George
Soros, Barack Obama e Hillary Clinton orquestraram um golpe no Vaticano
para derrubar o Papa Conservador Bento XVI em Fevereiro de 2013, de
acordo com e-mails do Wikileaks.
Papa Bento se tornou o primeiro
papa a renunciar desde o Papa Gregório XII em 1415 e o primeiro a
fazê-lo por iniciativa própria desde o Papa Celestino V em 1294.
O
grupo de líderes Católicos cita novas evidências descobertas em e-mails
publicados pelo Wikileaks para “afirmar” que o Papa Conservador Bento
não renunciou por iniciativa própria, mas foi removido do Vaticano por
um golpe de estado que o grupo de pesquisadores está chamando de
“Primavera Católica”.
Soros, Obama e Clinton usaram a máquina
diplomática Americana, força política e poder financeiro para coagir,
corromper e chantagear uma “mudança de regime” na Igreja Católica Romana
para substituir o Conservador Bento pelo atual Papa Francisco – que
tornou-se desde então um inesperado porta-voz da esquerda internacional,
chocando os Católicos ao redor do mundo.
Agora, o grupo de
líderes Católicos enviou uma carta para o Presidente Trump insistindo
que ele inicie uma investigação oficial nas atividades de Soros, Obama e
Clinton (e outros) que o grupo alega terem se envolvido em orquestrar a
Primavera Católica que resultou no seu objetivo de “mudança de regime”
no Vaticano. Os líderes Católicos citam 8 perguntas específicas que eles
desejam obter respostas em relação aos eventos suspeitos que levaram à
renúncia de Papa Bento, a primeira renúncia papal em 700 anos.
“Especificamente, nós temos razões para acreditar que a ‘mudança de
regime’ no Vaticano foi arquitetada pela administração Obama,” dizem os
solicitantes, em sua carta de 20 de Janeiro para o Presidente Trump.
“Surpreendemo-nos ao descobrir,” a carta destaca, “que, durante o
terceiro ano do primeiro termo da administração Obama a sua antes
oponente, Secretária de Estado Hillary Clinton, e outros oficiais do
governo com quem ela se associou propuseram uma ‘revolução’ Católica na
qual o fim do que restou da Igreja Católica na América chegaria.”
A carta inclui links para documentos e notícias destacando as
afirmações do grupo. Inicialmente a carta destaca os notórios e-mails de
Soros-Clinton-Podesta divulgados no final do ano passado pela
Wikileaks, onde Podesta e outros progressistas discutem uma mudança de
regime para remover o que eles chamam de “ditadura da idade média” na
Igreja Católica.
Quanto aos e-mails de Podesta em questão, o New American informou em outubro passado:
“Podesta, um antigo conselheiro/confidente de Clinton e ativista
escolhido a dedo pelo financiador de esquerda George Soros, revelou em
um e-mail de 2011 que ele e outros ativistas estavam trabalhando para
efetuar uma revolução chamada “Primavera Católica” dentro da Igreja
Católica, uma óbvia referência aos golpes de estado desastrosos da
“Primavera Árabe”, organizados no mesmo ano pela equipe
Obama-Clinton-Soros, que desestabilizou o Oriente Médio e trouxe regimes
islâmicos radicais e grupos terroristas para o poder na região. O
e-mail de Podesta é uma resposta a outro radical financiado por Soros –
Sandy Newman, fundador do grupo progressista “Vozes Progressivas. Newman
escreveu a Podesta buscando conselhos sobre a melhor maneira de
“plantar as sementes da revolução” na Igreja Católica, que ele descreveu
como uma “ditadura da Idade Média”.
Em sua carta ao presidente Trump, o grupo de líderes Católicos escreve:
“Aproximadamente um ano após esta discussão por e-mail, que nunca se
pensou seria um dia publicada, achamos que o Papa Bento XVI abdicou em
circunstâncias altamente incomuns e foi substituído por um Papa cuja
missão aparente é fornecer um componente espiritual à agenda ideológica
radical da esquerda internacional. O Pontificado do Papa Francisco,
posteriormente, questionou sua própria legitimidade em inúmeras
ocasiões”.
“Continuamos intrigados com o comportamento desse Papa
com bagagem ideológica, cuja missão parece ser avançar as agendas
seculares da esquerda, em vez de orientar a Igreja Católica em Sua
missão sagrada”, dizem eles, expressando os pensamentos de milhões de
Católicos ao redor do mundo, chocados pela ideologia de esquerda do Papa
Francisco. “Não é simplesmente o papel apropriado de um papa ser
envolvido na política, a ponto de ser considerado o líder da esquerda
internacional”.
Eles continuam:
“Com tudo isso em mente, e
desejando o melhor para o nosso país e para os Católicos em todo o
mundo, acreditamos que seja responsabilidade de Católicos leais e
informados dos Estados Unidos solicitarem que você autorize uma
investigação sobre as seguintes questões:
– Para que fim a Agência Nacional de Segurança estava monitorando o conclave que elegeu o Papa Francisco?
– Que outras operações secretas relacionadas com a renúncia do Papa
Bento XVI ou com o conclave que elegeu o Papa Francisco foram realizadas
por oficiais do governo dos EUA sobre?
– Agentes do governo dos EUA entraram em contato com o “Cardeal Danneels Mafia”?
– As transações monetárias internacionais com o Vaticano foram
suspensas nos últimos dias antes da renúncia do Papa Bento XVI. Alguma
agência governamental dos EUA esteve envolvida nisso?
– Por que
as transações monetárias internacionais foram retomadas em 12 de
fevereiro de 2013, um dia depois de Bento XVI ter anunciado sua
renúncia? Foi pura coincidência?
– Quais ações, se houveram,
foram realmente tomadas por John Podesta, Hillary Clinton e outros
ligados ao governo Obama que participaram da discussão propondo o
fomento de uma “Primavera Católica”?
– Qual foi o propósito e a
natureza do encontro secreto entre o vice-presidente Joseph Biden e o
Papa Bento XVI no Vaticano em 3 de junho de 2011?
– Quais os
papéis desempenhados por George Soros e outros financiadores
internacionais que podem estar atualmente residindo em território dos
Estados Unidos?”
A investigação que o grupo de líderes Católicos
está solicitando ao presidente Trump deve ser de interesse para mais do
que apenas Católicos. A capacidade de George Soros de cooptar figuras
líderes políticos para auxiliar seus planos radicais em estados-nação é
bem conhecida; mas a sua capacidade de forçar a “mudança de regime” na
Igreja Católica, uma instituição que parecia ser impenetrável do
exterior, levanta sérias questões sobre o seu potencial para o caos
global. A investigação – e punição – deve começar imediatamente.
Tradução livre de Eduardo Baldoino: para ver o artigo original, ver link nos comentários
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WikiLeaks: Conservative Pope Benedict Was Forced To Resign By ‘Deep State’
https://newspunch.com/wikileaks-pope-benedict-deep-state/
Wikileaks: Papa Conservador foi forçado a renunciar pelo “Deep State”
https://www.tercalivre.com.br/wikileaks-papa-conservador-foi-forcado-renunciar-pelo-deep-state/
ARQUIVOS WIKILEAKS
https://file.wikileaks.org/file/
CONSPIRAÇÕES NA IGREJA - O ATAQUE DE MOSCOU À IGREJA - ION MIHAI PACEPA
https://conspiratio3.blogspot.com/2015/01/conspiracoes-na-igreja-corromper-igreja.html
CONSPIRAÇÃO DA KGB CONTRA O VATICANO
Escrito por Ion Mihai Pacepa - 2015
Corromper a Igreja é uma das prioridades da KGB.
Atualmente, está prestes a ser publicado um livro que irá revelar a
identidade de outros 39 sacerdotes cujos nomes foram descobertos nos
arquivos da polícia secreta de Cracóvia, alguns deles bispos atualmente.
Além disso, essas revelações parecem ser apenas a ponta do iceberg. Uma
comissão especial em breve iniciará uma investigação sobre a atuação de
todos os religiosos durante a era comunista, quando, acredita-se,
milhares de sacerdotes católicos daquele país colaboraram com a polícia
secreta. Isto apenas na Polônia – os arquivos da KGB e os da polícia
política nos demais países do antigo bloco soviético ainda precisam ser
abertos para investigar as operações contra o Vaticano.
https://web.archive.org/web/20160411093517/http://www.midiasemmascara.org/artigos/desinformacao/15631-o-ataque-de-moscou-ao-vaticano.html