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sábado, 17 de fevereiro de 2024

"A MENTIRA REPETIDA MIL VEZES" - A ARTE DE LEVAR OS OUTROS AO ERRO - PSICOPATAS NO PODER

 

 

"BLOQUEIO REVERSIVO: insistir enfaticamente em algo que é o oposto da verdade bloqueia a mente da pessoa mediana para perceber a verdade. De acordo com os ditados do senso comum saudável, ela inicia a busca de sentido no “meio termo” entre a verdade e o seu oposto, terminando com alguma falsificação satisfatória. As pessoas que pensam assim não percebem que esse efeito é precisamente a intenção de quem os sujeita a esse método. Se a falsificação da verdade é o oposto de uma verdade moral, ao mesmo tempo, ela representa simultaneamente um paramoralismo extremo, e carrega seu caráter peculiarmente sugestivo. 

Nós raramente vemos esse método sendo utilizado por pessoas normais; mesmo que tenham sido criadas por pessoas que abusaram dele; geralmente, elas só apresentam os resultados do método em suas dificuldades características para apreender a realidade adequadamente. O uso desse método pode ser incluído dentro dos conhecimentos psicológicos especiais mencionados anteriormente, que são desenvolvidos por psicopatas no tocante às fraquezas da natureza humana e à arte de levar os outros ao erro. Onde eles governam, esse método é utilizado com virtuosidade e em uma extensão proporcional ao seu poder." (Ponerologia: Psicopatas no Poder, Andrew Lobaczewski )

Leia e estude este livro.

Esta técnica funciona MUITO melhor se as opiniões contrárias forem suprimidas, como já disse Milovan Djilas.


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Quando a Fôia publica um “direito de resposta”, é só para comprovar que é uma publicação equilibrada, equidistante da verdade e da mentira. https://olavodecarvalhofb.wordpress.com/2018/06/01/31-5-2018/
 
Se não me engano foi o Ítalo Lorenzon quem explicou o que é o radicalismo de direita: 
Diz a esquerda revolucionária: 2+2= 5
A "extrema" direita responde: 2+2= 4
Aí vem a esquerda "moderada" e conclui: gente, não seja radical, 2+2= 4,5.
 

Olavo de Carvalho - Quando irão os nossos direitistas entender que, para pessoas formadas na mentalidade comunista (sejam elas ou não conscientemente comunistas), mentir a favor da causa é MÉRITO? Quando vão entender que, para essa gente, a palavra "verdade" vale apenas como rótulo embelezador da mentira conveniente.

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Como os Socialistas Deturpam a Linguagem para Conquistar Corações, Mentes e, é claro, o Poder

O grande Theodore Dalrymple certa vez disse o seguinte:

"Em meus estudos sobre as sociedades socialistas, cheguei à conclusão de que o propósito das propagandas feitas pelo regime não era persuadir ou convencer os cidadãos, nem tampouco informar; o propósito era humilhar.  Consequentemente, quanto menos a propaganda correspondesse à realidade, melhor. Quando as pessoas são obrigadas a permanecer em silêncio ao mesmo tempo em que lhe contam as mais óbvias mentiras; ou, pior ainda, quando elas são forçadas a repetir elas próprias essas mentiras, perdem todo o senso de honestidade. Consentir com mentiras óbvias faz com que você, de certa forma, se torne também uma pessoa perversa. Qualquer resistência é erodida, e acaba sendo totalmente destruída. Uma sociedade formada por mentirosos emasculados é fácil de ser controlada.

Se você examinar o fenômeno do politicamente correto, verá que ele possui o mesmo efeito. Intencionalmente."

E eles são pacientes.  Eles podem perder seguidas batalhas, ano após ano.  No entanto, enquanto as coisas estiverem caminhando para o rumo que desejam, não importa quão lentamente, eles sabem que estão vencendo. O artigo abaixo foi extraído de um livro escrito ainda na década de 1950. Nele, Mises analisa os primórdios deste fenômeno: 

"Os socialistas criaram uma revolução semântica capaz de converter o significado dos termos em seu exato oposto." https://mises.org.br/artigos/2271/como-os-socialistas-deturpam-a-linguagem-para-conquistar-coracoes-mentes-e-e-claro-o-poder

ERIC VOEGELIN: "Uma segunda justificativa para o meu ódio do nacional-socialismo e de outras ideologias é bastante primitiva. Tenho repulsa ao morticínio de seres humanos por diversão. Na época eu não entendia muito bem qual era a graça, mas, de lá para cá, anos de ampla investigação lançaram alguma luz sobre o assunto. A brincadeira é conquistar uma pseudo-identidade com a afirmação do próprio poder, o que se faz preferencialmente matando alguém, e esta pseudo-identidade passa a servir de substituta ao ego humano que se perdeu. Alguns desses problemas foram abordados em meu estudo "Eclipse of Reality" [Eclipse da realidade], publicado em 1970. (O ensaio "The Eclipse of Reality", publicado em What is History and other unpublished é um dos mais importantes para se entender a obra de Voegelin, apesar de nunca ter sido publicado em vida. Partindo do pressuposto de que, com um ato da imaginação, o homem cria Segundas Realidades que o ajudam a suportar a precariedade da Primeira Realidade, sempre permeada pela tensão entre vida e morte, luz e trevas, fé e desespero, Voegelin analisa as ramificações dessa deformação do real nas filosofias de Hegel e Sartre e na poesia romântica de Schiller. O resultado é, claro, o eclipse da dignidade do ser humano e a transformação deste em uma mera máquina pronta para ser exterminada graças a uma "causa". Sobre este assunto, ver também os ensaios de Wallace Stevens sobre as vantagens da imaginação em The necessaryAngel)" https://conspiratio3.blogspot.com/2014/09/ideologia-e-totalitarismo-eric-voegelin.html

TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html

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O "direito" de perseguir e matar decorre do direito de condenar e demonizar adversários (inimigos) e, antes disso, de redefinir o que é bem e mal, certo e errado, verdade e mentira, com o aval da população manipulada e acovardada. A IDEOLOGIA REDEFINE PARA EXCLUIR E MATAR.

É a ditadura da palavra acima dos fatos.

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Hannah Arendt: "Na prática, o governante totalitário age como alguém que insulta persistentemente outra pessoa até que todo o mundo saiba que ela é sua inimiga, a fim de que possa, com certa plausibilidade, matá-la em autodefesa."

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"Eric Voegelin - Declaro claramente que Marx foi um vigarista intelectual com o propósito de manter uma ideologia que permitiria a ele sustentar a ação violenta contra seres humanos com uma demonstração de indignação moral."

 

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CENSURA É CENSURA À VERDADE

A verdade desaparece sem a liberdade de buscá-la. O conhecimento deixa de existir sem a possibilidade de testá-lo ou debatê-lo plenamente. Todas as liberdades e direitos dependem da liberdade de expressão, são defendidos por ela e sem ela estão ameaçados. A censura danifica imensamente mais do que mentiras e os males que ela alega evitar. A censura é o que dá CREDIBILIDADE e longa vida à mentira porque impede o fact checking popular. O que se pode esperar dessa censura se os poderes que nos calam pela força não podem nos calar por argumentos? Se os mentirosos são os censores? O que eles já disseram sobre o risco abissal da censura? Da CONCENTRAÇÃO DE PODER nas mãos de quem controla a informação? Este, sim, é o maior perigo que a História já documentou. 

https://conspiratio3.blogspot.com/p/triagem-filtragem-confronto-de.html

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A mentira repetida mil vezes só vira "verdade" sem críticas e sem perguntas. Nenhuma outra opção deve emergir nas mentes. Eles sabem que a democracia se faz pelo debate livre, pela livre concorrência de ideias, pela busca da verdade. É ISTO o que elege os melhores. E este é o problema deles. O comunismo é um sistema psicopáticosem verdade e sem a liberdade de buscá-la. Onde só existe a voz dos censores.  https://conspiratio3.blogspot.com/p/triagem-filtragem-confronto-de.html

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"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho

"Quando se deixa de acreditar em Deus, passa-se a acreditar em qualquer coisa." G. K. Chesterton

RELATIVIZAR A VERDADE, ABSOLUTIZA A OPINIÃO. E aqueles que relativizam a verdade querem sua voz absolutizada.

REZE PELO BRASIL. REZE PELA VERDADE.

Ela está em perigo de extinção permanente, substituída por ideologias e pretextos. 

quarta-feira, 28 de julho de 2021

PINGOS NOS IS - STF espalha desinformação no Facebook para atacar Bolsonaro - Uma mentira repetida mil vezes vira "verdade" quando a verdade verdadeira é CENSURADA!

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Uma mentira repetida mil vezes vira "verdade" quando a verdade verdadeira é CENSURADA! Isso foi feito por TODOS os governos comunistas e agora pelo próprio TSE, STF e legislativo.

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STF DEU AUTONOMIA A GOVERNADORES E PREFEITOS https://conspiratio3.blogspot.com/2021/01/janaina-paschoal-e-caio-coppolla.html

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Todo o lucro e poder que a corja está obtendo vêm do perigo e do medo que o teatro pandêmico impõe às populações. Superdimensionar o perigo empodera essas autoridades, concede-lhes o CONTROLE cada vez maior sobre nossas liberdades e direitos, dá-lhes oportunidade de cometer todo tipo de atrocidades. Pesquise IRON MOUNTAIN REPORT.

🆘 PAULO FIGUEIREDO - A UTILIZAÇÃO DO MEDO da Covid-19 para Controle Social por Governos https://conspiratio3.blogspot.com/2021/06/paulo-figueiredo-utilizacao-do-medo-da.html

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Hoje a adesão ao lockdown e a rejeição ao tratamento precoce são motivadas pela pressão comunista que vai desde bullying, cancelamento, até criminalização. Ao invés de realizar pesquisas, discussões e debates com especialistas (e convencer as pessoas ao invés de obrigá-las), a corja PERSEGUE ESPECIALISTAS. Resultado: a verdade é esmagada pelo rolo compressor do poder espúrio esquerdista. Comunismo é isso, sempre foi. É assim que eles conseguem o consenso, é consenso por pressão. É assim que eles forçam a alma a se trair. É preciso desmascarar esse modus operandi.

 

 

 

sábado, 21 de setembro de 2019

ALEXANDRE GARCIA - Dodge se despede vendo democracia em perigo?

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DEMOCRACIA E FACTOIDE
https://youtu.be/fRRkI8Z_h-Q 

Para compartilhar esse conteúdo, por favor utilize o link https://omunicipio.com.br/democracia-e-factoide/ ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos, artes e vídeos do jornal O Município estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização da redação (redacao@omunicipio.com.br). As regras têm como objetivo proteger o investimento que O Município faz na qualidade de seu jornalismo.

O factoide criado na campanha eleitoral, de que Bolsonaro é um perigo para a democracia ficou mais forte agora (*), depois que o sistema democrático o escolheu, por vontade da ampla maioria, chefe do Governo.
Os que criaram o factoide ficaram convencidos de sua criação. Tanto que o Vice Mourão diz o óbvio, de que o único caminho é a democracia, vira manchete, como se fosse notícia. Quando o futuro Procurador Geral, Augusto Aras diz também o óbvio, de que o Presidente não vai mandar nem desmandar na Procuradoria, destaca-se a frase como um desafio, fingindo que alguma vaz o Presidente tenha tentado mandar ou desmandar na procuradora Dodge. Aliás, o contrário é que aconteceu.

https://omunicipio.com.br/democracia-e-factoide/

(*) Na pseudo-imprensa

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Olavo de Carvalho Dezesseis anos de total silêncio sobre o Foro de São Paulo na mídia brasileira e nos círculos de estudiosos internacionais NÃO PODEM, de maneira alguma, ser explicados por uma acidental confluência de ignorâncias. São a primeira prova do PODER AVASSALADOR dessa entidade.




O politicamente correto é uma propaganda comunista escrita em letras pequenas. Em meu estudo das sociedades comunistas, cheguei à conclusão de que o objetivo da propaganda comunista não era persuadir ou convencer, nem informar, mas humilhar; e, portanto, quanto menos correspondesse à realidade, melhor. Quando as pessoas são forçadas a permanecer caladas enquanto recebem as mentiras mais óbvias, ou pior ainda, quando são forçadas a repetir as mentiras, perdem de uma vez por todas o senso de probidade. Aceitar mentiras óbvias é cooperar com o mal e, de alguma maneira, tornar-se mal consigo mesmo. A posição de alguém para resistir a qualquer coisa é assim corroída e até destruída. Uma sociedade de mentirosos castrados é fácil de controlar. Eu acho que se você examinar o politicamente correto, tem o mesmo efeito e se destina a isso.” Theodore Dalrymple



segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

SÍNDROME DO PIU-PIU - OLAVO DE CARVALHO


PSICOPATAS
(...)
Quando escrevo, procuro expressar não somente o que vejo e sinto, mas o que os meus leitores também vêem e sentem. Milhares deles me enviam mensagens do tipo "Você disse exatamente o que eu estava tentando dizer e não conseguia." O psicopata, ao contrário, escreve para insinuar que você NÃO SENTIU O QUE SENTIU, NÃO VIU O QUE VIU, NÃO SABE O QUE SABE. E muitas vezes consegue mesmo instilar no cérebro das pessoas a Síndrome do Piu-Piu.

Quando começo alguma discussão, parto do princípio de que o meu antagonista, se não é um primor de honestidade, é pelo menos uma pessoa normal. Procuro então ater-me ao assunto da discussão, sem reparar muito na “forma mentis” do adversário. Meus leitores são testemunhas da atenção sem fim que dou aos argumentos de críticos e antagonistas, mesmo quando obviamente idiotas. Já quando percebo que o debatedor é um desequilibrado, que portanto o tema em discussão não é o verdadeiro foco dos seus pensamentos, mas apenas o pretexto ocasional para a busca de uma compensação neurótica ou a expressão de uma genuína fantasia psicótica, paro imediatamente a discussão para não ferir mais fundo uma mente que já vem ferida. Mas, se identifico nele algo de mais grave, não uma simples doença mental, uma neurose ou psicose, e sim uma psicopatia em sentido estrito, é preciso algo mais do que interromper um debate. É preciso advertir à platéia que estamos todos na presença de um criminoso.

Olavo de Carvalho 

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PSICOPATAS - OLAVO DE CARVALHO  
https://conspiratio3.blogspot.com/2017/03/psicopatas-olavo-de-carvalho.html

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A MENTIRA ESQUERDISTA PRETENDE APAGAR A DIFERENÇA ENTRE VERDADE E MENTIRA - OLAVO DE CARVALHO 
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/09/a-mentira-esquerdista-pretende-eliminar.html
 
 

Olavo de Carvalho  

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Olavo de Carvalho · A Síndrome do Piu-Piu não é o último estágio da degradação mental humana. Certas pessoas preferem antes deixar que o planeta se exploda do que permitir que a linda tranquilidade interior das suas alminhas sofra o menor abalo. Em pleno Apocalipse, elas dirão que nada está acontecendo.
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Olavo de Carvalho · Certas vítimas de homicídio são tão desprezíveis quanto os criminosos que as matam. O modelo delas é a velhinha do conto da Flannery O'Connor, "A good man is hard to find", que até dois segundos antes da morte ainda tenta se convencer de que o assassino que a aprisionou é bonzinho e não vai lhe fazer mal.
O Brasil está repleto de cópias da vovozinha do conto da Flannery O'Connor, "A good man is hard to find", que prefere antes deixar-se matar do que admitir que os assassinos são assassinos.
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Olavo de Carvalho "No estudo do Alexander Soljenitsin sobre as revoluções na França e na Rússia, o diagnóstico é o mesmo nos dois casos: a direita, vilmente atacada, perde porque se preocupa menos em destruir o adversário do que em mostrar moderação."
https://olavodecarvalhofb.wordpress.com/2019/01/26/26-1-2019/


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Olavo de Carvalho - "Trinta anos de estudos sobre a mentalidade revolucionária convenceram-me de que ela não é a adesão a este ou àquele corpo de convicções e propostas concretas, mas a aquisição de certos cacoetes lógico-formais incapacitantes que acabam por tornar impossível, para o indivíduo deles afetado, a percepção de certos setores básicos da experiência humana. A mentalidade revolucionária não é um conjunto de crenças, é um sistema de incapacidades adquiridas, que começam com um escotoma intelectual e culminam numa insensibilidade moral criminosa. É uma doença mental no sentido mais estrito e clínico do termo, correspondente àquilo que o psiquiatra Paul Sérieux descrevia como delírio de interpretação. Numa discussão com o homem normal, o revolucionário está protegido pela sua própria incapacidade de compreendê-lo."

O IMPÉRIO DA VONTADE - OLAVO DE CARVALHO - O relativismo militante é um véu de análise racional feito para camuflar a imposição, pela força, de uma vontade irracional. Sua função é cansar, esgotar e calar a inteligência para abrir caminho ao “Triunfo da Vontade”. É um método de discussão inconfundivelmente nazista. Se você estudar Nietzsche direitinho, verá que toda a filosofia dele não é senão a sistematização e a apologética desse método, hoje adotado pela tropa inteira dos ativistas politicamente corretos. Por trás de toda a sua estudada complexidade, a estratégia do nietzscheísmo é bem simples: trata-se de dissolver em paradoxos relativistas a confiança no conhecimento objetivo, para que, no vácuo restante, a pura vontade de poder tenha espaço para se impor como única autoridade efetiva. Descontada a veemência do estilo pseudoprofético, não raro inflado de hiperbolismo kitsch , não há aí novidade nenhuma. É o velho Eu soberano de Fichte, que abole a estrutura da realidade e impera sobre o nada. É a velha subjetividade transcendental de Kant, que dita regras ao universo em vez de tentar conhecê-lo.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/060105jb.htm


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ROGER SCRUTON - "Uma pessoa que diz que a verdade é relativa está pedindo para que você não acredite nela."

ROGER SCRUTON -  "A ideologia comunista descartou a idéia de verdade como se fosse uma construção burguesa. O que importava era poder — e você batizou como verdade aquelas doutrinas que o fornecem. Essa maneira invencível de marginalizar a realidade foi exposta para todos por Orwell, Koestler, Solzhenitsyn e, mais recentemente, Havel. Somente a educação em uma universidade moderna, com doses repetidas de Foucault, Deleuze e Vattimo, pode cegar para os perigos de uma filosofia que vê o poder como o verdadeiro objetivo do discurso. Infelizmente, essa educação existe, e temos que viver com o resultado disso."  
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Olavo de Carvalho Tenho a impressão de que no Brasil o distúrbio fronteiriço de personalidade é endêmico: as pessoas entendem as coisas no momento em que você as explica, mas não conseguem transmutar esse entendimento em consciência, portanto muito menos em ações.
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Olavo de Carvalho - Uma das especialidades esquerdistas mais lindinhas é a sua destreza em jogar com o absurdo e o autocontraditório como meios de estupidificar a platéia. Eles "desconstroem" e relativizam a noção de "arte" como fetiche burguês até fazer com que qualquer cocô possa ser aceito como arte, mas ao mesmo tempo continuam explorando o culto burguês da arte como meio de proteger-se contra o julgamento público das suas obras.
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Olavo de Carvalho - A linguagem da mídia e do "beautiful people" é calculada para espalhar endemicamente o transtorno de personalidade limítrofe, que consegue raciocinar verbalmente ou matematicamente mas não consegue transformar em CONSCIÊNCIA o sentido do que raciocina.
https://www.facebook.com/olavo.decarvalho/posts/10155625341762192
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Olavo de Carvalho Repetir incansavelmente a mentira, ignorando os desmentidos e as provas em contrário como se não existissem, não é um pecado ocasional, é a NORMA da intelectualidade esquerdista. Goebbels ainda usava fraldas quando os comunistas já eram mestres nessa coisa.
https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/1204176906401048
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Olavo de Carvalho - Na mente de um esquerdista, não existe prazer maior que o de aderir conscientemente a uma mentira. Isso prova, aos seus olhos, que ele é superior à realidade, é o Super-Homem de Nietzsche, que inventa a sua própria realidade e caga montes para os fatos.
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Olavo de Carvalho - Quando irão os nossos direitistas entender que, para pessoas formadas na mentalidade comunista (sejam elas ou não conscientemente comunistas), mentir a favor da causa é MÉRITO? Quando vão entender que, para essa gente, a palavra "verdade" vale apenas como rótulo embelezador da mentira conveniente.
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OLAVO DE CARVALHO - "Truth Decay, Segundo os sábios da Rand Corporation, uma das causas desse fenômeno é a "declining trust in formerly respected sources of factual information". Isso é uma inversão completa. O problema não é o declínio da confiança NAS fontes, e sim o da confiabilidade DAS fontes."
"A esquerda mundial tem a mentira e a desinformação no sangue. Onde quer que ela se torne dominante, haverá Truth Decay."
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Olavo de Carvalho - Os esquerdistas mentiram e trapacearam tanto, desde o início do século XX, que quando chegou a década de 60 acabaram concluindo que a única maneira que tinham para recobrar ao menos um simulacro de dignidade intelectual era proclamar que a verdade não existia.
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Olavo de Carvalho - TUDO, na vida intelectual, depende de uma distinção clara entre o que você SABE, o que lhe PARECE RAZOÁVEL, o que você ACHA e o que você apenas IMAGINA. Os quatro discursos de Aristóteles.
https://www.facebook.com/olavo.decarvalho/posts/10156014526527192
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COMO DEBATER COM UM ESQUERDISTA
A disputa com o revolucionário é sempre regida por dois códigos simultâneos, dos quais você só conhece um. Quando você menos espera, ele apela ao código secreto e lhe dá uma rasteira.
Provar que um esquerdista está errado não significa nada. Você tem é de mostrar como ele é mau, perverso, falso, deliberado e maquiavélico por trás de suas aparências de debatedor sincero, polido e civilizado. Faça isso e você fará essa gente chorar de desespero, porque no fundo ela se conhece e sabe que não presta. Não lhe dê o consolo de uma camuflagem civilizada tecida com a pele do adversário ingênuo.
http://wpress.olavodecarvalho.org/como-debater-com-esquerdistas/
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O ESQUERDISMO SOBREVIVE DA OCULTAÇÃO DE EVIDÊNCIAS
No embate político entre esquerda e direita, uma questão se expõe evidente: a esquerda nunca teve a realidade factual a seu lado, tendo ela sempre precisado recorrer a toda sorte de embustes para provar o contrário do que estava evidente à luz clara da razão. A cosmovisão da esquerda é como a feminilidade de um travesti. Um travesti precisa se valer de substâncias que bloqueiem a produção dos hormônios masculinos, se a injeção dessas substâncias for descontinuada, naturalmente as características sexuais masculinas voltam a aparecer. Assim também é a cosmovisão da esquerda. Para manter a população favorável à agenda da esquerda, a elite política esquerdista precisa bloquear o acesso à informação, aos dados factuais. Não é à toa que em todos os países nos quais a esquerda governa, os meios de comunicação são controlados pelo governo para que as pessoas possam entrar em contato apenas com o que interessa ao regime. Repetindo: não basta apenas ter a supremacia da produção de narrativas, é preciso controlá-la completamente, estabelecer uma hegemonia absoluta, não permitir nenhum acesso a nenhum contraponto, alcançar a completa supressão do dissenso.

A sabedoria popular apregoa que a mentira tem perna curta. A mentira e a verdade são como as trevas e a luz. Não existe absolutamente nada que as trevas possam fazer para prejudicar a luz, mas, ao contrário, a mais tênue réstia de luz é suficiente para neutralizar as trevas. Esse é o motivo pelo qual a esquerda não aceita o debate. O debate pressupõe a justaposição e consequente comparação entre versões antagônicas dos fatos. Se a esquerda aceitar o debate, estará assinando sua sentença de morte. Se a esquerda permitir o acesso ao discurso contrário, se for dada oportunidade de que as pessoas conheçam o que defende a esquerda e o que defende a direita, se ambos os discursos forem comparados à luz da razão, quem os comparar não vai demorar a se dar conta de todos as falácias, maracutaias, malabarismos semânticos e demais tipos de embustes nos quais a esquerda se sustenta. É assim desde sempre. 
http://meuprofessordehistoriamentiupramim.blogspot.com.br/2015/10/para-entender-o-que-se-esconde-por-tras.html
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OLAVO DE CARVALHO · Vencer os comunolarápios não basta. É preciso bani-los da vida pública PARA SEMPRE. Entenderam? PARA SEMPRE. E só há um meio de fazer isso: Não deixar que a velha geração esqueça e as novas gerações ignorem o que eles fizeram. Os crimes inumeráveis que eles cometeram -- e os muitos outros que preparavam -- garantiram para eles o direito à imortalidade: a imortalidade da vergonha, do opróbrio e da desonra. Negar-lhes isso é fazer-lhes uma tremenda injustiça.
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OLAVO DE CARVALHO  - "Não se esqueçam: em TODOS os países onde o comunismo foi implantado, o povo estava maciçamente CONTRA, e nada pôde fazer. A violência, o cinismo e a determinação da elite revolucionária não têm limites. Combatê-la com meias-medidas é fortalecê-la."
https://olavodecarvalhofb.wordpress.com/2015/12/28/generalas-promissoria-e-elite-revolucionaria/
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OLAVO DE CARVALHO - Não há limites para a mendacidade, a malícia, a perversidade e o grotesco da mente revolucionária. Seu único deus é o Poder, sua única moral é a da vitória a todo preço. O resto é jogo dialético para estontear o adversário.
Continuem confiando nessa gente e ela lhes roubará tudo, a liberdade, a bolsa, a vida e o último resíduo de dignidade, como roubou no Leste Europeu e em Cuba. E, se vocês acham que existe algum esquerdista mais honesto que o outro, não estão de todo errados: o antecessor é quase sempre um pouco menos canalha do que o sucessor.
http://wpress.olavodecarvalho.org/rodizio-de-santidades/
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COMUNISMO - "Em seus mais de oitenta anos de história, tudo o que o Partido Comunista Chinês tocou foi marcado por mentiras, guerras, fome, tirania, massacre e terror. As crenças e os valores tradicionais foram violentamente destruídos. Os conceitos éticos e as estruturas sociais originais foram desintegrados pela força. A empatia, o amor e a harmonia entre as pessoas se evaporaram, vítimas das lutas e do ódio. Veneração e apreço pelos Céus e pela Terra foram substituídos por um desejo arrogante de “lutar contra os Céus e a Terra”. O resultado foi um total colapso do sistema social, moral e ecológico, uma profunda crise para o povo chinês e, de fato, para a humanidade. Todas essas calamidades foram provocadas por meio do planejamento deliberado, organização e controle do PCC."
https://www.epochtimes.com.br/nove-comentarios-partido-comunista-chines-introducao/

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Parace óbvio, mas a ficha não cai para os brasileiros: o comunismo é um câncer em metástase que, se não é combatido, espalha-se para o mundo todo. Esta é sua natureza, sua intenção e sua atividade incessante DESDE SEMPRE. O livro de Skousen, O COMUNISTA EXPOSTO, lançado em 1958, tem vários episódios desta expansão comunista (China, Coréia, Cuba, etc.) com o mesmo modus operandi de: traidores, ignorância, mentiras, golpes baixos numa guerra assimétrica. Guerra assimétrica é quando moralidade, tratados e leis servem apenas para amarrar um lado. 
É um erro respeitar o comunismo, um sistema de dominação que não respeita nada, diz W. Cleon Skousen em "O Comunista Exposto":

"Fomos induzidos a aceitar a idéia de que o comunismo é uma expressão legítima de ação política. A verdade é que o comunismo é uma quadrilha criminosa. É um erro tratar o comunismo como partido político. Grupos políticos resolvem seus problemas entrando em negociações, participando de conferências e trabalhando suas diferenças com compromissos de boa-fé que todos os partidos devem cumprir. Isso nunca funcionou com os comunistas, pois eles usam de engano, desprezo pelas leis, violação de tratados, intimidação, subversão e insurreição aberta como ferramentas básicas de conquista. É isso o que torna o comunismo uma conspiração criminosa.
Quando percebemos que o comunismo é uma operação criminosa, muitos novos caminhos de ação se abrem diante de nós. Por exemplo, um problema criminal não é tratado por negociação e compromisso, mas seguindo quatro etapas:
1. Imobilize o criminoso.

2. Torne-o inofensivo.
3. Ganhe sua confiança.
4. Reabilite-o.


EM INGLÊS:
This question grows out of another illusion which the Communists created in our minds. They induced us to accept the idea that Communism is a legitimate expression of political action. The truth is that Communism is a criminal conspiracy. It is a mistaketo treat it as a political party.
Political groups solve their problems by entering into negotiations, attending conferences, and working out their differences with bona fide compromises which all parties are expected to perform. This has never worked with the Communists because they use deceit, disregard of laws, violation of treaties, intimidation, subversion and open insurrection as basic tools of conquest. This makes it a criminal conspiracy.
Once we realize that Communism is a   criminal operation,  many new avenues of action open before us. For example, a criminal problem is not handled by negotiation and  compromise, but by following four steps:
1. Immobilize the criminal.
2. Render him harmless.
3. Gain his confidence.
4. Rehabilitate him.

W. Cleon Skousen, The Naked Communist (1958)
http://yiriyahbenchanan.org/wp-content/uploads/2016/07/TheNakedCommunist_byWCleonSkousen.pdf



terça-feira, 22 de dezembro de 2015

CONTROLE TOTALITÁRIO PELA MENTIRA



Quem leu as obras da filósofa Hannah Arendt conhece bem as estratégias do Totalitarismo, do Stalinismo e do Nazismo para dominar a população.

Alguns exemplos:

-O regime autoritário e ditatorial, para dominar o povo, precisa confundí-lo. Como ele faz isso? Simples,ele cria várias leis diferentes sobre um mesmo assunto. Assim, o povo nunca sabe com certeza qual das leis ele deve obedecer.

-O regime ditatorial cria vários órgãos e agências governamentais para regular um mesmo assunto, assim, a população nunca sabe à qual órgão deve obedecer.

-O regime ditatorial manipula e distorce a verdade, segundo a sua conveniência. As adulterações de fotos e documentos feitas por Stálin, e os julgamentos forjados provam isso.

-A famosa frase de Joseph Goebbels, ministro da propaganda nazista, resume bem: "Uma mentira repetida mil vezes se torna verdade".

-A mentalidade do "vale tudo pelo Partido" é mesma do nazismo e do stalinismo, e foi inoculada por José Dirceu nos militantes petistas desde a fundação do partido.

Estudem mais História antes de defender essa gente ruim.

https://www.facebook.com/alexandre.gianechinidearaujo/posts/771942386293672?pnref=story

"Graças ao seu conhecimento psicológico específico e à sua convicção de que as pessoas normais são ingênuas, uma patocracia é capaz de aprimorar as suas técnicas "anti-psicoterapêuticas" e, patologicamente egotística como de costume, insinuar seu mundo de conceitos deficientes para os outros em outros países, tornando-os suscetíveis à conquista e à dominação. Os métodos mais freqüentemente utilizados incluem os métodos paralógicos e conversivos, tais como a projeção das qualidades e intenção de uma pessoa sobre as outras, sobre grupos sociais ou nações, a indignação paramoral e o bloqueio reverso. Esse último método é o favorito dos patocratas, utilizado em larga escala, direcionando as mentes das pessoas medianas para um beco sem saída porque, como resultado, faz com que elas busquem pela verdade no meio termo entre a realidade e o seu oposto." (PONEROLOGIA: PSICOPATAS NO PODER)


"Direitos humanos": essa distorção está no mesmo pacote do "politicamente correto", "marxismo cultural", "agenda gramsciana",  termos que eu desconhecia a importância até uns quatro anos atrás. E agora eles me assustam por trazerem um sentido esvaziamento de significados, de inversão de valores, e de impunidade para o crime e  criminalização de atos inocentes, até o ponto de inibir o pensamento. São as ferramentas de controle da natureza humana, tão caras aos psicopatas no poder. 

O livro "A NOVA CLASSE",  de Milovan Djilas, tem uma passagem interessante no capítulo "Tirania do Espírito",  sobre a busca de uma IGUALDADE na visão de mundo e o controle insano da atividade do pensamento nas sociedades comunistas:

"Por outro lado, a discriminação ideológica nos sistemas comunistas tem a finalidade de proibir outras idéias e de impor as suas. São duas surpreendentes formas de tirania inacreditável, total. O pensamento é a mais criadora das forças: descobre o que é novo. O homem não pode viver nem produzir se não pensar e meditar. Mesmo que possam negá-lo, os comunistas são forçados a aceitar, na prática, esta verdade. Por isso, procuram tornar impossível o predomínio de outro pensamento que não seja o deles.  O homem pode renunciar a muitas coisas, mas tem necessidade de pensar e comunicar seus pensamentos. É um sofrimento profundo ser compelido a silenciar quando se tem necessidade de expressão. OBRIGAR O HOMEM A NÃO PENSAR, A EXPRESSAR PENSAMENTOS QUE NÃO SÃO OS SEUS, É A PIOR FORMA DE TIRANIA.  A limitação da liberdade de pensamento não constitui apenas um ataque a direitos sociais e políticos específicos, mas também ao próprio ser humano como tal." 
 "A proposição de que o marxismo é um método universal, proposição que os comunistas têm obrigação de defender, leva na prática a uma tirania em todos os campos de atividade intelectual”.  Milovan Djilas, in – “A Nova Classe”
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"O grande arquiteto da desinformação sistemática foi Felix Edmundovitch Dzerzhinsky, criador da primeira polícia secreta soviética, a Tcheka. Quando Lênin perguntou, ainda em 1918 a Dzerzhinsky, sobre qual a estratégia que deveria ser adotada para influenciar o resto do mundo, recebeu como resposta: "diga sempre o que eles querem ouvir, minta, minta sempre e cada vez mais. De tanto repetir as mentiras elas acabam sendo tomadas como verdades".
"Esta expressão, levemente modificada, foi copiada por Paul Joseph Goebbels, Ministro da Propaganda e do Esclarecimento do Povo do III Reich a quem foi atribuída, erroneamente e provavelmente de má-fé, a autoria. " Heitor de Paola

https://youtu.be/N7g32p8Tq2U

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IMPRENSA DE RABO PRESO EM 1993 FAZIA CAMPANHA PELA "ÉTICA"
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/12/imprensa-de-rabo-preso-em-1993-fazia.html

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FALSOS RELATIVISTAS "As ideias dos ativistas quase nunca significam o que dizem. Por baixo do seu conteúdo ostensivo escondem um objetivo estratégico que, no plano histórico, virá a constituir seu único conteúdo efetivo quando o jogo dialético das ideias e das ações tiver atingido seu resultado. Assim, por exemplo, durante anos o relativismo serviu de navio quebra-gelo para demolir  resistências a propostas que, por sua vez, nada tinham de relativistas – eram, ao contrário, as mais absolutistas e intransigentes que se pode imaginar." http://www.olavodecarvalho.org/semana/130325dc.html


domingo, 9 de março de 2014

A MENTIRA COLETIVAMENTE PARTILHADA TORNA-SE "VERDADE"...

       

"O grande arquiteto da desinformação sistemática foi Felix Edmundovitch Dzerzhinsky, criador da primeira polícia secreta soviética, a Tcheka. Quando Lênin perguntou, ainda em 1918 a Dzerzhinsky, sobre qual a estratégia que deveria ser adotada para influenciar o resto do mundo, recebeu como resposta: "diga sempre o que eles querem ouvir, minta, minta sempre e cada vez mais. De tanto repetir as mentiras elas acabam sendo tomadas como verdades".
"Esta expressão, levemente modificada, foi copiada por Paul Joseph Goebbels, Ministro da Propaganda e do Esclarecimento do Povo do III Reich a quem foi atribuída, erroneamente e provavelmente de má-fé, a autoria. " Heitor de Paola

 A ESSÊNCIA DO COMUNISMO


A razão principal pela qual a maioria das pessoas se deixa enganar pelos embustes comunistas – indivíduos ou países – é a ignorância a respeito da essência do comunismo. Este tem sido sempre apresentado como a visão grandiosa de um futuro brilhante para a Humanidade onde haveria uma verdadeira cooperação entre os homens. Mesmo os que não acreditam nesta falácia e lutam contra ela, acreditam que esta intenção é sincera, mas utópica. Criticam-se os meios para alcançar os nobres fins – mas não se percebe que esta é, exatamente, a falácia.

As idéias assim chamadas socialistas são muito mais antigas do que Marx e Engels. A visão de um mundo menos competitivo com menos pobreza e desigualdade tem povoado os sonhos de inúmeros pensadores. Marx percebeu que este é um sonho impossível e por isto atribuiu a todos eles a qualificação de socialismos utópicos, em oposição ao comunismo, o único socialismo científico.

Em primeiro lugar é preciso deixar claro o que o comunismo não é. Não é um estado social a atingir; não é a ideologia do proletariado; não é um regime político; não é um sonho dos homens de bem; não tem, propriamente falando, uma causa pela qual lutar nem um objetivo a atingir nem um processo para atingi-lo.

Olavo de Carvalho tem dito que o comunismo não é um processo político mas uma cultura. Recentemente referiu que: ‘minha tese é que o comunismo não é um "regime" de maneira alguma, mas só o movimento enquanto tal, a "revolução permanente", o desgaste das melhores possibilidades humanas numa agitação feroz e sem finalidade. Afinal, etimologicamente, "revolução" quer dizer girar em círculos’ (comunicação pessoal). Portanto, causa, objetivo e processo se confundem numa coisa só: o comunismo já é, não será. Os fins não justificam os meios, são os próprios meios!

Aprofundando, acredito que a essência do comunismo é ser uma máquina de produção contínua, ininterrupta e eterna de mentiras. Pode-se dizer que Marx se deu conta do caráter utópico dos fins a que se propunham os diversos socialismos e, partindo de uma observação mais acurada da mente humana, chegou ao socialismo ‘científico’: Marx teria percebido – consciente ou inconscientemente – a preferência da Humanidade por mentiras agradáveis a ter que conviver com verdades por vezes dolorosas. Ou a um estado de dúvida, o mais temido e rechaçado de todos – embora o único que pode levar ao estudo e ao verdadeiro conhecimento. Substituiu então o velho lema socialista – a cada um de acordo com seu trabalho – por outro mais agradável - a cada um segundo suas necessidades. Enquanto o primeiro inclui necessariamente algum esforço, o segundo acena com um estado de coisas paradisíaco ou nirvânico no qual todos terão suas necessidades atendidas. A mudança é sutil mas fundamental.

Este estado já foi atingido pelos próprios líderes comunistas: nenhum exerceu qualquer trabalho sistemático por muito tempo. Marx viveu às custas de sua mulher aristocrática e depois, de Engels. Este nunca precisou trabalhar. Lênin formou-se em Direito mas teve uma única causa que abandonou para viver às custas da irmã, depois dos exilados e finalmente do Estado. Mao exerceu por pouco tempo o magistério, Chou Enlai era descendente de ricos mandarins. Fidel só defendeu a si mesmo e desde então vive às custas do Partido e do Estado. Prestes nunca mais trabalhou desde que desertou de forma desonrosa. A lista é infinita e serve para mostrar que, para os mais iguais entre os ‘iguais’ (apud Orwell) a teoria deu certo! Conseguiram recriar o estado aristocrático de parasitas tão indolentes quanto inúteis!

Não foi à toa que Orwell colocou seu personagem principal em 1984, Winston, como funcionário do ‘Ministério da Verdade’, encarregado de produzir mentiras; nem que o jornal principal do comunismo seja A Verdade (Pravda)! A máquina de produzir mentiras começou com Marx e segue até hoje produzindo incansavelmente. Os alegados objetivos do comunismo são como uma cenoura que se amarra na frente do cavalo: sempre perseguida, nunca atingida, pois cada vez que se move, o cavalo empurra a cenoura à sua frente. Assim, quando há alguma crítica ao eufemisticamente chamado socialismo real sempre vem a desculpa que aquilo não era o comunismo ainda, foi desvirtuado pelo stalinismo, o verdadeiro comunismo ainda não foi atingido. Mas nunca o será!, pois não é realmente algo alcançável e o processo de busca se esgota como fim em si mesmo.

Por possuir este caráter polimorfo, protéico, é sempre capaz de escapar a críticas e impossível de ser refutado. Ao mesmo tempo, é extremamente adaptável a qualquer circunstância, até ao fracasso, do qual, como uma Fênix, renasce em nova forma dissimulada, irreconhecível a não ser por um observador que conheça sua essência mentirosa. Realizam-se mudanças meramente cosméticas e se as apresentam como profundas.

Uma outra característica que o torna praticamente invulnerável é o mimetismo. Sabe-se que determinados animais, como o camaleão, mimetizam a cor e o aspecto da árvore em que se encontram para passarem desapercebidos dos seus predadores. Mas é só aparência, um camaleão mimetiza mas não se torna árvore, continua camaleão. Assim o comunismo mimetiza ‘avanços democráticos’, ou ‘liberação econômica’, mas apenas dissimula sua natureza, não deixa de ser o que sempre foi. Só se engana quem precisa ser enganado, embora seja preciso reconhecer que o mimetismo é tão próximo da perfeição que é difícil perceber que continua o mesmo com novas cores e aparências.

Assim foram a Nova Política Econômica de Lênin, os planos Qüinqüenais de Stalin, o Grande Salto a Frente e a Revolução Cultural (que floresçam mil flores - para serem devidamente extirpadas!), de Mao Zedong, as Quatro Modernizações, de Deng Xiaoping e a Perestroika, de Gorbachëv. Todos não passaram de mimetismo da democracia – o democratismo, com oposição controlada – ou do liberalismo – ‘economia de mercado’ socialista, totalmente controlada pelo Estado. Não apenas se travestem do que não são para evitar ataques, como o fazem como uma armadilha para atrair o inimigo e atacar de volta. Por exemplo, abandona-se a ‘ditadura do proletariado’ por um slogan mais palatável, o do ‘governo de todo o povo’. A abolição do termo ditadura não passa de uma dessas mudanças cosméticas para atrair incautos que acreditam em palavrório e não buscam o conteúdo oculto das palavras.

No nível pessoal isto se traduz pela imensa hipocrisia e desfaçatez que caracteriza individualmente os comunistas e que pode ser expressa com exatidão pela ironia usada por Agamenon Mendes Pedreira (leia-se Casseta e Planeta) do Globo de 23/05/2004: ‘espero um dia poder ser comunista, mas não tenho conta bancária suficiente ainda!’ O que demonstra, a meu ver, o que Olavo de Carvalho denomina ‘o desgaste das melhores possibilidades humanas’: um abandono total das noções éticas e morais.

Mas ai de quem tentar discutir isto a sério: é logo taxado de reacionário, burro, ignorante que não é capaz de perceber o distanciamento de que estes seres magnânimos são capazes.

Fico enojado quando em jantares sofisticados as pessoas comentam a necessidade de um estado socialista para melhorar a distribuição de renda, sem se darem conta de que a cada garfada de faisão e gole de Champagne Cristal, engolem o equivalente a uma semana de comida para toda uma família das que hipocritamente fingem defender.

Mas convenhamos que não é fácil para algumas pessoas se tornarem comunistas. Viktor Kravchenko, em seu livro Escolhi a Liberdade, mostra com crueza o grau de degradação moral e ético, além da corrupção do processo de pensar, que é necessário para um indivíduo assistir a morte por inanição de milhares de semelhantes em nome exatamente da melhora de situação destes mesmos semelhantes – no futuro! – por obra e graça do ‘Plano Qüinqüenal do Genial Paizinho Stalin’. É preciso atingir um nível de organização mental esquizóide, de uma tal divisão da mente – dois sistemas mentais incomunicáveis - que permite que o indivíduo seja capaz de não dialogar consigo mesmo e afastar as objeções morais, éticas ou religiosas que ameaçam com sentimentos de culpa, compaixão e empatia. Mas também de corrupção do próprio processo de pensar, o que torna a verdade cada vez mais persecutória e temida.
Portanto, não se trata aqui de mentiras quaisquer, mentirinhas mais ou menos graves que todos usamos em dadas circunstâncias, conscientemente percebidas como tal. Trata-se de um verdadeiro sistema mentiroso que se aproxima – e freqüentemente atinge – o franco delírio psicótico. Penso que o status ontológico da mentira foi observado pelo psiquiatra e psicanalista britânico Wilfred Bion quando afirmou que ‘a verdade não precisa de um pensador que a pense – ela pré-existe e transcende o pensador, o qual adquire significação ao pensá-la. A mentira, no entanto, só existe em função de ser pensada (inventada) por alguém’, (...) A verdade pertence a um sistema transcendente e como tal, ameaça irromper como algo estranho e ameaçador (...) já a mentira é vista – e é - como criação própria’ conferindo ao mentiroso um sentimento de onipotência e onisciência. (The Lie and the Thinker, in Attention and Interpretation, Tavistock Publications, London).

Mas como estes dois sistemas incomunicáveis não conseguem ser tão estanques como desejariam, é necessária a re-afirmação constante por parte do grupo que partilha ardorosamente a mesma mentira. Por isto, um comunista não existe senão em grupo. Se alguém tenta expressar uma verdade num grupo desses desperta imediatamente intenso ódio e inveja, e maior coesão do grupo – e da mente de cada um em particular que ameaça uma cisão terrível - para reforçar o delírio megalomaníaco e expulsar o perturbador de suas idéias.
É claro que o comunismo é muito mais que isto, mas esta, a meu ver, é a sua essência.
HEITOR DE PAOLA
MSM em 27 de maio de 2004 




"Neurose, dizia um outro ás da clínica psicológica, o meu falecido amigo Juan Alfredo César Müller, é uma mentira esquecida na qual você ainda acredita. Não é só uma figura de linguagem. É o resumo compacto de uma ordem causal que a observação clínica confirma todos os dias. O processo tem três etapas: mentir, ocultar a mentira de si próprio e, por fim, entregar-se à produção compulsiva de pretextos, fingimentos e racionalizações sem fim, os mais postiços e contraditórios, para poder continuar agindo com base naquilo que se nega e ao mesmo tempo defender-se desesperadamente da revelação dos motivos iniciais verdadeiros que determinaram o curso inteiro da mutação patológica. "

"Aplicado ao estudo dos processos histórico-políticos, o conceito tem de ser ajustado para dar conta de várias seqüências neurotizantes simultâneas e sucessivas, que, ao entremesclar-se num caleidoscópio de falsificações, tornam a forma geral do processo totalmente invisível à massa de suas vítimas, e ao mesmo tempo dão visibilidade hipnótica a aspectos isolados e inconexos, artificialmente dramatizados como “problemas urgentes”, fazendo com que do mero caos mental se passe às ações arbitrárias e desesperadas que complicam o quadro da vida real até à alucinação completa. Diversamente do que acontece na neurose individual, onde o autor e a vítima da mentira são a mesma pessoa, as neuroses coletivas são produzidas desde fora, por grupos de estrategistas e engenheiros sociais que, ao menos num primeiro momento, imaginam poder controlá-las em proveito próprio, mas que em geral acabam sendo eles mesmos arrebatados pelo movimento de destruição que geraram: nunca houve grupo de líderes revolucionários que não acabasse sendo dizimado pela própria revolução. "

Olavo de Carvalho Richmond, VA, 29 de maio de 2008
Do prefácio ao livro O EIXO DO MAL LATINO-AMERICANO



Falsificações da História – Parte II

Heitor De Paola
Talvez não exista acontecimento da história mais documentado do que a Segunda Guerra Mundial. Não obstante, as falsificações sobre este período tomaram foros de verdade.
Pode-se concordar com Vladimir Volkoff (Pequena História da Desinformação – Do Cavalo de Tróia à Internet) que a desinformação como um todo – e a manipulação da História em particular – passou de “uma infância balbuciante para uma juventude esclarecida” com a invenção da imprensa por Gutenberg em 1434. O velho adágio ‘acredito porque eu vi’ passou a ser ‘acredito porque eu li’. O monopólio real e clerical – os éditos do rei e as prédicas pastorais – foi intensamente desafiado pela proliferação de panfletos, brochuras, libelos, que vieram num crescendo até o século XVIII com a sistematização enciclopédica. Já é produto da falsificação da História que apenas os óbvios aspectos positivos deste desenvolvimento tenham sido ressaltados, deixando de lado o fato de que este invento possibilitou também a disseminação de toda a sorte de mentiras, infâmias e falsas reconstruções.
Quando os Philosophes iluministas se lançaram a compilar a Encyclopédie, ou Dictionnaire Raisonné des Sciences, des Arts et des Métiers seguiram a orientação de seu principal representante, Denis Diderot, que dizia que ‘a natureza de um bom dicionário deve ser a de mudar a forma habitual de pensar’. Volkoff considera esta obra monumental com 28 volumes como o perfeito cavalo de Tróia da Revolução Francesa. Os escritores da enciclopédia viram-na ‘como a destruição das superstições e o acesso ao conhecimento humano’. O que não contaram para ninguém é que estavam criando novas superstições e dando acesso, não à verdade dos fatos, mas a seus próprios preconceitos. Voltaire, um desinformador inescrupuloso, compreendeu bem que o alvo da obra era mudar a opinião pública contra a monarquia e a Igreja Católica. Não através de expor simplesmente as efetivas mazelas das duas instituições mas, com um total desprezo pela verdade – até mesmo criando vários pseudônimos – criando mentiras e as transformando em verdades absolutas como produtos da ‘razão’ e da ‘ciência’.
O primeiro grande falsificador – a obra de Voltaire não pode ser considerada uma sistemática violação da História – foi Karl Marx cuja visão fraudulenta da História, o ‘materialismo histórico’, precisava ser provada de qualquer maneira sob pena de ruir toda a estrutura charlatanesca que começara a inventar. Re-interpretações históricas, como O 18 Brumário de Luis Bonaparte demonstram cabalmente suas intenções. Nesta obra Marx não somente faz uma interpretação dos acontecimentos de 1848 na França à luz de suas idéias como, retroativamente, ironicamente distorce o ocorrido nesta data em 1799 quando o tio de Luís, Napoleão, deu o golpe no Diretório e tornou-se Imperador. Data desta obra a re-interpretação da falácia hegeliana de que a história se repete: ‘(Hegel demonstrou que) todos os fatos e personagens de grande importância na história do mundo ocorrem, por assim dizer, duas vezes. E esqueceu-se de acrescentar: a primeira vez como tragédia, a segunda como farsa’ (Marx, 18 Brumário).

A ‘juventude esclarecida’ chegou à plena maturidade com a instalação do primeiro governo comunista, em 1917 na Rússia. O grande arquiteto da desinformação sistemática foi Felix Edmundovitch Dzerzhinsky, criador da primeira polícia secreta soviética, Tcheka (das duas letras cirílicas Ч [tche] e К [ka]). A primeira fraude fotográfica importante de que tenho notícia foi a supressão da imagem de Trotsky ao lado da tribuna de onde Lenin discursava para as tropas na Praça Sverdlov em 1920, obra de seu sucessor, Lavrenty Pavlovich Beria sob as ordens de Stalin.

Talvez não exista acontecimento da história mais documentado por artigos, livros, fotos e filmes do que a Segunda Guerra Mundial. Não obstante, as falsificações sobre este período tomaram foros de verdade, e esta, impotente de se mostrar por si mesma, sucumbiu a montanhas de mentiras de várias origens, entre as quais as falsificações baseadas no ‘materialismo histórico’. O texto que apresentamos a seguir, de autoria do Professor Gustavo Corção e originalmente publicado em Maio de 1970, em Permanência, visa a esclarecer fraudes baseadas naquela que se tornou, aberta ou sigilosamente, a grande verdade sobre este período, a falácia denominada Grande Guerra Patriótica, como os soviéticos chamavam o front oriental da Segunda Guerra. Encomendada por Stalin e nomeada segundo a Guerra Patriótica de 1812 contra a invasão napoleônica, é uma exaltação à Stalin e à liderança do Partido Comunista, omitindo que a URSS teria sido presa fácil da Wermacht que rapidamente chegaria aos Urais não fora a maciça ajuda americana em armas e dinheiro. Mas deixemos a palavra com Corção.

***

FALSIFICAÇÕES DA HISTÓRIA

A História em todos os tempos tem mais nódoas do que brancuras, ou mais buracos do que queijo, como o suíço; mas pode-se dizer que a mais falsificada das histórias é justamente a dos anos em que o mundo dispõe do aparatoso instrumental de comunicações, com que tanto se empolgam hoje os religiosos.
Conhecemos melhor a história da Grécia de Péricles do que a história da última guerra mundial. Já dei vários exemplos. Trago hoje novos, e não serão certamente os últimos.
Para início de conversa devo confessar que caí no "conto" de Presses Universitaires de France e comprei sua Histoire Générale des Civilizations publicada sob a direção do sr. Maurice Crouzet que era na época, 1957, Inspecteur général de l'instruction publique; e é autor do último volume, que justamente versa sobre a História contemporânea. A coleção, composta de vários volumes, tem alguns razoavelmente bons, e até posso dizer que o volume do século XVI e XVII de Roland Mousnier é muito bom. Mas o volume escrito pelo próprio Maurice Crouzet é da mais deslavada e cínica inspiração comunista. Alguém talvez ache que e ssa inspiração é habilmente disfarçada. Nem isto, acho eu; e provo.
Vamos aos pontos nevrálgicos. Como é que esse falsificador conta a história da guerra II? Abrigado atrás de uma prestigiada metodologia que dá realce especial às causas materiais, o autor começa por tratar paralelamente e simultaneamente das duas guerras mundiais, para comparar e salientar as diferenças de concepções estratégicas e de armas. Na página 319, e com um tranqüilo cinismo, o autor descreve a fraqueza da Wehrmacht e fala no "bluff" de Hitler, sem lhe ocorrer que a França foi esmagada por essa fraqueza e por esse bluff.
Mas o mais espantoso é o seguinte: o leitor vê de repente que está numa guerra sem saber onde e porque começou. Não há nenhuma menção ao pacto germano-soviético para a partilha da Polônia e para o assassinato de milhões de judeus. Todos os velhos se lembram das sinistras figuras de Molotov e Ribentropp selando esse pacto infernal; mas os moços estão proibidos de saber que houve esse pacto e que a guerra começou pela invasão da Polônia, assaltada quase simultaneamente pelos demônios do comunismo e pelos demônios do nazismo.
Sim senhores, o volume de quase 1.000 páginas da História contemporânea não explica como começou a Guerra II e oculta a maior monstruosidade do século. Mas não se detém aí o cinismo do sr. Maurice Crouzet. Tendo de dizer alguma coisa sobre a Polônia, já que esse povo ainda existe e se acha acorrentado à Rússia soviética, o Inspecteur de l'instruction publique tem uma idéia genial: diz que foi a Polônia que quis agredir a Alemanha nazista e a Rússia comunista. É incrível mas aqui está o dolo, a falsificação na página 340: "Na Polônia, onde se forma desde 1939 um exército secreto dirigido ao mesmo tempo contra os alemães e contra os russos, as divisões são profundas entre comunistas e anti-comunistas".
E da Rússia de 1920 a 1930 não diz uma palavra sobre a fome espantosa provocada pela coletivização da propriedade agrícola; e muito menos sobre os socorros prestados por Pio XI e pela American Relief Association que salvou da morte milhões de russos.
No caso da Espanha o autor francês usa a mesma prestidigitação: põe-nos diante do levante militar e "fascisant", menciona o apoio dado pela Itália e pela Alemanha pela falange de Franco, mas não dá um pio sobre as razões que levaram os militares espanhóis a essa extremidade. E essas razões não são microscópicas. O que houve na Espanha, num dos mais belos países católicos do mundo, foi simplesmente o seguinte: os vermelhos incendiaram todas as igrejas; e não podendo infiltrar esquerdismo nas ordens religiosas como fizeram na França, os comunistas chegaram a esta límpida conclusão: "los curas? hay que matarlos". E mataram fartamente; violaram freiras, violaram mortas, expuseram cadáveres de carmelitas nuas e festejaram tal exibição de múmias de virgens oferecidas a Cristo. Tudo isto e muitíssimo mais. Pois bem, o volume VII da Histoire Générale des Civilizations não tem uma palavra para apresentar um fato que durante alguns anos cobriu de sangue um dos mais nobres e belos países do planeta.
Ah! esquecia-me. De todos os horrores praticados contra as mais indefesas criaturas, as Presses Universitaires de France só mencionam o bombardeio de Guernica, e reservam uma bela estampa de página inteira para o quadro de Picasso.
Disse que não mencionaram a fome de Moscou e da Rússia inteira? Esqueci-me de acrescentar: em compensação reservaram uma página inteira para a fome da Índia.
Essa obra canalha e falsificadora está traduzida e provavelmente muitos moços já firmaram suas convicções a respeito do que aconteceu no mundo nestes últimos anos. Daí o elevado número de pessoas que me atribuem excessiva contundência e exagerada indignação.
* * *
Falou-se muito do dia da Vitória. Que vitória? Ah! Sim, vitória das "democracias" sobre Hitler. Rio-me ou choro? Naquele tempo acompanhei com paixão todos os lances da guerra e tive horror à brutalidade nazista com toda a força de minha mocidade. Chorei quando vi num filme documentário alemão, UFA, a cena do estupro ritual da Polônia. Diante de uma porteira os tanques invasores estacionavam, e eu vi um oficial graduado avançar e violar a porteira com o passo de ganso. Rangi os dentes de ódio. E daí por diante era raro o dia sem lágrimas e ranger de dentes.
Mas agora, tantos anos depois, vejo que caí no mesmo erro geral em que o mundo inteiro caía. E qual era esse erro? Era simplesmente o de só ver um lado da guerra. No mesmo filme que anunciava o martírio da Polônia, não me veio à mente a idéia do outro lado. O monstro URSS esteve constantemente eclipsado pelas caretas de Hitler, pela encenação wagneriana do nazismo. O mundo inteiro só pensava, só falava numa guerra, a guerra convencional de Hitler, a guerra superficial que em 1941 já estava ganha pela Inglaterra; e todos deixavam de ver a verdadeira guerra: a guerra revolucionária, e o verdadeiro inimigo: o "ideal" socialista.
A União Soviética, depois do bombardeio de Helsinque, saiu completamente do noticiário e mergulhou na escuridão. E o tolo mundo inteiro, e eu dentro dele, pensava que o que importava era vencer Hitler. É curioso, é estranho, e sobretudo é humilhante pensar que as façanhas fulgurantes de um louco tenham despistado totalmente o mundo dito democrático. Em 1940 cai a França e os alemães entram em Paris. Pois bem, durante um ano e meio, quando ainda funcionava o pacto germano-soviético, os patriotas franceses da "Resistance" só viam o inimigo alemão e por uma inexplicável derrisão já começavam a ver nos comunistas o aliado. Subitamente, em junho de 41, Hitler ataca a URSS, num lance de loucura e desespero. E então a URSS sai da obscuridade e vem para a boca da cena como vítima e como aliada!!!
Passaram todos a ver na URSS uma vítima e uma aliada. E aí está a supremíssima estupidez em que todos caímos, e que hoje tem uma dolorosa evidência. O mundo ocidental dopado, mal armado de critérios, ENGANOU-SE DE INIMIGO. Churchill, o sagaz, o genial Churchill deixou confissão pública de sua total obnubilação. Ele só pensava em Hitler, Churchill, um inglês de pura raça, inteligentíssimo, ficou hipnotizado pelas caretas de um sinistro Carlitos. E no dia da invasão da URSS disse estas palavras aos seus pares para justificar o imediato apoio dado aos soviéticos: “Se Hitler invadir o inferno eu faço um pacto com satã”. E fez um pacto com o comunismo.
Precipitaram-se todos a ajudar a URSS quando já se tinham boas razões para cr er na vitória anglo-americana. Em 1942 os ingleses, primeiros inventores do radar, revidam os raids aéreos. Em ataques noturnos que se repetirão até o fim da guerra, destroem a Alemanha Ocidental. Tudo indicava que quanto mais longe afundavam na Rússia as tropas de Hitler mais próxima estava a vitória, sem necessidade de enviar 11 bilhões de dólares para o cúmplice da tragédia mundial, ou melhor, para o principal inimigo. Os alemães entraram Rússia adentro e chegariam ao estreito de Bhering se não fosse a estúpida idéia de ajudar os soviéticos. E até hoje estariam perdidos na Sibéria os farrapos da bandeira nazista.
O país que invadia facilmente a Rússia era mais um país em fuga do que um exército vencedor. Foi um regime agonizante que penetrou até Stalingrado, e o mundo inteiro, para glorificar o Inimigo Número Um inventou o apelido: vitória de Stalingrado.
Na continuação dos disparates temos em Ialta uma capitulação infinitamente mais grave do que a de Munique. O inimigo vencido recebe as honras de vencedor e ganha muito mais do que pretendia ganhar antes da guerra. A guerra começou porque os franceses e ingleses acharam que, depois de várias humilhações deviam honrar a palavra e não permitir a invasão da Polônia; termina a guerra com a entrega total da Polônia!!!
Mais tarde os anglo-americanos têm a idéia de armar o tribunal de Nuremberg para punir os crimes de guerra. A primeira sessão é presidida por um general soviético que trata logo de extraviar o processo do massacre de Katina. Nesse meio tempo os franceses também querem proceder à epuration, também querem castigar seus traidores. E o que fazem? Procuram os comunistas e inventam o amálgama democrata-cristão para fuzilarem sem processo 105 mil franceses.
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Perguntei: Que vitória? A resposta é clara: vitória da guerra revolucionária, subterrânea, que vem minando a civilização desde a Reforma e da Revolução Francesa, e que esteve eclipsada por um efêmero anormal. Agora o inimigo espalhou-se e já se infiltrou no último lugar que esperava alcançar: a Igreja Católica.
Não me canso de pasmar diante de tamanho disparate

http://www.midiasemmascara.org/
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ESQUERDISMO E DOENÇA MENTAL
Sobre Valores – Maynard Marques de Santa Rosa

"Quando um país se encontra à deriva, a vítima principal é a confiança, um ingrediente vital. Sem ela, grassa a insegurança e falta crédito na economia. Sem crédito, não há investimento. E sem investimento, não há progresso, nem emprego.

"O revisionismo cultural produzido pela opinião ideológica é antinatural e corrosivo. A Dra. Marie Louise von Franz concluiu, na década de 1950, que: “O sucesso da propaganda provoca uma repressão das reações inconscientes. E a repressão da massa leva à dissociação neurótica e à enfermidade mental, já que está em oposição aos nossos instintos
 
)