As evidências mostram que o escrito do terceiro segredo ainda não foi divulgado na totalidade. Em palestra especial, prof. Taiguara conta tudo sobre esta misteriosa revelação de Nossa Senhora.
Assista, compartilhe e se prepare para os anos vindouros.
Inscreva-se no canal de Telegram do CDB e saiba com antecedência de tudo o que estamos fazendo: https://t.me/centrodombosco
Palestra ministrada por Taiguara Fernandes de Sousa, durante o evento "O Estado Moderno", no dia 08 de Outubro de 2020. https://youtu.be/9mDGR7gwS14
*
Roger Scruton expõe um aspecto da manipulação intelectual esquerdista para pescar trouxas:
As
boas teorias deveriam tomar o lugar das ruins, já que as boas são as
que sobrevivem à refutação, e o sentido deveria tomar o lugar da falta
de sentido, que não tem nada a nos dizer. Nas humanidades, porém, parece
vigorar uma espécie de lei de Gresham: as teorias ruins substituem as
boas, a falta de sentido substitui o sentido. Há várias explicações para
esse fenômeno, algumas mais plausíveis que outras. O ponto importante é
que a sobrevivência de uma teoria não depende de sua capacidade de
permanecer irrefutável, mas de sua capacidade de tornar a refutação
indesejável, impossível ou ambas as coisas. A refutação é indesejável
quando a teoria está tão vinculada a uma posição política que se torna
quase indistinguível dela; e é impossível quando a teoria está cercada
por uma impenetrável muralha de nonsense.
O jargão
afetado e sem sentido é muito mais eficaz na propagação das opiniões de
esquerda e progressistas que os argumentos bem fundamentados, pela
simples razão de que as opiniões progressistas, quando afirmadas
explicitamente, expõem-se a ser refutadas. O objetivo do jargão não é
encontrar razões inovadoras para a oposição cultural, mas torná-la
incontestável ao colocá-la além do debate racional. (Extraído de
"ARGUMENTOS PARA O CONSERVADORISMO", Roger Scruton)
*
Olavo de Carvalhog
- Discursar contra o homicídio, a escravidão, o estupro ou qualquer
outro mal universalmente reconhecido é, precisamente, não dizer nada. É
só posar de bonzinho. Saul Bellow faz a paródia perfeita dessa
discurseira vazia quando, ao lhe perguntarem sua posição política,
respondeu: "Sou contra tudo o que é ruim e a favor de tudo o que é bom."
Mas
as meras vacuidades bem-pensantes se tornam uma perversidade quase
diabólica quando, da condenação genérica de algo genericamente
condenável, se tira, em conclusão, uma acusação específica contra um réu
determinado. Por exemplo: do ódio genérico ao estupro se conclui que o
sr. fulano de tal é estuprador.
Pessoas
tidas por inteligentes e honestas cometeram, às pencas, essa
barbaridade a propósito do processo Ferrer. O QI brasileiro já está
mesmo chegando ao nível tatu-bolinha.
OLAVO
DE CARVALHO - "Trinta anos de estudos sobre a mentalidade
revolucionária convenceram-me de que ela não é a adesão a este ou àquele
corpo de convicções e propostas concretas, mas a aquisição de certos
cacoetes lógico-formais incapacitantes que acabam por tornar impossível,
para o indivíduo deles afetado, a percepção de certos setores básicos
da experiência humana. A mentalidade revolucionária não é um conjunto de
crenças, é um sistema de incapacidades adquiridas, que começam com um
escotoma intelectual e culminam numa insensibilidade moral criminosa. É
uma doença mental no sentido mais estrito e clínico do termo,
correspondente àquilo que o psiquiatra Paul Sérieux descrevia como
delírio de interpretação. Numa discussão com o homem normal, o
revolucionário está protegido pela sua própria incapacidade de
compreendê-lo." http://www.olavodecarvalho.org/semana/081211dc.html
Quanto mais
avança o mal, mais coragem precisaremos para enfrentá-lo. Os poucos que
se mexeram para mudar a farsa eleitoral não tiveram apoio popular. Será
que o povo está burro, acomodado ou acovardado demais para perceber que A
ELEIÇÃO NÃO EXISTE se o eleitor não pode acompanhar ou conferir a
apuração?
O brasileiro acha que as coisas vão melhorar sem que ele faça
nada. Ele apenas espera passar, como a um temporal, um terremoto, uma
onda de azar. Acho que ele não quer perceber que o que lhe acontece não é
natural, não é por acaso, é um ataque orquestrado,
longamente premeditado e VAI PIORAR. Vai piorar muito se não for
confrontado, freado e desmascarado, e só nós, o povo, temos interesse
nisso.
*
TÉCNICA DO PRETEXTO JÁ PERDEU A VALIDADE! - Gente, tá na hora de
desmascarar o politicamente correto e a técnica dos pretextos, de uma
vez por todas. Sejam armas, seja o corona, fake news, minorias, meio
ambiente, os pretextos sempre contém uma DISTORÇÃO, transgridem as leis
da inteligência, da lógica, da objetividade, de proporção, de causa e
efeito, de prioridades, etc. É uma bofetada na cara, você pode sentir.
O poder da palavra. Em "Introdução às Linguagens Tota litárias: Teoria e
Transformação do Relato", que a Editora Perspectiva publica em sua
coleção Estudos, Jean-Pierre Faye avança, entre poético e crítico, pela
topologia dos relatos ideológicos do fascismo e do nazismo e a
transformação que este último encobria sob o véu do jargão, partindo dos
mitos basilares da nacionalidade francesa. Enfrentando este paradoxo,
em que relato contrapõe-se a relato, para desvelar a visão de mundo
peculiar a cada um deles e para encobrir os projetos criminosos que o
duce e o führer concebiam sob esta linguagem e executavam na sua ação
política. Gentile e Mussolini; Schmitt, Heidegger e Hitler. Ao leitor,
que o acompanha nesta jornada, está aberta a possibilidade de aprender a
reconhecer, na sutil alteração de uma palavra, a reinterpretação
maliciosa da história, em toda a sua potencialidade devastadora. Somos,
assim, conduzidos ao terreno pantanoso da linguagem do relato, pela
“crítica da razão – e da economia – narrativa que esclarece as condições
da produção e da circulação dos relatos e seu poder próprio”, em que o
relato da ação age sobre a própria ação e, mais ainda, onde um relato
falso, de algo que não aconteceu, gera um acontecimento verdadeiro,
real. Ontem como hoje, nos “diferentes” dialetos que sucederam e
continuam a tentar instaurar o domínio desta linguagem, nos cinco
continentes.
A
direita depende da verdade e a verdade depende da direita. Se não
fizermos nada por ela, a mentira e a censura nos transformarão na
esquerda totalitária que tanto nos horroriza.
*
*
"Hoje entendo que o esquerdismo não é um
ideal, uma crença, uma filosofia: é uma doença moral horrível, a
substituição do senso instintivo do bem e do mal por um conjunto de
artifícios lógicos que, por etapas, vão levando da mera perversão à
inversão completa, à santificação do mal e à condenação do bem." Olavo de Carvalho https://conspiratio3.blogspot.com/2023/05/olavo-de-carvalho-forca-diabolica-que.html
TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
Palestra ministrada por Taiguara Fernandes de Sousa, durante o evento "O Estado Moderno", no dia 08 de Outubro de 2020. https://youtu.be/9mDGR7gwS14
*
Olavo de Carvalhog - Discursar contra o homicídio, a escravidão, o estupro ou qualquer outro mal universalmente reconhecido é, precisamente, não dizer nada. É só posar de bonzinho. Saul Bellow faz a paródia perfeita dessa discurseira vazia quando, ao lhe perguntarem sua posição política, respondeu: "Sou contra tudo o que é ruim e a favor de tudo o que é bom."
Mas as meras vacuidades bem-pensantes se tornam uma perversidade quase diabólica quando, da condenação genérica de algo genericamente condenável, se tira, em conclusão, uma acusação específica contra um réu determinado. Por exemplo: do ódio genérico ao estupro se conclui que o sr. fulano de tal é estuprador.
Pessoas tidas por inteligentes e honestas cometeram, às pencas, essa barbaridade a propósito do processo Ferrer. O QI brasileiro já está mesmo chegando ao nível tatu-bolinha.