O golpe contra a Democracia ("poder do povo") aconteceu em 96 pois tiraram do povo o poder de fiscalizar a contagem dos votos. Contar o voto escondido é o golpe! Mesmo com relatório "passa-pano" ninguém prova que o ladrão venceu. A máquina do careca não faz prova... faz truque. https://twitter.com/felipemgimenez/status/1590050241168179200
Não há prova de fraude porque não há prova do voto! Se o voto não existe materialmente ele é só um pulso elétrico. Sendo só um pulso elétrico pode ser ou não ser qualquer coisa a qualquer momento! Quando vc entenderão isso?! https://twitter.com/felipemgimenez/status/1590054502261936129
Existe uma forte operação para abafar a reação. Corruptos nas entranhas do poder estão agindo. Eles estão em TODOS os lugares (não há exceção!). Nossa salvação depende do volume de nossa reação. Levem a sério este momento. É agora ou nunca.https://twitter.com/felipemgimenez/status/1589922363860484097
“O medo é mau conselheiro “ Sabe quando vms parar? NUNCA” Olavo de Carvalho
*
Amílcar Brunazo - Voto Impresso Auditável - Aliados Brasil e Articulação Conservadora - Amílcar Brunazo, engenheiro, programador de computadores especializado
em segurança de dados, moderador do Fórum do Voto Eletrônico. http://www.brunazo.eng.br/voto-e/indice.htm
Prof. Pedro Dourado Rezende (CMind) fala ao Senado Federal sobre a
fragilidade na segurança das urnas eletrônicas e o risco para as
eleições brasileiras.
O
Brasil é o único país da galáxia no qual apuração secreta é coisa
democrática e exigir recontagem de votos é antidemocrático. O tom de
aparente sinceridade, até de inocência, com que tantas pessoas
consideradas cultas enunciam esses julgamentos mostra que os últimos
vestígios de educação política desapareceram do cérebro nacional. Só a
educação política? Não. A racionalidade em geral. A total insensatez
tornou-se critério de normalidade.
Carl
Schmitt, o desafortunado filósofo que meio involuntariamente ajudou a
formular os planos do Estado nazista, definia a política como aquele
campo da atividade humana no qual nenhuma resposta racional às dúvidas é
possível e onde, portanto, só o que resta é reunir os "amigos" contra
os "inimigos".
Há
muitas situações que são incontornavelmente políticas, nesse sentido.
Uma eleição é o exemplo mais típico. É impossível provar racionalmente
que X será melhor ou pior governante que Y. Pode-se conjeturar o futuro
em termos de probabilidade razoável, mas nem todos os melhores cálculos
probabilísticos do mundo, somados, poderão jamais eliminar a sua própria
margem de erro e provar racionalmente que ninguém deve apostar nela. A
decisão, portanto, é política em sentido estrito.
Apuração de votos, no entanto, não é uma questão política de maneira alguma. É uma questão de aritmética e de verificação idônea.
Também
não é de maneira alguma uma tomada de posição política afirmar que uma
apuração secreta, inacessível a qualquer averiguação popular ou
recontagem de votos, é uma aberração autoritária incompatível com a
idéia de “democracia”, mesmo tomada na sua acepção mais elástica. É uma
questão de lógica, de pura comparação de conceitos.
E
não é uma questão política saber o sentido da palavra “democracia”. É
uma questão de consulta ao dicionário. Democracia sem transparência,
democracia onde todo mundo é obrigado a aceitar, sem questionamentos, a
palavra de um funcionário estatal altamente suspeito de parcialidade e o
parecer técnico de uma empresa já mil vezes acusada de fraude, não é
democracia em nenhum sentido identificável da palavra. No entanto, todo o
establishment político e midiático deste país, todas as mentes
iluminadas e pessoas maravilhosas repetem que é, e chamam de “extremista
de direita” quem insista em exigir eleições limpas, com apuração
controlada pelo povo. Quem é extremista, nós ou o beautiful people que quer nos fazer engolir essa politização forçada, esse schmittianismo psicótico?
O
simples fato de que respondam com uma rotulação ideológica pejorativa a
uma afirmação auto-evidente já mostra que querem transferir a discussão
do campo da razão para o da guerra política nua e crua. Não querem
saber se você diz a verdade. Só o que lhes interessa é se você está no
grupo dos “amigos” ou dos “inimigos”. E no mesmo instante em que fazem
isso têm ainda a cara de pau de discursar contra o “fanatismo” e
a “radicalização”.
Apuração
secreta é fraude. É fraude em si mesma, independentemente de pequenas
fraudes pontuais que possam ocorrer também. É fraude e é a negação
ostensiva de todo princípio democrático.
Não
podemos aceitar essa imposição de maneira alguma, quer venha do
governo, da mídia chique ou de uma oposição vendida, frouxa e cúmplice.
Muito
menos é uma questão política saber se o Foro de São Paulo é ou não é a
maior e mais poderosa organização política que já existiu no continente,
se nele se irmanam ou não se irmanam partidos legais com organizações
criminosas, se nele os destinos das nações são ou não são decididos em
segredo, pelas costas dos povos. Tudo isso é fato tão bem documentado
que até os mais fiéis e destacados membros dessa organização o
confessam. O sr. Lula em primeiro lugar.
Mas,
para os nossos políticos que se dizem “de oposição”, falar disso é
“extremismo de direita”. São eles que politizam tudo, são eles que fogem
do campo dos fatos verificáveis para o dos carimbos ideológicos. E, no
entanto, os extremistas somos nós.
Continua
vigorando, com total e unânime aprovação da classe política, o acordo
que segundo o sr. Fernando Henrique Cardoso existe entre o seu partido e
o PT: Nada de divergências ideológicas ou estratégicas, apenas disputa
de cargos, donde a redução do confronto partidário a dois itens :
corrupção e má administração. Isso é disputa de prefeitura do interior. É
rebaixamento da República brasileira à condição de papagaio amestrado,
que só diz o que o dono manda.
Por
mais "dura" que seja a oposição prometida por quem se autonomeia
opositor no Congresso Nacional, enquanto ela se limitar a questões de
incompetência administrativa e roubo, sem mencionar o maior dos crimes,
que é o Foro de São Paulo, continuará subserviente ao pacto de contornar
divergências ideológicas.
É
esse tipo de mordaça anestésica que o povo não suporta mais. É por isso
que, saltando por cima dos representantes que se recusam a
representá-lo, hoje ele sai às ruas para dizer o que eles não querem que
ninguém diga.
Pois agora vão ter de ouvi-lo e segui-lo, ou ficar para trás e ser jogados na lata de lixo do esquecimento.
A Dra Maria Aparecida Cortiz bem que podia aparecer por aqui e pôr a boca no trombone. Acho que esse pessoal do CMIND desistiu diante do desabamento do Estado de Direito no Brasil. Sempre que esse grupo aparecia, expunha a fraude do sistema eleitoral. E é claro que deve haver um conluio com o Youtube para censurar qualquer crítica séria e qualquer um dos nomes dos especialistas do CMIND. E agora podemos incluir no bloqueio o nome do Dr Felipe Gimenez, que não pára de falar que precisamos cobrar o escrutínio público e a materialidade do voto para PROVAR que eles existiram.
"Cerca de sete anos atrás, dois cidadãos alemães realmente contestaram a constitucionalidade do voto eletrônico perante o Tribunal Constitucional daquele país. A decisão do Tribunal Constitucional alemão salientou a necessidade de transparência absoluta no processo eleitoral, o que não é possível se o processo estiver restrito ao conhecimento técnico especializado. Portanto, o tribunal concluiu que o exame complementar pelos órgãos eleitorais e pelo público em geral só poderia ser viabilizado por meio de registros físicos de votos, além do armazenamento eletrônico." https://convergencias.org.br/artigo-internacional-sobre-os-problemas-do-processo-eleitoral-brasileiro/
Não somos nós que temos de provar que é possível fraudar. Eles do TSE é que têm obrigação de deixar tudo do avesso para vermos e atestarmos a honestidade total do pleito. Sem transparência não há eleição.
*
"Só
pessoas prodigiosamente incultas podem ter alguma dificuldade de
compreender que uma eleição presidencial com apuração secreta, sem
transparência nenhuma, é inválida em si mesma, independentemente de
fraudes pontuais terem ocorrido ou não.
O
número de jumentos togados e cretinos de cinco estrelas que, mesmo
opondo-se ao governo, raciocinam segundo a premissa de que a sra. Dilma
Rousseff foi eleita democraticamente em eleições legítimas, premissa que
lhes parece tão auto evidente que não precisa sequer ser discutida,
basta para mostrar que o estado de calamidade política e econômica em
que se encontra o país vem precedido de uma calamidade intelectual
indescritível, abjeta, inaceitável sob todos os aspectos."
Pesquisem com o pessoal do CMIND que é um palavrão
para os censores e fraudadores. CENSURA, aliás, é mais uma evidência de
que não querem ser postos à prova.
"SE O SISTEMA É FRAUDADO, COMO BOLSONARISTAS FORAM ELEITOS?" Nenhum dos jornalistas respondeu. Eles precisam se informar. Eu já ouvi essa resposta, é uma resposta técnica. Fraudar um presidente é mais importante e qualitativamente diferente de fraudar deputados.
Outra coisa que precisa ser dita e repetida exaustivamente é que SEM TRANSPARÊNCIA NÃO HÁ ELEIÇÃO, mesmo se o TSE agir honestamente em todos os outros quesitos.
"Só
pessoas prodigiosamente incultas podem ter alguma dificuldade de
compreender que uma eleição presidencial com apuração secreta, sem
transparência nenhuma, é inválida em si mesma, independentemente de
fraudes pontuais terem ocorrido ou não.
O
número de jumentos togados e cretinos de cinco estrelas que, mesmo
opondo-se ao governo, raciocinam segundo a premissa de que a sra. Dilma
Rousseff foi eleita democraticamente em eleições legítimas, premissa que
lhes parece tão auto evidente que não precisa sequer ser discutida,
basta para mostrar que o estado de calamidade política e econômica em
que se encontra o país vem precedido de uma calamidade intelectual
indescritível, abjeta, inaceitável sob todos os aspectos."
Pesquisem com o pessoal do CMIND que é um palavrão para os censores e fraudadores. CENSURA, aliás, é mais uma evidência de que não querem ser postos à prova.
Colei o título "Documentário Urnas Eletrônicas - Manipulações e Guerra Cibernética - 2020 - legendas em português" no Youtube e deu uma página do jornal Gazeta do Povo, se não me engano. Quando cliquei para assistir, sumiu. Agora não mostra mais nada.
URNAS AUDITÁVEIS, SIM, MAS QUEM VAI AUDITAR? É o que alerta o advogado Felipe Gimenez: QUERO CONTAR OS VOTOS entrevista com
o autor do texto do Projeto de Lei de Iniciativa Popular para Contagem
Pública dos Votos, o procurador de MS, Felipe Gimenez e o idealizador do
Grupo B38, coronel Marco Koury.
# Peça o documento para impressão e coleta de votos no email:
querocontarosovotos@gmail.com
Bia, uma sugestão: traga todo o pessoal do CMIND. Eles sabem muito e vão direto ao ponto.
Outra sugestão: não dá, como diz Telmário Mota, para pedir a participação dos Partidos pelo fato de que ELES FAZEM PARTE DO PROBLEMA! Estão em silêncio há muito tempo e de alguma forma concordam e ganham com tudo isso.
BIA KICIS - Voto Impresso auditável. Quem tem medo da transparência eleitoral? - Alexandre Garcia, Amilcar Brunazo, Rodrigo Constantino, Felipe Gimenez, Carol de Toni, Paulo Eduardo Martins, Pompeo de Mattos, Major Vitor Hugo, Eduardo Girão, Osvaldo Maneschy https://conspiratio3.blogspot.com/2021/04/bia-kicis-voto-impresso-auditavel-quem.html
Lançamento da campanha voto impresso/auditável com grandes
personalidades como os jornalistas Alexandre Garcia, Rodrigo
Constantino, Osvaldo Maneschy, os Senadores Plinio Valerio, Eduardo
Girão, os deputados Bia Kicis, Carol de Toni, Paulo Eduardo Martins,
Pompeo de Mattos, Major Vitor Hugo, o Professor Amilcar Brunazo, o
Procurador MS Felipe Gimenez e o Presidente do PTB Roberto Jefferson.
"Só
pessoas prodigiosamente incultas podem ter alguma dificuldade de
compreender que uma eleição presidencial com apuração secreta, sem
transparência nenhuma, é inválida em si mesma, independentemente de
fraudes pontuais terem ocorrido ou não.
O
número de jumentos togados e cretinos de cinco estrelas que, mesmo
opondo-se ao governo, raciocinam segundo a premissa de que a sra. Dilma
Rousseff foi eleita democraticamente em eleições legítimas, premissa que
lhes parece tão auto evidente que não precisa sequer ser discutida,
basta para mostrar que o estado de calamidade política e econômica em
que se encontra o país vem precedido de uma calamidade intelectual
indescritível, abjeta, inaceitável sob todos os aspectos."
Supremas Cortes internacionais: urnas eletrônicas sem voto impresso, são inconstitucionais. Conforme os juízes da Corte Alemã, utilizar essas urnas no processo eleitoral, viola o Princípio da Publicidade, ou o direito básico de uma eleição pública, ao gerar impedimentos de controle direto do cidadão, como afirmou o Presidente do Tribunal, ao anunciar a decisão: