"Acima de tudo, recomendo que se façam preces, orações, súplicas,
ações de graças por todos os homens, pelos reis e por todos os que
estão constituídos em autoridade, para que possamos viver uma vida calma
e tranquila, com toda a piedade e honestidade. Isto é bom e
agradável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os
homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade." I Timóteo, 2
Diz Santo Tomás que "pela oração de muitos, às vezes se alcança o que pela oração de um só não se obteria."
DESDE 26 de Dezembro 2022, as visualisações deste blog caíram para 10% (um décimo).
Se a gente não combater a censura, em breve
não vai poder combater mais nada. DRIBLE A CENSURA COMPARTILHANDO OU REPUBLICANDO, NÃO DEIXE A INFORMAÇÃO
MORRER!
"Vós sois a luz do mundo" Mateus 5:14
"E ninguém, acendendo uma candeia, a cobre com algum vaso, ou a põe
debaixo da cama; mas põe-na no velador, para que os que entram vejam a
luz." Lucas 8:16
*
"A audácia dos maus se alimenta da covardia dos bons." Papa Leão XIII
"Quando o bem da Religião ou da Pátria corre perigo, a ninguém é lícito ficar inativo". Papa Pio XII
"Não reprovar um erro é o mesmo que aceitá-lo." Papa Félix III
*
"Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo vos libertou, e não
torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão." Gálatas 5:1
"Vocês não viram ainda o que é uma ditadura fascista. Ajudem a derrubar o Bolsonaro, e verão." Olavo de Carvalho
"Não há terceira hipótese: ou o Bolsonaro, ou o Império do Crime." Olavo de Carvalho
"Acima de tudo, recomendo que se façam preces, orações, súplicas,
ações de graças por todos os homens, pelos reis e por todos os que
estão constituídos em autoridade, para que possamos viver uma vida calma
e tranquila, com toda a piedade e honestidade. Isto é bom e
agradável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os
homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade." I Timóteo, 2
Diz Santo Tomás que "pela oração de muitos, às vezes se alcança o que pela oração de um só não se obteria."
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"Vós sois a luz do mundo" Mateus 5:14
"E ninguém, acendendo uma candeia, a cobre com algum vaso, ou a põe
debaixo da cama; mas põe-na no velador, para que os que entram vejam a
luz." Lucas 8:16
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"A audácia dos maus se alimenta da covardia dos bons." Papa Leão XIII
"Quando o bem da Religião ou da Pátria corre perigo, a ninguém é lícito ficar inativo". Papa Pio XII
"Não reprovar um erro é o mesmo que aceitá-lo." Papa Félix III
*
"Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo vos libertou, e não
torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão." Gálatas 5:1
"Vocês não viram ainda o que é uma ditadura fascista. Ajudem a derrubar o Bolsonaro, e verão." Olavo de Carvalho
"Não há terceira hipótese: ou o Bolsonaro, ou o Império do Crime." Olavo de Carvalho
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Se a gente não combater a censura, em breve
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"Vós sois a luz do mundo" Mateus 5:14
"E ninguém, acendendo uma candeia, a cobre com algum vaso, ou a põe
debaixo da cama; mas põe-na no velador, para que os que entram vejam a
luz." Lucas 8:16
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"Não há terceira hipótese: ou o Bolsonaro, ou o Império do Crime." Olavo de Carvalho
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"A audácia dos maus se alimenta da covardia dos bons." Papa Leão XIII
"Quando o bem da Religião ou da Pátria corre perigo, a ninguém é lícito ficar inativo". Papa Pio XII
"Não reprovar um erro é o mesmo que aceitá-lo." Papa Félix III
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"Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo vos libertou, e não
torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão." Gálatas 5:1
"Vocês não viram ainda o que é uma ditadura fascista. Ajudem a derrubar o Bolsonaro, e verão." Olavo de Carvalho
"Não há terceira hipótese: ou o Bolsonaro, ou o Império do Crime." Olavo de Carvalho
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INTERVENÇÃO DIVINA
Diz Santo Tomás que "pela oração de muitos, às vezes se alcança o que pela oração de um só não se obteria."
Abin fez alerta ao governo sobre risco de violência em manifestações; veja debate | Jovem Pan https://youtu.be/O97j6DqXO6k
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MORRER!
"Vós sois a luz do mundo" Mateus 5:14
"E ninguém, acendendo uma candeia, a cobre com algum vaso, ou a põe
debaixo da cama; mas põe-na no velador, para que os que entram vejam a
luz." Lucas 8:16
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"Não há terceira hipótese: ou o Bolsonaro, ou o Império do Crime." Olavo de Carvalho
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"A audácia dos maus se alimenta da covardia dos bons." Papa Leão XIII
"Quando o bem da Religião ou da Pátria corre perigo, a ninguém é lícito ficar inativo". Papa Pio XII
"Não reprovar um erro é o mesmo que aceitá-lo." Papa Félix III
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"Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo vos libertou, e não
torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão." Gálatas 5:1
"Vocês não viram ainda o que é uma ditadura fascista. Ajudem a derrubar o Bolsonaro, e verão." Olavo de Carvalho
"Não há terceira hipótese: ou o Bolsonaro, ou o Império do Crime." Olavo de Carvalho
*
INTERVENÇÃO DIVINA
Diz Santo Tomás que "pela oração de muitos, às vezes se alcança o que pela oração de um só não se obteria."
Os EUA e o Brasil seguem o mesmo script, e o mais incompreensível é a falta de reação, a inação da sociedade diante da farsa descarada. É diabólico.
*
OLAVO
DE CARVALHO - "Não se esqueçam: em TODOS os países onde o comunismo
foi implantado, o povo estava maciçamente CONTRA, e nada pôde fazer. A
violência, o cinismo e a determinação da elite revolucionária não têm
limites. Combatê-la com meias-medidas é fortalecê-la."
BRIGADEIRO SE REVOLTA! - CEL KOURY B-38 - "Perdemos nossa Coragem! Perdemos nossa Honra! Perdemos nossa Lealdade! Não cumprimos com o nosso Dever! Perdemos a nossa Pátria! Eu estou com vergonha de ser militar!" "A bandidagem governará impune, e as Forças Armadas, assim como já ocorre
com a Polícia Federal, serão vistas como cães de guarda que asseguram o
governo ditatorial." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/01/brigadeiro-se-revolta-cel-koury-b-38.html
*
2019 - "Mourão parece não entender que o ódio dos jornalistas ao governo
Bolsonaro não é um mero sentimento instável e passageiro, mas um
COMPROMETIMENTO POLÍTICO SÉRIO E DEFINITIVO, que, se abandonado, os
exporá àquilo que Trotski chamava “o longo braço da revolução”. O Foro
de São Paulo não é uma frescura da moda." https://conspiratio3.blogspot.com/2019/01/quem-ameaca-o-novo-governo-terca-livre.html
*
INTERVENÇÃO DIVINA
Diz Santo Tomás que "pela oração de muitos, às vezes se alcança o que pela oração de um só não se obteria."
Diário do Comércio, 3 de junho de 2015
Excetuadas algumas frustrações e desencantos banais que não vêm ao caso,
só guardo uma única tristeza na alma: a de não sido ouvido numa época
em que ainda havia tempo de bloquear a ascensão comunopetista e impedir
que o Brasil mergulhasse no lodaçal em que vai afundando hoje em dia.
Não vai nisso o menor ressentimento pessoal. A indiferença à mensagem
quase nunca implicou hostilidade ou desprezo ao mensageiro. Sempre fui
muito bem recebido em toda parte. As pessoas me ouviam, aplaudiam e, com
ares de amável ceticismo, prometiam pensar no assunto. Ficaram pensando até agora. Nada fizeram.
Semana após semana os acontecimentos foram se avolumando exatamente como
eu havia previsto, e ainda assim até os melhores entre os meus ouvintes
continuaram acreditando que tudo passaria com o tempo, que nada de mau
sucederia que não viesse a ser corrigido automaticamente pela mágica do
mero rodízio eleitoral.
Isso era impossível, protestava eu. Onze anos atrás escrevi:
“Quem quer que, a esta altura, ainda sonhe em ‘vencer o PT’, seja nas
próximas eleições, seja ao longo das décadas vindouras, deve ser
considerado in limine um bobão incurável, indigno de atenção.
“O PT, como digo há anos, não veio para alternar-se no poder com outros
partidos — muito menos com os da ‘direita’ — segundo o rodízio normal do
sistema constitucional-democrático. Ele veio para destruir esse
sistema, para soterrá-lo para sempre nas brumas do passado, trocando-o
por algo que os próprios petistas não sabem muito bem o que há de ser,
mas a respeito do qual têm uma certeza: seja o que for, será definitivo e
irrevogável.
“Não haverá retorno. O Brasil em que vivemos é, já, o ‘novo Brasil’
prometido pelo PT, e não tem a menor perspectiva de virar outra coisa a
médio ou longo prazo, exceto se forçado a isso pela vontade divina ou
por mudanças imprevisíveis do quadro internacional.”
Continuava:
“É deplorável ter de insistir numa coisa tão evidente, mas uma
estratégia de escala continental, escorada numa rede global de
organizações e no completo domínio da atmosfera cultural não pode ser
enfrentada por meio de resistências locais, de espertezas provincianas,
de críticas pontuais a erros econômico-administrativos ou da aposta
louca nas brigas internas da facção dominante, que só a revigoram. A
desproporção de forças, aí, é tão brutal, tão avassaladora, que não vale
nem mais a pena insistir no assunto.”
Isso foi em 2004 (leia aqui).
Hoje até as crianças sabem que o establishment brasileiro – a
administração pública, três quartos do Congresso, o STF, o sistema
judiciário praticamente inteiro, a justiça eleitoral, a educação desde o
primário até a universidade, a CNBB, parte considerável da “grande
mídia” e um punhado de mega-empresas – se reduziu a uma máquina dócil e
bem azeitada para amparar as tramas do PT, assessorar e acobertar os
seus crimes, ajudá-lo na realização dos planos do Foro de São Paulo e na
instauração da Pátria Grande comunista dos sonhos dos irmãos Castro e
de Nicolás Maduro.
Chegamos finalmente a uma situação em que mesmo dois milhões de
brasileiros clamando nas ruas, multidões xingando Lula e Dilma por toda
parte e 90% da população exigindo nas pesquisas de opinião o fim do
império petista são impotentes para remover de seus postos os
delinquentes que se apossaram do país e dele fizeram um bordel de luxo
para os poucos, um favelão para os demais.
Na melhor das hipóteses, ela mesma remota e dificultosa, conseguirão
obter do Congresso, como prêmio de consolação pela legitimação de
eleições notoriamente fraudulentas, um miserável impeachment
presidencial, medida simbólica que bem pode deixar intacto o restante do
sistema comunocleptocrático instalado em Brasília.
Quer isso dizer que minhas previsões de 2004 fossem proféticas? Que
nada. Estavam é atrasadíssimas. Em 1993, no livro A Nova Era e a
Revolução Cultural, eu já havia exposto o plano praticamente inteiro do
PT para a dominação do país. O livro não foi ignorado. Vendeu uma edição
inteira no dia do lançamento, outra nas semanas seguintes. A terceira
esgotou-se, a quarta (Vide Editorial, 2014) já está no fim. Foi lido e
guardado na estante, bem longe da possibilidade de inspirar qualquer
ação, mesmo tímida.
Em 1989, em conferência na Casa do Estudante no Brasil, sob o título “O
fim do ciclo nacionalista”, eu já equacionava o drama de um país cuja
cultura se formara sob o signo do nacionalismo e da busca da identidade
(o “senso da nacionalidade” de que falava Machado de Assis) e ao qual
coubera o destino infeliz de começar a projetar-se no cenário do mundo
justamente numa época em que a tendência geral é dissolver as soberanias
nacionais e absorvê-las em conglomerados regionais que vão tentando
aplanar o caminho para a ambição utópica mas persistente de um governo
mundial.
Ao ver hoje a marcha triunfante da Pátria Grande, que o povo odeia mas
da qual não sabe como se livrar, pergunto-me por que, de tantos
intelectuais, políticos e militares que me ouviram na ocasião (pois
repeti a conferência em vários lugares), nenhum entendeu que, naquele
momento, a inventividade, a audácia criadora, em vez da acomodação
preguiçosa no culto beócio da “estabilidade das nossas instituições”,
eram uma questão de sobrevivência, não de livre escolha?
Por que tantas pessoas aparentemente inteligentes, em vez de vasculhar
os livros e documentos a que eu me referia, preferiram crer na
lenga-lenga anestésica da TV Globo e da Folha, para cujos porta-vozes eu
era apenas um alarmista histérico, um “saudosista da Guerra Fria”, ou,
como disse textualmente o sr. Otavio Frias Filho, um açoitador de
cavalos mortos?
Quem, hoje, exceto o alucinado Marco Antonio Villa, que ama tanto a
chacota que a atrai toda para si, seria ainda louco de negar que
praticamente tudo o que expliquei e previ ao longo dos anos era no
mínimo o que havia de mais próximo à verdade, enquanto em volta os
luminares, os bem-pensantes, os senhores doutores, os consultores pagos a
peso de ouro, só repetiam chavões soporíferos tipo “Lula mudou”, “o
socialismo morreu”, “as nossas instituições são sólidas” etc. etc.?
Aos poucos, porém, fui notando que as mudanças históricas que eu
descrevia — e que as inteligências mais vigorosas da platéia não
negavam, mas nas quais nada viam além de uma caminhada brilhante em
direção a “mais democracia” – traziam, em si mesmas, a causa da
incompreensão com que minhas palavras eram recebidas.
Comecei a documentar esse aspecto do processo em O Imbecil Coletivo, de
1995: estrangulada pela “ocupação de espaços” gramsciana, onde o
critério do prestígio intelectual e artístico passava a ser uma
carteirinha do PT ou do PSOL, a alta cultura no Brasil agonizava.
As inteligências definhavam a olhos vistos, tornando impossível um
debate sério sobre o que quer que fosse e substituindo tudo por uma
linguagem de clichês na qual nada se podia dizer que já não tivesse sido
dito mil vezes.
A juventude, nascida já no meio da debacle, não podia ver nela nada de
anormal, por lhe faltar a escala comparativa. Acomodava-se à degradação
confortavelmente, prazerosamente, embriagada pela promessa de deleites
sensuais espetaculares sob a proteção do Estado-babá.
Mas, para quem tinha sido criado na época em que os debates culturais e
políticos eram conduzidos por leões como um Otto Maria Carpeaux, um
Álvaro Lins, um Nicolas Boer, um Julio de Mesquita Filho, um Antônio
Olinto, um Mário Ferreira dos Santos, um Vilem Flusser, ver de repente o
cenário intelectual ocupado inteiramente por micos-leões-dourados tipo
Emir Sader, Marilena Chauí, Renato Janine Ribeiro, Vladimir Safatle,
Gilberto Felisberto de Vasconcelos, Luís Fernando Veríssimo e tutti
quanti era algo que prenunciava, para esta parte do mundo, uma idade das
trevas.
Analisado à luz da regra de Hugo von Hoffmanstal, de que “nada está na
política de um país que não esteja primeiro na sua literatura”, o Brasil
do futuro que se vislumbrava nos debates públicos dos anos 90 era
exatamente o que temos hoje: um vácuo sangrento, um Nada crescente e
invencível que tudo devora.
Documentei o fenômeno em linguagem satírica, que a evolução posterior
dos acontecimentos veio a tornar inadequada à medida que o ridículo e o
grotesco, passando da esfera das idéias à dos atos e das leis, afirmaram
o poder da sua autoridade incontrastável e se consolidaram nas formas
monstruosas do deprimente, do abjeto, do indescritivelmente vergonhoso.
Daquilo que não pode ser satirizado porque, como diria Karl Kraus, já
ultrapassou as fronteiras da sátira.
Não posso repassar mentalmente esse trajeto sem que me volte à memória o
refrão de uma velha canção folclórica americana: “Oh, when will they
ever learn?”
Esquerdistas não são inteligentes, nós é que somos trouxas e demoramos a
acordar. A vantagem que eles levam é agir como P$1K0P4TA$, por baixo
dos panos. Lembram do que Trotski disse sobre a moralidade deles?
Censura
é desarmamento. Eles vão nos desarmar de todas as formas para que não
possamos reagir nunca mais. Simples assim. É isso o que faz o
totalitarismo crescer sem limites. Isso já foi dito por vários autores.
Durante anos eu mesma repliquei esses escritos, mas a direita IGNOROU! O
senso de prioridades e os alarmes de perigo estão desligados!
O
MAL BLINDA A SI MESMO CONTRA TODA CORREÇÃO. É por isso que ele é o mal e
não apenas um mal que pode ser consertado, sanado, mudado.
"Semana após semana os acontecimentos foram se avolumando exatamente como eu havia previsto, e ainda assim até os melhores entre os meus ouvintes continuaram acreditando que tudo passaria com o tempo, que nada de mau sucederia que não viesse a ser corrigido automaticamente pela mágica do mero rodízio eleitoral"
- Olavo de Carvalho
ARTIGO: https://olavodecarvalho.org/quando-ap...
*
Ítalo, a guerra cultural depende de comunicação e ela estará impedida. A
g. cultural não é incompatível com outras g., como, por exemplo, contra a
$3N$UR4.
Diário do Comércio, 3 de junho de 2015
Excetuadas algumas frustrações e desencantos banais que não vêm ao caso, só guardo uma única tristeza na alma: a de não sido ouvido numa época em que ainda havia tempo de bloquear a ascensão comunopetista e impedir que o Brasil mergulhasse no lodaçal em que vai afundando hoje em dia.
Não vai nisso o menor ressentimento pessoal. A indiferença à mensagem quase nunca implicou hostilidade ou desprezo ao mensageiro. Sempre fui muito bem recebido em toda parte. As pessoas me ouviam, aplaudiam e, com ares de amável ceticismo, prometiam pensar no assunto.
Ficaram pensando até agora. Nada fizeram.
Semana após semana os acontecimentos foram se avolumando exatamente como eu havia previsto, e ainda assim até os melhores entre os meus ouvintes continuaram acreditando que tudo passaria com o tempo, que nada de mau sucederia que não viesse a ser corrigido automaticamente pela mágica do mero rodízio eleitoral.
Isso era impossível, protestava eu. Onze anos atrás escrevi:
“Quem quer que, a esta altura, ainda sonhe em ‘vencer o PT’, seja nas próximas eleições, seja ao longo das décadas vindouras, deve ser considerado in limine um bobão incurável, indigno de atenção.
“O PT, como digo há anos, não veio para alternar-se no poder com outros partidos — muito menos com os da ‘direita’ — segundo o rodízio normal do sistema constitucional-democrático. Ele veio para destruir esse sistema, para soterrá-lo para sempre nas brumas do passado, trocando-o por algo que os próprios petistas não sabem muito bem o que há de ser, mas a respeito do qual têm uma certeza: seja o que for, será definitivo e irrevogável.
“Não haverá retorno. O Brasil em que vivemos é, já, o ‘novo Brasil’ prometido pelo PT, e não tem a menor perspectiva de virar outra coisa a médio ou longo prazo, exceto se forçado a isso pela vontade divina ou por mudanças imprevisíveis do quadro internacional.”
Continuava:
“É deplorável ter de insistir numa coisa tão evidente, mas uma estratégia de escala continental, escorada numa rede global de organizações e no completo domínio da atmosfera cultural não pode ser enfrentada por meio de resistências locais, de espertezas provincianas, de críticas pontuais a erros econômico-administrativos ou da aposta louca nas brigas internas da facção dominante, que só a revigoram. A desproporção de forças, aí, é tão brutal, tão avassaladora, que não vale nem mais a pena insistir no assunto.”
Isso foi em 2004 (leia aqui).
Hoje até as crianças sabem que o establishment brasileiro – a administração pública, três quartos do Congresso, o STF, o sistema judiciário praticamente inteiro, a justiça eleitoral, a educação desde o primário até a universidade, a CNBB, parte considerável da “grande mídia” e um punhado de mega-empresas – se reduziu a uma máquina dócil e bem azeitada para amparar as tramas do PT, assessorar e acobertar os seus crimes, ajudá-lo na realização dos planos do Foro de São Paulo e na instauração da Pátria Grande comunista dos sonhos dos irmãos Castro e de Nicolás Maduro.
Chegamos finalmente a uma situação em que mesmo dois milhões de brasileiros clamando nas ruas, multidões xingando Lula e Dilma por toda parte e 90% da população exigindo nas pesquisas de opinião o fim do império petista são impotentes para remover de seus postos os delinquentes que se apossaram do país e dele fizeram um bordel de luxo para os poucos, um favelão para os demais.
Na melhor das hipóteses, ela mesma remota e dificultosa, conseguirão obter do Congresso, como prêmio de consolação pela legitimação de eleições notoriamente fraudulentas, um miserável impeachment presidencial, medida simbólica que bem pode deixar intacto o restante do sistema comunocleptocrático instalado em Brasília.
Quer isso dizer que minhas previsões de 2004 fossem proféticas? Que nada. Estavam é atrasadíssimas. Em 1993, no livro A Nova Era e a Revolução Cultural, eu já havia exposto o plano praticamente inteiro do PT para a dominação do país. O livro não foi ignorado. Vendeu uma edição inteira no dia do lançamento, outra nas semanas seguintes. A terceira esgotou-se, a quarta (Vide Editorial, 2014) já está no fim. Foi lido e guardado na estante, bem longe da possibilidade de inspirar qualquer ação, mesmo tímida.
Em 1989, em conferência na Casa do Estudante no Brasil, sob o título “O fim do ciclo nacionalista”, eu já equacionava o drama de um país cuja cultura se formara sob o signo do nacionalismo e da busca da identidade (o “senso da nacionalidade” de que falava Machado de Assis) e ao qual coubera o destino infeliz de começar a projetar-se no cenário do mundo justamente numa época em que a tendência geral é dissolver as soberanias nacionais e absorvê-las em conglomerados regionais que vão tentando aplanar o caminho para a ambição utópica mas persistente de um governo mundial.
Ao ver hoje a marcha triunfante da Pátria Grande, que o povo odeia mas da qual não sabe como se livrar, pergunto-me por que, de tantos intelectuais, políticos e militares que me ouviram na ocasião (pois repeti a conferência em vários lugares), nenhum entendeu que, naquele momento, a inventividade, a audácia criadora, em vez da acomodação preguiçosa no culto beócio da “estabilidade das nossas instituições”, eram uma questão de sobrevivência, não de livre escolha?
Por que tantas pessoas aparentemente inteligentes, em vez de vasculhar os livros e documentos a que eu me referia, preferiram crer na lenga-lenga anestésica da TV Globo e da Folha, para cujos porta-vozes eu era apenas um alarmista histérico, um “saudosista da Guerra Fria”, ou, como disse textualmente o sr. Otavio Frias Filho, um açoitador de cavalos mortos?
Quem, hoje, exceto o alucinado Marco Antonio Villa, que ama tanto a chacota que a atrai toda para si, seria ainda louco de negar que praticamente tudo o que expliquei e previ ao longo dos anos era no mínimo o que havia de mais próximo à verdade, enquanto em volta os luminares, os bem-pensantes, os senhores doutores, os consultores pagos a peso de ouro, só repetiam chavões soporíferos tipo “Lula mudou”, “o socialismo morreu”, “as nossas instituições são sólidas” etc. etc.?
Aos poucos, porém, fui notando que as mudanças históricas que eu descrevia — e que as inteligências mais vigorosas da platéia não negavam, mas nas quais nada viam além de uma caminhada brilhante em direção a “mais democracia” – traziam, em si mesmas, a causa da incompreensão com que minhas palavras eram recebidas.
Comecei a documentar esse aspecto do processo em O Imbecil Coletivo, de 1995: estrangulada pela “ocupação de espaços” gramsciana, onde o critério do prestígio intelectual e artístico passava a ser uma carteirinha do PT ou do PSOL, a alta cultura no Brasil agonizava.
As inteligências definhavam a olhos vistos, tornando impossível um debate sério sobre o que quer que fosse e substituindo tudo por uma linguagem de clichês na qual nada se podia dizer que já não tivesse sido dito mil vezes.
A juventude, nascida já no meio da debacle, não podia ver nela nada de anormal, por lhe faltar a escala comparativa. Acomodava-se à degradação confortavelmente, prazerosamente, embriagada pela promessa de deleites sensuais espetaculares sob a proteção do Estado-babá.
Mas, para quem tinha sido criado na época em que os debates culturais e políticos eram conduzidos por leões como um Otto Maria Carpeaux, um Álvaro Lins, um Nicolas Boer, um Julio de Mesquita Filho, um Antônio Olinto, um Mário Ferreira dos Santos, um Vilem Flusser, ver de repente o cenário intelectual ocupado inteiramente por micos-leões-dourados tipo Emir Sader, Marilena Chauí, Renato Janine Ribeiro, Vladimir Safatle, Gilberto Felisberto de Vasconcelos, Luís Fernando Veríssimo e tutti quanti era algo que prenunciava, para esta parte do mundo, uma idade das trevas.
Analisado à luz da regra de Hugo von Hoffmanstal, de que “nada está na política de um país que não esteja primeiro na sua literatura”, o Brasil do futuro que se vislumbrava nos debates públicos dos anos 90 era exatamente o que temos hoje: um vácuo sangrento, um Nada crescente e invencível que tudo devora.
Documentei o fenômeno em linguagem satírica, que a evolução posterior dos acontecimentos veio a tornar inadequada à medida que o ridículo e o grotesco, passando da esfera das idéias à dos atos e das leis, afirmaram o poder da sua autoridade incontrastável e se consolidaram nas formas monstruosas do deprimente, do abjeto, do indescritivelmente vergonhoso. Daquilo que não pode ser satirizado porque, como diria Karl Kraus, já ultrapassou as fronteiras da sátira.
Não posso repassar mentalmente esse trajeto sem que me volte à memória o refrão de uma velha canção folclórica americana: “Oh, when will they ever learn?”
Quem dá a liberdade em troca de paz e segurança, acaba sem nenhuma. Essa é a verdade.
Como é que, em nome da democracia e da paz, vamos aceitar um sistema antidemocrático que se mascara de democrático? Esta é a sua identidade, esta é a sua natureza. Aqueles que foram "eleitos" por fraude vão continuar fraudando, mentindo, enganando, corrompendo, destruindo, matando, sempre em nome da verdade, da justiça e do bem. E, uma patocracia piora com o tempo, conforme ela se fortalece e amendronta o povo. Aí só a intervenção divina pode freá-la.
Olavo de Carvalho - "Não há terceira hipótese: ou o Bolsonaro, ou o Império do Crime."
"Vocês não viram ainda o que é uma ditadura fascista. Ajudem a derrubar o Bolsonaro, e verão." Olavo de Carvalho
"O movimento revolucionário sempre viveu do roubo, da fraude, do
contrabando, dos seqüestros, do narcotráfico e, nos países democráticos
onde chegou ao poder, do assalto aos cofres públicos. Lula não inventou
nada, não inovou em nada, não alterou nada, apenas demonstrou uma
habilidade extraordinária em aplicar truques tão velhos quanto o próprio
comunismo."
"Nunca houve nem nunca haverá um comunista bem intencionado, pela simples
razão de que o comunismo nega, na base, todo princípio moral e o
substitui por uma nova “ética” em que não há outro Bem Supremo acima dos
interesses da Revolução, nem outra obrigação moral superior à de fazer
crescer, por todos os meios, o poder do Partido. " https://olavodecarvalho.org/quem-paga/
"Estai,
pois, firmes na liberdade com que Cristo vos libertou, e não torneis a
colocar-vos debaixo do jugo da servidão." Gálatas 5:1
*
"Se
porventura o movimento popular sair vencedor, como parece que vai
acontecer, e de eleições novas e limpas emergir um presidente de
verdade em vez dessa farsante semi-analfabeta, AÍ A BRIGA SE
TRANSFERIRÁ PARA O PLANO INTERNACIONAL, e será preciso muito apoio do
povo ao novo governante para que ele resista às pressões que
inevitavelmente tentarão fazê-lo submeter os interesses nacionais aos
de poderosas forças estrangeiras. Afinal, o comunopetismo, com seus
esforços de dissolver as soberanias nacionais num monstrengo chamado
"Pátria Grande", está perfeitamente alinhado e submisso aos planos da
Nova Ordem Global que ele diz combater, e que visam precisamente à
INTEGRAÇÃO MUNDIAL POR MEIO DE GRANDES INTEGRAÇÕES REGIONAIS. Os
autonomeados senhores do mundo não ficarão felizes de ver a queda do
seu querido pupilo, e tudo farão para que o novo presidente seja como
ele." Olavo de Carvalho 10 de abril de 2015
* * *
"A audácia dos maus se alimenta da covardia dos bons." Papa Leão XIII
"Quando o bem da Religião ou da Pátria corre perigo, a ninguém é lícito ficar inativo". Papa Pio XII
"Não reprovar um erro é o mesmo que aceitá-lo." Papa Félix III
Allan dos Santos acha que se pode inverter esta situação
até o último minuto, mas que até agora não há um sinal sequer de que as
FFAA serão acionadas. Bem, minha gente, reze pelo presidente porque se
ele não vê que o câncer comunista vai carcomer tudo o quer ele quer
preservar, então ele está precisando ser iluminado, bem como os que
estão ao seu redor. Rezem para que a verdade seja conhecida e se IMPONHA
aos líderes políticos, militares e religiosos, sobretudo em Brasília.
Resolvi rezar também o terço de São Miguel porque ele é o chefe dos exércitos de Deus.
CATECISMO - Parágrafo 675. Antes da vinda de Cristo, a Igreja deverá passar por
uma prova final, que abalará a fé de numerosos crentes (639). A
perseguição, que acompanha a sua peregrinação na Terra (640), porá a
descoberto o «mistério da iniquidade», sob a forma duma impostura
religiosa, que trará aos homens uma solução aparente para os seus
problemas, à custa da apostasia da verdade. A suprema impostura
religiosa é a do Anticristo, isto é, dum pseudo-messianismo em que o
homem se glorifica a si mesmo, substituindo-se a Deus e ao Messias
Encarnado (641). https://www.catecismodaigreja.com.br/paragrafo-675/
"Ai
dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que põem as trevas por luz, e a
luz por trevas, e o amargo por doce, e o doce por amargo!" Isaías 5:20
"Há duas injustiças que o SENHOR abomina: que o inocente seja condenado
e que o culpado seja colocado em plena liberdade como justo"
.Provérbios 17:15 https://bibliaportugues.com/isaiah/5-20.htm
"Se o meu povo, que se chama
pelo meu nome, se humilhar, orar e me buscar, E SE AFASTAR DOS SEUS
MAUS CAMINHOS, então Eu o ouvirei dos céus, perdoarei o seu pecado e
CURAREI A SUA TERRA." 2 Cr 7:14.
*
A RECEITA PARA EXPULSAR O COMUNISMO É A MESMA QUE JESUS RECOMENDOU PARA EXPULSAR DEMÔNIOS
Comunismo
é possessão diabólica?
Padre Paulo Ricardo extraiu das últimas mensagens da Virgem Santíssima
contra o comunismo, o mesmo sentido da mensagem bíblica: "Mas esta
casta de demônios não se expulsa senão pela oração e pelo jejum."
Mateus 17:21
Mas esta casta de demônios não se expulsa senão pela oração e pelo jejum.
"Porém,
assim como em outras mensagens da Virgem, todos esses terríveis
castigos vinham condicionados. No dia 15 de Setembro de 1936, o Frei
Estevão von Roettger antota em seu diário estas palavras de Maria: "Se
não rezarem e fizerem penitência, o comunismo virá ao Brasil.""
"Enquanto
ainda estavam acontecendo as aparições de Cimbres, o Papa Pio XI
publicava uma veemente Encíclica contra o comunismo - a carta Divini
Redemptoris -, na qual apontava, para esse problema, o mesmo remédio
apresentado por Nossa Senhora: oração penitência."
"Quando
os Apóstolos perguntaram ao Salvador por que é que não tinham podido
libertar do espírito maligno a um endemoniado, respondeu o Senhor:
"Demônios desta raça não se expulsam senão com oração e jejum" (Mt 17,
20). Também o mal que hoje atormenta a humanidade não poderá ser vencido
senão com uma santa cruzada universal de ORAÇÃO E PENITÊNCIA:e
recomendamos singularmente às Ordens contemplativas, masculinas e
femininas, que redobrem as suas súplicas e sacrifícios, para impetrarem
do Céu para a Igreja um válido socorro nas lutas presentes, com a
poderosa intercessão da Virgem Imaculada, a qual, assim como um dia
esmagou a cabeça da antiga serpente, assim também é hoje e sempre segura
defesa e invencível Auxílio dos Cristãos."
"Mensagens
como a de Nossa Senhora em Cimbres vêm para nos recordar algo de que nos
esquecemos com muita facilidade: a Palavra de Deus não perde nunca sua
força, atualidade e, principalmente, a sua capacidade de nos mover e
desconcertar. De fato, quando diz aos brasileiros que "se não rezarem e
fizerem penitência, o comunismo virá ao Brasil", o que a Virgem
Santíssima está dizendo senão que, com nossas orações, podemos mudar o
curso da história? Que, com nossa colaboração, Deus pretende não só
prevenir desgraças, mas também derramar suas graças sobre a Terra e,
nesse caso sobre a nossa terra."
"Se
porventura o movimento popular sair vencedor, como parece que vai
acontecer, e de eleições novas e limpas emergir um presidente de
verdade em vez dessa farsante semi-analfabeta, AÍ A BRIGA SE
TRANSFERIRÁ PARA O PLANO INTERNACIONAL, e será preciso muito apoio do
povo ao novo governante para que ele resista às pressões que
inevitavelmente tentarão fazê-lo submeter os interesses nacionais aos
de poderosas forças estrangeiras. Afinal, o comunopetismo, com seus
esforços de dissolver as soberanias nacionais num monstrengo chamado
"Pátria Grande", está perfeitamente alinhado e submisso aos planos da
Nova Ordem Global que ele diz combater, e que visam precisamente à
INTEGRAÇÃO MUNDIAL POR MEIO DE GRANDES INTEGRAÇÕES REGIONAIS. Os
autonomeados senhores do mundo não ficarão felizes de ver a queda do
seu querido pupilo, e tudo farão para que o novo presidente seja como
ele." Olavo de Carvalho 10 de abril de 2015