CONLUIO DE PODERES USA "EMERGÊNCIAS" PARA EXTINGUIR DIREITOS E AUMENTAR SEU PODER
Do livro "Estado de Exceção" de G. Agamben: "Não
há nenhuma salvaguarda institucional capaz de garantir que os poderes
de emergência sejam efetivamente usados com o objetivo da salvar a
constituição. Só a determinação do próprio povo em verificar se são usados para tal fim é que pode assegurar isto
(...) As disposições quase ditatoriais dos sistemas constitucionais
modernos, sejam elas a lei marcial, o estado de sítio ou os poderes de
emergência constitucionais, não podem exercer controles efetivos sobre a
concentração dos poderes. Consequentemente, todos esses institutos
correm o risco de serem transformados em sistemas totalitários, se
condições favoráveis se apresentarem." (C. J. Friedrich) https://conspiratio3.blogspot.com/2024/08/leandro-ruschel-censura-global-mark.html
*
Bertrand de Jouvenel, "O PODER" - "Dai
que a Revolução da Inglaterra tenha reforçado o Poder com menos
eficácia e duração que a Revolução da França e esta menos que a
Revolução da Rússia. Em todas, porém, o processo foi o mesmo. Essas
revoluções foram apenas aparentemente revoluções contra o Poder.
Essencialmente, elas deram ao Poder um vigor e uma arrogância novos,
destruíram os obstáculos que se opunham de longa data a seu
desenvolvimento." "Todas as revoluções não fizeram senão tornar mais
perfeita a máquina governamental em vez de quebrá-la. Os partidos que,"
sucessivamente, lutaram pelo Poder viam na conquista desse enorme
edifício de Estado a presa oferecida ao vencedor. (Marx)" https://conspiratio3.blogspot.com/2024/01/john-stuart-mill-liberdade-de-expressao.html
Bruna Torlay "E ali no programa, eu fiz um paralelo entre a matriz do comunismo e do nazismo que é comum,
e a matriz de dois pintores do Renascimento pra dizer que justamente o
que a gente tem quando pensa em formas e sistemas políticos,
muitas vezes quando diz que eles são parecidos é porque eles
seguem a mesma lógica, eles partem das mesmas premissas, têm características fundantes muito semelhantes e acabam
desencadeando consequências parecidas. E tanto o genocídio promovido
pelo nazismo quanto os genocídios promovidos pelo comunismo têm por base
o fato de que a uma casta tudo, aos outros a morte. Esse é o ponto." https://conspiratio3.blogspot.com/2022/02/bruna-torlay-desenhando-o-cancelamento.html
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TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
São Paulo precisa de um milagre!
"Salvarei o Brasil se ouvir em todas as casas ao menos uma jaculatória da minha Coroa das Lágrimas" https://youtu.be/Po12Ny6K2kI?t=26
“Quando
Lula perceber que a rejeição popular veio para ficar e é totalmente
irremediável, sua psicopatia regredirá para doença mental pura e
simples, e ele se tornará fraco, inofensivo e incapaz de defender-se.
Será um espetáculo deprimente, mas curativo." Olavo de carvalho, 2016?
“Quando
Lula perceber que a rejeição popular veio para ficar e é totalmente
irremediável, sua psicopatia regredirá para doença mental pura e
simples, e ele se tornará fraco, inofensivo e incapaz de defender-se.
Será um espetáculo deprimente, mas curativo." Olavo de carvalho, 2016?
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CENSURAR
é sair da esfera democrática do debate, que é regido pela busca da
verdade e dos fatos, e entrar na ditadura da palavra sem os fatos que
CRIMINALIZA a busca da verdade.
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TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
"Salvarei o Brasil se ouvir em todas as casas ao menos uma jaculatória da minha Coroa das Lágrimas" https://youtu.be/Po12Ny6K2kI?t=26
Nunca vi a dra Ana Beatriz comentar aqueles aspectos da psicopatia de que trata o livro "Ponerologia: Psicopatas no Poder". Os piores psicopatas são os patocratas, ditadores totalitários que usam a ideologia como um cavalo-de-tróia, exterminam milhões e destroem a sociedade para que ela nunca mais se levante. Aos poucos, distorcem o sentido das palavras, substituem o código moral por um simulacro e a verdade por uma impostura que é a própria ideologia. A verdade e a busca da verdade são PUNIDAS e a sociedade é obrigada a viver da mentira, pela mentira e para a mentira o tempo todo. Leiam o texto de Václav Havel , "O PODER DOS SEM PODER"
Só considerando a existência de psicopatas e demônios consigo imaginar a quem esse inferno pode satisfazer.
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TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
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"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho
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"Quando se deixa de acreditar em Deus, passa-se a acreditar em qualquer coisa." G. K. Chesterton
RELATIVIZAR A VERDADE, ABSOLUTIZA A OPINIÃO. E aqueles que relativizam a verdade querem sua voz absolutizada.
"Andrew Lobaczewski viveu no meio de um regime de psicopatas, na Polônia, durante os tempos de ditadura Soviética. Expert no estudo da psicopatia, ele fez parte de um grupo de cientistas que buscaram as respostas a todas as questões acima. Muitos foram mortos e tiveram suas anotações destruídas pelos governos totalitários à sua volta, que perceberam o perigo que esses estudos representavam ao seu modus operandi."
*
"Os soviéticos perceberam o perigo da ciência. Eles não somente paralisaram os estudos sobre a genética como também procuraram acabar com as pesquisas independentes na área de psicologia e tomar o controle político da ciência para usá-la com suas próprias finalidades nefastas. Alguns anos após o final da Segunda Guerra Mundial, todas as bibliotecas públicas da Polônia foram vasculhadas e os livros “perigosos” foram removidos e destruídos. Os professores foram informados de quais assuntos eram permitidos em suas aulas, e como deviam ensinar as matérias. As “autoridades” sabiam melhor o que um psiquiatra ou um patologista clínico tinha permissão para compreender. Desta forma, a maior parte das pesquisas valorosas que estavam em andamento naquela época foi sufocada e esquecida. Então, na América, Hervey Cleckley e outros pesquisadores assumiram a tarefa de descobrir, mais uma vez, coisas que já haviam sido pesquisadas no cadinho do assunto mesmo que eles procuravam entender: anomalias psicológicas socialmente perigosas. Mas eles não tinham acesso aos resultados mais antigos das pesquisas européias; ninguém no Ocidente tinha, pois eles haviam sido apagados minuciosamente do domínio público.
Para mim e para outros pesquisadores da gênese do mal e da natureza dos fenômenos de patologia macrossocial que engolfaram nossos países, esta ciência européia mais antiga, preservada em nossas mentes através de palestras ministradas antes do início da supressão política, criou as bases de nosso entendimento. Recuperar esta ciência proveniente dos pesquisadores e psiquiatras desta era, apagada pelo Fascismo e pelo Comunismo, é, creio eu, uma precondição vital para o progresso adicional no estudo do mal macrossocial."
*
"Peter Jacob Frostig (1896-1959) foi professor na Universidade King John Kasimir, em Lwou, hoje Ucrânia. Eu utilizei o seu manual Psychiatria. A Polônia estava então sob uma patocracia e seus trabalhos foram removidos das bibliotecas públicas por serem “ideologicamente inadequados” - N.T."
*
"Parecia que uma pessoa guiada por um conhecimento especial havia esvaziado todas as bibliotecas de qualquer publicação que fosse relacionada ao tópico; havia livros indexados, mas eles não estavam fisicamente presentes."
*
"Tanto internamente quanto fora das fronteiras dos países afetados pelo fenômeno aqui descrito, um sistema objetivo e consciente de controle, terror e desvio de atenção é então colocado em prática. Quaisquer artigos científicos publicados sob tais governos, ou importados de fora, devem ser monitorados para a certificação de que não contenham qualquer informação que poderia ser perigosa para a patocracia. Especialistas com talento superior se tornam objetos de chantagem e controle malicioso. Isso, é claro, faz com que os resultados obtidos se tornem inferiores em relação a essas áreas da ciência. Logicamente, a operação inteira deve ser gerenciada de forma a evitar atrair a atenção da opinião pública de países com as estruturas do humano normal. Os efeitos de tal “desacato” poderiam ir muito longe. Isso explica porque as pessoas que são pegas fazendo trabalhos investigativos nessa área são destruídas na surdina, e as pessoas suspeitas são forçadas ao exílio, para lá se tornarem objeto de campanhas de assédio apropriadamente organizadas."
*
"Em nações com sistemas patocráticos, a supervisão sobre as organizações culturais e científicas é designada a um departamento especial de pessoas especialmente confiáveis, um “Escritório Sem Nome” composto quase inteiramente de pessoas relativamente inteligentes que revelam traços psicopáticos característicos. Essas pessoas devem ser capazes de completar seus estudos acadêmicos, embora às vezes forçando os examinadores a atribuírem avaliações generosas. Seus talentos são geralmente inferiores aos dos estudantes medianos, especialmente em relação à ciência psicológica. Apesar disso, eles são recompensados pelos seus serviços pela obtenção de graus e posições acadêmicas, e têm permissão para representar seus países perante a comunidade científica no exterior."
*
"O Ocidente continua perdendo as batalhas políticas e científicas nessa nova frente secreta. Lutadores solitários são considerados estranhos, a assistência lhes é negada, e são forçados a trabalhar duro para ganhar seu pão.
Enquanto isso, o cavalo de Tróia ideológico continua invadindo novos países. "
*
"Os especialistas nas áreas de psicologia e psicopatologia achariam altamente interessante a análise desse sistema de proibições e recomendações. Esta pode ser uma das vias pela qual podemos chegar ao cerne da questão ou à natureza desse fenômeno macrossocial. As proibições englobam a psicologia profunda, a análise do substrato instintivo humano, junto com a análise de sonhos."
"A essência da psicopatia não pode, é claro, ser pesquisada ou elucidada. A escuridão é lançada sobre o assunto por meio de uma definição de psicopatia deliberadamente concebida, que inclui vários tipos de transtornos de caráter, junto com aqueles originados por causas completamente diferentes e conhecidas. Essa definição deve ser memorizada não somente por cada professor acadêmico em psicopatologia, psiquiatria e psicologia, mas também por alguns funcionários políticos com nenhuma educação na área.
Alguém pode se espantar sobre como as definições de psicopatia mencionadas acima bloqueiam efetivamente a habilidade de compreender os fenômenos abrangidos por ela. Nós podemos investigar as relações entre essas proibições e a essência do fenômeno macrossocial que elas de fato espelham. Nós podemos também observar os limites dessas habilidades e os erros cometidos por aqueles que executam essa estratégia. Essas deficiências são aproveitadas habilmente com o propósito de contrabandear algum conhecimento adequado da parte dos mais talentosos especialistas, ou de pessoas mais velhas que não temem mais por suas carreiras ou até mesmo por suas vidas. A batalha “ideológica” está sendo travada em um território completamente despercebido pelos cientistas que vivem sob governos de estruturas humanas normais e tentam imaginar essa outra realidade. (...) Naquela outra realidade, a frente de batalha atravessa cada estudo de psicologia e psiquiatria, cada hospital psiquiátrico, cada centro de consulta de saúde mental e a personalidade de cada um que trabalhe nessas áreas. O que acontece lá: duelos verbais escondidos, contrabando de informações e realizações verdadeiramente científicas, e assédio."
Fonte: PONEROLOGIA: PSICOPATAS NO PODER
*
O manuscrito original deste livro foi para a fornalha minutos antes de uma invasão da polícia secreta na Polônia comunista.A segunda cópia, dolorosamente remontada por cientistas que trabalham em condições impossíveis de violência e repressão, foi enviada por correio ao Vaticano.Seu recebimento nunca foi confirmado - o manuscrito e todos os dados valiosos foram perdidos.Em 1984, a terceira e última cópia foi escrita de memória pelo último sobrevivente dos pesquisadores originais: Andrew Lobaczewski.Zbigniew Brzezinski bloqueou sua publicação.
The original manuscript of this book went into the furnace minutes
before a secret police raid in Communist Poland. The second copy,
painfully reassembled by scientists working under impossible conditions
of violence and repression, was sent via courier to the Vatican. Its
receipt was never acknowledged - the manuscript and all valuable data
lost. In 1984, the third and final copy was written from memory by the
last survivor of the original researchers: Andrew Lobaczewski. Zbigniew
Brzezinski blocked its publication.
Harrison KoehliSott.net Seg, 15 de fevereiro de 2010, 15:34 UTC
(...)
Łobaczewski compartilhou apenas os nomes de dois professores poloneses
da geração anterior que estiveram envolvidos nos primeiros estágios do
trabalho - Stefan Błachowski (1889-1962) e Kazimierz Dąbrowski
(1902-1980).2
Błachowski morreu em circunstâncias suspeitas e Łobaczewski especula
que ele foi assassinado pela polícia do Estado por sua parte na
pesquisa.
Dabrowski emigrou e, não querendo renunciar à sua cidadania polonesa
para trabalhar nos Estados Unidos, assumiu uma posição na Universidade
de Alberta, no Canadá, onde conseguiu ter dupla cidadania. Uma leitura atenta das obras publicadas de Dabrowski em inglês mostra as raízes teóricas do que se tornaria a ponerologia.3
Como Lobaczewski, Dabrowski considerou a psicopatia como "o maior
obstáculo no desenvolvimento da personalidade e dos grupos sociais".4
Ele advertiu: "A incapacidade geral de reconhecer o tipo psicológico de
tais indivíduos [isto é, psicopatas] causa sofrimento imenso, terror em
massa, opressão violenta, genocídio e decadência da civilização. ...
Enquanto o sugestivo [isto é hipnótico, charmoso , "spellbinding"] poder
dos psicopatas não é confrontado com fatos e com consequências morais e
práticas de sua doutrina, grupos sociais inteiros podem sucumbir ao seu
apelo demagógico ".5
Talvez na primeira menção explícita de "psicopatia política", ele
observou que o extremo de ambição e desejo por poder e ganho financeiro
"é particularmente evidente em psicopatia criminal ou política": 6
Os métodos são desenvolvidos para espalhar a dissensão entre os grupos (como na máxima "divide et impera" [dividir e reinar]). Traição e engano na política são justificados e apresentados como valores positivos. Princípios de aproveitamento de situações concretas também são desenvolvidos.
Assassinato político, execução de oponentes, campos de concentração e
genocídio são o produto de sistemas políticos no nível da integração
primária [isto é, psicopatia].7
Em uma passagem décadas antes de sua época, ele observou que psicopatas
menos "bem sucedidos" podem ser encontrados nas prisões, enquanto os
bem-sucedidos devem ser encontrados em posições de poder (isto é, "entre
líderes nacionais políticos e militares, chefes sindicais etc. ").
Ele citou dois exemplos de líderes caracterizados por esse "retardo
afetivo", Hitler e Stalin, a quem ele se referiu repetidamente em seus
livros 8 e ambos mostraram "falta de empatia, frieza emocional, desumanidade ilimitada e desejo de poder".9 Dabrowski e Łobaczewski experimentaram este horror em primeira mão.
Em setembro de 1939, os nazistas invadiram a Polônia usando uma
operação de falsa bandeira que ficou conhecida como o Incidente de
Gleiwitz.
Isso fazia parte do maior projeto da SS Operação Himmler, cujo objetivo
era criar a ilusão da agressão polonesa como pretexto para
"retaliação". Em outras palavras, os alemães precisavam de uma desculpa ou história de cobertura plausível para invadir o país.
Alemães vestidos como poloneses atacaram uma emissora de rádio e
transmitiram propaganda anti-alemã, além de assassinar um simpatizante
germano-silesiano dos poloneses, Franciszek Honiok, e colocar seu corpo
no local.10
Os nazistas usaram essas operações para justificar a invasão, após a
qual instituíram um regime de terror que resultou na morte de cerca de
seis milhões de poloneses.
Como parte de um objetivo maior de destruir toda a vida cultural
polonesa, as escolas foram fechadas e os professores foram presos,
enviados para campos de concentração e alguns foram assassinados. A psiquiatria foi banida. Segundo Jason Aronson, da Harvard Medical School, os nazistas assassinaram a maioria dos psiquiatras em atividade. Apenas 38 sobreviveram de aproximadamente 400 vivos antes da invasão.11
Durante esse período tumultuado, Łobaczewski trabalhou como soldado do
Exército da Pátria, uma organização polonesa de resistência, e seu
desejo de estudar psicologia cresceu.
A escola de estilo gótico que ele frequentaria mais tarde, a
Universidade Jaguelônica, sofreu muito durante os anos de guerra como
parte de um programa geral para exterminar a elite intelectual da cidade
de Cracóvia. Em 6 de novembro de 1939, 144 professores e funcionários foram presos e enviados para campos de concentração. Disseram-lhes que participariam de uma palestra obrigatória sobre planos alemães para a educação polonesa. Na chegada, eles foram presos na sala de aula, junto com todos os outros presentes no prédio.
Felizmente, devido a protestos públicos, a maioria foi libertada alguns
meses mais tarde e apesar de a Universidade ter sido saqueada e
vandalizada pelos nazis, os sobreviventes da operação conseguiram formar
uma universidade subterrânea em 1942. 12 As
aulas regulares começaram novamente em 1945 e Foi provavelmente então
que Łobaczewski iniciou seus estudos com o professor de psiquiatria
Edward Brzezicki 13 , 14 Łobaczewski provavelmente também conheceu Stefan Szuman, um renomado psicólogo que lecionou na Jagiellonian, nessa época. Szuman mais tarde atuou como o centro de compensação de secretobaczewski para dados e pesquisas secretas.
Enquanto Jagiellonian e as outras universidades polonesas desfrutaram
de três anos de liberdade, isso rapidamente terminou em 1948, quando a
Polônia se tornou um estado satélite da União Soviética e o Partido dos
Trabalhadores Unidos polonês assumiu o controle total da vida
universitária. Com o estabelecimento da República Democrática da Polônia, a Polônia foi colocada sob a esfera de influência soviética; os serviços médicos e psiquiátricos eram socializados e a psiquiatria clínica reduzida a conceitos estritamente pavlovianos. Assim, a "stalinização" da educação e pesquisa polonesa começou onde Hitler parou.
A classe de Łobaczewski foi a última a ser ensinada pelos professores
pré-comunistas, que foram considerados "ideologicamente incorretos"
pelos poderes constituídos.
Foi apenas em seu último ano de escolaridade que experimentaram
plenamente a "nova realidade" desumana que inspirou o curso da pesquisa
de Łobaczewski pelo resto de sua vida. Durante as três décadas que passou vivendo sob a ditadura comunista, Łobaczewski trabalhou em hospitais gerais e mentais.
A ditadura proporcionou condições e oportunidades intensificadas para
melhorar suas habilidades em diagnóstico clínico - habilidades
essenciais para chegar a um acordo com essa nova realidade social. Ele também foi capaz de dar psicoterapia para aqueles que sofreram mais sob essa regra dura.
Logo no início, enquanto outros envolvidos na pesquisa secreta
observavam o interesse de Lobaczewski pela psicopatologia e pela
psicologia social do totalitarismo, ele percebeu que não era o primeiro a
buscar tal pesquisa e foi convidado a se juntar ao grupo. Originalmente, ele contribuiu apenas com uma pequena parte da pesquisa, concentrando-se principalmente em psicopatia. O nome da pessoa responsável por completar a síntese final foi mantido em segredo, mas o trabalho nunca viu a luz do dia.
Todos os contatos de Łobaczewski tornaram-se inoperantes na onda de
repressão pós-Stalin nos anos 60 e ele ficou apenas com os dados que já
lhe haviam sido dados. Todo o resto foi perdido para sempre, seja queimado ou trancado em algum arquivo da polícia secreta. Diante dessa situação sem esperança, ele decidiu terminar o trabalho sozinho.
Mas apesar de seus esforços em sigilo, as autoridades políticas
chegaram a suspeitar que ele possuía conhecimento "perigoso" que
ameaçava seu poder.
Um cientista austríaco com quem Łobaczewski havia se correspondido
acabou por ser um agente da polícia secreta, e Łobaczewski foi preso e
torturado três vezes durante esse período.
Enquanto trabalhava no primeiro rascunho em 1968, os moradores da
aldeia em que ele trabalhava o alertaram de uma iminente invasão da
polícia secreta. Łobaczewski teve tempo suficiente para queimar o trabalho em seu forno de aquecimento central antes de sua chegada.15
anos depois, em 1977, o correspondente romano da Radio Free Europe, a
quem Łobaczewski havia falado sobre seu trabalho, denunciou-o às
autoridades polonesas.16 Dada a opção de uma quarta detenção ou exílio "voluntário" para os Estados Unidos, Łobaczewski escolheu o segundo. Todos os seus documentos, livros e materiais de pesquisa foram confiscados e ele deixou o país sem nada.
Ao chegar à cidade de Nova York, o aparato de segurança polonês
utilizou seus contatos para bloquear o acesso de Łobaczewski a empregos
em seu campo.
Ele ficou apavorado ao saber que "o sistema aberto de supressão que eu
havia escapado recentemente era tão prevalente, embora mais secreto, nos
Estados Unidos". Em suma, os EUA estavam infectados com a mesma doença e a "liberdade" que ofereciam era pouco mais que uma ilusão.
No caso dos cientistas que vivem no exterior, o modus operandi da
polícia secreta polonesa sugeria certos cursos de ação para os membros
do Partido Americano, que então os levaram a sério, sem saber das reais
motivações para suas ações.
Łobaczewski foi assim forçado a aceitar um emprego fazendo trabalho
manual, escrevendo o rascunho final de seu livro nas primeiras horas
antes do trabalho.
Tendo perdido a maioria dos dados estatísticos e estudos de caso com
seus artigos, ele incluiu apenas aqueles que ele podia lembrar e focou
principalmente nas observações e conclusões baseadas nas décadas de
estudo dele e de outros, bem como um estudo de literatura escrito por
regimes patocráticos. Depois que o livro foi concluído em 1984 e uma tradução adequada para o inglês, ele não conseguiu publicá-lo.
Os editores de psicologia lhe disseram que era "muito político", e os
editores políticos lhe disseram que era "muito psicológico".
Ele contou com a ajuda de seu compatriota, Zbigniew Brzezinski, que
havia acabado de atuar como Conselheiro de Segurança Nacional do
Presidente Jimmy Carter e que inicialmente elogiou o livro e prometeu
ajudar a publicar o livro.
Infelizmente, depois de algum tempo gasto Brzezinski correspondente
ficou em silêncio, respondendo apenas ao efeito de que era uma pena que
não tivesse funcionado. Nas palavras de Łobaczewski, "ele estrangulou o assunto, traiçoeiramente".18
No final, uma pequena impressão de cópias para acadêmicos foi o único
resultado, e estes não tiveram qualquer influência significativa sobre
acadêmicos e revisores.
Sofrendo de graves problemas de saúde, Łobaczewski retornou à Polônia
em 1990, onde publicou outro livro e transcreveu em seu computador o
manuscrito de Ponerologia Política: Uma Ciência sobre a Natureza do Mal Ajustada para Propósitos Políticos .
Ele finalmente enviou esta cópia para os editores do sott.net e da Red
Pill Press, que publicaram o livro em 2006. Sua saúde falhou mais uma
vez, ele morreu pouco mais de um ano depois, em novembro de 2007.
Enquanto outros cientistas realizaram pesquisas importantes sobre esses
assuntos ao longo dos anos, o livro de Łobaczewski continua sendo o mais
abrangente e aprofundado. É verdadeiramente um clássico underground.Notas
Cleckley escreveu o livro clássico sobre psicopatia A máscara da sanidade e Gilbert escreveu A psicologia da ditadura com base em sua análise dos criminosos de guerra nazistas Nuremberg.
Não está claro se Łobaczewski estava ciente de mais, mas se recusou a compartilhar seus nomes por medo de seu bem-estar.
Infelizmente, como o livro de Gilbert, os livros de Dabrowski agora estão esgotados. Um DVD contendo scans de seu trabalho está disponível aqui .
Traduzido por Elizabeth Mika em "Pontos de vista de Dąbrowski sobre a
saúde mental autêntica", em Mendaglio, S. (ed) A Teoria da Desintegração
Positiva de Dąbrowski (Scottsdale, AZ: Great Potential Press, 2008),
pp. 139-53.
Dąbrowski, K. (com Kawczak, A. & Sochanska, J.), A dinâmica de conceitos (Londres: Gryf, 1973), pp. 40, 47.
Dabrowski, K. 1996 [1977].
'Multinível de Funções Emocionais e Instintivas' (Lublin, Polônia:
Towarzystwo Naukowe Katolickiego Uniwersytetu Lubelskiego, 1996 [1977]),
p. 33
Ibid, p. 153
Ibid, p. 21; "A Dinâmica dos Conceitos", p. 40; Dąbrowski, K. Personalização-forma através da desintegração positiva (Boston: Little, Brown, 1967), p. 202; Dąbrowski, K. Psychoneurosis não é uma doença (London: Gryf, 1972), p. 159
Dąbrowski, K. (com Kawczak, A. & Piechowski, MM) Crescimento mental através da desintegração positiva (London: Gryf, 1970), pp. 29 - 30.
Veja Wikipedia, "incidente de Gleiwitz".
Prefácio a Dąbrowski, K. Desintegração Positiva . (Boston: Little, Brown, 1964), pp. Ix - x.
Błachowski ensinou em uma dessas universidades subterrâneas em Varsóvia. Veja Wikipedia, "Stefan Błachowski".
Sobre a prisão do pessoal jagielloniano, veja aqui .
Mais tarde, na Bulgária, ele tentou enviar um segundo esboço para um
contato no Vaticano por meio de um turista polonês-americano, mas, até
onde ele sabia, nunca foi entregue.
Łobaczewski só aprendeu a identidade de seu denunciante do Instituto
Polonês de Memória Nacional em 2005. Ver entrevista realizada em 19 de novembro de 2005 .
Ponobaczewski, A. Ponerologia Política: Uma ciência sobre a natureza do mal ajustada para fins políticos (Grande Prairie, AB: Red Pill Press, 2006), p. 23
"Eles não sabem o que é um fato. Quando falamos de fatos e
pedimos a eles que abordem os fatos, eles olham para nós com olhos
vazios. Eles não sabem do que estamos falando.
Eles nos estudam porque sua estratégia é passar por humanos. Eles nos
ouvem usar as palavras - fatos, evidências, comprovação. Eles não têm
capacidade humana para entender o que queremos dizer. O que eles fazem é
ignorar nossa referência aos fatos, ignorar nossos pedidos para
fornecer fatos e esperar que não percebamos que é devido à falta de
compreensão deles." http://www.bibliotecapleyades.net/sociopolitica/sociopol_ponerology25.htm
Ana Beatriz Barbosa já mencionou várias vezes que pedofilia pode ser manifestação de psicopatia. Veja este trecho:
https://youtu.be/jVtQlh5T2Fo?t=2m26s
****
CARMEM LÚCIA ASSINA DECRETO PARA PRESIDIÁRIOS E EX-DETENTOS EM CONTRATOS DE SERVIÇO À UNIÃO
https://www.folhapolitica.org/2018/07/decreto-cria-cotas-para-presidiarios-e.html
***
LEMBRANDO:
O QUE DERRUBA NOTÍCIA FALSA É A VERDADE, E A LIVRE EXPRESSÃO, QUE
DEPURA A VERDADE. SEM LIVRE EXPRESSÃO, A SOCIEDADE NÃO PODE VIGIAR. SE
VOCÊ É IMPEDIDO DE FALAR, TAMBÉM É IMPEDIDO DE OUVIR, A INFORMAÇÃO NÃO
CIRCULA.
Gramsci não dá certo sem CENSURA! O socialismo floresce onde a informação é controlada. Comunismo não sobrevive à verdade.