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segunda-feira, 29 de janeiro de 2024

OLAVO DE CARVALHO - A ESTRATÉGIA DE GRAMSCI - DESONESTIDADE INTELECTUAL E SUPRESSÃO E DA ALTA CULTURA Tragédia Cultural

 

 

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Suprimida a Lei Natural, o comunismo desencadeia o mal sem limites:

Encíclica Divinis Redemptoris
Horrores do Comunismo na Espanha

"Não é esta ou aquela igreja destruída, este ou aquele convento arruinado; mas, onde quer que lhes foi possível, todos os templos, todos os claustros religiosos, e ainda quaisquer vestígios da religião cristã, posto que fossem monumentos insignes de arte e de ciência, tudo foi destruído até os fundamentos! E não se limitou o furor comunista a trucidar bispos e muitos milhares de sacerdotes, religiosos e religiosas, alvejando dum modo particular aqueles e aquelas que se ocupavam dos operários e dos pobres; mas fez um número muito maior de vítimas em leigos de todas as classes, que ainda agora vão sendo imolados em carnificinas coletivas, unicamente por professarem a fé cristã, ou ao menos por serem contrários ao ateísmo comunista. E esta horripilante mortandade é perpetrada com tal ódio e tais requintes de crueldade e selvajeria, que não se julgariam possíveis em nosso século.
Ninguém de são critério, quer seja simples particular, quer homem de Estado, cônscio da sua responsabilidade, ninguém absolutamente, repetimos, pode deixar de estremecer de sumo horror, se refletir que tudo quanto hoje está sucedendo na Espanha, pode amanhã repetir-se também em outras nações civilizadas.
Nem se pode asseverar que semelhantes atrocidades são conseqüências fatais de todas as grandes revoluções, como excessos esporádicos de exasperação, comuns a qualquer guerra: não, são frutos naturais do sistema, cuja estrutura não obedece a freio algum interno. Um freio é necessário ao homem, tanto individualmente como socialmente considerado; e é por isso que até os povos bárbaros reconheceram o vínculo da lei natural, esculpida por Deus na alma de cada homem. E, quando a observância dessa lei foi tida por todos como um dever sagrado, viram-se nações antigas atingir um tal esplendor de grandeza, que espanta, ainda mais até do que é razão, aqueles que só superficialmente compunham os documentos da história humana. Mas quando se arranca das mentes dos cidadãos a própria idéia de Deus, necessariamente os veremos precipitar-se na crueldade mais selvagem, e na ferocidade dos costumes."

CARTA ENCÍCLICA DIVINIS REDEMPTORIS DE SUA SANTIDADE PAPA PIO XI SOBRE O COMUNISMOATEU

 

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 CONAE - AVANÇA A AGENDA DE GÊNERO Hermes Rodrigues Nery - https://youtu.be/iSDeg_4z1uQ

MYRIAN RIOS - FIQUE ATENTO, DEMÔNIO ESTÁ EM TODA PARTE! -  https://youtu.be/Fryw6XTedq8?t=106

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CAROLINE DE TONI - EDUCAÇÃO EM JOGO: A VERDADE SOBRE A CONAE.- AVANÇA A AGENDA DE GÊNERO  https://conspiratio3.blogspot.com/2024/01/educacao-em-jogo-verdade-sobre-conae.html

 

sábado, 25 de outubro de 2014

Terrorismo, Guerrilha, Comissão da Verdade, Decreto 8.243 e Intervenção Militar!

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  Ao final do vídeo é dito que se tudo der errado nesta eleição, peça intervenção militar em 03/11/2014, 9:00 h.

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Lava-Jato: executivos de empreiteiras entram em desespero e preparam familiares para o pior
http://ucho.info/lava-jato-escandalo-levou-executivos-de-empreiteiras-ao-desespero-e-a-preparar-familiares-para-o-pior

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OCC - Organização de Combate à Corrupção
 
A ERA PT

1. O pobre não entrava na faculdade.
O que o PT fez? Investiu na Educação?
Não, tornou a prova mais fácil.


2. Mesmo assim, os negros continuaram a não conseguir entrar na faculdade.
O que o PT fez? Melhorou a qualidade do ensino médio? Não, destinou 30% das vagas nas universidades públicas aos negros que entram sem fazer as provas.


3. O analfabetismo era grande.
O que o PT fez? Incentivou a leitura? Não, passou a considerar como alfabetizado quem sabe escrever o próprio nome.


4. A pobreza era grande.
O que o PT fez? Investiu em empregos e incentivos à produção e ao empreendedorismo? Não. Baixou a linha da pobreza e passou a considerar classe média quem ganha R$300,00.


5. O desemprego era pleno.
O que o PT fez? Deu emprego? Não. Passou a considerar como empregado quem recebe o bolsa família ou não procura emprego.


6. A saúde estava muito ruim.
O que o PT fez? Investiu em hospitais e em infraestrutura de saúde, criou mais cursos na área de medicina? Não. Importou um monte de cubanos que sequer fizeram a prova para comprovar sua eficiência e que aparentemente nem médicos são. (Um já foi identificado como capitão do exército cubano)


sexta-feira, 5 de setembro de 2014

GRAMSCISMO: O MÉTODO APLICADO PARA DOMÍNIO DE NOSSA NAÇÃO JÁ ESTAVA ESCRITO HÁ TEMPOS

 
 

GRAMSCISMO: O “NOVO” MÉTODO APLICADO PARA DOMÍNIO DE NOSSA NAÇÃO JÁ ESTAVA ESCRITO HÁ TEMPOS.

Recomendamos leitura deste livro, pois demonstra de maneira clara os métodos aplicados por partidos de esquerda (PSOL, PT, PCdoB etc) para domínio de nossa sociedade. É impressionante a identificação e a perfeita sincronia com fatos, os ideais defendidos pelas esquerdopatas, com técnicas defendidas antes de 1935 e perfeitamente aplicadas na sociedade de hoje.

Trecho retirado do livro: A Revolução Gramscista no Ocidente (Sérgio Coutinho)

"Com o colapso do comunismo na Europa, os movimentos revolucionários mundiais renovaram seu interesse pelo Terceiro Mundo.

Os países da América Latina, que partilharam historicamente valores e princípios da cultura ocidental e cuja posição geográfica os aproxima naturalmente dos Estados Unidos, estavam presumidamente mais aptos a absorver doutrina formulada por Marx e Engels, no século XIX, e aperfeiçada por Lenin, no início do século XX. Tornaram-se, naturalmente, alvos de renovado interesse como campo de expansão do comunismo, de acordo com teoria revolucionárias que espalharam focos de guerrilha pelo continente (foquismo), na crença tradicional de que a tomada do poder passava necessariamente pela luta armada.

O fracasso dessas tentativas levou líderes da esquerda ideológica mundial a buscarem outro caminho para atingiur seus fins. E o encontraram na teoria de Antônio Gramsci, ideólogo comunista italiano falecido em 1937.

Nas condições do mundo moderno, o método moderno aplicável é o de instalar na opinião pública, de forma lenta e gradual, a ideia revolucionária sem jamais deixar perceber que isso esteja acontecendo. A via pacífica, a manutenção das leis, a aparência democrática, entorpecer consciências e aliciar defensores inocentes de uma ação insuspeita. As modificações visando à revolução marxista devem ser sutis e adotadas pacientemente, utilizando instrumentos legais e constitucionais, tais como consultas à sociedade civil organizada (sindicatos, ONGs etc.), bem como programas de caráter político, mas apresentados como de índole social, popular e defesa dos direitos humanos (Programa Nacional de Direitos Humanos).

É desse emaranhado de conceitos e teorias que o autor pinça a estratégia gramcista e as duas fases em que ela se desenvolve: a da hegemonia e da ocupação.

A hegemonia consiste em criar uma mentalidade uniforme sobre todas as questões de forma a anestesiar o senso crítico e a uniformizar o senso comum (donde a importância em controlar a imprensa e fortalecer a propaganda). É a hegemonia que leva as pessoas a aceitarem o que lhes dizem sem contestação; a tolerar sem se escandalizar crimes de invasão, destruição e ocupação de propriedades; a admitir como prática aceitável movimentos políticos que se escondem sob objetivos que se escondem sob objetos ditos “sociais”; que tais movimentos sem existência legal recebam verbas em chavões do tipo “justiça social”, “direitos humanos”, “cidadania” e outros semelhantes ecos da velha luta de classes proposta por Marx e Engels no Manifesto Comunista de 1848.

Outra ocupação da estratégia de Gramsci é a ocupação dos espaços. É preciso nomear pessoas alinhadas com a ideologia para todos os postos capazes de promover a perda do senso crítico e o estabelecimento da hegemonia. É o aparelhamento do Estado, fenômeno perfeitamente visível no Brasil, onde foram criados cargos ministeriais para beneficiar políticos aliados (alguns derrotados em pleitos eleitorais) sem uma séria ponderação sobre sua real necessidade para a administração pública. Essa prática alatra-se pelas empresas estatais, fundos de pensão e outro órgãos da administração e gera a falsa necessidade de novos cargos, generosamente criados aos milhares, ditos “em comissão”,para contentar correntes políticas alinhadas ideológica ou “fisiológicamente”com o governo."

Nilson Vieira Ferreira de Mello

Membro do Conselho Editorial da Biblioteca do Exército


https://www.facebook.com/RESERVISTASDOEXERCITOBRASILEIRO/photos/a.1434741290115561.1073741828.1434714790118211/1489450621311294/?type=1&theater



Para quem acha que a Campanha de Aécio Neves esta devagar saiba qe o PCC esta mandando Matar policiais Tucanos e mandando todos votarem no PT . Existe muita Coisa que o Povo não sabe ...tal como ás ameaças que Aécio Neves vem sofrendo sem divulgar .

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

MAIS UM CONSPIRADOR GRAMSCIANO - Saul Alinksy e o Império do Radicalismo Político



Publicado em 04/12/2013

Palestra realizada na PUC-SP por Silvio Medeiros, promovido pelo grupo de Formação Política sobre Saul Alinsky, fiel discípulo de Gramsci e mentor ideológico de Barack Obama.
Para ouvir essa palestra, acesse: https://soundcloud.com/forma-o-pol-tica
Para assistir a palestra de David Horowitz e os princípios da guerra política, acesse abaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=KNCAUf...


CONSPIRAÇÃO GRAMSCIANA - A DITADURA CHEGANDO NA PONTA DOS PÉS http://youtu.be/nQbOVqq93l4



quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

O POLITICAMENTE CORRETO É ARMA NA GUERRA CULTURAL GRAMSCIANA



A ideologia do politicamente correto.
Pela primeira vez, os americanos não são livres hoje para dizer o que pensam. Se eles dizem alguma coisa considerada ofensiva, insensível, discurso de ódio, eles podem entrar em sérios problemas.
Documentário que mostra a história do politicamente correto e do programa marxista cultural, a vertente marxista mais bem sucedida no Ocidente, predominando na academia americana e no restante do Ocidente.
Traduzido e legendado pelo Grupo de Estudos Roberto Campos
Créditos pela tradução:
Tiago Cabral
Ernane Garcia
Esdras Beline
Para conhecer o trabalho no facebook
Grupo de estudos formado por alunos da FGV-RJ, ligado à rede Estudantes Pela Liberdade, que busca disseminar o liberalismo na sua vertente clássica e a economia de mercado promovendo debates, grupos de leitura e eventos.
https://www.facebook.com/gruporoberto...
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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

ESTRATÉGIAS DA ESCOLA DE FRANKFURT

A estratégia da Escola de Frankfurt




O que de mais importante se pode assimilar da forma de operação da Escola de Frankfurt é que eles desenvolveram tácticas que visavam a implementação da revolução comunista. Frustrados com o facto do marxismo - economicamente - não ter o que era preciso, eles - os teóricos da Escola de Frankfurt - adicionaram aspectos culturais.

Embora existam várias sub-técnicas, aquelas que têm um peso maior são:

1. Teoria Crítica

Esta técnica consiste em rodear e atacar a civilização ocidental e todos os seus alicerces (igrejas, família, economia) de todos os ângulos. Este ataque não é baseado na lógica e na racionalidade e nem tem como alvo aqueles que são politicamente mais informados. (É por isso que é tão fácil encontrar contradição na "lógica" esquerdista) Este ataque tem como finalidade desmoralizar as massas de modo a que elas percam - também - a vontade e a força para resistir à imposição da vontade da elite esquerdista.

Este ataque consiste na ridicularização, no envergonhar, na vitimização, na personalização da vítimas, na colectivização da culpa, nos gatilhos emocionais, na contagem de "estórias", na infiltração de instituições de comunicação (órgãos de informação, universidades, cultura popular, "peritos" científicos), no pensamento de grupo aceitável e "não-aceitável", na mobilização de grupos de interesse, no suborno , na rejeição de responsabilidades (aborto), e na repetição ad nauseum.

Os ataques levados a cabo pela Teoria Crítica não se baseiam em queixas individuais válidas, mas sim na própria existência da Civilização Ocidental em si. Tudo aquilo queA promove a superioridade da cultura Ocidental é, por defeito, algo que tem que ser destruído. Os marxistas culturais atacam (apenas e só) com o propósito de desacreditar todo o edifício cultural ocidental e acelerar assim a "revolução" (isto é, a instalação da ditadura esquerdista).

2. Politicamente Correcto


O Politicamente Correcto foi criado como forma de expandir a guerra de classes económica para a guerra de classes cultural. Foi esta forma de pensar que gerou o conceito da Raça / Sexo / Classe, que expande o conceito marxista da estruturação das classes. Fazer o papel de vítima satisfaz a natureza humana de desejar o que não lhe pertence. Isto é feito suprimindo o discurso político que não se alinha com a esquerda militante chamando-o de "discurso de ódio", e classificando preferências políticas e gostos sexuais de "direitos".

Qualquer voz que não aceite esta nova reestruturação social é classificada de "racista", "sexista", "homofóbica", "machista", "nazi" e assim por diante.
A Teoria Crítica é a espada que ataca a civilização ocidental e o Politicamente Correcto é o escudo que protege os "grupos-vítima", dando-lhes assim livre acção. É por isto que uma activista feminista pode chamar os nomes mais terríveis aos homens, ao mesmo tempo que estes mesmos homens estão ideologicamente impedidos de dizer em público que
existem diferenças psicológicas e biológicas entre os homens e as mulheres.

A Teoria Crítica e o Politicamente Correcto podem facilmente ser combinados. Por exemplo, os "direitos dos homossexuais" em nada estão relacionados com os verdadeiros propósitos e desejos dos homossexuais. O que se passa é que a Teoria Crítica classificou os valores morais Cristãos como fundamentos da Civilização Ocidental, e como tal, esses valores tinham que ser destruídos. O mesmo se passa com a família.

O activismo homossexual leva a cabo o propósito da Escola de Frankfurt de destruir a Civilização Ocidental, destruindo a família e o Cristianismo (alicerces da Civilização Ocidental). A ideia de atacar a família e o Cristianismo veio primeiro. Depois disso, os teóricos buscaram formas de o fazer, identificando o activismo homossexual (e a promoção do comportamento em si) como uma táctica.

Conseguem ver a manobra? Por exemplo, eis aqui a forma de atacar a família:
a) "É só um pedaço de papel!" - Não funcionou.
b) "É a violação institucionalizada!" - Não funcionou
c) "É um direito humano que se centra no amor, e como tal, todas as pessoas deveriam ter o direito de casar!"

Espera lá. Mas eu pensava que era só um "pedaço de papel" ou que era a "violação institucionalizada"?!


Esta é a forma como funciona o Marxismo Cultural /Politicamente Correcto. O movimento homossexual e o movimento feminista em nada estão relacionados com os propósitos dos homossexuais ou das mulheres; estes movimentos são formas (armas) através das quais o esquerdismo avança na sociedade sem que as vozes conservadoras possam resistir sem serem classificadas de "homofóbicas" e "machistas".

O mesmo se passa com as igrejas; encontrem "valores" que sejam opostos aos valores do Cristianismo, e transformem-nos em "direitos". Depois digam que os Cristãos são contra os "direitos humanos". Por isso é que actualmente temos activistas homossexuais que se assumem como "defensores dos direitos humanos" (como se ter uma preferência sexual pela pessoa do mesmo sexo fosse um "direito humano").

3 - Multiculturalismo
Depois da 1ª Guerra Mundial, os teóricos comunistas que erradamente esperavam uma "revolução do proletariado" e a união da classe operária por toda a Europa, ficaram horrorizados ao observarem que os operários de cada um dos países envolvidos no confronto bélico se uniram aos burgueses do mesmo país na luta contra os operários e burgueses de outros países. Isto fez com que os marxistas se apercebessem do poder do nacionalismo - e do patriotismo - numa cultura etnicamente e culturalmente homogénea (a situação da Europa do início do século 20).

Como forma de impedir que o nacionalismo volte a bloquear o avanço da revolução, os marxistas culturais promovem o multiculturalismo. Isto consiste literalmente em diluir a cultura Ocidental ao permitir que membros de uma ou mais culturas opostas existam e aumentem o seu número no Ocidente. (Já se tornou óbvio que o Multiculturalismo só é promovido da forma que é no Ocidente. Nos países islâmicos, asiáticos ou africanos, não existem manobras da ONU ou de outra grande organização internacional a promover a "diversidade" e a "coesão".)

A imigração, o relativismo moral e o revisionismo histórico têm como propósito enfraquecer a posição única da Civilização Ocidental e não ajudar essas outras culturas. Os esquerdistas não se importam com as prácticas islâmicas levadas a cabo pelos mesmos no Ocidente; eles apenas usam os muçulmanos como arma de ataque ao Ocidente (exactamente o mesmo que é feito com o activismo homossexual e o movimento feminista).

As civilizações precisam duma identidade coerente ou então elas perdem a força e deixam de existir. O enfraquecimento da identidade cultural do Ocidente Cristão é precisamente o propósito do Marxismo Cultural.

Conclusão:

O Marxismo Cultural é a táctica primária da esquerda militante. Todos os adversários políticos são catalogados de "racistas" quando são contra a imigração em massa, de  "homofóbicos" quando defendem que o casamento é entre um homem e uma mulher, ou de "misóginos" quando defendem que existem distinções fundamentais entre o homem e a mulher. Olhando para as acções dos esquerdistas segundo este prisma, fica mais fácil entender as suas motivações, e construir rotinas de refutação mais eficazes.
Modificado a partir do original. 
Relato sobre o Seminário: Ensino sobre a ditadura militar nas escolas, realizado no dia 28 Nov 2013 no Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro
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Por Jorge Alberto Forrer Garcia, Curitiba/PR, 3 Dez 2013
O seminário começou na hora e local marcados com cerca de 80 presentes, em sua grande maioria, mulheres jovens professoras dos ensinos fundamental e médio das redes municipal e estadual do Rio de Janeiro/RJ. Na mesa de abertura, contou-se ainda com a presença do presidente da comissão da verdade do Estado do Rio de Janeiro, que abriu os trabalhos informando que as atividades em desenvolvimento faziam parte de um quadro maior relacionado com a Comissão Nacional da Verdade. Disse da importância desse trabalho junto às escolas e que, por conta disso, já se tinha conseguido que a própria população escolar de uma antiga Escola Marechal Costa e Silva houvesse decidido – democraticamente – substituir esse nome por outro. Disse que uma subcomissão da CNV/Rio estará aumentando a freqüência de visitas às escolas visando a uma boa preparação para os "50 anos do Golpe". Finalizou, dizendo que, para isso, terão muita importância os livros didáticos que estão sendo preparados pela CV.
A primeira das senhoras a usar da palavra falou da necessidade de uma re-contextualização do Golpe de 64 de modo a que se proporcione aos professores dos níveis escolares elementares uma "uniformização de pensamentos" (sic) entre professores e alunos, de modo que o professor deve atender às orientações de uma Gerência de Passados Sensíveis, de modo a se construir uma "memória coletiva" ou "campo semântico comum", formando, a partir daí, uma identidade nacional nova quanto ao tema "a ditadura militar nas escolas". Do modo como está hoje, os professores agem por "escolha própria" na seleção de materiais para a e laboração de aulas. Tudo recai na escolha pessoal, pois os meios que se mostram mais disponíveis às mãos dos professores são os livros de história, que, muitos, por serem escritos por autores reacionários, podem mais confundir do ajudar os mestres; além dos filmes e das músicas. Neste ponto, algumas pessoas da platéia sugeriram o emprego de testemunhos de pessoas em sala de aula. Foi sugerido que se tivesse muito cuidado para com as pessoas levadas a testemunhar, haja vista a eventual necessidade de um possível contraditório.
A palestrante sugeriu que tão logo estivessem disponíveis os relatórios da Comissão Nacional da Verdade sejam estes aproveitados como material didático na preparação de alunos e professores sobre as memórias do "Golpe de 64", e que estes acreditassem no "saber acadêmico".
O ponto focal do seminário foi a defasagem que existe entre o "saber acadêmico" sobre o período da ditadura militar e o "saber escolar" sobre esse mesmo assunto, pois, segundo os organizadores, os professores das redes municipal e estadual não estão preparados para abordar a questão da ditadura com propriedade, precisando, no atual momento, receberem uma base comum, para que não fiquem à mercê de suas próprias escolhas quando tiverem de tratar sobre isso com seus alunos. Some-se o fato de que se estiverem mais bem preparados, saberão portar-se diante de eventuais perguntas ou posicionamentos de alunos e pais que demonstrem ver aspectos positivos no golpe militar de 1964.
As apresentadoras disseram estar em fase de montar currículos e atividades adequados para esse fim de modo a que Escola e Academia tenham um "saber comum" para o ensino da ditadura militar nas escolas. A Academia propõe-se a descer de seu pedestal para ajudar a Escola, aproximando seus "saberes".
Falou em seguida o Diretor da Faculdade de Educação do Rio de Janeiro, dizendo que muito de seu tempo naquela faculdade tem sido tomado pelo ensino das Questões Sensíveis, entre estas a questão do ensino do Golpe de 1964. Anunciou que em 2014 já estará em funcionamento em sua faculdade um Curso de Mestrado Profissional em História para a Rede Pública. Terá a duração de 510 horas.A linha pedagógica do Curso será a deshomogeneização de assuntos da História, como o estudo do holocausto sem os judeus (transmudando a idéia de perseguidos, vítimas de genocídio...); a Escravidão no Brasil sem os negros (os sofridos, os abandonados...)
Por fim, falou a quarta das palestrantes do evento. Denotando ter experiência internacional em "como" os países da América Latina trataram a posteriori o ensino dos golpes militares sofridos em seus países, disse que o Brasil é o país mais adiantado no ensino da ditadura militar embora ainda não tenha feito a "lição de casa" com a sua Comissão Nacional da Verdade. Chile e Uruguai seriam os mais atrasados neste aspecto, pouco ou nada tendo feito para o ensino da suas respectivas ditaduras militares em seus currículos escolares atuais.
Relatou que vários estudos experimentais vêm sendo conduzidos por ela no Colégio de Aplicação no Rio, que ela chamou de seu "campo de provas". Voltou a dizer algo semelhante com "se a memória construída for sólida menos chance se dará à atividade de escolha por parte dos professores."
Ao final da parte da manhã foi aberta a palavra aos participantes, tendo-se ouvido de vários deles a pergunta de como esse trabalho seria feito nos colégios militares, que se mostram "muito reacionários" quando se trata desse assunto. Uma das professoras apresentadoras disse que esse era um problema mais difícil de resolver, mas que haveria seu tempo.
Na parte da tarde, os participantes foram divididos em duas turmas (cerca de 40 em cada grupo) e, depois, cada "grupão" foi dividido em pequenos grupos de 5 pessoas, a fim de serem realizadas as oficinas, que foram as mesmas para ambos os "grupões".
Numa primeira solicitação, pediu-se que cada pequeno grupo apresentasse a relevância do ensino da ditadura militar nas escolas. Numa segunda questão, perguntava-se como estaria a cabeça do professor às vésperas de ministrar uma aula sobre a ditadura militar quanto aos meios a sua disposição: livros, filmes, novelas, revistas, conhecimentos pessoais, lembranças, testemunhos...
Na segunda oficina foi entregue a cada aluno um envelope contendo documentos relacionados com o período militar:
- um exemplar de cópia da Lei de Segurança Nacional;
- uma cópia do frontispício do jornal A Forja, trazendo notícias de greves de metalúrgicos;
- cópia da carta manuscrita da mãe de um preso político ao então Sr. Ministro da Justiça Armando Falcão;
- cópias de 4 correspondências oficiais tratando da censura;
- uma lista de verbetes usada pelos militares para definir palavras como "subversão", "ação do Comunismo", "ação repressiva" e "torturadores" (que interesse teriam as Forças Armadas em definir essa palavra?), entre outras;
- uma cópia de uma nota de jornal recente falando de um desaparecido político; e
- cópias de 4 fotografias de presídio Memorial da Tortura, localizado onde era o antigo DEOPS/São Paulo, mostrando celas e inscrições nas paredes.
Os alunos foram convidados a escolher tão somente um daqueles materiais e dizer como fariam o seu aproveitamento para preparar uma aula sobre a ditadura militar para a sua escola, designando o ano de ensino em que seus alunos estariam. A resposta seria grupal, isto é, deveria ser um consenso entre o pequeno grupo. As respostas foram as mais diversas, mas houve predominância para o emprego das fotos do presídio-memorial de São Paulo. Uma participante, ao tratar desse edifício, disse que o Rio de Janeiro também precisaria de um desses e que talvez este fosse o quartel do 1° BPE (DOI/CODI), tendo a professora deixado entreouvir que talvez num outro lugar, pois este estava muito difícil.
Deu-se o encerramento sendo distribuído aos participantes o livro "Ditadura Militar e Democracia no Brasil: História Imagem e Testemunho", organizado por Maria Paula Araujo, Izabel Pimentel da Silva e Desirree dos Reis Santos, pela editora Ponteio (cognome da Editora Dumará), ano de 2013. Foi informado ser esta a primeira edição e sua liberação dependera ainda de algumas questões autorais que foram resolvidas, proporcionando a sua distribuição em tempo. O livro contou com o apoio do Laboratório Universitário de Publicidade Aplicada (Lupa Eco-UFRJ) e realização da UFRJ, Projeto Marcas da Memória, Comissão de Anistia , Ministério da Justiça e Governo Federal (ISBN 978-85-64116-63-4). Como obter o livro: http://www.historia.ufrj.br/pdfs/2013/livro_ditadura_militar.pdf
Antes de retirar-me, identifiquei-me, dizendo à Coordenadora que respeitava seus pontos de vista, mas não concordava em nada com as idéias ali expostas. Sua expressão foi de espanto. Depois, fiz entrega a uma das professoras de um material escrito (à variadas mãos) com o posicionamento de alguns militares sobre a contra-revolução democrática de 31 de Março de 1964, mesmo sabendo ser atitude vã, pois a "Academia" nunca compreenderá o tema como por nós ali descrito.
Conclusão deste participante: gramscismo puro, da mais alta qualidade.
Lembre-se sempre:
"Embora ninguém possa voltar atrás e  fazer um novo começo, qualquer um pode  começar agora e fazer um novo fim".
Esta é uma comunicação oficial do Instituto Endireita Brasil.
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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

O BULLYING IDEOLÓGICO NAS UNIVERSIDADES - Luiz Felipe Pondé

EU ACUSO

Luiz Felipe Pondé

Muitos alunos de universidade e ensino médio estão sendo acuados em sala de aula por recusarem a pregação marxista. São reprovados em trabalhos ou taxados de egoístas e insensíveis. No Enem, questões ideológicas obrigam esses jovens a "fingirem" que são marxistas para não terem resultados ruins.

Estamos entrando numa época de trevas no país. O bullying ideológico com os mais jovens é apenas o efeito, a causa é maior. Vejamos.

No cenário geral, desde a maldita ditadura, colou no país a imagem de que a esquerda é amante da liberdade. Mentira. Só analfabeto em história pensa isso. Também colou a imagem de que ela foi vítima da ditadura. Claro, muitas pessoas o foram, sofreram terríveis torturas e isso deve ser apurado. Mas, refiro-me ao projeto político da esquerda. Este se saiu muito bem porque conseguiu vender a imagem de que a esquerda é amante da liberdade, quando na realidade é extremamente autoritária.

Nas universidades, tomaram as ciências humanas, principalmente as sociais, a ponto de fazerem da universidade púlpito de pregação. No ensino médio, assumem que a única coisa que os alunos devem conhecer como "estudo do meio" é a realidade do MST, como se o mundo fosse feito apenas por seus parceiros políticos. Demonizam a atividade empresarial como se esta fosse feita por criminosos usurários. Se pudessem, sacrificariam um Shylock por dia.

Estamos entrando num período de trevas. Nos partidos políticos, a seita tomou o espectro ideológico na sua quase totalidade. Só há partidos de esquerda, centro-esquerda, esquerda corrupta (o que é normalíssimo) e do "pântano". Não há outra opção.

A camada média dos agentes da mídia também é bastante tomada por crentes. A própria magistratura não escapa da influência do credo em questão. Artistas brincam de amantes dos "black blocs" e se esquecem que tudo que têm vem do mercado de bens culturais. Mas o fato é que brincar de simpatizante de mascarado vende disco.

Em vez do debate de ideias, passam à violência difamatória, intimidação e recusam o jogo democrático em nome de uma suposta santidade política e moral que a história do século 20 na sua totalidade desmente. Usam táticas do fascismo mais antigo: eliminar o descrente antes de tudo pela redução dele ao silêncio, apostando no medo.

Mesmos os institutos culturais financiados por bancos despejam rios de dinheiro na formação de jovens intelectuais contra a sociedade de mercado, contra a liberdade de expressão e a favor do flerte com a violência "revolucionária".

Além da opção dos bancos por investirem em intelectuais da seita marxista (e suas similares), como a maioria esmagadora dos departamentos de ciências humanas estão fechados aos não crentes, dezenas de jovens não crentes na seita marxista soçobram no vazio profissional.

Logo quase não haverá resistência ao ataque à democracia entre nós. A ameaça da ditadura volta, não carregada por um golpe, mas erguida por um lento processo de aniquilamento de qualquer pensamento possível contra a seita.

E aí voltamos aos alunos. Além de sofrerem nas mãos de professores (claro que não se trata da totalidade da categoria) que acuam os não crentes, acusando-os de antiéticos porque não comungam com a crença "cubana", muitos desses jovens veem seu dia a dia confiscado pelo autoritarismo de colegas que se arvoram em representantes dos alunos ou das instituições de ensino, criando impasses cotidianos como invasão de reitorias e greves votadas por uma minoria que sequestra a liberdade da maioria de viver sua vida em paz.

Muitos desses movimentos são autoritários, inclusive porque trabalham também com a intimidação e difamação dos colegas não crentes. Pura truculência ideológica.

Como estes não crentes não formam um grupo, não são articulados nem têm tempo para sê-lo, a truculência dos autoritários faz um estrago diante da inexistência de uma resistência organizada.

Recebo muitos e-mails desses jovens. Um deles, especificamente, já desistiu de dois cursos de humanas por não aceitar a pregação. Uma vergonha para nós.

Luiz Felipe Pondé Luiz Felipe Pondé, pernambucano, filósofo, escritor e ensaísta, doutor pela USP, pós-doutorado em epistemologia pela Universidade de Tel Aviv, professor da PUC-SP e da Faap, discute temas como comportamento contemporâneo, religião, niilismo, ciência. Autor de vários títulos, entre eles, "Contra um mundo melhor" (Ed. LeYa). Escreve às segundas na versão impressa de "Ilustrada".


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O bullying ideológico




O bullying ideológico é o mais perverso e criminoso de todos. E não é de hoje. Confira o que disse NELSON RODRIGUES (no século passado):

"No Brasil, o marxismo adquiriu uma forma difusa, volatizada, atmosférica. É-se marxista sem estudar, sem pensar, sem ler, sem escrever, apenas respirando."

"Hoje, o não-marxista sente-se marginalizado, uma espécie de leproso político, ideológico, cultural etc etc. Só um herói, ou um santo, ou um louco, ousaria confessar publicamente: 'Meus senhores e minhas senhoras, eu não sou marxista, nunca fui marxista. E mais: considero os marxistas de minhas relações uns débeis mentais de babar na gravata'."

(Nelson Falcão Rodrigues)
 
http://gracanopaisdasmaravilhas.blogspot.com.br/2013/11/o-bullying-ideologico.html

segunda-feira, 15 de julho de 2013

FILHOS CONTRA OS PAIS: É O QUE QUER A LEI DA PALMADA ( PL 7672/2010) PROTESTE!

Os psicopatas da ONU, e consequentemente tb o nosso governo, estão bombardeando de todos os lados o cidadão de bem e a família. Eles precisam urgentemente dissolver a família, assim como precisam dissolver as soberanias nacionais, as identidades de género, a autoridade dos professores, a eficiéncia da polícia  e das forças armadas, etc... Pesquisem e confiram. Os que acham tudo isso absurdo são os que não foram atrás da informação. E, aliás, nossa IGNORÃNCIA faz parte do jogo sujo deles e eles sabem que podem contar com ela! Quanto mais eu sei sobre o que fizeram, estão fazendo e pretendem fazer, mais parece que estou olhando para a face do diabo...

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A enquete maliciosa e manipulável sobre a 'lei da palmada'

http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/14447-a-enquete-maliciosa-e-manipulavel-sobre-a-lei-da-palmada.html

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LEI DA PALAMADA: Maria do Rosário X Povo Brasileiro !

Pessoal, divulgue este alerta a todos os seus amigos, igreja, pastores e padres. Maria do Rosário e Xuxa estão em plena campanha contra as famílias do Brasil. Sem sua mobilização, será impossível deter o projeto delas que visa castigar os pais e mães do Brasil. Para mais informações, confira este link (http://bit.ly/1bg5Ios) ou o artigo abaixo. Envie este email a todos na sua lista.


Link deste artigo: http://bit.ly/1bg5Ios

Lei da Palmada: Maria do Rosário X povo brasileiro

Mobilização urgente: Ligue agora mesmo, gratuitamente, para o telefone do Congresso: 0800-619619 para pedir a rejeição da Lei da Palmada


Julio Severo

O PL 7672/2010, projeto que confisca dos pais o direito de disciplinar os filhos, tem sido agendado várias vezes para votação, muitas vezes nos momentos em que o Congresso e o povo estão mais distraídos, mas a manobra é frustrada pelos esforços de uma minoria atenta da Frente Parlamentar Evangélica.


O projeto, do Poder Executivo (MSC 409/2010), visa transformar legalmente castigos físicos aplicados pelos pais em “agressão” e “violência”. Antes, era apenas um projeto de lei na Câmara dos Deputados. A autoria era da militante abortista e homossexualista Maria do Rosário.

Ela defende que o governo tem o direito de estuprar psicologicamente as crianças por meio de doutrinações homossexuais nas escolas. Ela defende também leis de aborto, numa ética totalmente bizarra de uma militante socialista que defende a proibição da palmada sob a alegação de defender as crianças contra violência, mas no mesmo ardor defende a maior violência contra as crianças mais inocentes: o assassinato de bebês no útero materno.

Confesso que não entendo a esquizofrenia de Maria do Rosário. Talvez ela tenha criado a infame Lei da Palmada para levar os pais a pensar: “Se não tenho o direito de disciplinar fisicamente meus filhos dentro de minha própria casa, então prefiro nem ter filhos. Só me resta apoiar o aborto para o governo mais tarde não me surrar por eu der umas palmadas num menino birrento!”

Pelo fato de que Rosário se tornou ministra de governo, o projeto pessoal dela de castigar os pais do Brasil virou projeto do próprio governo do PT. A bandeira dela contra os pais virou bandeira do governo de Dilma Rousseff.

É uma bandeira que vai contra a vontade da vasta maioria do povo brasileiro.

Pesquisas de opinião pública apontam que mais de 80 por cento dos brasileiros rejeitam o projeto de Rosário.

E um relatório do Disque Câmara (0800 619619), de janeiro a junho de 2012, revela um resultado surpreendente: 94,6% dos brasileiros que telefonaram para a Câmara dos Deputados disseram que são contra a Lei da Palmada.

É, literalmente, Maria do Rosário contra o povo brasileiro. É a vontade de uma militante desenfreada e fora de si contra milhões de pais e mães do Brasil que poderão, da noite para o dia, ser transformados em criminosos por usarem a disciplina física na criação de seus filhos.


Xuxa, símbolo máximo da erotização infantil no Brasil

Rosário não está sozinha. Xuxa, o símbolo máximo da erotização infantil no Brasil, está com ela, numa campanha sem limites para tirar os limites necessários que as famílias decidem contra as birras e desobediências de seus filhos. Xuxa recentemente enviou uma carta a cada um dos deputados pedindo urgentemente a aprovação do projeto de Rosário.

As duas poderiam se unir numa campanha contra a violência pornográfica que a Globo e outras grandes redes de televisão impõem por meio das telas para milhões de crianças e adolescentes, ou poderiam se unir numa campanha contra a violência física que assassina crianças em gestação por meio do aborto, mas preferem deixar o real bem-estar das crianças de lado para atacar os pais e mães que se preocupam com seus filhos.

As duas querem impor sobre o Brasil suas bandeiras socialistas pessoais, que nada têm a ver com proteger as crianças da violência pornográfica da TV ou da violência do aborto.

As duas estão dispostas, com a ajuda do governo do PT, a usar qualquer artifício e manobra para avançar suas bandeiras contra o povo brasileiro.

A bancada evangélica está dividida na questão (por abrigar igualmente um grande número de parlamentares infectados com o vírus socialista), e até chegou, através de um de seus deputados, a louvar publicamente Rosário, conforme este link: http://bit.ly/Zi9SFQ

Apenas uma minoria da bancada evangélica está se opondo à truculência estatal de Rosário, inclusive o Senador Magno Malta, que declarou que “a Lei da Palmada é uma agressão à família.” Tal postura de uma minoria de parlamentares evangélicos opostos à tirania de Rosário está ajudando as famílias do Brasil, impedindo as votações da infame lei da militante socialista. Mas Rosário e Xuxa não vão desistir, até imporem, goela abaixo de suas vítimas, suas vontades pessoais contra milhões de famílias no Brasil.

Como nunca antes, você precisa agir. Você precisa mobilizar seus parentes, igrejas, líderes, pastores, padres, etc. Ligue 0800 619619 para a Câmara dos Deputados para dizer que você não concorda com a imposição desse projeto sobre as famílias do Brasil.

Sem mobilização, você será obrigado a viver, dentro de sua própria casa, conforme a suprema vontade socialista birrenta de Maria do Rosário e Xuxa.

Você estará proibido de seguir estas orientações bíblicas:

“Aquele que poupa sua vara [de disciplina] odeia seu filho, mas aquele que o ama o disciplina com diligência e o castiga desde cedo”. (Provérbios 13:24 Bíblia Ampliada)

“Os castigos curam a maldade da gente e melhoram o nosso caráter.” (Provérbios 20:30 NTLH)

“Não evite disciplinar a criança; se você bater nela e castigá-la com a vara [fina], ela não morrerá. Você a surrará com a vara e livrará a alma dela do Sheol (Hades, o lugar dos mortos)”. (Provérbios 23:13-14 Bíblia Ampliada)

“A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe”. (Provérbios 29:15 RA)

Para um estudo maior da Bíblia sobre o uso da vara da disciplina, clique aqui.

Se há alguém que merece prisão não são os pais e mães do Brasil, mas Rosário, que defende o aborto, e Xuxa, que, entre outras perversões, já fez propaganda explícita da pedofilia ao encenar sexo com um menino nas telas do cinema com o infame filme Amor Estranho Amor.

Envie seu protesto ao Congresso Nacional


O projeto de criminalização dos pais que disciplinam os filhos está programado para ser votado na terça-feira, 16 de julho, na Comissão de Constituição e Justiça.

Por isso, faça pressão sobre os deputados.

Todo cidadão pode protestar contra essa investida do totalitarismo estatal telefonando gratuitamente para o Disque Câmara (0800-619619) e dizendo: “Quero enviar uma mensagem a todos os membros da CCJ”.

Interrogado sobre o conteúdo da mensagem, pode-se dizer: “Solicito a Vossa Excelência que respeite o sagrado direito de os pais disciplinarem seus filhos, votando contra o PL 7672/2010”.

Além de gratuito, o Disque Câmara é mais eficiente que as mensagens enviadas por correio eletrônico. Rapidamente se percebe a repercussão da manifestação popular.

Sejamos rápidos. O projeto está para ser votado.

Telefone ou escreva agora mesmo ao deputado federal do seu estado. Consulte este link para ter o email e telefone dos membros da Comissão de Constituição e Justiça: http://www2.camara.gov.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/ccjc/membros

Telefone imediatamente para a Frente Parlamentar Evangélica: (61) 3215-9885

Faça contato com todos os membros da Comissão de Constituição e Justiça que quer aprovar o projeto do governo clicando aqui.

Para disparar um email para todos os deputados, use este email: 0800@camara.gov.br


Leitura recomendada:









































Artigos sobre Xuxa:




Artigos sobre Maria do Rosário:






http://defesa-hetero.blogspot.com.br/2013/07/lei-da-palamada-maria-do-rosario-x-povo.html#.UeRemW3Hnw8

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