Gente, repare na crescente crueldade se revelando neste desgoverno. Isso é uma característica comunista, valorizada e cultivada por eles. É esta insensibilidade que lhes permite fazer o diabo.
A AGENDA ESQUERDISTA COMO UM MAL
Dr. Lyle H. Rossiter A agenda radical, por qualquer nome que tenha sido implementada - comunismo, socialismo, progressismo, assistencialismo - resultou invariavelmente no declínio social em larga escala. Não é difícil encontrar as razões para isso. Uma vez traduzido em políticas sociais, o esquerdismo radical entra imediatamente em conflito com as características que definem a natureza humana: sua capacidade de escolha racional, vontade, autonomia, iniciativa, propósito, reconhecimento, moralidade, atividade, identidade e competência. Ele então prossegue com o enfraquecimento das virtudes essenciais à liberdade civilizada: boa vontade, bons propósitos, auto-confiança, cooperação, reciprocidade e responsabilidade. Além disso, a ideologia viola todos os direitos que compõem o núcleo da liberdade ordenada, tenta revogar as leis da economia, condena as tradições fundamentais à sociedade civil e aplaude a banalidade afrontando a excelência. As recompensas não merecidas e os crimes não punidos endossados pela agenda esquerdista corrompem o senso de justiça das pessoas. Ao favorecer o secularismo, a ideologia ataca as bases religiosas da moralidade e do altruísmo e substitui a fé em Deus pela idolatria do governo. O esquerdismo radical ataca, assim, os funfamentos da liberdade civilizada, e por essa razão é um mal genuíno. Mais ainda, considerados seus objetivos irracionais, seus métodos coercitivos e seus fracassos históricos, e dados seus efeitos perversos sobre o desenvolvimento humano, não restam dúvidas sobre a loucura da agenda radical.
A MENTE ESQUERDISTA - AS CAUSAS PSICOLÓGICAS DA LOUCURA POLÍTICA
Dr. Lyle H. Rossiter
"A instituição do "politicamente correto" foi uma estratégia de genocídio cultural destinada a desarmar a cultura ocidental para que não pudesse se defender de ataques provenientes de "minorias" internas ou de culturas concorrentes. O passo seguinte é a transição do genocídio cultural para o homicídio pré-legitimado e em seguida para o genocídio em sentido estrito. Em todo o Ocidente as ondas de crimes violentos praticados por "minorias" vêm crescendo, e quem quer que as denuncie é imediatamente estigmatizado como racista e removido da sociedade decente. O caso Zimmerman condensa a nova regra: se o agressor é negro, a legítima defesa é proibida." (OLAVO DE CARVALHO) https://www.facebook.com/olavo.decarvalho/posts/10151718170297192
* "É preciso preservar as referências tão arduamente garimpadas pela humanidade, a percepção do sofrimento, a noção de proporção, o valor do indivíduo, que o comunismo se empenha dia e noite em eliminar.Uma vez que se perca o pé deste solo, fica-se à deriva e facilmente capturável por qualquer sugestão, qualquer sistema ideológico. "A ideia de uma "ditadura do proletariado" não é para descrever uma realidade: é para levar as investigações ao fim, de forma que a realidade não possa mais ser percebida." Roger Scruton * "Para corromper o indivíduo basta ensiná-lo a chamar ‘direitos’ os seus desejos pessoais e ‘abusos’ os direitos alheios."
* OLAVO
DE CARVALHO - "Trinta anos de estudos sobre a mentalidade
revolucionária convenceram-me de que ela não é a adesão a este ou àquele
corpo de convicções e propostas concretas, mas a aquisição de certos
cacoetes lógico-formais incapacitantes que acabam por tornar impossível,
para o indivíduo deles afetado, a percepção de certos setores básicos
da experiência humana. A mentalidade revolucionária não é um conjunto de
crenças, é um sistema de incapacidades adquiridas, que começam com um
escotoma intelectual e culminam numa insensibilidade moral criminosa. É
uma doença mental no sentido mais estrito e clínico do termo,
correspondente àquilo que o psiquiatra Paul Sérieux descrevia como
delírio de interpretação. Numa discussão com o homem normal, o
revolucionário está protegido pela sua própria incapacidade de
compreendê-lo." http://www.olavodecarvalho.org/semana/081211dc.html *
O ESQUERDISMO AFRONTA A NATUREZA HUMANA - A MENTE ESQUERDISTA https://conspiratio3.blogspot.com/2017/03/o-esquerdismo-afronta-natureza-humana.html
*
Esquerdismo É Uma Doença Mental | Paul Joseph Watson https://conspiratio3.blogspot.com/2017/11/esquerdismo-e-uma-doenca-mental-paul.html
*
ESQUERDISMO E DOENÇA MENTAL https://conspiratio3.blogspot.com/2013/09/esquerdismo-e-doenca-mental.html
* O PRIMEIRO EXPERIMENTO SOCIALISTA http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/10/o-primeiro-experimento-socialista.html
* OU SE TEM MERITOCRACIA, OU SE TEM APARELHAMENTO COMUNISTA http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/01/ou-se-tem-meritocracia-ou-se-tem.html
* O Ministério da Felicidade Virtual http://sensoincomum.org/2015/11/09/o-ministerio-da-felicidade-virtual/
* O RELATIVISMO ABRE O CAMINHO PARA O ABSOLUTISMO POLITICAMENTE CORRETO E A DISTORÇÃO DE VALORES E CONCEITOS http://www.olavodecarvalho.org/semana/130325dc.html
* Queridos amigos, não consigo acreditar, mas acabo de ser condenado. O motivo é porque eu fiz uma pergunta sobre os marroquinos. http://www.midiasemmascara.org/artigos/internacional/europa/16865-2016-12-15-16-07-24.html * "Lênin tinha dito que "nossa tarefa é utilizar cada manifestação
de descontentamento, coletar e utilizar cada grão de protesto
rudimentar". Markovsky comenta que: "Na
verdade, se você quer mudar a sociedade, eis o roteiro de Lenin: cause o
problema. Espalhe a miséria. Envie um quadro de organizadores
comunitários profissionais para unificar todos os espíritos deserdados
descontentes e abastecer uma revolta organizada. Atraia caos e
violência. Explore o caos para grandes objetivos políticos. Culpe seus
oponentes políticos, demonize e criminalize-os"." Cliff Kincaid, A Espada da Revolução
* “As ideologias totalitárias são adotadas porque racionalizam o
ressentimento e também unem os ressentidos em torno de uma causa comum.
Os sistemas totalitários surgem quando os ressentidos, tomando o poder,
procedem à abolição das instituições que conferem poder aos outros:
instituições como a lei, a propriedade e a religião, que criam
hierarquias, autoridades e privilégios e permitem aos indivíduos afirmar
a soberania sobre suas próprias vidas. Para os ressentidos, essas
instituições são a causa da desigualdade e, portanto, de suas próprias
humilhações e fracassos. Na verdade, elas são os canais através dos
quais o ressentimento é drenado. Uma vez que as instituições de direito,
propriedade e religiões são destruídas - e sua destruição é o resultado
normal do governo totalitário - o ressentimento ocupa seu lugar de
forma inabalável, como o princípio governante do Estado. ” Roger Scruton
*
"O psicopata, ao contrário, escreve para insinuar que você NÃO SENTIU O QUE SENTIU, NÃO VIU O QUE VIU, NÃO SABE O QUE SABE. E muitas vezes consegue mesmo instilar no cérebro das pessoas a Síndrome do Piu-Piu." (Olavo de Carvalho) http://conspiratio3.blogspot.com.br/2017/03/psicopatas-olavo-de-carvalho.html A mentalidade revolucionária, tal como aparece documentada
nos escritos e atos de todos os líderes revolucionários
desde o século XV, sem exceção notável,
não consiste na adesão a esta ou àquela proposta
político-social concreta, mas numa certa estrutura de apreensão
da realidade, caracterizada pela inversão da ordem temporal
e causal e da relação sujeito-objeto, daí decorrendo
uma variedade de inversões secundárias. http://www.olavodecarvalho.org/semana/080721dc.html TROTSKY - A ESQUERDA SEM ESCRÚPULOS https://youtu.be/1L4ZpEz45kA Mas a mentira e a violência "em si mesmas" não são condenáveis? Certamente, tanto quanto a sociedade dividida em classes que as gera. Uma sociedade sem contradições sociais será, naturalmente, uma sociedade sem mentiras e sem violência. Não existe, porém, outro meio de construir uma ponte até essa sociedade a não ser por meios revolucionários, ou seja, violentos. A própria revolução é um produto da sociedade de classes, da qual carrega, necessariamente, os traços. Do ponto de vista das "verdades eternas", a revolução é, obviamente, "contrária à moral". Mas isso significa apenas que a moral idealista é contra-revolucionária, isto é, está a serviço dos exploradores. http://www.direitoshumanos.usp.br/index.php/Documentos-n%C3%A3o-Inseridos-nas-Delibera%C3%A7%C3%B5es-da-ONU/leon-trotski-a-nossa-moral-e-a-deles-1938.html Olavo de Carvalho - Quando eu disse que o gayzismo se transformaria em instrumento de perseguição anticristã, responderam que eu era louco. Quando disse que o passo seguinte seria a descriminalização da pedofilia, mais louco ainda. Se o pessoal simplesmente lesse os debates entre os guias iluminados do movimento revolucionário, saberia que estão na fila de espera, para ser legitimados como condutas normais e inatacáveis, o incesto, a necrofilia e o canibalismo. https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/517121198439959
"Trinta anos de estudos sobre a mentalidade revolucionária
convenceram-me de que ela não é a adesão a este ou àquele corpo de
convicções e propostas concretas, mas a aquisição de certos cacoetes
lógico-formais incapacitantes que acabam por tornar impossível, para o
indivíduo deles afetado, a percepção de certos setores básicos da
experiência humana. A mentalidade revolucionária não é um conjunto de
crenças, é um sistema de incapacidades adquiridas, que começam com um
escotoma intelectual e culminam numa
insensibilidade moral criminosa. É uma doença mental no sentido mais
estrito e clínico do termo, correspondente àquilo que o psiquiatra Paul
Sérieux descrevia como delírio de interpretação. Numa discussão com o
homem normal, o revolucionário está protegido pela sua própria
incapacidade de compreendê-lo. Os antigos retóricos consideravam que o
gênero mais difícil de discurso, chamado por isso mesmo genus
admirabile, é aquele que se dirige ao interlocutor incapaz. Os melhores
argumentos só podem funcionar ante a platéia que os compreenda; eles não
têm o dom mágico de infundir capacidade no auditório, nem de curá-lo de
um handicap adquirido." http://www.olavodecarvalho.org/semana/081211dc.html
POLITICAMENTE CORRETO TERÁ COTAS PARA PSICOPATAS - Cotas substituem critérios objetivos, de mérito, competência, por politicagem, o que destrói nossas defesas contra psicopatas em cargos de poder. Não é à toa que o comunismo é governado por tiranos genocidas e dominado pela injustiça.
A CONSTRUÇÃO DA NOMENKLATURA REVOLUÇÃO SOCIAL - OLAVO DE CARVALHO Agora, todos esses velhos meios de ascensão estão sendo substituídos por um novo, que os domina e os controla. Isso não quer dizer que não funcionem mais. Funcionam, mas como instrumentos auxiliares do meio principal, que rapidamente vai-se tornando o único legítimo, o único socialmente aprovado. Para adquirir ou conservar poder e prestígio no Brasil de hoje, até mesmo para conservar alguma margem de liberdade e segurança, você tem de pertencer ao Partido governante, a um de seus associados ou aos grupos de influência que orbitam em torno dele. Chamemos a esse pool de organizações, para simplificar, o Esquema. Na mais tolerante das hipóteses, você tem de negociar com essa gente e ceder. Ceder até o extremo limite da degradação e da humilhação. Aí permitem que você conserve o seu lugar na sociedade, mas sempre como concessão provisória, jamais como direito adquirido. http://www.olavodecarvalho.org/revolucao-social/
OLAVO DE CARVALHO“Mentalidade revolucionária” é o estado de espírito, permanente ou
transitório, no qual um indivíduo ou grupo se crê habilitado a remoldar
o conjunto da sociedade – senão a natureza humana em geral – por meio
da ação política; e acredita que, como agente ou portador de um futuro
melhor, está acima de todo julgamento pela humanidade presente ou
passada, só tendo satisfações a prestar ao “tribunal da História”. Mas o
tribunal da História é, por definição, a própria sociedade futura que
esse indivíduo ou grupo diz representar no presente; e, como essa
sociedade não pode testemunhar ou julgar senão através desse seu mesmo
representante, é claro que este se torna assim não apenas o único juiz
soberano de seus próprios atos, mas o juiz de toda a humanidade,
passada, presente ou futura. Habilitado a acusar e condenar todas as
leis, instituições, crenças, valores, costumes, ações e obras de todas
as épocas sem poder ser por sua vez julgado por nenhuma delas, ele está
tão acima da humanidade histórica que não é inexato chamá-lo de
Super-Homem.
Autoglorificação do Super-Homem, a
mentalidade revolucionária é totalitária e genocida em si,
independentemente dos conteúdos ideológicos de que se preencha em
diferentes circunstâncias e ocasiões.
Recusando-se a prestar satisfações senão
a um futuro hipotético de sua própria invenção e firmemente disposto a
destruir pela astúcia ou pela força todo obstáculo que se oponha à
remoldagem do mundo à sua própria imagem e semelhança, o revolucionário é
o inimigo máximo da espécie humana, perto do qual os tiranos e
conquistadores da antigüidade impressionam pela modéstia das suas
pretensões e por uma notável circunspecção no emprego dos meios. http://www.olavodecarvalho.org/a-mentalidade-revolucionaria/
Pois é, eu ouvi uma palestra do Dr Ben Carson, que deixou claro para mim o quanto é importante para a esquerda jogar para os outros a responsabilidade de cada um, culpar os outros, pois assim as pessoas PERDEM SUA CAPACIDADE de fazer o próprio destino, de lidar com a própria vida, de exercer sua criatividade e iniciativa. E ainda por cima, seu ressentimento vai ser usado como combustível para atacar os bem-sucedidos e dar lugar aos parasitas psicopatas. Ditadura de um lado, e de outro, dependência e submissão são o resultado premeditado desse processo. O vídeo é: A DITADURA DO POLITICAMENTE CORRETO - O maravilhoso discurso do Doutor Benjamin Carson https://youtu.be/ffz13o-P3nU
.
A MANIPULAÇÃO POLITICAMENTE CORRETA: É PROIBIDO PERCEBER Olavo de Carvalho Será que já esqueceram? O projeto de lei que dá à corrupção o estatuto de “crime hediondo” não teve origem inocente, nem sequer decente: foi enviado à Câmara em 2009 por aquele mesmo indivíduo que, acusado de inventor e gestor do maior esquema de corrupção que já se viu neste país, apostou na lentidão da Justiça como garantia de sua eterna e tranqüilíssima impunidade. Nada mais típico da mentalidade criminosa que a afetação de honestidade exagerada, hiperbólica, histriônica. Encobrindo com uma máscara de severidade o sorrisinho cínico que lhe vai por dentro, o capomafioso não se satisfaz com ostentar a idoneidade média do cidadão comum. Não. Ele tem de ser o mais honesto, o mais puro, o modelo supremo das virtudes cívicas e, no fim das contas, o caçador de meliantes, a garantia viva da lei e da ordem. Confiante, como sempre, na eficácia da sua performance, o indivíduo permitia-se até blefar discretamente, sabendo que, no ambiente de culto reverencial montado em torno da sua pessoa, ninguém se permitiria perceber que ele falava de si mesmo: “O corrupto é o que mais denuncia, porque acha que não será pego.” Isso era, de fato, mais que o resumo sintético de trinta anos de luta de um partido que galgou os degraus do poder escalando pilhas de cadáveres políticos embalsamados em acusações de corrupção. Era a definição do que aquele homem estava fazendo naquele mesmo momento. Mas quem, neste país, ainda é capaz de comparar a fala com a situação e distinguir entre a sinceridade e o fingimento? Li outro dia um estudo sobre os males do botox, que, travando o jogo natural dos músculos da face, destrói a expressão emocional espontânea e confunde a leitura imediata de sinais em que se baseia toda a convivência humana. Mais que o botox, porém, têm esse efeito as imposições legais e morais de um Estado psicologicamente prepotente e invasivo, que em nome dos direitos humanos extingue o direito às reações naturais. Se por lei é proibido distinguir, na fala e no tratamento, entre uma mulher e um homem vestido de mulher, ou entre a voz feminina e a sua imitação masculina, se a simples associação da cor preta com o temor da noite é alusão racista, se o simples fato de designar uma espécie animal pelo seu exemplar masculino é um ato de opressão machista, todas as demais distinções espontâneas, naturais, auto-evidentes, arraigadas no fundo do subconsciente humano pela natureza das coisas e por uma experiência arquimilenar, tornam-se automaticamente suspeitas e devem ser refreadas até prova suficiente de que não infringem nenhum código, não ofendem nenhum grupo de interesses, não magoam nenhuma suscetibilidade protegida pelo Estado. Quantas mais condutas pessoais são regradas pela burocracia legisferante, mais complexa e dificultosa se torna a percepção humana, até que todas as intuições instantâneas se vejam paralisadas por uma escrupulosidade mórbida e estupidificante, e o temor das convenções arbitrárias suprima, junto com as reações espontâneas, todo sentimento moral genuíno. Não é de espantar que, nessa atmosfera de inibição geral das consciências, a encenação de combate moralista por um corrupto notório não desperte nem mesmo o riso, e que a proposta cínica com que ele encobre seus próprios crimes seja levada literalmente a sério no instante mesmo em que ele, brincando com a platéia como gato com rato, se permite mostrar sua face de denunciante hipócrita sem o menor temor de que alguém venha a comparar suas palavras com seus atos. A desgraça vai mais fundo. Pouco a pouco, o código de inibições fabricado por grupos de pressão vai sendo elevado à condição de único sistema moral vigente, e ninguém parece se dar conta de que o nível de corrupção tem algo a ver com a moralidade comum. À medida que as consciências se entorpecem, as aspirações morais perdem toda ligação com a realidade e se enrijecem num ritual mecânico de poses e caretas sem sentido. Todos parecem imaginar que, num ambiente de degradação geral onde cinqüenta mil homicídios anuais são aceitos como uma banalidade indigna de discussão, é possível preservar intacto e imune um único bem – o dinheiro público –, isolado e protegido de todos os pecados. Num Estado para o qual as fantasias sexuais são mais santas, mais dignas de proteção do que os direitos da consciência religiosa e os princípios da moral popular, todo combate oficial à corrupção nunca pode passar de uma farsa – esta sim – hedionda. http://www.olavodecarvalho.org/semana/110919dc.html
Queridos amigos, não consigo acreditar, mas acabo de ser condenado. O motivo é porque eu fiz uma pergunta sobre os marroquinos. http://www.midiasemmascara.org/artigos/internacional/europa/16865-2016-12-15-16-07-24.html "Lênin tinha dito que "nossa tarefa é utilizar cada manifestação
de descontentamento, coletar e utilizar cada grão de protesto
rudimentar". Markovsky comenta que: "Na
verdade, se você quer mudar a sociedade, eis o roteiro de Lenin: cause o
problema. Espalhe a miséria. Envie um quadro de organizadores
comunitários profissionais para unificar todos os espíritos deserdados
descontentes e abastecer uma revolta organizada. Atraia caos e
violência. Explore o caos para grandes objetivos políticos. Culpe seus
oponentes políticos, demonize e criminalize-os"." Cliff Kincaid, A Espada da Revolução
“As ideologias totalitárias são adotadas porque racionalizam o
ressentimento e também unem os ressentidos em torno de uma causa comum.
Os sistemas totalitários surgem quando os ressentidos, tomando o poder,
procedem à abolição das instituições que conferem poder aos outros:
instituições como a lei, a propriedade e a religião, que criam
hierarquias, autoridades e privilégios e permitem aos indivíduos afirmar
a soberania sobre suas próprias vidas. Para os ressentidos, essas
instituições são a causa da desigualdade e, portanto, de suas próprias
humilhações e fracassos. Na verdade, elas são os canais através dos
quais o ressentimento é drenado. Uma vez que as instituições de direito,
propriedade e religiões são destruídas - e sua destruição é o resultado
normal do governo totalitário - o ressentimento ocupa seu lugar de
forma inabalável, como o princípio governante do Estado. ” Roger Scruton
OLAVO
DE CARVALHO - "Trinta anos de estudos sobre a mentalidade
revolucionária convenceram-me de que ela não é a adesão a este ou àquele
corpo de convicções e propostas concretas, mas a aquisição de certos
cacoetes lógico-formais incapacitantes que acabam por tornar impossível,
para o indivíduo deles afetado, a percepção de certos setores básicos
da experiência humana. A mentalidade revolucionária não é um conjunto de
crenças, é um sistema de incapacidades adquiridas, que começam com um
escotoma intelectual e culminam numa insensibilidade moral criminosa. É
uma doença mental no sentido mais estrito e clínico do termo,
correspondente àquilo que o psiquiatra Paul Sérieux descrevia como
delírio de interpretação. Numa discussão com o homem normal, o
revolucionário está protegido pela sua própria incapacidade de
compreendê-lo." http://www.olavodecarvalho.org/semana/081211dc.html POLITICAMENTE CORRETO TEM COTAS PARA PSICOPATAS - Cotas substituem critérios objetivos, de mérito, competência, por politicagem, o que destrói nossas defesas contra psicopatas em cargos de poder. Não é à toa que o comunismo é governado por tiranos genocidas e dominado pela injustiça.
Olavo de Carvalho · A
elevação do Lumpenproletariado ao estatuto de classe especial é uma
revolução cultural mais profunda e devastadora do que a imaginação de
qualquer político ou general brasileiro pode captar. Todos eles são
arrastados por ela sem perceber, e quanto mais se escravizam aos novos
cânones menos sentem a gravidade da coisa.
Olavo de Carvalho · Como
teórico e propugnador da elevação do Lumpenproletariado à condição de
agente político, o Caggad é o responsável moral por TODA a roubalheira
petista e um criminoso ainda mais perigoso do que o Lula.
Olavo de Carvalho · A
doutrina Caggad vai muito além daquilo que o Diogo Pessi denominou
"bandidolatria": ela é a CONSAGRAÇÃO OFICIAL dos criminosos, drogados e
psicopatas como componentes da CLASSE DOMINANTE.
Olavo de Carvalho · O
PT não apenas integrou o Lunpenproletariado na política, mas o
transformou em classe privilegiada, detentora de méritos e direitos
negados ao restante da população.
Olavo de Carvalho · Como
é possível que em duas décadas de debates sobre a corrupção, o termo
Lumpenproletariado NUNCA apareça, embora seja o nome mesmo da estratégia
corruptora mais vasta e perigosa?
Olavo de Carvalho · Caraio,
por que, nas altas esferas, entre tantos luminares do pensamento
político, NINGUÉM jamais disse uma palavra sobre a ascensão do
Lumpenproletariado, que é a causa de TODOS os males do Brasil há duas
décadas? Por que só discutem futilidades e nunca a substância das
coisas?
por George Reisman, Minha intenção é expor dois pontos principais: (1) Mostrar que a Alemanha Nazista era um estado socialista, e não capitalista. E (2) mostrar por que o socialismo, compreendido como um sistema econômico baseado na propriedade estatal dos meios de produção, necessariamente requer uma ditadura totalitária. O que Mises identificou foi que a propriedade privada dos meios de produção existia apenas nominalmente sob o regime Nazista, e que o verdadeiro conteúdo da propriedade dos meios de produção residia no governo alemão. Pois era o governo alemão e não o proprietário privado nominal quem decidia o que deveria ser produzido, em qual quantidade, por quais métodos, e a quem seria distribuído, bem como quais preços seriam cobrados e quais salários seriam pagos, e quais dividendos ou outras rendas seria permitido ao proprietário privado nominal receber.
A posição do que se alega terem sido proprietários privados era reduzida essencialmente à função de pensionistas do governo, como Mises demonstrou.
A propriedade governamental "de fato" dos meios de produção, como Mises definiu, era uma consequência lógica de princípios coletivistas fundamentais adotados pelos nazistas como o de que o bem comum vem antes do bem privado e de que o indivíduo existe como meio para os fins do estado. Se o indivíduo é um meio para os fins do estado, então, é claro, também o é sua propriedade. Do mesmo modo em que ele pertence ao estado, sua propriedade também pertence.
(...)
Este foi o socialismo instituído pelos nazistas. Mises o chama de modelo alemão ou nazista de socialismo, em contraste ao mais óbvio socialismo dos soviéticos, ao qual ele chama de modelo russo ou bolchevique de socialismo.
O socialismo, é claro, não acaba com o caos causado pela destruição do sistema de preços. Ele apenas perpetua esse caos. E se introduzido sem a existência prévia de controle de preços, seu efeito é inaugurar este mesmo caos. Isto porque o socialismo não é um sistema econômico verdadeiramente positivo. É meramente a negação do capitalismo e seu sistema de preços. E como tal, a natureza essencial do socialismo é a mesma do caos econômico resultante da destruição do sistema de preços por meio do controle de preços e salários.
(...)
Os requisitos para a manutenção do sistema de controle de preços e salários trazem à luz a natureza totalitária do socialismo — mais obviamente, é claro, na variante alemã ou nazista de socialismo, mas também no estilo soviético.
Podemos começar com o fato de que o autointeresse financeiro dos vendedores operando sob o controle de preços seja de contornar tais controles e aumentar seus preços. Compradores, antes impossibilitados de obter os bens, estão dispostos a — na verdade, ansiosos para — pagar estes preços mais altos como meio de garantir os bens por eles desejados. Nestas circunstâncias, o que pode impedir o aumento dos preços e o desenvolvimento de um imenso mercado negro?
A resposta é a combinação de penas severas com uma grande probabilidade de ser pego e, então, realmente punido. É provável que meras multas não gerem a dissuasão necessária. Elas serão tidas como simplesmente um custo adicional. Se o governo deseja realmente fazer valer o controle de preços, é necessário que imponha penalidades comparadas àquelas dos piores crimes.
Mas a mera existência de tais penas não é o bastante. O governo deve tornar realmente perigosa a condução de transações no mercado negro. Deve fazer com que as pessoas temam que agindo desta forma possam, de alguma maneira, ser descobertas pela polícia, acabando na cadeia. Para criar tal temor, o governo deve criar um exército de espiões e informantes secretos. Por exemplo, o governo deve fazer com que o dono da loja e o seu cliente tenham medo de que, caso venham a se engajar em uma transação no mercado negro, algum outro cliente na loja vá lhe informar.
Devido à privacidade e sigilo em que muitas transações no mercado negro ocorrem, o governo deve ainda fazer com que qualquer participante de tais transações tenha medo de que a outra parte possa ser um agente da polícia tentando apanhá-lo. O governo deve fazer com que as pessoas temam até mesmo seus parceiros de longa data, amigos e parentes, pois até eles podem ser informantes.
E, finalmente, para obter condenações, o governo deve colocar a decisão sobre a inocência ou culpa em casos de transações no mercado negro nas mãos de um tribunal administrativo ou seus agentes de polícia presentes. Não pode contar com julgamentos por júris, devido à dificuldade de se encontrar número suficiente de jurados dispostos a condenar a vários anos de cadeia um homem cujo crime foi vender alguns quilos de carne ou um par de sapatos acima do preço máximo fixado.
Em suma, a partir daí o requisito apenas para a aplicação das regulamentações de controle de preços é a adoção de características essenciais de um estado totalitário, nominalmente o estabelecimento de uma categoria de "crimes econômicos", em que a pacífica busca pelo autointeresse material é tratada como uma ofensa criminosa grave. Para tanto é necessário o estabelecimento de um aparato policial totalitário, repleto de espiões e informantes, com o poder de prisões arbitrárias.
Claramente, a imposição e a fiscalização do controle de preços requerem um governo similar à Alemanha de Hitler ou à Rússia de Stalin, no qual praticamente qualquer pessoa pode ser um espião da polícia e no qual uma polícia secreta existe e tem o poder de prender pessoas. Se o governo não está disposto a ir tão longe, então, nesta medida, o controle de preços se prova inaplicável e simplesmente entra em colapso. Nesse caso, o mercado negro assume maiores proporções.
(Observação: não estou sugerindo que o controle de preços foi a causa do reino de terror instituído pelos nazistas. Estes iniciaram seu reino de terror bem antes da decretação do controle de preços. Como resultado, o controle de preços foi decretado em um ambiente feito para a sua aplicação.)
(...)
Além disso, em qualquer tipo de estado socialista — nazista ou comunista —, o plano econômico do governo é parte da lei suprema do país. Temos uma boa ideia de quão caótico é o chamado processo de planejamento do socialismo. O distúrbio adicional causado pelo desvio, para o mercado negro, de suprimentos de produção e outros bens é algo que o estado socialista toma como um ato de sabotagem ao planejamento econômico nacional. E sabotagem é como o ordenamento jurídico dos estados socialistas se refere a isto. Em concordância com este fato, atividades de mercado negro são, com frequência, punidas com pena de morte.
Um fato fundamental que explica o reino de terror generalizado encontrado sob o socialismo é o incrível dilema em que o estado socialista se coloca em relação à massa de seus cidadãos. Por um lado, o estado assume total responsabilidade pelo bem-estar econômico individual. O estilo de socialismo russo ou bolchevique declara abertamente esta responsabilidade — esta é a fonte principal do seu apelo popular. Por outro lado, o estado socialista desempenha essa função de maneira desastrosa, tornando a vida do indivíduo um pesadelo.
Todos os dias de sua vida, o cidadão de um estado socialista tem de perder tempo em infindáveis filas de espera. Para ele, os problemas enfrentados pelos americanos com a escassez de gasolina nos anos 1970 são normais; só que ele não enfrenta este problema em relação à gasolina — pois ele não tem um carro e nem a esperança de ter — mas sim em relação a itens de vestuários, verduras, frutas, e até mesmo pão. Pior ainda: ele é forçado a trabalhar em um emprego que não foi por ele escolhido e que, por isso, deve odiar. (Já que sob escassezes, o governo acaba por decidir a alocação de trabalho da mesma maneira que faz com a alocação de fatores de produção materiais.) E ele vive em uma situação de inacreditável superlotação, com quase nenhuma chance de privacidade. Frente à escassez habitacional, pessoas estranhas são designados pelo governo a morarem juntas; famílias são obrigadas a compartilhar apartamentos. Um sistema de passaportes e vistos internos é adotado a fim de limitar a severidade da escassez habitacional em áreas mais desejáveis do país. Expondo suavemente, uma pessoa forçada a viver em tais condições deve ferver de ressentimento e hostilidade.
Contra quem seria lógico que os cidadãos de um estado socialista dirigissem seu ressentimento e hostilidade se não o próprio estado socialista? Contra o mesmo estado socialista que proclamou sua responsabilidade pela vida deles, prometeu uma vida de bênção, e que é responsável por proporcionar-lhes uma vida de inferno. De fato, os dirigentes de um estado socialista vivem um dilema no qual diariamente encorajam o povo a acreditar que o socialismo é um sistema perfeito em que maus resultados só podem ser fruto do trabalho de pessoas más. Se isso fosse verdade, quem poderiam ser estas pessoas más senão os próprios líderes, que não apenas tornaram a vida um inferno, mas perverteram a este ponto um sistema supostamente perfeito?
A isso se segue que os dirigentes de um estado socialista devem temer seu povo. Pela lógica das suas ações e ensinamentos, o fervilhante e borbulhante ressentimento do povo deveria jorrar e engoli-los numa orgia de vingança sangrenta. Os dirigentes sentem isso, ainda que não admitam abertamente; e, portanto, a sua maior preocupação é sempre manter fechada a tampa da cidadania.
Consequentemente, é correto, mas bastante inadequado, dizer apenas que "o socialismo carece de liberdade de imprensa e expressão." Carece, é claro, destas liberdades. Se o governo é dono de todos os jornais e gráficas, se ele decide para quais propósitos a prensa e o papel devem ser disponibilizados, então obviamente nada que o governo não desejar poderá ser impresso. Se a ele pertencem todos os salões de assembléias e encontros, nenhum pronunciamento público ou palestra que o governo não queira não poderá ser feita. Mas o socialismo vai muito além da mera falta de liberdade de imprensa e de expressão.
Um governo socialista aniquila totalmente estas liberdades. Transforma a imprensa e todo foro público em veículos de propaganda histérica em prol de si mesmo, e pratica cruéis perseguições a todo aquele que ouse desviar-se uma polegada da linha do partido oficial. A razão para isto é o medo que o dirigente socialista tem do povo. Para se proteger, eles devem ordenar que o ministério da propaganda e a polícia secreta façam de tudo para reverter este medo. O primeiro deve tentar desviar constantemente a atenção do povo quanto à responsabilidade do socialismo, e dos dirigentes socialistas, em relação à miséria do povo. O outro deve desestimular e silenciar qualquer pessoa que possa, mesmo que remotamente, sugerir a responsabilidade do socialismo ou de seus dirigentes em relação à miséria do povo — ou seja, deve desestimular qualquer um que comece a mostrar sinais de estar pensando por si mesmo.
É por causa do terror dos dirigentes, e da sua necessidade desesperada de encontrar bodes-expiatórios para as falhas do socialismo, que a imprensa de um país socialista está sempre cheia de histórias sobre conspirações e sabotagens estrangeiras, e sobre corrupção e mau gerenciamento da parte de oficiais subordinados, e por que, periodicamente, é necessário desmascarar conspirações domésticas e sacrificar oficiais superiores e facções inteiras do partido em gigantescos expurgos.
E é por causa do seu terror, e da sua necessidade desesperada de esmagar qualquer suspiro de oposição em potencial, que os dirigentes do socialismo não ousam permitir nem mesmo atividades puramente culturais que não estejam sob o controle do estado. Pois se o povo se reúne para uma amostra de arte ou um sarau de literário que não seja controlado pelo estado, os dirigentes devem temer a disseminação de idéias perigosas. Quaisquer idéias não-autorizadas são idéias perigosas, pois podem levar o povo a pensar por si mesmo e, a partir daí, começar a pensar sobre a natureza do socialismo e de seus dirigentes. Estes devem temer a reunião espontânea de qualquer punhado de pessoas em uma sala, e usar a polícia secreta e seu aparato de espiões, informantes, e mesmo o terror para impedir tais encontros ou ter certeza de que seu conteúdo é inteiramente inofensivo do ponto de vista do estado.
A inescapável conclusão a ser traçada é a de que o terror experimentado nos países socialistas não foi simplesmente culpa de homens maus, como Stalin, mas sim algo que brota da natureza do sistema socialista. Stalin vem à frente porque sua incomum perspicácia e disposição ao uso do terror foram as características específicas mais necessárias para um líder socialista se manter no poder. Ele ascendeu ao topo por meio de um processo de seleção natural socialista: A SELEÇÃO DO PIOR.
(...) A razão pela qual social-democratas não estabelecem o socialismo quando estão no poder, é que eles não estão dispostos a fazer o que seria necessário. O estabelecimento do socialismo como um sistema econômico requer um ato maciço de roubo — os meios de produção devem ser expropriados de seus donos e tomados pelo estado. É virtualmente certo que tais expropriações provoquem grande resistência por parte dos proprietários, resistência que só pode ser vencida pelo uso de força bruta.
Os comunistas estavam e estão dispostos a usar esta força, como evidenciado na União Soviética. Seu caráter é o dos ladrões armados preparados para matar caso isso seja necessário para dar cabo dos seus planos. O caráter dos social-democratas, em contraste, é mais próximo ao dos batedores de carteira: eles podem até falar em coisas grandiosas, mas não estão dispostos a praticar a matança que seria necessária; e desistem ao menor sinal de resistência séria.
Já os nazistas, em geral não tiveram que matar para expropriar a propriedade dos alemães, fora os judeus. Isto porque, como vimos, eles estabeleceram o socialismo discretamente, por meio do controle de preços, que serviu para manter a aparência de propriedade privada. Os proprietários eram, então, privados da sua propriedade sem saber e, portanto, sem sentir a necessidade de defendê-la pela força.
Creio ter demonstrado que o socialismo — o socialismo de verdade — é totalitário pela sua própria natureza.
http://mises.org.br/ArticlePrint.aspx?id=98
Como a direita conservadora, que recentemente, graças sobretudo à internet, teve acesso ao pensamento conservador, censurado velada e abertamente nas faculdades de Humanas do Brasil, e percebeu que conservadorismo não tem nada a ver com o que a esquerda diz que o conservadorismo é (natürlich), a incipiente direita brasileira lembrou ao mundo que o nacional-socialismo é uma forma de socialismo (…!), e não de conservadorismo ou capitalismo.
O
nazismo, que sempre se apresentou como uma terceira via, pega elementos
do socialismo (sobretudo as antigas teses germânicas sobre socialismo),
do trabalhismo e do sindicalismo político.
O
sindicalismo, aliado ao islamismo, já havia realizado o primeiro
genocídio da história a superar 1 milhão de mortos: o grupo Jovens
Turcos (Jön Türkler), que se opunha à monarquia do Abdülhamid II
no Império Otomano (atual Turquia), buscando uma homogeneização cultural
com laços com a Revolução Russa, promoveu o genocídio de cristãos armênios em 1915, durante a Primeira Guerra. A Armênia foi, provavelmente, o primeiro lugar do mundo a se converter ao cristianismo.
A SELEÇÃO DO PIOR E A DISTORÇÃO PREMEDITADA NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO:
As boas teorias deveriam tomar o lugar das ruins, já que as boas
são as que sobrevivem à refutação, e o sentido deveria tomar o lugar da
falta de sentido, que não tem nada a nos dizer. Nas humanidades, porém,
parece vigorar uma espécie de lei de Gresham: as teorias ruins
substituem as boas, a falta de sentido substitui o sentido. Há várias
explicações para esse fenômeno, algumas mais plausíveis que outras. O
ponto importante é que a sobrevivência de uma teoria não depende de sua
capacidade de permanecer irrefutável, mas de sua capacidade de tornar a
refutação indesejável, impossível ou ambas as coisas. A refutação é
indesejável quando a teoria está tão vinculada a uma posição política
que se torna quase indistinguível dela; e é impossível quando a teoria
está cercada por uma impenetrável muralha de nonsense.
O
jargão afetado e sem sentido é muito mais eficaz na propagação das
opiniões de esquerda e progressistas que os argumentos bem
fundamentados, pela simples razão de que as opiniões progressistas,
quando afirmadas explicitamente, expõem-se a ser refutadas. O objetivo
do jargão não é encontrar razões inovadoras para a oposição cultural,
mas torná-la incontestável ao colocá-la além do debate racional.
(Resumido de "ARGUMENTOS PARA O CONSERVADORISMO", Roger Scruton)
*
A
inescapável conclusão a ser traçada é a de que o terror experimentado
nos países socialistas não foi simplesmente culpa de homens maus, como
Stalin, mas sim algo que brota da natureza do sistema socialista. Stalin
vem à frente porque sua incomum perspicácia e disposição ao uso do
terror foram as características específicas mais necessárias para um
líder socialista se manter no poder. Ele ascendeu ao topo por meio de um
processo de seleção natural socialista: A SELEÇÃO DO PIOR.https://conspiratio3.blogspot.com/2016/01/nazismo-e-comunismo-sao-coletivistas.html
*
Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História:
"Para
o filósofo polonês Leszek Kolakowski, o bolchevismo e o fascismo
representaram duas encarnações da presença desastrosa do diabo na
história: "O diabo (...) inventou Estados ideológicos, ou seja, Estados
cuja legitimidade é fundada no fato de seus proprietários serem
proprietários da verdade. Se te opões a tal Estado ou a seu sistema, és
um inimigo da verdade." (...) Ambos os movimentos revolucionários
execravam e denunciavam o liberalismo, a democracia e o parlamentarismo
como degradações da verdadeira política, que transcenderia todas as
divisões através do estabelecimento de comunidades perfeitas (definidas
como sem classe ou racialmente). Fundamentalmente ateus, assim o
comunismo como o fascismo organizaram seus objetivos políticos em
discursos de suposta emancipação, agindo como religiões políticas
destinadas a livrar o indivíduo das imposições da moralidade e
legalidade tradicionais." "Aqui está a
essência e mistério das experiências totalitárias do século XX: "a
rejeição completa de todas as barreiras e todas as restrições que a
política, a civilização, a moralidade, a religião, os sentimentos
naturais de compaixão e as idéias universais de fraternidade construíram
a fim de moderar, reprimir ou sublimar o potencial humano para a
violência coletiva ou individual." As
similaridades reais entre os experimentos comunista e fascista (o papel
crucial do partido, a preeminência da ideologia, a polícia secreta
ubíqua, a fascinação com a tecnologia, o culto frenético do "Homem
Novo", a celebração quase-religiosa do líder carismático) não devem
turvar distinções significativas (sendo uma a ausência, no nazismo, de
julgamentos-espetáculos ou expurgos intrapartidários permanente)."
"Concordo com o cientista político Pierre Hassner que, a despeito das
diferenças entre stalinismo e nazismo, afirma que sua característica
comum fundamental e definidora foi seu frenesi genocida.(...) Por outro
lado, assim o stalinismo como o nazismo procuravam "inimigos objetivos" e
operavam com noções de culpa coletiva, ou mesmo genética."
"No caminho da transformação permanente, ambos, comunismo e fascismo
imaginaram a EXTINÇÃO DO INDIVÍDUO (ou melhor, visavam a ela),
inventando critérios igualmente obrigatórios de fé, lealdade, e status
cristalizados num mito político diretor. E, de fato, isto define a
religiosidade de uma existência coletiva - "Quando alguém sujeita todos
os recursos do espírito, todas as submissões da vontade, todos os
ardores do fanatismo a uma causa ou a um ser que se torna a finalidade e
o guia de todos os pensamentos e ações." Assim o stalinismo como o
nazismo enfatizaram a necessidade de integração social e pertencimento
comunal através da exclusão de OUTROS específicos." "Elas fiavam-se em
"criar cumplicidade, ao passo que operavam isolando e destruindo uma
minoria escolhida, cujo estado aterrorizado confirmava o desejo racional
do resto de ser incluído e protegido." A legitimidade deles era baseada
numa síntese entre coerção e consentimento."
*
HITLER
❤STALIN
Os teóricos políticos do nazismo sempre afirmaram enfaticamente que o
"Estado ético" de Mussolini e o "Estado Ideológico" de Hitler não podem
ser mencionados no mesmo fôlego."
Disse Goebbels acerca da diferença entre o fascismo e o
nacional-socialismo: “[O fascismo] é […] completamente diferente do
nacional-socialismo. Enquanto este último desce até as raízes, o
fascismo é superficial” “[O Duce] não é um revolucionário como o Führer
ou Stálin. Está tão preso ao povo italiano que lhe faltam as amplas
qualidades de um revolucionário em escala mundial”
" Himmler expressou a mesma opinião num discurso pronunciado em 1943
numa Conferência de Oficiais Comandantes: “O fascismo e o
nacional-socialismo são fundamentalmente diferentes, […] não há
absolutamente nenhuma comparação entre eles como movimentos espirituais e
ideológicos”
Hitlers Tischgespräche , p. 113. Nessa obra encontramos ainda numerosos
exemplos que demonstram que, ao contrário de certas lendas do
pós-guerra, Hitler nunca pretendeu defender “o Ocidente” contra o
bolchevismo, mas sempre esteve disposto a unir-se aos “vermelhos” para
destruir o Ocidente, mesmo durante a luta contra a União Soviética.
Sabemos hoje que Stálin foi repetidamente advertido quanto ao iminente
ataque de Hitler à União Soviética. Mesmo quando o adido militar
soviético em Berlim o informou quanto ao dia do ataque nazista, Stálin
recusou-se a crer que Hitler violaria o tratado.
Extraído do livro AS ORIGENS DO TOTALITARISMO, de H. Arendt
*
Todo o pessoal de rabo pre$o TEM DE SER INVESTIGADO porque, mais cedo ou mais tarde, aparecerão as maracutaias. Comunismo é isso, a substituição dos competentes pela quadrilha e das leis pela vontade do líder, sem escrúpulos e sem limites, sem nenhum respeito por direitos ou regras. A depredação da verdade faz parte do processo comunista de destruição da civilização, dos valores "burgueses", do estado de direito, da meritocracia, para darem lugar ao sistema em que o poder é o critério, e a vontade do partido é a voz de deus, está acima das leis e DEFINE A VERDADE.
É um sistema que privilegia e seleciona psicopatas para posições de poder. Tudo isso com a sua ajuda, caso você engula a isca. Juízes, deputados, senadores, empresários, jornalistas, administração pública e todos que apoiam esse esquema não poderão reclamar dos crimes, mentiras e absurdos que constituem seu método de tomada de poder e de GOVERNAR! Serão responsáveis pela instalação de um SISTEMA DE DOMINAÇÃO FEITO PARA PSICOPATAS e terão de conviver para sempre com isso. "Em uma patocracia, todas as posições de liderança (desde o líder de bairro e os gerentes de comunidades cooperativas, sem mencionar os diretores das unidades de polícia, os serviços especiais de pessoal da polícia e os ativistas do partido patocrático) devem ser preenchidas por indivíduos com anomalias psicológicas correspondentes, que são herdadas, como regra. Contudo, tais pessoas constituem uma pequena porcentagem da população, o que faz com que elas sejam mais valiosas para os patocratas. Seu nível intelectual ou habilidades profissionais não podem ser levadas em consideração, uma vez que as pessoas que representam as habilidades superiores são ainda mais difíceis de serem encontradas. Depois que um sistema como esse tenha permanecido por vários anos, cem por cento de todos os casos de psicopatia essencial estarão envolvidos em uma atividade patocrática. Eles são considerados os mais leais, mesmo que alguns deles tenham estado anteriormente envolvidos com o outro lado, de alguma forma. Sob tais condições, nenhuma área da vida social pode se desenvolver normalmente, seja na economia, cultura, ciência, tecnologia, ou administração. A patocracia progressivamente paralisa tudo. As pessoas normais tendem a desenvolver um nível de paciência além do alcance de qualquer pessoa que vive em um sistema do homem normal, somente a fim de explicar o que fazer e como fazer para alguma mediocridade obtusa de um deficiente psicológico, que foi colocado em uma posição como responsável por algum projeto que ele não pode nem entender, muito menos gerenciar. Esse tipo especial de pedagogia – instruir pessoas com deficiências enquanto se evita sua ira – requer uma grande quantidade de tempo e de esforço, mas de outra forma não seria possível manter condições de vida toleráveis e realizações necessárias na área econômica e na vida intelectual de uma sociedade. Mesmo com tais esforços, a patocracia progressivamente penetra em todo lugar e embota tudo." do livro PONEROLOGIA: PSICOPATAS NO PODER PONEROLOGIA: PSICOPATAS NO PODER "A
inescapável conclusão a ser traçada é a de que o terror experimentado
nos países socialistas não foi simplesmente culpa de homens maus, como
Stalin, mas sim algo que brota da natureza do sistema socialista. Stalin
vem à frente porque sua incomum perspicácia e disposição ao uso do
terror foram as características específicas mais necessárias para um
líder socialista se manter no poder. Ele ascendeu ao topo por meio de um
processo de seleção natural socialista: A SELEÇÃO DO PIOR. " http://mises.org.br/ArticlePrint.aspx?id=98 Olavo de Carvalho · A
elevação do Lumpenproletariado ao estatuto de classe especial é uma
revolução cultural mais profunda e devastadora do que a imaginação de
qualquer político ou general brasileiro pode captar. Todos eles são
arrastados por ela sem perceber, e quanto mais se escravizam aos novos
cânones menos sentem a gravidade da coisa.
Olavo de Carvalho · Como
teórico e propugnador da elevação do Lumpenproletariado à condição de
agente político, o Caggad é o responsável moral por TODA a roubalheira
petista e um criminoso ainda mais perigoso do que o Lula.
Olavo de Carvalho · A
doutrina Caggad vai muito além daquilo que o Diogo Pessi denominou
"bandidolatria": ela é a CONSAGRAÇÃO OFICIAL dos criminosos, drogados e
psicopatas como componentes da CLASSE DOMINANTE.
Olavo de Carvalho · O
PT não apenas integrou o Lunpenproletariado na política, mas o
transformou em classe privilegiada, detentora de méritos e direitos
negados ao restante da população.
Olavo de Carvalho · Como
é possível que em duas décadas de debates sobre a corrupção, o termo
Lumpenproletariado NUNCA apareça, embora seja o nome mesmo da estratégia
corruptora mais vasta e perigosa?
Olavo de Carvalho · Caraio,
por que, nas altas esferas, entre tantos luminares do pensamento
político, NINGUÉM jamais disse uma palavra sobre a ascensão do
Lumpenproletariado, que é a causa de TODOS os males do Brasil há duas
décadas? Por que só discutem futilidades e nunca a substância das
coisas?
Demétrio Magnoli didaticamente explicou os três golpes que
Nicolás Maduro vem aplicando – no judiciário, nas eleições e no
parlamento – para se manter no poder. Mas a coluna de hoje na Folha vale
ainda mais pela conclusão, onde é escancarada a complacência silenciosa
do governo Dilma para com a ditadura venezuelana: "A Venezuela
contou com a mão amiga do lulopetismo em toda a longa senda que a levou
da democracia ao caudilhismo, e dele à ditadura. Os três golpes de
Maduro contra a voz da maioria destinam-se a provocar uma crise
institucional e uma ruptura violenta. O chavismo agonizante busca o
confronto nas ruas para fugir ao veredito das urnas. Dilma não irá a
Caracas, pois decidiu transformar o Brasil em avalista desse desenlace." http://www.oantagonista.com/posts/tres-golpes-venezuelanos?utm_content=buffer8c46a&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer