A BATALHA DE KOSOVO, 1389, ENTREGOU A SÉRVIA AOS OTOMANOS? - Kosovo Myth
O governante sérvio Lazar foi desafiado pelo sultão otomano Murad I para a batalha no Kosovo Polje . De acordo com o Mito, Lazar escolheu morrer como um mártir , com o objetivo de dar aos sérvios um lugar no Reino dos Céus , em vez do "reino terreno" e a vitória na batalha. Vuk Branković retirou suas tropas em momentos cruciais, tornando-se assim um símbolo de traição, enquanto Miloš Obilić assassinava o sultão Murad I e era executado. Na Sérvia otomana, o mito foi interpretado como uma aceitação ideológica do Império Otomano e originalmente não estava ligado aos sérvios como povo, mas à queda da sociedade feudal sérvia. Nas narrativas modernas do mito, a derrota na batalha foi caracterizada como a queda do glorioso estado sérvio medieval e a subsequente ocupação e escravidão otomana de longa duração . Diz a lenda que o sacrifício de Lázaro e seus cavaleiros resultou na derrota, enquanto os sérvios foram apresentados como o povo escolhido que assinou um Pacto com Deus. O Mito de Kosovo é modelado em símbolos cristãos bem conhecidos , como a Última Ceia bíblica , a traição de Judas e números que têm associações religiosas. Retrata a Sérvia como Antemurale Christianitatis (Baluarte do Cristianismo). Um dos primeiros registros que contribuíram para o culto do martírio de Lazar foi encontrado na Igreja Ortodoxa da Sérvia , escrito principalmente por Danilo III , Patriarca da Sérvia (1390–1396) e uma freira Jefimija . Kosovo Myth - não foi criada imediatamente após a batalha, mas evoluiu de diferentes criadores para várias versões.
"A
Rússia está à frente no desenvolvimento da energia escalar, que é mais
perigosa que a ameaça nuclear. A maioria dos papéis científicos de
Nicolas Tesla (em sérvio: Никола Тесла)
foram enviados para a então Ioguslávia, depois de sua morte, e daí
caíram com facilidade nas mãos dos soviéticos. Assim, além de serem
mortais, as armas escalares podem ocultar-se por trás das forças da
natureza, levando as populações alvo a crer que foram castigadas por um
ato de Deus, quando na verdade foram atingidas por uma arma desenvolvida
por homens." https://youtu.be/5JJ-qB9WZns?t=724
Abertura do Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança e Conferência do professor e historiador italiano Roberto De Mattei sobre a Batalha de Lepanto. Primeira conferência do Simpósio Internacional de Estudos e Ação Contra-Revolucionária promovido pelo IPCO neste Carnaval de 2021.
A batalha trava-se no dia 7 de outubro de 1571, em Lepanto, nas costas
da Grécia. No maior fragor da batalha, os soldados de Mafoma avistaram
acima dos mais altos mastros da esquadra católica uma Senhora que os
aterrava com seu aspecto majestoso e ameaçador.
Em agradecimento, o Papa institui a festa de Nossa Senhora das Vitórias,
depois transformada por seu sucessor na festa de Nossa Senhora do
Rosário.
O que esta batalha tem de lições para os nossos dias?
Islã: ressentimento e justificação Luis Milman | 02 Agosto 2016 As fórmulas culturais do comunismo, do conhecido marxismo cultural, onipresentes no Ocidente na forma de explicações politicamente corretas, dão curso à doutrina vulgar do ressentimento e da justificação para os atos de terror islâmicos. Árabes muçulmanos, no final das contas, teriam razões de fundo para matarem europeus e israelenses porque agem movidos por um ressentimento arraigado em sua cultura, por uma revolta compreensível devido às décadas de colonialismo na África do Norte ou na Ásia. Observem que, junto aos meios esquerdistas, esta é sempre a primeira explicação explícita e, nos espaços da grande mídia colonizados pelo esquerdismo, é a alusão ou o subtexto embutido na alegada explanação dos atentados na Europa, em Israel e nos EUA. Mesmo nossas crianças são ensinadas, nas escolas, a lançar um olhar na perspectiva solidária do eterno colonizado, do oprimido revoltado contra o opressor.
Isso não é novo. Basta lembrar que a própria ascensão do nazismo foi muitas vezes justificada pela crise de 29, pelo ressentimento devido à humilhação imposta à Alemanha pelo Tratado de Versailes, pela hiperinflação e pelo desemprego pré-Hitler. Isto explicaria a opção dos alemães pelo estado totalitário e pelas plataformas antissemiitas e expansionistas dos nazistas.
É claro que fenômenos políticos possuem muitas causas, mas o problema com as armações explanatórias condescendentes e expiatórias é que elas dão as costas para as motivações internas de ideologias exclusivistas, sejam ultrachauvinistas, como o nazismo, milenaristas seculares, como o comunismo ou teopolíticas, como o próprio islamismo salafista (da palavra “predecessor”, em árabe). Esta linha de argumentação indulgente, que a grande mídia segue à risca, é aplicada para explicar o crescente terrorismo islâmico. Palestinos, por exemplo, estão justificados a cometerem atrocidades contra judeus porque são vítimas do "neocolonialismo" israelense. Não há, do ponto de vista da narrativa do ressentimento, motivação intrínseca para os atos de terror. A doutrina do Islã jamais é escrutinada ou exposta. A rotina é que se toque no assunto de forma genérica, de modo a caracterizar o islamismo como uma religião benevolente a exemplo das demais e como se todas tivessem lá seus radicais que não as representam. No máximo, o que circula pelos jornalões, CNNs e Redes Globo da vida, pautados por este subtexto, são expressões de perplexidade quando defrontados com as carnificinas cometidas por muçulmanos, sempre acompanhadas do justificacionismo que coloca a culpa na vítima.
Na verdade, o ressentimento, que a grande mídia vê latente no que ela chama de "Islã radical" é um meio de pregação do ódio ao Ocidente, à sua cultura e valores. Não há - e esta constatação é definitiva- compatibilidade entre o modo de vida do islamismo maximalista e o mundo ocidental. Ao longo de 1400 anos, o islamismo, seguindo o exemplo de seu profeta Maomé, expandiu-se pela violência, pelo Ocidente e Oriente. Conquistou , na época dos califas árabes, a Pérsia e os domínios bizantinos no Oriente Médio e África, impondo aos conquistados a opção da conversão em massa ou a morte. Chegaram até a Espanha que, em grande parte, permaneceu sob domínio árabe por 800 anos. Além disso, espalhou-se militarmente pelo subcontinente indiano, sempre arrasando as civilizações que o precederam, promovendo carnificinas e propagando a escravidão de hinduístas e budistas. Somente no início do século XX, em 1924, após a derrota do Império Turco, aliado da Alemanha e da Rússia na 1ª Guerra Mundial, com a consequente criação dos estados árabes modernos e a secularização da Turquia, conduzida por Atartuk, é que a expansão do islamismo foi contida.
As potências europeias dividiram e passaram a dominar politicamente o espaço vital, o Daar al Islã, muçulmano. Foi no final da segunda década do século XX, no entanto, que surgiu, no Egito, a Irmandade Muçulmana, movimento integrista de massas, que apregoa a restauração do califado unificado e a implantação da lei islâmica, a Sharia, em toda orbe muçulmana, que não é nada menos que o mundo inteiro. Apesar da divisão entre xiitas e sunitas, determinada pela disputa pela sucessão do profeta, a doutrina totalitária da Irmandade Muçulmana foi adotada pelo Irã e sua sucursal libanesa, o Hezbollah, pelo Afeganistão dos talibãs, pelo Hamas, pelo ISIS e Al-Qaeda. Essa doutrina atrai muçulmanos de todos os cantos do planeta para uma guerra sagrada contra os infiéis, representados pelas nações ocidentais.
Os princípios de tolerância às diferenças e de convivência plural vigentes na sociedade ocidental, a separação entre teologia e política, devem ser banidos primeiramente dos estados muçulmanos e, em seguida, dos territórios a serem conquistados mediante a jihad, a guerra santa, que é obrigatória para todo “submisso” ao Corão. No pensamento salafista da doutrina da Irmandade Muçulmana vale apenas a lei islâmica derivada do Corão, dos ditos de Maomé e do código civil e penal fundamentado na palavra do profeta, o homem perfeito, a quem todo o muçulmano deve imitar. As leis ocidentais, importadas do Ocidente, devem ser abolidas e substituídas pela sharia. Alusões profanas ao profeta são punidas com a morte.
O nível de intimidação cultural produzido no Ocidente pelas proibições dos muçulmanos já é muito elevado. São raríssimos aqueles que ousam referir-se ao Maomé histórico como sendo não apenas o fundador de uma religião, mas como um líder guerreiro implacável e cruel. Da mesma forma, os guetos islâmicos, que se multiplicam pela Europa, dão prova cotidiana da inadaptabilidade dos muçulmanos ao ethos secular e à convivência com a diversidade, típicos dos princípios culturais e jurídicos do Ocidente, pelo menos desde o século XIX. Mais do que tudo, as matanças praticadas pelos salafistas, os propagadores do Islã autêntico, demonstram ser necessário descartar a abordagem politicamente correta e permissiva com respeito às causas efetivas do terror islâmico, antes que nos perpetuemos como reféns de nossa própria fraqueza.
Luis Milman é professor de filosofia e jornalista. http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/16650-2016-08-02-21-09-06.html
SOCIALISMO É A PROMESSA DE OBTER UM RESULTADO POR MEIOS QUE PRODUZEM O RESULTADO INVERSO - "Revolucionários são doentes mentais. Os exemplos de sua incapacidade para lidar com a realidade como pessoas maduras e normais são tantos e tão gigantescos que seu mostruário não tem mais fim. Cito um dentre milhares. O sentimento de estar constantemente exposto à violência e à perseguição por parte da "direita" é um dos elementos mais fortes que compõem a auto-imagem e o senso de unidade da militância esquerdista. No entanto, se somarmos todos os ataques sofridos pelos esquerdistas desde a "direita", eles são em número irrisório comparados aos que os esquerdistas sofreram dos regimes e governos que eles próprios criaram. Ninguém no mundo perseguiu, prendeu, torturou e matou tantos comunistas quanto Lenin, Stálin, Mao Tsé Tung, Pol Pot e Fidel Castro. A militância esquerdista sente-se permanentemente cercada de perigos, e nunca, nunca percebe que eles vêm dela própria e não de seus supostos "inimigos de classe". Olavo de Carvalho http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/08/socialismo-e-promessa-de-obter-um.html
Revelando o Stalinismo do modelo multiculturalista na Suécia https://youtu.be/IRydOwBpzCU https://www.youtube.com/channel/UCJqOdpqndf1MPequlvDgGkA/videos
E o mundo descobre uma nova palavra: "Taharrush".
Em 11 de fevereiro de 2011, a repórter da CBS Lara Logan foi atacada
por um bando de homens no Cairo, capital do Egito, durante a cobertura
da queda do governo de Hosni Mubarak.
A foto do post mostra
Lara Logan poucos instantes antes de ser arrastada pela multidão, ter
suas roupas rasgadas e ser agredida e molestada sexualmente. Ela relatou
que quanto mais gritava de dor, mais os
agressores pareciam se divertir. A violência só acabou quando um grupo
de mulheres egípcias conseguiu alertar soldados locais que dispersaram o
grupo.
Em 30 de junho de 2013, durante uma manifestação também
no Cairo, uma jornalista holandesa foi filmada sendo arrastada por uma
multidão de homens e depois sexualmente atacada. O vídeo está circulando
pela internet e foi publicado pelo site InfoWars do Alex Jones.
Depois dos incidentes em Colônia, na Alemanha, ficamos sabendo que o
nome do arrastão muçulmano do estupro, que já acontece com alguma
frequencia em países da África, se chama "Taharrush". E é esse tipo de
bestialidade que está sendo importada para a Europa por seus líderes e
formadores de opinião lobotomizados pelo multiculturalismo suicida.
Da próxima vez que uma mulher indefesa for arrastada por uma multidão
de homens falando árabe em algum país europeu, você sabe agora que não é
coincidência, não é acidente, não é um crime comum. É "Taharrush".
- "O que a imprensa bananeira não vai te contar sobre a crise dos refugiados e os estupros na Alemanha"
E VC NÃO PODE SE DEFENDER NEM COM A VERDADE. A VERDADE É CRIME PARA OS TOTALITÁRIOS! Governos estão conluiados com terroristas e comprometidos com a destruição da cultura ocidental, meta da nova ordem mundial socialista.
Ângela Merkel, assim como Dilma, está no comando para destruir através do politicamente correto. *
"Islamofobia" é um termo da língua-de-pau esquerdista inventado para sugerir que ter medo de assassinos e terroristas é doença mental. (Olavo de Carvalho) "O que está se desdobrando hoje, não é uma guerra ao terrorismo para defender as liberdades, mas uma guerra contra as liberdades que requer a defesa do terrorismo." G. Edward Griffin
* Padre Paulo Ricardo tem um vídeo sobre marxismo cultural em que ele
compara o politicamente correto à AIDS: ambos neutralizam o sistema de
defesa e impedem uma reação saudável contra um mal disfarçado de outra
coisa. Foi em nome de justiça social ou de algum bem que os totalitarismos comunistas
dominaram algumas sociedades; e com variantes dessa mesma ISCA impõem o
desarmamento, a eutanária, o aborto, a censura, a extinção do
cristianismo, da educação, da meritocracia, a dissolução das soberanias
nacionais e o combate à independência individual e à livre iniciativa, tudo pelo poder. * EFEITO NEFASTO DO POLITICAMENTE CORRETO PERMITE ESTUPROS DE BRANCAS POR MUÇULMANOS http://conspiratio3.blogspot.com.br/2014/09/o-efeito-nefasto-do-politicamente.html * Taharrush Gamea (Arabic Rape Game) https://youtu.be/rrRgsBugCs8 * Islã/ Islão/islamismo : epidemia de estupros na europa parte1 /Alemanha https://youtu.be/raW-TJ247lo * Revelando o Stalinismo do modelo multiculturalista na Suécia https://youtu.be/IRydOwBpzCU *
O YOUTUBE IMPEDIU DE POSTAR O VÍDEO: ESTÁ BLOQUEADO NO MUNDO INTEIRO
Sayyid Qutb um dos fundadores da fraternidade ou irmandade islãmica, dá um sentido político aos versículos do Corão. A primeira obrigação de todo mulçumano que vive num país não islãmico é derrubar o governo. O Islã é um estado universal. Onde quer que o Islã se instale, vc tem um Estado dentro de um Estado. *
Olavo de Carvalho explica como o esquerdismo, além de desmoralizar o ocidente, está favorecendo a ascensão da religião islâmica e suas consequências sociais em todo ocidente.
Orban afirmou que ONGs que lutam pelo enfraquecimento da Europa, por meio das imigrações em massa, tem como melhor representante o investidor George Soros, grande financiador de ONGs esquerdistas, inclusive no Brasil. Leia o post “Quem financia a esquerda?“.
WIKIPEDIA: Taharrush jama'i(Arabic:تحرش جماعيtaḥarrush jamā'ī,egípcio pronúnciagamā'ī taḥarrush, lit. "assédio coletivo") é um tipo de assédio sexual e agressão sexual de mulheres por grupos de homens na rua que podem envolver estupro, espancamento e nome- telefônicos, tateando, convites sexuais [1] e roubo. O assalto geralmente acontece sob a capa protetora fornecida por grandes reuniões ou multidões, [2][3] eventos tipicamente massa, incluindo protestos, reuniões, concertos e festivais públicos. [4] O taharrusch termo geral e outras combinações como Taḥarrush el-ginsy[5](árabe:تحرش جنسيassédio sexual) têm desempenhado um papel controverso no Egito desde os tumultos políticos na década de 2000.
Logo no início forças de segurança egípcias foram acusados de usar
assédio sexual em mulheres ativistas e participantes de manifestações
públicas e comícios. O comportamento então se espalhou e foi usado por multidões de jovens para assediar mulheres em espaços públicos.
De acordo com Farhana Mayer, pesquisador sênior da Fundação Quilliam,
departamento de teologia, Taharrush é um sintoma da ideologia misógino
em que as mulheres são punidas por serem em público. [6]
Antes de 2006 o termo El taḥarrush refere-se principalmente ao abuso sexual de menores e jovens. [7] Já durante o referendo constitucional egípcia, 2005 ativistas relataram casos de que está sendo assediado por pessoal da polícia e contratou agentes provocadores durante as manifestações e comícios. Taharrush em seguida, começou a ser utilizado como um meio político. No Eid al-Fitr
férias em 2006, uma multidão de jovens assediar mulheres e meninas no
interior da cidade depois de terem sido negado o acesso a um cinema
local ganhou notoriedade na mídia social egípcia. Um estudo fornecida por uma ONG egípcia (e parcialmente financiado pela UE) [5]
descreveu várias formas de taharrush e introduziu o termo Taḥarrush
el-ginsy, assédio sexual, incluindo incidentes relacionados com grupos. [8] Em 2008, um cineasta local, Noha Rushdie, foi a primeira mulher a ganhar um processo judicial contra um molester. [9]
Os filmes têm alguma importância como um meio, uma vez que permitem
representação de eventos e temas atuais, bem como para um público
analfabeto em . Egito [10]Ihkî Ya Shahrazad (Les Filles du Caire, de Yusri Nasr Alá, em 2009) [10] e 678
(em árabe: فيلم 678 - feelm sitta seba 'thamaniyya) em 2010 estavam
entre os primeiros a mostrar várias formas de tarrush no Egito no
cinema. [11]678 (o número de uma linha de ônibus) causou algumas controvérsias no Egito [11][12], mas recebeu um prêmio em 2010 no Dubai International Film Festival e foi publicada em vários países (por exemplo, 2012 como Kairo 678 na Alemanha).
Ele descreve três mulheres de várias origens: a primeira usa uma faca
para se defender contra os ataques, o segundo está sendo assediado em um
grupo na presença de seu marido, que não é capaz de ajudá-la. Seu casamento não depois. O terceiro ativa um grupo de pessoas para ajudá-la contra um único molester.
Enquanto sua apresentação de um relatório para a polícia está sendo
bloqueado por oficiais, ela é convidada para aparecer em um programa de
TV, como ela foi a primeira mulher egípcia de apresentar um relatório
para o assédio. A revolução egípcia de 2011
viu uma obrigatoriedade do uso de assédio sexual como um meio de negar
às mulheres e ativistas femininas acesso a espaços e manifestações
públicas [13] e, como bem um contra-movimento maior por ONGs e organizações de mulheres. [14][15] As estratégias contra envolvidos foram discutidos em trabalhos de pesquisa. [16][17] Alguns incidentes relacionados com taharrush feitas notícia nacional no Egito e ganhou notoriedade nas redes sociais.
Depois de 9 de março de 2011, um dia após o Dia Internacional da
Mulher, alguns ativistas feministas detidas durante um comício na Praça
Tahrir foram forçados a ter sua virgindade inspecionados. [5] vídeos de celular, como o sutiã azul ou Tahrir menina, (Sit al Banat em árabe ), uma pessoa desconhecida coberta em um abaya e despiu-se no Cairo se tornou viral. [5] O fenômeno veio pela primeira vez à atenção dos ocidentais mídia depois de uma instância de um taharrush egípcio jama'i ataque ganhou manchetes quando um proeminente estrangeiro fêmea, CBS repórter Lara Logan, foi agredido por centenas de homens na do Cairo Tahrir Square durante seu relato da revolução egípcia de 2011.[18]
Durante o período do Mohammed Mursi governo, os incidentes se tornaram ainda mais violento.
Uma reunião de mulheres sobreviventes de tal tratamento, na véspera do
segundo aniversário da revolução egípcia (em 25 de Janeiro de 2013) se
reuniu no Café Riche (Talaat Harb próximo a Praça Tahrir) concluiu para
começar uma iniciativa política maior.
Eles ganharam o apoio de uma variedade de ONGs e partidos políticos
contra o uso de assédio sexual por parte das forças policiais. Lamis El Hadidy, uma apresentadora de TV e analista político, usou o tópico em uma transmissão de TV em fevereiro de 2013. [19]: 23 A primeira tentativa de mudar a lei penal, apoiada por exemplo, Amr Hamzawy falhou. [19] O partido governante fez mulheres que participam em manifestações públicas pessoalmente responsáveis por estes incidentes. [19] Em março de 2013, a Irmandade Muçulmana forneceu uma declaração contundente contra a ONU a Declaração sobre a Eliminação da Violência contra a Mulher como um perigo para as normas culturais do Egito e da sociedade. [20][21] A participação maciça das mulheres nos comícios públicos foi uma das razões para as controvérsias. [20] Um documento de trabalho do Instituto de Estudos de Desenvolvimento
(IDS, uma instituição de caridade de pesquisa afiliado à Universidade
de Sussex) descreve o fenômeno, a situação jurídica e as respostas da
sociedade civil. [19]
Depois de mais um incidente em 2014 foi notícia, quando pelo a
University College Cairo de Direito uma mulher tinha sido assediado por
um grande grupo de homens e teve de ser escoltado para a segurança pela
polícia, a lei penal egípcio foi parcialmente modificada. [19][22]
Ocorrência
IDS chama para ter um olhar mais atento sobre agressões sexuais por
motivos políticos em tempos de mudanças políticas e aponta para novos
estudos de investigação e de países em por exemplo, Líbia,Tunísia e Iêmen.[26] Alguns paralelos têm sido atraídos para provocações véspera ea multidão de jovens que harrassed mulheres e casais em um ano 2000 New York Parade (ataques Puerto Rican Day Parade).[23]
Europa
Segundo o jornal Die Welt, o Bundeskriminalamt, o escritório de Crime Federal alemão mencionado Taharrush gameâ em um documento interno colocado para fora depois de uma conferência com os executivos das várias forças policiais dos Länder. [2] O artigo de jornal em 10 de janeiro foi notícia internacional. Frankfurter Allgemeine Zeitung Beirute correspondente Stephan Erhardt relatou sobre a carreira estranho do termo Taharrush gameâ: Por exemplo, a Wikipedia alemã artigo iniciado com base em que o anúncio e usou a transcrição ligeiramente errado (em alemão, Taharrusch dschame'a seria apropriado) do BKA. [ 23]
Um relatório de North Rhine-Westphalia Ministério da Justiça à
apreciação do comité parlamentar do Interior descreveu "gameâ taharrush"
como o termo árabe para um modus operandi que ele descreveu como uma forma de grupo assédio sexual que ocorre em multidões. [23] Ele comparou bem véspera 2015 de Ano Novo Colônia incidente a incidentes que ocorreram na Praça Tahrir, no Cairo, durante a revolução egípcia de 2011.[24] Relatórios do North Rhine-Westphalia interior ministério e do alemão de Polícia Criminal Federal atribuiu a véspera de Ano Novo sexual assaltos na Alemanha. para a prática [2][24] Os autores foram disse ter sido "quase exclusivamente" de "Africano do Norte e árabe oriundos da imigração recém-chegados". [2]
No entanto, existem algumas diferenças importantes - o principal motor
por trás o (grupo relacionado) phenomen no Egito ter sido interesses
políticos e até mesmo os próprios governos, que não era o caso em
Colónia. [23]
Autoridades migratórias finlandês informou a polícia Helsínquia e
fez-los cientes das tentativas Taharrush planejadas antes do Ano Novo de
2015. [25]
semelhantes à Colônia, uma grande multidão de (cerca de 20.000)
pessoas, incluindo cerca de 1.000 refugiados se reuniram em torno da
estação de Helsínquia Central e do Senado praça em Helsínquia. A polícia estava presente com uma força enorme e organizado por uma dúzia de detenções preliminares em asilos de refugiados.
Em comparação com Colônia, todo o evento correu bastante pacífica e sem
incidentes maiores, mais uma dúzia de homens foi preso durante a noite,
mas foram libertados no dia seguinte. [26] De acordo com o autor russo e comentarista Yulia Latynina,
"Taharrush é um novo fenômeno social quando os visitantes da Europa
cometer violência contra as mulheres europeias em lugares lotados". [27] ***
Quando o professor Olavo de Carvalho dizia, novamente, há dez anos ou mais, que existia um plano a longo prazo e muito bem arquitetado para a tomada tanto moral quanto biológica da Europa por parte dos Islâmicos, riram dele; para variar, o mesmo de sempre: Chamaram-no de maluco, conspiracionista e todo tipo de coisa. http://conspiratio3.blogspot.com.br/2014/08/invasao-islamica.html GOVERNO ALEMÃO ESTÁ CONIVENTE? Assim como Dilma aqui, Angela Merkel está lá para destruir? Sim, pra mim estão em seus cargos para demolir as soberanias, os direitos dos indivíduos, até mesmo a noção de independência. Estes ataques coletivos são terrorismo, são atos de guerra contra o ocidente: contra as mulheres, contra o indivíduo, contra os povos não islâmicos. A Europa está sendo traída por dentro, seus próprios governantes são aliados dos seus inimigos totalitários. * "Graças ao seu conhecimento psicológico específico e à sua convicção de que as pessoas normais são ingênuas, uma patocracia é capaz de aprimorar as suas técnicas "anti-psicoterapêuticas" e, patologicamente egotística como de costume, insinuar seu mundo de conceitos deficientes para os outros em outros países, tornando-os suscetíveis à conquista e à dominação. Os métodos mais freqüentemente utilizados incluem os métodos paralógicos e conversivos, tais como a projeção das qualidades e intenção de uma pessoa sobre as outras, sobre grupos sociais ou nações, a indignação paramoral e o bloqueio reverso. Esse último método é o favorito dos patocratas, utilizado em larga escala, direcionando as mentes das pessoas medianas para um beco sem saída porque, como resultado, faz com que elas busquem pela verdade no meio termo entre a realidade e o seu oposto." (PONEROLOGIA: PSICOPATAS NO PODER)
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MERKEL E SEU BANDO ARRUINANDO A EUROPA https://youtu.be/osuhipZhR7U * George Soros responsável pelo "Futuro da Europa" https://youtu.be/Qrxu6Qi9aZk * GOVERNO E AUTORIDADES ALEMÃS ESTÃO COMPLACENTES COM O ESTUPRO COLETIVO TAHARRUSH https://youtu.be/5ivDxNMAB0w * O POLITICAMENTE CORRETO SERVE PARA AMARRAR VOCÊ ENQUANTO DESTROEM SUA VIDA E SEU PAÍS - A BESTIALIDADE POLITICAMENTE CORRETA CHAMADA TAHARRUSH http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/01/o-politicamente-correto-serve-para.html * Angela Merkel trabalha para os russos? http://www.midiasemmascara.org/artigos/globalismo/16299-angela-merkel-trabalha-para-os-russos.html Angela Merkel e Zuckerberg conversam sobre censurar posts no Facebook http://migre.me/sMmeB * "Islamofobia" é um termo da língua-de-pau esquerdista inventado para sugerir que ter medo de assassinos e terroristas é doença mental. (Olavo de Carvalho) * "O que está se desdobrando hoje, não é uma guerra ao terrorismo para defender as liberdades, mas uma guerra contra as liberdades que requer a defesa do terrorismo." G. Edward Griffin * A cada passo atrás que nós damos, eles avançam. Não temos outra saída a não ser ir em frente. * Padre Paulo Ricardo tem um vídeo sobre marxismo cultural em que ele compara o politicamente correto à AIDS: ambos neutralizam o sistema de defesa e impedem uma reação saudável contra um mal disfarçado de outra coisa. Foi em nome de justiça social ou de algum bem que os totalitarismos comunistas se infiltraram e dominaram algumas sociedades. E com variantes dessa mesma ISCA impõem o desarmamento, a eutanária, o aborto, a censura, a extinção do cristianismo, da educação, da meritocracia, a dissolução das soberanias nacionais e o combate à independência individual e à livre iniciativa, tudo pelo PODER. * TOTALITARISMO ISLÂMICO, COMUNISMO, NOVA ORDEM MUNDIAL - OLAVO DE CARVALHO https://youtu.be/BLOF2sTcls4 Sayyid Qutb um dos fundadores da fraternidade ou irmandade islãmica, dá um sentido político aos versículos do Corão. A primeira obrigação de todo mulçumano que vive num país não islãmico é derrubar o governo. O Islã é um estado universal. Onde quer que o Islã se instale, vc tem um Estado dentro de um Estado. Alá não é Deus, mas "a divindade" * Anos atrás ouvia o general Aleksandr Sakharovsky, chefe da espionagem estrangeira da União Soviética, pontificar que a nossa maior arma contra o nosso ‘principal inimigo’ (os EUA) deveria ser, a partir de então, o terrorismo, pois as armas nucleares haviam tornado obsoleta a força militar convencional. Conheci bem Sakharovsky – ele foi conselheiro chefe da inteligência soviética para a Romênia durante cinco anos. A sua aparência não era a de uma pessoa cruel, mas o terrorismo era a sua solução favorita para problemas políticos; durante os seus anos de atuação na Romênia, instigou a matança de cerca de 50 mil anti-comunistas. Depois, Sakharovsky serviu 16 anos – período sem precedentes – como chefe do serviço de inteligência estrangeiro da União Soviética (1956-1972), tempo durante o qual espalhou o terrorismo anti-americano pelo mundo. Em 1969, Sakharovsky tranformou o sequestro de aviões – a arma escolhida para o 11 de setembro – em terrorismo internacional. Em 1971, lançou a Operação Tayfun (palavra russa para “tufão”), destinada a transformar o antigo ódio mundial contra os nazistas em um ódio contra os EUA, o novo ‘poder de ocupação’." Ion Mihai Pacepa http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/16296-para-vencer-o-terrorismo.html