Bolsonaro está garantido no segundo turno? É no segundo turno que é fácil desviar uns poucos milhões de votos, como devem ter feito com a Dilma, na calada. E eles não podem nos provar o contrário porque não cumpriram a lei da transparência e não deixaram indícios nenhum do que fizeram.
VOCÊ AINDA ACREDITA EM PESQUISA ELEITORAL ? ENTÃO OLHA ISSO ...... #CanalSandroRocha
https://www.youtube.com/watch?v=lzltH9ZmwHA
DILMA ELECTION IN 2014 - Only 23 people witnessed the presidential
election - Apenas 23 pessoas testemunharam a apuração dos votos http://conspiratio3.blogspot.com.br/2...
OS MESMOS STF E TSE QUE NÃO QUEREM ELEIÇÃO TRANSPARENTE, QUEREM CENSURAR "MENTIRAS" NAS REDES SOCIAIS
COMITÊ DA CRISE VAI VIGIAR A INTERNET
https://bit.ly/2Kt5Fi5
Luiz Fux e representantes de 10 partidos assinam compromisso contra disseminação de 'fake news' nas
https://youtu.be/CikcLoJM3QE
Quando imagem e propaganda importam mais que fatos e atitudes, cria-se a necessidade de controlar a opinião. A palavra se torna arma e a censura é o desarmamento.
O Palácio do Planalto firmou dois
contratos avaliados em R$ 6,4 milhões para realizar pesquisas de opinião
pública que se estenderão até as vésperas da campanha eleitoral de
2014. Celebrados com o Ibope Inteligência e Virtú Análise na sequência
das manifestações de junho, os contratos, que preveem sigilo indefinido
dos temas, perguntas e resultados das pesquisas, são os primeiros dessa
natureza celebrados pela Secretaria de Comunicação da Presidência
(Secom) na gestão Dilma Rousseff após a entrada em vigor da Lei de Acesso à Informação (LAI).
Em
sua cláusula segunda, inciso 10, os contratos dizem que os institutos
de pesquisa deverão manter "irrestrito e total sigilo" sobre os
"assuntos de interesse" do governo. O Estado solicitou o conteúdo das pesquisas já realizadas com base na Lei de Acesso.
A
Secom, no entanto, rejeitou o pedido. O sigilo contraria entendimento
do próprio órgão federal responsável pela transparência, a
Controladoria-Geral da União (CGU). Segundo o ouvidor-geral da União,
José Eduardo Romão, todas as informações que constam das pesquisas
deveriam ser divulgadas imediatamente e o sigilo contratual não afasta o
princípio da publicidade. "A informação é pública, mesmo que o contrato
estabeleça que a informação é sigilosa. A CGU já entendeu em casos
anteriores semelhantes que esse sigilo não afasta a aplicação da Lei de
Acesso à Informação. No momento em que a empresa repassa a informação
para órgão público, essa informação torna-se pública."
O
procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União
(TCU), Marinus Marsico, também critica a falta de transparência. "É um
procedimento perigoso. Pelo princípio da publicidade, tudo é público.
Essas informações só podem ser sigilosas se a lei especificar a
preservação do sigilo, o que não é o caso. Os documentos quando
sigilosos são regulados por lei. Todos têm de entender que isso envolve
dinheiro público."
A Secom informa
que as pesquisas serão divulgadas três meses após o governo recebê-las.
Esse prazo, porém, além de não constar do contrato, não vai ser cumprido
na primeira leva de pesquisas porque a Secom definiu que apresentará os
resultados apenas em dezembro. Além de serem os primeiros
contratos de pesquisa realizados após a LAI, são os primeiros sob a
égide de uma nova legislação de 2010, decorrente da Comissão Parlamentar
de Inquérito (CPI) dos Correios, que obrigou, dentre outros pontos, o
governo a firmar acordos específicos para pesquisas de opinião sobre
serviços públicos. Antes, as agências de comunicação responsáveis pelas
campanhas de publicidade também realizavam as pesquisas, em um contrato
que abrangia os dois serviços.
Tarefas. O Ibope Inteligência
ficou responsável pelas pesquisas quantitativas e telefônicas, ao valor
de R$ 4,6 milhões. O Virtú Análise, contratada por R$ 1,8 milhão, cuida
das pesquisas qualitativas. Em ambos os casos, o período das pesquisas
se encerra a poucos dias do início da campanha eleitoral de 2014. O
contrato da Virtú Análise foi fechado no dia 1 de julho deste ano e se
encerra em 1 de julho de 2014. O do Ibope foi firmado em 27 de junho e
também terminam um ano depois. A campanha eleitoral começa no dia 6 de
julho de 2014.
O presidente da ONG Transparência Brasil, Cláudio
Abramo, afirma que o modelo adotado pela Secom pode ser aproveitado para
fins eleitorais. "São contratos que parecem ser muito vulneráveis. O
formato abre possibilidade de que pesquisas realizadas às vésperas da
eleição possam ser utilizadas durante a campanha. Além disso, a data do
término do contrato, em junho de 2014, é muito conveniente para que as
informações adentrem a campanha com exclusividade para apenas uma
candidatura", diz.
Para o ministro José Jorge, do TCU, conforme se
aproxima o período eleitoral "tudo é olhado pela opinião pública como se
tivesse esse viés". "Por isso é bom evitar procedimentos como esse."
Os dois institutos disseram que cláusulas de sigilo são comuns nesses tipos de contrato.
Presidenciáveis.
O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), provável candidato a
presidente, foi questionado, via assessoria, sobre as pesquisas de
opinião contratadas por sua gestão, os valores gastos e os temas
abordados, mas não respondeu. Outro provável candidato, o senador Aécio
Neves (PSDB-MG), também foi questionado, por meio da assessoria do PSDB,
sobre o valor dos contratos de seu partido com institutos de pesquisa.
Também não houve resposta. [Do site do jornal O Estado de S. Paulo ]
Veja abaixo esta noticia antiga que não foi parar na mídia.
Governo firma contrato de R$ 6,4 milhões
Ibope, Governo firma contrato de R$ 6,4 milhões Ibope, Governo firma
contrato de R$ 6,4 milhões Ibope, Governo firma contrato de R$ 6,4
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milhões Ibope,">
VOTO IMPRESSO FOI DECLARADO INCONSTITUCIONAL EM 2013 POR CAUSA DA IDENTIFICAÇÃO ELETRÔNICA ???
Quando imagem e propaganda importam mais que fatos e atitudes, cria-se a necessidade de controlar a opinião. A palavra se torna arma e a censura é o desarmamento.