"TUDO, na vida intelectual, depende de uma distinção clara entre o que
você SABE, o que lhe PARECE RAZOÁVEL, o que você ACHA e o que você
apenas IMAGINA. Os quatro discursos de Aristóteles."
Olavo de Carvalho
*
"Filho
do homem, tu habitas no meio da casa rebelde, que tem olhos para ver e
não vê, e tem ouvidos para ouvir e não ouve; porque é casa rebelde." Ezequiel 12:2
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"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho
"TUDO, na vida intelectual, depende de uma distinção clara entre o que
você SABE, o que lhe PARECE RAZOÁVEL, o que você ACHA e o que você
apenas IMAGINA. Os quatro discursos de Aristóteles."
Olavo de Carvalho
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"Filho
do homem, tu habitas no meio da casa rebelde, que tem olhos para ver e
não vê, e tem ouvidos para ouvir e não ouve; porque é casa rebelde." Ezequiel 12:2
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"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho
Paulo Figueiredo Lembrando que tudo isso e todo esse caso do Banco Master começou na
Bahia, durante o governo do PT, porque a Bahia começou a conceder para o
Banco Master o Credicista, que é o crédito consignado para funcionários
públicos, a venda de outros ativos financeiros do estado, https://youtu.be/MnTu1WTmegc
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"Eu quero trazer para o pessoal esse SHIELD OF THE AMERICAS,
Escudo das Américas, e como que pode ser que os EUA estejam por trás
desse desvendar incrível do Banco Master. E digo mais, tudo o que a
gente viu do Banco Master é FICHINHA se fizessem o mesmo com o Itaú e o
BTG Pactual." Allan dos Santos
SHIELD
OF AMERICAS - Trump lança o “ESCUDO DAS AMÉRICAS” sem o Brasil: Lula
fica DE FORA do bloco contra cartéis e China PH Araujo nos EUA https://youtu.be/e-eo41qOFcA
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O QUE NÃO ESTÁ SENDO DITO É QUE HOJE O NARCOTRÁFICO SUSTENTA A ESQUERDA, E AS MÁFIAS ESTÃO A SERVIÇO DE
GOVERNOS. Pesquise: Putin, KGB, máfia russa, Olavo de Carvalho:
"O Estado soviético, a KGB e a máfia russa são uma única e a mesma
entidade."
"Os russos preparavam-se para essa operação desde os anos 50, quando a
KGB começou a treinar agentes para que se infiltrassem nas várias
quadrilhas de narcotraficantes no Terceiro Mundo, na Europa ocidental e
nos EUA. A idéia era dominar o mercado mundial, para criar uma
multiplicidade de fontes locais de financiamento para os movimentos
revolucionários, poupando ao governo soviético uma despesa considerável.
Verdadeiras universidades do crime foram criadas em vários pontos do
território soviético, elevando o narcotráfico às alturas de uma
especialidade acadêmica. A operação, com base no testemunho direto de um
de seus próprios articuladores principais, o general tcheco Jan Sejna, é
descrita com minúcia no livro de Joseph D. Douglass, Red Cocaine: The
Drugging of América And The West (1999), outro clássico imperdoavelmente
omitido na lista de Alan B. Jones. Por volta de 1980 o sistema estava
em pleno funcionamento. Sua implantação passou, é claro, pelo suborno e
arregimentação de inumeráveis agentes e funcionários de diversos
serviços secretos ocidentais, especialmente da CIA, o que se tornou
ainda mais fácil quando, nas últimas semanas do governo Reagan, uma
parte dos serviços dessa agência foi privatizada pelo mesmo presidente
que se notabilizara como o demolidor máximo do “Império do Mal”, donde
se conclui que os grandes homens também pisam no tomate. Foi a partir
daí que começaram a pipocar os casos de envolvimento de agentes da CIA
no narcotráfico internacional, fornecendo a McCoy e Piper o material
para os seus dois livros"
"Filho
do homem, tu habitas no meio da casa rebelde, que tem olhos para ver e
não vê, e tem ouvidos para ouvir e não ouve; porque é casa rebelde." Ezequiel 12:2
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"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho
Esta investigação leva você para dentro da engrenagem mais brutal da Coreia do Norte, onde o terror não é exagero midiático, mas um sistema calculado que mistura campos de prisioneiros, fome planejada, vigilância absoluta e ameaça nuclear para manter um país inteiro ajoelhado. Você vai entender por que a Organização das Nações Unidas afirma que a gravidade e a escala das violações de direitos humanos no país “não têm paralelo no mundo contemporâneo”, descrevendo uma lista de crimes que inclui extermínio, assassinato, escravidão, tortura, estupro, abortos forçados, desaparecimentos e fome deliberadamente provocada contra a própria população.
O vídeo reconstrói a linha do tempo da dinastia Kim: de Kim Il-sung e a criação do sistema de punição por três gerações, que condena netos pelos supostos crimes dos avós, passando por Kim Jong-il e a grande fome dos anos 1990, até chegar a Kim Jong-un, que herdou esse legado e o elevou a um novo patamar de controle total, com tecnologia de vigilância, campos de prisioneiros ampliados e um programa nuclear agressivo. Relatos de sobreviventes e documentos oficiais mostram como famílias inteiras desaparecem em campos de trabalho forçado, onde as pessoas são submetidas a espancamentos, torturas psicológicas, abusos sexuais, trabalho exaustivo e fome crônica, sem qualquer chance real de sair vivas.
Ao mesmo tempo, o vídeo destrincha o papel da propaganda e do culto à personalidade, mostrando como a imagem do Líder Supremo é construída desde a infância nas escolas, nas músicas, na televisão e até nas histórias em quadrinhos, apagando qualquer ideia de realidade fora das fronteiras do regime. A ideologia Juche e a doutrina “Songun” (prioridade militar) são apresentadas não como conceitos abstratos, mas como justificativas para desviar recursos da população faminta para o exército, para o programa nuclear e para o luxo da elite em Pyongyang. Na frente militar, o vídeo mergulha no programa de mísseis balísticos e armas nucleares, explicando como a Coreia do Norte desenvolveu capacidades capazes de atingir longas distâncias e desafiar sistemas de defesa de países como Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos. Modelos de mísseis como o Hwasong-17 são apresentados como parte de uma estratégia de dissuasão extrema: ao combinar um arsenal nuclear crescente com um histórico de violação maciça de direitos humanos, o regime cria um “escudo de impunidade”, pois qualquer intervenção é travada pelo medo de uma escalada nuclear devastadora. O roteiro também explora figuras centrais como Kim Yo-jong, peça-chave da propaganda e das ameaças ao exterior, cuja presença em declarações agressivas e eventos militares mostra que o poder na Coreia do Norte é familiar, mas também conquistado pela brutalidade e pela lealdade absoluta ao irmão. Em seguida, o vídeo foca em Kim Ju-ae, apresentada em lançamentos de mísseis e desfiles militares, sinalizando uma quarta geração da dinastia sendo moldada desde cedo para herdar não apenas o cargo, mas o legado de controle e crueldade que sustenta o regime. Além da repressão, o vídeo mostra a rachadura silenciosa: o fluxo de informações externas contrabandeadas por pen drives, DVDs e celulares vindos da China, que levam k-dramas, músicas e notícias do mundo real para dentro de uma sociedade criada na base da mentira. Essa infiltração de conteúdo estrangeiro mina o culto à personalidade e faz com que muitos norte-coreanos percebam, pela primeira vez, que a miséria em que vivem não é “normal”, criando um conflito interno perigoso entre o que o regime diz e o que eles veem com os próprios olhos. O vídeo também discute os cenários possíveis para um colapso do regime: desde uma ruptura interna na elite, até uma transição de poder turbulenta após a morte do Líder Supremo. Analistas alertam que uma queda súbita poderia desencadear uma crise de refugiados em massa rumo à Coreia do Sul e à China, criar risco de armas nucleares e químicas caírem em mãos de facções ou grupos armados e obrigar a comunidade internacional a responder rapidamente a um dos maiores desafios humanitários e de segurança do século. Se você quer entender por que a Coreia do Norte é descrita como um “Estado-prisão”, o que os relatórios oficiais não mostram na TV aberta, como o terror interno se conecta diretamente ao programa nuclear e o que isso significa para o futuro da península coreana e do mundo, este vídeo é essencial. Assista até o final para ver como relatos de sobreviventes, documentos da Organização das Nações Unidas e análises de especialistas se cruzam em um retrato brutal, mas necessário, de um regime que transformou o terror em legado e que ainda desafia toda a comunidade internacional.
"Hoje entendo que o esquerdismo não é um
ideal, uma crença, uma filosofia: é uma doença moral horrível, a
substituição do senso instintivo do bem e do mal por um conjunto de
artifícios lógicos que, por etapas, vão levando da mera perversão à
inversão completa, à santificação do mal e à condenação do bem." Olavo de Carvalho https://conspiratio3.blogspot.com/2023/05/olavo-de-carvalho-forca-diabolica-que.html
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TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
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"Filho
do homem, tu habitas no meio da casa rebelde, que tem olhos para ver e
não vê, e tem ouvidos para ouvir e não ouve; porque é casa rebelde." Ezequiel 12:2
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"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho