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sábado, 4 de maio de 2024

A FACE OCULTA dos COMUNISTAS - Brasil Paralelo - Caravelas Podcast #31

 

 

Neste episódio, vamos falar a face oculta de várias comunistas famosos e adorados em todo o mundo. Vamos falar sobre Che Guevara, Nelson Mandela, Foro de São Paulo, Lenin, MST, Marighella etc.

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Bidem pediu censura de livros:

🇺🇸 ARQUIVOS DE CENSURA: AMAZON REMOVEU MAIS DE 10.000 TÍTULOS DE LIVROS PARA BIDEN Após as crescentes demandas para que a "desinformação" fosse restringida na livraria Amazon, a Amazon escreveu um e-mail para a Casa Branca em março de 2021 para informá-los de que haviam removido mais de 10.000 livros sobre COVID e etiquetado milhões de produtos para rebaixamento. Amazon para a Casa Branca: “Estamos todos juntos nisto, e a Amazon está a trabalhar arduamente e rapidamente para ser um contribuidor produtivo na implementação de vacinas e na educação.”  

3 de maio 🇺🇸 BIDEN QUERIA DADOS PESSOAIS DO FACEBOOK DE ESCRITORES DE "DESINFORMAÇÃO" - Depois que a administração exigiu que o Facebook censurasse céticos proeminentes do COVID, como Tucker Carlson e Tomi Lahren, em abril de 2021, passou a exigir que compartilhassem mais informações com eles sobre quem era… x.com/MarioNawfal/st… 3 de maio de 2024
https://twitter.com/MarioNawfal/status/1786395244113658187

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"Na cabeça desses falsários aí, gente, não foram os americanos que elegeram o Trump por nojo dessa gente que tenta derrubar ele com rasteiras. Não foram os ingleses que escolheram o Brexit por repúdio a cagação de regras de Bruxelas e da sua camarilha corrupta. Não foram os argentinos que preferiram a tentativa temerária do Milei e do seu exército de brancaleone à certeza repugnante de mais 100 anos de peronismo. Não foram os europeus do Leste que votaram na direita porque ainda têm o lombo marcado pelo chicote da esquerda. Não foram os brasileiros que escolheram o Bolsonaro para se livrar, se salvar do Lula e dos seus ladrões e da sua matilha na imprensa e do seu batalhão de falsários nas mind 8 da vida. Tudo isso quem fez foi a rede social e a inteligência artificial e não as inteligências reais que usam as redes sociais e escolhem o que querem ver nelas." Fernão Lara Mesquita  https://conspiratio3.blogspot.com/2024/05/todos-sao-manipulados-por-isso-censura.html

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TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html

 


"Salvarei o Brasil se ouvir em todas as casas ao menos uma jaculatória da minha Coroa das Lágrimas"  https://youtu.be/Po12Ny6K2kI?t=26

GRANDES PROMESSAS https://youtu.be/TuAsi3ZTrZI*          

"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho

REZE PELO BRASIL. REZE PELA VERDADE. Ela está em perigo de extinção permanente, substituída por ideologias e pretextos. 

terça-feira, 24 de outubro de 2023

OESTE SEM FILTRO - DINO DEBOCHA DO CONGRESSO NOVAMENTE - 24/10/2023 - LACOMBE, RODRIGO CONSTANTINO, FERNÃO LARA MESQUITA, CARLO CAUTI,

 

 

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Olavo de Carvalho - Nelson Mandela nunca foi herói! https://youtu.be/Bp2kROxLrTY

A FACE OCULTA DE NELSON MANDELA https://youtu.be/n9R7Q0R7rtM?t=110


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OBJETIVOS DO PODER GLOBAL - Hermes Rodrigues Nery - Expropriação da propriedade privada e Concentração de poder  https://conspiratio3.blogspot.com/2023/10/objetivos-do-poder-global-hermes.html

 

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"Quando se deixa de acreditar em Deus, passa-se a acreditar em qualquer coisa." G. K. Chesterton

RELATIVIZAR A VERDADE, ABSOLUTIZA A OPINIÃO. E aqueles que relativizam a verdade querem sua voz absolutizada.

REZE PELO BRASIL. REZE PELA VERDADE.

Ela está em perigo de extinção permanente, substituída por ideologias e pretextos. 

 

sábado, 4 de janeiro de 2014

MANDELA TERRORISTA

A Verdade sobre Nelson Mandela 

 http://youtu.be/O5Rj-kl4XWo

  


COMENTÁRIO DO CANAL:
 
Na verdade o Nelson Mandela (que eu conheci na década de 90) é só a sombra do Nelson Mandela que praticava crimes contra a população branca da África do Sul. Mandela foi condenado e ficou preso por 27 anos. Mandela perdeu a juventude e a virilidade na cadeia.

Segundo o Olavo de Carvalho, Nelson Mandela foi escolhido porque a Anglo American e a Anglo Gold tinham interesse na exploração dos diamantes da Namíbia, da África do Sul e de outros países do continente. Existe um filme sobre o assunto, Diamante de Sangue. Ao que parece, o preço dos diamantes é artificialmente manipulado.

Acho que não foi engenharia social. Nelson Mandela foi escolhido para a presidência da África do Sul pela ficha criminal. E foi transformado em santo porque o regime de segregação racial do Apartheid era considerado racista.

No Brasil é fácil manipular as pessoas. Para os brasileiros segregação racial é sinônimo de racismo. O filme Invictus mostra como realmente era o Apartheid. Havia segregação racial, mas os negros não eram discriminados. Havia um negro na Seleção de Rugby da África do Sul. Mas por que só um negro? Porque era considerado (entre a população negra, nativa da África do Sul), um esporte de brancos, por isso os negros não praticavam. Isso é muito óbvio no filme Invictus. Os negros gostavam de assistir os jogos do Rugby (nos estádios) para vaiar a Seleção Sul-Africana, torcendo para a seleção de um país estrangeiro, como a Nova Zelândia, onde o esporte é popular.

Na verdade nunca houve racismo na África do Sul. Isso é conversa fiada. Existiu racismo nos Estados Unidos. Na África do Sul os negros sempre foram maioria. 
http://www.youtube.com/user/Leandro1983Rocha 

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MANDELA, MITO COMUNISTA, pai do terror africano, mãe da NOM
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/12/mamdela-mito-comunista-pai-do-terror.html 

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NELSON MANDELA COMUNISTA e TERRORISTA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/12/nelson-mandela-comunista.html


sábado, 14 de dezembro de 2013

MANDELA, MITO COMUNISTA, pai do terror africano, mãe da NOM

Oi pessoal, aí vão algumas informações do que a mídia não divulga sobre Mandela. Nem precisa dizer que se há unanimidade na grande mídia mundial e as elites globalistas estão todas celebrando o mesmo mito, então estão dando um empurrão na agenda globalista pra cima de nós.




Publicado em 07/12/2013

Neste video está a verdadeitra face terrorista e comunista de Nelson Mandela, incensado pela mídia globalista. Descrevo o ambiente de escravidão pré e pós Nelson Mandela em torno da exploração dos diamantes e do ouro do Sul da África. Relato a origem do país e da escravidão que, embora não criando a crueldade, serviu à ideologia marxista-leninista. A África do Sul continua miserável depois de Mandela.

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MANDELA, COMUNISTA E TERRORISTA

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Mandela, a reengenharia anticristã das religiões e o The Elders

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MANDELA TERRORISTA
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Mais:

A Verdade sobre Nelson Mandela 



COMENTÁRIO:
 
Na verdade o Nelson Mandela (que eu conheci na década de 90) é só a sombra do Nelson Mandela que praticava crimes contra a população branca da África do Sul. Mandela foi condenado e ficou preso por 27 anos. Mandela perdeu a juventude e a virilidade na cadeia.

Segundo o Olavo de Carvalho, Nelson Mandela foi escolhido porque a Anglo American e a Anglo Gold tinham interesse na exploração dos diamantes da Namíbia, da África do Sul e de outros países do continente. Existe um filme sobre o assunto, Diamante de Sangue. Ao que parece, o preço dos diamantes é artificialmente manipulado.

Acho que não foi engenharia social. Nelson Mandela foi escolhido para a presidência da África do Sul pela ficha criminal. E foi transformado em santo porque o regime de segregação racial do Apartheid era considerado racista.

No Brasil é fácil manipular as pessoas. Para os brasileiros segregação racial é sinônimo de racismo. O filme Invictus mostra como realmente era o Apartheid. Havia segregação racial, mas os negros não eram discriminados. Havia um negro na Seleção de Rugby da África do Sul. Mas por que só um negro? Porque era considerado (entre a população negra, nativa da África do Sul), um esporte de brancos, por isso os negros não praticavam. Isso é muito óbvio no filme Invictus. Os negros gostavam de assistir os jogos do Rugby (nos estádios) para vaiar a Seleção Sul-Africana, torcendo para a seleção de um país estrangeiro, como a Nova Zelândia, onde o esporte é popular.

Na verdade nunca houve racismo na África do Sul. Isso é conversa fiada. Existiu racismo nos Estados Unidos. Na África do Sul os negros sempre foram maioria. 

 

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

NELSON MANDELA COMUNISTA e TERRORISTA

mandelafidel
Um novo livro afirma que as primeiras acusações de 50 anos atrás sobre Mandela ser comunista, ao fim das contas, são verdadeiras.

"Isso foi escrito em um encontro partidário fechando sem que qualquer um estivesse preocupado em impressionar ou enganar o público."

 
Por décadas, esse foi um dos mais duradouros motivos de disputas na frente anti-apartheid sul-africana. Nelson Mandela, o líder do African National Congress (ANC), era realmente um comunista secreto como alegou o então governo branco da época? Ou, como ele reivindicou durante os infames processos de 1963 que o sentenciou à prisão perpétua, era mais uma manobra para desacreditá-lo em um mundo guiado pelas tensões da Guerra Fria?

Agora, após quase cinquenta anos depois do processo que o tornou o mais bem conhecido prisioneiro de consciência, um novo livro alega que seja qual tenha sido a injustiça que se perpetrou, os promotores da era do apartheid estavam certos pelo menos em uma questão: Mandela, no final das contas, era um membro do Partido Comunista.

O ex-presidente sul-africano, que ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 1993, sempre negou ter sido um membro da filial sul-africana do movimento, que montou uma guerrilha de resistência armada junto do ANC.

Mas uma pesquisa do historiador britânico, professor Stephen Ellis, desenterrou novas evidências de que durante os primeiros anos de ativismo o Sr. Mandela era do alto escalão do Partido Comunista Sul-Africano (PCSA). Ele diz que

Mandela entrou para o PCSA para atrair a ajuda das superpotências comunistas para a campanha armada do ANC contra o governo branco.

O livro também traz novas evidências detalhadas de como o setor militar do ANC teve lições de como fazer bombas com o IRA e treinamento de técnicas de inteligência com a Stasi da Alemanha Oriental; tais técnicas foram usadas para conduzir interrogatórios brutais com suspeitos de "espionagem" em prisões secretas.

Como evidência da afiliação de Mandela ao Partido Comunista, o professor Ellis cita uma ata de um encontro secreto do PCSA em 1982 descoberta em uma coleção de documentos privados da Universidade da Cidade do Cabo, onde um veterano ex-membro, o falecido John Pule Motshabi, fala sobre Mandela ter sido um membro do partido duas décadas antes. 
Nas atas, Motshabi é citado dizendo: "Há uma acusação de que nos opomos à entrada de Nelson [Mandela] e Walter (Sisulu, um colega ativista) na Família (palavra codificada para se referir ao partido)... nós não fomos informados porque isso estava crescendo após as campanhas de 1950 (uma série de protestos nas ruas). O recrutamento veio dois anos depois." Embora outros membros do PCSA já tenham confirmado a afiliação de Mandela, muitos desses testemunhos foram dados sob a coação do interrogatório policial, onde pode ter havido a intenção de incriminá-lo. No entanto, as atas do encontro do PCSA em 1982, segundo o Professor Ellis, oferecem provas mais confiáveis. "Isso foi escrito em um encontro partidário fechando sem que qualquer um estivesse preocupado em impressionar ou enganar o público", disse o historiador.

Embora Mandela aparentemente tenha se filiado ao PCSA mais por suas conexões políticas do que por suas ideias, sua filiação poderia ter causado danos àquilo que ele defendia perante os olhos do Ocidente caso isso fosse descoberto enquanto ele ainda lutava contra o apartheid.

A África foi um campo de batalha para as "guerras por procuração" da Guerra Fria até o final dos anos 1980; e o suporte internacional para a causa, que incluiu a campanha Liberte Nelson Mandela, atraiu olhos em parte por conta de sua figura que não tinha compromissos nem com o Oriente nem com o Ocidente.

"A reputação de Mandela é baseada tanto na sua habilidade de superar animosidades pessoais quanto na sua generosidade para com todos sul-africanos, fossem negros ou brancos, e isso impressionou o mundo", disse o professor Ellis, um ex-pesquisador da Anistia Internacional que fica na Universidade Livre de Amsterdã. "Mas isso mostra que, como qualquer político, ele estava preparado para fazer alianças oportunistas". 

"Penso que a maioria das pessoas que apoiaram o movimento antiapartheid não queriam conhecê-lo muito a fundo. O apartheid foi visto como uma questão moral e pronto. Mas se as verdadeiras provas fossem mostradas naquela época, talvez alguns teriam pensado diferentemente." 

Mandela negou sua afiliação ao Partido Comunista no depoimento inicial do processo de Rivonia, onde ele e nove outros membros-líderes do ANC foram julgados por 221 alegados atos de sabotagem cuja intenção era derrubar o sistema do apartheid. Os réus também foram acusados de promoverem as metas do comunismo, um movimento que então era ilegal na África do Sul. 

Falando à corte, Mandela declarou "nunca ter sido um membro do Partido Comunista" e que ele não concordava com o menosprezo que o movimento tinha pela democracia parlamentar típica do Ocidente. Ele acrescentou: "A sugestão feita pelo Estado de que a luta na África do Sul está sob a influência de estrangeiros ou comunistas está inteiramente incorreta. O que quer que eu tenha feito foi como indivíduo e líder do meu povo, tanto por causa da minha experiência na África do Sul quanto pelo meu orgulhoso passado africano e não por causa de algo que algum forasteiro tenha dito". 

Mandela entrou para o ANC em 1944, quando a liderança ainda se opunha ao confronto armado contra o estado pró-apartheid. Todavia, no começo dos anos 1950 ele se convenceu que uma guerrilha era inevitável; perspectiva confirmada pelo massacre de Sharpeville em março de 1960, quando a polícia abriu fogo contra manifestantes negros no distrito de Townsvaal matando 69 pessoas.

Mas mesmo após outros líderes do ANC terem se alinhado ao mesmo modo de pensar de Mandela após o massacre de Sharpeville, o grupo ainda não tinha acesso a armamentos ou suporte financeiro. Como alternativa, disse o professor Ellis, Mandela buscou ajuda com os comunistas — que ele já tinha contato próximo — por conta de compartilharem da oposição ao apartheid.


"Ele conheceu e confiou plenamente em muitos ativistas comunistas. Parece que ele foi cooptado direto para o comitê central sem necessidade de experiências prévias", disse Ellis. "Mas é justo dizer que ele não era um convertido; era apenas uma jogada oportunista". 

Meses após Sharpeville, membros do Partido Comunista visitaram secretamente Beijing e Moscou, onde lhes ficou assegurado suporte para as ações da guerrilha. Em conjunto com outros membros-líderes do ANC eles montaram uma organização militar nova e nominalmente independente, conhecida como Umkhonto we Sizwe ou Lança da Nação. Com Mandela como comandante, a Umkhonto we Sizwe deu início aos primeiros ataques em 16 de dezembro de 1961. 

A campanha de "sabotagens" e atentados à bomba nas três décadas que se seguiram levaram a vida de dúzias de civis e fizeram com que a organização fosse classificada como grupo terrorista pelos Estados Unidos.

Eu seu livro, o professor Ellis, que também publicou um livro sobre a guerra civil na Libéria, trabalha os aspectos mais obscuros do passado do ANC. Um desses episódios trata-se do treinamento que o ANC recebeu dos peritos em bomba do IRA em uma base secreta em Angola no final da década de 1970; Essa ligação foi desvelada ano passado com as memórias póstumas de Kader Asmal, um político sul-africano de origem indiana que estava exilado na Irlanda. Ele foi um membro do movimento irlandês antiapartheid que, segundo o professor Ellis, tinha estreitos laços com os partidos comunistas da Inglaterra e da África do Sul.

A tutoria do IRA, que foi alegadamente intermediada em parte pelo líder do Sinn Féin, Gerry Adams, levou os combatentes do ANC a melhorarem consideravelmente suas habilidades com bombas graças à perícia do que o prof. Ellis descreve como o "mais sofisticado grupo de guerrilha urbana do mundo".

A Angola também foi base para o "Quatro", um notório centro de detenção do ANC, onde dezenas de integrantes do próprio movimento eram torturados e às vezes mortos pelo serviço de segurança interna por serem suspeitos de espionagem, sendo que alguns deles "mal eram adolescentes". Os instrutores da Alemanha Oriental ensinaram os agentes de segurança interna que qualquer um que desafiasse o dogma oficial do ANC deveria ser visto como um potencial espião ou traidor.

Na semana passada, um porta-voz da Fundação Nelson Mandela disse: "Não acreditamos que há provas de que Madiba (o nome de clã de Mandela) era um membro do partido... As evidências que foram mostradas são comparativamente fracas em relação às evidências do oposto, além disso, temos a consistente negação de Madiba por quase 50 anos. É concebível que Madiba pudesse cometer um deslize em um caso legal, mas não que ele fizesse um depoimento totalmente falso."

"O recrutamento e a entrada no partido era um processo que acontecia por partes durante um período de tempo. É possível que Madiba tenha iniciado o processo, mas jamais completado. O que está claro é que durante certa época da luta ele era suficientemente confiável como um líder do ANC a ponto de participar dos congressos do Partido Comunista. E é provável que ao comparecer em tais encontros, possa se ter pensado que ele foi um membro".

Mandela atualmente está com 94 anos, está fora da vida pública desde 2004 e está com a saúde debilitada.  Ele fez, no entanto, uma alusão a uma relação simbólica com os comunistas em seu best-seller Longa caminhada até a liberdade. “Sempre haverá aqueles para dizerem que os comunistas estavam nos usando”, disse Mandela. “Mas quem disse que nós não estávamos usando-os?”

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 Mandela: intérprete de linguagem gestual alega ter sofrido ataque de esquizofrenia
 http://youtu.be/MEKx9AvtsH0

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Mandela, a reengenharia anticristã das religiões e o The Elders
http://www.midiasemmascara.org/artigos/globalismo/14764-mandela-a-reengenharia-anticrista-das-religioes-e-o-the-elders.html

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MANDELA TERRORISTA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2014/01/mandela-terrorista.html

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 














Nelson Mandela e o aborto




Que ainda em vida Nelson Mandela tenha se tornado uma referência ética, não me surpreende... Não por quem ele fosse, mas por quem dá tais títulos nos dias atuais. Aos "santos" dos dias atuais — gente como Al Gore, Bill Gates, Steven Jobs e outros mais — basta-lhes apenas agradar ao mundo. Mandela, sai deste mundo e mesmo antes de sair já constava nos livros de história como um santo destes "santos".
Sinto discordar da onda de unanimidade que provavelmente varrerá nossa imprensa e principalmente a mídia social, alvo fácil de todo pensamento politicamente correto produzido atualmente.
Mandela e seu partido, o Congresso Nacional Africano (CNA), por décadas têm uma relação muito próxima ao Partido Comunista da África do Sul, que, como é corriqueiro entre os esquerdistas, encara o aborto como direito da mulher, sem, claro, fazer qualquer referência à humanidade do bebê em gestação. Eis um trecho do posicionamento deste partido em relação ao assunto:
"O Partido Comunista da África do Sul acredita que toda mulher tem direito ao controle sobre seu próprio corpo e também direito a tomar decisões independentes sobre sua vida reprodutiva. Somado a isto, toda mulher deveria ter o direito a escolher se ou não deseja terminar uma gravidez."
Já Mandela, que sempre direcionou politicamente o CNA, deu a seguinte declaração sobre o aborto:
"As mulheres têm o direito de decidir o que querem fazer com seus corpos."
Tanto a declaração do Partido Comunista Sul-Africano como as palavras de Nelson Mandela reverberam o discurso do abortismo internacional, que se lixa para os "corpos" dos bebês em gestação, seres humanos como qualquer um de nós.

Mas Mandela não ficou apenas nas palavras... Após ganhar a histórica eleição na qual foi eleito presidente em 1994, Mandela e seu então ministro da Saúde, Nkosazana Dlamini-Zuma, apresentaram ao parlamento de seu país um projeto de legislação, posteriormente aprovado, que tornou a legislação sul-africana relacionada ao aborto uma das mais liberais do mundo. Adicionado a isto, Mandela, seu partido e coligados tiveram um preponderante papel na confecção da nova constituição sul-africana, por ele assinada em 1996, que deu relevante papel aos "direitos reprodutivos", um conhecido eufemismo para abortos, esterilizações, etc.
mandelakadafiPara se ter uma idéia da liberalidade da legislação introduzida por Mandela, até 12 semanas de gestação nem mesmo é necessário um médico para fazer o procedimento, sequer uma enfermeira, bastando para tanto uma simples parteira. Mais um detalhe: o acesso ao aborto é garantido para mulheres de qualquer idade, mesmo menores. Resultado disto? O número de abortos na África do Sul teve um aumento gigantesco enquanto que, bem ao contrário do que previam os abortistas, também o número de mortes maternas teve aumento.
Esta é a obra de Nelson Mandela em relação aos seres humanos mais fragilizados que estão entre nós, os não-nascidos. Suas ações tiveram, têm e terão um efeito desastroso para seu país e para a humanidade em geral. Se muitas mulheres se vêem pressionadas e em momento de desespero e falta de perspectiva recorrem ao aborto, é exatamente esta mulher que deveria ser amparada pela sociedade. E são políticos como Nelson Mandela, que têm os instrumentos para minimizar este drama e escolhem não agir assim, preferindo muito mais o caminho fácil dos tais "direitos reprodutivos" enquanto lavam as mãos pelo sangue derramado dos inocentes, qual um Pilatos do mundo pós-moderno.