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quarta-feira, 2 de setembro de 2020

GOLPE DE ESTADO NA ARGENTINA - VISTA PÁTRIA

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Isto é comunismo, comunocinismo:
https://youtu.be/65UiSkQiC7s?t=225

Gente, não é mais que óbvio que a esquerda só sobrevive com CENSURA? Que ela só sobrevive sem oposição? Sem questionamentos? Sem a diversidade que ela tanto alardeia?  

sábado, 25 de novembro de 2017

"CANCION DE NISMAN" MUERTE DEL QUE DENUNCIO A CRISTINA



A bandida mereceu esta canção acusatória, que o autor, 3 anos atrás, publicou para combater sua ditadura. Dá pra sentir o clima de opressão e medo.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

UM ALERTA PARA QUEM ACHA QUE TUDO VAI BEM NA ARGENTINA




Ultimo tango em Buenos Aires?
Para quem acredita que esta tudo bem na Argentina e que o perigo já passou, aqui vai um alerta! Foi realizado na sexta feira um voo que saiu de CARACAS com apenas duas passageiras, essas duas pessoas levavam um avião cheio não se sabe de que, essa carga não foi vistoriada na alfandega Venezuelana e também não foi vistoriada na chegada na alfandega ARGENTINA. As duas passageiras são irmãs de NICOLAS MADURO (“ María Teresa Maduro, passaporte 0457345986 - María Adelaida Maduro, passaporte 0457245436. Maduro esta tentando criar um caos na ARGENTINA, para distrair a atenção de todos com respeito as eleições na VENEZUELA inclusive ele já insinuou que haverá uma "luta" contra Macri.! Nossos contatos na Venezuela asseguram que pode ser um carregamento de armas. Elas estiveram em reunião com a Kretina Kirchner também não havia nada da bruxa agendado com relação a isso.

Alias esse mesmo avião (ERJ-190-100 ECJ) foi comprado através de um financiamento do Governo Brasileiro (BNDES) com prazos para lá de "amigáveis" para o Hugo Chávez.

quinta-feira, 19 de março de 2015

NISMAN (PROMOTOR ARGENTINO ASSASSINADO?) DESCOBRIU A CONEXÃO IRÃ-VENEZUELA -ARGENTINA

Não tem Foro de São Paulo na jogada?

"A CONEXÃO TEERÃ-CARACAS-BUENOS AIRES"



Leonardo Coutinho, de Washington
Há dois meses os argentinos se perguntam o que se passou em 18 de janeiro, dia em que o procurador federal Alberto Nisman foi encontrado morto no banheiro de seu apartamento em Buenos Aires. Apenas quatro dias antes, ele havia apresentado à Justiça uma denúncia contra a presidente Cristina Kirchner e outras quatro pessoas acusadas por ele de acobertar a participação do Irã no atentado terrorista que resultou em 85 mortos e 300 feridos na sede da Associação Mutual Israelita Argentina (Amia), em 1994. No documento, Nisman explica que, além da assinatura de um Memorando de Entendimento que permitiria ao Irã interferir na investigação do caso, a república islâmica queria que a Argentina tirasse cinco iranianos e um libanês da lista de procurados da Interpol. O governo argentino tentou de todas as maneiras desqualificar o seu trabalho. Há três semanas, um juiz recusou formalmente a denúncia feita por Nisman, que havia sido reapresentada por um novo procurador. Sem se preocupar em esconder seu alinhamento político com o governo, o juiz aproveitou o despacho em que recusa a denúncia de Nisman para elogiar a presidente e sua administração.

Tudo indicava que o crime do qual Cristina e outros membros de seu governo foram acusados por Nisman se tornaria mais um dos tantos episódios misteriosos da história recente da Argentina. Um acordo entre países, porém, ainda que feito nas sombras, deixa rastros. Desde 2012, doze altos funcionários do governo chavista buscaram asilo nos Estados Unidos, onde estão colaborando com as autoridades em investigações sobre a participação do governo de Caracas no tráfico internacional de drogas e no apoio ao terrorismo. VEJA conversou, em separado, com três dos doze chavistas exilados nos Estados Unidos. Para evitar retaliações a seus parentes na Venezuela, eles pediram que sua identidade não fosse revelada nesta reportagem.

Todos fizeram parte do gabinete de Chávez. Depois da morte do coronel, em 2013, compartilharam o poder com Maduro, com quem romperam depois de alguns meses. Os ex-integrantes da cúpula do governo bolivariano contam que estavam presentes quando os governantes do Irã e da Venezuela discutiram, em Caracas, o acordo que o procurador Nisman denunciou em Buenos Aires. Segundo eles, os representantes do governo argentino receberam grandes quantidades de dólares em espécie. Em troca do dinheiro, dizem os chavistas dissidentes, o Irã pediu que a autoria do atentado fosse acobertada. Os argentinos deviam também compartilhar com os iranianos sua longa experiência em reatores nucleares de água pesada, um sistema antiquado, caro e complexo, mas que permite a obtenção de plutônio a partir do urânio natural. Esse atalho é de grande proveito para um país interessado em construir bombas atômicas sem a necessidade de enriquecer o urânio e, assim, chamar a atenção das autoridades internacionais de vigilância.

Na manhã de 13 de janeiro de 2007, um sábado, contam os chavistas, o então presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, desembarcou na capital da Venezuela para sua segunda visita ao país. Cumpridos os ritos protocolares, Chávez recebeu Ahmadinejad para uma reunião no Palácio de Miraflores, acompanhada apenas pelos guarda-costas de ambos, pelo intérprete e por membros do primeiro escalão do governo venezuelano. O encontro aconteceu por volta do meio-dia, pouco antes do almoço. A conversa durou cerca de quinze minutos. Falaram sobre os acordos bilaterais, os investimentos no setor de petróleo e o intercâmbio de estudantes.

Foi então que Ahmadinejad disse a Chávez que precisava de um favor. Um militar que testemunhou a reunião relatou a VEJA o diálogo que se seguiu: Ahmadinejad — É um assunto de vida ou morte. Preciso que intermedeie junto à Argentina uma ajuda para o programa nuclear de meu país. Precisamos que a Argentina compartilhe conosco a tecnologia nuclear. Sem a colaboração do país, será impossível avançar em nosso programa.

Chávez — Muito rapidamente. Farei isso, companheiro. Ahmadinejad — Não se preocupe com os custos envolvidos nessa operação. O Irã respaldará com todo o dinheiro necessário para convencer os argentinos. Tem outra questão. Preciso que você desmotive a Argentina a continuar insistindo com a Interpol para que prenda autoridades de meu país.

Chávez — Eu me encarregarei pessoalmente disso.

Os presidentes se levantaram e foram almoçar. Depois disso, voltaram para uma nova reunião. Desta vez, apenas com a presença do intérprete iraniano. Os chavistas asilados em Washington disseram a VEJA ter tido participação direta nas providências tomadas por Chávez para atender ao pedido de Ahmadinejad. Os dois governantes viram na compra de títulos da dívida argentina pela Venezuela, que já vinha ocorrendo desde 2005, uma oportunidade para atrair a Argentina para um acordo. Em 2007, o Tesouro venezuelano comprou 1,8 bilhão de dólares em títulos da dívida argentina. No fim de 2008, a Venezuela estava de posse de 6 bilhões de dólares em papéis da dívida soberana argentina. Para a Argentina o negócio foi formidável, dado que a permanente ameaça de moratória espantava os investidores. Os Kirchner, Néstor e Cristina, fizeram diversos agradecimentos públicos a Chávez pela operação financeira.

Menos refinada e mais problemática foi a transferência direta de dinheiro de Caracas para Buenos Aires. Em agosto de 2007, Guido Antonini Wilson, um empresário venezuelano radicado nos Estados Unidos, foi flagrado pela aduana argentina tentando entrar no país com uma maleta com 800 000 dólares. Ele afirmou, depois, que o dinheiro se destinava à campanha de Cristina Kirchner, que dois meses depois viria a ser eleita presidente da Argentina, sucedendo a seu marido, Néstor. Coincidentemente, Chávez tinha uma visita oficial à capital argentina agendada para dois dias depois da prisão de Antonini. Um dos ex-integrantes do governo chavista ouvidos por VEJA estava com Chávez quando ele foi avisado da prisão por Rafael Ramírez, então presidente da PDVSA, a estatal de petróleo, e hoje embaixador da Venezuela na ONU. Chávez reagiu com um palavrão e perguntou quem tinha sido o "idiota" que coordenou a operação. "A verba era originária do Irã para a campanha de Cristina Kirchner", diz a testemunha da cena. Ele completa: "Não posso afirmar que ela sabia que o dinheiro era iraniano, mas é certo que tinha consciência de que vinha de uma fonte clandestina".

Antonini foi solto em seguida e, de volta aos Estados Unidos, procurou o FBI, a polícia federal americana, para explicar-se sobre o episódio da mala. O serviço de inteligência chavista tentou dissuadir Antonini de sua intenção. A operação está descrita no livro Chavistas en el Império, do jornalista cubano-americano Casto Ocando, com base nos autos do FBI sobre Antonini. Segundo Ocando, os agentes de Henry Rangel Silva, chefe do serviço de inteligência, ofereceram advogados a Antonini e, após a recusa, ameaçaram o empresário e seu filho de morte. As conversas com os advogados pagos pelos venezuelanos foram gravadas pelo FBI. Em uma delas, do dia 7 de setembro de 2007, eles dizem que Caracas estava disposta a pagar 2 milhões de dólares pelo silêncio de Antonini. Os espiões foram presos e acusados de conspiração. Em seu livro, Ocando acerta ao concluir que Chávez estava disposto a tudo para encobrir a origem do dinheiro, inclusive assumir a culpa pela remessa, atribuindo-a à PDVSA. O que Ocando não sabia, e agora se sabe, é que os recursos vinham do Irã.

O dinheiro fazia escala na Venezuela da mesma forma que era enviado à Argentina: em malas. Na reunião em que Ahmadinejad pediu a Chávez que atraísse a Argentina para um acordo, os dois presidentes também decidiram criar um voo na rota Caracas, Damasco e Teerã, que depois veio a ser apelidado pela cúpula chavista de "aeroterror". Entre março de 2007 e setembro de 2010, um Airbus A340 fazia esse percurso duas vezes por mês. Segundo os chavistas ouvidos por VEJA, quando partia de Caracas, a aeronave ia carregada de cocaína. Também eram transportados documentos e equipamentos, sobre os quais os ex-funcionários chavistas não conhecem detalhes. A droga era descarregada na capital da Síria, de onde era redistribuída pelo Hezbollah, um grupo terrorista do Líbano. Desde 2012, quando os primeiros chavistas começaram a se exilar nos Estados Unidos, as autoridades americanas sabem que o narcotráfico suplantou o Irã como principal fonte de financiamento do Hezbollah. Na volta, o Airbus trazia dinheiro vivo e terroristas procurados internacionalmente.

Um dos principais operadores dos voos Caracas-Teerã era o ministro do Interior da Venezuela Tareck El Aissami, hoje governador do Estado de Aragua. A Agência Antidrogas dos Estados Unidos (DEA) colheu diversos depoimentos que apontam o político como o elo entre as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Fare) e o Hezbollah. El Aissami tinha como preposto o libanês Ghazi Nasr al-Din, então adido comercial da Embaixada da Venezuela em Damasco. Al-Din, que no fim de janeiro entrou na lista dos mais procurados do FBI, tinha como missão produzir e distribuir passaportes venezuelanos para ocultar a verdadeira identidade dos terroristas que viajavam pelo mundo. Entre os acobertados por ele está o clérigo Mohsen Rabbani, citado por Nisman como executor do atentado à Amia. Foi usando um passaporte concedido por Al-Din que Rabbani visitou secretamente o Brasil pelo menos três vezes. Mesmo com o fim do "aeroterror", em 2010, a Venezuela continuou fornecendo documentos para acobertar terroristas. Segundo um dos chavistas exilados, em maio de 2013, o governo de Caracas dava guarida a pelo menos 35 integrantes do grupo Hezbollah.

Os chavistas entrevistados para esta reportagem não sabem se os iranianos foram bem-sucedidos em obter as informações sobre o programa nuclear argentino que Ahmadinejad tanto queria. Apesar de eles terem pertencido ao círculo mais próximo do presidente, as discussões sobre esse tema estavam reservadas aos ministros da Defesa da Venezuela e do Irã. Do lado argentino, a interlocutora era a ministra da Defesa Nilda Garré, atualmente embaixadora de seu país na Organização dos Estados Americanos (OEA). Garré é uma ex-guerrilheira montonera que se encontrou diversas vezes com Hugo Chávez, mantendo com ele uma relação estreita, que se oficializou em 2005, quando foi nomeada embaixadora da Argentina em Caracas. Segundo um dos desertores chavistas, foi Chávez quem pediu a Néstor Kirchner que indicasse Garré ao posto. Chávez e Garré tinham também uma relação pessoal íntima, que só tem interesse público por ser um dos componentes da aliança política entre os dois países. "Era algo na linha 50 Tons de Cinza", diz o ex-funcionário chavista. De acordo com ele, quando Chávez e Garré se encontravam no gabinete do líder venezuelano no Palácio de Miraflores, os sons da festa podiam ser ouvidos de longe. Depois de seis meses, Garré voltou a Buenos Aires para assumir a pasta da Defesa. Ficou no cargo até o fim de 2010. "Não posso afirmar que o governo da Argentina entregou segredos nucleares, mas sei que recebeu muito por meios legais (títulos da dívida) e ilegais (malas de dinheiro) em troca de algo bem valioso para os iranianos." Diz outro chavista exilado: "Na Argentina, a detentora desses segredos é a ex-embaixadora Garré". Existem semelhanças entre os reatores nucleares de Arak, no Irã, e de Atucha, na Argentina. Ambos foram planejados para produzir plutônio, elemento essencial para a fabricação de armas atômicas, usando apenas urânio natural. A diferença é que Arak deveria ter entrado em operação no ano passado, mas não há indícios de que isso tenha efetivamente ocorrido. O de Atucha funciona desde 1974 e gera 2,5% da energia elétrica da Argentina.

A tecnologia nuclear dos argentinos também era útil para pôr em funcionamento a usina de Bushir, inconclusa desde 1979. Bushir foi inaugurada em 2011. Quem sabe a ministra Garré possa dar um quadro mais nítido do acordo Teerã-Buenos Aires costurado em Caracas

Venezuela vendia passagens fantasmas para o "aeroterror"  http://veja.abril.com.br/noticia/mundo/venezuela-vendia-passagens-fantasmas-para-o-aeroterror


sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

"SUICÍDIO" DE ALBERTO NISMAN: CINCO BALAS FORAM RETIRADAS DO LOCAL, TESTEMUNHA NATALIA

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Uma nova testemunha do caso que apura a morte do promotor argentino Alberto Nisman, apareceu nesta terça-feira 17-02-2015. Natalia Fernandez é garçonete em restaurante próximo ao apartamento em que Nisman foi encontrado morto, há um mês.

Em entrevista ao jornal "Clarin", ela disse que na noite da morte, autoridades a convocaram para ser testemunha dos procedimentos de investigação no local, e que a promotora Viviana Fein, responsável pela apuração, segurava um saquinho com cinco (5) cápsulas de bala, o que seria um indicativo de que Nisman foi assassinado. A informação oficial é que a arma fez apenas um disparo naquela noite.

O promotor estava pronto para denunciar a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, por dificultar as investigações sobre a explosão de uma bomba na sede da entidade judaica Amia, com 85 mortos e centenas de feridos, em 1994.

Segundo a garçonete, logo após chegar, duas pessoas saíram carregando o corpo que seria de Nisman. Passaram-se uns minutos e voltaram dizendo que tinham se equivocado sobre o caminho e riram. Natália disse que usou o banheiro sem que ninguém se preocupasse se haveria provas no local. Ofereceram-lhe café da cafeteira da casa do promotor, próxima à mesa onde estavam os papéis da DENÚNCIA de Nisman, e que os funcionários mexeram nesses papéis. Havia umas 50 pessoas lá e tocavam em tudo.

Após a divulgaçõ da reportagem do "Clarin", a promotora Vivian Fein rebateu as afirmações de Natalia, classificando-as de "fantasiosas" e de "vergonha", acrescentou ainda que Natalia terá que responder pelo que disse.

*


18 de Julho de 1994 - uma van com explosivos foi detonada na sede da AMIA, Associação Mutual Israelita Argentina.


Setembro de 2004 - Alberto Nisman assumiu as investigações.


Outubro de 2006 - Nisman acusou formalmente o governo iraniano de planejar o ataque, que teria sido executado pelo Hizbullah.


Março de 2007 - A Interpol expediu ordem de prisão de nove acusados de envolvimento no ataque, oito deles iranianos. Ninguém foi preso.


Maio de 2008 - O promotor pediu a prisão do ex-presidente Carlos Menen, acusado de obstruir a investigação.


Fevereiro de 2013 - A presidente Cristina Kirchner anunciou investigação do atentado com a ajuda dos iranianos! Cancelou depois de protestos.


14 de janeiro de 2015 - Nisman denunciou Cristina Kirchner, o chanceler Héctor Timerman e outros membros do governo por encobrir os responsáveis pelo ataque.


18 de janeiro 2015 - o promotor foi encontrado morto, com um tiro na cabeça, horas antes da audiência no Congresso.




Veja mais em:


TESTEMUNHA APONTA FALHA EM APURAÇÃO DE MORTE DE PROMOTOR
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/208699-testemunha-aponta-falha-em-apuracao-de-morte-de-promotor.shtml

Vergonhosa investigação na cena da morte do promotor Alberto Nisman, na Argentina http://poncheverde.blogspot.com.br/2015/02/vergonhosa-investigacao-na-cena-da.html

Un video muestra cuando Natalia Fernández entró como testigo al Le Parc http://www.infobae.com/2015/02/18/1627533-un-video-muestra-cuando-natalia-fernandez-entro-como-testigo-al-le-parc

Ante la fiscal, Natalia cambió su declaración sobre
algunos puntos clave 
http://www.clarin.com/politica/fiscal-Natalia-cambio-declaracion-puntos_0_1307869324.html

"CANCION DE NISMAN" MUERTE DEL QUE DENUNCIO A CRISTINA http://youtu.be/cGNeujH3_Zg

O ISLÃ É UM ESTADO DENTRO DO ESTADO ONDE ELE SE INSTALA.- OLAVO DE CARVALHO http://youtu.be/duH0bfFJpZQ

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

ARGENTINA CAINDO NO ABISMO SOCIALISTA - PARA QUÊ? PARA QUEM?

Agora é oficial: Argentina já está sob regime socialista - em Breve será o Brasil com Marina ou Dilma chegaremos ao lixo comunista do Foro de São Paulo 



Agora é oficial: Argentina já está sob regime socialista



Adeus, livre mercado! Cuba vem aí…


O Congresso argentino aprovou, nesta madrugada, a reforma da Lei de Abastecimento, rejeitada fortemente pela oposição e pelo setor produtivo por considerar que aumenta o controle do Estado sobre a atividade empresarial. O projeto de lei, que já havia passado pelo Senado, foi aprovado pela Câmara dos Deputados, por 130 a favor e 105 contra. 


A lei permite a fixação de limites de preços e de lucro de empresas, além do controle de cotas de produção, que ficará a cargo da Secretaria de Comércio do Ministério da Economia. O projeto ainda compreende a aplicação de multas, fechamento de empresas por até 90 dias e suspensão de registro por até cinco anos. A medida, portanto, aumenta ainda mais o poder de intervenção da presidente Cristina Kirchner na frágil economia argentina. 


A deputada Diana Conti, da coalizão governista Frente para a Vitória, disse durante a maratona de debates que a nova lei “ajudaria a garantir que o Executivo tenha os instrumentos necessários para proteger consumidores”. Defensores dizem que a medida também buscará conter as demissões em tempos de crise.


Proteger consumidores? Uma piada de mau gosto. A melhor proteção que existe para consumidores está no funcionamento do livre mercado, com ampla concorrência do lado dos produtores e empregadores. Delegar tanto poder ao estado jamais protegeu consumidores ou quem quer que seja, à exceção dos próprios governantes e burocratas.


Aquilo que já era ruim ficou ainda pior. O grau de intervenção estatal na economia aumentará ainda mais agora, com essa prerrogativa esdrúxula. Se capitalismo é, na essência, os meios de produção em mãos privadas, e o socialismo é o controle estatal deles, então a Argentina já está sob um regime socialista na prática.


Manter a propriedade privada de jure serve apenas para preservar as aparências. Quando quem controla as decisões mais relevantes de uma empresa, como preço e produção, é o governo, então a propriedade de facto está nas mãos estatais, foi abolida.


Paradoxalmente para aqueles que ignoram que o nazismo foi mais afeito ao modelo socialista do que ao capitalismo liberal, esse era exatamente o método adotado pelos seguidores de Hitler. O Führer apontava dirigentes dentro das empresas, determinava o que produziriam e por quanto ou para quem venderiam. Por que socializar os meios de produção, se ele havia socializado os homens?


A Argentina caminha rapidamente rumo ao desastre socialista, como a Venezuela. Não custa lembrar que teve vários entusiastas por aqui, em nossa esquerda. Fico perplexo ao pensar que empresário ainda permanece lá, mantendo alguma chama de esperança de que poderá reverter tal curso. Dizem que a esperança é mesmo a última que morre. Sem dúvida ela morre depois do bom senso e do realismo…
Rodrigo Constantino
 
http://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2014/09/18/interna_internacional,570413/argentina-aprova-lei-para-controle-de-precos-e-de-producao.shtml




http://occalertabrasil.blogspot.com.br/2014/09/agora-e-oficial-argentina-ja-esta-sob.html

 A NOVA CLASSE SOCIALISTA
 http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/09/a-nova-classe-socialista.html