Não adianta responder pra esquerdista. Eles têm boca, mas não têm
ouvidos. Tudo já foi dito, tem sido dito há anos! Mas eles não se
interessam, não querem os fatos, mas produzir pseudo-fatos, repetindo,
martelando a narrativa até o prego entrar.
Ou não, nem precisam que acreditemos neles, só precisam do PRETEXTO para reagir contra o que é certo e direito. A autoridade das
provas serve para a direita, para a esquerda a verdade não existe, só o
poder.
*
Eles não estão preocupados com informação, com os fatos,
eles desprezam a sociedade e sua capacidade de buscar, somar 2+2 e
chegar às próprias conclusões. Eles, na verdade, estão preocupados em
exterminar nossa capacidade de pensar. Querem que baixemos a cabeça e
aceitemos nossa estupidez e a absoluta autoridade deles.
*
As pessoas precisam ser esclarecidas sobre a importância da LIBERDADE DE
EXPRESSÃO. Sem liberdade de expressão, não podemos comunicar nossas
impressões, alertar os outros, vigiar, criticar e CORRIGIR os poderes. A
censura blinda o mal contra toda correção. Daí em diante ele só
crescerá.
CENSURA, COMO A FRAUDE ELEITORAL, PRECEDE OUTROS CRIMES!
*
O
POVO PODIA VIGIAR E CONFERIR SEU VOTO ANTES DO SISTEMA ELETRÔNICO. Eles
nos roubaram esse direito. Para impor essas medidas restritivas,
coercitivas, até ilegais, eles é que têm
de PROVAR que funciona, que SÃO melhores que outras possibilidades, as
quais eles rejeitam de antemão sem examinar.
*
O brasileiro está passivo, acha que as coisas vão melhorar sem que ele faça
nada. Ele apenas espera passar, como a um temporal, um terremoto, uma
onda de azar. Acho que ele não quer perceber que o que lhe acontece não é
natural, não é por acaso, é um ataque orquestrado,
longamente premeditado e VAI PIORAR. Vai piorar muito se não for
confrontado, freado e desmascarado, e só nós, o povo, temos interesse
nisso. Esta situação é uma guerra e exige ação.
*
Por que o brasileiro não está atento? Por que o brasileiro não percebe o
mal? O perigo? Taiguara Fernandes de Sousa, do Instituto Borboborema
responde no vídeo: DA BURRICE AO TOTALITARISMO.
DONALD TRUMP AMEAÇA FECHAR TWITTER E OUTRAS REDES SOCIAIS POR CENSURAREM CONSERVADORES
O presidente americano, Donald Trump publicou em suas redes sociais nesta quarta-feira (27/05) que o governo federal irá regulamentar fortemente ou fechará as empresas de mídia social que suprimem vozes conservadoras em nome da suposta proteção da verdade.
O mandatário americano fez o alerta contra a ação criminosa de empresas de mídia social um dia após o Twitter ter verificado dois de seus tweets nos quais o presidente dizia que o voto pelos correios levaria a uma eleição fraudulenta em novembro. A plataforma classificou as publicações como sendo enganosas e as tratou com disseminadoras de informações não verificadas.
“Os republicanos entendem que as plataformas de mídia social silenciam completamente as vozes conservadoras. Vamos regulá-las fortemente, ou vamos fechá-las, em vez de permitir que algo assim aconteça. Vimos o que eles tentaram fazer e falharam na eleição presidencial de 2016. Não podemos permitir uma versão mais sofisticada disso”, acrescentou o presidente Donald Trump. https://criticanacional.com.br/2020/05/27/donald-trump-ameaca-fechar-twitter-e-outras-redes-sociais-por-censurarem-conservadores/
Urgente: Donald Trump Assina Ordem Executiva Para Acabar Com Censura a Conservadores nas Redes Sociais
O presidente dos Estados Unidos Trump assinou nesta quinta-feira (28/05) uma ordem executiva que pede uma revisão da Seção 230 do Communications Decency Act, a lei que regula as comunicações naquele país, determinando a proteção legal aos usuários das plataformas de redes sociais, e estabelece sanções ao seu descumprimento.
A ordem executiva irá permitir aos reguladores federais punir as empresas de rede social incluindo o Twitter, Instagram, Google e o Facebook, caso continuem praticando a censura contra conservadores em suas plataformas.
O presidente norte-americano acusou as plataformas de rede social de
sufocar ou censurar os conservadores. Conforme o Crítica Nacional já
havia anunciado, Donald Trump acusou o Twitter de interferência nas
eleições, depois de adicionar links de verificação de fatos a dois de
seus tweets: “estamos aqui hoje para defender a liberdade de expressão
de um dos maiores perigos”, disse o mandatário norte-americano antes de
assinar a ordem executiva. Traremos detalhes mais tarde.
***
CENSURA POLÍTICA DO GOOGLE, FACEBOOK E TWITTER AGORA É OFICIAL -
11 de outubro de 2018 Google, Facebook e Twitter deixam de ser plataformas de liberdade de
expressão e passam a adotar censura de acordo com documento do Google O documento diz que as empresas atenderam os pedidos de usuários, governos e anunciantes que exigem maior censura
Por Petr Svab
https://conspiratio3.blogspot.com/2018/10/atencao-censura-oficial-do-google.html
*
A IMPRENSA CONTRA A LIBERDADE DE IMPRENSA
O filósofo Olavo de Carvalho disse nas redes sociais que a grande
imprensa está engajada em uma campanha contra os seus próprios
concorrentes. Esta campanha se dá pelos meios policiais e devido seu
poder econômico contra os jornalistas que não dispõe dos mesmos meios.
“A
chamada grande mídia está em plena campanha para destruir, por meios
policiais, seus concorrentes mais pobres e mais capazes. É a imprensa
contra a liberdade de imprensa”, disse o filósofo.
Diante do mandado de busca e apreensão que mirou jornalistas e
blogueiros independentes em nome da luta contra as “fake news”, nesta
quarta-feira (27), fruto de ordem do ministro do STF, Alexandre de
Moraes, jornais e entidades jornalísticas se manifestaram a favor da
operação contra jornalistas.
Ditadura jurídica e econômica contra a liberdade
A
Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), mantida por
fundações internacionais com Ford e Open Society, do megabilionário
George Soros, manifestou uma nota em defesa da liberdade de expressão do
jornalista e apresentador da Rede Globo, William Bonner, do Jornal
Nacional, tradicionalmente o programa de maior audiência nacional.
Nesta
quarta-feira (27), Estudos Nacionais enviou e-mail para a Abraji
questionando sobre a posição da entidade em relação às apreensões de
material de trabalho e invasão da residência de jornalistas. Até a
publicação deste texto a entidade não respondeu o questionamento.
Os
financiadores da entidade já declararam abertamente que consideram a
liberdade de expressão das redes sociais uma “ameaça à democracia” e
historicamente investem em movimentos e projetos da extrema esquerda
para influenciar decisões políticas e jurídicas brasileiras, como caso
do ativismo judicial do STF, que mantém entidades financiadas
internacionalmente como amicus curie por diversas ocasiões,
representando o papel de “sociedade civil”. https://www.estudosnacionais.com/24966/e-a-imprensa-contra-a-liberdade-de-imprensa/
Olavo de Carvalho · Psicose
política. Chegamos ao ponto em que a classe política e os jornalistas
já não conseguem ver a diferença entre a simples disseminação de idéias
na opinião pública e a organização de milícias subsidiadas e
disciplinadas para espalhar opiniões uniformes e "fake news"
difamatórias. Tomando uma coisa pela outra, podem criminalizar toda
discordância ao mesmo tempo que se fazem de vítimas -- coitadinhas -- de
opressão fascista.
Olavo de Carvalho · Por
que, em vez de choramingar, ninguém trata de DOCUMENTAR CIENTIFICAMENTE
um fenômeno que, sem isso, seus próprios criadores podem negar com a
maior cara de inocência, fazendo-se até -- eles -- de perseguidinhos?
Olavo de Carvalho · O
anticomunismo está PROIBIDO em toda a midia e nas faculdades de
jornalismo há décadas. A "liberdade de imprensa" no Brasil é só pretexto
verbal para impor o controle comunista da opinião pública.
"O direito fundamental à liberdade de expressão não se direciona
somente a proteger opiniões supostamente verdadeiras, admiráveis ou
convencionais, mas também as que são duvidosas, exageradas, condenáveis
(...) bem como as não compartilhadas pela maioria."
Comunistas
são totalitários por natureza, tem um sistema que depende da
uniformidade de pensamento e qualquer dúvida provoca rachaduras. Isso
vem em defesa da mentira hegemônica. Só a sociedade que tem o critério
da verdade suporta a diversidade.
"de
acordo com a fórmula de Stalin, a crítica era o mesmo que oposição; a
oposição inevitavelmente implicava conspiração; a conspiração
significava traição. Algebricamente, portanto, a mais leve oposição ao
regime ou a falha em reportar tal oposição era equivalente ao
terrorismo". (Vladimir Tismaneanu, "O Diabo na História")
CLASSE DOS ESCOLHIDOS X EXCLUÍDOS - DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS FAZEM UMA DITADURA Eles
cuidam, regam, alimentam algumas plantas e outras não para que, depois
de um tempo, as favorecidas dominem o jardim. É um método praticado pela
esquerda e pode ser estendido até o extremo do extermínio, como foi
feito na URSS. Fazer parte da patota nefasta é um problema de
sobrevivência no comunismo. "O cerne da matéria era que na União Soviética (assim como em outros
regimes comunistas) a população estava organizada com base em critérios
de exclusão e privações dos direitos civis de acordo com os imperativos
ideológicos e tarefas do desenvolvimento estabelecidos pelo partido.
(...) O princípio do eleito, que era o cerne do da teoria leninista do
sujeito histórico realizando a utopia, refletiu-se nos direitos de
cidadania." "A própria noção de vigilância revolucionária
lançou uma linha tênue entre a exclusão e a eliminação física. No ponto
de radicalização da utopia revolucionária em ação, a obsessão de Lênin e
Stálin (e outros ditadores comunistas) com a limpeza e purificação do
"jardim humano", o foco do comunismo na excisão, metamorfoseou-se em
extermínio." E, como mostraram Gerlach e Werth no caso
da União Soviética, "quanto mais definida e precisa se tornava a ordem
bolchevique sonhada, tanto maior o número dos que eram excluídos dela à
força". Da mesma maneira, criaram "um mundo de inimigos", e por fim não
havia nenhuma outra solução para a ameaça que esses inimigos imaginados
apresentavam do que a aniquilação física total deles"." "Jeffrey Herf, por exemplo, argumentou que "a despeito de algumas
exceções, Courtois tem razão: na academia ocidental, os eruditos que
escolhem focalizar os crimes do comunismo eram e continuam a ser uma
minoria, e enfrentam o perigo de bloqueio da carreira se forem rotulados
de direitistas"." Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História
MIRANDO A ELEIÇÃO PASSADA, no aspecto fake news das redes e
não da imprensa. Nem, muito menos, da censura feroz nas redes. Isso é
socialismo.
"O
Tribunal Superior Eleitoral decidiu nesta quinta-feira (26-09-2019) que
Jair Bolsonaro (PSL) e Hamilton Mourão (Republicanos) não realizaram
disparos de mensagens em massa pelo WhatsApp durante a campanha
eleitoral em 2018. A decisão é do ministro Jorge Mussi. A ação, que
questiona a legitimidade da eleição do atual presidente, foi movida pelo
Partido dos Trabalhadores a partir de uma série de reportagens
publicadas na Folha de S. Paulo a partir de dezembro do ano passado."
Gazeta do Povo. https://www.gazetadopovo.com.br/republica/breves/campanha-bolsonaro-disparos-massa-whatsapp-decisao-tse/*
Criminalizar a opinião eleva sua importância e sabota a noção de verdade, que a relativiza.
* "Os esquerdistas estão usando a
legislação penal, mudanças na legislação penal, para destruir a
sociedade brasileira dentro daquele plano de Herbert Marcuse que é
defender os criminosos, que são o lupenproletariado, instaurar o caos na
sociedade ocidental judaico-cristã, capitalista, acabar com a sociedade
capitalista, para que eles falem: Veja como o capitalismo é horrível!
Só produz violência, crime e tal.
Mas na verdade são eles que estão fazendo o crime aumentar, a violência
aumentar, o ódio aumentar. E aí o que eles fazem? "Vamos propor uma
outra forma." E propõem o socialismo." Daniel Lopez Eles não só fomentam o crime, mas coíbem as reações de defesa e combate ao mal, com a CENSURA, por exemplo. É aquela fórmula: "Criar o problema para propor a solução." tão usada pelos
comunistas que é até estranho ter ainda alguma credibilidade.
.
* As ONGs tiveram início a partir de grandes fundações familiares
(Ford, Rockefeller, MacArthur, entre outras) de caráter "filantrópico".
Essas fundações perceberam o benefício de investirem em movimentos
sociais de esquerda, grupos que almejavam a transformação da sociedade
em um mundo planificado. Esses metacapitalistas, assim, atraem para si
os ganhos dessa transformação. Com dinheiro de sobra, não foi difícil
criar ao longo dos anos um intensa estrutura de organizações que, em
geral, defendem as mesmas causas e agem internacionalmente de maneira
ordenada. A ONU está perfeitamente integrada nessa estrutura de
entidades globais que agem livremente em qualquer país do mundo,
mobilizando e militando pelos mesmos motivos. Elas atuam inclusive
dentro das universidades, por meio de financiamentos e parcerias
internacionais, para ampliar estudos que sirvam de base para influenciar
governos e partidos políticos em função de suas agendas.
O jornalismo atual, que se alimenta do conteúdo e das ações
promovidas pelas ONGs, acaba levando essas entidades a substituírem o
papel dos governos e da sociedade sem que tenham sido eleitas para isso.
Em suas agências de assessoria de imprensa, elas produzem textos,
reportagens e vídeos para as redações dos jornais. Assim, muitas
empresas de comunicação integraram-se na estrutura das ONGs,
contratando-as como prestadoras de serviço e fornecedoras de conteúdo,
formal ou informalmente. Desta forma, os anseios e expectativas, as
utopias e desejos, manifestados pelas ONGs, passam a representar os
anseios da sociedade. Um literal sequestro da voz popular.
Tudo isso acontece à revelia de um mandamento básico do jornalismo, o
de que o principal critério de noticiabilidade é o acontecimento. Isso
significaria que, no jornalismo tradicional, as matérias só são
jornalisticamente interessantes quando motivadas por um fato real.
Muitas vezes, porém, no trabalho de ONGs e instituições desse tipo, o
acontecimento já vem programado para ser ocasião de criar um debate
nacional ou internacional em torno de um tema.
Extraído do livro: FAKE NEWS - QUANDO OS JORNAIS FINGEM FAZER JORNALISMO
* Lula e Dilma trabalharam CONTRA O BRASIL, para o projeto criminoso de
poder ditatorial comunista. FHC trabalhou CONTRA O BRASIL, para o
projeto criminoso de poder ditatorial globalista. Collor e Sarney
acabaram favorecendo o projeto maligno CONTRA O BRASIL, assim como os militares que,
por ideologia ou por ignorância, combateram a direita que ameaçava seu controle da sociedade.
Bolsonaro é o primeiro
presidente de verdade em décadas! É a nossa ÚNICA chance contra o avanço de uma ditadura que
pretende nos tomar tudo, até mesmo a alma.
O que irrita um esquerdista é a verdade, o que irrita um direitista é a mentira. (Carole Seymour Jones)
"Uma pessoa que diz que a verdade é relativa está pedindo para que você não acredite nela." (Roger Scruton)
Olavo de Carvalho · "A
uniformidade de opiniões, ódios e preconceitos, as estratégias
coordenadas com a velocidade do raio, a completa ausência de pluralismo e
debate já deveriam bastar para qualquer pessoa inteligente perceber que
a mídia brasileira é um órgão de controle social ditatorial, não de
promoção da democracia. Mas, como essa realidade é chocante e
assustadora, muitos preferem fingir que não a enxergam."
* REPRESSÃO À LIBERDADE DE EXPRESSÃO "Por
outro lado, a discriminação ideológica nos sistemas comunistas tem a
finalidade de proibir outras idéias e de impor as suas. São duas
surpreendentes formas de tirania inacreditável, total. O pensamento é a
mais criadora das forças: descobre o que é novo. O homem não pode viver
nem produzir se não pensar e meditar. Mesmo que possam negá-lo, os
comunistas são forçados a aceitar, na prática, esta verdade. Por isso,
procuram tornar impossível o predomínio de outro pensamento que não seja
o deles. O homem pode renunciar a muitas coisas, mas tem necessidade
de pensar e comunicar seus pensamentos. É um sofrimento profundo ser
compelido a silenciar quando se tem necessidade de expressão. OBRIGAR O
HOMEM A NÃO PENSAR, A EXPRESSAR PENSAMENTOS QUE NÃO SÃO OS SEUS, É A
PIOR FORMA DE TIRANIA. A limitação da liberdade de pensamento não
constitui apenas um ataque a direitos sociais e políticos específicos,
mas também ao próprio ser humano como tal."
SEM
CENSURA, A MENTIRA NÃO COLA - "O cidadão, no sistema comunista, vive
oprimido (...) Em última análise, todos os jornais são oficiais, bem
como o rádio e outros meios de comunicação. Os resultados de tudo isso
não são grandes, e em nenhum caso correspondem aos meios e medidas
empregados. Porém, resultados consideráveis são conseguidos tornando
IMPOSSÍVEL A MANIFESTAÇÃO DE OPINIÕES que não sejam as oficiais e
combatendo as idéias contrárias. " (Milovan Djilas – “A Nova Classe”)
*
Olavo de Carvalho - "A
experiência de todos os países comunistas prova, sem a menor margem de
dúvida, que a esquerda revolucionária sempre esteve consciente da
importância crucial da censura e dos limites à liberdade de expressão
para a conquista e o exercício do poder. Essa é a única razão pela qual
os esquerdistas tanto combatem essas coisas numa democracia sobre a qual
ainda não tenham o poder total: para assegurar que elas estarão sempre
sob o seu controle monopolístico, sem que o adversário tenha a menor
chance de usá-las -- ou de usar qualquer recurso que remotamente se
pareça com elas -- para a manutenção da ordem legal vigente.
PARTIDO COMUNISTA CHINÊS PROÍBE CRÍTICAS AO GOVERNO
Olavo de Carvalho · "A
uniformidade de opiniões, ódios e preconceitos, as estratégias
coordenadas com a velocidade do raio, a completa ausência de pluralismo e
debate já deveriam bastar para qualquer pessoa inteligente perceber que
a mídia brasileira é um órgão de controle social ditatorial, não de
promoção da democracia. Mas, como essa realidade é chocante e
assustadora, muitos preferem fingir que não a enxergam."
Olavo de Carvalho · Repetir
incansavelmente a mentira, ignorando os desmentidos e as provas em
contrário como se não existissem, não é um pecado ocasional, é a NORMA
da intelectualidade esquerdista. Goebbels ainda usava fraldas quando os
comunistas já eram mestres nessa coisa.
Olavo de Carvalho - Quando
irão os nossos direitistas entender que, para pessoas formadas na
mentalidade comunista (sejam elas ou não conscientemente comunistas),
mentir a favor da causa é MÉRITO? Quando vão entender que, para essa
gente, a palavra "verdade" vale apenas como rótulo embelezador da
mentira conveniente.
O IMPÉRIO DA VONTADE OLAVO DE CARVALHO - O
relativismo militante é um véu de análise racional feito para camuflar a
imposição, pela força, de uma vontade irracional. Sua função é cansar,
esgotar e calar a inteligência para abrir caminho ao “Triunfo da
Vontade”. É um método de discussão inconfundivelmente nazista.Se
você estudar Nietzsche direitinho, verá que toda a filosofia dele não é
senão a sistematização e a apologética desse método, hoje adotado pela
tropa inteira dos ativistas politicamente corretos. Por trás de toda a
sua estudada complexidade, a estratégia do nietzscheísmo é bem
simples: trata-se de dissolver em paradoxos relativistas a confiança no
conhecimento objetivo, para que, no vácuo restante, a pura vontade de
poder tenha espaço para se impor como única autoridade efetiva.
Descontada a veemência do estilo pseudoprofético, não raro inflado de
hiperbolismo kitsch , não há aí novidade nenhuma. É o velho Eu
soberano de Fichte, que abole a estrutura da realidade e impera sobre o
nada. É a velha subjetividade transcendental de Kant, que dita regras
ao universo em vez de tentar conhecê-lo. http://www.olavodecarvalho.org/semana/060105jb.htm
COMO DEBATER COM UM ESQUERDISTA A disputa com o revolucionário é sempre regida por dois códigos
simultâneos, dos quais você só conhece um. Quando você menos espera, ele
apela ao código secreto e lhe dá uma rasteira. Provar que um
esquerdista está errado não significa nada. Você tem é de mostrar como
ele é mau, perverso, falso, deliberado e maquiavélico por trás de suas
aparências de debatedor sincero, polido e civilizado. Faça isso e você
fará essa gente chorar de desespero, porque no fundo ela se conhece e
sabe que não presta. Não lhe dê o consolo de uma camuflagem civilizada
tecida com a pele do adversário ingênuo. http://wpress.olavodecarvalho.org/como-debater-com-esquerdistas/
"Em breve estaremos em um mundo no qual um homem pode ser vaiado por
dizer que dois e dois fazem quatro, no qual gritos de partido furiosos
serão levantados contra qualquer um que diga que as vacas têm chifres,
nas quais as pessoas irão perseguir a heresia de chamar um triângulo,
uma figura de três lados, e enforcar um homem por enlouquecer a multidão
com a notícia de que a grama é verde."
[Gilbert Chesterton] A MENTIRA ESQUERDISTA PRETENDE APAGAR A DIFERENÇA ENTRE VERDADE E MENTIRA - OLAVO DE CARVALHO http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/09/a-mentira-esquerdista-pretende-eliminar.html Olavo de Carvalho
ROGER SCRUTON "A ideologia comunista descartou a idéia de verdade como se fosse uma construção burguesa. O que importava era poder — e você batizou como verdade aquelas doutrinas que o fornecem. Essa maneira invencível de marginalizar a realidade foi exposta para todos por Orwell, Koestler, Solzhenitsyn e, mais recentemente, Havel. Somente a educação em uma universidade moderna, com doses repetidas de Foucault, Deleuze e Vattimo, pode cegar para os perigos de uma filosofia que vê o poder como o verdadeiro objetivo do discurso. Infelizmente, essa educação existe, e temos que viver com o resultado disso.
Todos os que encontraram a máquina comunista estavam familiarizados com a abolição da distinção entre verdade e poder, incluindo companheiros de viagem como Eric Hobsbawm e Ralph Miliband, que aprovaram isso. O que importava ao Partido Comunista era a meta: a instalação do controle comunista sobre o máximo possível do mundo civilizado. O mito do “cerco capitalista” — a descrição da expansão militar soviética como uma “ofensiva de paz”, as invasões da Hungria, da Tchecoslováquia e do Afeganistão como “assistência fraterna”: tudo parte da diplomacia da pós-verdade. A falsificação do discurso político estendia-se às minúcias. Os judeus eram perseguidos não como judeus, mas como parte da conspiração burguesa-sionista-capitalista. Os católicos foram presos por “subversão da república em colaboração com uma potência estrangeira”. As tentativas da OTAN de instalar defesas antimísseis tornaram-se “atos de agressão que desestabilizavam a Europa”. E assim por diante. O resultado era uma espécie de discurso paranóico que não podia ser respondido com argumento racional, já que cada argumento era mais uma prova de que todos os que denunciavam as mentiras também as diziam. A máquina de propaganda soviética enfrentava todos os fatos gritando a plenos pulmões “mentiras!”, como um lógico louco que grita “essa frase é falsa!”
Censura é o maior perigo. Não dá pra defender o capitalismo
democrático, o estado de direito, a justiça, a verdade, e ameaçar a
liberdade de expressão ao mesmo tempo. Sem liberdade de expressão a democracia se extingue.
* "O
grande arquiteto da desinformação sistemática foi Felix Edmundovitch
Dzerzhinsky, criador da primeira polícia secreta soviética, a Tcheka.
Quando Lênin perguntou, ainda em 1918 a Dzerzhinsky, sobre qual a
estratégia que deveria ser adotada para influenciar o resto do mundo,
recebeu como resposta: "diga sempre o que eles querem ouvir, minta,
minta sempre e cada vez mais. De tanto repetir as mentiras elas acabam
sendo tomadas como verdades". A primeira fraude fotográfica impor-imite
de que tenho notícia foi a supressão da imagem de Trotsky ao lado da
tribuna de onde Lênin discursava para as tropas na Praça Svierdlov em
1920, obra do sucessor de Dzerzhinsky, Lavrenty Pavlovich Bieria sob as
ordens de Stalin. Esta
expressão, levemente modificada, foi copiada por Paul Joseph Goebbels,
Ministro da Propaganda e do Esclarecimento do Povo do III Reich a quem
foi atribuída, erroneamente e provavelmente de má-fé, a autoria."
(Heitor de Paola) http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/07/comunismo-se-cura-com-verdade.html
O presidente afirmou que vai limitar a verba governamental de propaganda destinada aos jornais. Acho que ela não deveria existir. Jornal dependente é subserviente e não morde a mão que o alimenta, não cumpre sua função de informar e alertar também contra o governo. A não ser que a imprensa se declare publicamente um orgão oficial de propaganda, ela vai continuar comentendo o crime de enganar a população fingindo ainda fazer jornalismo.
O pior disso é que o perigo do totalitarismo que esses jornalistas criminosos estão ajudando a construir.
***
Folha de São Paulo Prossegue Publicando Mentiras Contra Presidente Jair Bolsonaro
O jornal Folha de São Paulo, porta-voz oficioso da esquerda brasileira, continua sendo o veículo de imprensa mais mentiroso e desonesto do país. Ao comentar a entrevista dada nessa segunda-feira pelo presidente eleito Jair Bolsonaro ao Jornal Nacional, a Folha afirmou que o presidente eleito estaria ameaçando o jornal. A afirmação é mentirosa e desonesta, e evidencia mais uma vez a facilidade com que o jornal mente para seus leitores.
Ameaças e imposição de censura a veículos de imprensa ocorrem nos regimes de ditadura socialista, regimes esses que a quase totalidade dos integrantes da redação da Folha de São Paulo apoia e defende. Quem mais ameaçou a liberdade de imprensa no país foi o regime petista, apoiado por esse mesmo jornal. Por sua vez, o presidente eleito Jair Bolsonaro já afirmou e reafirmou seu compromisso com a Constituição Federal, que assegura a liberdade de imprensa e veda qualquer tipo de censura.
A maior parte das mentiras e das fake news a respeito de Jair Bolsonaro ao longo da campanha eleitoral foram publicadas pelo jornal Folha de São Paulo, inclusive a mentira a respeito da suposta assessora fantasma: uma mentira covarde e desumana, que custou o emprego de uma pessoa honesta e humilde que ganhava pouco mais de um salário mínimo mensal.
Quando perguntado no Jornal Nacional sobre a Folha de São Paulo, o presidente eleito relatou o episódio da mentira divulgada pelo jornal, e afirmou aquilo que todo cidadão de bom senso já sabe: ninguém, e muito menos o governo, precisa acabar com a Folha de São Paulo, pois o jornal está acabando por si só por completa falta de credibilidade e por não ter compromisso algum com a verdade. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews
FLÁVIO GORDON · É hora de lembrar o vexame da outra grande derrotada de ontem: Folha de S. Bernardo.
*
FLÁVIO GORDON · Quando alguém disser "existe um estudo que prova que as armas são um problema..." apenas mostre isso... https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1159434830870535&set=a.169028103244551
*
· 9 h · Vamos rir de quem não acreditava na vitoria de Jair Bolsonaro: https://www.facebook.com/EuSouDireita/videos/vb.1463976060579234/1101849323322116/
* A
estratégia dos comunistas com relação à mídia no Brasil consiste de
duas operações sucessivas; parasitá-la e depois matá-la. Enquanto se
sentiam fracos, trataram de infiltrar-se em todas as redações,
dominá-las por dentro pouco a pouco, promover-se e premiar-se uns aos
outros e usar os jornais e canais de TV, de maneira discreta e informal,
como instrumentos para a conquista da hegemonia cultural.
Tão logo tiveram nas suas mãos o controle do Estado, passaram à segunda
etapa: jogar fora o corpo parasitado e exausto, eliminar as empresas de
que se serviram e transferir ao Partido (diretamente ou por meio de
ONGs) o controle direto dos meios de comunicação. O processo
desenrola-se diante de nós com uma clareza deslumbrante, e ainda há
gente na “direita” que se entusiasma com as passeatas anti-Globo. Os comunistas DOMINAM a grande mídia por dentro e a ACHINCALHAM por fora. A fórmula é infalível. Olavo de Carvalho https://medium.com/olavo-de-carvalho/o-essencial-e-quebrar-o-esquema-de-poder-98763fd0a63a
***
MILHARES
OU MILHÕES? A PF já divulgou os números de participantes das
manifestações do dia 21/10/2018? Eu compareço a elas só para fazer número. É
preciso que nosso tamanho e nossas pautas sejam visíveis, já que a
imprensa abdicou de noticiar e virou a nociva máquina de propaganda e
manipulação que conhecemos. Bem, estou atrás do número de participantes desde domingo,
mas ninguém informa com certeza. Chegou a ser dito 3 milhões e meio (em São Paulo?).
Gente, se o objetivo é impor a REALIDADE que nos está sendo sonegada, e a autoridade democrática do povo pela quantidade,
a informação principal está sendo negligenciada demais. Precisamos dela
antes que a esquerda se aproprie da narrativa para seu uso! E por isso também é
urgente que se filme também do alto de prédios ou com uso de drones. São
documentos para jogar na cara dos desinformados e do Haddad que pretende crescer às custas desses números.
***
OLAVO DE CARVALHO - A mídia foi o primeiro terreno onde o comunopetismo firmou sua hegemonia
e de onde partiu, com base firme, para a conquista do restante. É
inútil reclamar, é inútil apelar à consciência profissional da classe
jornalística, que já não tem nenhuma e enxerga a manipulação do
noticiário como um dever e um mérito. A mídia foi e é o CENTRO
IRRADIANTE da hegemonia comunopetista e não apenas um suporte externo,
como em geral as pessoas imaginam. Ela é o primeiro obstáculo que teria
de ser derrubado ANTES de um ataque ao poder federal. https://olavodecarvalhofb.wordpress.com/2015/11/07/novo-artigo-hangout-e-sucursal-indiana/
OLAVO DE CARVALHO · "Não
há nenhuma concorrência eleitoral. Há uma disputa de morte entre o povo
inteiro e uma quadrilhja de ladrões e assassinos que busca
desesperadamente, por meio de novos crimes, escapar da punição."
MÍDIA DE RABO PRESO - LULA COMPROU A IMPRENSA - O INÍCIO
Ipojuca Pontes publicou em 2004 este flagra do Lula comprando a mídia com empréstimos do BNDES, a pretexto de fortalecer a imprensa democrática. Ocorre no Congresso Nacional um jogo de pressão e contrapressão da maior importância. Trata-se da abertura da farta linha de crédito específica para o setor de comunicação (leia-se jornais da grande imprensa do eixo Rio-São Paulo e algumas emissoras de TV), na ordem de R$10 bilhões, com recursos provenientes do BNDES. Segundo o noticiário, o grosso dos recursos do financiamento seria destinado à restauração de dívidas das empresas e/ou aos investimentos em tecnologia e produção.
O presidente do BNDES, Carlos Lessa, economista brasileiro ligado à "Musa do Cruzado", a portuguesa Maria da Conceição Tavares, figura no mínimo abusada, deixa transparecer abertamente que é a favor da transação, mas diante da crise de credibilidade que acomete muito justamente o governo Lula, procura demonstrar isenção: "Nós já levamos a nossa posição e creio que isto será objeto de uma discussão bastante ampla na sociedade. Será um debate em que o Congresso Nacional, os partidos políticos, os colunistas e os formadores de opinião darão suas impressões sobre o tema."
Mas ele próprio, Lessa, na ânsia de encaminhar o negócio, compareceu a um encontro com deputados do Nordeste na Câmara dos Deputados, em Brasília, para vender o colossal peixe: "Tanto para a democracia, quanto para a civilização, uma sociedade nacional tem que ter uma indústria de comunicação forte. Se a indústria de comunicação estiver abalada, como aparentemente está, cabe fortalecê-la. Mas o setor tem que ser fortalecido de uma maneira equilibrada, equânime e é preciso garantir que não tenhamos qualquer interferência na construção da controvérsia e dos conteúdos."
É aí que a porca torce o rabo e o trololó de Lessa esboroa numa nuvem de poeira tóxica. Em primeiro lugar, porque é pouco provável que a sociedade tenha condições de entrar no debate, ainda que parte substancial do que forma o capital do BNDES venha do Fundo do Amparo ao Trabalhador (FAT). Em segundo lugar, porque os principais atores da negociação estão discordes entre si: enquanto a TV Globo e Bandeirantes querem o grosso do crédito para liquidar dívidas contraídas em negócios passados, a Record, a Rede TV e a SBT discordam que se enterre o dinheiro público no pagamento de dívidas que não criam empregos e a ampliação do mercado de trabalho.
De fato, na cessão da linha de crédito, parcela considerável dos recursos seria cedida às Organizações Globo (sempre útil ao governo) para saudar débitos com bancos internacionais, segundo o Jornal do Brasil, na ordem de US$ dois bilhões. Os opositores dos interesses das Organizações Globo protestam que a emissora chegou a tal situação pelo fomento de uma política de "dumping" — por exemplo, com a aquisição de programas que simplesmente não usava nem permitia usar, atingindo, pelo boicote, a livre competição.
0 BNDES, cujo ativo se aproxima da casa dos R$115 bilhões, é o maior banco de fomento da América Latina. Sem o "s" no final da sigla, foi criado em 1952, no governo Vargas, como órgão voltado para fornecer a contrapartida, em cruzeiros, dos financiamentos externos obtidos para os projetos da Comissão Mista Brasil-Estados Unidos (CMBEU, uma espécie de plano Marshall caboclo), destinados a obras de infraestrutura nos setores de serviços de energia e transportes. Os seus recursos são os mais cobiçados do mundo, pois são empréstimos de juros baixos e de muito longo prazo.
Grande parte da pressão inflacionária que torna a vida do brasileiro uma permanente infelicidade vem do excesso dos déficits previdenciários (acima de R$ 26 bilhões), das insolventes e crescentes renúncias fiscais (mais de R$ 15 bilhões anuais), sem falar nos R$ 220 bilhões devidos e nunca recebidos nas diversas agências financeiras oficiais, dentre elas o BNDES. 0 brasileirinho da "quentinha" e da fila do ônibus talvez não tenha consciência, mas é ele quem paga o "furo" do alarmante buraco negro financeiro.
A partir de retrospecto histórico, assinale-se que o governo, ao tentar cooptar a grande mídia com empréstimos faraônicos, labora em arma de dois gumes. Mino Carta, ex-editor da Veja, diz que o "leninista" Golbery financiou no período revolucionário o Grupo Abril com empréstimo especial de US$ 50 milhões, para resultados editoriais e políticos considerados, posteriormente, insatisfatórios. E a trágica queda de Vargas, em 1954, começou quando Chateaubriand (Diários Associados) e Roberto Marinho (0 Globo) abriram câmeras e microfones para Carlos Lacerda (Tribuna da Imprensa) denunciar o milionário contrato de financiamento de compra de papel, por vinte anos, feito a preço de banana Gelo Banco do Brasil à Última Hora de Samuel Wainer, culminando tudo – no "mar de lama" do Catete – com um tiro no peito.
Príncipe moderno e antigo Ipojuca Pontes
Estrategistas do PT fecham o cerco e preparam o terreno para estabelecer as bases práticas da “transição para o socialismo” no espaço nacional. Eles querem que o segundo mandato de Lula, se possível seis meses antes das eleições presidenciais, já encontre a máquina regulada para o exercício do poder institucionalizado dentro dos moldes de uma república popular. Assim, nos últimos meses, por meio de palestras e debates de propostas “transformadoras” efetivadas em reuniões fechadas, ideólogos do petismo situados no governo laboram com afinco para a urgente criação de conselhos, associações e organismos empenhados no “controle do imaginário da nação”. Esperam, com eles, objetivar a sustentação de sólida plataforma para o encaminhamento das reformas “moral” (cultural) e “intelectual” (ideológica) da sociedade, a partir das quais seria desfechada a transição (“superação”) do Estado burguês para o Estado-classe.
Propostas de projetos como as que resultariam na criação da Ancinav (Agência Nacional do Cinema e do Audiovisual) e do CFJ (Conselho Federal de Jornalismo), que estão sendo encaminhadas ao Congresso Nacional depois de devidamente analisados pela Casa Civil, evidenciam o desejo do governo Lula de ensejar a orientação, a disciplina e a fiscalização dos instrumentos de controle psicossocial, já que detém em grande parte o domínio dos instrumentos políticos e econômicos que conduzem o país. No fundo, são propostas que possibilitam a consolidação do partido-Estado, definido pelo teórico comunista Antonio Gramsci como o “Príncipe Moderno” - tornando-se este, por sua vez, responsável pela afirmação de uma nova ordem social totalizadora.
Com efeito, o próprio Gramsci assim explica o partido-Estado em suas “Notas sobre Maquiavel, a política e o Estado moderno” (“Note sul Machiavelli, sula política e sullo stato moderno” – Istituto Gramsci, 1961): “O moderno Príncipe (partido hegemônico), desenvolve-se, subverte todo o sistema de relações intelectuais e morais, uma vez que o seu desenvolvimento significa, de fato, que todo ato é concebido como útil ou prejudicial, como virtuoso ou criminoso, somente na medida em que tem como ponto de referência o próprio Moderno Príncipe e serve ou para aumentar o poder ou para opor-se a ele. O príncipe toma o lugar, nas consciências, da divindade ou do imperativo categórico, torna-se a base de um laicismo moderno e de uma completa laicização de toda a vida e de todas as relações de costume”.
No encadeamento da lógica do Príncipe Moderno (como realça, por linhas paralelas, o secretário-geral do Itamaraty, Samuel Pinheiro Guimarães, no paper “Subdesenvolvimento e Cultura”), em que se toma a parte pelo todo, o partido-Estado, operacionalizado por conselhos e organismos participativos, apresenta-se como o detentor do poder, da lei e da verdade (conhecimento) para conduzir a sociedade, denegando o adverso (o Outro) como representante demoníaco da democracia burguesa ou do inimigo externo (imperialismo) – o velho bode expiatório capaz de inspirar a unidade e o ódio das massas.
De fato, no arrazoado do partido hegemônico, em que se explora sem peias o mito de uma possível identidade sem divisões, voltada para a “construção da grandeza nacional”, o povo distingue-se identificado com o proletariado (a classe trabalhadora), o proletariado com o partido de classe, o partido de classe com a executiva (direção) do partido, e a executiva do partido, por sua vez, com o líder carismático – pois no topo da pirâmide projetada pelo Príncipe Moderno prevalecerá sempre a figura e a vontade do líder, seja ele Stalin, Mussolini, Hitler, Fidel ou mesmo Lula.
Pelo menos na teoria, o Príncipe moderno imaginado por Gramsci viria para se contrapor ao Príncipe de Machiavel, ideário do Estado monárquico que preservava os privilégios das classes superiores sobre a burguesia emergente, o proletariado e as massas do campo. No entanto, moderno ou antigo, na ordem prática das coisas tanto os apaniguados do Príncipe de Maquiavel quanto os de Gramsci, jamais deixaram de abocanhar o produto do suor das massas trabalhadoras, como bem evidenciam a boa vida levada pelas Nomenklaturas da extinta URSS e de Cuba, o parasitismo remunerado dos “senõritos” no México do partido único (o PRI – Partido Revolucionário Institucional”) e, no plano local, a existência da privilegiada “casta de serviço” alimentada pela ditadura “revolucionária” do General Geisel e ampliada de forma perversa pela criação e fortalecimento de centenas de estatais, entre elas a Embrafilme, a exaurir o esforço da cadeia produtiva nacional.
É no mínimo urgente que a sociedade e o Congresso Nacional se ponham em alerta quando às pretensões do governo de criar, pela estratégia de aprovação pelo voto, as bases de um Estado totalitário. E é bom não acreditar na oposição das corporações e das elites que vivem das benesses do Estado. Elas, a despeito de tudo, terminam por conviver com os arreganhos do totalitarismo desde que não se toque em seus privilégios. Basta olhar o mundo do Príncipe – antigo ou moderno.
(*) Ipojuca Pontes é cineasta, destacado documentarista do cinema brasileiro, jornalista, escritor, cronista, ex-Secretário Nacional da Cultura e autor do livro Politicamente Corretíssimos.
IMPRENSA DE RABO PRESO EM 1993 FAZIA CAMPANHA PELA "ÉTICA"
UNANIMIDADE SUSPEITA 1993 - OLAVO DE CARVALHO
Essas razões podem resumir-se numa só pergunta: Se o esquema de corrupção nas altas esferas é tão poderoso a ponto de fazer presidentes, moldar a seu gosto o Orçamento da República, manipular o Congresso, desviar dos cofres públicos o equivalente à dívida externa do país, subornar altos funcionários da polícia, exercer quase, como disse o senador Bisol, as funções de um governo paralelo, então como será possível que ele não tenha meios de subornar e calar a imprensa? Como será possível que, dentre todos os poderes que decidem a vida nacional, somente a imprensa tenha escapado das malhas da influência corruptora e agora se encontre livre para denunciá-la? Francamente, não é razoável supor que experts em suborno, com experiência de várias décadas no mercado de consciências, tenham simplesmente se esquecido de digitar, na programação das propinas ou do favorecimento ilícito, as empresas de comunicações. Não é sequer verossímil imaginar que os canais de TV, concessões dependentes do governo, que as empresas jornalísticas, sempre endividadas com os bancos oficiais ao longo de toda a sua história, teriam a desenvoltura que ostentam para bater na cara de gente tão poderosa, sem temor de um revide, caso essa gente fosse realmente poderosa como se tenta fazer crer. Que a máfia onipotente não tenha, em toda a imprensa nacional, um só defensor, eis aí o que, simplesmente, põe em dúvida a sua proclamada onipotência. (...) Será necessário lembrar que, tanto quanto as famigeradas empreiteiras, as empresas de comunicações também são prestadoras de serviços ao governo, também tomam empréstimos vultosos em bancos oficiais, também fazem lobby junto ao Executivo e ao Congresso, um lobby que, ademais, é reforçado pelo domínio direto que elas exercem sobre a opinião pública? Como “passar o país a limpo” se a mão que move a borracha cuida de apagar, em primeiríssimo lugar, os trechos comprometedores da sua própria participação no enredo? (...) Não é por nada, mas acho que os jornalistas de hoje, alimentando o coro dos entusiasmos unanimistas em vez de esforçar-se para analisar serenamente o que se passa, se arriscam a fazer perante a História futura um papel bem chinfrim. Mas há nesta questão um aspecto mais oculto, que me parece decisivo. Na Itália, que a imprensa brasileira vive citando como exemplo de combate eficaz à corrupção, denuncia-se um suborno milionário com que a multinacional Montedison teria obtido a cumplicidade da imprensa para certas operações ilícitas. Comparemos com o que se passa no Brasil. Um empreiteiro conhecido por suas polêmicas espalhafatosas, Cecílio R. Almeida, dá uma entrevista ao jornal Zero Hora de Porto Alegre, dizendo que, de todas as grandes empresas do ramo, colocadas igualmente sob suspeita, só uma é corrupta de fato: a OAS, segundo ele, seria a culpada por tudo quanto se passa de ilícito no setor das obras públicas. Mais ainda, Cecílio informa que a Editora Abril, poderoso truste das comunicações ( e proprietária da revista Veja, uma das publicações mais ferozes no combate às empreiteiras ) tem interesses ligados à OAS, tanto que falseia os balancetes publicados na sua revista econômica, Exame, para favorecer essa empresa. Como é que isto foi noticiado? “Empresário inocenta empreiteiras e acusa grupo Abril”? “Empresa jornalística cúmplice de empreiteira suspeita”? Não. Tanto na Zero Hora quanto em todos os jornais que depois reproduziram a entrevista, o tom das manchetes foi o mesmo: “Empreiteiro denuncia empreiteiras”, “O esquema de corrupção visto de dentro”, etc. Enfim: transformaram a entrevista de Cecílio numa denúncia contra as empreiteiras em geral, que ele inocentava,. Pior: a menção à Editora Abril, que era de fato a única novidade da entrevista, foi omitida em alguns jornais e, em outros, escondida no meio do texto, disfarçada sob títulos que nem de longe mencionavam a Abril. Ou seja: além de inverter o sentido da entrevista, apresentando como ataque o que era uma defesa, os jornais ainda protegeram sob o manto da discrição ou mesmo do silêncio a única empresa que o entrevistado acusava realmente. Com uma imprensa assim escorregadia, a “Operação Mãos Limpas” que importamos da Itália nunca passará de uma propaganda de sabonetes. O mais assustador é que o silêncio em torno da Abril foi unânime, como é unânime o vozerio contra as empreiteiras. Será isto uma coincidência, um reflexo espontâneo que defende os jornalistas contra qualquer impulso de praticar o jornalismo? Ou, ao contrário, há um acordo entre as empresas jornalísticas para que nenhuma denúncia contra uma delas seja veiculada sem prévias negociações com a interessada? No primeiro caso, trata-se de uma grave patologia da consciência, de um escotoma moral que torna cegos para certas realidades os profissionais incumbidos, nominalmente, de enxergá-las e mostrá-las. No segundo caso, é obrigatório concluir que a opinião pública brasileira é dirigida, em segredo, por um complô de empresas jornalísticas que delineiam a seu belprazer os limites do visível e do invisível, como quem ajusta viseiras à cabeça de um asno. Nesta hipótese, o asno somos nós todos, brasileiros, e o governo paralelo que manda neste país não é composto de empreiteiras, e sim de empresas de comunicações. Esta hipótese, na verdade, não excluiria a primeira: apenas mostraria que o escotoma não é natural, mas produzido. E, se fosse ela a hipótese verdadeira, não haveria nisto nada de excepcional, de vez que todos os sociólogos e cientistas políticos do mundo estão concordes em afirmar que, na sociedade contemporânea, as empresas de comunicações estão mais próximas do centro de poder do que quaisquer outras. O prestígio do Dr. Roberto Marinho, por exemplo, tem o poder de vetar, em todo o território nacional, a exibição de um documentário da TV inglesa sobre pessoa dele, exercendo, implicitamente ao menos, um direito de censura que é negado ao próprio governo federal. Emílio Odebrecht, Sebastião Camargo ou Cecílio Almeida poderiam sonhar em ascender a tais alturas? Se as empreiteiras tivessem o poder de um governo secreto, os seus podres também permaneceriam secretos; se há contra elas um movimento nacional de opinião pública, é porque alguém tem o poder de gerá-lo e elas não têm o poder de detê-lo. Publicado no livro O IMBECIL COLETIVO Artigo completo em: IMPRENSA DE RABO PRESO EM 1993 FAZIA CAMPANHA PELA "ÉTICA" http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/12/imprensa-de-rabo-preso-em-1993-fazia.html * MÍDIA DE RABO PRESO COM O CARF SE CALA SOBRE A OPERAÇÃO ZELOTES - POLÍBIO BRAGA https://youtu.be/ibTpydyLB1Y * BNDES
O MUNDO PEDE A PRISÃO DE LULA (PT) POR CORRUPÇÃO NO BNDEShttps://www.facebook.com/804998429558040/videos/973186362739245/?fref=nf
* A BRIGA QUE NINGUÉM QUER COMPRAR Olavo de Carvalho (...)Quatro fatores contribuíram para libertar a mídia nacional desses escrúpulos de realismo.
O primeiro foi a solidariedade maior entre as empresas, forjada
durante o regime militar para a defesa comum contra as imposições do
governo. As denúncias mútuas de fraude e de mau jornalismo desapareceram
quase que por completo, colocando cada empresa jornalística na posição
confortável de poder mentir a salvo de represálias dos concorrentes. Na
mesma medida, a disputa de mercado praticamente cessou, distribuindo-se
os leitores mais ou menos equitativamente entre as maiores publicações.
O segundo foi a diversificação das atividades lucrativas das empresas
jornalísticas, que passaram a depender cada vez menos da aprovação dos
leitores. A prova máxima dessa transformação é que essas empresas se
tornaram formidavelmente mais ricas e poderosas sem que a tiragem de
seus jornais aumentasse no mais mínimo que fosse. Com a escolaridade
crescente, o número de leitores potenciais subiu de ano para ano, mas os
maiores jornais brasileiros não vendem, hoje em dia, mais exemplares do
que nos anos 50. É um fenômeno único no jornalismo mundial.
Em terceiro lugar, a obrigatoriedade do diploma universitário
promoveu a uniformização cultural e ideológica da classe jornalística,
de modo que já não há diferenças substantivas entre os climas de opinião
nas várias redações de jornais e revistas. Na homogeneidade geral, as
exceções individuais tornam-se irrelevantes.
Por último, as influências intelectuais que vieram a dominar as
faculdades de jornalismo, deprimindo a confiança nos velhos critérios de
objetividade e enfatizando antes a função dos jornalistas como “agentes
de transformação social”, acabaram transmutando maciçamente as redações
em grupos militantes imbuídos de uma agenda político-cultural e
dispostos a implementá-la por todos os meios. Por isso é que, de
milhares de profissionais de mídia que ocultaram a existência do Foro de
São Paulo por dezesseis anos, só um, um único, mostrou algum
arrependimento. Os outros, inclusive os autonomeados fiscais da
moralidade jornalística alheia, preferiram, retroativamente, ocultar a
ocultação – e não perderam um minuto de sono por isso.
Some-se a tudo isso um quinto fator, de dimensões internacionais: o
tremendo desenvolvimento, nas últimas décadas, das técnicas de
engenharia social e da sua aplicação pelos meios de comunicação.
Quem pode impedir que empresas mutuamente solidárias, libertas até
mesmo do temor ao público, tendo a seu serviço uma massa bem adestrada
de “transformadores do mundo” e um conjunto de instrumentos de ação tão
discretos quanto eficientes, mandem às favas todo senso objetivo das
proporções e se empenhem em criar uma “segunda realidade”, uma nova
ordem dos fatores, totalmente inventada, legitimando de antemão qualquer
nova mentira que lhes ocorra distribuir amanhã ou depois?
Nessas condições, toda presunção de “objetividade jornalística”,
personificada ou não nessa moderna versão do bobo-da-côrte que é o
ombudsman, tornou-se hoje apenas um adorno publicitário sem qualquer
eficácia real na prática das redações.
O total desprezo pelos critérios quantitativos de aferição da
importância das notícias tornou-se, portanto, a norma usual e
corriqueira em todas as maiores publicações. Não havendo padrão de
medida exterior pelo qual o jornalismo possa ser julgado, os jornais
passaram a viver de um noticiário autofágico e uniforme, publicando
todos as mesmas coisas, com igual destaque, e confirmando-se uns aos
outros no auto-engano comum.
(...)Uma coisa é a realidade da vida social, outra a sua imagem na mídia e
nos debates públicos. A segunda pode estar muito deslocada da primeira,
fazendo com que a atenção pública se aliene da realidade ao ponto de a
população tornar-se incapaz de compreender o que está acontecendo. O
deslocamento completo assinala um estado de psicose social. http://wpress.olavodecarvalho.org/a-briga-que-ninguem-quer-comprar/
Uma das formas de contrainteligência é a arte de plantar informações falsas e produzir fatos inverídicos, misturados com pontinhas de verdade. A técnica consiste em colocar uma verdade muito verdadeira polvilhada com muitas mentiras: a força da verdade conduz o receptador da informação a acreditar nas mentiras. E a PF de Lula, por obra dele, tem sido insuperável nesse quesito. Você cria defesa quando não existe ataque, inventa ataques falsos e indefensáveis: é o que o PT de Lula faz todos os dias. Lula é mestre nisso, cria e inventa informações contra um próprio aliado. E, atemorizado, o cara vai correndo buscar o colo dele, pedindo “arrego” e proteção. Com isso, esse “aliado” já entra na lista dos contemplados pelo governo, em caso de solicitar algo mais, além de se circunscrever, por inércia da coreografia de poder, numa outra lista, que é a dos devedores eternos ao seu “salvador” Lula. Quem está no governo, novinho na estrutura do poder, não fica sabendo disso: afinal, essa inapreciável técnica de Lula é restrita a um pequeno grupo, a um núcleo duro, ao comando central, que será exposto mais à frente em todos os seus detalhes. Nesse contexto, Lula e o PT são mestres em usar a imprensa e o dito jornalismo investigativo como peças de contrainteligência e de condenação avant la lettre: a imprensa acaba sendo levada a fazer o papel de um tribunal de condenação que precede toda a segurança jurídica. Em um processo como o do Mensalão, muitos falaram em segurança jurídica: “Se o Supremo muda o entendimento, está mexendo com segurança jurídica”. Falácia. Ora, segurança jurídica tem um amplo conceito. Garantir o cumprimento da lei é a própria essência do conceito de segurança jurídica. Você terá oportunidade de constatar o que de fato é insegurança jurídica em capítulos mais à frente. O poder da informação é você construir outra informação, a correta e ágil difusão e também a contrainformação. Só que ninguém usou como o governo Lula usa, como a sua polícia usa, a contrainformação e a contrainteligência. Não é informação e inteligência, é a contrainformação e a contrainteligência. Esse que é o mais perigoso substrato do poder. É a destruição da inteligência oposta, adversária, inimiga. Usado contra a sociedade civil ou simples membros dela, é uma covardia. Era muito comum no passado o jornalista fazer uso da polícia para esquentar uma matéria. Você chegava à autoridade, dava a dica de um crime, a autoridade investigava, prendia e devolvia a exclusividade da publicação ao jornalista que havia dado a dica. Isso é comum e, antes de mais nada, legítimo, porque se tratava de uma notícia-crime. Hoje em dia acontece justamente o contrário: a polícia usa um jornalista para esquentar informações falsas que, por serem noticiadas sem checagem, proporcionam a instauração de um inquérito. Depois também a autoridade usa de outro estratagema: planta informações falsas com um jornalista, informações que não estão no inquérito – que, na verdade, muitas vezes nem existe. Não é um processo, apesar de viral, rápido: é lento, opressivo, mas plural. O jornalista publica o que recebe, e tal notícia acaba sendo anexada a um inquérito como verdadeira. Ou vira a peça inicial do inquérito. Tem mais: quando a reportagem de um jornalista é agregada ao inquérito com informações que você mesmo plantou, emprega-se outro truque: ao anexar o texto da reportagem nesse inquérito, você o “vitamina” com altas doses de mentiras. Ninguém vai checar se a reportagem que gerou o inquérito continha ou não essas informações. O truque é muito simples. Coloque pitadas de mentiras ainda mais mentirosas na reprodução, no corpo do inquérito, do que aquilo que foi publicado pelo jornal. Não sei como esse tipo de truque ainda não se tornou brutalmente óbvio aos por ele perseguidos. Lula e seu aparato fizeram de certo jornalismo investigativo uma lavanderia de altas octanagens de informação. Sob o PT, jornalista fez-se também lavador de informação. Você entrega, o camarada publica. Veja os tribunais em que se transformaram os sites de busca, como o Google, por exemplo. Eles te condenam já na pesquisa sobre o teu nome: afinal de contas, na lei da selva, ninguém faz manchete dando defesa ou deixando espaço para o outro lado, não é? Essa é a herança maldita do “Barba”! Vi isso no governo, ad nauseam. Nunca me calei, sempre mandei apurar. Até que chegou a minha vez. Gilberto Carvalho, braço direito de Lula, e ainda de Dilma, tentou negociar o meu silêncio sobre os trambiques e sinecuras que testemunhei, sobre tudo o que sei, como ninguém, a respeito da morte de Celso Daniel, em troca de uma cerveja, você verá. Não aceitei. Veio o refluxo. Fui levianamente acusado e covardemente frito. A história que se segue é a história da tentativa de assassinato da minha reputação. Que, a bem da verdade, como uma estratégia das organizações criminosas, se consumou em boa parte e medida. Além de tirar a vida do meu querido e amado pai, tais estrategos do lulismo atingiram em cheio as outras duas coisas que mais prezo, e que valem muito mais que minha vida: a minha família e a minha honra.
OLAVO DE CARVALHO - "Em primeiro lugar, existe uma estratégia de domínio continental, comunista, sendo aplicada neste momento. Segundo, isto não está sendo objeto de discussão pública, está sendo mantido debaixo do tapete. Terceiro, qualquer empreendimento político deste tamanho que permaneça desconhecido do público não é bom, porque a democracia se baseia na liberdade de informação. Dizer que é liberdade de opinião é bobagem porque a liberdade de opinião se baseia na liberdade de informação. Se a informação não circula você vai ter opinião sobre o quê? E se tudo isto é feito de maneira tão discreta, quase secreta, é porque coisa boa não é. Não está havendo a famosa transparência, quer dizer, os apóstolos da transparência são de uma opacidade de chumbo." https://youtu.be/ZtA4t1XuVmI
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Como a mídia de massa se tornou uma máquina de propaganda "Em primeiro lugar, nós confiamos neles porque sabemos que a verdade não é um produto da invenção humana e, sendo assim, há a possibilidade do homem acessar uma parte da realidade e relatá-la a outros homens que não têm o mesmo acesso àquela porção do real. Dessa confiança depende nossa orientação no mundo. No entanto, se soubéssemos o que se tem ensinado nas faculdades de jornalismo a respeito da melhor prática jornalística ou do valor da verdade na profissão, colocaríamos muitas aspas nesta confiança e é possível que déssemos um uso bem menos digno ao papel dos jornais. " "O motivo é que, ao longo das últimas décadas, a função informativa dos jornais foi progressivamente substituída pela função TRANSFORMADORA de sociedade. A comunicação tem por definição uma FUNÇÃO informativa e um EFEITO transformador. Afinal, a difusão de fatos gera novos fatos. Mas agora o efeito assume gradativamente o status de função essencial da comunicação." "A transformação pode ser encarada como uma disciplina obrigatória a todos os cursos, que se traveste muitas vezes de belas e humanitárias intenções." "Grupos inspirados no antigo Clube de Roma, como Bilderberg, Sociedade Fabiana, Fundações Ford, McArthur, Open Society, entre tantas outras, encontraram um meio de financiar e orientar os estudos científicos de relevância internacional durante o último século. Quase tudo o que é dito e repetido nos meios de comunicação veio da mente de meia dúzia de metacapitalistas seduzidos pela utopia da sociedade socialista global, a chamada nova ordem mundial, que será erguida a partir de uma sociedade fundada em assembleias onde serão promulgados consensos que sirvam a interesses e conveniências, terminando por sepultar a possibilidade de julgamentos fora do que é acordado pela elite de governantes globais." "A mudança de função é tão profunda quanto imperceptível, já que, disposta hegemonicamente tanto em teses acadêmicas como em notícias e opiniões, vai tolhendo o consumidor em sua cognição até fazê-lo incapaz de diferenciar a informação da pura manipulação."
”Já desde o início do século XX, manuais e guias de transformação social são distribuídos por empresas, fundações, ONGs e movimentos com o fim de adestrar ativistas para a ação massiva de mudança gradativa dos valores da sociedade mediante o debate, a guerra cultural, estratégias semânticas ou técnicas psicológicas, como veremos neste livro. (...) Diferenciar a mentira da verdade, embora seja uma das mais antigas tarefas humanas - para não dizer essencialmente humana - implica hoje no nível de nossa liberdade diante do mundo. A presente pesquisa é uma tímida tentativa de colocar na mesa algumas iniciativas intelectuais e políticas que tiveram a ambição ou o potencial de serem usadas para domesticar a opinião pública. O principal acontecimento em redor do qual gira este trabalho é o da mudança funcional do jornalismo e da mídia em geral. O resultado cultural e histórico dessa mudança foi a transferência dos critérios culturais para o campo da mídia, que passou a determinar as prioridades práticas do público, incluindo a do meio científico e acadêmico." (Cristian Derosa, A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL - Como a mídia de massa se tornou uma máquina de propaganda) *** Esta manipulação midiática não seria possível se não parasitasse a credibilidade de sua "antiga" função informativa. Ela só é possível ENGANANDO o público, que compra ou assiste a um jornal para ser informado e não transformado. Ele quer a realidade ou a opinião sincera. Se é para ler ficção, até Tio Patinhas é melhor... Por outro lado, os futuros jornalistas estão aprendendo também a lição da má fé e do cinismo, sonegando a verdade de si mesmos e pretendendo "melhorar" o mundo à força e à traição. Encher o mundo com mentiras e, sobretudo, extinguir o contraponto da verdade que pode questioná-las e refutá-las, está tornando as pessoas mais tolas, desarmadas, expostas ao mal.