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sábado, 22 de julho de 2023

OLAVO DE CARVALHO - "Preparem-se! Nos Próximos Anos a Desordem do Mundo Atingirá o Patamar da Alucinação Permanente"

 

 

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Filosofia invertida: hoje a verdade não é mais adequar o pensamento à realidade, é adequar a realidade ao pensamento. https://youtu.be/y-ka_mSX1mo?t=1223

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VERDADE SUBSTITUÍDA POR CONSENSO - ROGER SCRUTON  - "No lugar da objetividade, temos apenas "inter-subjetividade "- em outras palavras, consenso. Verdades, significados, fatos e valores são agora considerados negociáveis. O curioso, entretanto, é que este subjetivismo de mente louca anda de mãos dadas com uma vigorosa censura. Aqueles que colocam o consenso no lugar da verdade encontram-se distinguindo o verdadeiro do falso consenso. Assim, o consenso que Rorty assume exclui rigorosamente todos os conservadores, tradicionalistas e reacionários .

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FRAUDE E INCONSCIÊNCIA - Olavo de Carvalho - "O socialismo foi, ao longo de toda a história, a única doutrina que professou abertamente reduzir todas as manifestações da cultura a instrumentos da luta pelo poder." https://olavodecarvalho.org/fraude-e-inconsciencia/ 

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O problema é que o K0MUN0CINI$M0 não se dobra a evidências, à argumentação lógica, a denúncias de seus crimes, etc. Não é só que, desonestamente, se utilizam de 2 pesos e 2 medidas a seu favor, é que a ideologia se impõe e invalida a verdade, substitui a verdade, e os processos para se chegar a ela são repudiados. A natureza humana tem de se curvar à onisciência do Partido. E assim, ele pode calar as críticas e exterminar os críticos, que perigam despertar o bom-senso dormente em cada um.

Esta ideologia é uma forma de controle da mente e censura da natureza humana.

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“Nós sabemos que eles estão mentindo, eles sabem que estão mentindo, eles sabem que sabemos que eles estão mentindo, sabemos que eles sabem que sabemos que eles estão mentindo, mas eles ainda assim estão mentindo”. – Aleksandr Solzhenitsyn

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Gente, pra quem não sabe, expurgo é regra num governo comunista. O comunismo, ou o socialismo, não admite concorrência, não tolera diferenças e sempre opta por destruir e matar inocentes para eliminar suspeitos ou possíveis ameaças. Não sem antes DEMONIZAR suas vítimas para justificar a perseguição. 

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"Nenhum dos males que o totalitarismo alega remediar é pior do que o próprio totalitarismo." ALBERT CAMUS

« qu’aucun des maux auxquels prétend remédier le totalitarisme n’est pire que le totalitarisme lui-même ». Albert Camus

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Se vencermos a censura, a verdade nos libertará.  

 

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REZE PELO BRASIL. REZE PELA VERDADE.

Ela está em perigo de extinção permanente, substituída por ideologias e pretextos. 

 

sexta-feira, 9 de setembro de 2022

PADRE PAULO RICARDO Será que eu sou marxista?

 

 

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Olavo de Carvalho O termo "verdade" não tem nem pode ter o mesmo significado quando aplicado às afirmações humanas e à Palavra de Deus. No primeiro caso, significa a adequação entre um pensamento humano e um fato da realidade. Signo, significado e referente são coisas distintas. No segundo, é a própria realidade que fala. O signo, o significado e o referente são aí EXATAMENTE A MESMA COISA.

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A verdade é uma necessidade absoluta e só isso já mostra o que ela é. O mundo sem a noção de verdade vira um caos:

Olavo de Carvalho - "Por enquanto, o pessoal pode brincar de desconstrucionismo porque só o imagina como contestação da "lógica binária". Mas, quando a última recordação da lógica binária tiver desaparecido da memória e só restar o desconstrucionismo enquanto tal, pensar "gugu dadá" será um desafio invencível."
 
Olavo de Carvalho - "Não há terceira alternativa: ou a moral cristã aplicada com bom senso e sabedoria, ou a tirania politicamente correta aplicada sem limites nem complacência. Um dia cada putanheiro e cada garota assanhada do universo hão de reconhecer: "Eu era feliz e não sabia."

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TORRE DE BABEL  "Preparem-se. Nos próximos anos a desordem do mundo atingirá o patamar da alucinação permanente e por toda parte a mentira e a insanidade reinarão sem freios. Não digo isso em função de nenhuma profecia, mas porque estudei os planos dos três impérios globais e sei que nenhum deles tem o mais mínimo respeito pela estrutura da realidade. Cada um está possuído pelo que Eric Voegelin chamava "fé metastática", a crença louca numa súbita transformação salvadora que libertará a humanidade de tudo o que constitui a lógica mesma da condição terrestre. Na guerra ou na paz, disputando até à morte ou conciliando-se num acordo macabro, cada um prometerá o impossível e estreitará cada vez mais a margem do possível. A Igreja Católica é a única força que poderia, no meio disso, restaurar o mínimo de equilíbrio e sanidade, mas, conduzida por prelados insanos, vendidos e traidores, parece mais empenhada em render-se ao espírito do caos e fazer boa figura ante os timoneiros do desastre. No entanto, no fundo da confusão muitas almas serão miraculosamente despertadas para a visão da ordem profunda e abrangente que continua reinando, ignorada do mundo. Muitas consciências despertarão para o fato de que o cenário histórico não tem em si seu próprio princípio ordenador e só faz sentido quando visto na escala da infinitude, do céu e do inferno. Essas criaturas sentirão nascer dentro de si a força ignorada de uma fé sobre-humana e nada as atemorizará." Olavo de Carvalho 

 


"Logicamente falando, só há dois motivos possíveis para continuar respeitando uma ideologia depois que ela matou 100 milhões de pessoas: ou você admite que esse resultado letal foi um desvio acidental de percurso, um detalhe supérfluo na evolução histórica de um lindo ideal, ou parte logo para a legitimação ostensiva do genocídio. Ou você defende o marxismo mediante a supressão do nexo essencial entre fatos e idéias que é a própria base dele, ou o enaltece mediante um argumento que faz dele uma apologia do crime. No primeiro caso, você é um idiota; no segundo, é um monstro de amoralidade e frieza. Não há como escapar dessa alternativa quando se aceita apostar 100 milhões de vidas num ameno e respeitoso joguinho de idéias.

Tão logo entra nisso, com boa-fé e sem se dar conta das implicações morais de sua decisão, você se desliga de sua consciência profunda – que percebe essas implicações perfeitamente bem – e passa a raciocinar só com a periferia de seu ser pensante. Rompido o elo entre o coração e a máquina de tagarelar, você já é um esquizóide ao menos honorário: e quando a patologia adquirida começa a se manifestar em sintomas – um sentimento de culpa difusa, um medo sem razão, umas inibições súbitas e inexplicáveis – você já não tem a menor condição de saber de onde eles vieram.

Todas as neuroses, dizia Igor Caruso, são produzidas pela repressão da consciência moral, da voz interior que nos indica o sentido profundo de nossas escolhas e a lógica implacável de suas conseqüências. Quando você sufoca a voz da consciência, é essa lógica que você expele de seu horizonte de visão. Por não querer arcar com o peso da escolha moral consciente, você entrega as rédeas de seu destino à mecânica do inconsciente – ou ao primeiro que, em torno, deseje pegá-las. E quem mais desejaria pegá-las que o manipulador que sonha em conduzi-lo pela argola do nariz, como um boi sonso, a transigências e complacências que lúcido e consciente você não poderia aceitar de maneira alguma?

Então, ao admitir que matar ou não matar 100 milhões de pessoas é apenas uma livre escolha entre “linhas ideológicas”, você já nem pode se dar conta de que isso é o mesmo que um assassino declarar que entre ele e sua vítima nada mais se passou que uma divergência quanto à interpretação do Código Penal.

Contra essa insinuação, subentendida na exigência acima referida, é preciso reiterar com todo o vigor: a condenação do comunismo não é um ato político ou ideológico, é um ato moral. Não é livre escolha, é obrigação elementar e indeclinável como a condenação do nazismo e do fascismo. A moral transcende infinitamente a esfera das ideologias e dos jogos de poder. Submetê-la a essa esfera é prostituí-la, e ninguém a prostitui mais que o comunista que, após tê-la assim subjugado, alardeia querer “ética na política”, com uma piscadela maliciosa ao círculo dos iniciados que sabem aonde ele quer chegar com isso.

https://olavodecarvalho.org/brincar-de-genocidio/
 
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"No lugar da objetividade, temos apenas "inter-subjetividade "- em outras palavras, consenso. Verdades, significados, fatos e valores são agora considerados negociáveis. O curioso, entretanto, é que este subjetivismo de mente louca anda de mãos dadas com uma vigorosa censura. Aqueles que colocam o consenso no lugar da verdade encontram-se distinguindo o verdadeiro do falso consenso. Assim, o consenso que Rorty assume exclui rigorosamente todos os conservadores, tradicionalistas e reacionários ".  ROGER SCRUTON     

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

PARA DERROTAR A RELIGIÃO É PRECISO ANTES DESTRUIR O INTELECTO - CARLOS NOUGUÉ

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 VÍDEO ORIGINAL
Sobre este tal "Boi Mudo": Vida e Obra de Tomás de Aquino
https://youtu.be/PfpaAXMLXsU
Transmitido ao vivo em 16 de ago de 2016
Neste Hangout especial, o professor Carlos Nougué contar-nos-á a história biográfica e também a magnífica obra daquele que foi o maior filósofo de todos os tempos: Tomás de Aquino, também conhecido como o "Boi Mudo".
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Carlos Nougué Tomismo
https://www.youtube.com/channel/UC-qhRgyaC-GEyLkX-XHLVKg/videos

A VERDADE NÃO EXISTE, A MENTIRA ÚTIL É A VERDADE -  MARX, GRAMSCI E MAQUIAVEL
https://youtu.be/tbdKwNSS7gE

RELIGIÃO, CRISTIANISMO, DEUS,  SIMBOLISMO -  TRUE OUTSPEAK 19 04 2010 OLAVO DE CARVALHO
https://youtu.be/cN1puh8JLGM

O LOGOS DIVINO - OLAVO DE CARVALHO
https://youtu.be/hKDwlo1OWug

Amar à Deus sobre todas as coisas Primeiro Mandamento
https://youtu.be/fhX0IVi7RAQ

“Nós falamos com palavras, mas Deus fala com palavras e coisas”, dizia Sto. Tomás de Aquino. Na época dele, e de fato desde o começo do cristianismo, isso era uma obviedade de domínio público.  Muito antes de ditar aos profetas as palavras da Bíblia, Deus havia criado o universo, sendo inconcebível que não deixasse aí as marcas da sua Inteligência, do Logos divino que contém em si a chave de todas as coisas, fatos e conhecimentos.
http://www.dcomercio.com.br/categoria/opiniao/a_igreja_humilhada_1

“o Logos Divino, a Razão Divina, isto é, o sistema eterno e vivente das leis que governam o cosmos e toda realidade possível”
http://www.andiracomunicacao.com.br/blog/o-minimo-que-voce-precisa-saber-sobre-olavo-de-carvalho/

O Verbo Divino transcende infinitamente o texto bíblico.
https://olavodecarvalhofb.wordpress.com/2015/07/25/

Resumo do texto "Aristótele: os quatros discursos", de Olavo de Carvalho
http://viccari.blogspot.com.br/2010_12_01_archive.html]

OLAVO DE CARVALHO - RELIGIÃO
https://youtu.be/Z2z76u3eRv4

Olavo de Carvalho - Brasil Não Valoriza o Conhecimento
https://youtu.be/VUDKk5L_BZ4

KGB TENTOU MATAR O PAPA
Mídia Sem Máscara na TV - Programa 12
https://youtu.be/cnuktptiswY

 OLAVO de Carvalho fala de Deus para Lobão
https://youtu.be/n2xkjPXj_SA

A partícula de Deus (bóson de Higgs) e o Ser- Olavo de Carvalho
https://youtu.be/RkpdtZNiv44

Chip a marca da besta - Por Olavo de Carvalho
https://youtu.be/K0rSZe7FafY

Amor - Concepções filosóficas, com Olavo de Carvalho
https://youtu.be/uCHqUdZFuHM

Diário do Olavo: metafísica, Deus, milagres, debates e argumentos
http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/16681-2016-08-22-17-18-39.html

BUSCAR DEUS
https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/686327808185963

CURSO COM OLAVO DE CARVALHO: GUERRA CULTURAL
https://youtu.be/FeiUAWaxyj4

A segunda fase do crowdfunding de "Bonifácio – O fundador do Brasil" já começou. Colabore e torne-se um co-produtor do filme de Mauro Ventura.
Acesse: www.ofundadordobrasil.com.br

Olavo de Carvalho -· Desde que provou que os documentos de Barack Hussein Obama eram falsos, o xerife Joe Arpaio nunca mais se livrou de um assédio judicial incessante e feroz.
https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/685146581637419

Não é você que pensa o que pensa – George Soros pensa por você
http://sensoincomum.org/2016/08/22/guten-morgen-george-soros-pensa-voce/

terça-feira, 17 de novembro de 2015

DESTRUIÇÃO E BUSCA PELO PODER DEFINEM O COMUNISMO - REVOLUÇÃO CURTURAL

 

Quem se contenta com um sistema em que tudo é definido por relações de poder? Só os psicopatas e assemelhados. COMUNISMO É FEITO POR E PARA PSICOPATAS.

Textos de B. O. Rothschild:

Dois caipiras filosofando

— Cumpade Mané da Breca, tu tá veno aquele toco?
— Não, cumpade Zé do Gado, num tô veno toco nenhum O toco que tu tá veno, só ixeste na tua cabeça.
— I é?
— Pru Deus do céu.
— Antão tu num tá veno aquele toco ali, bem na frente do teu nariz?
— Inté que tô, mais num é o toco que tu tá veno. O toco meu num tem nada a vê cu toco teu. Cada um zóia pra fora e enxerga pa drento.
— Viche Maria, mais antão do que a gente tamo falano?
— De nada não, quando duas pessoas se falam, nem elas mema sabem do que tão falano.
— Ainda que mal lhe pregunte, cumo é antão que se chegam nos acordo?
— Se concordam sobre os própios interesse. Ninguém vai perdê tempo em discuti se uma coisa é ou não é o que é. Toda discussão dos iletrado ou marletrado, gira em tomo do que cada um qué que a coisa seje. Ganha quem falá mais. É desse jeito que a militança marxista engana os Guverno. Bota a boca no mundo, e o mundo caba querditano que os linguarudo tão ca razão.
— Adondé qu'ocê foi tirá uma safadeza dessas, Nome de Deus?
— Por aí, tu ainda num foi pulitizado, num tá sabeno das coisas...
— Vamo mudá o rumo dessa prosa, que eu já tô de saco cheio com essas lorota. Se fo pa minti desse jeito, os Governo pode cuntinuá cumo tão; se ansim tá ruim, cum mintira fica mais pió. Percisamo, isso sim, é de alertá os capinadô de mio, os cortadô de cana e todos quanto vexe na lida da roça, pamode num dá ovido a essas cunversa fiada não. O que eles quê cum essa tar de pulitização, é mudá o arfabeto dento da nossa cabeça, na arrumação dum dialeto invertido e usá a nossa força pa derrubá o governo; derramá o sangue de nossos irmão no perjuro da nação, pamode, finarmente, botarem a bunda no trono e deixá nóis no abandono...
Num vem purriba de nóis cum essas lorota não, cambada de vagabundo, qui nóis vai fazê vancêis inguli toda a merda qui cagam na sociadade, com o Cu da inducação. Tenho dito.



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— Um marxista não sofre, faz os outros sofrerem. Aliás nem poderia, não tem individualidade, assume uma personalidade gregária e o papel subserviente de expressão da alma coletiva, movida pela ambição do poder e o espírito de destruição. Só se reúnem em tomo destes objetivos: mentir, depredar, saquear, roubar e matar. Como não têm individualidade, podem se esbaldar na prática de todos os crimes, que o bando assume a responsabilidade de seus atos. Não havendo sanção contra delitos coletivos, as sociedades contemporâneas se precipitam no abismo, através da prática desse crime hediondo. Não se pode, portanto, pensar em masoquismo na conduta marxista, nem tão pouco o filme a que acabamos de assistir é uma aula prática de Educação Homossexual. Somos religiosas, temos voto de castidade, não aprovaríamos, de forma alguma, tal comportamento entre nossos alunos.

— Como se explica então o fato de que...

— É muito simples, o incesto dramatizado na aula, é apenas uma imagem grosseira de nossa rotina pedagógica. O incesto de que falamos não acontece no corpo, mas, na mente. E na razão que o marxismo violenta suas vítimas, e elas não podem perceber que estão sendo violentadas, têm mesmo é que gostar do negócio... A prostituição da mente

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Dificuldades - A maior dificuldade na tarefa da desmistificação do marxismo é provar que ele não somente é improdutivo como desprodutivo, isto é, além de não produzir nada, destrói a produção alheia, é arrancar-lhe a máscara de salvador da Pátria, solucionador da miséria humana, defensor da orfandade, da criança abandonada, dos sem-terra, acusador de uma condição humana deplorável, já por conta do sistema e agravada mais ainda pela sua própria ação predatória. Ele aponta soluções, promete mundos e fundos ao necessitado, materializa uma visão da própria Jerusalém celeste, em troca de sua vida como bucha de canhão, nas trincheiras da revolução. Pega o peixe pela boca, que morde a isca e vai parar na panela. Será que não se percebe que a ambição pelo poder é a única fome que o marxismo pretende saciar? A de pão, muitas vezes exagerada nas trombetas da oposição, duplica, num regime totalitário, com a fome de liberdade, sufocaria na garganta.

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A árvore má não pode dar bons frutos -Todo este preâmbulo é para explicar que, sendo o marxismo uma ideologia intrinsecamente perversa, não há nada que possa fazer de bom. Assim, a justiça e a igualdade sociais que preconiza, na ótica da contradição, se tornam necessariamente más, porque não são frutos da razão, nem do amor nem da verdade, mas da violência, do ódio e da falsa ideologia. Por que falsa ideologia? A justiça e a igualdade sociais que ornam o frontispício do marxismo, não são a sua força motriz, mas a ambição pelo poder. Assim sendo, o proletariado e o povo, tão solenemente reforçados com os despojos da revolução, na realidade, não passam de meios para se atingir os próprios fins. Preciosos antes, descartáveis depois.

Desta feita, uma instituição de caridade que empanturrasse crianças abandonadas com os sobejos da mesa do primeiro mundo, fazendo-lhes concessão do princípio de Teleologia, a despeito da satisfação de necessidades sociais, estaria engordando porcos com caviar e vestindo-os com linho branco para se chafurdarem na lama. Assim também, o saber acumulado nas universidades, em contradição Teleologica, se torna, necessariamente, mais pernicioso do que a própria ignorância.

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A impunidade unilateral - O cúmulo dos cúmulos do absurdo é o perverso cinismo de Marx na punição dos adversários políticos com as armas da sociedade sublevada. Em seu sistema de Educação programada, punição é palavrão. Rédeas soltas para a infância, a puberdade e a adolescência, programando assim uma cidadania adulterada pela ausência de todos os princípios e fundamentos fixos da sociedade humana, no nome do progresso...

Sem uma linha demarcatória entre o bem e o mal, o certo e o errado, a criança se acostuma a trilhar por todos os caminhos, sem distinguir uns dos outros. O EU se dilata mais do que o mundo, no repúdio à ordem, ao controle social e a todo fundamento fixo da sociedade humana. O cidadão, desvinculado de seu contexto ético, não somente nega qualquer esforço para edificá-lo, como passa a agredi-lo de todas as formas. Onde não há punição, há abuso, e o desregramento passa a ser a norma generalizada no convívio social. Este desregramento adquire duas conotações: 1 - se promove a desordem social, isto é, reforça a tese marxista, é bom; 2 - se reforça o governo, é mau. Cessa, portanto todo caráter de universalidade dos conceitos, como exigência de direito e de fato, para se fixar em tudo quanto seja arbitrariedade sugerida pelo despotismo do bando.

Deformação do caráter nacional - A safra da pseudosofia marxista denegriu o caráter nacional com três traços marcantes: preguiçoso, mentiroso e ladrão. A preguiça é uma decorrência lógica do desestímulo em colaborar com o sistema. A greve substituiu a qualificação para trabalho, através das reivindicações coletivas, além de paralisar o carro do progresso. A concepção de responsabilidade individual foi transferida para a irresponsabilidade do bando. Não existem mais indivíduos, só existem corporações. Um bom marxista não pode ocupar as mãos na construção e a cabeça na demolição do edificio social. A mentira é a decorrência lógica do princípio de contradição. Mesmo na hipótese de se falar a verdade, não tendo, como referencial, o princípio de identidade, torna-se necessariamente uma deslavada mentira, pela particularidade de sua extensão. Não é para todos, não supre universalmente, portanto só vale na perspectiva marxista. Como o marxismo não tem mais o direito de impor seus pontos de vista lógicos em detrimento da verdade ontologica, resulta que sua ótica particular não tem o menor valor nem para si mesmo, levando-se em conta que só o universal tem a prerrogativa do conhecimento científico. O roubo é uma conseqüência da dilatação do EGO, da multiplicação das pretensões do indivíduo e do preconceito de que o governo só existe em função de roubar o povo, portanto, lesá-lo, roubando uns aos outros, é um dever cívico do cidadão.

Somos todos iguais - Todo mundo é ladrão, vivemos no país da ladroagem. Quem não rouba, ajuda a carregar, portanto ladrão é. Rouba-se nos preços, nos pesos, nas medidas, nas quantidades, nas qualidades, tia falsificação da indústria; na sonegação de impostos, na violação habitual das leis, portanto, no maior processo de racionalização e de compensação verbal já vistos no mundo.

O mentiroso e o ladrão são irmãos gêmeos, os dois, filhos do preguiçoso, este, filho do antropocentrismo, neto do monismo, bisneto do individualismo, trineto do positivismo, tataraneto da sofística, todos eles descendentes da árvore genealógica da pseudossofia. O mundo se desembestou pelos caminhos da razão por todas as sendas da ignorância, embutindo-se em si mesmo, na fuga vertiginosa da órbita que lhe foi prescrita nas harmonias cósmicas. A inteligência assumiu o papel de guia de cegos em todos os caminhos do obscurantismo.

Terra da ladroagem - Um país de ladrões é o que somos. Na degeneração do caráter nacional, programada pela educação marxista, uma parte dos educandos, ou melhor, cobaias desse condicionamento ignóbil, se enveredou diretamente para a marginalidade, esmerando-se na linha de frente da criminalidade, sob o protecionismo da jurisprudência, nos confrontos com a lei. A outra parte, instalada mediocremente nos escalões do governo, em toda a trama da administração do patrimônio público e privado, sem os freios morais da educação, só pode concluir, dentro dos limites dessa cosmovisão, que o mal é uma questão de forma. Sendo assim, nada mais fácil do que desviar o curso do património alheio para o próprio bolso, por caminhos esconsos, acobertados pela imunidade parlamentar ou por qualquer outro tipo de privilégio.

A impunidade como manobra ideológica - Se é verdade que o crime anda às soltas sob os auspícios da ideologia marxista, debaixo do manto protetor da jurisprudência, com o Governo a coisa muda de figura. A impunidade "geral" instaurada em todos os setores da conjuntura social é apenas um reforço às rebeldias e à desobediência civil, conquanto tais atitudes são convenientes para desequilibrar o sistema. As forças representantes da lei são coibidas com severidade. Suas vítimas são denunciadas em praça pública e levadas ao tribunal do povo sublevado pelos agitadores profissionais. A maior chibatada que o marxismo deu na cara do Brasil, foi o empeachement do Sr. Presidente da República. Com um rosário de verossimilhanças, conseguiu sublevar o povo, através da manipulação dos meios de comunicação e o domínio absoluto da Casa do povo, com a imposição de uma sentença premeditada para um crime preconcebido.

Não há a menor punição para o educando nos bancos escolares, liberam-se todos os comportamentos na orquestração do crime, exigindo-se, para os criminosos, o mais respeitoso tratamento, numa convivência pacífica. Todos os crimes são acobertados no controle social, depois vão incriminar o Sr. Presidente da República por crimes que não praticou? Ou a impunidade é para todos ou não é para ninguém.

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— Se as futuras comissões Parlamentares de Inquérito se enxergarem, pouparão tempo e dinheiro à Nação, confessando suas culpas, em vez de se entronizarem na rodilha do próprio rabo, a milimetrar, cuidadosamente, o comprimento do rabo alheio. Os pobres parlamentares ou quem quer que seja, focalizados no esquema geral da corrupção geral, não podem responder sozinhos pelos mentores deste quadro deplorável, programado pela Educação Marxista. Não adianta combater os efeitos sem eliminar as causas. A causa desta roubalheira generalizada no caráter nacional, é, neste século, a IDEOLOGIA MARXISTA.

Comportamento de fuga - O problema da falsa ideologia na Educação pode ser comparado ao comportamento de fuga, em psicologia. É o caso de um rato acender uma lâmpada, para evitar o choque elétrico, que lhe é aplicado no escuro. A lâmpada permanece acesa durante cinco segundos, desligando-se automaticamente, o rato a acende imediatamente. Assim o aluno aprende matemática, história, fisica, arte culinária etc., não pelos conhecimentos em si, mas para adquirirem, através deles, os comportamentos ideológicos, predispondo os esquemas de assimilação ao sofisma da contradição, assim como ao repúdio à ordem vigente, através da substituição da analítica racional por uma dialética sentimental.

A sensibilidade e a imaginação se sentaram no trono da razão, proclamaram sua soberania e fizeram da inteligência uma criada subserviente. Isso justifica a mediocridade, praticamente, a falência de nosso sistema educacional.

Outro ponto de vista para detectar o fenômeno da falsa ideologia na educação marxista entre nós, é o acoplamento de conceitos básicos ao modelo do conhecimento, de modo que profissionais bem intencionados possam carrear o veneno para o próprio celeiro sem se darem conta. Respeitando a liberdade de cátedra, cada professor pode imprimir o objetivo que quiser, ao ministrar tal ou qual conhecimento, todo eles, em conjunto, teledirigidos a um fim que transcende as metas visíveis da educação. Tal fenômeno se dá tanto pela pregação direta como indireta; pela abstenção de qualquer diretividade, como pela pregação contrária. De qualquer maneira a máquina não sai dos únicos trilhos: o marxismo. A eficácia do método não depende, necessariamente, de tal ou qual prática pedagógica, pelo contrário, tem-na garantida em detrimento delas, através do modelo educacional.

Vírus ideológico - Tal não acontece por uma espécie de magia ou encantamento, mas pelo acoplamento do vírus da contradição à célula do conhecimento. Este vírus tem nome e sobrenome, chama-se antropocentrismo monista contraditório. Uma vez instalado na inteligência, ele exige livre curso por todas as veredas do conhecimento, decretando a impunidade como meio de atingir os próprios fins: a contradição. Impunidade unilateral, para as atitudes que convêm aos próprios fins. As mesmas infrações, nos adversários políticos, são punidas com severidade. Incita todos os comportamentos contra a tradição, moldada no princípio de IDENTIDADE.

O antropocentrismo monista contraditório - O vírus AMC, responsável pelo caos social no Brasil e no mundo, é o denominador comum de nossa curtura. Está presente em todas as manifestações do pensamento nacional: na literatura, nas artes, na política, na religião, na educação, no crime...

O fato de eclodir aqui e acolá, em forma de arte, de assistência social, de pseudovirtude ou em qualquer uma das manifestações predominantes do leque da criminalidade, não o exime, em igualdade de condições da responsabilidade por todos os atos de vandalismo, que a própria sociedade repudia, mas não tem força para reprimir, devido á conivência com semelhante princípio genocida, embutido em nosso modelo curtural. Assim a sociedade o ataca verbalmente, reforçando-o substancialmente com a impunidade.

Paradoxo paradoxal - É um paradoxo, na contradição marxista, soltar as rédeas da criminalidade nos países a dominar e exigir honestidade e virtude dos governantes e da policia, só porque representam um obstáculo em seu caminho , na investida contra o poder.

Cada povo tem o governo que merece (Montesquieu), se o brasileiro dessa geração, sob a égide da contradição, foi educado para depredar, saquear, roubar e matar, como não esperar que de tal povo saiam governantes, cuja conduta ilibada, (perante as câmaras de televisão), não passe de uma fachada de virtude, como a do marxismo na enganação do povo para assumir o poder? Isso não é justificativa para o crime, seja lá de quem for, qualquer que seja o bando a que pertença o criminoso. É a denúncia de mais um crime, cometido nas barbas da inteligência cósmica, sob o manto sacrifico da falsa ideologia.

Moralização? - Uma imoralidade de principio não pode servir de base para a moralização. A astúcia marxista não pode continuar menosprezando a inteligência nacional, o espírito de brasilidade, a honra da pátria, tirando proveitos eleitoreiros de um truque tão perfeito: libera os instintos do crime, em todos os quadrantes da sociedade, assistindo de camarote, ao circo pegar fogo na mais sórdida competição de criminosos, para depois sacrificar os governantes, em holocausto público num espetáculo repugnante de catarse nacional.

A raiz da ladroagem - O roubo generalizado em nossa curtura e todos os crimes que vêm sendo cometidos sob a égide do principio de contradição, em conjunto, não se equiparam ao monstruoso crime do grande Falsário: o ratiocídio. Ele entrou ás escondidas, no campo da ONTOLOGIA e roubou a identidade das coisas, a própria alma do ser, tornando-o vazio, enquanto ele, o referencial de todas as verdades do universo, por isso mesmo, transformadas numa grande farsa mundial: o marxismo. Roubou também ao SER a sua finalidade, destinando-o a si mesmo, desvinculado do contexto universal. Um crime praticado contra a Ontologia, entretendo a razão com um festival de frivolidades , para que não perceba a vileza de sua concepção genocida.

Do livro "REVOLUÇÃO CURTURAL - Manifesto contra o marxismo na educação" (1994?)

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FALSOS RELATIVISTAS "As ideias dos ativistas quase nunca significam o que dizem. Por baixo do seu conteúdo ostensivo escondem um objetivo estratégico que, no plano histórico, virá a constituir seu único conteúdo efetivo quando o jogo dialético das ideias e das ações tiver atingido seu resultado. Assim, por exemplo, durante anos o relativismo serviu de navio quebra-gelo para demolir  resistências a propostas que, por sua vez, nada tinham de relativistas – eram, ao contrário, as mais absolutistas e intransigentes que se pode imaginar." http://www.olavodecarvalho.org/semana/130325dc.html
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O PRIMEIRO EXPERIMENTO SOCIALISTA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/10/o-primeiro-experimento-socialista.html
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COMUNISMO - O REINO DO SUBJETIVISMO - OLAVO DE CARVALHO - RELAÇÕES DE PODER PREDOMINAM SOBRE A RELAÇÃO COM A REALIDADE - FALSIDADE HEGEMÔNICA   
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/10/comunismo-o-reino-do-subjetivismo-olavo.html
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A MENTIRA COLETIVAMENTE PARTILHADA TORNA-SE "VERDADE"...
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2014/03/a-mentira-coletivamente-partilhada.html
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DERRUBAR A MERITOCRACIA ABRE CAMINHO PARA PSICOPATAS NO PODER - MARO FILÓSOFO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/08/derrubar-meritocracia-abre-caminho-para.html   
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A MENTIRA COMO MÉTODO - Ferreira Gullar, Olavo de Carvalho
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2014/09/a-mentira-como-metodo-ferreira-gullar.html
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Falsos relativistas Olavo de Carvalho
http://www.olavodecarvalho.org/semana/130325dc.html
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ESTRATÉGIA CLOWARD-PIVEN - PLANO PARA DERRUBAR UM PAÍS PELA ECONOMIA
https://youtu.be/EmFDcRfTfTU  
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BOLSAS-ESMOLA E ARMADILHAS. OU COMO SE CAPTURAM PORCOS SELVAGENS
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/12/bolsa-esmola-e-armadilhas-ou-como-se.html



quinta-feira, 10 de outubro de 2013

A LEGITIMAÇÃO DA MENTIRA E O DESCONSTRUCIONISMO

O Desconstrucionismo Moderno e a Legitimação da Mentira


O Desconstrucionismo, dizem, foi um movimento filosófico moderno caracterizado pela busca da verdade a partir da “desconstrução” do objeto em estudo. Seria este seu núcleo essencial metódico, sua diferença específica basilar. No entanto, não tão dito mas muito mais evidente é o fato de que sempre resta certa perplexidade quando propõe-se a demarcação das reais e efetivas fontes de tal escola, sensíveis desde Nietzsche, mas maduras apenas no âmbito cultural do que alcunhou-se “Escola de Frankfurt”  (corpo doutrinário cuja existência mesma, por sua vez e também, é ainda mais discutível).
 
De fato, a única consideração certeira e irrefragável a respeito da doutrina desconstrucionista é que, a despeito de seu arrogado status de sistema de análise fragmentada da realidade, como única via para a acepção da plenitude da mesma, acabou por manifestar a inesperada conclusão, produto de seu método, nos seguintes termos, mais corriqueira e celebremente aplicados às artes plásticas: cada um tem a sua interpretação da obra; cada um, seu ponto de vista; cada qual, sua verdade, jamais uma ilusão ou uma mentira, ainda que diametralmente dissonante de qualquer das verdades alheias.
Extirpa-se do convívio humano, de um modo tão simples quanto conveniente, a relação secularmente dicotômica entre os pares falso/verdadeiro, ilusório/real, mentiroso/honesto. O procedimento é o mais primário possível: com uma pinça filosófica matreira, suspende-se das díades seus primeiros termos, não mais possíveis nessa “nova (e flexível) realidade”. Em seguida, atira-se-os no latão de lixo que guarda as verdades malquistas pela novilíngua – hoje menos ficta que real – possível apenas com a proliferação do desprezo desconstrucionista para com a verdade.
 
O aparente absurdo da conclusão, no entanto, não se conforma à mera condição de desconforto lógico superficial. Trata-se, em verdade, do produto puro, natural e inevitável dessa tradição.
Nesta altura, tal conjunto de considerações sobre o desconstrucionismo permite-nos subsumi-lo com perfeição ao conceito de “Paralaxe Cognitiva”, construído pelo filósofo Olavo de Carvalho, e assim definido: trata-se do “afastamento entre o eixo da construção teórica e o eixo da experiência real do indivíduo que está fazendo essa construção”.
 
Transbordando o núcleo de nosso tema, convém narrar a revolução filosófica (cujo substrato maior foi precisamente a postura paralaxitante de seus filhos) que permitiu a mesma existência da tradição desconstrucionista.
 
Ocorre que, a partir de certo momento histórico, deu-se tal ruptura no caminho trilhado pela filosofia ocidental, até então mansa para com toda verdade que a seus olhos saltasse. Com efeito, podemos ver cristalinamente que filósofos como Aristóteles, São Tomás de Aquino e Santo Agostinho teorizavam com os olhos postos diretamente sobre a natureza que os circundava, cientes de sua inserção nessa mesma e peremptória natureza, e não como donas de casa distraídas diante do Discovery Channel, transmutável em novela das oito com um clique no controle-remoto.
Observava-se, de dentro, como quem dentro se encontra; depois, tão de dentro quanto antes, mas como quem fora e acima sempre esteve.
 
Com o Racionalismo, o contraste entre consciência situacional e ponto de vista lunático acentuou-se e enrijeceu-se . Descartes, com a “dúvida universal”, põe-se como observador distante da natureza. Spinosa e Leibniz também deram continuidade a esse novo caminho, com a readaptação da Teoria dos Dois Relógios e com a Teoria do Conhecimento. Com Bacon, a universalidade do empirismo foi posta como critério padrão da Verdade; e uma rede de legitimação da mentira, travestida de critério de busca do real, firmemente estabelecida.
 
Retornando à contemporaneidade, vemos com certa freqüência o uso das expressões “cada um tem sua verdade”, ou “a verdade é relativa”. Numa tentativa covarde de fuga de discussões, o ser humano tem se posto acima da própria natureza, outorgando a si mesmo como que um título deístico, capaz de fazer nascer uma realidade desprovida de fontes anteriores e palpáveis.
 
Essa empreitada de arrogância, como vimos, estende-se de há muito.
Assim Descartes, ao duvidar de tudo, esvaziando-se por completo de qualquer conhecimento prévio, constrói o mais puro absurdo. É que o estabelecimento mesmo daquilo que seria o primeiro enunciado da verdade, “penso, logo existo”, já o faz circundar por um terreno que é, pura e simplesmente, de domínio do real.
 
Spinosa, da mesma forma, acaba por se contradizer ao afirmar que tudo está dentro de Deus, ora entendido como a totalidade da Natureza. Tudo estando imerso na realidade metafísica, como o indivíduo pode pretender analisar a natureza como observador externo? Vale dizer, fora de si mesmo?
De seu turno, o Empirismo, ao tentar estabelecer a experiência como critério único da verdade, incorre em erro deveras psicótico. Senão, o que significa a parte da realidade que não pode ser submetida (ou simplesmente não foi) ao teste da experiência ? Ou, a despeito de qualquer outra fonte informativa, deve alguém afirmar seguramente a  inexistência da China por jamais ter posto os pés em seu solo?
 
No seio da própria realidade Cristã, a qual aceita em Cristo a verdade absoluta, o tal desconstrucionismo tem emprestado ares de modernidade a padres e pastores. O que se chama de “Teologia Aberta”, fortemente defendida por pastores amparados num Rabino de nome Harold Kuschner, trás a idéia de um deus posto como espelho ante o indivíduo. Um deus que se amolda às carências e percepções de cada um. Um deus, por conseguinte, relativo, ele sim moldado à imagem e semelhança desses tantos lunáticos que obtêm seis da soma de quatro com um.
 
E assim, paulatina e deliberadamente, é que vemos nascer a aberração filosófica que permeia nossos dias. Aberração esta muito visível, para ficarmos com exemplos recentes, nas peripécias de um tal cartunista que, a despeito de provido dessas duas bolas que temos todos, exige livre acesso ao banheiro das damas; também na recente metamorfose do termo “Estado laico” em “Estado ateu”, mágica essa operada em conjunto por uma associação de lésbicas e pelo Poder Judiciário, com o fito de que fossem retirados (como foram) todos os crucifixos que adornassem os tribunais gaúchos; e, bem, quqnato aos incontáveis direitos humanos que com grande paixão atribue-se a bois, papagaios e cachorros, cremos prescindíveis quaisquer comentários.
 
Nesse sentido é que o desconstrucionismo trás seus males para contemporaneidade. Hoje já se mostra maduro o suficiente seu mais importante fruto: a possibilidade ilimitada de manipulação automática  da realidade ao bel-prazer de um homem-deus, que se julga acima e fora daquilo tudo mesmo que é mais evidente a seus sentidos e a seu intelecto.
 
No âmbito do Direito, temos um reflexo irreversível da “revolução silenciosa” operada pelo desconstrucionismo. Ocorre que as Cortes, donas da verdade contra todos, têm cada vez mais se preocupado em cumprir ritos que buscar a materialidade dos fatos. Um indivíduo é evidentemente culpado, mas por contra da mais boboca nulidade procedimental é livrado de uma sentença que o doa no bolso ou nos ossos. Quanto à doutrina e à academia, estão seus doutores cada vezm mais imersos numa chacina cada vez mais cega, em que se quer cada vez mais moldar uma natureza já tão sangrada aos conceitos, e não vice-versa.

 http://statoferino.wordpress.com/2012/05/03/o-desconstrucionismo-moderno-e-a-legitimacao-da-mentira/

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QUANTO PIOR, MELHOR: DIALÉTICA DA PERVERSIDADE E REVOLUÇÃO CULTURAL - GRAMSCI E O POLITICAMENTE CORRETO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/05/quanto-pior-melhor-dialetica-da.html


O FIM DA VERDADE - HAYEK, MARX, GRAMSCI E MAQUIAVEL
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/05/o-fim-da-verdade-hayek-marx-gramsci-e.html

POR QUE A CRIMINALIDADE SÓ CRESCE? ESTRATEGIA REVOLUCIONÁRIA PRESSÃO DE CIMA E PRESSÃO DE BAIXO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/06/por-que-criminalidade-cresce-estrategia.html

 A VERDADE NÃO EXISTE, A MENTIRA ÚTIL É A VERDADE - MARX, GRAMSCI E MAQUIAVEL  




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