organização em detalhes. Afirmou que os princípios gerais já estavam delineados em Marx, Engels e Lenin."

Cyril E. Black encontrou-se com o psicopata* Nikita Khrushchev em 1958, quando membro de uma delegação para observar as eleições na URSS. 
 
*Nikita Khrushchev foi o idealizador do holodomor, o genocídio pela fome que pretendia dobrar de joelhos a altiva Ucrânia. E o cara de pau ainda declara:

"Não posso dar um número exacto porque ninguém guardou essa informação. Tudo o que sabíamos era que as pessoas morriam em enorme quantidade."
Nikita Khruschev, Khrushchev Remembers

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DESTRUINDO O INIMIGO COM COCAÍNA - LIVRO RED COCAINE
Cocaína Vermelha - A Narcotização da América
Joseph Douglass 
Descrição do livro

“A fraude e as drogas são nossas duas principais estratégias na guerra contra o capitalismo.” Nikita Khrushchev. 

Droga Vermelha apresenta o planejamento estratégico chinês e soviético para desestabilizar o capitalismo ocidental por meio da distribuição de drogas como arma química contra os jovens burgueses, mas principalmente, contra a juventude americana. O objetivo de longo prazo seria a destruição da família burguesa e a formação de uma geração incapaz de assumir postos de comando em empresas. 

Ao contrário dos livros de teorias conspiratórias, Joseph D. Douglass não apresenta teoria alguma, mas provas, documentos oficiais dos países envolvidos, testemunhos de desertores e depoimentos de traficantes em processo de julgamento. 

O autor dá uma visão panorâmica das ações cubanas na América Latina, especialmente na atuação das FARC em conjunto com a política cubana de exportação de cocaína e de outras drogas para os EUA. Revela também como no início dos anos 1950, Mao Tse-tung e Chou En-lai se encarregaram de planejar um grande esquema de tráfico de drogas, vendidas a preço baixo para os soldados americanos na Coréia e no Japão. 
*
"Khrushchev apresentou formalmente a estratégia soviética. Os chineses eram bons, mas os serviços de inteligência do Bloco Soviético “tinham uma organização muito superior e deveriam se mover o mais rápido possível para usar drogas e narcóticos, tanto para aleijar a sociedade capitalista como para financiar mais atividades revolucionárias”. 


(Cocaína Vermelha - A Narcotização da América
Joseph Douglass)
Cocaína Vermelha - A Narcotização da América
Joseph Douglass  

REVISÃO DA ESTRATÉGIA REVOLUCIONÁRIA GLOBAL CONTINUA
O analista soviético, um boletim de inteligência estratégica, fornece um antidoto necessário para os pensamentos “politicamente corretos e, portanto, confusos, sobre os desenvolvimentos revolucionários nos chamados” antigos países do bloco soviético e suas consequências para o mundo inteiro. Aplicando a metodologia analítica explicada por Anatoliy Golitsyn em "New Lies for Old" e "The perestroika Deception", esta publicação, criada em 1972, analisa as atividades dos formuladores de políticas leninistas continuados na perspectiva da implementação de sua estratégia de longo alcance. Concentra-se no rápido progresso que estão fazendo, no contexto da falsa descontinuidade de 1989-91 e a mentira de que o comunismo era “abandonado”, para a realização dos objetivos de controle revolucionário global inalterados de Lênin. 

Para os herdeiros de Lênin procurar nada menos que o progressivo enfraquecimento, decaptação e integração de estados-nação e sua substituição fragmentada por intrincadas estruturas "cooperativas"  transfronteiriças e regionais que se destinam a ser parte do quadro para o Governo Mundial. Esta "Nova Ordem Social Mundial" será, por definição, uma ditadura socialista global. Aqueles no Ocidente, especialmente os decisores políticos, os banqueiros, os clérigos e os formadores de opinião que estão colaborando de fato com os revolucionários em curso na continuação de sua estratégia contínua de “cooperação-chantagem” - seja conscientemente como agentes de influência, ou involuntariamente como o que Lênin c!amou “idiotas úteis” - para impiedosamente impelir o futuro da civilização estão fornecendo um tapete vermelho para os revolucionários que se disfarçam como seus compan!eiros de armas, mas que secretamente procuram sua queda. Tais colaboradores ignoram a realidade maligna da “guerra” contemporânea chamada paz.

Foi o presidente George Bush que reciclou a frase leninista “Nova Ordem Mundial” de Gorbac!ev. Outros fornecedores deste slogan revolucionário incluem Karl Marx e Henry Kissinger, que observou: "O NAFTA é um importante passo para a Nova Ordem Mundial”. E falou em um jantar dos embaixadores das Nações Unidas em 14 de setembro de 1994, observou David RocKefeller: Esta “janela de oportunidade” atual, durante a qual um projeto mundial verdadeiramente pacífico e interdependente pode ser construído, não estará aberto por muito tempo. Já existem forças poderosas no trabalho que ameaçam destruir todas as nossas esperanças e esforços para criar uma estrutura duradoura de cooperação global”. Quer o senhor deputado Rockefeller e os colaboradores de fato similares compreendam a sua política de “tapete vermel!o”, está aberto a um debate legítimo, o que é claro é que a “cooperação global” na prática significa, e pretende significar, “coletivização global” a própria essência do comunismo.

"Em 1932, William Z. Foster, então líder do Partido Comunista dos EUA. escreveu em seu livro Hacia America Soviética que o objetivo do comunismo era o estabelecimento de uma "Nova Ordem Social Mundial". Em 1985, dois aparatchiks soviéticos, F. Petrenko e V. Popov, explicaram (na Política Externa Soviética, Objetivos e Princípios, Progress Publishers, Moscou) que o passo de transição para a "Nova Ordem Mundial" envolve a fusão das nações recém-cativas em Governos regionais.  

Em 1942, Stalin escreveu: "À medida que um número cada vez maior de nações caem para a revolução, torna-se possível reuní-las sob um regime mundial comunista." Lênin escreveu que o objetivo dos comunistas era "uma futura união de todas as nações em um único mundo...sistema". Este objetivo permanece inalterado. O ponto é, diz Yelena Bonner, a viúva de Andrei Sakharov, que o objetivo comunista é fixo e imutável - nunca desvia um pouco do seu objetivo de dominação mundial, mas se os julgarmos apenas pela direção em que parece ir, seremos enganados."

Cocaína Vermelha - A Narcotização da América
Joseph Douglass



NIKITA KRUSHCHEV DENUNCIA STÁLIN - O culto do indivíduo - parte 1
Este discurso foi proferido no 20º congresso do partido comunista da URSS em Moscou em 25 de fevereiro de 1956. 
 
Original em inglês:
https://www.theguardian.com/theguardian/2007/apr/26/greatspeeches6
Clique aqui para a parte 3.
Clique aqui para a parte 2.

terça-feira, 30 de abril de 2019

URGENTE: Guerra civil na VENEZUELA | Por Renan Santos

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TERÇA LIVRE
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LEANDRO RUSCHEL

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"O extremo horror acontece na Venezuela: população se manifestando de forma legítima sendo atacada e massacrada pelo próprio governo. Governo este que PT de Lula defende com unhas e dentes." Alceu Moreira
https://www.oantagonista.com/brasil/governo-este-que-pt-de-lula-defende-com-unhas-e-dentes/

Bolsonaro reafirma apoio a Juan Guaidó na Venezuela
“O Brasil se solidariza com o sofrido povo venezuelano escravizado por um ditador apoiado pelo PT, PSOL e alinhados ideológicos. Apoiamos a liberdade desta nação irmã para que finalmente vivam uma verdadeira democracia."
https://conexaopolitica.com.br/mundo/bolsonaro-reafirma-apoio-a-juan-guaido-na-venezuela/

Urgente: Governo destina 224 milhões para operação de apoio a venezuelanos
https://www.oantagonista.com/brasil/urgente-governo-destina-224-milhoes-para-operacao-de-apoio-a-venezuelanos/

O petista Paulo Pimenta disse que o que está ocorrendo na Venezuela é um "golpe".
https://www.oantagonista.com/sem-categoria/pimenta-chavista-nos-olhos-dos-outros/


O Antagonista está apoiando a idéia da presidência "autodeclarada": 
Um dos possíveis desdobramentos da nova ação de Juan Guaidó hoje seria sua prisão pela polícia política de Nicolas Maduro.Para observadores militares, isso forçaria um posicionamento mais firme por parte dos 50 países que apoiam a autodeclarada presidência de Guaidó – do Brasil, inclusive.
https://www.oantagonista.com/mundo/o-que-pode-acontecer-na-venezuela/

A Rússia diz que a oposição desarmada, oprimida e massacrada está usando métodos violentos
https://www.oantagonista.com/mundo/russia-diz-que-oposicao-usa-metodos-violentos/
Esta é a linguagem comunocínica.

Gleisi diz que é preciso dialogar com o psicopata Maduro 
https://www.oantagonista.com/brasil/gleisi-diz-que-e-preciso-buscar-o-caminho-do-dialogo-na-venezuela/

"Aqui chegamos à raiz do problema: ninguém jamais deve fazer acordos com funcionários de regimes totalitários, gângsteres ou criminosos, pois pessoas dessa estirpe não representam um Estado legítimo. Tornar-se parceiro dessa gente só faz você um cúmplice no encobrimento do crime, o que compromete sua integridade e pode acarretar sua destruição espiritual, no pior sentido possível. No entanto, os líderes dos atuais governos legítimos parecem estar sempre dispostos a fazer "parcerias" com criminosos totalitários. Ao mesmo tempo, aqueles que já tiveram sua reputação comprometida por causa de suas relações com líderes comunistas ou pós-comunistas se veem obrigados a atacar os homens que estão numa posição moral superior, isto é, aqueles que dizem a verdade a respeito do totalitarismo."   (Jeffrey Nyquist - "O Tolo e seu Inimigo")  


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Foi o psicopata Nikita Khrushchev quem planejou o Holodomor, genocídio que matou 7 milhões de ucranianos pela fome. Não encontrei essa informação na Internet, mas está no livro de Skousen, "O COMUNISTA EXPOSTO":

"Khrushchev logo ganhou o favor de Stálin juntando-se a uma unidade para purgar a máquina partidária local dos inimigos de Stálin. Mais de 500 homens e mulheres foram entregues à polícia secreta para execução. Mais tarde, Stálin disse que, embora julgasse Khrushchev repulsivo, ficou impressionado com a capacidade do ucranianos para matar ou entregar velhos amigos quando a polícia do Partido o exigia. Por isso, Stálin atribuiu a Khrushchev a tarefa de voltar à Ucrânia e forçar seu próprio povo a viver sob o açoite da supressão comunista total. Os líderes vermelhos estavam usando execuções por atacado para sufocar a resistência. Khrushchev sugeriu um método melhor: usaria a fome em massa!"
Khrushchev foi enviado de volta à Ucrânia como ditador em 1938. Mais uma vez, houve uma vasta purga. Reagiu-se com tal violência a essa nova barbárie que, quando a Segunda Guerra Mundial irrompeu e os nazistas invadiram a Ucrânia, foram recebidos como libertadores, algo que Khrushchev nunca perdoou. Antes de fugir para Moscou, derramou sua vingança sobre o povo. Os relatórios oficiais mostram que, quando os nazistas chegaram, encontraram numerosas valas comuns com milhares de corpos. 
Depois que os alemães se foram, Khrushchev retornou mais uma vez à Ucrânia. Houve deportações em massa, igrejas foram liquidadas, líderes populares executados, e a NKVD caiu sobre a população com uma ferocidade terrível, com a intenção de aterrorizar e eliminar qualquer resistência. Khrushchev ficou conhecido como o "Carrasco da Ucrânia". 
W. C. Skousen

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Da Internet:
"Latino Max - Será que não sabem que Rússia sempre foi o carrasco da Ucrânia? Acaso nunca escutaram falar sobre Holodomor, Holocausto Ucraniano? Holodomor, 7 milhões de Ucranianos assassinados pela Rússia em apenas um ano, 1932-1933! Morreram sobre o jugo da ideologia comunista, a mesma ideologia que agora mata de fome a milhares de Venezuelanos. Será que isso não é o suficiente para entender que a Rússia não é um país sério? O povo ucraniano sofre sob as mãos da Rússia desde a época de Lênin e Stalin!
Bem, vou deixar links de documentários sobre Holodomor: -https://m.youtube.com/watch?v=AsGBKNWhNYg -https://m.youtube.com/watch?v=2sCmPVMp51s&t=37s -https://m.youtube.com/watch?v=_R2bq4NQhzE -https://m.youtube.com/watch?v=n_7MOf9pokM



A GRANDE FOME DE MAO 
https://conspiratio3.blogspot.com/2016/10/a-grande-fome-de-mao.html

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Parace óbvio, mas a ficha não cai para os brasileiros: o comunismo é um câncer em metástase que deve ser combatido para não se espalhar para o mundo todo. Esta é sua natureza, sua intenção e sua atividade incessante DESDE SEMPRE. O livro de Skousen, O COMUNISTA EXPOSTO, lançado em 1958, tem vários episódios desta expansão comunista (China, Coréia, Cuba, etc.) com o mesmo modus operandi de: traidores, ignorância, mentiras, golpes baixos numa guerra assimétrica em que moralidade, tratados e leis servem apenas para amarrar um lado. 

É um erro respeitar o comunismo, um sistema de dominação que não respeita nada, diz W. Cleon Skousen em "O Comunista Exposto":



"Fomos induzidos a aceitar a idéia de que o comunismo é uma expressão legítima de ação política. A verdade é que o comunismo é uma quadrilha criminosa. É um erro tratar o comunismo como partido político. Grupos políticos resolvem seus problemas entrando em negociações, participando de conferências e trabalhando suas diferenças com compromissos de boa-fé que todos os partidos devem cumprir. Isso nunca funcionou com os comunistas, pois eles usam de engano, desprezo pelas leis, violação de tratados, intimidação, subversão e insurreição aberta como ferramentas básicas de conquista. É isso o que torna o comunismo uma conspiração criminosa.
Quando percebemos que o comunismo é uma operação criminosa, muitos novos caminhos de ação se abrem diante de nós. Por exemplo, um problema criminal não é tratado por negociação e compromisso, mas seguindo quatro etapas:
1. Imobilize o criminoso.

2. Torne-o inofensivo.
3. Ganhe sua confiança.
4. Reabilite-o.
Skousen, O COMUNISTA EXPOSTO
https://conspiratio3.blogspot.com/2019/02/livro-do-comunismo-vladimir-tismaneanu.html

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O sonho comunista de contaminar o mundo com a própria doença, mencionado por Cyril E. Black no livro Anatomia da Subversão: 

"Em 1958, por exemplo, eu tive ocasião de perguntar a Khrushchev acerca das possíveis formas de governo, economia, idiomas e organização em geral, quando os princípios marxistas de sociedade como a que imperava na URSS fossem adotados no resto do mundo. Ele nem por um momento negou a presunção que estava por baixo desta pergunta  realmente explosiva - o sucesso da revolução mundial - e respondeu que ainda era cedo para se dizer como seria um Estado comunista mundial. Quando se chegar a esse ponto, disse ele, seriam encontrados os meios e formas adequados. Ele considerava o Estado mundial ainda no mundo da fantasia e dizia que ainda era impossível dizer como seriam os arranjos de organização em detalhes. Afirmou que os princípios gerais já estavam delineados em Marx, Engels e Lenin."

Cyril E. Black encontrou-se com o psicopata Khrushchev em 1958, quando membro de uma delegação para observar as eleições na URSS. 

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NIKITA KRUSHCHEV DENUNCIA STÁLIN - O culto do indivíduo - parte 1
Este discurso foi proferido no 20º congresso do partido comunista da URSS em Moscou em 25 de fevereiro de 1956. 
 
Original em inglês:
https://www.theguardian.com/theguardian/2007/apr/26/greatspeeches6
Clique aqui para a parte 3.
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