"TUDO, na vida intelectual, depende de uma distinção clara entre o que
você SABE, o que lhe PARECE RAZOÁVEL, o que você ACHA e o que você
apenas IMAGINA. Os quatro discursos de Aristóteles."
Olavo de Carvalho
*
"Filho
do homem, tu habitas no meio da casa rebelde, que tem olhos para ver e
não vê, e tem ouvidos para ouvir e não ouve; porque é casa rebelde." Ezequiel 12:2
*
"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho
Lula,
Moraes e caterva querem "provar", ou seja, construir uma narrativa
pinçando meias verdades aqui e ali e, colando-as com a cola da mentira,
acusar Bolsonaro e bolsonaristas de formação de quadrilha, crime contra a
"democracia" etc. de tudo o que acusam as vítimas do 8 de janeiro e
muito mais. Isso é só o início. Este é e sempre foi o modus operandi
comunista.
Lula, Moraes e caterva querem "provar", ou seja, construir uma narrativa pinçando meias verdades aqui e ali e, colando-as com a cola da mentira, acusar Bolsonaro e bolsonaristas de formação de quadrilha, crime contra a "democracia" etc. de tudo o que acusam as vítimas do 8 de janeiro e muito mais. Isso é só o início. Este é e sempre foi o modus operandi comunista.
Ninguém conta a história toda. Pontos importantes: Bolsonaro colocou em dúvida os dados
sobre o corona e a vacina porque a China FOI e É absolutamente suspeita
em palavras e atos nesta e noutras questões não investigadas. As
evidências foram solenemente desprezadas e isso denunciou o conluio da
China, OMS e maioria dos governantes e autoridades. Ele só aceitou a
vacina, incompleta e duvidosa, porque a verdade não estava sendo
repercutida e a averiguação e o debate eram impossíveis. A gritaria da
imprensa mundial demonizando o tratamento precoce e endeusando a vacina
vem encobrindo qualquer pergunta sobre os fatos e qualquer estudo
sobre as possibilidades reais de melhora e cura para a doença. Bolsonaro
está agindo, sempre em benefício da população, mas tendo de jogar com toda
esta loucura e perversidade arquitetadas para retirar direitos e
concentrar poderes nas mãos de quem já os tem de sobra.
O erro de Bolsonaro é subestimar a GUERRA DE INFORMAÇÃO.
A
OMS constantemente ignorou relatórios confiáveis de que o vírus estava
se espalhando por Wuhan já no começo de dezembro de 2019.
A
OMS falhou em não dar credito a relatórios confiáveis que vinham de
fontes de dentro do governo chinês, sendo que esses relatórios vinham
direto de Wuhan.
Autoridades de Taiwan informaram a OMS de
que o vírus transmitia-se de humanos para humanos e mais uma vez a OMS
ignorou estas informações, provavelmente por questões políticas.
China
não informou a OMS que em Wuhan, já existiam muitos casos do vírus em
31 de Dezembro de 2019, e que provavelmente muitos casos já eram de
semanas anteriores.
Em 14 de janeiro de 2020, a OMS
reiterou que, segundo a China, em estudos preliminares conduzido por
autoridades chinesas de que não havia evidências da tranmissão do vírus
entre humanos. Este estudo entra em conflito com os relatórios vindos de
Wuhan.
Em 21 de Janeiro de 2020 o presidente chinês Xi
Jinping
pressionou a OMS a não declarar a emergência da pandemia. OMS cedeu à
pressão no dia seguinte dizendo que a doença não representava um
perigo internacional, porém na semana seguinte, em 30 de Janeiro de 2020
com as fortes evidencias que surgiam, reverteram a decisão.
Em
28 de Janeiro de 2020 depois de uma reunião com o presidente Xi
Jinping, OMS o elogiou pela transparência em relação ao controle do
corona vírus e anunciou que a China tinha um novo protocolo de controle e
que salvaram o mundo. OMS não mencionou que a China silenciou e puniu
muitos médicos que falaram ou publicaram informações dobre o vírus.
Durante
esta crise a OMS curiosamente sempre elogiou a transparência da China,
sempre aderiu aos seus relatórios e fez de conta não entender que a
China pode ser tudo menos transparente. No começo de Janeiro por exemplo
a China destruiu amostras do vírus negando ao mundo informações
importantes. Mesmo agora a China continua desrespeitando leis
internacionais se recusando em compartilhar dados, amostras e escondendo
informações sobre a origem do vírus. Ainda hoje a China nega acesso a
cientistas de fora e censura seus próprios cientistas.
A
poucos anos atrás, sob uma diferente administração, a OMS mostrou ao
mundo o que é capaz de fazer, em 2003 durante a crise da SARS na China, a
diretora geral Harlem Brundtland declarou a primeira emergência global
em 55 anos, recomendando o banimento de viagens ao país epicentro, a
China, e não poupou palavras para criticar a maneira que a China tentava
esconder do mundo a doença e a censura da imprensa, muitas vidas teriam
sido salvas se os exemplos de Brundtland fossem seguidos.