Alguns pacientes portadores de Parkinson nos procuram para fazer o tratamento com o Protocolo da Vitamina D.
A nossa conduta nesses casos tem sido manter a prescrição dos neurologistas e acrescentar doses hiperfisiológicas da Vitamina D potencializadas por uma rigorosa dieta antiinflamatória.
Existem centenas de milhares de trabalhos na literatura médica relatando que a gliadina, uma das proteínas do glúten, aumenta a expressão da zonulina que abre as junções dos enterócitos (tihght junctions) aumentando a permeabilidade intestinal (leaky gut).
Por meio dessas aberturas penetram na mucosa intestinal proteínas mal dobradas (alfasinucleínas anômalas) que podem chegar até o encéfalo por meio do nervo vago, desempenhando um papel crucial na fisiopatologia da doença de Parkinson.
Nos últimos anos nós compartilhamos diversos vídeos de pacientes que se submeteram ao Protocolo da Vitamina D e a dieta antiinflamatória com resultados bastante animadores.
Assistam ao depoimento do Sr. Gilberto e pesquisem na Internet “misfolded proteins and Parkinson”.
"O Parkinson é a doença dos sofredores crônicos. Não adianta apenas tratar os sintomas com remédios. O ideal é saber a causa do sofrimento e agir sobre ela, só assim os sintomas serão amenizados de maneira satisfatória... A dor emocional provoca um aumento na produção de SALSOLINOL, substância que mata as células nervosas responsáveis pelo controle dos movimentos. Situações traumáticas, ansiedade, angústia, cobrança excessiva e pessimismo aumentam a produção dessa substância e são grandes indicadores de um possível paciente com Mal de Parkinson", explica explica Cícero Coimbra, neurologista da Unifesp.
O SEDENTARISMO É UM ASSASSINO DE CÉLULAS CEREBRAIS
BDNF é uma sigla para Brain Derived Neurotrophic Factor, exerce
vários efeitos no sistema nervoso central, como crescimento,
diferenciação e reparo dos neurônios. O BDNF é produzido durante toda a
vida com o intuito de preservação de funções essenciais como o
aprendizado e memória, só para citar alguns. Acredita-se que um nível
elevado de BDNF poderia estar relacionado com uma melhor saúde cerebral.
Por outro lado, uma diminuição do BDNF pode estar relacionada com
diferentes alterações do sistema nervoso como a depressão,
esquizofrenia, doença de Parkinson, etc.Pesquisas indicam que a prática
regular de atividade física faz com que a produção do BDNF seja
aumentada, com isso pode-se obter uma melhoria na memória, nas funções
executivas e na saúde em geral. A produção de BDNF tem seus níveis
aumentados sob o efeito de uma única sessão de exercício. https://conspiratio3.blogspot.com/2021/03/instrutora-de-ginastica-esbanja.html
Informação
importante sobre a minimização da severidade da COVID-19, apresentada
no trabalho de Borsche e colegas recém publicado.
"O
risco de mortalidade do COVID-19 correlaciona-se inversamente com o
status da vitamina D3, e uma taxa de mortalidade próxima de zero poderia
teoricamente ser alcançada em 50 ng/mL 25 (OH) D3: Resultados de uma
revisão sistemática e meta-análise.
Antecedentes:
Muitas pesquisas mostram que os níveis de calcidiol (25 (OH) D3) no
sangue se correlacionam fortemente com a gravidade da infecção por
SARS-CoV-2. Há uma discussão aberta sobre se o D3 baixo é causado pela
infecção ou se a deficiência afeta negativamente a defesa imunológica. O
objetivo deste estudo foi coletar mais evidências sobre este tópico.
Os
conjuntos de dados fornecem fortes evidências de que D3 baixo é um
preditor, e não apenas um efeito colateral da infecção. Apesar das
vacinações em andamento, recomendamos aumentar os níveis séricos de 25
(OH) D para acima de 50 ng/mL para prevenir ou mitigar novos surtos
devido a mutações de escape ou diminuição da atividade de anticorpos.
Em
populações de coletores caçadores na África, a qtd de Vit D é mais de
cinco vezes maior que a recomendada pela OMS (isto também foi observado
no Caribe)... Seria importante também controlar selenio, magnésio e
Vit. A e E e zinco para otimizar as condições de uma imunidade boa e
funcional. https://www.facebook.com/paolo.zanotto.39/posts/10224151322362596?comment_id=10224151607249718
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VITAMINA D no tratamento de Parkinson e Alzheimer com Dra. Karine Koller
Anos atrás, saiu uma matéria no Jornal da Tarde em que o médico entrevistado dizia mais ou menos o seguinte: o envelhecimento é o enfraquecimento dos tecidos do corpo. O exercício físico tem um efeito, ainda não totalmente explicado, de fortalecer todo o corpo e não apenas as partes exercitadas, portanto o exercício combate o envelhecimento.
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EXERCÍCIO E CÉREBRO - BDNF
"Embora a saúde física seja nitidamente privilegiada, não é só ela que sai no lucro quando exercícios são incorporados ao cotidiano. É unanimidade entre os expertes que dar adeus ao sofá tem um potencial efeito protetor sobre o cérebro, já que promove a formação de vasos sanguíneos e NOVOS NEURÔNIOS (neurogênese). Além disso, reduz processos inflamatórios e possíveis lesões relacionadas ao estresse oxidativo na massa cinzenta, fenômeno comparável ao enferrujamento dos metais." (Revista Saúde Fevereiro 2021)
BDNF é uma sigla para Brain Derived Neurotrophic Factor, exerce vários efeitos no sistema nervoso central, como crescimento, diferenciação e reparo dos neurônios. O BDNF é produzido durante toda a vida com o intuito de preservação de funções essenciais como o aprendizado e memória, só para citar alguns. Acredita-se que um nível elevado de BDNF poderia estar relacionado com uma melhor saúde cerebral. Por outro lado, uma diminuição do BDNF pode estar relacionada com diferentes alterações do sistema nervoso como a depressão, esquizofrenia, doença de Parkinson, etc.Pesquisas indicam que a prática regular de atividade física faz com que a produção do BDNF seja aumentada, com isso pode-se obter uma melhoria na memória, nas funções executivas e na saúde em geral. A produção de BDNF tem seus níveis aumentados sob o efeito de uma única sessão de exercício. https://www.neuroglia.com.br/artigos/bdnf-e-exercicios-fisicos/
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EXERCÍCIOS ESTIMULAM A NEUROGÊNESE
Um dos aspectos mais notáveis da neurogênese no hipocampo é que experiências vividas podem regular o ritmo da divisão celular, a sobrevivência de neurônios recém-formados e a capacidade de se integrarem ao circuito neural existente. Camundongos adultos transferidos de uma gaiola despojada e simples para outra maior, com rodas de corrida e brinquedos, apresentarão aumento significativo em sua neurogênese. Em seu laboratório, Henriette van Praag descobriu que basta que camundongos se exercitem em uma roda de corrida para quase duplicar o número de células que se dividem no hipocampo, resultando em aumento significativo no número de novos neurônios. Curiosamente, atividades físicas regulares, como correr, também podem aliviar a depressão em seres humanos, talvez por ativarem a neurogênese.
Relações entre neurogênese, maior atividade mental e física também sugerem que as pessoas podem reduzir o risco de doenças neurológicas e melhorar os processos de regeneração natural do cérebro, escolhendo uma vida mentalmente desafiadora e fisicamente ativa.
(Texto extraído da revista Mente&Cérebro, edição especial, número 19) Mais em: Como Nascem os Neurônios