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segunda-feira, 15 de março de 2021

A GUERRA DOS GOVERNOS CONTRA O DINHEIRO VIVO PARA TER O CONTROLE DE QUEM PODE VIVER OU MORRER

O livro de Daniel Estulin, "A Verdadeira História do Clube Bilderberg", tem um capítulo sobre esta guerra, globalista, contra o dinheiro em espécie. Eis um trecho:

"O dinheiro em moeda nos garante intimidade e anonimato ou, o que é o mesmo, liberdade. Também nos garante independência. Todos nós poderíamos conseguir que todos os bancos do mundo quebrassem apenas sacando simultaneamente o dinheiro que temos depositado neles. O DINHEIRO EM ESPÉCIE TAMBÉM É SINÔNIMO DE DESCENTRALIZAÇÃO. O governo sabe que para controlar, vigiar e seguir a pista da população, o dinheiro em espécie deve ser suprimido. Na década de 1960, segundo meu avô,um oficial do serviço de contra-espionagem da KGB, Esse serviço planejou introduzir um cartão de crédito no sistema para poder assim efetuar com facilidade o acompanhamento tanto das pessoas como do dinheiro." 

"Como já disse no capítulo 3, o objetivo da Nova Ordem Mundial é ERRADICAR OS PODERES DESCENTRALIZADOS, para isso é preciso suprimir os territórios undependentes, pois são muito difíceis de controlar, e criar uma comunidade européia dependente a fim de estabelecer um Governo Mundial Único (autoridade universal, monopólio) que se autoperpetue."

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A guerra dos governos contra o dinheiro vivo continua 

A implacável guerra contra o uso de dinheiro em espécie que está sendo travada por governos ao redor do mundo chegou ao seu ápice na Escandinávia.  O pretenso motivo apresentado por nossos soberanos para suprimir o uso do dinheiro em espécie é o de manter a sociedade a salvo de terroristas, sonegadores, lavadores de dinheiro, cartéis de drogas e todos os diversos tipos de vilões, reais ou imaginários. 

Porém, o real objetivo da recente enxurrada de leis que visam a tornar menos convenientes as transações em dinheiro vivo — chegando a limitar ou até mesmo a proibir o uso do dinheiro em vários casos — é o de forçar o público geral a efetuar seus pagamentos por meio do sistema financeiro.  Ao ser obrigado a utilizar o sistema financeiro, o público involuntariamente provê amparo ao instável sistema bancário de reservas fracionárias.  E, ainda mais importante, tal medida amplia a capacidade dos governos de espionar as mais particulares atividades financeiras de seus cidadãos e a manter o registro de todas elas. 

Mais em: https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1545



Os chineses que têm baixa pontuação de crédito social são assediados em seus toques de celular e todos podem ouvir.
O Partido Comunista Chinês deu à luz a primeira ditadura digital de alta tecnologia do mundo e agora está vendendo seu sistema para outras ditaduras socialistas. A Venezuela foi o primeiro cliente.
As pessoas estão sujeitas a proibições de viagens aéreas, excluídos de empregos bem remunerados, impedidos de possuir um carro ou casa, e são identificadas publicamente em um 'Mapa de Caloteiro'.
O sistema de "crédito social" deve cobrir toda a China em 2020. )s indivíduos podem ganhar pontos positivos ao delatar quem não cumprir as exigências do Partido.
Fonte: nypost.com

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Sua sobrevivência estará na dependência da vigilância e julgamento constante dessa corja. Eles comandam, centralizam as informações e lhe concedem um crédito conforme seu comportamento. Se vc não "merecer", vc não tem crédito nem para tomar um copo de água.  É mais um capítulo do esquema GOVERNO OPACO + POVO TRANSPARENTE = DITADURA!

Fim do dinheiro em espécie
https://youtu.be/H1Bh8fP_4_Y


PT propõe fim do dinheiro em espécie: até que só coma quem obedeça - David Amato

Caso seja necessário refrescar a memória do leitor, tanto a Revolução Francesa quanto o Levante Bolchevique - só para citar dois casos -, foram financiados pelas mesmas elites ocultas e famílias dinásticas possuidoras de organizações transnacionais com poder de alcance mundial, e que através de suas bilionárias fundações irradiam dinheiro para uma agenda cultural alegadamente "progressista". 

Essa turma não quer só o dinheiro, mas o poder e o controle sobre tudo e todos, de modo a implementar um novo mundo baseado em inspirações ocultas doentias e distorções completas da realidade. Todo o processo se dá por meio dialético e é por isso que a esmagadora maioria da população não compreende a síntese objetivada."

Sendo assim, conforme noticiado pela Rádio Vox (http://goo.gl/BBeilp), o senhor Reginaldo Lopes (na foto com Lula), deputado federal pelo PT de Minas Gerais, honrando os prestimosos serviços marxistas prestados aos socialistas fabianos, apresentou um projeto de lei que visa extinguir a produção, circulação e uso do dinheiro em espécie, determinando que as transações financeiras se realizem apenas através do sistema digital.

Um projeto que talvez agrade alguns inocentes úteis e entusiastas do Bitcoin, que acreditam piamente que a criptomoeda não seja um teste de menor escala para um fim maior, também conhecido como Teste de Choque.

Abaixo, segue um trecho do livro 'A Verdadeira História do Clube Bilderbeg', de Daniel Stulin. 

O clube nada mais é do que uma reunião anual que define pautas para pessoas com destaque no mundo, de modo a azeitar as engrenagens de uma das "novas ordens mundiais": 

CAPÍTULO 4
Para uma sociedade sem dinheiro em papel-moeda

"(...) Logo, na década de 1960, os globalizadores se deram conta de que o mundo não estava mudando suficientemente rápido para seu gosto e decidiram atuar. Em 1962, Nelson Rockefeller apelou à criação de uma Nova Ordem Mundial: "Os temas da atualidade exigem a gritos uma nova ordem mundial, porque a antiga caiu; uma ordem nova e livre luta por emergir à luz... Antes de que pudéssemos nos dar conta, estabeleceram-se as bases da estrutura federal para um mundo livre."

Se a informação dos capítulos anteriores foi alarmante, o que vem a seguir lhe produzirá um calafrio nas costas, porque nos aproximamos das etapas finais da Escravidão Total.

A sociedade sem dinheiro em papel-moeda não é um "novo" conceito, mas um antigo, recuperado pela elite globalizadora para exercer um controle absoluto sobre todos os indivíduos. Em agosto de 1975, o senador americano Frank Church declarou que "o Governo tem capacidade tecnológica para impor uma "tirania total" no caso de que um ditador tomasse o poder. Não existiria um só lugar para ocultar-se".

O dinheiro em metálico nos garante intimidade e anonimato ou, o que é o mesmo, liberdade. Também nos garante independência.

Todos nós poderíamos conseguir que os bancos do mundo quebrassem apenas tirando simultaneamente o dinheiro que temos depositado neles. O dinheiro em papel-moeda também é sinônimo de descentralização. O governo sabe que para controlar, vigiar e seguir a pista da população deve suprimir o dinheiro em efetivo.

Na década de 1960, segundo meu avô ─ um oficial do Serviço Contra Espionagem da KGB ─, este órgão formulou um plano que consistia na introdução de um cartão de crédito no sistema para assim poder efetuar com facilidade o rastreamento tanto das pessoas, como do dinheiro.

Para sua desgraça, embora felizmente para o resto da população, havia um inconveniente de caráter prático em todo este assunto. Naquela época, as lojas russas, se se caracterizavam por algo, era por sua falta de mercadorias.

Embora cada cidadão russo dispusesse de um sofisticado cartão de crédito, o governo não poderia seguir a pista de ninguém, excetuando um reduzidíssimo grupo de clientes, geralmente aqueles que tinham contatos, aqueles que conheciam alguém em alguma parte e podiam trocar seus bens e favores pelos de seus amigos.

Isto me recorda uma anedota de minha juventude: uma vez, em pleno inverno, meu pai e eu, enquanto retornávamos à casa, depois de esperar duas horas em um supermercado local, encontramo-nos com uns amigos da família.

Antes de partimos, meu pai trocou doze rolos de papel higiênico por um par de sapatos, que eram muito estreitos a seu amigo. Conforme me explicou meu pai mais tarde, as pessoas sempre levavam consigo alguma coisa que lhes resultasse imprestável e que sempre pudessem trocar por algo que pudessem tirar proveito.

Como já assinalei no capítulo 3, o objetivo da Nova Ordem Mundial é erradicar os poderes descentralizados; devem, portanto, suprimir os territórios independentes, que são mais difíceis de controlar, e criar uma comunidade européia dependente, a fim de estabelecer um Governo Mundial Único (autoridade universal, monopólio) que se autoperpetue.

Na década de 1980, o professor B. A. Hodson, diretor do Centro Informático da Universidade de Manitoba, recomendou gravar uma marca identificadora na frente de cada indivíduo. Num primeiro momento, a idéia consistia em tatuar um fluido permanente, não tóxico, sobre a carne humana, que se transluziria, com a ajuda de raios ultravioleta, ou infravermelhos.

Em 20 de setembro de 1973, a capa do Senior Scholastics ─ uma publicação especializada (agora desaparecida), orientada aos centros de ensino médio e superior ─ mostrava um grupo de meninos com números tatuados na fronte e divulgava um artigo de fundo intitulado "Necessidades sociais e direitos privados. Quem te vigia?".

Em tal artigo se especulava o seguinte: "Sem moeda, sem mudança e sem cheques. No programa, a todas as pessoas será atribuído um número, que terão tatuado no pulso ou na fronte.

Deste modo, todos os artigos de bens de consumo marcar-se-ão digitalmente. No ponto de controle, graças a um ordenador situado na saída da loja, captar-se-á o número de artigos selecionados para sua compra, assim como o número da pessoa, e automaticamente o ordenador somará o preço e descontará a importância da conta do cliente."

O Prêmio Nobel de Química de 1954, Linus Pauling, propôs que se tatuasse uma marca nos pés, ou na fronte de todos os jovens, com o código de seu respectivo genótipo.

Em 1974, um professor da universidade pública de Washington, o doutor R. Keith, inventou uma pistola laser que se empregaria para numerar peixes em menos de um segundo. Farrell disse que tal arma também poderia utilizar-se para registrar numericamente às pessoas.

O assessor do Serviço de Inteligência, McAlvany, declarou que "a era do dinheiro em papel moeda está chegando a seu fim e uma nova era com uma sociedade sem dinheiro está amanhecendo.Se os modernos cartões eletrônicos de crédito e débito podem trocar-se por dinheiro em efetivo, então cada transação econômica de sua vida pode ser catalogada e armazenada como uma futura referência e, aqueles com o poder de interromper seu acesso ao dinheiro eletrônico, podem estrangulá-lo no tempo que dura um batimento cardíaco. O potencial do totalitarismo para chantagear e controlar é incrível, mas a maioria das pessoas nem sequer parece dar-se conta".


A trama segue e chega até os microchips, mas para isso recomendo que baixem e leiam o livro, que conta com fontes primárias.

Vale lembrar que a Venezuela, país vizinho afundado em uma ditadura tida como modelo a ser imitado pela base governista brasileira, já aboliu o papel moeda de uma maneira mais arcaica, desvalorizando-o a ponto de certas notas serem usadas até mesmo como guardanapo.

Para agravar a situação, nos caixas de supermercado há leitores biométricos que regulam a quantidade de itens que cada cidadão pode adquirir, o que é um upgrade da clássica livreta cubana de racionamento.

Com tamanha desvalorização e escassez, é sensato afirmar que, na Venezuela, só come quem obedece. E é exatamente esse modelo que será implementado no mundo inteiro, mais cedo do que se imagina, caso continuemos nos comportando como gado.
https://web.archive.org/web/20160103034304/http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/16268-2015-12-28-21-34-19.html  

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Olavo de Carvalho A idéia mais estúpida e mais criminosa que a elite acadêmica espalhou pelo mundo é que o progresso da ciência e da tecnologia aumenta o "poder da humanidade sobre a natureza material". Muito mais, muito antes, e até como condição indispensável para que esse efeito alegadamente maravilhoso possa produzir-se, o progresso mencionado aumenta O PODER DE UNS HOMENS SOBRE OS OUTROS.
Quem pode decentemente ignorar que civilizações tidas como portadoras de conhecimentos científicos superiores até à imaginação moderna foram, todas, sem exceção, civiizações demoníacas baseadas na escravidão e nos sacrifícios humanos?

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A coisa MAIS DECISIVA para o futuro da democracia em qualquer lugar do mundo é que o povo -- a totalidade dos consumidores, eleitores e pagadores de impostos -- tenha voz ativa na distribuição das verbas de pesquisa científica, hoje monopólio de um reduzido círculo de políticos, burocratas e bilionários. Sem isso, a democracia nunca passará de uma camada de verniz populista adornando um sistema tirânico e prepotente de dominação hierárquica. Quem seleciona o que se pode perguntar e o que se deve calar determina a forma visível do mundo e tem assim o domínio completo da conduta coletiva. O poder intelectual é impessoal e de longo prazo, mas, no cômputo final, é sempre o mais decisivo. Os cientistas devem ser forçados a investigar O QUE O POVO QUER SABER, e não só o que interessa à elite que os comanda.
 
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ALEXANDRE COSTA - APAGÃO DA INTERNET E MOEDA DIGITAL - DEPENDÊNCIA DIGITAL
 

Maravilhas da ciência. Com todos os carros rodando sem motoristas humanos e toda a economia funcionando eletronicamente, sem dinheiro impresso, a vida de cada cidadão será TOTALMENTE CONTROLADA PELO ESTADO.
 

terça-feira, 12 de maio de 2020

TRANSEVOLUÇÃO - A ERA DA IMINENTE DESCONSTRUÇÃO DA HUMANIDADE, de Daniel...

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Olavo de Carvalho "A massa popular é O ÚNICO obstáculo à ditadura comunolarápia. O ÚNICO."

Olavo de Carvalho A população de vários países vem aceitando passivamente ser reduzida à absoluta escravidão porque as mentiras usadas pela elite para justificar essa mudança são tão ousadas, tão absurdas, tão escandalosas, que reduzem a mente do público a um estado de estupefação paralisante. As técnicas de engenharia psicológica empregadas nessa operação já são velhas de mais de meio século (escrevi algo sobre elas em "O Jardim das Aflições"), mas nunca antes foram postas em ação em escala universal.

Cristian Derosa Defensores do lockdown o fazem por medo de ficar sem leitos PARA ELES. O maior grupo de risco à sociedade é o dos paranoicos, cagados e hipocondríacos. À menor ameaça viram ditadores.


domingo, 3 de maio de 2020

ALEXANDRE COSTA - LIVRO TransEvolução - Daniel Estulin - Nova Ordem Mundial

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Alexandre Costa
30 de abril 2020 Terei a honra de participar do Congresso Online da Estudos Nacionais. Ao lado de Olavo de Carvalho, Bernardo Pires Küster, Marlon Derosa, Cristian Derosa, Renato Emydio e Josair Bastos. Espero não decepcionar e estar à altura dos demais palestrantes (não será nada fácil. Que Deus me ajude!).

LIVRO A NOVA ORDEM MUNDIAL
 https://www.facebook.com/livro.novaordemmundial
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"O governo sabe que para controlar, vigiar e seguir a pista da população, deve suprimir o dinheiro em espécie." Daniel Estulin
https://conspiratio3.blogspot.com/2015/12/pt-quer-extinguir-o-dinheiro-em-notas.html

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Olavo de Carvalho A insistência do Daniel Estulin em chamar de "fascista" a Nova Ordem Global é pura retórica forçada. O regime que vai se perfilando no mundo se assemelha parcialmente ao fascismo pelo tipo de relações que cria entre Estado e grandes empresas, mas se diferencia em tudo o mais (a começar pelo seu caráter global em vez de nacional).
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DELINQUÊNCIA, SEQUESTROS E OUTROS CRIMES PARA JUSTIFCAR MAIS PODER AO ESTADO - ESTULIN
https://conspiratio3.blogspot.com/2016/10/delinquencia-sequestros-e-outros-crimes.html

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Instituto Tavistock, de Daniel Estulin e Instituto Tavistock de Relações Humanas, do Dr. John Coleman. A teia de aranha mental que nos imobiliza é um dos assuntos mais bem guardados pelos governantes.A mentira e a hipocrisia que caracterizam os governos revolucionários postados na América Latina, são explicados pela aplicação das técnicas de engenharia social e lavagem cerebral. Técnicas científicas intensamente utilizadas no Brasil. Um dos procedimentos secretos dos governantes, desde FHC, Luiz Inácio, até a atual mulher sapiens, que ordenam classificar, esconder, proibir o acesso aos assuntos mais sujos por 30, 40 e 50 anos.
http://mujahdincucaracha.blogspot.com.br/2015/09/um-super-segredo-parte-i.html

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ALEX JONES, DANIEL ESTULIN, KGB, NOVA ORDEM MUNDIAL - OLAVO DE CARVALHO
Neste segmento do True Outspeak, Olavo afirma, entre outras coisas, que Alex Jones e Daniel Estulin podem ter ligações com a facção comunista do globalismo, que aponta as tramóias do outro lado para esconder as suas. Há indícios de que Estulin é um agente da KGB. Em um post, acho que do Facebook, ele nos aconselha a ter uma certa reserva com as informações fornecidas por Estulin. 
http://videos.sapo.mz/0RSGLBdSdzj2tZhTuFZL

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DANIEL ESTULIN E TRAMÓIAS EURASIANAS
"Antes disso, é importante referir que a família Velasco recebeu o padre Paul Kramer em sua casa, no início de dezembro de 2013, encontro para o qual também fui convidado. A minha situação familiar, com um filho com poucas semanas de vida, não me permitiria fazer a deslocação necessária, além de que senti que algo de estranho se passava e a visita do padre Kramer não tinha apenas uma finalidade de repouso. Isso foi de alguma forma confirmado quando o Sr. Velasco me informou que o padre Kramer e Daniel Estulin – jornalista especializado em assuntos globalistas mas que tem ligações ao governo russo – tiveram contacto telefónico [27]. Em 26 de Dezembro de 2013, o Sr. Velasco avisou os seus antigos colegas de tertúlia em Portugal que iria abandonar o Seminário de Filosofia de Olavo de Carvalho, não referindo para já as razões mas dizendo: «Porém, que fique claro que a tensão entre o Sr. Carvalho e a minha pessoa só vai aumentar à medida que o tempo passa»" 
https://conspiratio3.blogspot.com/2014/06/estranhas-tramoias-eurasianas-para.html


domingo, 9 de outubro de 2016

DELINQUÊNCIA, SEQUESTROS E OUTROS CRIMES PARA JUSTIFCAR MAIS PODER AO ESTADO



TEXTO DE DANIEL ESTULIN

Desde seu anúncio, em 19 de dezembro de 2001, VeriChip conquistou uma enorme atenção nos meios de comunicação dos Estados Unidos, assim como em todo mundo. Apareceram artigos sobre tecnologia nas principais publicações, entre elas: Time Magazine , People Magazine , The Washington Post , The Los Angeles Time , The Chicago Tribune , The Assodated Press , Reuters. Os diretores da companhia discutiram e demonstraram esta tecnologia em: NBC 's Today Show , ABC 's Good Morning America , CBS Early Show , CBS Evening News , ABC's World News Tonight , CBS Eye on America , The View , CNN com a Paula Zahn, CNN Headline News, ABC Family / CBN , The O' Reilly Factor on Fax News , National Public Radio, The BBC , CBS Radio , ABC , CBS e os afiliados da NBC em todo o território nacional.” Dão se conta de que todos os meios que acabo de citar pertencem ao Clube Bilderberg , à Comissão Trilateral e ao Council on Foreign Relations ( CFR )?

O novo segmento da população que se fixará objetivamente são as crianças estadunidenses. Falaram me sobre o próximo plano dos bilderberger de converter o espantoso tema dos sequestros infantis em tema de domínio público (ajudados pelo necessário frenesi dos meios de comunicação). Este não é um fenômeno novo. Segundo as estatísticas do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, só no último ano seqüestraram 358.000 crianças. Só que os meios de comunicação, por hora, querem guardar em silêncio este impressionante dado. Para implantar microchips nas crianças, será necessário convencer aos pais de que este crime horrível alcançou proporções epidêmicas. Contra quem clamarão os pais e a sociedade quando os seqüestros saírem à luz? Contra o Governo por não fazer o suficiente? Contra os criminosos? Mas, quais e onde estão?

Os bilderberger utilizam os meios de comunicação como veículo para provocar turbulências. E quando as terríveis cenas de assassinato e tragédia se apresentarem frente ao mundo inteiro, a sociedade sentirá a necessidade de reagir. No Committee of 300 , John Coleman escreve: «Terá que destacar três fases distintas na resposta e reação mostradas pelos grandes grupos sociais. Em primeiro lugar, a fase da superficialidade; a população ante ataques defenderá a si mesmo com lemas (leia se «Não aos crimes», «Mais amparo policial já», «Deus queira que isto não aconteça em nosso tranqüilo e agradável bairro»...) Isto não identificará a origem da crise e, portanto, não haverá nada concreto contra o que se dirigir, daí que a crise persistirá. Em segundo lugar, a fase da fragmentação. Terá lugar enquanto a crise continuar e a ordem social se desmoronar (leia se que chegados a esse ponto, os cidadãos se organizarão por si mesmos como vigilantes, dentro de seus bairros, para defender seu território, pouco seguros de quem é o inimigo). Então, entrará em jogo a terceira fase em que a população se radicalizará e se desviará da  crise induzida, ao que seguirá uma reação de inadaptação acompanhada de um ativo idealismo sinótico e dissociação (leia se: contra os resultados, como no 11/09 e não da causa, como no interrogante suspenso, faz muito tempo: como um recluso árabe, podia ter os meios, com um walkie talkie, para dirigir uma operação logística tão complicada, de seu esconderijo remoto, perdido entre as montanhas do Afeganistão. E se não, quem poderia ter sido e por que?).

O Instituto Tavistock , que estuda o comportamento humano, e principal órgão de lavagem cerebral da Nova Ordem Mundial, chamado «Penetração de Longo Alcance». Durante mais de meio século, os bilderbergers , apoiados por Tavistock e sua «jóia» americana ─ o Instituto de Investigação de Stanford ─, ocasionaram um trauma de penetração a longo prazo e de lavagem cerebral em nossa sociedade. Coleman explica que «os conspiradores podem criar e capitanear aos elementos quebrantadores do equilíbrio que lhes agradem.»  Por exemplo, assinala «as misteriosas guerras de bandos» que irromperam em Nov a Iorque, Los Angeles, Filadélfia e Chicago na dé cada de 1950... e que foram «cuidadosamente planejadas no Stanford , desenhadas deliberadamente para ludibriar à sociedade e provocar uma onda de perturbação». Até a década de 1980 não descobriu aos «que controlavam das sombras os assim chamados fenômenos sociais». Seus promotores pertenciam (trabalhando de costas à sua fonte) ao conselho do Stanford/Tavistock/Bilderberg . Depois de servir a seu propósito intencionado de criar um elemento perturbador na sociedade, as turmas desapareceram repentinamente em 1966. 

A questão é o que sabia o Departamento de Polícia de Los Angeles, LAPD , que contava entre seu pessoal com os melhores e mais brilhantes agentes de Polícia; o Departamento da Polícia de Chicago, que tem maior mão dura nos Estados Unidos e é célebre por sua luta contra Capone e outros gângsters ; o Departamento de Polícia da Filadélfia, com seus agentes de polícia acostuma dos a lutar com traficantes e delinqüentes, que se movem nos guetos dos carentes bairros centrais, cuja visão recorda me como ficou a cidade de Dresde, em 1945, após receber o impacto de uma chuva de bombas. Que fazia o legendário Corpo de Polícia de Nova Iorque quando surgiu a primeira turma pela primeira vez e pouco depois se estendeu e multiplicou rapidamente? Por que o aparelho de segurança dos Estados Unidos e as forças de Proteção Civil podem controlar meio milhão de homens durante uma manifestação e, entretanto, não são capazes de lutar contra um pequeno bando de valentões? Por que não intervieram os militares americanos com seus tanques, helicópteros, exércitos, marines , rangers para ajudar a derrubar esta situação e proteger aos aterrorizados cidadãos contra esta ameaça? A menos que toda a operação estivesse dirigida pela mesma gente que organizou o 11/09, aqueles que dirigem nossa firme marcha para a escuridão de sua desejada ditadura de uma Única Ordem Mundial...

Fixem se no que acontecerá aos casos de seqüestro na América, assim como, suas terríveis conseqüências (a violação e o assassinato de uma pessoa inocente, com toda riqueza de detalhes, que transladarão a sua casa a sensação de que a sociedade não é segura) pelos quais nos informarão os meios de comunicação controlados pelo Grupo Bilderberg . Os acontecimentos apresentar se ão da mesma maneira que se apresentou a violência entre os bandos para uma sociedade desconcertada, durante a década recente de 1960, devido à ação soterrada dos bilderbergers . Depois da reunião secreta do Clube Bilderberg na Suécia me inteirei, através de uma fonte de Inteligência extremamente confiável, de que os bilderbergers estavam planejando «um ensaio geral na primavera e no verão (de 2002) pelo que, em pouco tempo, se converteria em uma tragédia de proporções epidêmicas (de seqüestros infantis)». Por desgraça, minha fonte (com uma bem sucedida percentagem de 94% em sua predição) estava certa.
Os casos recentes abalaram aos pais porque a maioria das vítimas seqüestrada estava em sua própria casa, ou justo na soleira da porta.

Por exemplo, durante as horas em que se informou que Cassandra Williamson tinha desaparecido da casa de seus vizinhos, situada nos subúrbios de St. Louis, a busca foi transmitida direta pelos canais de notícias de televisão a cabo por todo Estados Unidos. Estes são alguns dos titulares desse fatídico 2002: «Elisabeth Smart, de quatorze anos e natural de Utah, desapareceu de seu dormitório em 5 de junho e ainda continua o paradeiro desconhecido», The Oregonian , 5 de junho de 2002. «Encontrou se o corpo sem vida de uma menina, cujo paradeiro era desconhecido... Após semanas de busca, Danielle van Dam, de sete anos de idade, foi achada morta», CNN.com , fevereiro de 2002. «Samantha Runnion, de cinco anos, raptada perto de sua casa», PRWeb.com , 15 de julho de 2002. «Samantha Runnion, de cinco anos de idade, foi enc ontrada morta em Riverside, Califórnia», CNN.com , 16 de julho de 2002. «Percepção de perigo apesar da cobertura nos meios, a contece a onda de estranhos seqüestros.» Os recentes seqüestros são descarados e transpassaram os limites sociais e econômicos, São Francisco Chronicle , 28 de julho de 2002. «Erica Pratt, de sete anos, seqüestrada na calçada de uma favela da Filadélfia», São Francisco, Chronicle , 24 de julho de 2002.

«Cassandra Williamson, que desapareceu da cozinha da casa de uns vizinhos, foi achada morta». Fax News , CBS News , 26 de julho de 2002. Outra vez, depois de servir a um fim determinado, os seqüestros se evaporaram da opinião pública no início de 2003. Como no caso das guerras de bandos «o público reagiu de acordo à reação esperada e projetada pelo Stanford » (leia se: indo contra as conseqüências visíveis em lugar de procurar a causa invisível); porque a sociedade em conjunto não reconheceu os sintomas de uma etapa de um processo dirigido por eles. Os meios de comunicação, em cooperação com o Stanford, centraram a atenção de milhões de americanos nos preocupantes casos de seqüestros, seguidos de violações e amputações que gelaram o sangue da população, devido a sua intensidade, sadismo e crueldade. Todo o acontecimento se desenvolveu como uma cópia exata das guerras dos bandos da década dos sessenta dirigidas por Stanford , com fases nas que o grupo fixado como objetivos e equivoca ao identificar a origem da crise, logo chega a «fragmentação» («Graças a Deus que isso não passa em nosso bairro»), posteriormente, os que não se viram afetados pelos se qüestros se separam para defenderem a si mesmos, dando passagem ao período de dissociação chamado o processo de «má adaptabilidade».
Qual era o propósito da guerra dos bandos e da avalanche de sequestros nos Estados Unidos em 2002? Transladar a cada um dos lares a idéia de que a sociedade, em geral, não está segura (leia se: A ordem social se desmoronou. Estamos indefesos. Graças a Deus que não passou a nosso filho. O que deveríamos fazer? Devemos procurar amparo. Podemos obter que essa proteção seja completa? Só podemos nos sentir seguros se soubermos, todas as horas do dia, onde estão nossas crianças. Como?) O seqüestro na América: necessitam um chip? Como se desenvolverá o cenário nestas alturas do que parece ser uma ampla campanha de terror? Acontecerão casos de crianças desaparecidas que saltarão à primeira página da imprensa diária, até que descubramos que «alguns pais tiveram a precaução de implantar um chip em seus filhos». «Os pais recorrem a inserir microchips em seus filhos», CNN.com , 3 de setembro de 2002. Este título apareceu na CNN no momento de maior apogeu de sequestros nos Estados Unidos. «Um microchip poderia garantir a segurança de seu filho?» Um mês depois de acharem, numa sarjeta remota, os corpos de Holly Wells e Jessica Chapman (espetacular caso de duas garotas de Manchester assassinadas, que destroçou à nação inteira), um professor de cibernética propôs um plano para implantar microchips nas crianças e assim acautelarem se de sofrer um seqüestro. BBC News Online Magazine , 18 de dezembro de 2003. Os meios de comunicação controlados pelo Clube Bilderberg começarão a promover os chips pessoais de uma maneira frenética. A CNN , a CBS , a ABC , a NBC , a FOX sabem o que se espera agora delas. O Clube Bilderberg decide o que, do plano mestre, e da imprensa se espera que leve a cabo, para pôr o plano em ação. A imprensa televisiva não regulará esforços para entrevistar aos afortunados pais, que se reencontraram com seus felizes brotos. Os programas de entrevistas farão insistência na natureza maravilhosa da tecnologia, e os políticos destacarão a necessidade de inserir microchips a segmentos cada vez mais amplos da sociedade, em seu esforço coordenado, por «proteger» aos cidadãos dos males do terrorismo internacional. A princípio, ficarão à margem os inconformistas, os anarquistas, os revolucionários, os hippies , etc.; aqueles que se oponham a que o governo mundial os persiga e controle; que operarão fora da lei e subsistirão, graças ao comércio de uma variedade de mercadorias, que já não comprarão com papel moeda. Num primeiro momento, o Governo Mundial Único deixará de l ado este segmento da população. Mas, como a implantação de chips converter se á em um fenômeno natural (como é a atual campanha para erradicar o tabaco pela qual, os que se atrevem a fumar, são denegridos e olhados com desprezo ), o Governo porá em marcha sua segunda etapa, a erradicação da atividade ilícita. Graças à ajuda da população com o microchip implantado e a lavagem cerebral (a assim chamada «maioria moral», olha, como hoje em dia nos Estados Unidos, mais de 50 % da população, segundo algumas sondagens, ainda culpa a o Saddam Hussein pelo 11/09 ou, por exemplo, a Alemanha nazista, onde «agradáveis e educados» cidadãos alemães apoiaram a loucura de Hitler) e, com os bilderbergers movendo os fios invisíveis atrás do cenário, qualquer um que esteja contra de ser tratado como rebanho, será obrigado a viver às margens da sociedade; impedir lhe ão de seguir com sua vida, ter amigos; sua família o rechaçará e a população «ultrajada» irá a sua caça. Recordam a Rússia do Stalin? (Em que a Cheka , posteriormente reconvertida em KGB , matou um de meus tios, porque alguém da família caguetou de que tinha contado uma piada, em voz alta, sobre Stalin). O Governo Mundial Único, sem embargo, não atuará diretamente contra os inconformistas, mas sim fará a lavagem cerebral da população, para que eles mesmos nos caguetem e nos entreguem ao Governo Mundial Único. Note se novamente a campanha antitabaco. Os cidadãos «sensibilizados», sentem se no dever, de colocar os narizes em sua vida; de recomendar a tarefa de participar de uma conferência sobre os perigos do tabaco, seja no metro de Madrid, ou em qualquer lugar público. E, o que tem de perigoso em se converter em um conformista e um verme inculto? Ninguém parece preocupar se disso.
No jantar dos embaixadores das Nações Unidas, David Rockefeller disse: «A atual janela à oportunidade para que possivelmente uma ordem mundial interdependente e verdadeiramente pacífica se construa, não estará aberta durante muito tempo. Estamos a beira de uma transformação global. Tudo o que precisamos é uma grande crise e as nações aceitarão a Nova Ordem Mundial.»

A VERDADEIRA HISTÓRIA DO CLUBE BILDERBERG

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Instituto Tavistock, de Daniel Estulin e Instituto Tavistock de Relações Humanas, do Dr. John Coleman. A teia de aranha mental que nos imobiliza é um dos assuntos mais bem guardados pelos governantes.A mentira e a hipocrisia que caracterizam os governos revolucionários postados na América Latina, são explicados pela aplicação das técnicas de engenharia social e lavagem cerebral. Técnicas científicas intensamente utilizadas no Brasil. Um dos procedimentos secretos dos governantes, desde FHC, Luiz Inácio, até a atual mulher sapiens, que ordenam classificar, esconder, proibir o acesso aos assuntos mais sujos por 30, 40 e 50 anos.
http://mujahdincucaracha.blogspot.com.br/2015/09/um-super-segredo-parte-i.html
https://lorotaspoliticaseverdades.blogspot.com/search?q=ESTULIN

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KGB DEDURA OS RIVAIS E SÓCIOS BILDERBERGS
Daniel Estulin, que nasceu na Rússia, é tão controverso como Alex Jones. Como Jones, ele é regular na televisão do Rússia Today, onde afirmava que os EUA estavam construindo 13 bases secretas no Afeganistão para uma eventual guerra com a Rússia. Estulin disse ao RT que o propósito dos Bilderbergers é "subjugar" A Rússia e a China e que "O Governo russo é uma das minhas principais fontes a este respeito." http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-alex-jones-e-suas-liga%C3%A7%C3%B5es-com-a-r%C3%BAssia

OLAVO DE CARVALHO - Alex Jones e Daniel Estulin são Agentes Russos
https://youtu.be/uYnAF8MRW80

RITUAL SATÁNICO en las instalaciones de CERN? http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/08/ritual-satanico-en-las-instalaciones-de.html  


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UM MOVIMENTO ORGANIZADO DE PALHAÇOS ATERRORIZANTES NOS EUA - QUEM ESTÁ POR TRÁS? QUAL O OBJETIVO?


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2013
O CASO DA GANGUE DOS PALHAÇOS, em 2013, lembrou um episódio de 1938, nos EUA, quando a rádio CBS realizou uma leitura do livro GUERRA DOS MUNDOS, de Orson Welles, sobre uma invasão alienígena, e viu o pânico se espalhar entre milhões de pessoas.
http://f5.folha.uol.com.br/saiunonp/2013/09/1341200-trupe-do-palhaco-aterroriza-sao-paulo.shtml

 SCARY CLOWN MAP

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

PT QUER EXTINGUIR O DINHEIRO EM NOTAS PARA TER MAIS CONTROLE SOBRE VOCÊ - GOVERNO OPACO + POVO TRANSPARENTE = DITADURA



https://youtu.be/bkwNOrtmAZs

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PT propõe fim do dinheiro em espécie: até que só coma quem obedeça 
https://web.archive.org/web/20160103034304/http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/16268-2015-12-28-21-34-19.html

http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/16268-2015-12-28-21-34-19.html
Escrito por David Amato | 28 Dezembro 2015
Projeto de lei do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) é parte de um velho plano globalista que dá ainda mais poder à elite política revolucionária e anticristã.



Daniel Estulin: "O governo sabe que para controlar, vigiar e seguir a pista da população, deve suprimir o dinheiro em espécie."

A turma ligada ao PT está no poder com a missão de acelerar a degradação do País, entregando todos os setores e recursos para organizações transnacionais revolucionárias que a sustentam. Ou por qual motivo você acha que gente tão baixa, vil e desqualificada possui as costas tão quentes? Pois é.

Caso seja necessário refrescar a memória do leitor, tanto a Revolução Francesa quanto o Levante Bolchevique - só para citar dois casos -, foram financiados pelas mesmas elites ocultas e famílias dinásticas possuidoras de organizações transnacionais com poder de alcance mundial, e que através de suas bilionárias fundações irradiam dinheiro para uma agenda cultural alegadamente "progressista".

Essa turma não quer só o dinheiro, mas o poder e o controle sobre tudo e todos, de modo a implementar um novo mundo baseado em inspirações ocultas doentias e distorções completas da realidade. Todo o processo se dá por meio dialético e é por isso que a esmagadora maioria da população não compreende a síntese objetivada.

Sendo assim, conforme noticiado pela Rádio Vox (http://goo.gl/BBeilp ), o senhor Reginaldo Lopes (na foto com Lula), deputado federal pelo PT de Minas Gerais, honrando os prestimosos serviços marxistas prestados aos socialistas fabianos, apresentou um projeto de lei que visa extinguir a produção, circulação e uso do dinheiro em espécie, determinando que as transações financeiras se realizem apenas através do sistema digital.

Um projeto que talvez agrade alguns inocentes úteis e entusiastas do Bitcoin, que acreditam piamente que a criptomoeda não seja um teste de menor escala para um fim maior, também conhecido como Teste de Choque.

Abaixo, segue um trecho do livro 'A Verdadeira História do Clube Bilderbeg', de Daniel Stulin. O clube nada mais é do que uma reunião anual que define pautas para pessoas com destaque no mundo, de modo a azeitar as engrenagens de uma das "novas ordens mundiais":

CAPÍTULO 4 Para uma sociedade sem dinheiro em papel-moeda

"(...) Logo, na década de 1960, os globalizadores se deram conta de que o mundo não estava mudando suficientemente rápido para seu gosto e decidiram atuar. Em 1962, Nelson Rockefeller apelou à criação de uma Nova Ordem Mundial: "Os temas da atualidade exigem a gritos uma nova ordem mundial, porque a antiga caiu; uma ordem nova e livre luta por emergir à luz... Antes de que pudéssemos nos dar conta, estabeleceram-se as bases da estrutura federal para um mundo livre."

Se a informação dos capítulos anteriores foi alarmante, o que vem a seguir lhe produzirá um calafrio nas costas, porque nos aproximamos das etapas finais da Escravidão Total.

A sociedade sem dinheiro em papel-moeda não é um "novo" conceito, mas um antigo, recuperado pela elite globalizadora para exercer um controle absoluto sobre todos os indivíduos. Em agosto de 1975, o senador americano Frank Church declarou que "o Governo tem capacidade tecnológica para impor uma "tirania total" no caso de que um ditador tomasse o poder. Não existiria um só lugar para ocultar-se".

O dinheiro em metálico nos garante intimidade e anonimato ou, o que é o mesmo, liberdade. Também nos garante independência.

Todos nós poderíamos conseguir que os bancos do mundo quebrassem apenas tirando simultaneamente o dinheiro que temos depositado neles. O dinheiro em papel-moeda também é sinônimo de descentralização. O governo sabe que para controlar, vigiar e seguir a pista da população deve suprimir o dinheiro em efetivo.

Na década de 1960, segundo meu avô ─ um oficial do Serviço Contra Espionagem da KGB ─, este órgão formulou um plano que consistia na introdução de um cartão de crédito no sistema para assim poder efetuar com facilidade o rastreamento tanto das pessoas, como do dinheiro.

Para sua desgraça, embora felizmente para o resto da população, havia um inconveniente de caráter prático em todo este assunto. Naquela época, as lojas russas, se se caracterizavam por algo, era por sua falta de mercadorias.

Embora cada cidadão russo dispusesse de um sofisticado cartão de crédito, o governo não poderia seguir a pista de ninguém, excetuando um reduzidíssimo grupo de clientes, geralmente aqueles que tinham contatos, aqueles que conheciam alguém em alguma parte e podiam trocar seus bens e favores pelos de seus amigos.

Isto me recorda uma anedota de minha juventude: uma vez, em pleno inverno, meu pai e eu, enquanto retornávamos à casa, depois de esperar duas horas em um supermercado local, encontramo-nos com uns amigos da família.

Antes de partimos, meu pai trocou doze rolos de papel higiênico por um par de sapatos, que eram muito estreitos a seu amigo. Conforme me explicou meu pai mais tarde, as pessoas sempre levavam consigo alguma coisa que lhes resultasse imprestável e que sempre pudessem trocar por algo que pudessem tirar proveito.

Como já assinalei no capítulo 3, o objetivo da Nova Ordem Mundial é erradicar os poderes descentralizados; devem, portanto, suprimir os territórios independentes, que são mais difíceis de controlar, e criar uma comunidade européia dependente, a fim de estabelecer um Governo Mundial Único (autoridade universal, monopólio) que se autoperpetue.

Na década de 1980, o professor B. A. Hodson, diretor do Centro Informático da Universidade de Manitoba, recomendou gravar uma marca identificadora na frente de cada indivíduo. Num primeiro momento, a idéia consistia em tatuar um fluido permanente, não tóxico, sobre a carne humana, que se transluziria, com a ajuda de raios ultravioleta, ou infravermelhos.

Em 20 de setembro de 1973, a capa do Senior Scholastics ─ uma publicação especializada (agora desaparecida), orientada aos centros de ensino médio e superior ─ mostrava um grupo de meninos com números tatuados na fronte e divulgava um artigo de fundo intitulado "Necessidades sociais e direitos privados. Quem te vigia?".

Em tal artigo se especulava o seguinte: "Sem moeda, sem mudança e sem cheques. No programa, a todas as pessoas será atribuído um número, que terão tatuado no pulso ou na fronte.

Deste modo, todos os artigos de bens de consumo marcar-se-ão digitalmente. No ponto de controle, graças a um ordenador situado na saída da loja, captar-se-á o número de artigos selecionados para sua compra, assim como o número da pessoa, e automaticamente o ordenador somará o preço e descontará a importância da conta do cliente."

O Prêmio Nobel de Química de 1954, Linus Pauling, propôs que se tatuasse uma marca nos pés, ou na fronte de todos os jovens, com o código de seu respectivo genótipo.

Em 1974, um professor da universidade pública de Washington, o doutor R. Keith, inventou uma pistola laser que se empregaria para numerar peixes em menos de um segundo. Farrell disse que tal arma também poderia utilizar-se para registrar numericamente às pessoas.

O assessor do Serviço de Inteligência, McAlvany, declarou que "a era do dinheiro em papel moeda está chegando a seu fim e uma nova era com uma sociedade sem dinheiro está amanhecendo.Se os modernos cartões eletrônicos de crédito e débito podem trocar-se por dinheiro em efetivo, então cada transação econômica de sua vida pode ser catalogada e armazenada como uma futura referência e, aqueles com o poder de interromper seu acesso ao dinheiro eletrônico, podem estrangulá-lo no tempo que dura um batimento cardíaco. O potencial do totalitarismo para chantagear e controlar é incrível, mas a maioria das pessoas nem sequer parece dar-se conta".

A trama segue e chega até os microchips, mas para isso recomendo que baixem e leiam o livro, que conta com fontes primárias.

Vale lembrar que a Venezuela, país vizinho afundado em uma ditadura tida como modelo a ser imitado pela base governista brasileira, já aboliu o papel moeda de uma maneira mais arcaica, desvalorizando-o a ponto de certas notas serem usadas até mesmo como guardanapo.

Para agravar a situação, nos caixas de supermercado há leitores biométricos que regulam a quantidade de itens que cada cidadão pode adquirir, o que é um upgrade da clássica livreta cubana de racionamento.

Com tamanha desvalorização e escassez, é sensato afirmar que, na Venezuela, só come quem obedece. E é exatamente esse modelo que será implementado no mundo inteiro, mais cedo do que se imagina, caso continuemos nos comportando como gado.

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O que eles querem é centralizar as informações e te dar um crédito de acordo com teu comportamento. Se vc não "merecer", vc não tem crédito nem para tomar um copo de água.  Palavras-chave para entender o PT: CONTROLE, DOMINAÇÃO, PODER. Se este governo fosse confiável, talvez engolíssemos a proposta sem notar. Mas é mais um capítulo do esquema GOVERNO OPACO + POVO TRANSPARENTE = DITADURA!

Fim do dinheiro em espécie
https://youtu.be/H1Bh8fP_4_Y
https://www.youtube.com/user/ClickMamilos


REGINALDO LOPES  É O AUTOR DESSA MERDA
http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=1296773&filename=PL+48/2015
Extingui a produção, circulação e uso do dinheiro em espécie, e determina que as transações  financeiras se  realizem apenas
através do sistema digital

PT propõe fim do dinheiro em espécie: até que só coma quem obedeça
http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/16268-2015-12-28-21-34-19.html


Uma lei pretende acabar com o uso de papel moeda no brasil
https://youtu.be/o-klyG__ISw


Congresso lança propostas para extinção do papel moeda
https://youtu.be/IgrFblIc02c

https://www.google.com.br/#q=Art.+1%C2%BA+fica+extinto+o+dinheiro+em+esp%C3%A9cie+e+proibida+sua+produ%C3%A7%C3%A3o%2C+circula%C3%A7%C3%A3o+e+seu+uso+em+transa%C3%A7%C3%B5es+financeiras.

PT QUER EXTINGUIR O DINHEIRO EM NOTAS PARA TER MAIS CONTROLE SOBRE VOCÊ - GOVERNO OPACO + POVO TRANSPARENTE = DITADURA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/12/pt-quer-extinguir-o-dinheiro-em-notas.html  

A VERDADEIRA HISTÓRIA DO CLUBE BILDERBERG
https://ebrael.files.wordpress.com/2014/05/a-verdadeira-histc3b3ria-do-clube-bilderberg-daniel-estulin.pdf  
 

 NÃO TEM DINHEIRO PARA O VOTO IMPRESSO, MAS TEM PARA TE CONTROLAR - LEVY FIDELIX
https://youtu.be/ukrYr44VPeA


DITADURA - GOVERNO OPACO, POVO TRANSPARENTE - CADASTRO ÚNICO RIC E BIOMETRIA
https://youtu.be/qOJypJVS41I


BIOMETRIA - PARA O PT, CONTROLAR O POVO IMPORTA MAIS QUE FAZER UMA ELEIÇÃO DECENTE
https://youtu.be/58tTbxphIXM


DILMA USA A ABIN PARA ESPIONAR MICHEL TEMER
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/12/dilma-usa-abin-para-espionar-michel.html


ELEIÇÃO SEM TRANSPARÊNCIA NÃO PODE SER RECONHECIDA - É GOLPE - OLAVO DE CARVALHO
https://youtu.be/TFw4r-3sAw0
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Olavo de Carvalho A idéia mais estúpida e mais criminosa que a elite acadêmica espalhou pelo mundo é que o progresso da ciência e da tecnologia aumenta o "poder da humanidade sobre a natureza material". Muito mais, muito antes, e até como condição indispensável para que esse efeito alegadamente maravilhoso possa produzir-se, o progresso mencionado aumenta O PODER DE UNS HOMENS SOBRE OS OUTROS.
Quem pode decentemente ignorar que civilizações tidas como portadoras de conhecimentos científicos superiores até à imaginação moderna foram, todas, sem exceção, civiizações demoníacas baseadas na escravidão e nos sacrifícios humanos?

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A coisa MAIS DECISIVA para o futuro da democracia em qualquer lugar do mundo é que o povo -- a totalidade dos consumidores, eleitores e pagadores de impostos -- tenha voz ativa na distribuição das verbas de pesquisa científica, hoje monopólio de um reduzido círculo de políticos, burocratas e bilionários. Sem isso, a democracia nunca passará de uma camada de verniz populista adornando um sistema tirânico e prepotente de dominação hierárquica. Quem seleciona o que se pode perguntar e o que se deve calar determina a forma visível do mundo e tem assim o domínio completo da conduta coletiva. O poder intelectual é impessoal e de longo prazo, mas, no cômputo final, é sempre o mais decisivo. Os cientistas devem ser forçados a investigar O QUE O POVO QUER SABER, e não só o que interessa à elite que os comanda.

domingo, 22 de junho de 2014

ESTRANHAS TRAMÓIAS EURASIANAS PARA DIVIDIR O TIME CONSERVADOR


  QUEM É CARLOS VELASCO?

Audácia e inconsciência: eis tudo o que um idiota necessita para ter sucesso.

Os ataques que Olavo de Carvalho tem sofrido nas últimas semanas mostram uma virulência e até uma sofisticação que não se tinham visto em anteriores ofensivas esquerdistas contra o filósofo. Desta vez a investida veio do movimento eurasiano, mas é evidente que o trabalho sujo teria de ficar a cargo de figuras menores, como Carlos Velasco. Apesar da sua relativa insignificância, as informações a respeito do Sr. Velasco podem elucidar sobre os processos de recrutamento do eurasianismo e sobre como se dá a corrupção interior dos novos militantes.

Contrastes

Em 2011 realizou-se um debate entre o filósofo Olavo de Carvalho e o professor Aleksandr Dugin a propósito dos Estados Unidos e a Nova Ordem Mundial, em que este último saiu visivelmente humilhado e de mau humor [1]. Alguns alunos do filósofo chegaram a temer pela vida do seu professor, dada a sua postura tão destemida face a um oponente com uma retaguarda tão poderosa, leia-se “KGB” [2]. Um desses alunos foi Carlos Velasco, que em maio de 2011 informou-me da sua intenção, não concretizada, de escrever a Olavo de Carvalho (ambos éramos alunos do filósofo, tendo o Sr. Velasco recentemente deixado de o ser), para aconselhá-lo a uma postura mais moderada face a Aleksandr Dugin, de modo a não colocar em risco a própria vida. Entre outras coisas, disse-me:

«Na minha perspectiva particular, o Olavo erra em provocar o Dugin com palavras que o humilhem directamente. Seria melhor apenas vencer o debate usando de um tom didáctico. O sujeito é psicótico e não ponho de lado nenhuma hipótese quando sei o quanto ele está perto de putins e companhia. Se ele se sentir ofendido, está tudo em aberto. Penso que a nossa missão é tentar de alguma maneira construir as condições para derrotar esses bandalhos, e sacrificar o rei [Olavo de Carvalho] neste momento não trará a vitória.» [3]
 Após ter mostrado preocupação pelo seu professor, o Sr. Velasco fez uma intervenção no seu blogue pessoal, onde deu o debate por terminado, mesmo antes do seu término oficial, dada a fraca prestação de Dugin, considerando que a elite pensadora russa era sagaz mas longe de ser genial [4].

Pouco menos de dois anos depois, Carlos Velasco assinou um artigo “expondo” Olavo de Carvalho como um agente provocador que, no limite, poderá até ao despoletar de uma guerra mundial. E fá-lo precisamente num jornal electrónico assumidamente eurasiano e subordinado aos interesses de Aleksandr Dugin [5]. Todo o texto é um exercício de destruição de carácter ao bom estilo soviético, alucinado e denotando uma total ausência do sentido do ridículo. Para mostrar serviço perante o seu novo guru, não bastaria ao Sr. Velasco mostrar hostilidade para com Olavo de Carvalho – que constitui um empecilho à entrada do Dugin no Brasil, apesar deste ter já proferido várias palestras em universidades brasileiras –, seria necessário também mostrar alinhamento com algumas ideias caras a Aleksandr Dugin, como o antissemitismo e a superioridade estratégica e até moral das elites russas. Ainda no artigo referido, o Sr. Velasco não se coibiu de fazer uma menção implícita à minha esposa, a propósito de mensagens de e-mail que trocou com ela e que ele tratou de deturpar para servir os seus fins [6]. De certa forma, sinto-me agradecido por esta audácia do Sr. Velasco, que naturalmente me autoriza a usar a correspondência privada que troquei com ele.


Os meus contactos com o Sr. Velasco

Conheci Carlos Velasco através do Curso Online de Filosofia ministrado por Olavo de Carvalho. Os poucos alunos a residir em Portugal, estando espalhados territorialmente, decidiram a fazer tertúlias “virtuais”, via Skype. O Sr. Velasco mostrou um conhecimento histórico fascinante, um fino humor, mas cedo também lhe conhecemos a veia belicosa. No rescaldo de uma tertúlia, o Sr. Velasco teve uma troca azeda de e-mails com outro aluno, tendo depois se retratado perante todos, onde confessou uma certa faceta de si:

«No conjunto de todas as tendências que existem dentro de mim, há algumas terríveis. Elas me acompanharam desde tenra idade e, apesar de conhecer a sua História e o seu desenvolvimento, não consigo explicar o porquê de lá estarem e de nunca desaparecerem: muitos passaram por coisas ainda mais extremas do que eu e não adquiriram estas tendências. São elas a ira, a arrogância e a paranóia, uma combinação verdadeiramente perigosa que quando se sobrepõe às tendências positivas, transforma um homem
num verdadeiro monstro. Conhecer intimamente estas três irmãs é ao mesmo tempo um perigo, como todos imaginam, mas também é um dom, pois isso abre uma janela para a compreensão das mentes mais perversas, tanto a nível individual como colectivo, e nos meus estudos de História eu aprendi o quanto isso é precioso.

Entretanto, essa janela aberta para o lado mais negro do homem exige de mim um constante exercício para me manter fortalecido, até porque eu sinto todos os dias como a minha energia é sugada pelo mal. Quando estou bem e fortalecido, e isso não é apenas mental, mas também é físico, essas tendências me ajudam e acabam por me dotar de armas preciosas contra o mal, porém, quando estou fraco, elas podem tomar conta de mim e despertar paixões tão intensas que fazem de mim um verdadeiro louco; mas não um louco qualquer, mas um louco perigoso. Me aproximar da religião me permitiu compreender que o fenómeno não se esgota no foro do mundo físico e psicológico, mas transcende tudo isso.
Entretanto, basta de explicações. Há culpa nisso tudo pois eu fui tentado pelo mal, fui fraco e sucumbi. Mais do que buscar o perdão, escrevo estas linhas para vos explicar mais um bocado acerca de quem eu sou e quais são os perigos latentes que ofereço a quem se aproxima de mim.» [7]
À luz dos acontecimentos recentes, um distanciamento respeitável em relação ao Sr. Velasco pareceria precaução óbvia. Contudo, achei esta reflexão extremamente sincera e que fazia sobressair algumas regiões negras que todos possuímos, e por vezes são os que têm menos consciência delas que cometem os piores actos na maior candura. Apesar das tertúlias terem terminado (não logo após este evento) os alunos residentes em Portugal continuaram a manter contacto entre si e até se visitaram. A aproximação de posições políticas com o Sr. Velasco levou-nos, em meados de 2013, a criar um blogue colectivo [8]. Contudo, no final de 2013, Carlos Velasco começou a mostrar uma inversão de posições em relação a várias questões, nomeadamente em relação aos judeus, às alianças geopolíticas e a respeito do filósofo Olavo de Carvalho. Estas mudanças pareceram-me um tanto repentinas, mas hoje creio que foram pensadas com grande antecedência e urdidas lentamente para me cooptar (assim como a outros) para o novo alinhamento do Sr. Velasco. Sendo óbvio que Aleksandr Dugin não tem capacidade para vencer Olavo de Carvalho num debate, a estratégia passou por tentar recrutar alunos do filósofo dispostos a voltar-se contra o mestre, no caso do Sr. Velasco, apelando à sua enorme ambição de percorrer as vias do poder.


A questão judaica


Durante muito tempo, o Sr. Velasco apresentou-se no seu blogue pessoal como um proud friend of Israel [9]. Em maio de 2010 lamentava que Obama e a União Europeia deixassem Israel isolada contra a “investida islamo-fascista” [10]. Em abril de 2013 via o povo judeu como um aliado natural de Portugal, mas ressaltava que a expulsão dos judeus sefarditas deste país é uma questão histórica bastante complexa e incómoda [11]. Por esta altura, o Sr. Velasco disse-me pessoalmente que acreditava que algo tinha mudado na história desde que os judeus andavam em diáspora, dando-me alguns exemplos de como algumas decisões importantes foram tomadas por influência de judeus. Outra ideia curiosa que o Sr. Velasco deixou entrever na mesma ocasião: o povo escolhido na modernidade não seriam os judeus, obviamente, mas os portugueses… Em setembro de 2013, anunciou que já não podia continuar a ser amigo dos judeus e a sua argumentação já denotava alguns traços comuns aos ditos “anti-sionistas”, nomeadamente a referência à “coincidência” da presença de judeus simultaneamente com alguma coisa nefasta, neste caso o globalismo [12]. Contudo, estava ainda longe de toda a antipatia que mostraria já em Fevereiro deste ano: agora escrevia que “a propaganda sionista foi muito bem sucedida entre as classes instruídas”, depois falou de certos grupos influentes, a que alguns judeus conseguiram se associar, que ganharam um poder tal que conseguiram se tornar invisíveis e que conseguem controlar, através da maçonaria e de outras redes, famílias poderosas e até casas reais; sugere também que por trás de Cromwell, do Banco de Amesterdã e do Banco de Inglaterra terão estado capitais judaicos; que os grupos que promovem o sionismo são os mesmos que promoveram a perseguição aos “judeus”; enfim, que a máfia sionista, ou judaica, é a “cabeça do movimento revolucionário mundial”; faz a conveniente mas largamente inócua distinção entre anti-sionismo e anti-semitismo e termina dizendo que a “primeira vítima [da agenda sionista] é o próprio povo judeu, que, se um dia precisar de ajuda, poderá contar connosco pois nós adoptamos como norma de conduta o código da cavalaria e tomaremos sempre o partido dos mais fracos!” [13]
Apenas os ingénuos acreditam que o verdadeiro poder reside nos cargos oficiais, antes é necessário ter poder para aceder a estes, pelo que tem que existir uma rede de poder por detrás, de uma enorme complexidade e que passa largamente despercebida das massas, e quando o Sr. Velasco refere os grupos importantes que se tornaram invisíveis refere-se a isto. Talvez a última vez que alguém tenha tentado mapear essa rede tenha sido nos anos 50 do século XX, quando Wright Mills escreveu o livro Elite do Poder. Hoje em dia essa rede tem uma complexidade quase inabarcável, mesmo para os directamente envolvidos, e por conveniência podemos associá-la a alguns símbolos, como os Rothschild ou o Clube Bilderberg. Contudo, o Sr. Velasco acha que já percebeu tudo, qual é a composição da rede de poder, como ela opera e está hierarquizada (com os judeus à cabeça) e ainda como tem vindo a actuar ao longo da história. Não só tudo isto é óbvio para ele como lhe é evidente que quem não quer aceitar as mesmas verdades só pode estar comprometido com a causa errada.
Isto é espantoso, porque uns meses antes o Sr. Velasco ainda se iludia de que a sua amizade pelos judeus fosse correspondida e em pouco tempo teria conseguido estudar o suficiente para ter uma visão tão clara e definitiva sobre os judeus e o sionismo, mesmo considerando uma articulação com estudos anteriores [14]. Como pode alguém com menos de 40 anos ter uma imagem assim tão clara sobre um assunto tão intricado – no fundo, é saber quem manda no mundo – e que, para ser devidamente formada, exige uma grande dose de maturidade? Parece-me por demais evidente que o Sr. Velasco não fez nenhum estudo aprofundado sobre as matérias a respeito das quais tenta mostrar tanta autoridade. Então, o que realmente fez ele? Simplesmente combinou o seu conhecimento histórico com o voluntarismo típico do adolescente que vai para a internet procurar teorias da conspiração, e assim, de facto, é possível “fundamentar” em pouco tempo uma ideia a que já se aderiu à partida, bastando ignorar os factos contrários ou problemáticos.
Num texto ainda mais recente, do Sr. Velasco explica que o governo americano é um dos responsáveis pela destabilização da Venezuela, e de passagem refere que a Casa Branca está ocupada por um assassino sionista (assumo que fala de Obama) [15]. Desta forma, o círculo acaba de se fechar: comecei este tópico por referir que o Sr. Velasco lamentara, há cerca de três anos, que Obama tivesse deixado Israel ao abandono contra os inimigos islamo-fascistas, agora percebe-se que tal se explica porque ele é um perigoso sionista.

Posicionamento geopolítico


Em abril de 2010, o Sr. Velasco comentou a morte do presidente polaco, Lech Kaczynski, e disse acreditar ter-se tratado de obra da Rússia, dominada pelo KGB, que mantinha a intenção de destruir o Ocidente [16]. Em Outubro de 2011 falava com segurança sobre a desinformação russa e chinesa, de como o regime russo podia assumir várias formas (democrática, monárquica, teocrática) conforme convier às elites internas, mas sempre encaixando-se no eurasianismo de Dugin [17]. Cerca de dois meses depois fez uma denúncia da estratégia russo-chinesa, por um lado com uma postura de ataque às elites globalistas internacionais, denunciado as suas manipulações económicas, mas também lhes dando apoio em tudo o que concerne à destruição das soberanias nacionais dos Estados ocidentais, com a finalidade de desencadear uma guerra civil na Europa, abrindo caminho para as tropas russas serem recebidas como libertadoras [18].
O Sr. Velasco dava uma especial importância aos assuntos militares. Preocupava-o, em janeiro de 2011, a decadência militar americana, nomeadamente em relação ao espaço aéreo, quando a China e a Rússia desenvolviam caças de 5ª geração aproveitando-se da experiência americana roubada [19]. O ambicioso programa naval chinês em marcha também mereceu as suas atenções [20]. Segundo a avaliação do Sr. Velasco, os russos não apenas já possuem uma superioridade militar em termos de mísseis como o sistema “Vozzvanie”, em desenvolvimento por estes, irá tornar inúteis os sistemas anti-míssil [21]. Ficou também bastante impressionado com os exercícios militares conduzidos por russos e chineses em julho de 2013, que demonstrariam a superioridade deste bloco numa guerra ofensiva [22].
O Sr. Velasco começou por reconhecer a monstruosidade dos planos russo-chineses, mas que iam cada vez mais mostrando uma superioridade em relação aos ocidentais em termos estratégicos e militares. Contudo, a China constitui um perigo real não apenas para o Ocidente mas para a própria Rússia. A partir daqui, o Sr. Velasco começou a explorar uma hipótese: o Ocidente e a Rússia só podem sobreviver se entrarem em algum tipo de aliança, que implica começar por destruir as elites ocidentais globalistas [23]. Vladimir Putin tem vindo, nos últimos anos, a tomar algumas medidas que agradam a muitos cristãos no Ocidente, mas Carlos Velasco estaria na posse de um dado suplementar a “comprovar” as boas intenções russas, a que teve conhecimento através do padre Paul Kamer: Putin teve uma espécie de conversão quando um seu familiar, com uma doença incurável, salvou-se depois de ter feito uma promessa a Nossa Senhora de Fátima [24].

A hostilidade para com Olavo de Carvalho

Em setembro de 2013 o Sr. Velasco enviou-me uma mensagem pelo Facebook dizendo que tinha ficado bastante desagradado com Olavo de Carvalho porque este, numa aula recente do Curso Online de Filosofia, tinha dito, entre outras coisas, que Gustavo Barroso era nazi [25]. Na altura estava em mudança de casa e a minha mulher estava no final da gravidez, pelo que só várias semanas depois pude avaliar melhor esta questão, mas logo ali achei algo estranho naquela mensagem, não apenas no tom impaciente mas também porque nunca tinha ouvido o Sr. Velasco falar de Gustavo Barroso, e aquela “defesa da honra” parecia-me bastante artificial. Quando mais tarde pude ouvir aquela aula, tratava-se afinal de um aparte inicial em que Olavo de Carvalho se defendia de ataques, ao que tudo indica, de um integralista brasileiro. Para mais, quando fui procurar informação sobre Gustavo Barroso, encontrei uma citação dele escolhida por um dos seus apoiantes: «Não somos racistas e encontramos apesar de natural simpatia pelo nazismo, graves defeitos no racismo germanico, os mesmos que brilhantemente aponta Pierre Lucius no seu livro “Révolutions Étrangéres”.» [26] Quando, mais tarde, o Sr. Velasco começou a questionar publicamente Olavo de Carvalho, só me restava anunciar-lhe a nossa separação de caminhos, mas ingenuamente ainda lhe reconhecia boas intenções, que pouco tempo depois as suas acções desmentiram totalmente.
Antes disso, é importante referir que a família Velasco recebeu o padre Paul Kramer em sua casa, no início de dezembro de 2013, encontro para o qual também fui convidado. A minha situação familiar, com um filho com poucas semanas de vida, não me permitiria fazer a deslocação necessária, além de que senti que algo de estranho se passava e a visita do padre Kramer não tinha apenas uma finalidade de repouso. Isso foi de alguma forma confirmado quando o Sr. Velasco me informou que o padre Kramer e Daniel Estulin – jornalista especializado em assuntos globalistas mas que tem ligações ao governo russo – tiveram contacto telefónico [27]. Em 26 de Dezembro de 2013, o Sr. Velasco avisou os seus antigos colegas de tertúlia em Portugal que iria abandonar o Seminário de Filosofia de Olavo de Carvalho, não referindo para já as razões mas dizendo: «Porém, que fique claro que a tensão entre o Sr. Carvalho e a minha pessoa só vai aumentar à medida que o tempo passa» [28].
Se o Sr. Velasco já tinha começado por apresentar motivos bastante forçados para começar a hostilizar Olavo de Carvalho, esta última declaração parece-me uma evidente confissão de que ele apenas estava a executar um plano. Nas semanas seguintes, os irmãos Velasco lançam-se numa intensa campanha difamatória contra Olavo de Carvalho, onde conseguiram obter documentos não facilmente acessíveis ao comum do mortal e, por “coincidência”, ocorreram também diversos ataques electrónicos à conta de Facebook do filósofo assim como ao site Mídia sem Máscara. O ponto alto foi o artigo já referido, escrito pelo senhor Velasco para um jornal eurasiano. Olavo de Carvalho diz nesta entrevista o suficiente para desmoralizar o esforço do senhor Velasco. Limito-me a pegar apenas em alguns pontos para deixar mais claro o tipo de gente que temos em mãos.
O Sr. Velasco diz que o grupo de alunos à volta de Olavo de Carvalho forma algo como uma seita. É notável que durante os mais de 4 anos em que foi aluno do filósofo, o Sr. Velasco nunca tenha dado por isto, nunca ninguém o ouviu a denunciar este tipo de coisas e só quando saiu do grupo “abriu os olhos”, mas ainda assim não consegue dar exemplos concretos a não ser a insinuação que referi logo no início do artigo. E não o pode fazer porque não tem material para tal, não pode apresentar nenhuma evidência de culto da personalidade, não pode mostrar um código de disciplina para-religioso, apenas pode contar com a credulidade ou mesmo com a malícia dos leitores, confiante que estes, usando uma expressão bem portuguesa, “emprenhem pelos ouvidos”. Algo idêntico se pode dizer relativamente à “denúncia” que o Sr. Velasco faz de Olavo Carvalho ter pertencido ao uma tariqa e depois ter estado envolvido num processo em tribunal em consequência. Trata-se de informação que o filósofo nunca escondeu dos seus alunos e sempre os preveniu dos perigos de entrar para este tipo de organização. Agora que tem de mostrar serviço aos seus novos senhores, o Sr. Velasco tem de fingir surpresa, que está cheio de dúvidas sobre algo que durante anos não lhe causou qualquer preocupação.
Mas mais importante é a acusação que o Sr. Velasco faz de que Olavo de Carvalho é um desestabilizador preparando uma “primavera árabe” para o Brasil, para provocar um conflito generalizado na América do Sul, podendo isso até gerar uma guerra mundial. Se há coisa que o Sr. Velasco lamentou repetidamente em Olavo de Carvalho foi este convocar os seus alunos apenas para uma restauração da alta cultura e não para a acção imediata. Foi precisamente a vontade insana do Sr. Velasco de partir para a acção que o levou a abandonar o filósofo. A propósito de Olavo de Carvalho, o Sr. Velasco fez recentemente o seguinte comentário:
«Me cansei de velhos cagões que atiçam os jovens e depois, quando a coisa pega fogo, lavam as mãos e inventam uma desculpa. Velhos assim não constroem civilizações. Pelo contrário, são parte da doença que costuma sepultá-las.» [29]
Isto pode parecer apenas um exercício de mau gosto e de falta de carácter mas é bem mais revelador do que pode parecer à primeira vista. O Sr. Velasco nunca conseguirá provar que Olavo de Carvalho andou atiçando os jovens mas ao mesmo tempo mostra-se cansado precisamente por nunca ter sido convocado a isso. Quando faz a menção ao tipo de pessoas que constrói civilizações – não apenas movimentos ou grupos específicos – ele já está a pensar em alguém que acredita que o pode fazer: Aleksandr Dugin. Este, como que respondendo aos apelos do seu novo aprendiz, publicou no passado dia 7 de Março um artigo com um título sugestivo: “Horizons of our Revolution; From Crimea to Lisbon”, e prossegue de forma sugestiva: «1. We aren't going to limit ourselves by annexing Crimea. That for sure». [30]
Assim, o Sr. Velasco mostra que entranhou na perfeição o preceito de Lenine: “Xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz”.

Mas afinal quem é Carlos Velasco?

Carlos Velasco é uma caricatura moderna de Alcibíades, e este tornou-se, por excelência, no modelo do mau exemplo. Alcibíades descendia das melhores famílias de Atenas, foi educado por Péricles e companheiro de Sócrates. Os seus dotes de político, orador e general foram colocados apenas ao serviço da sua vontade de agir e de obter glória para si mesmo, mesmo que para isso tivesse que conduzir Atenas para expedições ruinosas ou traí-la em favor dos persas.
Pelo que conheço do Sr. Velasco, não creio ser possível dizer que se trata de um eurasianista, de um tradicionalista, de um fascista, ou mesmo de um nacionalista. Trata-se somente de um velasquista, que apenas procura obter brilho para si e para o nome da sua família [31]. Serve agora os interesses eurasianos não por convicção mas por ali ter encontrado uma oportunidade de aumentar o seu poder de influência. Mais tarde poderá trair com toda a naturalidade os seus actuais companheiros e oferecer os seus serviços aos chineses, aos radicais islâmicos ou até mesmo aos perigosos sionistas. Talvez aí o Sr. Velasco descubra que quem abraça o urso russo contraiu um casamento para toda a vida.



Notas:

[1] Ver a intervenção onde Olavo de Carvalho analisa minuciosamente cada um dos argumentos anteriores de Aleksander Dugin:            http://debateolavodugin.blogspot.pt/2011/05/r4-olavo-eng.html
[2] Ao longo deste artigo, o acrónimo “KGB” será usado para identificar os serviços secretos russos, que ainda governam efectivamente a Rússia. É estratégia recorrente de muitos teóricos da “queda do comunismo” e da inocuidade da actual Rússia dizerem que o KGB já não existe, apenas porque se dividiu e mudou de nome (FSB e SVR), como se alterando o nome à rosa significasse mudar-lhe o aroma.
[5] Ver artigo “Exposing a Brazilian Agent Provocateur”, no “Journal of Eurasian Affairs”.
[8] O blogue Prometheo Liberto foi criado à luz de uma declaração de intenções, para não iludir os leitores como fazem tantos outros, mas actualmente apenas segue os princípios delineados inicialmente de forma caricatural, quando não mesmo se dedica a realizar uma agenda oculta.
[9] Lamentavelmente, o blogue de Carlos Velasco encontra-se actualmente sem mensagens, mas o google permite recuperar muitas delas (transferidas depois para o Dropbox), o que serviu para a recolha de muita informação que consta neste artigo. Ainda em Julho de 2012, apesar do Sr. Velasco dizer que Israel esteve por trás da desestabilização do regime sírio (algo para o qual não tenho dados para avaliar), nos comentários ao texto ainda se confessava um filo-judeu, ver artigo A diplomacia do tiro pela culatra”.
[11] Ver artigo “Uma questão complicada”.
[12] Ver artigo “Coincidências, para muitos….
[13] Ver artigo “O tradicionalismo perante a política, os judeus e o sionismo”. É interessante salientar que o Sr. Velasco já não fala a título individual mas como porta-voz de um grupo tradicionalista católico, coisa que não muito tempo antes merecia-lhe pouca atenção.
[14] No artigo referido em [13] o Sr. Velasco confessa ainda não ter lido a totalidade do Talmude, do Zohar ou da Bíblia. Tal não impede que seja um especialista em assuntos judaicos e conspirações sionista, mas parece-me um dado altamente significativo.
[15] Ver artigo “Venezuela: apenas um passo para algo mais ambicioso”. O Sr. Velasco diz aqui que o objectivo final dos americanos é destabilizar o Brasil, mas isso é apenas uma forma de esconder que os seus amigos russos já se encontram agindo neste país, quem sabe para aparecer no futuro como “libertadores”.
[18] Ver artigo “Max Keiser e o Russia Today”.
[19] Ver artigo “A decadência militar americana”.
[23] Essa hipótese já se encontra delineada no artigo “Globalismo: a cartada sionista”, contudo já tinha trocado impressões com o Sr. Velasco a respeito deste assunto em privado, achando que se tratava apenas de uma especulação em aberto, quando o meu interlocutor já estaria a pensar em tomar parte activa no processo e a fazer os necessários ajustamentos políticos e (i)morais.
[24] Quem realmente forneceu estes dados a Carlos Velasco foi o seu irmão, Jorge Velasco, que já tinha contactos com o padre Kramer pelo facebook.
[25] Ver mensagem em:
[26] Ver artigo "Gustavo Barroso, racista?".
[27] Ver mensagem no link abaixo. Esta ligação não seria propriamente secreta porque algum tempo depois o padre Kramer deu uma entrevista a Daniel Estulin.
[28] Ver mensagem em:
[29] Ver comentário ao artigo “Um mundo cada vez mais interessante: o caso brasileiro”.
[30] Ver artigo de Aleksandr Dugin “Horizons of our Revolution”.
[31] Na última conversa que tivemos, o Sr. Velasco disse-me claramente que pretendia não apenas liderar a sua família, disciplinar os primos, mas que queria ser um herói. Ah, e também que aquela raiva que sempre viu nele finalmente tinha sido controlada, agora já podia agir sem se deixar levar pelas emoções...

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assinem e REPASSEM a petição contra o decreto antidemocrático 
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"O que está ocorrendo na sociedade não é obra do destino, nem fruto da evolução social espontânea. O que vivemos é o resultado de um meticuloso planejamento que, alicerçado sobre conhecimentos empíricos relativos ao controle de pessoas, tem conseguido conduzir a população do mundo na direção exata do plano estabelecido."
"É certo que nem tudo acaba ocorrendo como planejado. Apesar de tudo, eles estão lidando com pessoas, com fatores psicológicos que não são facilmente manipuláveis e com outros poderes que nem sempre trabalham em favor de seus sonhos imperialistas. No entanto, é possível dizer que, quando analisada a decorrência das coisas em plano geral, o projeto de engenharia social tem obtido resultados cirúrgicos e o que foge desse controle não chega mesmo a afetar o objetivo maior proposto."
"O mundo que começamos a viver tem dono e nós, que insistimos em não se adaptar a ele, não somos bem-vindos."


OLAVO DE CARVALHO DEBATE COM DUGUIN 3

http://www.olavodecarvalho.org/textos/Resposta_a_Duguin3-Revisto.pdf

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Paul Leonard Kramer
https://www.facebook.com/paulleonard.kramer
 
Paul Kramer
Neste vídeo, o Pe. Kramer afirma ter tido conhecimento, através de canais de informação privados, no Vaticano, que Vladimir Putin pedira, ao Papa Francisco, a consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria e, face a este pedido, o Santo Padre ter-lhe-á negado categoricamente nestes termos: “nós não discutiremos Fátima”. Este vídeo alega ainda que um dos cardeais mais próximos de Francisco prometera, junto à estátua da Senhora do Rosário, que iriam “destruir Fátima”. No resto do vídeo, o padre rasga-se em elogios à liderança de Putin…
https://odogmadafe.wordpress.com/tag/paul-kramer/


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SR. CARLOS VELASCO, UM CASO DE MEMÓRIA SELETIVA
https://conspiratio3.blogspot.com/p/sr.html