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1:23:29 A MANOBRA DO LULA PARA SALVAR O FILHO
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3:20:19 BRASIL DEU OITO PRESENTES PARA CUBA E É VOCÊ QUEM VAI PAGAR!
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"Como vencer um debate sem precisar ter razão, em 38 estratagemas" - dialética erística - Arthur Schopenhauer, Olavo de Carvalho - O que o leitor tem nas mãos é um tratado de patifaria intelectual. Mas não para uso dos patifes, e sim de suas possíveis vítimas. Trata-se de um receituário de precauções contra a argumentação desonesta, aquele tipo de polêmica interesseira onde o que importa não é provar, mas vencer. Ensina a reconhecer e a desmontar as artimanhas do debatedor capcioso — o sujeitinho que, nada tendo a objetar seriamente às razões do adversário, procura apenas desmoralizá-lo ou confundir a platéia para fazer com que o verdadeiro pareça falso e o falso verdadeiro. Na maior parte dos casos, um homem tanto mais gesticula e dramatiza em defesa de suas opiniões quanto menos está seguro delas por dentro, por não as haver examinado bem.
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Padre Paulo Ricardo
"O
marxismo não é uma filosofia. Para ser mais exato, ele é uma doença no
jeito de pensar — um vírus, que impede a pessoa de buscar a verdade,
fazendo-a enxergar somente “interesses”. É por isso que os adeptos do
socialismo são capazes de defender tudo e, ao mesmo tempo, o contrário
de tudo. Para nós, que acreditamos numa coisa chamada “lógica”, parece
incoerência. Para eles, porém, não há problema algum, pois a verdade não
existe; só existe o que atrapalha e o que favorece a Revolução." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/07/padre-paulo-ricardo-nao-espere.html
"TUDO, na vida intelectual, depende de uma distinção clara entre o que
você SABE, o que lhe PARECE RAZOÁVEL, o que você ACHA e o que você
apenas IMAGINA. Os quatro discursos de Aristóteles."
Olavo de Carvalho
"Filho
do homem, tu habitas no meio da casa rebelde, que tem olhos para ver e
não vê, e tem ouvidos para ouvir e não ouve; porque é casa rebelde." Ezequiel 12:2
*
"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho
Neste vídeo, Olavo de Carvalho explica como a esquerda brasileira passou a acreditar no próprio discurso ideológico, mesmo quando ele se sustenta em contradições grotescas. Do comunismo clássico ao terceiro-mundismo e, depois, ao multiculturalismo globalista, uma sucessão de narrativas incompatíveis foi aceita sem qualquer critério. Da denúncia do “papel higiênico racista” ao transexualismo que copia estereótipos enquanto finge combatê-los, Olavo mostra como a destruição deliberada de valores, símbolos e até do senso de proporção levou a esquerda a raciocinar por contradições permanentes. O resultado é um cenário em que a lógica se desfaz e a esquizofrenia ideológica vira regra.
É claro que uma revolução que ambicione uma radical mudança de mentalidade TEM DE SER TOTALITÁRIA e temer a verdade (Havel), a normalidade e a natureza humana contra a qual ela se insurge. Mas para quê? Prof Olavo comenta em um vídeo que a moralidade postiça que os comunoglobalistas estão nos impondo é falsa e, portanto, flexível e condescendente o bastante para se dobrar e se adaptar a qualquer arbítrio da quadrilha no poder. Andrew Lobaczewski (Ponerologia) sugere que tudo isso é uma conspiração de psicopatas para estabelecer um mundo legal para eles, um mundo invertido, onde seus crimes já não sejam crimes, mas denunciá-los, sim. De qualquer forma, o resultado geral é uma mentalidade frouxa, de obediência servil. Escravidão através de ideologia.
25:41 A sociedade americana, o grande segredo do Sucesso dela é o que está explicado no livro do Alexis de tocqueville a Democracia na América onde ele diz "Olha, eles aqui conseguiram fazer uma coisa extraordinária que é uma síntese de economia liberal com moral tradicional judaico cristã. Só lá tem isto, mais em lugar nenhum." E acontece que este novo esquema de poder internacional não quer nem uma coisa nem outra. Não pode ter nem economia liberal... Por quê? Porque isso aí corroeria, vamos dizer, tornaria vulnerável de novo o poder do establishment, ele estaria novamente à mercê da economia de mercado em vez de controlá-la. E também não pode ter a moral judaico cristã porque se você tem uma moral estabelecida de ordem tradicional, então o povo se comporta de acordo com aquela moral. E você, para dirigir o curso dos acontecimentos históricos é preciso que você invente a moral. Para você mudar a conduta das pessoas, você tem que ter os meios de em poucos anos trocar os valores morais delas de modo que elas aceitem aquilo que antes consideravam inaceitável. Então quando você vai ver, toda a grande revolução dos costumes morais que tem no mundo, é movimento gay, é isso, é aquilo, da onde sai a grana? Dali mesmo. Não porque eles estejam muito interessados em gay, etc. É claro que não. O que importa não é o conteúdo destes movimentos, o conteúdo é só para contentar os militantes, o que importa é o efeito real, o efeito objetivo que estas coisas têm na sociedade. Se você tem ao mesmo tempo, vamos dizer, centenas de movimentos corroendo os princípios morais antigos e propondo novos, o que que acontece? A própria aceleração da mudança torna impossível às pessoas se adaptar seriamente à nova situação. Então você acaba vivendo de simulação e, na hora que você começa a viver de simulação, você perdeu consistência como ser humano, você não é mais senhor das suas decisões. Você é uma pessoa inteiramente vulnerável à influência de fora. Você vê, a rapidez com que as pessoas mudam de opinião do dia para a noite só porque a mídia disse isto, ou disse aquilo, experimentem ver o que se passa na área médica, por exemplo. Ela diz tal coisa faz mal, no dia seguinte todo mundo foge daquela coisa. Você não sabe se faz mal mesmo. Então estas campanhas médicas que alertam contra isso e aquilo, elas são uma espécie de laboratório de controle social. Você pode dizer hoje o prazo que o establishment necessita para mudar as atitudes da humanidade inteira sobre o que quer que seja é de aproximadamente 3 meses, tamanho o poder que isto concentrou nas mãos. E aquelas correntes, organizações que você acredita, que elas mesmas acreditam estar fazendo oposição a isso, acreditam que são os antiimperialistas, são financiados pela mesma pela mesma central. Tá certo? Ora nos Estados Unidos, um certo grupo de pessoas intelectuais conservadores, há 50 anos (1950?), começou a perceber esta coisa e falou: "Pera aí! Nós não queremos isso. Nós queremos viver no antigo sistema americano. Nós queremos a moral Cristã, queremos as liberdades individuais. Estamos pouco nos lixando para isso. Quanto à posição americana no mundo, nós nos contentamos em ser a nação mais rica, mais poderosa, mais culta, etc., etc., nós não queremos inventar uma... não queremos ter que administrar o mundo inteiro. Tá certo? A loucura atual é tamanha que é este pessoal que aparece na mídia como se fosse os imperialistas que quer dominar o mundo, e o outro, justamente a Fundação Ford, Rockefeller, etc etc, por trás de kerry, aparece como se fossem os anti-imperialistas. Eu digo, bom, no mundo hoje em dia tá um pouco difícil enganar as pessoas a esse ponto. Nos Estados Unidos não conseguem enganar, mas aqui, enganam a todos, por causa da falta total de informação circulante. tá certo? A bibliografia existente sobre isso é tão grande, tão grande, que eu não consigo sequer completar a lista de livros. Vamos dizer, eu comprei e li uns 200. Que ninguém leu aqui. Ninguém nem sabe o que é isso, ninguém sabe do que eu tô falando. Tá certo? Pegue as pessoas mais cultas do país, elas não sabem. Por que? A informação circulante depende apenas de dois meios: mídia, jornais, televisão e o movimento editorial. E quando você vai ver, as pessoas que mandam em mídia e movimento editoral, que não são os respectivos donos porque hoje uma redação jornal tem uma autonomia extraordinária, são todas pessoas que de um modo ou de outro estão ligadas a esses mesmos movimentos, que por serem antiamericanos acreditam que são antiimperialistas.
"Hoje entendo que o esquerdismo não é um
ideal, uma crença, uma filosofia: é uma doença moral horrível, a
substituição do senso instintivo do bem e do mal por um conjunto de
artifícios lógicos que, por etapas, vão levando da mera perversão à
inversão completa, à santificação do mal e à condenação do bem." Olavo de Carvalho https://conspiratio3.blogspot.com/2023/05/olavo-de-carvalho-forca-diabolica-que.html
TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
Foi assim que o nazismo começou. Um bem sanitário, manipulado e elevado ao absoluto, está autorizado a usar todos os meios para se impor. Um bem menor permitido a exterminar um bem maior.
O povo que faz isso não tem o mímimo respeito à verdade. Bastaria começar a usar o cérebro e somar 2+2 para saber que o estado de 3 M 3 R G 3 N C 1 A que autoriza TUDO se deve à proibição dos tratamentos e outras falácias do mesmo grupo que ganha política e financeiramente com ele. Ao contrário dos que o denunciam.
O mundo está jogando fora seus direitos e liberdade, rumando direto para o totalitarismo.
Psicopatas normalmente são descritos como alguém
que tem "o dom da palavra", mas é seu jeito de falar que atrai nossa
atenção, e não seu uso eloquente das palavras. Na verdade, os especialistas
observaram que a linguagem do psicopata tem características peculiares que
podem passar despercebidas ao ouvinte desavisado.
Em seu livro "Without Conscience: The
Disturbing World of Psychopaths Among Us", R. D. Hare descreve "frequentes
afirmações contraditórias e logicamente inconsistentes". Ele cita um
ladrão condenado que, ao responder a uma pergunta a respeito de já ter cometido
um crime violento, disse: "Não, mas uma vez tive de matar alguém."
Os psicopatas parecem juntar as palavras de forma
estranha, cometem lapsos linguísticos ou malapropismos. Tomemos como exemplo o
psicopata que se descreve como "bode expiatório" ou "vítima do
meu próprio excesso".
Hare diz que é "como se o psicopata tivesse dificuldade
de controlar a própria fala", permitindo, assim, fluxos complicados e mal
organizados de palavras e pensamentos. Segundo ele, a fala é o final de uma
longa sequência de uma complicada atividade mental, por isso é possível que as
distorções de linguagem do psicopata se devam ao fato de seus processos
mentais, assim como seu comportamento, não estarem vinculados a regras
convencionais.
*
Evidências empíricas indicam que muitos psicopatas
costumam fixar o olhar intensamente, tornando difícil decifrar seus
sentimentos. As pessoas podem se sentir confusas e intimidadas com isso, o que
ajuda o psicopata a controlá-las e dominá-las.
Mas como saber se o cara com quem vc saiu é um
psicopata ou apenas alguém que sente atração por vc?
Kerry Daynes e Jessica Fellowes, "Como Identificar
um Psicopata"
"Trinta anos de estudos sobre a mentalidade
revolucionária convenceram-me de que ela não é a adesão a este ou àquele
corpo de convicções e propostas concretas, mas a aquisição de certos
cacoetes lógico-formais incapacitantes que acabam por tornar impossível,
para o indivíduo deles afetado, a percepção de certos setores básicos
da experiência humana. A mentalidade revolucionária não é um conjunto de
crenças, é um sistema de incapacidades adquiridas, que começam com um
escotoma intelectual e culminam numa insensibilidade moral criminosa. É
uma doença mental no sentido mais estrito e clínico do termo,
correspondente àquilo que o psiquiatra Paul Sérieux descrevia como
delírio de interpretação. Numa discussão com o homem normal, o
revolucionário está protegido pela sua própria incapacidade de
compreendê-lo." Olavo de Carvalho
Olavo de Carvalho - “A linguagem não é uma imagem do real”, assegura o Sr. Rorty, filósofo
pragmatista e antiplatônico. Devemos interpretar essa frase no sentido
que o Sr. Rorty chama “platônico”, isto é, como negação de um atributo a
uma substância? Seria contraditório: uma linguagem que não é imagem do
real não pode nos dar uma imagem real das suas relações com o real.
Logo, a sentença deve ser interpretada no sentido pragmatista: nada
afirma sobre o que é a linguagem, mas indica apenas a intenção de usá-la
de um determinado modo. A tese central do pensamento do Sr. Rorty é uma
declaração de intenções. “A linguagem não é uma imagem do real”
significa rigorosamente isto e mais nada: “Eu, Richard Rorty, estou
firmemente decidido a não usar a linguagem como uma imagem do real”. É
uma tese “irrefutável”: não se pode impugnar logicamente uma expressão
da vontade. Não há, pois, nada a debater: dentro dos limites da decência
e do Código Penal, o Sr. Rorty tem o direito de usar a linguagem como
bem entenda."
(...)
"Diante dessa dolorosa constatação, o Sr. Rorty alega que sua filosofia
consiste em propor um vocabulário novo, no qual serão abolidas as
distinções entre absoluto e relativo, aparência e realidade, natural e
artificial, verdadeiro e falso. Ele reconhece que não tem nenhum
argumento a oferecer em defesa da sua proposta, de vez que ela, “não
podendo ser expressa na terminologia platônica”, está acima, ou abaixo,
da possibilidade de ser provada ou refutada. “Por isto, conclui ele em
nome de todos os pragmatistas, nossos esforços de persuasão assumem a forma de uma inculcação gradual de novos modos de falar“.
O Sr. Rorty, portanto, não pretende convencer-nos da veracidade de suas
teses: pretende apenas “inculcar-nos gradualmente” seu modo de falar,
uma vez adotado o qual iremos gradualmente nos esquecendo de perguntar
se o que se fala é verdadeiro ou falso. Mas inculcar gradualmente nos
outros um hábito lingüístico, colocando-o ao mesmo tempo fora do alcance
de toda arbitragem racional, é pura manipulação psicológica. Saímos,
portanto, do terreno da discussão filosófica — que o rortyanismo recusa
como “platônico” — para entrar no da sutil imposição de vontades
mediante a repetição de slogans e a mudança de vocabulário. É o que George Orwell denominou Newspeak, a Novilíngua de1984.
Essa é talvez a razão profunda e secreta pela qual, após ter declarado
que os homens nada mais são do que bichos em busca do prazer, e de ter
reduzido a linguagem a um instrumento para os bichos mais fortes
dominarem os mais fracos, o Sr. Rorty ainda pode proclamar que “nós, os
pragmatistas, não nos comportamos como animais”, quando seu discurso
parecia indicar precisamente o contrário. É que eles são, na verdade,
amestradores de animais. Um domador de cavalos não argumenta com os
cavalos: usa apenas da influência psicológica para lhes “inculcar
gradualmente” os hábitos desejados."
"Na União Soviética (e em outros regimes comunistas) a população
estava organizada com base em critérios de exclusão e PRIVAÇÕES DOS
DIREITOS CIVIS de acordo com os imperativos ideológicos e tarefas do
desenvolvimento estabelecidos pelo partido. "na União Soviética, houve
cidadãos e cidadãos". Como na Alemanha nazista, os direitos do cidadão
cada vez mais se metamorfosearam numa fronteira entre os pertencentes ao
sistema e os criminalizados, entre o "eu-nacional" e os
"outros-inimigos", como indicador de amigos e inimigos." (Do livro de
Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História)
*
Pior é que a esquerda está redefinindo conceitos fundamentais só para
que a lei atinja os seus alvos e inimigos. Eis aqui 2 casos: 1
- URSS limpa sua reputação mudando a definição de genocídio - Em 1947 a
URSS conseguiu retirar "grupos políticos" da definição de genocídio da
ONU para não ser investigada e condenada por seus crimes, mantendo sua
reputação ilesa:
"Ademais, "todos os esboços iniciais da Convenção de Genocídio,
incluindo o esboço inicial do Secretariado da ONU, feito em maio de
1947, incluiam grupos políticos em sua definição. Os soviéticos, os
poloneses e mesmo alguns membros não-comunistas dos comitês da comissão
de redação objetaram" (Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História) 2
- OMS redefine o conceito de PANDEMIA para abranger a gripe suína -
Mudando a definição de pandemia - Vários membros da comunidade
científica ficaram preocupados quando a OMS passou rapidamente para o
nível 6 de pandemia, no momento em que a gripe apresentava sintomas
relativamente leves. Isso combinado com a mudança na definição de níveis
de pandemia pouco antes da declaração da pandemia de H1N1 aumentou as
preocupações. Como destacou o Dr. Wolfgang Wodarg, epidemiologista
alemão e ex-membro da Assembléia Parlamentar na audiência pública em 26
de janeiro de 2010, a declaração da pandemia atual só foi possível
alterando a definição de pandemia e diminuindo o limiar da sua
declaração. http://assembly.coe.int/CommitteeDocs/2010/20100604_H1N1pandemic_E.pdf
* O "direito" de perseguir e matar decorre do direito de
condenar e demonizar adversários (inimigos) e, antes disso, de redefinir
o que é bem e mal, certo e errado, verdade e mentira, com o aval da
população manipulada e acovardada. https://conspiratio3.blogspot.com/p/antiga-tecnica-totalitaria-da.html
*
OLAVO DE CARVALHO - Eric Voegelin ensina que, nas civilizações antigas, como Egito e
Mesopotâmia, a idéia da "verdade" era idêntica à da ordem social
vigente. A noção de uma verdade divina superior à sociedade e acessível à
consciência individual mesmo CONTRA a ordem social só aparece na Grécia
-- primeiro no teatro, depois na vida de Sócrates -- e se consolida no
cristianismo. Aqueles que hoje em dia se erguem contra qualquer
idéia que vá contra o "establishment" pertencem ainda a uma fase
civilizacional já superada há muitos milênios. - https://www.facebook.com/olavo.decarvalho/posts/10157353685507192
*
VERDADE SUBSTITUÍDA POR CONSENSO "No lugar da objetividade, temos apenas "inter-subjetividade "- em outras palavras, consenso.
Verdades, significados, fatos e valores são agora considerados negociáveis. O curioso, entretanto,
é que este subjetivismo de mente louca anda de mãos dadas com uma vigorosa censura.
Aqueles que colocam o consenso no lugar da verdade encontram-se distinguindo o verdadeiro do falso consenso.
Assim, o consenso que Rorty assume exclui rigorosamente todos os conservadores, tradicionalistas e reacionários ".
ROGER SCRUTON
* VERDADE SUBSTITUÍDA POR PODER - ROGER
SCRUTON "A ideologia comunista descartou a idéia de verdade como se
fosse uma construção burguesa. O que importava era poder — e você
batizou como verdade aquelas doutrinas que o fornecem. Essa maneira
invencível de marginalizar a realidade foi exposta para todos por
Orwell, Koestler, Solzhenitsyn e, mais recentemente, Havel. Somente a
educação em uma universidade moderna, com doses repetidas de Foucault,
Deleuze e Vattimo, pode cegar para os perigos de uma filosofia que vê o
poder como o verdadeiro objetivo do discurso. Infelizmente, essa
educação existe, e temos que viver com o resultado disso. Todos os
que encontraram a máquina comunista estavam familiarizados com a
abolição da distinção entre verdade e poder, incluindo companheiros de
viagem como Eric Hobsbawm e Ralph Miliband, que aprovaram isso. O que
importava ao Partido Comunista era a meta: a instalação do controle
comunista sobre o máximo possível do mundo civilizado. O mito do “cerco
capitalista” — a descrição da expansão militar soviética como uma
“ofensiva de paz”, as invasões da Hungria, da Tchecoslováquia e do
Afeganistão como “assistência fraterna”: tudo parte da diplomacia da
pós-verdade. A falsificação do discurso político estendia-se às
minúcias. Os judeus eram perseguidos não como judeus, mas como parte da
conspiração burguesa-sionista-capitalista. Os católicos foram presos por
“subversão da república em colaboração com uma potência estrangeira”.
As tentativas da OTAN de instalar defesas antimísseis tornaram-se “atos
de agressão que desestabilizavam a Europa”. E assim por diante. O
resultado era uma espécie de discurso paranóico que não podia ser
respondido com argumento racional, já que cada argumento era mais uma
prova de que todos os que denunciavam as mentiras também as diziam. A
máquina de propaganda soviética enfrentava todos os fatos gritando a
plenos pulmões “mentiras!”, como um lógico louco que grita “essa frase é
falsa!”
"PROIBIÇÃO DE PERGUNTAR". Não se trata aí, diz Voegelin, de uma
simples resistência à análise, coisa que, decerto, também existia no
passado. Não estamos falando apenas de um apego passional a opiniões
(doxai) em face de uma análise (episteme) que as contrarie. Como
esclarece o filósofo alemão: "Em vez disso, confrontamos-nos aqui com
pessoas que sabem que, e por que, suas opiniões não podem resistir a uma
análise crítica, e que, portanto, fazem da proibição do exame de suas
premissas parte do seu dogma." (Eric Voegelin). Essa linguagem
ideológica, sustentada sobre a proibição de perguntar, é um dos traços
mais característicos do ambiente intelectual marxista e esquerdista de
modo geral. (...) Gramsci foi, inegavelmente, um dos mais hábeis
técnicos em linguagem ideológica. (FLÁVIO GORDON - A CORRUPÇÃO DA
INTELIGÊNCIA)
Cuba era cristã, assim como a
Venezuela, mas a peste comunista se alastra parasitando e
deformando os valores da cultura que ela ataca. Por isso precisamos tanto dos guardiães
da cultura. Olavo de Carvalho - "Preparem-se.
Nos próximos anos a desordem do mundo atingirá o patamar da alucinação
permanente e por toda parte a mentira e a insanidade reinarão sem
freios. Não digo isso em função de nenhuma profecia, mas porque estudei
os planos dos três impérios globais e sei que nenhum deles tem o mais
mínimo respeito pela estrutura da realidade. Cada um está possuído pelo
que Eric Voegelin chamava "fé metastática", a crença louca numa súbita
transformação salvadora que libertará a humanidade de tudo o que
constitui a lógica mesma da condição terrestre. Na guerra ou na paz,
disputando até à morte ou conciliando-se num acordo macabro, cada um
prometerá o impossível e estreitará cada vez mais a margem do possível. A
Igreja Católica é a única força que poderia, no meio disso, restaurar o
mínimo de equilíbrio e sanidade, mas, conduzida por prelados insanos,
vendidos e traidores, parece mais empenhada em render-se ao espírito do
caos e fazer boa figura ante os timoneiros do desastre. No entanto, no
fundo da confusão muitas almas serão miraculosamente
despertadas para a visão da ordem profunda e abrangente que continua
reinando, ignorada do mundo. Muitas consciências despertarão para o fato
de que o cenário histórico não tem em si seu próprio princípio
ordenador e só faz sentido quando visto na escala da infinitude, do céu e
do inferno. Essas criaturas sentirão nascer dentro de si a força
ignorada de uma fé sobre-humana e nada as atemorizará." https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=10151868100012192&id=698992191 Olavo de Carvalho - Por enquanto, o pessoal pode brincar de desconstrucionismo porque só o
imagina como contestação da “lógica binária”. Mas, quando a última
recordação da lógica binária tiver desaparecido da memória e só restar o
desconstrucionismo enquanto tal, pensar “gugu dadá” será um desafio
invencível. Imagino um grupo de generais, num país sob ataque, planejando a
defesa com base na lógica desconstrucionista. A premissa número um seria
a de que o invasor não existe, é apenas uma diferença entre signos. https://olavodecarvalhofb.wordpress.com/2018/02/06/5-2-2017/ Olavo de Carvalho · Quando
os comunolarápios dizem coisas absurdas, não ria deles, achando que
ganhou a discussão. O discurso deles já não tenta nem se parecer de
longe com a verdade. Eles não precisam da verossimilhança, porque seu
objetivo não é PERSUADIR, É DESORIENTAR, ATORDOAR, E POR ESSE MEIO
ESCRAVIZAR PSICOLOGICAMENTE O PÚBLICO.
Cristian Derosa · "Das
teses globalistas, muito mais liberais do que marxistas, vieram o medo
de uma excessiva liberdade de opinião e expressão que pudesse permitir o
fim das liberdades. Como o conceito de liberdade foi sendo modificado,
no próprio direito, para significar escravidão a desejos que se
autointitulam direitos, temos hoje um sistema que defende abertamente a
escravidão e combate toda sorte de liberdades. Alguns liberais, e
técnicos isentões, não perceberam esse episódio histórico ou fingem não
perceber porque estão recebendo grande "capital político"."
* INVERSÃO DA CULPA MANIPULA OS IGNORANTES Desde
Stálin os comunistas escondem seus crimes atrás do disfarce de
antifascistas e da acusação de fascistas a seu acusadores. É método.
Leia sobre isso no livro de Tismaneanu, O DIABO NA HISTÓRIA.
*
O "direito" de perseguir e matar decorre do direito de
condenar e demonizar adversários (inimigos) e, antes disso, de redefinir
o que é bem e mal, certo e errado, verdade e mentira, com o aval da
população manipulada e acovardada. https://conspiratio3.blogspot.com/p/antiga-tecnica-totalitaria-da.html
*
TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html