PAULO FIGUEIREDO - Investiguei a razão do NY Times ter exposto BOLSONARO na embaixada. Veja quem participou... https://youtu.be/pO8KPEgfUxg
* * * * * * *
TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
* * * *
"Salvarei o Brasil se ouvir em todas as casas ao menos uma jaculatória da minha Coroa das Lágrimas" https://youtu.be/Po12Ny6K2kI?t=26
O problema da imprensa não é ter um lado, mas esconder isso. Esconder é a
prática jornalística, hoje. Esconder, manipular e mentir em nome de um
jornalismo que existiu, mas hoje é só fachada. Pois se eles alardeassem o
que estão realmente fazendo, ninguém compraria nem assistiria jornais.
*
Revista Crusoé: O Jornalismo Investigativo Reduzido À Fofoca de Grupos de WhatsApp
(...) A
revista publicou hoje (11/10) em tom de alarde uma extensa matéria
pretensamente “investigativa” informando de uma reunião de lideranças de
grupos de direita e apoiadores do Presidente Bolsonaro, ocorrida em
abril desse ano em São Paulo (SP). O jornalista que assina a matéria,
Felipe Moura Brasil, não se preocupou em ouvir as pessoas por ele
mencionadas na reportagem, como manda a boa prática jornalística.
Dentre os participantes da reunião, que foi um encontro privado em um
fim de semana, estavam youtubers como Paula Marisa, dirigentes de
movimentos conservadores e de direita como Edson Salomão, Pietro
Dicenzo, Tatiana Sca, Camila Abdo, Ted Martins, Alex Melo, Carla do
Vale, líderes de grupos de outros estados, além do editor do Crítica
Nacional, Paulo Eneas, e o empresário e ativista e também colaborador e
membro do conselho editorial deste jornal, Otávio Fakhoury.
O conteúdo da reportagem, assinada por Felipe Moura Brasil, beira ao
patético devido às ilações apresentadas, evidenciando que Felipe Moura
Brasil não aprendeu o be-a-bá das práticas elementares de jornalismos
investigativo, pois:
a) Sugere que a reunião tenha sido secreta, o que obviamente é uma
sandice, uma vez que o próprio Crítica Nacional publicou matéria no dia
09/04 intitulada Movimentos de Direita de Todo o País Articulam Apoio à
Agenda Conservadora de Jair Bolsonaro, relatando a reunião e as
discussões que foram travadas. Houvesse o diretor de jornalismo da Jovem
Pan feito um trabalho correto de investigação jornalística, não
rotularia o encontro como sendo secreto.
b) A matéria da Crusoé/Amiga/Contigo também publicou alguns áudios em
que um dos organizadores tratam da organização do encontro. Em dos
áudios, o caráter informal e não sigiloso do encontro ficou evidenciado
pelo afirmação irônica feita por Otávio Fakhoury a respeito de uma
“central de conspiração”.
c) Não estivesse Felipe Moura Brasil sofrendo de surtos episódicos de
analfabetismo funcional, tamanho seu esforço de combater a direita raiz
que historicamente apoiou e apoia o projeto político representado pelo
Presidente Bolsonaro, ele teria tido discernimento para perceber o tom
sarcástico e irônico da menção à “central de conspiração”, uma vez que
ninguém anuncia a natureza de sua atividade conspiratória.
d) A menção leviana e mentirosa feita por Felipe Moura Brasil quanto
ao uso de recursos públicos no evento receberá de nós o tratamento em
separado pelas vias apropriadas. Por ora, fica aqui o desafio ao diretor
de jornalismo da Jovem Pan para mostrar evidências do emprego de um
único centavo sequer de recursos públicos na organização e realização do
evento. A não ser que o jornalista seja desonesto o bastante com seu
público para considerar uso de dinheiro público a participação, em um
evento privado de fim de semana, de convidados que exercem cargos
públicos.
A reportagem “investigativa” da Crusoé é o retrato mais acabado de um
pseudo-jornalismo investigativo que, sem um objeto de investigação
definido e pautado unicamente pela intenção de promover guerra política,
reduziu-se a um clipping de mensagens vazadas de aplicativos de
conversas privadas, o que coloca a revista no mesmo patamar ético do The
Intercept.
E o fato de o jornalista Carlos Andreazza, um analista político que
detém o recorde e a façanha de nunca ter acertado nenhuma de suas
análises, ter rotulado a matéria da Crusoé de reportagem do ano,
constitui-se no que pode ser chamado de um abraço de afogados. Pois nada
como um “selo Andreazza” de qualidade para mostrar que o jornalismo
investigativo de uma publicação está no mesmo nível das fofocas de uma
Revista Amiga ou Contigo. Artigo completo: https://criticanacional.com.br/2019/10/11/revista-crusoe-o-jornalismo-investigativo-reduzido-a-fofoca-de-grupos-de-whatsapp
* LEANDRO RUSCHEL - O @BlogDoPim fez longa matéria, se utilizando de
supostas conversas privadas, para atacar quem ele chama de "milicianos
bolsonaristas", com o claro objetivo de colocar tais pessoas na mesma
condição de MAV's, numa espécie de vingança pessoal por ter sido
criticado pela turma. https://threadreaderapp.com/thread/1182697405612998656.html
Olavo de Carvalho · A
mentira grossa de que o presidente americano Donald Trump havia
desistido de apoiar o ingresso do Brasil na OCDE foi muito mais do que
banal "fake news". Foi uma tentativa deliberada, criminosa e macabra de
criar uma crise diplomática giganteesca, trazendo para o Brasil um dano
imensurável.. Foi uma tentativa de GOLPE DE ESTADO. Será que o governo e
as Forças Armadas vão continuar fingindo não perceber a imensidão dos
crimes que a mídia corrupta e comunista comete contra o país?
*
Quanto mais relativista e ignorante é uma sociedade, mais é manipulável por fake news e desinformação.
"Não
existe ética, não existe moral onde não existe amor à verdade, e não
existe amor à verdade onde não existe a paciência de buscá-la." Olavo de Carvalho
* Precisamos fazer uma lista destes crimes para jogar na cara de esquerdistas que estão olhando para o outro lado:
Adrilles Jorge · A
imprensa se justificando no caso da OCDE, do falso apocalipse de Greta ,
dos pretensos desmandos da lava-jato, das falsas suásticas,das falsas
frituras de ministros, das falsas notícias é a imprensa brigando com a
realidade, com raiva da realidade não se ajustar à sua vontade. A imprensa
necessita terapia.
Quando um órgão , uma instituição - a mídia -
que pretende investigar a verdade quer doutrinar os fatos de acordo com
sua vontade, o que se tem é uma instituição esquizofrênica que gera
desinformação e loucura coletiva.
Cláudio Tonelli · É
claro que a mídia internacional correu culpar Bolsonaro pelo petróleo
nas praias do Nordeste... assim como o culparam de Brumadinho, assim
como o culparam pelos incêndios na Amazônia... assim como o culparão
tantas outras vezes, daquilo que ele nunca faria...
* Na década de 1990, o PT enganava a população camuflando-se de
paladino da ética e, enquanto usava CPIs para destruir adversários, já
preparava o Mensalão. E o jornalismo, tomado por comunistas, não alertou
a população. Lula, presidente, comprou a imprensa com dinheiro do BNDES, CARF e outros, pasmem, alegando proteger a democracia! Lula aniquilava opositores com falsos dossiês, falsas investigações e o conluio da imprensa. A
lei Ruanet selecionava apenas obras de esquerda com o dinheiro do povo
de direita que NÃO ERA REPRESENTADO política ou culturalmente até a
chegada de Bolsonaro. Foi a Internet que furou o bloqueio. A querra de
ocupação de espaços e doutrinação obrigatória esquerdista foi feita toda
na pontas dos pés, ocultada por todos os meios de comunicação de
massas. A bandilma comprou a censura do Google, Youtube, Facebook, etc.,
mascarando tudo com o nome de humanizaredes. Tudo isso foi possível
porque a verdade foi ocultada. A esquerda não pode deixar claro a que
veio, esquerdismo é mentirismo e sempre controla a informação para fazer
o mal em nome de um bem.
*
"A LIBERDADE DE EXPRESSÃO É A MAIS IMPORTANTE DE TODAS AS LIBERDADES POIS SEM ELA NÃO PODEMOS DEFENDER AS OUTRAS!"
A CENSURA ACABA COM A DEMOCRACIA.
*
Se você não pode informar, não pode ser informado. Se você não pode
alertar, não pode ser alertado. A liberdade de expressão é o que permite
nossa vigilância sobre os poderes.
A censura ameaça a democracia muito mais que fake news, cyberbullying,
boatos e opiniões somados. A credibilidade e releväncia das mentiras são
CAUSADAS pela censura e falta de informações.
A interferência espúria nas últimas eleições, além das fake news da
imprensa ideológica, FOI CENSURA do Google, Facebook, Youtube, TSE e
outras. Há anos o brasileiro vem sendo submetido à censura e ocultação
de informações, especialmente criadas para distorcer a avaliação dos
fatos e impedir o questionamento das mentiras bombardeadas dia e noite
sobre ele! Isso vem DE CIMA PARA BAIXO e não das redes.
*
O QUE PRECISAMOS É DA CPMI PARA INVESTIGAR A CENSURA.
*
CPMI DAS FAKE NEWS vai investigar fake news e cyberbullying que possam
ter influído nas eleições, mas desprezam a censura que discriminou a
direita e INFLUIU NAS ELEIÇÕES.
A censura contra a direita influiu muito mais nas eleições e no
ACOBERTAMENTO dos crimes de políticos do que qualquer fake news
compartilhada pelas redes sociais. As verdadeiras fake news vem de cima
para baixo, dos poderes, de partidos, ONGs, ONU, da imprensa, e podem
incitar a crimes, como a tentativa de assassinato contra Bolsonaro. A
censura às fake news favorece as fake news porque reduz a vigilância da
sociedade, o questionamento e as verdades circulantes. Este é o
resultado colateral premeditado.
Censura é um instrumento do mal para impedir sua própria correção. É o prenúncio do totalitarismo, do controle incontrolável.
*
"Boatos e mentiras só muito raramente circulam pela sociedade totalmente
à margem dos grandes jornais. Muito pelo contrário. Como vamos mostrar
neste livro, eles muitas vezes vieram montados no dorso largo do
establishment midiático, visando sobretudo inflenciar a opinião pública
em benefício de agendas muito específicas, seja pela omissão, seja pela
criação de fatos ou versões." Cristian Derosa - "Fake News"
*
O PROBLEMA NÃO SÃO AS FAKE NEWS, mas a falta de verdades para confrontá-las e da liberdade para questioná-las.
*
Quanto mais se criminaliza a opinião, mais peso ela ganha, deixando de
ser mera opinião, e, pior, mais se esvazia a noção de verdade dos fatos
que relativiza a opinião. A opinião pode ser criminalizada oorque hoje
ela tem mais peso que os fatos.
*
Vão extinguir a democracia com o argumento que precisam eliminar
mentiras? É a liberdade que faz a triagem das mentiras, das suspeitas,
das opiniões, até chegar ao conhecimento. Eliminar mentiras pela censura
não garante a presença de verdades, mas, ao contrário, a presença de
verdades garante a eliminação das mentiras. E a verdade é o que
desaparece com a censura.
Então, o crime é suprimir a informação relevante, e isso acontece de cima para baixo, dos poderes para o povo.
*
Censura à maioria é um perigo maior do que qualquer ameaça que ela pretenda evitar.
*
Mentiras fazem parte da vida e podem ser desmascaradas, mas a CENSURA só
existe em ditaduras e anuncia o TOTALITARISMO. O MAL não evolui para
algo melhor, mais humano, mais razoável porque contém dentro de si o
mecanismo repressivo para impedir sua própria correção. A CENSURA
transforma o poder num controle incontrolável. O cidadão de um Estado
comunista não deseja o totalitarismo, mas "ninguém sabe como pará-lo, já
que nenhuma razão para pará-lo pode ser proferida sem penalidade
instantânea." Roger Scruton
*
"A LIBERDADE DE EXPRESSÃO É A MAIS IMPORTANTE DE TODAS AS LIBERDADES POIS SEM ELA NÃO PODEMOS DEFENDER AS OUTRAS!" Ana Paula
*
Os Bolsonaro, vítimas frequentes de fake news da fake imprensa, deveriam
investir num grupo de estudos para dissecar a origem, o financiamento, a
finalidade, desmascarar todo o MODUS OPERANDI da campanha difamatória e
da difusão de mentiras, sobretudo o politicamente correto, que nos
atinge a todos DE CIMA PARA BAIXO. Era pra ontem.
*
A imprensa hoje é fake e CONDUZ boa parte da opinião pública OMITINDO O
QUE É REAL E FUNDAMENTAL e alardeando detalhes fora de contexto e
mentiras. Fabricando com isso um quadro geral totalmente deformado. O
resultado é, por exemplo, a legitimação do assassinato de Bolsonaro,
pois para qualquer um que se fie na imprensa, Bolsonaro é o inimigo
número UM da humanidade e da democracia e melhor seria se alguém o
eliminasse.
* As campanhas de ética e moralidade, que há uma década atiraram o País
numa compulsiva e interminável caça às bruxas, não nasceram de nenhum
intuito moralmente respeitável. Nasceram de uma perversa e oportunística
decisão publicitária das esquerdas, que, cansadas de perder eleições,
cederam enfim ao argumento estratégico do sr. Herbert de Souza, o
famigerado “Betinho”, de que não deviam se opor abertamente aos valores
dominantes, mas encapsular seus projetos políticos em slogans gerais e
vagos, a que ninguém pudesse se opor sem assumir uma constrangedora
aparência de defensor do mal. Assim nasceram as campanhas pela “Ética” e
“Contra a Fome e a Miséria”. Quem pode ser contra a ética ou a favor da
fome e da miséria? Em pouco tempo todos os partidos e instituições,
arrastados pela geral hipnose semântica, estavam postos a serviço da
operação. Imaginando trabalhar pela moral e pelos pobres, trabalhavam
para a glória da malícia esquerdista. CPI na testa - Olavo de Carvalho -30 de março de 2000 http://olavodecarvalho.org/cpi-na-testa/
* Critério certeiro - Olavo de Carvalho Mais
de uma vez aludi aqui à máxima leninista “Acuse-os do que você faz,
xingue-os do que você é.” Ela fornece um critério certeiro para
discernir a lógica de muitas manobras estratégicas e táticas do
esquerdismo organizado: sempre que os partidos de esquerda lançam uma
campanha de denúncias ferozes contra algum delito real ou imaginário, é
porque eles mesmos, naquele preciso instante, estão preparando ou
praticando outro crime da mesma espécie e de dimensões incalculavelmente
maiores. Isso é assim desde os tempos do próprio Lênin, e o sr. Fidel
Castro o ilustra novamente ao tentar alarmar a platéia quanto a uma
impossível invasão americana do continente no instante mesmo em que vai
preparando um ataque à Colômbia. Igualmente pedagógico é o timing dos
esquerdistas chiques do Partido Democrata americano, que armam um
escarcéu dos diabos acusando o vice-presidente de vazar informações
sobre uma inócua agente da CIA ao mesmo tempo que abrem um rombo na
segurança nacional revelando os locais onde o Exército guarda
importantes terroristas presos. Mas
os exemplos locais não são menos edificantes.
O começo da década de 90, o tempo da “campanha pela ética na política”,
da gritaria anti-Collor e das CPIs em que o sr. José Dirceu brilhava
diagnosticando conspirações e golpes de Estado em cada intercâmbio
chinfrim de propinas e favores, quase sempre aliás inexistentes, foi
precisamente a época em que ele próprio e seus companheiros de cúpula do
PT começavam a montar, por trás da cena, o mais vasto empreendimento de
ladroagem política já observado neste país. http://olavodecarvalho.org/criterio-certeiro/
A ética da baixeza - Olavo de Carvalho - 2000 Não
existe ética, não existe moral onde não existe amor à verdade, e não
existe amor à verdade onde não existe a paciência de buscá-la. Quando os
intelectuais abandonam toda investigação séria para consagrar-se à
tarefa auto-assumida de “fazer história”, de moldar o mundo à sua imagem
e semelhança, de derrubar governos e inventar sociedades, a consciência
geral se rebaixa ao nível dos cabos eleitorais e dos incitadores de
desordens. Nesse momento, dizia Eric Voegelin, os personagens mais
desprezíveis e caricatos, que numa situação normal seriam votados ao
esquecimento ou ao ridículo, adquirem súbito relevo como encarnações
literais e rasas dos caprichos da multidão enfurecida que, na
desorientação geral, se afirmam como um “Ersatz” do bem e da justiça. http://olavodecarvalho.org/a-etica-da-baixeza/
O tamanho da encrenca - Olavo de Carvalho - 2004
Foi justamente por tê-los lido que percebi, antes de qualquer outro
comentarista da grande mídia nacional, a profunda e essencial
articulação entre dois aspectos da organização petista que, para a
opinião ingênua da maioria, permanecem separados e antagônicos: a
máquina de investigação e acusação que elevou o PT à condição de juiz
supremo da moralidade nacional e a máquina de corrupção organizada que
fez dele o partido mais rico e poderoso do país.
Simplesmente não pode ser coincidência que o líder petista que
apadrinhou Waldomiro Diniz (Dirceu) seja o mesmo que anos atrás, com sua
experiência de agente secreto treinado em Cuba, era acusado de ter sob
seu comando batalhões de olheiros e “arapongas” infiltrados em todos os
escalões da administração pública, brilhando nas CPIs com informações
espetaculares das quais nem as autoridades policiais dispunham.
Simplesmente não pode ser coincidência que o partido mais intimamente
associado a organizações internacionais criminosas como as Farc e o MIR
chileno esteja, na escala nacional, tão próximo de quadrilhas de
contraventores que, como ninguém ignora, são a fachada incruenta da
indústria global do narcotráfico e dos seqüestros.
Só uma organização desse porte — e dessa complexidade — poderia realizar
o prodígio de meter-se em tantas atividades suspeitas e, ao mesmo
tempo, conservar a imagem de autoridade moral com que destrói a
reputação de tantos adversários e reduz os demais à condição de
colaboradores servis.
Tudo indica que no PT a retórica de acusação moralista e a promiscuidade
com o crime não são dois aspectos contraditórios. São peças
perfeitamente articuladas de uma engrenagem gigantesca voltada para um
só objetivo: a conquista do poder total por todos os meios possíveis e
imagináveis, pouco importando se lícitos ou ilícitos. http://olavodecarvalho.org/o-tamanho-da-encrenca/ https://conspiratio3.blogspot.com/2019/10/oposicao-bolsonaro-vai-russia-antes-de.html
URGENTE - Os Bolsonaro,
as vítimas frequentes da pseudo-imprensa, deveriam investir num grupo de
estudos e apurar isso em detalhes, dissecar a origem, o financiamento, a
finalidade e desmascarar todo o MODUS OPERANDI da campanha difamatória e
da difusão de mentiras, sobretudo o politicamente correto, que atinge o
povo DE CIMA PARA BAIXO. Isso era pra ontem.
Fake News, jornalismo e a grande mídia com Cristian Derosa
*
"FAKE NEWS - QUANDO OS JORNAIS FINGEM FAZER JORNALISMO"
Por volta de 2004, acompanhei o deslumbre de alguns professores e pesquisadores de comunicação com a possibilidade estimulante da "TV digital", cuja atividade com o público iria finalmente promover uma emancipação jamais vista e sepultar a passividade do rádio e da TV para criar modelos totalmente inovadores. Programas de pesquisa investiram dinheiro governamental em estudos, doutorados e especializações, empenhados na reflexão aprofundada sobre formatos e meios de ampliar a tal interatividade. Dez anos depois, o Youtube substituiu a TV e as redes sociais criaram um ambiente de debates nunca antes visto. Mas aonde foram parar aqueles pesquisadores deslumbrados deslumbrados com a interatividade agora que ela finalmente chegou? Estão fechados nas redações e centros acadêmicos maldizendo os avanços que antes celebravam. A festejada interatividade chegou, mas trazendo uma voz popular diferente da esperada pelos intelectuais que passaram a classificá-la como "AMEAÇA À DEMOCRACIA".
O artigo The Science of Fake News, publicado na revista Science,
em maio de 2018, tenta dar conta do fenômeno que considera uma
preocupação e um problema global. Segundo o artigo, de autoria de David
Lazer e outros, as notícias falsificadas sempre existiram, mas nos
últimos anos as fake news ganharam sua “versão politicamente orientada”.
O que os autores querem dizer é que grande parte do conteúdo do que
eles chamam de fake news é simplesmente conteúdo conservador ou de
direita. Ao que parece, a hegemonia da esquerda em todo o aparato
midiático não tolera vozes discordantes e tão logo surjam são
imediatamente catalogadas como um problema global a ser resolvido.
Em maio de 2018, pouco antes do início das campanhas para a eleição
presidencial, Jair Bolsonaro já aparecia como líder nas pesquisas,
impulsionado por multidões organizadas nas redes sociais. À época, o
editor-chefe da revista Piauí, Fernando de Barros e Silva, declarou em
um podcast, que a postura editorial do jornal Folha de S. Paulo seria a
de “tentar pegar Bolsonaro de qualquer jeito, na linha: ‘como posso
prejudicar Bolsonaro fingindo fazer jornalismo’”. São palavras dele. O
subtítulo deste livro é, portanto, uma homenagem àqueles jornalistas que
se perderam pelo caminho, desiludidos com a verdade, com o jornalismo e
com a democracia. Este livro é sobre as fake news quando praticadas
pela grande mídia.
As redes sociais e a liberdade informativa na internet propiciaram o
retorno de uma prática comum nos primeiros jornais: a busca desenfreada
por atenção do leitor mediante títulos impactantes que muitas vezes
distorcem ou invertem a realidade. E essa é a principal crítica feita
pelo establishment midiático à internet. Chamada antigamente de “penny
press”, ou jornalismo de centavos, os jornais sensacionalistas buscavam
ganhar na venda de cada exemplar a cada cidadão com apelo essencialmente
popular. O modelo que veio a seguir foi inaugurado pelo The New York
Times, e pretendia vender credibilidade por assinatura. Um modelo de
jornalismo responsável e que não precisava vender a capa ao leitor, pois
o tinha na lista de assinantes, acabou trocando o patrão popular pelo
patrão empresarial e governamental, rendendo-se às grandes agendas
funcionalistas da transformação social.
Mas a liberdade na internet está trazendo o fim do modelo de
jornalismo por assinatura, dos grandes grupos que demandam credibilidade
prévia. A descrença nas empresas de mídia acabou gerando uma reação
desesperada por parte dela contra as vozes do homem comum na internet e
em todo meio que escape dos filtros midiáticos.
A nova mídia das redes sociais repete em alguma medida as condições
daquela problemática, mas libertadora ligação com as vozes populares.
As FAKE NEWS são produzidas pela imprensa convencional, pois os
boatos e mentiras produzidos pelas redes não têm a autoridade suficiente
para repelir e sobreviver à devassa de milhares de curiosos e
desconfiados internautas que só têm a ganhar com a verdade. A verdade é
parte do sistema imunológico social.
"Boatos e mentiras só
muito raramente circulam pela sociedade totalmente à margem dos grandes
jornais. Muito pelo contrário. Como vamos mostrar neste livro, eles
muitas vezes vieram montados no dorso largo do establishment midiático, visando
sobretudo inflenciar a opinião pública em benefício de agendas muito
específicas, seja pela omissão, seja pela criação de fatos ou
versões." "Embora os grandes jornais nos queiram fazer
crer que informações falsas circulem à margem da sua influência, a
história mostra que a informação falsa tem muito mais a ganhar quando
vem da mídia controlada por grandes grupos" (Cristian Derosa, "Fake News - quando os jornais fingem fazer jornalismo")
"Os "meios de difusão" tornaram-se "meios de ocultação" numa escala tal que já não há nenhum exagero em dizer que a mídia popular tem hoje por missão principal ou única tornar a verdade inverossímil ou inalcançável. Qualquer pessoa que tenha os jornais e a TV como sua fonte principal de informações está excluída, in limine, da possibilidade de julgar razoavelmente a veracidade e a importância relativa das notícias." http://www.olavodecarvalho.org/semana/121206dc.html
Olavo de Carvalho · Será que ninguém, nem nos serviços de inteligência militar, percebeu que o ataque unânime e incansável da mídia inteira ao presidente Bolsonaro é já um GOLPE DE ESTADO?
"A mídia, no Brasil, não registra os fatos: ela os planeja e produz." Olavo de Carvalho
"A uniformidade de opiniões, ódios e preconceitos, as estratégias coordenadas com a velocidade do raio, a completa ausência de pluralismo e debate já deveriam bastar para qualquer pessoa inteligente perceber que a mídia brasileira é um órgão de controle social ditatorial, não de promoção da democracia. Mas, como essa realidade é chocante e assustadora, muitos preferem fingir que não a enxergam." Olavo de Carvalho
FORA
O ESCÂNDALO PERSISTENTE E SINISTRO DA PRÓPRIA IMPRENSA SILENCIAR SOBRE O
QUE IMPORTA E ALARDEAR BOBAGENS, DISTORÇOES E MENTIRAS. A lista é
interminável. Por essas incoerências a mídia perdeu, jogou fora sua
credibilidade. Leia o livro "A Transformação Social" de Cristian Derosa.
Estamos muito mais bem
informados hoje, com a Internet, isso é fato, e quem se informa apenas por fontes oficiais e
grande mídia é que está DESINFORMADO. A esquerda não aparelhou apenas
as estatais, o MPF, os 3 poderes, antes de tudo tomou as instituições
culturais, educacionais, informativas e a primeira foi a imprensa. Hoje a
verdade
circula quase exclusivamente na Internet e, por maior que seja a
quantidade de falsidades, esta censura contra a sociedade vai
neutralizar a ação eficaz saneadora dessas
verdades. O efeito de uma censura generalizada é EXTERMINAR COM A
VERDADE: com a liberdade de opinião, com a busca dos fatos, com as
hipóteses, e finalmente com o conhecimento da verdade que é descoberto e
construído aos poucos. Não é a censura que acaba com as mentiras, é a
verdade.
A verdade é resultado de uma triagem feita por muitos, talvez a
maioria, que o poder de uns poucos pode paralizar.
Porque eles não têm o poder de esclarecer. A imprensa perdeu sua credibilidade quando começamos a somar 2+2. Se ela
quiser recuperá-la, tem que se interessar um pouco pela verdade dos
fatos. * Quem vai
determinar o que é mentira? E, se vão criminalizar as mentiras, os
boatos, as hipóteses, devem também criminalizar a ocultação da verdade
feita pela grande mídia e vozes oficiais. Este é o problema: se não há
verdades circulando, não há anticorpos para confrontar o mal. Só há
mentiras demais quando há verdades de menos. Simples assim.
Flávio Gordon · Convém nunca esquecer o que confessou o diretor de redação da Revista Piauí, Fernando de Barros e Silva, no Podcast da revista:
"Da folha eu ouvi, entre outras coisas, que o colunismo político do
jornal é, e vai ficar ainda mais, maciçamente contra o Bolsonaro. E a
reportagem - isso NÃO SÓ NA FOLHA, MAS DE MANEIRA GERAL - vai tentar
pegar o Bolsonaro de qualquer jeito, na linha COMO EU POSSO PREJUDICAR O
BOLSONARO FINGINDO FAZER JORNALISMO".
---------
Ouça o Podcast inteiro em: https://piaui.folha.uol.com.br/foro-de-teresina-2-as-chanc…/ (o trecho citado começa em 28'12").
Flávio Gordon · Nenhum
colega do jornalista Fernando de Barros e Silva vai entrevistá-lo sobre
esta declaração dada no ano passado no Podcast da revista Piauí, da
qual Fernando é diretor de redação?
FlávioGordon · Que
eu me lembre, o Felipe Moura Brasil foi o único jornalista da grande
imprensa a repercutir a confissão do diretor de redação da Piauí,
Fernando de Barros e Silva.
Ipojuca Pontes - "Vejamos o que revela um áudio de funcionário da Globo sobre o cerco a Bolsonaro, vazado na Internet:
- A ordem das editorias é pra descer o pau no Bolsonaro em
assuntos que possam remeter o nome dele para a população ficar batendo
que o cara é homofóbico, que o cara é nazista... O cara não é nada
disso. E muita gente aqui está sendo perseguida porque votou nele. A
coisa está ficando feia. A Globo abriu pra seu exército de atrizes e de
atores falar contra Bolsonaro... tá tudo certinho, entendeu? Qualquer
coisa que possa acontecer de ruim no País é culpa do Bolsonaro,
principalmente na Globo News... Tá ficando um negócio nojento." https://www.facebook.com/olavo.decarvalho/posts/10156995340652192
GLEN GREENWALD QUER UMA ESTRATÉGIA JORNALÍSTICA PARA BATER EM BOLSONARO
*
JAIR BOLSONARO -
Desde o início do ano passado dois funcionários da Receita Federal
acessaram ILEGALMENTE informações fiscais de minha pessoa e familiares.
- Certamente procuravam algo para vazar e me incriminar por ocasião da campanha eleitoral. - Sindicância da Receita concluiu não haver "motivação legal para acesso" e notificou a Polícia Federal.
*
Olavo de Carvalho · Durante
as eleições avisei, COM ESTAS PALAVRAS: Eleger um presidente sem
formar uma militância popular para apoiá-lo no exercício do seu mandato
era o mesmo que assassiná-lo.
Olavo de Carvalho · Será
que ninguém, nem nos serviços de inteligência militar, percebeu que o
ataque unânime e incansável da mídia inteira ao presidente Bolsonaro é
já um GOLPE DE ESTADO?
O que é preciso fazer JÁ:
Bolsonaro em rede nacional de televisão uma vez por semana.
Bolsonaro em rede nacional de televisão uma vez por semana.Bolsonaro em
rede nacional de televisão uma vez por semana.
A
mídia brasileira é em cem por cento uma organização criminosa voltada à
destruição do governo por todos os meios mais indecentes e ilícitos.
Deixar de investigá-la e puni-la é PREVARICAÇÃO. Honrá-la e afagá-la é
CUMPLICIDADE, ouviram, generais?
A
censura do tempo dos militares jamais chegou a vetar, na mídia, toda
opinião adversária. Nem pensou em chegar a tanto. Mas hoje em dia TODA
opinião pró-Bolsonaro, toda palavra em favor da escolha majoritária do
povo, está proibida em todos os órgãos de mídia. É a censura total, a
ditadura totalitária imposta com o nome de "democracia".
Todos
os que votaram no atual presidente estão amordaçados, só podem falar
pela internet. A opinião majoritária dos brasileiros está proibida em
todos os "meios de comunicação". Só a elite dominante pode falar nos
jornais e na TV.. Que é isso, senão ditadura? Olavo de Carvalho · "A
uniformidade de opiniões, ódios e preconceitos, as estratégias
coordenadas com a velocidade do raio, a completa ausência de pluralismo e
debate já deveriam bastar para qualquer pessoa inteligente perceber que
a mídia brasileira é um órgão de controle social ditatorial, não de
promoção da democracia. Mas, como essa realidade é chocante e
assustadora, muitos preferem fingir que não a enxergam."
Por
que a midia, num dia, atribui ao ministro Velez a "dança das cadeiras",
isto é, a expulsão dos olavettes, e, no dia seguinte, quando o
verdadeiro responsável por essa operação é exonerado, não confessa que
errou?
Parem
de babar ovo da mídia com essa conversa do "papel da imprensa numa
democracia". Esse chavão, aplicado à situação brasileira, não resiste à
menor análise sociológica. A mídia aqui é instrumento apenas de controle
social e censura da opinião majoritária.
Por
enquanto o Bolsonaro ainda tem apoio popular e ninguém de dentro do seu
círculo ousará removê-lo do cargo. Mas é um apoio residual passivo, não
renovado pelo contato direto e constante. Desgasta-se um pouco por dia,
pelos ataques da mídia e pela acumulação de pequenas deslealdades
aceitas a título de inconvenientes passageiros inevitáveis. Um dia esse
capital estará reduzido o suficiente para que ambições agora discretas
se mostrem à plena luz do dia.
O
Estadão dando-se ares de dignidade ofendida ao dizer que as declarações
da tal Constança foram falsificadas é patético. O jornal aposta toda a
sua sorte na esperança de que nenhum dos seus leitores saiba um pingo de
francês
Olavo de Carvalho · Será
que ninguém, nem nos serviços de inteligência militar, percebeu que o
ataque unânime e incansável da mídia inteira ao presidente Bolsonaro é
já um GOLPE DE ESTADO?
***
MARIELLE
Realmente é uma coincidência estranha que os suspeitos de
assassinar Marielle tenham sido presos no condomínio de Bolsonaro. Mas
se a esquerda está usando o
fato para culpar Bolsonaro, nós também podemos usá-lo para culpar a
esquerda. A esquerda, da inescrupulosa ética trotskysta, é mais capaz de
tramar e executar a morte de Marielle para culpar Bolsonaro, do que
este é capaz de matá-la. Ou seja, assassinato de reputação, mais uma
vez. André Porciuncula · "Não
tive acesso ao inquérito, logo, não posso falar com certeza, mas pelo
que vi nas declarações dos promotores as tais provas da possível
comprovação da autoria são sofríveis. Tive a curiosidade de ler, numa
matéria do G1, como o Ministério Público do Rio de Janeiro (um dos
órgãos mais ideologicamente aparelhados daquele estado) chegou a
conclusão que seriam esses os possíveis autores do homicídio da
vereadora. Parece que usaram o contorno do braço do motorista, pego por
uma câmera de segurança no local do crime, e compararam com o contorno
do braço do suspeito. Para isso ser uma prova judicial teríamos que
começar a aceitar búzios e magia no processo penal. A outra prova,
pasmem, seria as buscas realizadas pelos suspeitos, no Google, e o
perfil averso a pauta ideológica da vereadora. Se a prisão foi pautada
somente nesse tipo de elemento probatório, sem nada de relevo
minimamente crível, então estamos diante de uma peça ideológica
propagandista, criada apenas para reforçar narrativas, sem qualquer
valor jurídico real. Contudo, mesmo não tendo valor jurídico, a
coincidência do suspeito morar no condomínio do presidente veio a calhar
para a narrativa transloucada da lacrolândia. O que me vem a mente,
será que foi coincidência ou o suspeito foi escolhido por esse motivo?
Enfim, como parece se tratar de alguém obviamente ligado ao crime, e ao
jogo do bicho, ao menos que ele responda pelos outros crimes que
comprovadamente cometeu e que há provas reais de sua autoria."
Por Laise Satil
"Interessante! As impressões digitais da assessora de Marielle são
encontradas na maçaneta da porta do carro dos assassinos; o motorista de
Marielle é trocado na véspera do crime (Anderson não era o motorista da
vereadora); Marielle sempre se sentava na frente, ao lado do motorista,
mas naquela viagem a assessora pediu-lhe que se sentasse atrás;
Marielle e Anderson foram fuzilados e morreram no local, mas a assessora
da vereadora, sentada a seu lado, não sofreu um arranhão nem quebrou
uma unha, tendo se mudado para os EUA no dia seguinte; Freixo acusou
inúmeros políticos, de diversos partidos, em inúmeras ocasiões, de serem
o mandante do crime e se esqueceu de investigar a assessora. Será que
se esqueceu mesmo ou foi um jogo de cartas marcadas? Que história estranha!" https://www.facebook.com/angelabassani/posts/10214124946732822
*
.
Jornalista do Estadão: “a intenção é arruinar Flávio Bolsonaro e o governo”
O jornalista francês Jawad Rhalib fez uma grave denúncia sobre o caso
envolvendo o Senador Flávio Bolsonaro (PSL) e seu assessor Fabrício
Queiroz, em seu blog Mediapart.
No artigo, Rhalib revela áudios de uma conversa com a jornalista do
Estadão Constança Rezende. Segundo o francês, a jornalista, que foi a
primeira a denunciar o filho de Jair Bolsonaro, atacou Flávio apenas
para atingir o presidente e arruinar seu mandato.
(...)
O jornal The Washington Times também denunciou a tentativa de atingir
Jair Bolsonaro. “Não foi nenhuma surpresa quando uma fonte me mostrou
evidência de que um documento vazado após a eleição de Jair Bolsonaro à
presidência (a meta era antes de sua posse) com o objetivo de iniciar
uma investigação, foram possivelmente parte de um esquema elaborado pela
esquerda para derrubar um presidente conservador. Muito parecido com o
que está acontecendo nos Estados Unidos contra o presidente Trump”,
escreveu o jornalista L. Todd Wood.
“A conversa gravada com a jornalista Constança Rezende revelou a
verdadeira motivação por trás da cobertura negativa da mídia, que era
“arruinar” o presidente Jair Bolsonaro. Revela que eles não estão
interessados nos fatos, mas simplesmente em usar histórias negativas,
muitas vezes inventadas, sobre a família do presidente Bolsonaro que foi
eleito democraticamente.
Constança Rezende está com documentos não públicos que foram ilegalmente
divulgados ao COAF.
"A
uniformidade de opiniões, ódios e preconceitos, as estratégias
coordenadas com a velocidade do raio, a completa ausência de pluralismo e
debate já deveriam bastar para qualquer pessoa inteligente perceber que
a mídia brasileira é um órgão de controle social ditatorial, não de
promoção da democracia. Mas, como essa realidade é chocante e
assustadora, muitos preferem fingir que não a enxergam." Olavo de Carvalho
Olavo de Carvalho · "Se
o presente governo quer durar e ter sucesso, tem de aprender a lidar
com a mídia não como um mero meio social jornalístico cuja simpatia se
trata de conquistar, mas como uma força política organizada,
radicalmente hostil e inacessível a qualquer apelo honrado ou
argumentação racional."
* A direita acredita em verdade, a esquerda é que acredita em
"narrativas". E ela acredita em narrativas porque as produz
para modificar o futuro. É a técnica do "jogando verde para colher maduro", que Marx já utilizava. Pra eles, verdade é a narrativa que triunfa. Ou seja, poder torna-se critério para determinar tudo. Só que eles também se ferram porque este é o sinal verde para psicopatas assumirem posições privilegiadas. É a seleção dos piores. *
Com
meio século de experiência na área, posso assegurar: o presidente
Bolsonaro e seus ministros não têm a menor idéia do que seja o
jornalismo e por isso acreditam que ele ainda existe no Brasil.
Por
que todos os políticos e militares continuam tratando a mídia como se
fosse a simples profissão jornalística normal e não uma força política
organizada, com fortes conexões internacionais e envolvida em tudo
quanto é tipo de crime? São todos REALMENTE imbecis ou foram comprados?
"A
impressão de poder é poder", ensinava Napoleão Bonaparte. Aqueles
membros do governo que afagam o ego da mídia entregam o poder ao
inimigo. ISSO TEM DE ACABAR.
Resposta:
Porque ninguém na liderança direitista civil ou militar acompanha a
discussão interna da esquerda. Todos se acham superiores a essas
miudezas*
Presidente
Bolsonaro PRECISA se aproximar de Olavo de Carvalho, alunos e olavetes.
Simples assim. São estas as pessoas que podem orientar o governo porque
são as únicas que têm noção do MAL que nos cerca, têm senso de
proporção, hierarquia de valores, prioridades e o mapa da situação
total.
E, gente, cuidado com essa de isolar pessoas importantes, é técnica de psicopatas para desorientar e concentrar influência.
Por
enquanto o Bolsonaro ainda tem apoio popular e ninguém de dentro do seu
círculo ousará removê-lo do cargo. Mas é um apoio residual passivo, não
renovado pelo contato direto e constante. Desgasta-se um pouco por dia,
pelos ataques da mídia e pela acumulação de pequenas deslealdades
aceitas a título de inconvenientes passageiros inevitáveis. Um dia esse
capital estará reduzido o suficiente para que ambições agora discretas
se mostrem à plena luz do dia. *
(...)Quatro fatores contribuíram para libertar a mídia nacional desses escrúpulos de realismo.
O primeiro foi a solidariedade maior entre as empresas, forjada
durante o regime militar para a defesa comum contra as imposições do
governo. As denúncias mútuas de fraude e de mau jornalismo desapareceram
quase que por completo, colocando cada empresa jornalística na posição
confortável de poder mentir a salvo de represálias dos concorrentes. Na
mesma medida, a disputa de mercado praticamente cessou, distribuindo-se
os leitores mais ou menos equitativamente entre as maiores publicações.
O segundo foi a diversificação das atividades lucrativas das empresas
jornalísticas, que passaram a depender cada vez menos da aprovação dos
leitores. A prova máxima dessa transformação é que essas empresas se
tornaram formidavelmente mais ricas e poderosas sem que a tiragem de
seus jornais aumentasse no mais mínimo que fosse. Com a escolaridade
crescente, o número de leitores potenciais subiu de ano para ano, mas os
maiores jornais brasileiros não vendem, hoje em dia, mais exemplares do
que nos anos 50. É um fenômeno único no jornalismo mundial.
Em terceiro lugar, a obrigatoriedade do diploma universitário
promoveu a uniformização cultural e ideológica da classe jornalística,
de modo que já não há diferenças substantivas entre os climas de opinião
nas várias redações de jornais e revistas. Na homogeneidade geral, as
exceções individuais tornam-se irrelevantes.
Por último, as influências intelectuais que vieram a dominar as
faculdades de jornalismo, deprimindo a confiança nos velhos critérios de
objetividade e enfatizando antes a função dos jornalistas como “agentes
de transformação social”, acabaram transmutando maciçamente as redações
em grupos militantes imbuídos de uma agenda político-cultural e
dispostos a implementá-la por todos os meios. Por isso é que, de
milhares de profissionais de mídia que ocultaram a existência do Foro de
São Paulo por dezesseis anos, só um, um único, mostrou algum
arrependimento. Os outros, inclusive os autonomeados fiscais da
moralidade jornalística alheia, preferiram, retroativamente, ocultar a
ocultação – e não perderam um minuto de sono por isso.
Some-se a tudo isso um quinto fator, de dimensões internacionais: o
tremendo desenvolvimento, nas últimas décadas, das técnicas de
engenharia social e da sua aplicação pelos meios de comunicação.
Quem pode impedir que empresas mutuamente solidárias, libertas até
mesmo do temor ao público, tendo a seu serviço uma massa bem adestrada
de “transformadores do mundo” e um conjunto de instrumentos de ação tão
discretos quanto eficientes, mandem às favas todo senso objetivo das
proporções e se empenhem em criar uma “segunda realidade”, uma nova
ordem dos fatores, totalmente inventada, legitimando de antemão qualquer
nova mentira que lhes ocorra distribuir amanhã ou depois?
Nessas condições, toda presunção de “objetividade jornalística”,
personificada ou não nessa moderna versão do bobo-da-côrte que é o
ombudsman, tornou-se hoje apenas um adorno publicitário sem qualquer
eficácia real na prática das redações.
O total desprezo pelos critérios quantitativos de aferição da
importância das notícias tornou-se, portanto, a norma usual e
corriqueira em todas as maiores publicações. Não havendo padrão de
medida exterior pelo qual o jornalismo possa ser julgado, os jornais
passaram a viver de um noticiário autofágico e uniforme, publicando
todos as mesmas coisas, com igual destaque, e confirmando-se uns aos
outros no auto-engano comum.
(...)Uma coisa é a realidade da vida social, outra a sua imagem na mídia e
nos debates públicos. A segunda pode estar muito deslocada da primeira,
fazendo com que a atenção pública se aliene da realidade ao ponto de a
população tornar-se incapaz de compreender o que está acontecendo. O
deslocamento completo assinala um estado de psicose social. http://wpress.olavodecarvalho.org/a-briga-que-ninguem-quer-comprar/