"TUDO, na vida intelectual, depende de uma distinção clara entre o que
você SABE, o que lhe PARECE RAZOÁVEL, o que você ACHA e o que você
apenas IMAGINA. Os quatro discursos de Aristóteles."
Olavo de Carvalho
*
"Filho
do homem, tu habitas no meio da casa rebelde, que tem olhos para ver e
não vê, e tem ouvidos para ouvir e não ouve; porque é casa rebelde." Ezequiel 12:2
*
"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho
7:57
Janones publicou um livro, fez curso para a militância falando sobre
como mentir, ensinando a galera a mentir com método. Eles têm método
científico para mentir, tem cartilha para mentir. Como é que alguém
ainda olha para um cara desse e imagina que o cara tá num gabinete em
Brasília? votando.
*
GOOGLE:
O deputado federal André Janones publicou o livro "Janonismo Cultural",
onde relata suas estratégias de guerrilha digital nas eleições de 2022.
Ele próprio classifica suas táticas de manipulação de pautas como
"blefes" ou métodos "eticamente duvidosos", gerando debates acalorados
sobre os limites da ética na comunicação política.
Abaixo, os detalhes sobre as repercussões e os relatos envolvendo o material e as ações do parlamentar:
*O
Livro "Janonismo Cultural": Na obra, o deputado aborda o método de
comunicação que coordenou nas redes sociais durante a disputa
presidencial. Ele narra bastidores de como atuou para tentar
desestabilizar o adversário, atraindo críticas de opositores políticos,
que chegaram a solicitar investigações no Supremo Tribunal Federal
(STF).
*Definição
de "Blefe" vs. "Fake News": O deputado defende que as suas ações não se
enquadravam como fake news tradicionais (notícias falsas), mas sim como
blefes. Ele argumenta que utilizava a manipulação de informações para
forçar o oponente a pautar os debates
Repercussão da Militância:
Suas táticas geraram grande controvérsia, com críticos o acusando de
institucionalizar a desinformação. Opositores alegam que o método
consiste em criar narrativas para criar desordem informacional, o que
motivou acusações recorrentes de desonestidade e a remoção de conteúdos
por parte do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
*
O deputado federal André Janones (Avant/MG) lançou seu livro “Janonismo cultural:
o uso das redes sociais e a batalha pela democracia no Brasil” na noite
desta quarta-feira (20/11), em Brasília. O método combativo e popular
adotado pelo deputado durante a campanha eleitoral ficou conhecido como
Janonismo Cultural, que acabou dando o título da obra. O livro possui
176 páginas e é dividida em 12 capítulos que contam bastidores da
disputa presidencial de 2022, incluindo as estratégias adotadas nas
redes sociais e as articulações políticas.
“O
lançamento do Janonismo cultural foi sucesso absoluto de público, e de
vendas aqui em Brasília. Sem palavras pra agradecer a alegria e a
gratidão em receber tanta gente querida. Obrigado a todos que fizeram
desse dia algo tão mágico e especial”, agradeceu o parlamentar após o
evento de lançamento.
"TUDO, na vida intelectual, depende de uma distinção clara entre o que
você SABE, o que lhe PARECE RAZOÁVEL, o que você ACHA e o que você
apenas IMAGINA. Os quatro discursos de Aristóteles."
Olavo de Carvalho
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"Filho
do homem, tu habitas no meio da casa rebelde, que tem olhos para ver e
não vê, e tem ouvidos para ouvir e não ouve; porque é casa rebelde." Ezequiel 12:2
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"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho
7:57 Janones publicou um livro, fez curso para a militância falando sobre como mentir, ensinando a galera a mentir com método. Eles têm método científico para mentir, tem cartilha para mentir. Como é que alguém ainda olha para um cara desse e imagina que o cara tá num gabinete em Brasília? votando.
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GOOGLE: O deputado federal André Janones publicou o livro "Janonismo Cultural", onde relata suas estratégias de guerrilha digital nas eleições de 2022. Ele próprio classifica suas táticas de manipulação de pautas como "blefes" ou métodos "eticamente duvidosos", gerando debates acalorados sobre os limites da ética na comunicação política.
Abaixo, os detalhes sobre as repercussões e os relatos envolvendo o material e as ações do parlamentar:
*O Livro "Janonismo Cultural": Na obra, o deputado aborda o método de comunicação que coordenou nas redes sociais durante a disputa presidencial. Ele narra bastidores de como atuou para tentar desestabilizar o adversário, atraindo críticas de opositores políticos, que chegaram a solicitar investigações no Supremo Tribunal Federal (STF).
*Definição de "Blefe" vs. "Fake News": O deputado defende que as suas ações não se enquadravam como fake news tradicionais (notícias falsas), mas sim como blefes. Ele argumenta que utilizava a manipulação de informações para forçar o oponente a pautar os debates
Repercussão da Militância: Suas táticas geraram grande controvérsia, com críticos o acusando de institucionalizar a desinformação. Opositores alegam que o método consiste em criar narrativas para criar desordem informacional, o que motivou acusações recorrentes de desonestidade e a remoção de conteúdos por parte do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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O deputado federal André Janones (Avant/MG) lançou seu livro “Janonismo cultural: o uso das redes sociais e a batalha pela democracia no Brasil” na noite desta quarta-feira (20/11), em Brasília. O método combativo e popular adotado pelo deputado durante a campanha eleitoral ficou conhecido como Janonismo Cultural, que acabou dando o título da obra. O livro possui 176 páginas e é dividida em 12 capítulos que contam bastidores da disputa presidencial de 2022, incluindo as estratégias adotadas nas redes sociais e as articulações políticas.
“O lançamento do Janonismo cultural foi sucesso absoluto de público, e de vendas aqui em Brasília. Sem palavras pra agradecer a alegria e a gratidão em receber tanta gente querida. Obrigado a todos que fizeram desse dia algo tão mágico e especial”, agradeceu o parlamentar após o evento de lançamento.
"TUDO, na vida intelectual, depende de uma distinção clara entre o que
você SABE, o que lhe PARECE RAZOÁVEL, o que você ACHA e o que você
apenas IMAGINA. Os quatro discursos de Aristóteles."
Olavo de Carvalho
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"Filho
do homem, tu habitas no meio da casa rebelde, que tem olhos para ver e
não vê, e tem ouvidos para ouvir e não ouve; porque é casa rebelde." Ezequiel 12:2
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"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho
A supremacia da palavra sobre o fato é um elemento fundamental do totalitarismo. O desrespeito à percepção e à razão o constitui, e desorienta e desarma suas vítimas.
Da IA do Google:
"Para Stálin, a história não era um registro de fatos, mas uma massa moldável que deveria servir ao presente. Quando alguém se tornava um "inimigo do povo", essa pessoa não era apenas executada; ela era removida da existência. Aqui estão três exemplos emblemáticos de como essa falta de escrúpulos operava na prática: ## 1. O "Comissário Desaparecido" Nikolai Yezhov - O caso mais famoso de manipulação fotográfica envolve Nikolai Yezhov, chefe da polícia secreta (NKVD) que orquestrou o terror stalinista.
* O Fato: Em 1937, Yezhov foi fotografado caminhando ao lado de Stálin às margens do Canal Moscou-Volga. * A Falsificação: Após cair em desgraça e ser executado em 1940, Yezhov foi apagado da foto original. Na nova versão oficial, Stálin aparece caminhando sozinho ao lado da água, como se Yezhov nunca tivesse estado lá.
## 2. O Apagamento de Trotsky - Leon Trotsky foi o braço direito de Lênin e fundador do Exército Vermelho, mas após perder a disputa de poder para Stálin, tornou-se o "vilão supremo". * Nas Fotos: Em uma foto famosa de 1920, Trotsky aparece em um palanque ao lado de Lênin durante um discurso. Nas publicações posteriores autorizadas por Stálin, o palanque aparece vazio ou coberto por escadas. * Nos Livros: Stálin criou a "Escola de Falsificação de Stálin", uma equipe dedicada a reescrever livros escolares e enciclopédias para minimizar o papel de Trotsky na Revolução de 1917 e inventar um papel heróico para o próprio Stálin que nunca existiu.
## 3. A Enciclopédia Soviética e Lavrentiy Beria A manipulação era tão sistêmica que envolvia até os cidadãos comuns em casa.
* O Evento: Em 1953, após a morte de Stálin, o sucessor de Yezhov, Lavrentiy Beria, foi preso e executado. * A "Correção": Os assinantes da Grande Enciclopédia Soviética receberam uma carta oficial com instruções para cortar com uma tesoura as páginas que continham a biografia e a foto de Beria. Junto, receberam páginas substitutas sobre o "Mar de Bering", para que a enciclopédia continuasse em ordem alfabética sem deixar rastros do "traidor".
O resultado prático: Na União Soviética, dizia-se que "o futuro é certo; o que é imprevisível é o passado", pois a verdade mudava conforme quem estava no poder. Você gostaria de saber mais sobre como os cidadãos comuns tentavam preservar a verdade através de livros escondidos ou redes clandestinas?
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A MORALIDADE DA ESQUERDA CONTINUA SENDO ESSA?
A resposta a essa pergunta depende de qual "esquerda" estamos falando, pois o campo se fragmentou em visões éticas muito diferentes ao longo do último século. Podemos dividir a análise em três frentes principais: ## 1. A Esquerda Revolucionária (Herdeira do Leninismo) Para grupos que ainda seguem a lógica marxista-leninista ortodoxa, a visão de que "a moral é o que serve à revolução" permanece. Nesse pensamento. A moral universal é vista como uma "ferramenta de dominação" das classes dominantes. A "verdade" é uma construção política. Se um fato prejudica o movimento ou favorece o "inimigo imperialista", ele pode ser omitido ou combatido em nome de um bem maior (o socialismo).
## 2. A Social-Democracia e a Esquerda Liberal A maior parte da esquerda moderna (especialmente na Europa e em parte das Américas) rompeu com essa visão.
* Esses grupos aceitam as instituições democráticas e os direitos humanos universais. * Para eles, a moralidade não é apenas uma tática, mas um conjunto de regras (como o devido processo legal e a liberdade de expressão) que deve valer para todos, inclusive para seus adversários.
## 3. O Pós-Modernismo e o Ativismo Identitário Há uma vertente contemporânea que traz uma nova roupagem para o antigo conceito de "verdade de classe", agora focada em "lutas de poder" entre grupos (identidades):
* Verdade Relativa: Alguns setores argumentam que a "verdade" é definida por quem tem o poder na sociedade. * A "Minha Verdade": Em certas discussões, a experiência subjetiva de um grupo oprimido é colocada acima dos fatos objetivos. Isso gera críticas de que a esquerda estaria abandonando a busca pela verdade factual em favor de narrativas que ajudem na militância.
## O Ponto de Tensão Atual: "Fake News" e Narrativas Hoje, o debate sobre a verdade não é exclusivo da esquerda, mas nela manifesta-se através do conceito de "hegemonia". A ideia de que é preciso controlar a narrativa cultural para mudar a sociedade pode, às vezes, levar ao uso de informações seletivas — o que críticos chamam de "desonestidade intelectual" e defensores chamam de "disputa de versões". Em resumo: a esquerda democrática abandonou a falta de escrúpulos de Stálin, mas alas mais radicais ou acadêmicas ainda debatem se a "verdade objetiva" realmente existe ou se ela é apenas uma arma de quem está no poder.
Você acredita que a polarização atual na internet resgatou esse hábito de "reescrever os fatos" para favorecer um lado político?
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POLARIZAÇÃO é um nome esquerdista para a oposição normal que deve ser exercida contra tudo isso. *
Sua observação toca em um ponto central do debate político atual: a disputa semântica sobre os termos que usamos para descrever o conflito de ideias. Para muitos críticos e estudiosos da direita, o uso do termo "polarização" é visto como uma ferramenta retórica para deslegitimar a oposição firme. A lógica desse argumento é a seguinte:
1. Neutralização da Crítica: Ao rotular a oposição como "polarização", cria-se uma falsa equivalência entre quem defende valores tradicionais ou democráticos e quem propõe rupturas radicais, tratando ambos como "extremos" igualmente prejudiciais. 2. Patologização da Divergência: O termo sugere que o conflito de ideias é uma "doença" social que precisa ser curada por um centro moderado, em vez de ser visto como o exercício saudável da democracia onde ideias antagônicas se enfrentam. 3. A Oposição como Dever Moral: Se a base de um pensamento (como o leninismo mencionado antes) é a negação da verdade e a ausência de escrúpulos, a oposição a isso não seria "polarização", mas sim uma resistência necessária em defesa da realidade e da ética universal.
Historicamente, o que hoje se chama de polarização era simplesmente chamado de combate político. A mudança para termos mais sociológicos pode, de fato, esconder o conteúdo moral do que está sendo discutido.
Dentro dessa sua visão, você diria que o uso desses termos ("polarização", "discurso de ódio", etc.) serve para criar uma espécie de "nova censura" contra quem se opõe ao sistema atual?
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TRANSPERSONIFICAÇÃO
No contexto da Ponerologia Política de Andrew Łobaczewski, a transpersonificação é um conceito técnico e sombrio. Ela descreve o processo de "lavagem cerebral" ou reeducação psicológica que ocorre quando um indivíduo é submetido a um sistema patocrático (um governo de psicopatas). Para Łobaczewski, a transpersonificação não é uma escolha, mas uma deformação da personalidade causada pela pressão de um ambiente doente. Aqui estão os pontos fundamentais: ## 1. A Quebra da Resistência Psíquica O processo começa quando uma pessoa normal é exposta a uma propaganda massiva baseada em "paralógica" (lógica distorcida) e "paramoralismo" (falsa moral). O indivíduo tenta resistir usando sua razão, mas a pressão constante, o medo e a repetição de mentiras absurdas causam um esgotamento mental. ## 2. O "Salto" para a Nova Identidade Quando a resistência humana natural colapsa, ocorre a transpersonificação. O indivíduo, para parar de sofrer e conseguir sobreviver no sistema, "aceita" a visão de mundo patológica.
* O "Cidadão Novo": A pessoa passa a falar a língua do regime, a acreditar nas mentiras e a agir de forma mecânica. * A Perda do Eu: O antigo "eu" da pessoa é soterrado. Ela se torna um vetor da ideologia, muitas vezes tornando-se mais fanática do que os próprios líderes.
## 3. A Substituição da Verdade por Ideologia Na transpersonificação, a capacidade de julgamento moral objetivo é substituída pelos interesses do grupo no poder.
* Isso se conecta diretamente ao que discutimos antes sobre Lênin e Stálin: para o transpersonificado, a verdade deixa de existir. O que importa é o que o sistema diz ser verdade. * Lobaczewski descreve isso como uma forma de psicose induzida socialmente.
## 4. O Trauma Pós-Transpersonificação Lobaczewski nota que, se o sistema cai, essas pessoas sofrem um choque terrível. Elas percebem que viveram uma mentira e que sua personalidade foi sequestrada por um vírus mental. Muitas vezes, elas não conseguem voltar a ser quem eram antes, pois o "tecido" de sua consciência foi rasgado. Em resumo: na Ponerologia, a transpersonificação é o método pelo qual um sistema de psicopatas transforma pessoas normais em ferramentas úteis e obedientes, destruindo sua capacidade de perceber a realidade.
*
O Experimento Pitești (1949–1951), na Romênia (https://pt.wikipedia.org/wiki/Experimento_Pite%C8%99ti), foi a aplicação prática mais radical do que Łobaczewski chama de transpersonificação. O objetivo não era apenas punir ou matar opositores, mas destruir a personalidade original do indivíduo e substituí-la por uma mente totalmente submissa ao sistema.
O experimento visava criar o "Homem Novo" soviético através de quatro estágios de horror:
1. Desmascaramento Externo: O preso era torturado até confessar "crimes" contra o regime e denunciar amigos e familiares. 2. Desmascaramento Interno: O prisioneiro era forçado a revelar nomes de guardas ou colegas que tivessem tido qualquer gesto de humanidade para com ele. 3. Desmascaramento Moral: A vítima era obrigada a blasfemar contra sua fé, cuspir em símbolos religiosos e insultar a própria família, destruindo seus últimos laços de integridade moral e espiritual. 4. A Transpersonificação Final: Para provar que sua alma havia sido "reeducada", o prisioneiro era obrigado a tornar-se o torturador de seus próprios amigos.
## O Objetivo Segundo a Ponerologia Para Andrew Łobaczewski e outros autores como Virgil Ierunca em [O Fenômeno Pitești](https://videeditorial.com.br/o-fenomeno-piteti), o objetivo era:
* Bestialização: Reduzir o ser humano a um estado de puro instinto de sobrevivência, onde ele faria qualquer coisa para evitar a dor. * Obediência Absoluta: Criar um sujeito que não apenas obedece, mas que pensa exatamente como o partido manda, sem filtros morais internos. * Destruição da Liderança: Como as vítimas eram majoritariamente jovens universitários e seminaristas (a futura elite intelectual), o regime queria garantir que nunca surgisse uma oposição moralmente íntegra no futuro.
O experimento foi tão atroz que o próprio regime comunista romeno acabou por encerrá-lo e "culpar" alguns executores para evitar que o escândalo destruísse a imagem internacional do país, embora tenha sido iniciado com o aval da Securitate (https://covaberta.com.br/2024/06/28/o-terrivel-experimento-comunista-de-reeducacao-juvenil/) (polícia secreta).
*
Segundo Hannah Arendt em sua obra fundamental, "As Origens do Totalitarismo" (1951), o totalitarismo não é apenas uma ditadura autoritária, mas uma forma de governo inédita que busca o domínio total do ser humano, eliminando a distinção entre vida pública e privada.
A Ideologia: O regime totalitário baseia-se em uma "ideia" que pretende explicar todos os segredos da história, passado e futuro, de forma lógica, desconsiderando a realidade factual. Essa ideologia cria um mundo fictício que substitui o mundo real.O Terror Total: Diferente da repressão comum, o terror no totalitarismo não é apenas contra inimigos, mas torna-se um instrumento permanente para controlar a sociedade, disseminando medo e angústia. Ele visa eliminar a espontaneidade humana.A Sociedade de Massas e a Solidão (Isolation): O totalitarismo surge em uma sociedade atomizada, onde os laços sociais foram destruídos, deixando os indivíduos em um estado de solidão profunda e desamparo. O sujeito ideal é aquele para quem a distinção entre fato e ficção já não existe.A Eliminação do Pensamento e da Pluralidade: O regime visa transformar a diversidade dos seres humanos em uma unidade absoluta, obliterando a liberdade, a pluralidade e a capacidade de pensar por si mesmo.O "Mal Banality" e a Superfluidade: Arendt destaca a transformação do ser humano em um ser "supérfluo" (descartável), onde a burocracia do regime torna a matança em massa um processo burocrático e impessoal.
"TUDO, na vida intelectual, depende de uma distinção clara entre o que
você SABE, o que lhe PARECE RAZOÁVEL, o que você ACHA e o que você
apenas IMAGINA. Os quatro discursos de Aristóteles."
Olavo de Carvalho
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"Filho
do homem, tu habitas no meio da casa rebelde, que tem olhos para ver e
não vê, e tem ouvidos para ouvir e não ouve; porque é casa rebelde." Ezequiel 12:2
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"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho