É uma sociedade de uma intimidação psicológica geral, uma espécie de chantagem geral, não na base de uma ameaça, alguma ameaça efetiva, mas na base do ah, "nós não vamos gostar mais de você". E se não gostar de você, meu filho, você não vai subir na profissão, né? O cara do Banco da Esquina não vai te dar crédito para você comprar seu automóvel novo e assim por diante você tá ferrado, né? Quer dizer, a desaprovação não é só psicológica, ela se traduz em atos a longo prazo, não é isto? Então, este tipo de criatura, vamos dizer plástica, adaptável, dócil, né, e muito fraca, mas que quando somada em coletividades muito grande se torna perigosa. Este, este é o tipo que aumentado e aprofundado foi adotado como norma para a nova ordem mundial.
Dos traços de personalidade que são fomentados, o que é mais fomentado é a rápida adaptação a novos moldes de julgamento e conduta. Tão, logo adotada nova norma por uma elite que determina que agora tem que ser assim, né? Isso se espalha imediatamente pela mídia, porque houve uma concentração enorme dos meios de comunicação. Foram todos comprados por meia dúzia de sujeito, então você tem todos os jornais, de repente se tornaram iguais e os canais de televisão também se tornaram iguais, né? E aquele que for diferente, então automaticamente fica com ar de coisa maluca, né? Então a velocidade a adaptação a estas mudanças culturais é considerado um traço importantíssimo, imprescindível. Ou seja, a total falta de caráter é o requisito fundamental para o bom cidadão da nova ordem mundial. Então se disseram para ele: "Olha, agora você não pode mais designar, por exemplo, o ser humano como man". Você tem que dizer man and woman. Ora, você aqui essas espécies animais inteiras são designadas por um dos seus membros, que simbolicamente simboliza todos os outros, Você fala a baleia, você não fala a baleia e o baleio, né? Você fala o elefante, você não fala o elefante e a elefanta. E a mesma coisa aplicava para o ser humano, que é uma espécie animal, entre outras. Então, no caso, você fala as hienas e não as hienas e os hienos. Então, quando você designa uma espécie, quando você fala o leão, você fala o leão e não fala o leão e a leoa, no caso do ser humano, o que designa é, vamos dizer, o o o membro da espécie masculina, homem. Isso quase universalmente, mas de repente isso foi considerado uma gravíssima falta de educação.
Ora, digo, um hábito milenar não pode ser uma falta de educação, porque esse hábito milenar foi incorporado por inúmeras civilizações, inúmeras literaturas e aquilo que é de uso geral durante milênios, quem pode dizer que é uma falta de educação, não é isso? Você precisa então quebrar com o hábito milenar e criar uma nova norma do nada. Que você tente fazer isso. Digo, bom, todos nós temos o direito de tentar fazer com que os nossos julgamentos e os nossos critérios se sobreponham à norma vigente e podemos então fazer propaganda daquilo, lutar por aquilo. Mas geralmente este processo de transformação leva séculos. Você quer introduzir, vamos dizer, um novo hábito, bom, você vai lutando por aquilo, aquilo se dissemina e gradativamente a sociedade se adapta à aquilo. Hoje em dia, com a concentração dos meios de comunicação, o que o pessoal faz é que este processo seja instantâneo. Então, tão logo a elite decidiu que a norma é aquela, todo mundo tem que se adaptar imediatamente. E se você não se adapta, o processo de exclusão e de discriminação entra em funcionamento de maneira imediata, automática, avaçaladora e irreversível. Então, significa o seguinte, qualquer que seja a nova norma adotada, você tem que se você tem que adotá-la do dia para a noite. E pior, tem que adotá-la com sinceridade do fundo do coração, porque se desconfiarem que você está apenas com grande boca para fora, vão denunciá-lo também como hipócrita. Então isso quer dizer o seguinte: você tem que ser sinceramente feminista, gaysista, abortista, quotista racial, etc, etc. E sobretudo, vamos dizer, a primeira dessas grandes modificações que foi adotada foi o antitabagismo. Então, a elite americana inteira, 20 anos atrás, todo mundo fumava. Você fumava nos tribunais, fumava nos hospitais, só não fumava na igreja durante o culto, não é isso? Eh, e também se eu não fumava na UTI, tá certo? Mas no hospital eu normalmente fumava, né? Eh, você pega, por exemplo, os filmes do julgamento Nuremberg, tá todo mundo lá fumando, né? Aqui tem o famoso filme do Julgamento Scopes, do que é homem da teoria da evolução. Tá todo mundo fumando, não é isso? de repente decretaram: É feio. As pessoas se adaptaram a isso, vamos dizer, com tal profundidade, que elas não concebem a hipótese de que aquilo que faziam antes seja normal. Virou anormal. Então, aqui basta o sujeito puxar um cigarro e imediatamente ele é mal visto por todo mundo. Veja, mensagens políticas ou culturais importantíssimas e válidas podem ser invalidadas instantaneamente porque o sujeito fumou um cigarro. E o incrível é a velocidade com que as pessoas se adaptam a isso. Elas se adaptam a isso e creem nisso como se tivessem crido naquilo sua vida inteira, como se fosse uma coisa que tá na Bíblia, não é isso? Então, vamos dizer, esse é um dos motivos pelos quais eu não aceito nenhuma conversa antitabagista perto de mim. Esse é o principal motivo. Fala: "Olha, eu não sou, eu não pertenço a esse tipo de personalidade e jamais pertencerei. Eu faço minhas próprias escolhas e eu abro o caminho para a minha própria vida. E eu não admito que ninguém queira mandar em mim acima, além de Deus, ninguém manda em mim. Eu já disse que assim, o público para o qual eu escrevo é Deus. Eu tô esperando o julgamento dele. Estou esperando que ele use os meus escritos como pretexto para me dar salvação no juízo final. É só este leitor que eu estou tentando agradar, não é isso? Então, isso quer dizer que qualquer conversa antitabagística para cima de mim, ela já é insultosa na base, porque a pessoa está supondo que eu também devo me adaptar a esta plasticidade de caráter que hoje se tornou norma. Olha, eu não mudo só porque as pessoas querem que eu mude. Eu não mudo só porque as pessoas olharam feio e disseram que não vão mais gostar de mim"(...) Olha, eu só tenho medo de uma coisa que vem depois da morte. Esse chama juízo final. Agora, a morte mesmo não significa nada, né? Então, quer dizer que eu não tenho a menor possibilidade de eu me adaptar a esta nova sociedade e virar uma criatura plástica que tão logo as pessoas criem uma nova norma e começam a me olhar feio. Se eu não cumpro, eu vou tremendo os alicerces dizer: "Ah, não, por favor, me amem". Tá certo? Eu não vou fazer isso, tá entendendo? Isso aí é uma palhaçada, tá? Então eu me permito continuar jogando as coisas tal como as joguei durante 50 anos. Eu acho que qualquer coisa que você fez durante 50 anos virou um um direito adquirido. É.
(...) Então, olha, um conservador, que eu saiba, é um sujeito que respeita sobretudo a propriedade privada, não é isso? Então a propriedade privada é o seguinte: se o dono do lugar, que é um lugar privado, particular, admite que você fume lá dentro, muito bem, se ele não admite, você não pode fazer. Por exemplo, você entra dentro de um carro. De quem é o carro? É do fumante. Então ele admite que você fume. Ou fumante ou ou não fumante solidário. É. Agora o cara não fuma e não gosta de cigarro, então ele proíbe e você não pode falar nada porque o carro é dele. Então este princípio os conservadores em massa já haviam abdicado e não perceberam que é o abdicando disso é abdicar de tudo, tá certo? Então a longo prazo, estão condenados e não vão se levantar enquanto não aprenderem essas coisas, não é isso?
Agora, o fato é que, vamos dizer, esta implantação da nova civilização, ela não é feita por propaganda ostensiva, ela é feita por mudança dos códigos. Hoje tudo é feito de maneira indireta, mesmo a implantação de uma ditadura. Não é como Hitler, Mussolini que chega lá e diz: "Agora tá tudo proibido", né? Eh, não é assim mais. Você não muda o regime, você não muda o nome do regime, você muda a coisa, muda a sociedade inteira através de pequenos regulamentos administrativos cujos efeitos políticos não são evidentes à maioria de num primeiro momento, mas que somados resultam na criação de uma situação onde o estado se sobrepõe à sociedade. E onde ele determina tudo, tudo, tudo na sociedade sem que a sociedade possa se levantar contra ele. É curioso que, vamos dizer, a situação totalitarismo é definida por isto, quando o Estado é mais forte do que a sociedade, quando a sociedade não tem meios de se articular contra o Estado. Isto é o totalitarismo. Ora, isto é perfeitamente compatível com a existência de eleições. Então as pessoas dizem, por exemplo, que o Brasil é uma democracia porque tem eleições. Eu digo, tem eleições, meu filho, mas tente criar um partido de oposição. Leva 20 anos só para eles aceitarem ler o seu requerimento. E daí fazem tantas exigências, gente. Esse pessoal que tá tentando montar o partido federalista há 30 anos, pergunte para eles se é possível. Então, por outro lado, vamos dizer, uma resistência cultural é também quase impossível, porque todos os canais de ação cultural estão na mão do mesmo governante. Então, você tem uma situação que o Jacob Talmon chamava a democracia totalitária. Nesse grande livro, as origens da democracia totalitária. O conceito democracia totalitária é de Rousseau. A democracia totalitária já está em vigor, não neste ou naquele país, mas na quase totalidade deles. Aqui (EUA) está montada imperfeitamente. No Brasil está montada perfeitamente. Isso quer dizer que certas mudanças que aqui, por exemplo, dariam anos de conflito e de briga, no Brasil são implantadas da noite para o dia sem que ninguém possa dizer "A". Por exemplo, houve um plebiscito quanto à venda de armas, não é isso? E a proibição das armas foi derrotada no plebiscito, derrotada por 80%, né? No entanto, ela continua em vigor. Tente comprar uma arma para ver se é possível no Brasil. Como é que eles fazem isso? Eles fazem uma lei proibindo você de ter armas? Não. Eles simplesmente colocam, não, não são leis, são decretos administrativos, decisões administrativas, decisões de chefes de departamento. Criam um obstáculo aqui, outro ali, outro ali, outro ali. No fim fica impossível. É assim que se faz uma ditadura hoje. Então as pessoas entram dentro de uma ditadura e elas não ousam chamar de ditadura. Por quê? Porque tem eleições. Então, quer dizer, você ainda não tem a noção da democracia totalitária. Você não sabe nem que isso existe. Já está dentro dela e ainda pensa que é uma democracia normal. Quando a democracia totalitária é o tipo de regime mais ditatorial que pode existir, porque a pressão não é exercida sobre você diretamente pelo governo, mas por uma rede de canais de atuação social controlado pelo governo, que são muito diferente de um policial batendo na tua porta. É a população inteira em torno que te oprime. Então você não tem para onde correr. Isso já tá implantado no Brasil, né? aqui está sendo implantado rapidamente, né?
Outra coisa, as mudanças nunca são mudanças estruturais repentinas, são por, vamos dizer, pontos específicos que vão sendo mudados. Então, por exemplo, ontem eu recebi um e-mail com a lista dos projetos de controle das entidades religiosas que estão sendo estão para ser votados no na Câmara de Deputados e Senado. Então, um projeto proíbe isso, o outro proíbe aquilo, o outro proíbe isso, outro proíbe. Por exemplo, eh um projeto proíbe você fazer 19:55 19 minutos e 55 segundos qualquer crítica. Você não pode dizer que o homossexualismo é pecado, você não pode dizer que sodomia é pecado, né? 20:01 20 minutos e 1 segundo Você vai ter que dizer que Sodoma e Gomor é um lugar maravilhoso, agradável a Deus, etc., né? Eh, 20:06 20 minutos e 6 segundos [limpando a garganta] 20:08 20 minutos e 8 segundos você não pode dizer, por exemplo, que bruxaria é ruim. 20:12 20 minutos e 12 segundos Por exemplo, eu li no livro do Pierre Verger, né, que a cultura ioruba, 20:20 20 minutos e 20 segundos ela tem lá ritos para você derrubar, fazer cair o pênis do adversário. 20:25 20 minutos e 25 segundos Você não gosta do jeito, você faz lá um rito, charito, ó, vai cair o peru do seu fulano. 20:33 20 minutos e 33 segundos Tem outros ritos feitos pra pessoa morrer, tá certo? Então, 20:40 20 minutos e 40 segundos digo, se esses ritos não funcionam, eles são charlatanismo. E se eles funcionam, eles são homicídio. Hum. Homicídio, 20:47 20 minutos e 47 segundos agressão. 20:49 20 minutos e 49 segundos Você não pode dizer isso, embora seja uma verdade óbvia. Por enquanto ainda pode, ainda não está proibido, tá certo? 20:55 20 minutos e 55 segundos Mas as leis que proíbem isso já estão sendo viabilizadas. Tem uma outra lei 21:02 21 minutos e 2 segundos que determina que as igrejas têm que pagar impostos sobre o dinheiro coletado. 21:12 21 minutos e 12 segundos Ora, em primeiro lugar, isso é quase impossível, porque não sabe da onde, não sabe da onde veio o dinheiro, né? 21:18 21 minutos e 18 segundos Por exemplo, tem lá uma caixinha onde você põe o dinheiro quando sai da missa. Não tem nome, não tem nada. 21:25 21 minutos e 25 segundos Eh, 21:27 21 minutos e 27 segundos isso quer dizer que o dinheiro que você deu para uma obra que você considera santa e divina agora passa a ser do governo. 21:36 21 minutos e 36 segundos Então, se o governo é, por exemplo, um governo comunista, você ao contribuir para a Igreja Católica, você está contribuindo para o Partido Comunista. 21:46 21 minutos e 46 segundos pela pelo código de direito canônico, 21:50 21 minutos e 50 segundos um católico contribui para um partido comunista está automaticamente comungado. Então estão pondo você numa situação de excomunhão automática. 21:57 21 minutos e 57 segundos Basta isso para você liquidar a igreja. 22:00 22 minutos Por exemplo, o se Frei Beto, ele diz que ele é um tão bom, uma alma tão caridosa, 22:06 22 minutos e 6 segundos que ele usou da sua influência em Cuba para convencer o Fidel Castro a permitir que os católicos se inscrevessem no Partido Comunista. Olha como ele é bom. 22:17 22 minutos e 17 segundos Só quando se inscreve no Partido Comunista, tá automaticamente comungado. 22:21 22 minutos e 21 segundos Então ele concedeu a todos os católicos de Cuba o direito à excomunhão. 22:26 22 minutos e 26 segundos Entendendo? É assim que se faz as coisas. é por pequenas modificações. As modificações que vêm no ensino e no 22:34 22 minutos e 34 segundos jornalismo, então são uma coisa monstruosa. 22:37 22 minutos e 37 segundos Só que se você nasceu no meio desse processo, você não sabe como era antes. 22:41 22 minutos e 41 segundos Você não sente a diferença. Só se você estudar a história e se você obtiver o recuo intelectual necessário para ver isso. criar a possibilidade desse recu é o que eu estou tentando aqui.
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NEM ECONOMIA LIBERAL NEM MORAL JUDAICO-CRISTÃ - "Não pode ter nem economia liberal... Por quê? Porque isso aí corroeria, vamos dizer, tornaria vulnerável de novo o poder do establishment, ele estaria novamente à mercê da economia de mercado em vez de controlá-la. E também não pode ter a moral judaico cristã porque se você tem uma moral estabelecida de ordem tradicional, então o povo se comporta de acordo com aquela moral. E você, para dirigir o curso dos acontecimentos históricos é preciso que você invente a moral. Para você mudar a conduta das pessoas, você tem que ter os meios de em poucos anos trocar os valores morais delas de modo que elas aceitem aquilo que antes consideravam inaceitável." Olavo de Carvalho
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"As novas técnicas não têm nada a ver com retórica e propaganda. Baseiam-se inteiramente nas chamadas “ciências da gestão”: engenharia social, marketing, gerenciamento, psicologia comportamental, programação neurolinguística, Storytelling, Social Learning e Reality Building.
Um dos efeitos mais diretos da aplicação dessas técnicas em escala de massas é a disseminação epidêmica de um estado crônico de “dissonância cognitiva”, um quadro mental descrito pioneiramente por Leon Festinger em 1957. Dissonância cognitiva é conflito entre as crenças e a conduta.
Dissonâncias cognitivas temporárias são normais e até desejáveis no desenvolvimento humano. Quando o quadro se torna crônico, rompe-se a unidade da consciência moral e o indivíduo tem de buscar fora dele mesmo, na aprovação grupal ou na repetição de slogans ideológicos, um sucedâneo da integridade perdida. Ao espalhar-se entre a população, a incapacidade de julgar realisticamente a própria conduta resulta na queda geral do nível de moralidade, assim como na disseminação concomitante da criminalidade e das condutas destrutivas, mas isso, segundo os engenheiros sociais, é um preço módico a pagar pela dissolução do senso comum e pela implantação dos novos modelos de conduta desejados.
OLAVO DE CARVALHO
PERDENDO O SENSO
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O MAIOR DOS PERIGOS
Olavo de Carvalho - "Qualquer observador atento pode notar que, quando mais um slogan ou chavão da nova moralidade que se pretende impor à humanidade aparece no programa do globalismo fabiano, ele é imediatamente adotado por toda a mídia mundial, e as opiniões diferentes, que até a véspera circulavam normalmente como expressões respeitáveis, são repentinamente marginalizadas e expostas à execração pública como sintomas de radicalismo ou doença mental. Hoje basta você ser contra o aborto para tornar-se imediatamente suspeito de nazismo ou de intenções terroristas. A velocidade crescente com que as idéias mais extravagantes e incongruentes se impõem do dia para a noite como padrões obrigatórios de normalidade anuncia para breve a extinção de toda possibilidade de debate franco sobre o que quer que seja. Não é preciso dizer que essas idéias são criações de mentes psicopáticas e, como contrariam a experiência real mais direta e óbvia, resultam, quando se arraigam na linguagem corrente e exorcizam toda veleidade de pensamento alternativo, em espalhar por toda a sociedade o fingimento histérico como norma de comportamento e padrão formativo das personalidades, trazendo como conseqüência inevitável o embrutecimento da consciência moral e a disseminação das condutas criminosas. Também não é preciso dizer que o caos decorrente é em seguida reaproveitado como pretexto para a imposição de normas ainda mais psicopáticas e destrutivas."
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"De acordo com a fórmula de Stalin, a crítica era o mesmo que oposição; a oposição inevitavelmente implicava conspiração; a conspiração significava traição. Algebricamente, portanto, a mais leve oposição ao regime ou a falha em reportar tal oposição era equivalente ao terrorismo". (Vladimir Tismaneanu, "O Diabo na História")
A CRÍTICA ameaça o castelo de cartas ideológico totalitário, a prisão do pensamento.


