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quinta-feira, 19 de setembro de 2024

JORNALISTA detona o STF ao vivo na GloboNews e é cortado por apresentador desesperado! - oiluiz TV

 

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GAZETA DO POVO - Lista dos principais abusos que podem levar ao impeachment de Alexandre de Moraes https://conspiratio3.blogspot.com/2024/09/gazeta-do-povo-os-principais-abusos-que.html

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IMPEACHMENT - PRESSIONE QUEM ESTÁ EM CIMA DO MURO https://votosdeputados.com.br/

https://votossenadores.com.br/

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🚨 ASSINE AGORA: IMPEACHMENT DE ALEXANDRE DE MORAES - PELO BEM DA DEMOCRACIA https://www.change.org/p/impeachment-de-alexandre-de-moraes-pelo-bem-da-democracia

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Clique num nome de deputado e mande um e-mail contra os projetos de censura, aborto, impostos, impunidade, desarmamento, eleições, etc.  https://placarcongresso.com/pages/c-ranking.html

https://placarcongresso.com/pages/s-ranking.html

https://placarcongresso.com

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ALLAN DOS SANTOS e a "democracia" do Alexandre de Moraes -   https://conspiratio3.blogspot.com/2024/09/allan-dos-santos-e-democracia-do.html

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PESQUISA: PREFERÊNCIA DA ESQUERDA POR CENSURA  Leandro Ruschel  92% dos que votaram em Lula no segundo turno estão a favor da decisão de censurar o X no Brasil, enquanto 95.5% dos que votaram em Jair bolsonaro no segundo turno declaram que são contra essa decisão; enquanto os isentões 2/3 defendem a censura. 

Leandro Ruschel "Supremo está adotando cada vez mais uma posição de esquerda, recebendo o apoio massivo da esquerda e recebendo a condenação  massiva da direita"  

E é essa "justiça" política, partidária, que conta nossos votos. "Cale-se agora e se cale para sempre".

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A direita não tem canais para se expressar, as plataformas estão dominadas, obedientes à lei-Xandão. A direita renasceu com a liberdade na Internet, que permitiu o ressurgimento do debate e da verdade, e pode morrer sem ela. CENSURA FAVORECE A ESQUERDA. O STF ESTÁ INTERFERINDO NAS ELEIÇÕES.


"EMERGÊNCIAS" PARA EXTINGUIR DIREITOS - O livro de G. Agamben foca na atual prática, global, de substituir a democracia por estado de sítio ou de exceção permanentes, de legitimar a eliminação dos direitos e aumento do poder do Estado. "Estado de Exceção" de G. Agamben: "Não há nenhuma salvaguarda institucional capaz de garantir que os poderes de emergência sejam efetivamente usados com o objetivo da salvar a constituição. Só a determinação do próprio povo em verificar se são usados para tal fim é que pode assegurar isto (...) As disposições quase ditatoriais dos sistemas constitucionais modernos, sejam elas a lei marcial, o estado de sítio ou os poderes de emergência constitucionais, não podem exercer controles efetivos sobre a concentração dos poderes. Consequentemente, todos esses institutos correm o risco de serem transformados em sistemas totalitários, se condições favoráveis se apresentarem." (C. J. Friedrich) https://conspiratio3.blogspot.com/2024/08/leandro-ruschel-censura-global-mark.html

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Bertrand de Jouvenel, "O PODER" - "Dai que a Revolução da Inglaterra tenha reforçado o Poder com menos eficácia e duração que a Revolução da França e esta menos que a Revolução da Rússia. Em todas, porém, o processo foi o mesmo. Essas revoluções foram apenas aparentemente revoluções contra o Poder. Essencialmente, elas deram ao Poder um vigor e uma arrogância novos, destruíram os obstáculos que se opunham de longa data a seu desenvolvimento."   "Todas as revoluções não fizeram senão tornar mais perfeita a máquina governamental em vez de quebrá-la. Os partidos que," sucessivamente, lutaram pelo Poder viam na conquista desse enorme edifício de Estado a presa oferecida ao vencedor. (Marx)" https://conspiratio3.blogspot.com/2024/01/john-stuart-mill-liberdade-de-expressao.html

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A LIBERDADE DE EXPRESSÃO É A DEMOCRACIA. A democracia elege tudo, até presidentes. https://conspiratio3.blogspot.com/2024/07/a-liberdade-de-expressao-e-democracia.html

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Bruna Torlay "E tanto o genocídio promovido pelo nazismo quanto os genocídios promovidos pelo comunismo têm por base o fato de que a uma casta tudo, aos outros a morte. Esse é o ponto." https://conspiratio3.blogspot.com/2022/02/bruna-torlay-desenhando-o-cancelamento.html

 

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TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html

 

São Paulo precisa de um milagre! 

"Salvarei o Brasil se ouvir em todas as casas ao menos uma jaculatória da minha Coroa das Lágrimas"  https://youtu.be/Po12Ny6K2kI?t=26

GRANDES PROMESSAS https://youtu.be/TuAsi3ZTrZI 

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"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho


REZE PELO BRASIL. REZE PELA VERDADE. Ela está em perigo de extinção permanente, substituída por ideologias e pretextos. 

domingo, 22 de junho de 2014

DECRETO 8243 - O GRANDE SILENCIO DA MAIORIA DESORGANIZADA - DEMÉTRIO MAGNOLLI

 

Demétrio Magnolli - O povo organizado

A finalidade do Decreto 8.243 é moldar uma 'sociedade civil' adaptada às estratégias de poder do governo
 
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) converteu-se numa linha de montagem de artefatos ideológicos. Entre tantos países, escolheu a Venezuela chavista como sede de sua única filial no exterior. Num relatório produzido pela filial, lê-se o seguinte: "O modelo bolivariano afasta-se, sem dúvidas, da democracia representativa despolitizadora que predomina ainda hoje no mundo. Supera o modelo idealizado pelos pais fundadores da república norte-americana". As duas frases ajudam a decifrar o sentido do decreto presidencial que instaura a "democracia participativa". 
As palavras cruciais são "democracia representativa despolitizadora". De fato, o princípio da representação sustenta-se sobre o pressuposto de que os cidadãos têm outros afazeres além da política. A maioria esmagadora das pessoas consagra o seu tempo ao trabalho produtivo, aos estudos, ao lazer, aos afetos e aos amores. Os militantes políticos, pelo contrário, dedicam-se essencialmente à carreira política, que enxergam como fonte de poder, prestígio, dinheiro ou (raramente) como ferramenta para a "reforma do mundo". O Decreto 8.243, dos "conselhos participativos", procura reduzir a abrangência da "democracia representativa despolitizadora". É um golpe dos militantes políticos contra as pessoas comuns, cuja "participação" perde valor nos centros de decisão de políticas públicas. 
O conceito de sociedade civil (ou "esfera pública") é objeto de complexas discussões filosóficas, mas existe um consenso básico enunciado por Habermas: a autoridade estatal não faz parte dela. O governo brasileiro, contudo, baixou um decreto que oferece uma definição oficial de sociedade civil ("o cidadão, os coletivos, os movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados, suas redes e suas organizações"). Em todo o debate sobre o Decreto 8.243 não há nada mais chocante do que a ausência de um grito coletivo de indignação da sociedade civil diante dessa suprema arrogância estatal. No Brasil, o Estado nasceu antes da nação e, de certo modo, a esculpiu segundo suas conveniências. Uma prova da persistente fragilidade de nossa sociedade civil encontra-se nesse silêncio --e, mais ainda, na recepção calorosa do decreto por intelectuais que ganham a vida falando sobre a sociedade civil. 
A finalidade do Decreto 8.243 é moldar uma "sociedade civil" adaptada às estratégias de poder do governo: o "povo organizado", no dialeto dos militantes. Na prática, a seleção dos "coletivos" e "movimentos sociais" com assento nos "conselhos participativos" equivale à atribuição de rótulos de legitimidade oficial a determinadas lideranças sociais. Sob o lulopetismo, o Estado não apenas define a sociedade civil, mas também traça os seus contornos, excluindo os "indesejáveis" da esfera pública. "Participação"? Não: a "democracia participativa" pretende restringir a fiscalização social do Estado aos associados ideológicos do governo. 
O Decreto 8.243 nasce no solo arado pela crise de legitimidade do sistema político-partidário e pela desmoralização do poder parlamentar. A "sociedade civil" que o decreto delineia tem a vocação de operar como um parlamento paralelo. Gilberto Carvalho, nomeado secretário-geral da "sociedade civil" estatizada, não mente quando diz que o embrião dessa "democracia participativa" já existe, na forma de "conselhos" e "conferências nacionais" controlados por "movimentos sociais" financiados, direta ou indiretamente, pelo governo.
 
No final do segundo mandato de Lula, realizou-se a Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), um encontro desses "movimentos sociais" promovido pelo governo. A Confecom aprovou o "controle social da mídia" --isto é, no dialeto dos militantes, a censura à imprensa. Para florescer, a "sociedade civil" estatizada precisa amordaçar a sociedade civil.
 

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

A VIDA LOUCA DOS REVOLUCIONÁRIOS - DEMÉTRIO MAGNOLI



A turma do quebra - tudo

Em doze ensaios biográficos, o sociólogo Demétrio Magnoli revela quanto os intelectuais revolucionários foram movidos por conflitos e ambições pessoais (18/12/13) Duda Teixeira - Foi o toque de uma mulher bêbada no corpo de Sayyid Qutb que levou o funcionário do Ministério da Educação do Egito a radicalizar suas ideias. Hoje uma inspiração para terroristas islâmicos do mundo todo, ele estava em viagem aos Estados Unidos, onde viveu por dois anos e meio a mando de seu governo. A experiência foi tão traumática que o funcionário antecipou a volta. Das jovens americanas, concluiu que o poder de sedução estava "nos seios redondos, nas nádegas cheias, nas coxas bem torneadas e nas pernas elegantes'". Para sua completa repulsa, elas nada faziam para esconder seus tesouros. As igrejas não passavam de "praças de recreio sexual". No Cairo, nos anos 1950, Qutb ingressou no grupo radical da Irmandade Muçulmana. Em seu livro Milestones (Marcos), escrito no cárcere, ele desenvolveu o conceito da jihad como uma guerra contra os infiéis do Ocideme. Em meio à globalização, homens como ele viram que, por meio da jihad, poderiam afastar o futuro que os amedrontava e, de quebra, impor seu poder sobre aquilo que estava ao alcanc e: suas próprias mulheres. Quando um demente atira contra cristãos em um shopping no 42 Quênia ou contra urna menina no caminho da escola no Paquistão está, no fundo, seguindo os passos de Qutb — um homem que dizia não ter se casado porque não encontrara uma mulher suficientemente pura.

Expor os problemas privados dos outros é uma tática rasteira, usada com frequência para atacar rivais ideológicos. Desvios sexuais, infidelidades conjugais ou a relação familiar não são medidores confiáveis da qualidade de uma figura pública. Excecões devem ser abertas aos revolucionários. Padecendo de problemas pessoais, muitos deles procuraram resolvê - los destruindo o muodo à sua volta para moldá - lo ao seu interior doentio. Essa é uma das conclusões que se podem tirar de A Vi da Louca dos Revolucionários (Leya; 240 páginas; 39,90 reais), do sociólogo Demétrio Magnoli. A obra recém - lançada traz doze ensaios sobre personagens corno Qutb: com aspirações desmedidas, traumas de infância e preconceitos étnicos. Suas palavras empolada s e em prol de uma humanidade melhor só resistiram até provocar a primeira morte.

No Camboja, o comunista Pol Pot é conhecido por ter levado um quarto da população nacional à morte entre 1975 e 1979. Sem conseguir implantar uma sociedade igualitária nas c idades, obrigou todos os habitantes a mudar - se para o campo. Milhares morreram de fome. Pol Pot dividiu a população em três grupos: o povo, os candidatos a povo e as "novas pessoas", que deveriam ser eliminadas. O alvo dos golpes de picareta, o principal m étodo de assassinato, eram principalmente aqueles com ascendência ou origem vietnamita, pelos quais Pol Pot nutria enorme antipatia. Enquanto os desafetos de Pol Pot eram os vietnamitas, os da alemã Ulrike Meinhof eram os nazistas — de sua própria família. O conhecimento de que seu pai tinha pertencido ao partido de Adolf Hitler a levou a fundar a organização terrorista Baader - Meinhof. Ela dizia que a Alemanha Ocidental, uma democracia em pleno vigor, era um Estado fascista contra o qual toda violência seri a legítima. Ao confundir democracia e totalitarismo, ela expiava a culpa que trazia no sangue. Todos os revolucionários eram membros da classe média. Pol Pot estudou em uma escola francesa de elite. Ulrike era uma jornalista bem - sucedida, mãe de dois filh os. Para Magnoli, o achado não foi uma surpresa; "Os revolucionários são o resultado da abundância do capitalismo". A inclinação pela revolução seria um sintoma da ambição pelo poder. Ao desmomarern o Estado, eles poderiam se tornar os novos monarcas, ou s eus conselheiros diretos. Mesmo quando cometeram a revolução, o cálculo nem sempre funcionou. Com o caos instalado e as instituições corrompidas, eles encontraram o castigo no próprio sucesso.

http://sistemas.mre.gov.br/kitweb/datafiles/Oslo/pt-br/file/Arquivo%20de%20Noticias/Sele%C3%A7%C3%A3o%20de%20Not%C3%ADcias%20Culturais%20-%20168.pdf

'A Vida Louca dos Revolucionários' examina a obsessão pela ruptura


A Revolução Francesa desencadeou um desejo de mudança que marca esta era, defende Demétrio Magnoli em "A Vida Louca dos Revolucionários". No livro, Magnoli examina a vida e as motivações de doze personagens fora do círculo das celebridades revolucionárias. A ideia é tentar compreender a natureza do pensamento que o autor considera utópico.

"A nossa era histórica está marcada precisamente pela obsessão moderna com a ruptura, que forma uma curiosa tradição", escreve. "O culto ao novo é seu traço mais fundamental: desde que caiu a Bastilha, o 'antigo' converteu-se em sinônimo de anacrônico ou ultrapassado".

John Reed (1887-1920), Victor Serge (1890-1947), Filippo Marinetti (1876-1944), Marcus Garvey (1887-1940), Cyril L. R. James (1901-1989), George Orwell (1903-1950), Juan Lechín Oquendo (1914-2001), Frantz Fanon (1925-1961), Sayyid Qutb (1906-1966), Ulrike Marie Meinhof (1934-1976), Steve Biko (1946-1977) e Pol Pot (1925-1998) foram os escolhidos pelo autor. "De alguma forma, os doze vultos desse livro continuam entre nós", diz.


Divulgação
 
Os protagonistas deste livro desejavam uma mudança drástica em suas vidas
Revolução é uma obsessão de nossa era histórica, diz Magnoli

"A Revolução Russa provavelmente seria narrada de outra forma, não fosse pelo célebre livro de Reed. Sem Marinetti, talvez jamais existisse o futurismo italiano. Sem Orwell, pode-se apostar que uma parcela muito menor da humanidade tomasse consciência do totalitarismo".

As personalidades escolhidas compartilharam, por ideais e meios distintos, o desejo de mudar o mundo. "Pátria não é um país ou uma nação para a maior parte dos doze", conta.

Formado em ciências sociais e jornalismo pela USP (Universidade de São Paulo) e doutor em geografia humana pela mesma instituição, Demétrio Magnoli foi professor universitário e colunista da Folha (2004-06).

Entre outros títulos, Magnoli assina "Uma Gota de Sangue", "O Mundo em Desordem" e "O Leviatã Desafiado"

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"A Vida Louca dos Revolucionários"
Autor: Demétrio Magnoli
Editora: LeYa
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da
Livraria da Folha

 
O erro de Demétrio Magnoli 
 
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anarquismo