Eles criaram o vírus. Eles disseminaram o vírus e negaram sua contagiosidade. Disseram que qualquer investigação sobre estes fatos mais que suspeitos era antidiplomática. Inventaram a solução da quarentena pseudo-científica, que não funciona, e rejeitaram todas as outras que demonstraram alguma eficácia. Criaram uma vacina, imposta com punição para quem a recusa, e ocultam da população-cobaia que a vacina é experimental. E em SP, o contrato também é sigiloso.
Estas e outras informações estão disponíveis na Internet, mas as mentes já não somam 2+2. A censura traz o excesso de mentiras que prejudica a inteligência e o cérebro: já não ligamos os fatos, apenas aceitamos a voz da autoridade. Somos o gado conduzido passivamente para o matadouro.
É preciso esclarecer à população: A CORJA É MAIS PERIGOSA QUE O VÍRUS.
SUPERDIMENSIONAR O PERIGO DÁ SUPERPODERES A POLÍTICOS -
https://conspiratio3.blogspot.com/2021/03/superdimensionar-o-perigo-da.html
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Cientistas britânicos afirmam que o medo virou uma arma para controle durante a pandemia
O jornal London Telegraph Reports divulgou nas últimas semanas relatos de diversos cientistas, em que esses manifestam um pesar pelo uso do “medo” como método “antiético” e “totalitário” utilizados durante a pandemia da Covid-19 para o controle da população.
As declarações foram coletadas pela autora Laura Dodsworth para seu livro: “Um estado de medo: como o governo do Reino Unido transformou o medo em uma arma durante a pandemia de Covid-19”, que foi lançado recentemente.
O London Telegraph afirmou em sua reportagem que os relatos são de membros do Grupo Científico da Influenza Pandêmica sobre o Comportamento (SPI-B), um subcomitê do Grupo de Aconselhamento Científico para Emergências (Sage), o principal grupo de consultoria científica do governo do Reino Unidos.
As informações citadas no livre de Dodsworth apontam que em um briefing de março de 2020, quando o primeiro bloqueio foi decretado, o governo entendeu que deveria aumentar “o nível percebido de ameaça pessoal” que o vírus representa porque “um número substancial de pessoas ainda não se sente suficientemente ameaçado pessoalmente”.
De acordo com um dos cientistas ouvidos, “Em março [2020], o governo estava muito preocupado com a conformidade e pensava que as pessoas não gostariam de ser presas. Houve discussões sobre a necessidade do medo para encorajar a conformidade, e foram tomadas decisões sobre como aumentar o medo”.
Um dos cientistas entrevistados por Laura Dodsworth, o psicólogo Gavin Morgan, fez parte do comitê e admitiu que promover o medo generalizado foi questionável. “Obviamente, usar o medo como meio de controle não é ético. Usar o medo cheira a totalitarismo. Não é uma postura ética para nenhum governo moderno”, disse.
Outros ainda assumiram a falta de ética no uso do medo, até porque o método resultou em um pânico maior nos cidadãos.
O governo britânico decretou diversas medidas de restrições para a suposta contenção da Covid-19, chegando até a controlar celebração de Natal da população.
Em novembro de 2020, cerca de 500 médicos chegaram a denunciar ao primeiro-ministro da Inglaterra, Boris Johnson, que os números sobre os casos de contaminação pelo coronavírus estavam sendo “exagerados”, para criar a narrativa da segunda onda. Para os médicos e cientistas, a resposta do governo à pandemia do vírus chinês tornou-se “desproporcional”.
A carta diz que a forma como o governo lida com a pandemia pode “causar mais danos do que benefícios”. Além disso, “é normal ver um aumento de doenças e mortes durante os meses de inverno”, disseram.
“É notável que a taxa de mortalidade no Reino Unido esteja atualmente em torno da média para esta época do ano. O uso do termo ‘segunda onda’ é, portanto, enganoso”, afirma a carta.
“O uso do medo foi definitivamente questionável do ponto de vista ético. Foi como um experimento estranho. No final das contas, o tiro saiu pela culatra porque as pessoas ficaram com muito medo”, afirmou um dos cientistas.
Outros membros do comitê ainda confessaram um certo autoritarismo implantado por meio das declarações e alegaram uma suposta “surpresa” com o fato de que a psicologia foi transformada em “arma.”
“Sem uma vacina, a psicologia é sua principal arma”, afirmou um dos ouvidos.
Questionado sobre as denúncias, um psicólogo do SPI-B, Gavin Morgan, somente afirmou que a utilização do medo é realmente um ato antiético.
De acordo com informações oficial no site no governo britânico (Independent Scientific Pandemic Insights Group on Behaviours (SPI-B), o Comitê visa a fornecer “aconselhamento científico comportamental com o objetivo de antecipar e ajudar as pessoas a aderir a intervenções recomendadas por especialistas médicos ou epidemiológicos.”
A participação inclui os principais especialistas dos campos da academia e da indústria, e as reuniões contam com a presença de especialistas importantes do governo.
https://www.aliadosbrasiloficial.com.br/noticia/cientistas-britanicos-afirmam-que-o-medo-virou-uma-arma-para-controle-durante-a-pandemia
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