As lições de Orwell sobre linguagem permanecem profundamente atuais e exigem reflexão séria. Ao examinar as lições de Orwell, observa-se que não se trata apenas de literatura ou de um debate restrito ao século XX, mas de compreender como a linguagem estrutura o pensamento e influencia a percepção da realidade. A conexão entre política e linguagem revela-se decisiva, pois evidencia como as palavras podem esclarecer ou obscurecer aquilo que se pretende comunicar.
Neste vídeo, analisarei as lições de Orwell a partir do ensaio em que o autor discute política e linguagem com rigor crítico. O objetivo consiste em demonstrar como determinados vícios comprometem a precisão da linguagem e, consequentemente, a qualidade do pensamento. Quando política e linguagem se articulam de maneira descuidada, surgem construções vagas, expressões imprecisas e frases que aparentam profundidade, mas carecem de sentido claro.
Ao longo da exposição, apresentarei exemplos que ilustram como a linguagem pode afastar-se da realidade concreta. Observa-se que o uso excessivo de abstrações e fórmulas prontas enfraquece o compromisso com o significado. As lições de Orwell mostram que a degradação da linguagem não ocorre isoladamente; política e linguagem influenciam-se mutuamente e estabelecem um ciclo que empobrece o pensamento público.
Quando se examinam as lições de Orwell, percebe-se que clareza não constitui mero recurso estilístico, mas condição necessária para o pensamento lúcido. A linguagem imprecisa limita a capacidade de formular ideias consistentes. Por essa razão, política e linguagem devem ser analisadas com atenção criteriosa, especialmente no contexto de discursos públicos que moldam percepções coletivas.
Este vídeo apresenta reflexões que evidenciam como a linguagem pode ocultar a realidade em vez de revelá-la. Ao compreender as lições de Orwell, torna-se possível reconhecer padrões recorrentes na relação entre política e linguagem, tanto em contextos históricos quanto na atualidade. Essa análise amplia a capacidade crítica diante de discursos que circulam nos meios de comunicação e nas instituições.
As lições de Orwell oferecem parâmetros para avaliar a qualidade da linguagem empregada e para fortalecer a consistência do pensamento. A investigação da articulação entre política e linguagem conduz a uma reflexão mais ampla sobre responsabilidade intelectual e consciência individual.
Este vídeo contribuirá para aprofundar a compreensão sobre linguagem, pensamento e suas implicações no debate público contemporâneo.
*
00:00 As lições de Orwell sobre linguagem e poder
01:21 1984 e a dominação da linguagem
03:30 A degradação da linguagem e a pobreza do pensamento
06:12 Linguagem, política e causas econômicas do declínio
08:24 O ciclo vicioso entre pensamento tolo e linguagem imprecisa
11:36 Exemplos reais de linguagem confusa na mídia
20:55 As perguntas que todo escritor deve fazer
23:06 Política e degradação da linguagem na atualidade
"Um sábio que conheci dizia que o pecado tem três etapas: a ignorância, a fraqueza, a maldade. A presente fraqueza moral brasileira é fruto de décadas de ignorância planejada. Só falta um pouco para que a nação passe à última etapa, aderindo a uma ética de Josés Dirceus e celebrando o maquiavelismo petista como a manifestação suprema e única do bem e das virtudes." Olavo de Carvalho * TÉCNICA DO CINISMO
🏴☠️ 👹 💀 👿 ☠️ 🕸💣
Cinismo pedagógico
Olavo de Carvalho 2006
O PT está adestrando os brasileiros para que aceitem dele, com docilidade canina, doses faraônicas de tudo aquilo que mesmo em quantidades mínimas os indignava e enfurecia nos governos anteriores. O cinismo com que os acusados sorriem das denúncias – Mensalão, assassinatos, terrorismo biológico, parceria com narcotraficantes, invasão do Congresso, o diabo – não nasce da cara-de-pau natural. É uma técnica pedagógica, bem conhecida desde Lênin, calculada para quebrar a resistência mental do povo por meio de choques sucessivos, até habituá-lo a uma ética invertida, na qual o crime e a trapaça, desde que praticados por agência ideologicamente aprovada, se tornem fontes de autoridade moral. Se aplicado uma vez ou duas, o ardil provocaria ódio em vez de submissão. É preciso repeti-lo, em doses crescentes, até que o desespero da razão comece a enxergar na resignação ao absurdo a única esperança de alívio. Também é preciso que os golpes não atinjam um ponto só, mas, variando a direção do ataque, dêem uma impressão de onipresença sufocante, repentina e devastadora como uma nuvem de gafanhotos. Todos os setores da vida devem ser acossados por um bombardeio simultâneo de novas regras, cada uma delas insensata e ridícula em si mesma, mas terríveis e assustadoras no conjunto e na prepotência súbita com que se impõem. Do dia para a noite, tudo se inverte. Possuir uma fazenda é crime; invadi-la e queimá-la é um direito e um dever. O sistema representativo é opressão; a violência é democracia. Revoltar-se contra os abusos do governo é perseguição macartista; calar a oposição é liberdade. Assassinos e ladrões são vítimas; suas vítimas são criminosas. Depois de alguns anos desse tratamento, toda resistência começa a ceder. A malícia da operação é tão imensa, a crueldade psicológica que a inspira é tão obviamente diabólica, que até almas bem estruturadas se recusam a acreditar em tamanha perversidade. Então, como crianças aterrorizadas, inventam uma outra realidade, mais amena, e juram para si próprias que estão vivendo dentro dela. E é aí mesmo que se tornam inofensivas e dóceis como planejado. https://olavodecarvalho.org/cinismo-pedagogico/
Por que a mídia velha está denunciando o que antes ela ESCONDIA? Está havendo um movimento de contenção? Só se o efeito Trump está por trás dessa contenção, porque antes do Trump a corja estava disposta a tirar a máscara de justa e mostrar cada vez mais sua monstruosidade.
Olavo de Carvalho · Só
imbecis presunçosos totalmente desprovidos de cultura marxista podem
acreditar em "relações pragmáticas" com Rússia e China. Tanto para o
governo russo quanto para o chinês, NADA é independente dos seus planos
de expansão imperialista. NADA. O conceito fundamental do marxismo
chama-se TOTALIDADE. Isso está infinitamente acima da compreensão de
"pragmáticos".
O estudo do marxismo e a compreensão das estratégias
comunistas exigem INTELIGÊNCIAS SUPERIORES, não mentes repletas de
chavões da moda.
Olavo de Carvalho - Só um positivista -- isto é, um imbecil -- pode acreditar que existem negócios politicamente neutros com nações comunistas. O que os comunistas mais adoram no Ocidente é a presença desse tipo de imbecis em postos de governo
Olavo de Carvalho · A
idéia mais estúpida e mais criminosa que a elite acadêmica espalhou
pelo mundo é que o progresso da ciência e da tecnologia aumenta o "poder
da humanidade sobre a natureza material". Muito mais, muito antes, e
até como condição indispensável para que esse efeito alegadamente
maravilhoso possa produzir-se, o progresso mencionado aumenta O PODER DE
UNS HOMENS SOBRE OS OUTROS.
Quem pode decentemente ignorar que
civilizações tidas como portadoras de conhecimentos científicos
superiores até à imaginação moderna foram, todas, sem exceção,
civilizações demoníacas baseadas na escravidão e nos sacrifícios
humanos?
Olavo de Carvalho · Gosto
muito dos vídeos da Débora Barbosa, mas o equivalentismo forçado entre
CIA e KGB é uma concessão absurda ao espírito da mídia.
A KGB não é
um "serviço de espionagem". É, internamente, uma polícia política
totalitária e um órgão de controle social, enquanto a CIA não tem
autorização nem para atuar dentro do territ;ório americano; e, no
Exterior, a KGB é um órgão de guerra cultural em massa desde a década de
20, ao passo que a PRIMEIRA iniciativa da CIA na área não veio antes de
1956, o famoso "Congresso pela Liberdade da Cultura" em Berlim.
Olavo de Carvalho · Para
piorar, não há termos de comparação possível entre a penetração
decisiva da KGB no GOVERNO americano (v. Diana West, "American Betrayal)
e a da CIA em meios estudantis e intelectuais de Moscou desprovidos de
todo poder político e reduzidos à marginalidade.
Olavo de Carvalho · "O
Brasil é um exemplo claríssimo da desproporção entre CIA e KGB.
Enquanto há meio século a mídia inteira grita contra a intervenção da
CIA no golpe de 1964 sem poder apontar UM NOME SEQUER de agente
americano lotado no Brasil na época, mais de TRÊS MIL agentes soviéticos
infiltrados em altos escalões do governo brasileiro já foram
identificados, e até hoje ninguém reclama de "intervenção da KGB"."
O Ocidente sempre alimentou o monstro C0MUN1$T4
pragmaticamente. Alie-se ao M4L e será seu cúmplice e, depois, sua vítima.
"Aqui chegamos à
raiz do problema: ninguém jamais deve fazer acordos com funcionários de
regimes totalitários, gângsteres ou criminosos, pois pessoas dessa
estirpe não representam um Estado legítimo. Tornar-se parceiro dessa
gente só faz você um cúmplice no encobrimento do crime, o que compromete
sua integridade e pode acarretar sua destruição espiritual, no pior
sentido possível. No entanto, os líderes dos atuais governos legítimos
parecem estar sempre dispostos a fazer "parcerias" com criminosos
totalitários. Ao mesmo tempo, aqueles que já tiveram sua reputação
comprometida por causa de suas relações com líderes comunistas ou
pós-comunistas se veem obrigados a atacar os homens que estão numa
posição moral superior, isto é, aqueles que dizem a verdade a respeito
do totalitarismo." (Jeffrey Nyquist - "O Tolo e seu Inimigo")
CENSURA DO PENSAMENTO POR MEIO DA LINGUAGEM - As lições de Orwell sobre linguagem - Lara Brenner https://youtu.be/ePJEkXA0A5k
*
"De acordo com a fórmula de Stalin, a crítica era o mesmo que
oposição; a oposição inevitavelmente implicava conspiração; a
conspiração significava traição. Algebricamente, portanto, a mais leve
oposição ao regime ou a falha em reportar tal oposição era equivalente
ao terrorismo". (Vladimir Tismaneanu, "O Diabo na História")
*
Stálin: “As ideias são mais poderosas do que as
armas. Nós não permitimos que nossos inimigos tenham armas, porque
deveríamos permitir que tenham ideias?”
*
"Quando a verdade é substituída pelo silêncio, o silêncio é uma mentira" (ou "When truth is replaced by silence, the silence is a lie") Yevgeny Yevtushenko. ALEXANDER SOLJENITSIN, citado no livro de VLADIMIR VOLKOFF, Pequena História da Desinformação, diz "Bastaria os russos deixassem de mentir e o comunismo afundaria de imediato." O que tem tudo a ver com o texto de Václav Havel, O Poder dos Sem Poder. É longo, mas é fundamental. Ele diz ali que totalitarismo está sempre combatendo seu maior inimigo: a verdade e suas manifestações. A simples busca da verdade já é uma declaração de infidelidade à doutrina, uma traição. E mais do que nos proibir a expressão do pensamento e do ser, o totalitarismo quer nos obrigar a dizer e a fazer o que não queremos e a ser o que não somos.
*
Optar pelo controle da opinião é renunciar à verdade e, depois, a tudo mais.
Essa
é uma descrição de uma distopia onde os alicerces da convivência e do
conhecimento são corrompidos. As consequências de uma sociedade onde
imperam a censura e a mentira são severas e afetam todos os níveis da
existência humana: social, político, psicológico e econômico.
Aqui estão as principais consequências:
1. 📢 Consequências Políticas e Sociais
Efeito Descrição Destruição
da Confiança O ativo mais fundamental de uma sociedade é a confiança
mútua. Sem verdade, a confiança se desintegra, tornando impossível a
cooperação social, o diálogo e a formação de consenso. Instabilidade e
Polarização As pessoas se isolam em "tribos" baseadas no que
escolhem acreditar. A mentira é usada para polarizar, rotular e atacar
oponentes, inviabilizando a unidade nacional ou comunitária. Perda da
Responsabilidade (Accountability) A mentira e a censura protegem o
poder contra a crítica e a fiscalização. Sem fatos verificáveis, ninguém
(governos, líderes, empresas) pode ser responsabilizado por erros ou
crimes. Erosão da Justiça A justiça depende da busca e
estabelecimento da verdade (provas, depoimentos). Em um regime de
mentira, os processos judiciais se tornam arbitrários, baseados na
conveniência do poder.
2. 🧠 Consequências Psicológicas e Cognitivas
Distorção da Realidade: As pessoas perdem a capacidade de distinguir o
real do fabricado. O constante bombardeio de mentiras (propaganda) e a
ausência de informação confiável levam à confusão mental e à exaustão
cognitiva.
Apatia e Cinismo: Quando se torna impossível saber
o que é verdade, o indivíduo pode cair no niilismo ou no cinismo
extremo. Eles param de se importar ou de tentar entender, levando à
desmobilização política e social.
Medo e Isolamento: A
censura cria um clima de medo onde as pessoas hesitam em falar, debater
ou se reunir, resultando em isolamento social e na destruição da esfera
pública.
3. 📉 Consequências Econômicas e Científicas
Decadência Científica e Tecnológica: A ciência, medicina e tecnologia
dependem da verdade empírica e da livre circulação de dados e
descobertas. A censura e a manipulação de dados paralisam a pesquisa, o
desenvolvimento e a inovação.
Incerteza Econômica: Mercados e
investimentos dependem de informações honestas (relatórios financeiros,
dados estatísticos). A mentira gera incerteza e volatilidade,
afugentando o investimento e minando a estabilidade econômica.
Estagnação do Conhecimento: Universidades, escolas e mídias, ao serem
obrigadas a propagar mentiras e suprimir fatos, deixam de ser fontes de
conhecimento e passam a ser aparelhos de doutrinação.
O Alerta de Hannah Arendt
A
filósofa Hannah Arendt, ao estudar regimes totalitários, argumentava
que a mentira sistemática visa não apenas enganar, mas destruir a
capacidade humana de pensar e julgar.
"O ideal do sujeito
obediente no regime totalitário não é o nazista convicto ou o comunista
convicto, mas a pessoa para quem a distinção entre fato e ficção,
verdadeiro e falso, não existe mais."
O resultado final é uma
sociedade onde o poder é absoluto porque a própria base da resistência —
a capacidade de invocar um fato objetivo — foi eliminada.
*
Essa
questão está no centro de inúmeras obras clássicas e contemporâneas,
abrangendo a Filosofia Política, a Sociologia e, de forma muito
impactante, a Literatura Distópica.
Aqui estão os autores e
livros mais importantes que tratam das consequências de uma sociedade
sem verdade, dominada pela censura e pela mentira:
📚 1. Obras Clássicas da Literatura Distópica
Esses livros são os marcos da literatura que exploram o colapso da verdade e da liberdade individual sob regimes totalitários: Livro (Ano) Autor Tema Central 1984
(1949) George Orwell O mais fundamental sobre a sua pergunta.
Cria o conceito de Duplipensar (manter duas crenças contraditórias ao
mesmo tempo) e o Ministério da Verdade (responsável por reescrever a
história e falsificar fatos). É o retrato máximo da sociedade onde a
mentira é a lei. A Revolução dos Bichos (1945) George Orwell
Uma alegoria sobre a manipulação da história, a corrupção do poder e
como a propaganda e a mentira sistemática transformam ideais de
liberdade em tirania. Fahrenheit 451 (1953) Ray Bradbury Foca
diretamente na censura e na destruição do conhecimento. Em sua
sociedade, os bombeiros queimam livros, e a população se afoga em
entretenimento vazio e desinformação para evitar o pensamento crítico. Admirável
Mundo Novo (1932) Aldous Huxley Explora uma forma de controle
social mais sutil: as pessoas são controladas não pela dor ou pela
censura brutal, mas pelo prazer excessivo, pela distração constante e
pelo uso de drogas (Soma), o que as torna apáticas à busca pela verdade. Nós
(1924) Ievguêni Zamiátin Considerado o ancestral das distopias. O
indivíduo perde a identidade e o nome em favor de números, e o Estado
(O Benfeitor) controla todas as emoções e ações, em um mundo de paredes
de vidro onde não há privacidade. O Conto da Aia (1985) Margaret
Atwood Mostra como a verdade e a história são apagadas e substituídas
por uma ideologia religiosa extremista, resultando na opressão e no
controle absoluto sobre a vida das mulheres.
🧠 2. Análise Filosófica e Política (Não-Ficção)
Estes autores analisam os mecanismos reais do totalitarismo, da propaganda e da corrupção da verdade.
Hannah Arendt:
Origens do Totalitarismo (1951): Analisa a ascensão dos regimes nazista
e stalinista, detalhando como a mentira ideológica sistemática e a
destruição da realidade objetiva são pilares essenciais do
totalitarismo. Ela discute como o isolamento social (consequência da
falta de confiança e verdade) prepara os indivíduos para a dominação.
Václav Havel:
O Poder dos Sem-Poder (1978): O ensaio do ex-presidente tcheco, escrito
quando ele era um dissidente no regime comunista, aborda o conceito de
"viver na mentira". Ele descreve como a ideologia vazia do regime força
as pessoas a atos de conformidade, e como o ato simples de "viver na
verdade" se torna um ato de resistência política.
Timothy Snyder:
Sobre a Tirania: Vinte Lições do Século XX para o Presente (2017):
Oferece lições concisas sobre como reconhecer e resistir a tendências
autoritárias. Uma das lições centrais é "Acredite na verdade" e
"Investigue", alertando sobre a destruição da informação fática.
Walter Lippmann:
Opinião Pública (1922): Embora não trate de totalitarismo, é
fundamental para entender a manipulação da informação ao descrever como
as pessoas criam "pseudo-ambientes" (imagens mentais simplificadas e
muitas vezes incorretas da realidade) que podem ser facilmente
manipulados pela mídia e pela propaganda.
*
As redes sociais
tornaram realidade a promessa original da democracia: a participação
popular. O problema é que nem a elite proprietária dos grandes veículos
nem os donos do dinheiro estavam preparados para isso." Cristian Derosa, "Fake Check - a máfia por trás da censura"
*
O "direito" de perseguir e matar decorre do direito de
condenar e demonizar adversários (inimigos) e, antes disso, de redefinir
o que é bem e mal, certo e errado, verdade e mentira, com o aval da
população manipulada e acovardada. https://conspiratio3.blogspot.com/p/antiga-tecnica-totalitaria-da.html
*
Hoje
não podemos esperar que a informação chegue a nós, temos de BUSCÁ-LA,
temos de lutar por ela. Caso contrário, o que teremos será a
desinformação. Conheço várias pessoas que se contentam com isso.
MORDAÇA PRECEDE OUTROS CRIMES.
*
Olavo de Carvalho · Gosto
muito dos vídeos da Débora Barbosa, mas o equivalentismo forçado entre
CIA e KGB é uma concessão absurda ao espírito da mídia.
A KGB não é
um "serviço de espionagem". É, internamente, uma polícia política
totalitária e um órgão de controle social, enquanto a CIA não tem
autorização nem para atuar dentro do territ;ório americano; e, no
Exterior, a KGB é um órgão de guerra cultural em massa desde a década de
20, ao passo que a PRIMEIRA iniciativa da CIA na área não veio antes de
1956, o famoso "Congresso pela Liberdade da Cultura" em Berlim.
Olavo de Carvalho · Para
piorar, não há termos de comparação possível entre a penetração
decisiva da KGB no GOVERNO americano (v. Diana West, "American Betrayal)
e a da CIA em meios estudantis e intelectuais de Moscou desprovidos de
todo poder político e reduzidos à marginalidade.
Olavo de Carvalho · "O
Brasil é um exemplo claríssimo da desproporção entre CIA e KGB.
Enquanto há meio século a mídia inteira grita contra a intervenção da
CIA no golpe de 1964 sem poder apontar UM NOME SEQUER de agente
americano lotado no Brasil na época, mais de TRÊS MIL agentes soviéticos
infiltrados em altos escalões do governo brasileiro já foram
identificados, e até hoje ninguém reclama de "intervenção da KGB"."
"Hoje entendo que o esquerdismo não é um
ideal, uma crença, uma filosofia: é uma doença moral horrível, a
substituição do senso instintivo do bem e do mal por um conjunto de
artifícios lógicos que, por etapas, vão levando da mera perversão à
inversão completa, à santificação do mal e à condenação do bem." Olavo de Carvalho https://conspiratio3.blogspot.com/2023/05/olavo-de-carvalho-forca-diabolica-que.html
*
A
direita depende da verdade e a verdade depende da direita. Se não
fizermos nada por ela, a mentira e a censura nos transformarão na
esquerda totalitária que tanto nos horroriza.
TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
*
"Filho
do homem, tu habitas no meio da casa rebelde, que tem olhos para ver e
não vê, e tem ouvidos para ouvir e não ouve; porque é casa rebelde." Ezequiel 12:2
*
"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho
"Hoje entendo que o esquerdismo não é um
ideal, uma crença, uma filosofia: é uma doença moral horrível, a
substituição do senso instintivo do bem e do mal por um conjunto de
artifícios lógicos que, por etapas, vão levando da mera perversão à
inversão completa, à santificação do mal e à condenação do bem." Olavo de Carvalho https://conspiratio3.blogspot.com/2023/05/olavo-de-carvalho-forca-diabolica-que.html
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TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
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"Filho
do homem, tu habitas no meio da casa rebelde, que tem olhos para ver e
não vê, e tem ouvidos para ouvir e não ouve; porque é casa rebelde." Ezequiel 12:2
*
"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho