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sábado, 8 de setembro de 2018

ATENTADO TERRORISTA CONTRA BOLSONARO: setembro de 2018 - OSVALDO BASTOS - SEMINÁRIO CRÍTICA E CRISE

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FLÁVIOGORDON · "Quatro advogados. Quatro celulares. Um notebook. Mas a imprensa quer que acreditemos que é o sujeito é apenas um desempregado com distúrbios psíquicos."

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BERNARDO KUSTER · "Educated guess. Os demônios que organizaram o atentado à Bolsonaro, ao que parece foi isso mesmo, farão duas coisas: tentarão de todo modo soltar Adelio Bispo e seus comparsas e, por fim, matarão o homem a fim de culpar Bolsonaro. Isso se não matarem o canalha na cadeia. Escrevam."

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VIDE VERSUS VITOR VIEIRA · Que tipo de inquérito é esse que está sendo comandado pela Polícia Federal, que começa em Juiz de Fora e logo é avocado para Brasília? Que tipo de inquérito é esse em que o autor confessor do atentado de morte a facada, confesso, é ouvido precariamente e no dia seguinte é enviado para um presídio nos quintos dos infernos, onde não está imediatamente à disposição dos investigadores? Que tipo de inquérito é esse em que o chefe maior da Polícia Federal, o ministro comunista Raul Jungmann, que comanda a Segurança Nacional, já sai afirmando que o autor do atentado é um abilolado que agiu por conta própria? Isso não é investigação, é um decreto de colocação de panos quentes sobre o mais grave atentado à história da democracia no Brasil. Isso é um gigantesco complô entre todos os matizes do pensamento esquerdista para validação do discurso esquerdopata de que vale qualquer coisa para a manutenção do establishment, Por qualquer coisa entenda-se a franquia para o assassinato desabrido de um líder popular que não reza por esse pensamento dominante. A esquerda, em todos os seus matizes, arroga-se a portabilidade de todas as virtudes boas, enquanto os adversários, do centro para a direita, são satanizados, apresentados como encarnação do mal, gente que quer matar gays, negros, nordestinos, xenófobos, enfim, tudo que é de ruim. Ah..... e gente que faz discurso e mantém práticas violentas. Por isso é legítimo matar quem defende que seja derrogado do Estatuto do Desarmamento e que as pessoas possam ter direito a uma arma para o exercício divino, natural, da autodefesa. Essa gentalha da esquerda, que tem no Estado a sua máxima encarnação, não pode admitir a vitória de um tipo de pensamento que exalta a figura do indivíduo antes do Estado. Por isso é legal matar "inimigo". A senha foi passada, com toda a clareza, pela mulher sapiens petista Dilma Rousseff, quando disse que "quem semeia violência colhe tempestade". E pela muito falsa comuno-ambientaleira, que durante este sábado, em São Paulo, comentou com aquela sua candura da floresta: "Imagine se o cara estivesse armado!!!!". Ou seja, a cândida comuno-ambientaleira, ex-invasora de terras, ex-militantes do PCdoB, ex-militante do PRC (Partido Revolucionário Comunista, o mesmo de Tarso Genro e José Genoíno), estava validando o atentado cometido pelo terrorista do PSOL, Adélio Bispo de Oliveira. Ou seja, ele atacou Bolsonaro, porque Bolsonaro, afinal, é "defensor" de coisas ruins, como atacar os negros, os gays, as mulheres, os nordestinos. Quando alguém é tão ruim assim, então é válida a tentativa de eliminá-lo da face da Terra. E recebe a benevolência de todo o establishment que domina o sistema, o qual se movimenta com toda a urgência, em todas as esferas, para logo tirar a gravidade do fato, atribuindo-o a um "abilolado". Nesse sentido correm presidente, ministros, procuradores de Justiça, candidatos presidenciais, partidos políticos detentores do discurso do intervencionismo estatal, e tutti quanti mais..... O Brasil é mesmo uma desgraça mundial. VITOR VIEIRA · "Se este atentado a Jair Bolsonaro tivesse ocorrido nos Estados Unidos o FBI estaria sob a mais severa crítica e cobrança. Aqui, transcorridos três dias, nada acontece, as autoridades não informam nada. Ao contrário, as autoridades tentam descaracterizar atentado do terrorista do PSOL, Adélio Bispo de Oliveira, tentando apresentá-lo como um "abilolado". O Brasil é mesmo um país desgraçado, desgraçado pelo pensamento hegemônico esquerdista que tomou conta de todo o establishment nacional."
VITOR VIEIRA · Qualquer foca em editoria de Polícia sabe que as primeiras horas de um atentado são fundamentais para a elucidação do crime. A Polícia Federal mandou o autor confesso do atentado a faca contra Jair Bolsonaro para os quintos dos cafundós, e a equipe de investigação voltou para Brasília. Ou seja, é para não investigar nada, e deixar circular a versão divulgada por todo o establishment esquerdista, de que o ato terrorista foi obra de um "abilolado". É por coisas assim que o Brasil não dá certo nunca.
VITOR VIEIRA · "Para a esquerda enganar o povo sobre suas intenções é a coisa mais fácil do mundo. As pessoas comuns, simples, raciocinam de maneira primária, à base de algumas noções do senso comum. Essas pessoas são incapazes de promover inferências minimamente mais complexas. Então é fácil um revolucionário dizer que o "outro" está imbuído dos maus sentimentos dos quais ele é o verdadeiro portador. Por exemplo: é fácil espalhar que Bolsonaro é xenófobo, que quer liquidar gays, lésbicas, nordestinos, etc.... Até universitárias, formandas em Direito, acreditam nessa lenga-lenga. E não adianta se querer provar a elas que é o oposto, que os comunistas é que perseguem homossexuais, como em Cuba; que os comunistas são antissemitas; que os comunistas querem distribuir somente a pobreza. É inútil o esforço porque o pobre coitado já foi vitimado pelo senso primitivo de que defender os pobres é a mensagem portadora de todas as virtudes. No limite, é possível fazer tudo, e qualquer coisa, na defesa desta idéia. E daí a buscar o assassinato de um candidato que não reza pela cartilha da esquerda é a maior facilidade."
VITOR VIEIRA · "Uma das grandes safadezas do establishment esquerdista brasileiro, que impõe seu pensamento esquerdista hegemônico em todas as esferas da vida social no País, é a canalhice maior de que os defensores da liberação das armas para os cidadãos são propagandistas da violência. Isso é uma das maiores perversões do pensamento. Quem defende desarmamento é defensor da tese de que a incumbência da defesa dos cidadãos é do Estado, e de ninguém mais. Isso é um gigantesco erro, uma perversão absoluta da vida, da natureza, de toda a história da humanidade. A defesa da vida é uma atribuição inalienável de qualquer indivíduo, e não pode ser retirada dele e repassada para o Estado. O defensor da liberação das armas para os cidadãos é acima de tudo, e antes de tudo, um defensor da anti-violência. A arma é um instrumento dissuasório, para intimidar o bandido e fazê-lo recuar na sua tentativa de ataque violento. Em última análise, a arma é um instrumento para o indivíduo se defender quando o Estado não está presente. E, por mais que queira, o Estado nunca será onipresente. O sujeito armado é também uma poderosa e monumental defesa contra a instalação de qualquer regime autoritário. Não é por acaso que a constituição americana prega com toda força o direito ao uso de arma pelos cidadãos, e mais do que isso, prega o direito dos cidadãos à formação de milícias para enfrentar tentativas totalitárias do Estado. É por essas razões que o establishment esquerdista, ou dominado pelo pensamento esquerdista, apresenta Jair Bolsonaro como "pregador da violência", quando é exatamente o oposto. O que o establishment esquerdista e suas ampliações deseja e manter o poder exercido sobre os cidadãos, subjugando-os sob um clima de violência permanente em todos os cantos, a todas as horas. O terrorista do PSOL que atacou Jair Bolsonaro em Juiz de Fora é um agente desse tipo de pensamento. E já está sendo inocentado e defendido por uma horda de ideólogos de esquerda de todos os naipes."
 https://www.facebook.com/vitor.videversus

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Sabendo que a maior parte dos políticos estão metidos na corrupção sistêmica, ligados à ORCRIM, então O QUE É ISTO, NA REALIDADE? 
A Polícia Federal está criando, às vésperas das eleições, um Centro de Monitoramento para investigar candidatos ligados ao crime organizado. A revelação foi feita nesta quarta-feira (05), no Rio de Janeiro, pelo ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann. “Quem tem o controle do território, tem o controle do voto. Então, é preciso impedir que representantes do crime organizado consigam se eleger. E se se elegerem, precisam ser cassados e punidos. É inadmissível que o crime tenha representação parlamentar”, disse. 
https://jovempan.uol.com.br/programas/jornal-da-manha/e-inadmissivel-que-o-crime-tenha-representacao-parlamentar-diz-raul-jungmann.html

A CULPA DA IMPRENSA IDEOLÓGICA E DESONESTA NO ATENTADO A JAIR BOLSONARO - FLÁVIO BOLSONARO https://youtu.be/DT-D7X3KFL8 

OS MISTÉRIOS DO ATENTADO CONTRA JAIR BOLSONARO - CONDE LOPPEUX  
http://conspiratio3.blogspot.com/2018/09/os-misterios-do-atentado-contra-jair.html 

FLAVIO BOLSONARO FALA DA FACADA, DO CRIMINOSO, DA TRAMA E AMEAÇA QUE AINDA RONDA SUA FAMÍLIA https://youtu.be/w4zkU8W5H6I

ESQUERDA, TERRORISMO E CRIME ORGANIZADO - UMA CUMPLICIDADE HISTÓRICA
http://conspiratio3.blogspot.com/2013/06/as-esquerdas-o-terrorismo-e-o-crime.html
 

DELEGADO FRANSCISCHINI FALA SOBRE A TENTATIVA DE ASSASSINATO DE BOLSONARO






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OLAVO DE CARVALHO - "A pressa da grande mídia em caracterizar o autor do atentado ao Bolsonaro como um lobo solitário sem conexões políticas, ao mesmo tempo que os parceiros do bandido começam a aparecer, evidencia claramente uma ânsia criminosa de inocentar a esquerda -- a mesma cujos membros mais assanhados vêm há meses pregando abertamente o assassinato do Capitão. E o slogan prontinho, "Violência gera violência" nivela e iguala à pregação aberta do crime de morte a simples exigência da resposta armada aos bandidos armados."  
https://blogdoolavo.com/pressa-obscena/ 

VIDE VERSUS

VITOR VIEIRA · Que tipo de inquérito é esse que está sendo comandado pela Polícia Federal, que começa em Juiz de Fora e logo é avocado para Brasília? Que tipo de inquérito é esse em que o autor confessor do atentado de morte a facada, confesso, é ouvido precariamente e no dia seguinte é enviado para um presídio nos quintos dos infernos, onde não está imediatamente à disposição dos investigadores? Que tipo de inquérito é esse em que o chefe maior da Polícia Federal, o ministro comunista Raul Jungmann, que comanda a Segurança Nacional, já sai afirmando que o autor do atentado é um abilolado que agiu por conta própria? Isso não é investigação, é um decreto de colocação de panos quentes sobre o mais grave atentado à história da democracia no Brasil. Isso é um gigantesco complô entre todos os matizes do pensamento esquerdista para validação do discurso esquerdopata de que vale qualquer coisa para a manutenção do establishment, Por qualquer coisa entenda-se a franquia para o assassinato desabrido de um líder popular que não reza por esse pensamento dominante. A esquerda, em todos os seus matizes, arroga-se a portabilidade de todas as virtudes boas, enquanto os adversários, do centro para a direita, são satanizados, apresentados como encarnação do mal, gente que quer matar gays, negros, nordestinos, xenófobos, enfim, tudo que é de ruim. Ah..... e gente que faz discurso e mantém práticas violentas. Por isso é legítimo matar quem defende que seja derrogado do Estatuto do Desarmamento e que as pessoas possam ter direito a uma arma para o exercício divino, natural, da autodefesa. Essa gentalha da esquerda, que tem no Estado a sua máxima encarnação, não pode admitir a vitória de um tipo de pensamento que exalta a figura do indivíduo antes do Estado. Por isso é legal matar "inimigo". A senha foi passada, com toda a clareza, pela mulher sapiens petista Dilma Rousseff, quando disse que "quem semeia violência colhe tempestade". E pela muito falsa comuno-ambientaleira, que durante este sábado, em São Paulo, comentou com aquela sua candura da floresta: "Imagine se o cara estivesse armado!!!!". Ou seja, a cândida comuno-ambientaleira, ex-invasora de terras, ex-militantes do PCdoB, ex-militante do PRC (Partido Revolucionário Comunista, o mesmo de Tarso Genro e José Genoíno), estava validando o atentado cometido pelo terrorista do PSOL, Adélio Bispo de Oliveira. Ou seja, ele atacou Bolsonaro, porque Bolsonaro, afinal, é "defensor" de coisas ruins, como atacar os negros, os gays, as mulheres, os nordestinos. Quando alguém é tão ruim assim, então é válida a tentativa de eliminá-lo da face da Terra. E recebe a benevolência de todo o establishment que domina o sistema, o qual se movimenta com toda a urgência, em todas as esferas, para logo tirar a gravidade do fato, atribuindo-o a um "abilolado". Nesse sentido correm presidente, ministros, procuradores de Justiça, candidatos presidenciais, partidos políticos detentores do discurso do intervencionismo estatal, e tutti quanti mais..... O Brasil é mesmo uma desgraça mundial.

VITOR VIEIRA · "Se este atentado a Jair Bolsonaro tivesse ocorrido nos Estados Unidos o FBI estaria sob a mais severa crítica e cobrança. Aqui, transcorridos três dias, nada acontece, as autoridades não informam nada. Ao contrário, as autoridades tentam descaracterizar atentado do terrorista do PSOL, Adélio Bispo de Oliveira, tentando apresentá-lo como um "abilolado". O Brasil é mesmo um país desgraçado, desgraçado pelo pensamento hegemônico esquerdista que tomou conta de todo o establishment nacional."
VITOR VIEIRA · Qualquer foca em editoria de Polícia sabe que as primeiras horas de um atentado são fundamentais para a elucidação do crime. A Polícia Federal mandou o autor confesso do atentado a faca contra Jair Bolsonaro para os quintos dos cafundós, e a equipe de investigação voltou para Brasília. Ou seja, é para não investigar nada, e deixar circular a versão divulgada por todo o establishment esquerdista, de que o ato terrorista foi obra de um "abilolado". É por coisas assim que o Brasil não dá certo nunca.
VITOR VIEIRA · "Para a esquerda enganar o povo sobre suas intenções é a coisa mais fácil do mundo. As pessoas comuns, simples, raciocinam de maneira primária, à base de algumas noções do senso comum. Essas pessoas são incapazes de promover inferências minimamente mais complexas. Então é fácil um revolucionário dizer que o "outro" está imbuído dos maus sentimentos dos quais ele é o verdadeiro portador. Por exemplo: é fácil espalhar que Bolsonaro é xenófobo, que quer liquidar gays, lésbicas, nordestinos, etc.... Até universitárias, formandas em Direito, acreditam nessa lenga-lenga. E não adianta se querer provar a elas que é o oposto, que os comunistas é que perseguem homossexuais, como em Cuba; que os comunistas são antissemitas; que os comunistas querem distribuir somente a pobreza. É inútil o esforço porque o pobre coitado já foi vitimado pelo senso primitivo de que defender os pobres é a mensagem portadora de todas as virtudes. No limite, é possível fazer tudo, e qualquer coisa, na defesa desta idéia. E daí a buscar o assassinato de um candidato que não reza pela cartilha da esquerda é a maior facilidade."
VITOR VIEIRA · "Uma das grandes safadezas do establishment esquerdista brasileiro, que impõe seu pensamento esquerdista hegemônico em todas as esferas da vida social no País, é a canalhice maior de que os defensores da liberação das armas para os cidadãos são propagandistas da violência. Isso é uma das maiores perversões do pensamento. Quem defende desarmamento é defensor da tese de que a incumbência da defesa dos cidadãos é do Estado, e de ninguém mais. Isso é um gigantesco erro, uma perversão absoluta da vida, da natureza, de toda a história da humanidade. A defesa da vida é uma atribuição inalienável de qualquer indivíduo, e não pode ser retirada dele e repassada para o Estado. O defensor da liberação das armas para os cidadãos é acima de tudo, e antes de tudo, um defensor da anti-violência. A arma é um instrumento dissuasório, para intimidar o bandido e fazê-lo recuar na sua tentativa de ataque violento. Em última análise, a arma é um instrumento para o indivíduo se defender quando o Estado não está presente. E, por mais que queira, o Estado nunca será onipresente. O sujeito armado é também uma poderosa e monumental defesa contra a instalação de qualquer regime autoritário. Não é por acaso que a constituição americana prega com toda força o direito ao uso de arma pelos cidadãos, e mais do que isso, prega o direito dos cidadãos à formação de milícias para enfrentar tentativas totalitárias do Estado. É por essas razões que o establishment esquerdista, ou dominado pelo pensamento esquerdista, apresenta Jair Bolsonaro como "pregador da violência", quando é exatamente o oposto. O que o establishment esquerdista e suas ampliações deseja e manter o poder exercido sobre os cidadãos, subjugando-os sob um clima de violência permanente em todos os cantos, a todas as horas. O terrorista do PSOL que atacou Jair Bolsonaro em Juiz de Fora é um agente desse tipo de pensamento. E já está sendo inocentado e defendido por uma horda de ideólogos de esquerda de todos os naipes."
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segunda-feira, 16 de junho de 2014

TREZENTOS MEMBROS DA ESCÓRIA INTELECTUAL BRASILEIRA ASSINAM MANIFESTO EM DEFESA DO BANDIDO MENSALEIRO PETISTA JOSÉ DIRCEU

TREZENTOS MEMBROS DA ESCÓRIA INTELECTUAL BRASILEIRA ASSINAM MANIFESTO EM DEFESA DO BANDIDO MENSALEIRO PETISTA JOSÉ DIRCEU

Um manifesto assinado por 300 membros da escória intelectual brasileira apela aos juízes do Supremo Tribunal Federal para que "corrijam as arbitrariedades praticadas pelo presidente da corte", ministro Joaquim Barbosa, na execução das penas em regime semiaberto estabelecidas no
Mensalão do PT. "O Presidente do Supremo Tribunal Federal, ao invés de cumprir as decisões dessa Suprema Corte, nega direitos a alguns sentenciados, desrespeitando a decisão do próprio pleno do STF e a jurisprudência do STJ quanto ao cumprimento do regime semiaberto", assinalam os pretensos intelectuais: "Com isso, ameaça levar ao caos o sistema prisional brasileiro". A tese central do documento é o de que a perseguição empreendida por Joaquim Barbosa contra os ex-presidentes do PT, os bandidos mensaleiros José Dirceu e José Genoíno, o ex-tesoureiro Delúbio Soares e o ex-presidente da Câmara, João Paulo Cunha, proibidos de exercer trabalho externo durante o cumprimento de suas penas, prejudica "dezenas de milhares de famílias de sentenciados que cumprem penas em regime semiaberto, trabalhando para sustentar suas mães, esposas e filhos. Milhares de famílias dependem dos salários deles para sobreviver". O argumento é semelhante ao do advogado de José Dirceu, que foi expulso da tribuna do STF, por ordem de Joaquim Barbosa. Veja o teor dessa escória intelectual, que não se peja mais de levar o pensamento brasileiro à completa execração: "Senhores ministros, O Brasil assiste perplexo à escalada de arbitrariedades cometidas pelo Presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa. Já não se trata de contestar o resultado do julgamento da chamada AP 470 – embora muitos de nossos pátrios juristas ainda discutam inovações polêmicas daquele julgamento, como a chamada "teoria do domínio do fato", por substituir a presunção de inocência pela presunção de culpabilidade. O Presidente do Supremo Tribunal Federal, ao invés de cumprir as decisões dessa Suprema Corte, nega direitos a alguns sentenciados, desrespeitando a decisão do próprio pleno do STF e a jurisprudência do STJ quanto ao cumprimento do regime semiaberto. Com isso ameaça levar ao caos o sistema prisional brasileiro, pois, aceito o precedente, cria-se jurisprudência não somente em desfavor dos presos e sentenciados, mas contrária ao espírito democrático que rege as leis de execução penal, inclusive. É o caso de sua exigência de cumprimento em regime fechado de um sexto da pena de réus condenados a uma sanção a ser iniciada no regime semiaberto. Adotada, à revelia de entendimento do pleno desse Supremo Tribunal Federal, tendo como alvo os sentenciados, todos ao regime semiaberto, inclusive Delúbio Soares, João Paulo Cunha, José Dirceu de Oliveira e Silva e José Genoíno, levará angustia e desespero não somente a eles e seus familiares, mas a dezenas de milhares de famílias de sentenciados que cumprem penas em regime semiaberto, trabalhando para sustentar suas mães, esposas e filhos. É preciso que o plenário do Supremo Tribunal Federal impeça a continuidade dessa agressão ao Estado de Direito Democrático. Concitamos, portanto, os Senhores Ministros integrantes dessa Corte Constitucional de Justiça a que revejam e corrijam tal violação de direitos praticada pelo Exmo. Sr. Presidente do STF, acatando o agravo impetrado pelos advogados dos réus. O desrespeito aos direitos de um único cidadão coloca em risco o direito de todos, e o Brasil já sofreu demais nas mãos de quem ditava leis e atos institucionais, atacando os mais elementares direitos democráticos". Agora veja a lista desses que se arvoram intelectuais, mas não passam de sabujos e capachos do petismo: Adriana Facina, antropóloga Museu Nacional; Adriana Nalesso, vice-presidente do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro; Adriano Diogo, deputado estadual PT/SP; Alessandra Dadona, Secretaria de Movimentos Populares e Políticas Setoriais; Alex Martins, Presidente da OAB de Volta Redonda – RJ; Alexandre Cesar Costa Teixeira, coordenador do Núcleo do Barão de Itararé do RJ; Aline Amorim Cavalcanti Rolandi, bancária; Aline Sasahara, documentarista; Alípio Freire, jornalista; Almir Aguiar, presidente Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro; Altamiro Borges, jornalista; Aluisio Almeida Schumacher, professor universitário e economista; Alvaro Luis Carneiro, Jornalista. Ana Corbisier, socióloga; Ana Laura dos Reis Corrêa, professora da Universidade de Brasília; Ana Maria dos Santos Cardoso, educadora social. Ana Maria Müller, advogada; Ana Perugini, deputada estadual PT/SP; Ana Rita, senadora PT/ES e presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal; André Klotzel, diretor e roteirista cinematográfico; André Rota Sena, advogado; André Tokarski, secretário de juventude do PCdoB; André Tomio Lopes Amano, pós-graduando da FFLCH/USP; Andrea Maria Altino de Campos Loparic, Profa. Senior do Dep. de Filosofia FFLCH/USP; Andrei Koerner, professor do depto. de Ciência Política IFCH-Unicamp; Aníbal Diniz, senador PT/AC; Anselmo de Jesus, deputado federal PT/RO; Antonio Martins, jornalista; Antonio Mentor, deputado estadual PT/SP; Antonio Neiva, membro do diretório estadual PT-RJ; Antonio Othon Pires Rolim, economista; Araken Vaz Galvão, escritor; Armando Boito, professor de Ciência Política da Unicamp; Arthur Poerner, escritor, jornalista e advogado; Artur Bruno, deputado federal PT/CE; Artur Henrique da Silva Santos, secretário municipal do Trabalho da Prefeitura de São Paulo; Artur Scavone, jornalista. Aton Fon Filho, advogado; Beatriz Labaki, socióloga; Bepe Damasco, jornalista; Beth Sahão, deputada estadual PT/SP; Campos Machado, deputado estadual e líder PTB/SP; Carina Vitral, presidenta da União Estadual dos Estudantes de São Paulo; Carlos Alberto Valadares, presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores em Tecnologia da Informação; Carlos Augusto Abicalil, ex-deputado federal PT/MT, mestre em gestão de políticas públicas; Carlos Enrique Ruiz Ferreira, professor universitário; Carlos Gilberto Pereira, metalúrgico aposentado e anistiado político; Carlos Lungarzo, professor titular aposentado da Unicamp; Carlos Neder, deputado estadual PT/SP; Carlos Odas, Coordenador de juventude do governo do Distrito Federal; Cassio Nogueira da Conceição, membro da Executiva Nacional da JPT e do Diretório Nacional do PT; Celso Horta, jornalista; Chico César, cantor; Chico Diaz, Ator; Cid Barbosa Lima Júnior, engenheiro civil; Cilene Marcondes, jornalista; Clarisse Abujamra, Diretora de Teatro; Cláudio José Oliveira, presidente do Sindicato dos Vigilantes de Niterói; Conceição Aparecida Pereira Rezende, psicóloga; Consuelo de Castro, dramaturga; Dalva Figueiredo, deputada federal PT/AP; Danilo Camargo, advogado; Danilo Vianna Lopes, vice-presidente nacional da União Brasileira de Estudantes Secundaristas; Darby Igayara, presidente CUT-RJ; David Stival, professor universitário; Débora Duboc, atriz; Décio Lima, deputado federal PT/SC; Denise Paraná, jornalista; Dermeval Saviani, professor emérito da UNICAMP e pesquisador emérito do CNPq; Dilson Marcon, deputado federal PT/RS; Dr. Rosinha, deputado federal PT/PR; Durval Ângelo, deputado estadual PT/MG e presidente da Comissão de Direitos Humanos da ALMG; Edison Munhoz, membro da executiva Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro; Edison Tessele, advogado; Edson Santos, deputado federal PT/RJ; Eduardo Fagnani, economista e professor do Instituto de Economia da Unicamp; Eduardo Suplicy, senador PT/SP; Elói Pietá, ex-prefeito de Guarulhos; Elzira Vilela, médica; Emilia Maria Mendonça de Morais, professora aposentada da UFPB Recife - PE; Emilia Viotti da Costa, Professora Universitária - USP e Universidade de Yale (USA); Emir Sader, sociólogo; Enio Tatto, deputado estadual PT/SP; Enzo Luis Nico Jr, geólogo; Eric Nepomuceno, escritor; Erik Bouzan, estudante de Gestão de Políticas Públicas- USP e secretário municipal da JPT; Erika Mazon, jornalista; Erminia Maricato, arquiteta e urbanista; Esther Bemerguy de Albuquerque, economista; Fábio Lau, jornalista e editor de Conexão Jornalismo; Fátima Cleide, servidora pública e ex-senadora PT/AC; Felipe Lindoso, antropólogo; Fernando Morais, jornalista e escritor; Fernando Nogueira da Costa, economista; Fernando Pacheco, economista; Gaudencio Frigotto, professor da UERJ; Geniberto Campos, médico cardiologista; Geraldo Cruz, deputado estadual PT/SP; Gerson Bittencourt, deputado estadual PT/SP; Gilberto Nahum, jornalista; Gilson Caroni Filho, professor universitário; Glauber Piva, produtor cultural; Guiomar Silva Lopes, médica e coordenadora de políticas para idosos da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo; Guto Pires, jornalista; Hamilton Pereira, deputado estadual PT/SP; Hélcio Antônio Silva, deputado federal PT/SP; Heloísa Fernandes, socióloga; Henrique Fontana, deputado federal PT/RS; Hersch Basbaum, escritor; Herta Vicci Pidner, professora universitária; Hildegard Angel, jornalista; Hugo Carvana, ator; Humberto Costa, senador PT/PE; Iara Bernardi, deputada federal PT/SP; Inácio Arruda, senador do PCdoB/CE; Iriny Lopes, deputada federal PT/ES; Izaias Almada, escritor e dramaturgo; Jacy Afonso - Executiva CUT Nacional; Jaime Cesar Coelho, Professor; Jean Tible, professor; Jefferson Lima, secretário Nacional de Juventude do PT; João Antonio de Moraes, presidente da Federação Única dos Petroleiros; João Batista Barbosa Silva, membro do PT/PA; João Capiberibe, ex-governador do Amapá e senador PSB/AP; João Cyrino, Conselheiro Universitário da UFG e Diretor do DCE-UFG; João Guilherme Vargas Netto, consultor sindical; João Paulo Lima, deputado federal PT/PE; João Paulo Rillo - Dep Estadual PT/SP; João Paulo Soares, jornalista; João Pedro Stédile, coordenador do MST e Via Campesina Brasil; João Vicente Augusto Neves, advogado e secretário de Assuntos Jurídicos e da Cidadania de Franco da Rocha/SP; João Vicente Goulart, presidente do Instituto João Goulart; Joceli Jaison José Andrioli, coordenador nacional do MAB (Movimento de Atingidos por Barragens); José Antonio Garcia Lima, membro da executiva CUT-RJ; José Augusto Valente, engenheiro; José Ivo Vannuchi, advogado e ex-prefeito São Joaquim da Barra - SP; José Luiz Deu Roio, consultor; José Maria Rangel, presidente do Sindicato dos Petroleiros do Norte-Fluminense; José Roberto Pereira Novaes, professor UFRJ; José Zico Prado, deputado estadual PT/SP; Julia Helena Barbosa Costa Afonso, estudante; Juliana Borges da Silva, secretária Municipal de Mulheres do PT São Paulo; Juliana Cardoso, vereadora PT/SP; Júlio Turra, membro Comissão Executiva Nacional da CUT; Ladislau Dowbor, economista; Lafaiete Neves, professor aposentado da Universidade Federal do Paraná; Laura Tavares, Professora; Laurindo Lalo Leal Filho, jornalista e professor; Lauro César Muniz, dramaturgo; Leonardo Boff, teólogo, escritor e professor; Leopoldino Ferreira de Paula Martins, Coordenador do Sindicato dos Petroleiros/MG e diretor da FUP; Leopoldo Vieira, servidor público; Lia Ribeiro, jornalista; Ligia Chiappini Moraes Leite, profa. aposentada da FFLCH USP; Ligia Deslandes - Presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Comércio de Minérios e Derivados de Petróleo do Rio de Janeiro; Lilian Ribeiro, advogada; Lincoln Secco, professor titular do Departamento de História/USP; Luciana Santos, deputada federal e vice-presidenta nacional do PCdoB; Luciano D'Angelo, professor Lucila Chebel Labaki, professora Unicamp; Lucy Barreto, produtora cultural; Luis Antonio Souza da Silva, presidente Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações do Rio de Janeiro; Luiz Carlos Barreto, cineasta; Luiz Carlos Barros Bettarello, médico; Luiz Carlos Gomes, físico e professor doutor da USP; Luiz Claudio Marcolino, deputado estadual PT/SP; Luiz Couto, deputado federal PT/PB; Luiz Eduardo Greenhalgh, advogado; Luiz Fernando Lobo, ator e diretor; Luiz Roberto Simon do Monte, ex-vereador; Manoel Cyrillo de Oliveira Netto, publicitário; Marcelo Magalhães, publicitário; Marcelo Rodrigues, membro da direção da CUT-RJ; Marcelo Santa Cruz, advogado, militante dos direitos humanos e vereador de Olinda pelo PT; Marcia Miranda, educadora popular, cofundadora e consultora do Centro de Defesa dos Direitos Humanos de Petrópolis; Márcio Macêdo, deputado federal PT/SE; Marcio Meira, antropólogo; Marco Aurélio de Souza, deputado estadual PT/SP; Marco Aurélio Weissheimer, jornalista; Marcos Del Roio, professor da Unesp; Margarida Salomão, deputada federal PT/MG; Margret Althuon, economista; Maria Aparecida Antunes Horta, professora; Maria Aparecida da Silva Abreu, secretária nacional de Combate ao Racismo do PT; Maria Aparecida de Jesus, Chefe de gabinete do Deputato Estadual Durval Ângelo; Maria Aparecida Dellinghausen Motta; Maria Cecília Velasco e Cruz, professora doutora da UFBA; Maria Cristina Fernandes de Oliveira, contadora e assessora parlamentar; Maria da Conceição Tavares, Economista; Maria da Piedade Peixoto dos Santos; Maria do Carmo Lara, Ex-prefeita de Betim MG; Maria do Socorro Diógenes, Professora; Maria Fernanda Coelho, servidora da Caixa; Maria Fernanda Seibel, advogada; Maria Inês Nassif, jornalista; Maria José Silveira, escritora; Maria Lucia Alves Ferreira, produtora cultural; Maria Lúcia Prandi, deputada federal PT/SP e presidente do Diretório Municipal do PT de Santos/SP; Maria Luiza de Carvalho Armando, professora aposentada da UFRGS; Maria Luiza Franco Busse, Jornalista; Maria Luiza Tonelli, advogada e professora;
Maria Regina Sousa, aposentada Piauí; Maria Silvia Portela de Castro, socióloga; Marilena Chauí, filósofa; Marilia Guimarães, Presidente da Rede Internacional de Intelectuais, Artistas e Movimentos Sociais em defesa da Humanidade – Capítulo Brasileiro; Marilza de Melo Foucher, jornalista e economista; Markus Sokol, membro Diretório Nacional – PT; Marlos Bessa Mendes da Rocha, Professor associado da UFJF; Michel Chebel Labaki Junior, engenheiro; Mina Nahum, aposentada; Misa Boito, membro Diretório Estadual – PT/SP; Morgana Eneile, gestora cultural e assessora parlamentar da comissão de cultura Alerj; Nelson Canesin, sociólogo; Nelson Pellegrino, deputado federal PT/BA; Osmar Prado, ator; Padre Ton, deputado federal PT/RO; Padre João, deputado federal PT/MG; Paulo Faria - Dramaturgo e Diretor de Teatro; Paulo Paim, senador PT/RS; Paulo Roberto Feldmann, economista e professor da USP; Paulo Roberto Ribeiro, jornalista; Paulo Serpa, antropólogo; Pedro Martinez, estudante de Direito; Pio Perreira dos Santos, Médico; Policarpo, deputado federal PT/DF; Regina Elza Solitrenick, médica; Regina Galdino, diretora teatral; Regina Célia Reyes Novaes, professora UFRJ; Renan Alencar, presidente da UJS; Renata Silveira Corrêa, economista; Renato Rabelo, presidente nacional do PCdoB; Renato Simões, deputado federal PT/SP; Ricardo Abreu, secretário de Relações Internacionais do PCdoB; Ricardo Gebrim, advogado, Consulta Popular; Roberto Requião, ex-governador do Paraná e senador PMDB/PR; Rodrigo de Sousa Soares, advogado; Rogério Sottili, secretário municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo; Ronald Luiz dos Santos, vice-presidente da União Nacional dos Estudantes; Roque Barbieri, deputado estadual PTB/SP; Rose Nogueira, Jornalista e defensora dos Direitos Humanos; Roseli Coelho, socióloga, professora Escola de Sociologia e Política; Rubem Murilo Leão Rego, professor livre docente da Unicamp; Rui Falcão, deputado estadual PT/SP e Presidente Nacional do PT; Samara Carvalho, bancária; Samuel Pinheiro Guimarães, diplomata; Sebastião Velasco e Cruz, professor titular do Departamento de Ciência Política da Unicamp; Sérgio Magalhães Gianetto, presidente do Sindicato dos Portuários do Rio de Janeiro; Sergio Mamberti, ator; Sergio Muniz, documentarista; Silas Cardoso de Souza, advogado; Silvana Barolo, socióloga; Silvia Contreras, socióloga - BH/MG; Simão Pedro Chiovetti, sociólogo, deputado estadual PT/SP e Secretário Municipal de Serviços da PMSP; Solange de Souza, historiadora do CEDEM/ Unesp; Stella Bruna Santo, advogada; Suzana Guerra Albornoz, escritora e professora universitária; Syr-Daria Carvalho Mesquita, coordenadora geral da Articulação de Lésbicas - Artlés; Takao Amano, advogado e membro da Comissão da Verdade da OAB/SP; Tania Cristina Barros Aguiar; Tania Nahum, advogada; Tata Amaral, cineasta; Tatiana Oliveira, cientista política e militante da MMM-RJ; Telma de Souza, deputado estadual PT/SP; Teresinha Pinto, PT/SP; Theotonio dos Santos, economista; Thiago Barreto, secretário executivo adjunto da ABRASCO; Thiago Rogerio Kimura, estudante; Thomaz Ferreira Jensen, economista; Tito – deputado estadual PT/SP; Toni Reis, secretário de educação e ex-presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais); Tuca Moraes, atriz e produtora; Úrsula Prudente Oliveira , membro da Frente Popular de Lutas - Barra Mansa, RJ; Vagner Freitas, presidente da nacional da CUT; Valéria Moraes, economista; Valmir Assunção, deputado federal PT/BA; Vanessa Grazziotin, senadora PCdoB/AM; Venício A. de Lima, professor universitário e jornalista; Vera Claudino, secretária; Vicente Candido, deputado federal PT/SP; Vicente Paulo da Silva, deputado federal PT/SP e líder do PT na Câmara; Virgílio de Mattos, Professor MG; Virna Pereira Teixeira, professora e membro do Diretório Nacional do PT; Vitor Carvalho, membro da executiva da CUT Nacional; Vitor Quarenta, secretário geral da União Estadual dos Estudantes de São Paulo; Wadih Damous, advogado; Wagner Homem, Escritor; Walnice Nogueira Galvão, professora de letras/USP; Wanderley Guilherme dos Santos, professor titular de Teoria Política (aposentado) da UFRJ; Waquíria Leão Rêgo, professora Titular de Teoria Social IFCH - Unicamp; Washington Luiz Cardoso Siqueira, presidente do diretório estadual do PT-RJ; Wellington Dias, Senador PT/PI; Wesley Caçador Soares, médico; Wilma Ary, jornalista; Wolf Gauer, diretor de cinema; Zé de Abreu, ator; Zenaide Lustosa, funcionária pública federal. Dá para ver que 90% dos que colocam sua assinatura são petistas juramentados. Os outros 10% são de gente completamente subalterna ao petismo. A publicação da lista permite se constatar o nível de indigência a que chegou a cultura e o pensamento no Brasil nesta era do regime petista, algo nunca visto antes neste País.