Neste segmento, Pavinatto diz que o fenômeno da mentira sempre existiu, mas que a internet o intensificou. https://youtu.be/ESn5EYO5jsw?t=460
Sim,
este é um dado importante: a Internet acelerou e multiplicou tudo,
inclusive a verdade. E é isto o que incomoda os mentirosos/censores, a
INTERNET ACELEROU A VERDADE, ou seja a triagem e o desmascaramento da
mentira. Esta é a causa REAL da censura. https://youtu.be/ESn5EYO5jsw?t=460
*
Allan dos Santos "O movimento revolucionário é velado até que seja irreversível."
*
A
mentira repetida mil vezes só vira "verdade" sem críticas
e sem perguntas. Nenhuma outra opção deve emergir nas mentes. Eles
sabem que a democracia se faz pelo debate livre, pela livre concorrência
de ideias, pela busca da verdade. É ISTO o que elege os melhores. E
este é o problema deles. O comunismo é um sistema sem verdade e sem a liberdade de buscá-la. Onde só existe a voz dos censores. https://conspiratio3.blogspot.com/p/triagem-filtragem-confronto-de.html
*
A CENSURA sai da esfera democrática do
debate, regido pela busca da verdade e dos fatos, e entra na
esfera da ditadura da palavra sem os fatos, que CRIMINALIZA A BUSCA DA VERDADE.
"Aquele
que luta pela verdade tem momentos de vacilação e dúvida, porque avança
de descoberta em descoberta e vai esbarrando nas contradições e
ambiguidades do real. Mas aquele que aposta na mentira não vacila nem
duvida, porque nada busca nem descobre: está fechado para sempre dentro
da sua mentira, que é, ao mesmo tempo, sua fortaleza e seu túmulo." Olavo de Carvalho
*
TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
*
"Salvarei o Brasil se ouvir em todas as casas ao menos uma jaculatória da minha Coroa das Lágrimas" https://youtu.be/Po12Ny6K2kI?t=26
Que
poderia ser o melhor Natal da sua vida? Aquele em que você percebesse
claramente a Presença de Deus. Que é a Presença de Deus? Ela é tantas
coisas que todos os livros do mundo não bastariam para descrevê-la. De
todas essas coisas, sei somente uma, uminha. Ela pode ser muito modesta
no conjunto, mas para mim é a mais importante, justamente porque é a
única que conheço com a certeza absoluta de quem viveu a experiência e
sabe do que está falando.
Vou tentar resumi-la. Espero que você goste deste presente de Natal.
É o seguinte. Quando você fala com alguém, não joga simplesmente
palavras para todo lado, mas as dirige a uma pessoa determinada, da qual
você sabe alguma coisa. Falar com Deus não é diferente disso. Você tem
de se dirigir a Ele como a uma pessoa determinada, não um anônimo
desconhecido que não está em parte alguma.
Você tem de
se apegar a algo que você sabe de Deus com certeza, e falar a esse algo
como se fosse Deus inteiro. É claro que não é, mas Deus não liga para
isso. Quando falamos com seres humanos, é a mesma coisa. Você fala com
esta pessoa, neste lugar, num momento determinado do tempo, como se o
que estivesse diante de você fosse a pessoa inteira, do nascimento à
morte, sabendo que não é, mas que de algum modo o que você diz a esse
recorte de pessoa chega à pessoa inteira.
Pois bem, de Deus há uma coisa que sei com certeza, e é por esse canal que falo com Ele.
Na verdade são duas coisas.
A primeira é que Ele me conhece mais do que eu mesmo, e que nada que eu
diga de mim para Ele será novidade. Ao contrário: conto um pedacinho da
história e Ele me mostra o resto.
Só há um problema:
Você quer mesmo saber tanta coisa a seu respeito? Se você não tem a
firme disposição de aceitar o seu retrato tal como Deus o mostra, com
todas as surpresas agradáveis e desagradáveis que Ele tem para lhe
mostrar, Ele não lhe mostrará nada.
Às vezes queremos
contar a Deus os nossos pecados, mas como podemos fazê-lo, se é o
próprio Espírito Santo quem nos ensina quais são esses pecados? Às vezes
pensamos que é um, e na verdade é outro. Uma boa coisa é pedir a Deus
que lhe revele seus verdadeiros pecados, para que você os confesse. Nos
dias seguintes você vai se lembrar de vários deles, que já tinham se
perdido na memória ou que nunca estiveram lá.
Mas é
claro que o que estou dizendo não se refere só a pecados. Você pode
pedir que Deus lhe mostre quem você é. Só que, se Ele mostrar tudo de
uma vez, não caberá no seu círculo de atenção. Portanto, peça que Ele
lhe revele, de tudo quanto você é, só aquilo que Ele acha
verdadeiramente importante que você saiba na presente etapa da sua vida.
A segunda coisa é essencial para que isso funcione.
Todos nós falamos de nós mesmos usando a palavra “eu”. O eu é o centro
agente e consciente que tenta dirigir os nossos atos e pensamentos no
meio de uma gigantesca confusão que vem do nosso inconsciente, do meio
social, de fragmentos de conversas entreouvidas, da TV, do diabo. Ora,
toda essa confusão está em nós, ela é nós de algum modo, mas não é o
nosso “eu”. Isso quer dizer que cada um de nós só é um “eu” de maneira
parcial e imperfeita. Somos muito imperfeitamente personalizados. Há
muitos pedaços em nós que nos são estranhos, que são anônimos. Pedaços
de nós que são coisa, e não pessoa.
Os bichos e coisas
ao nosso redor não têm um eu. Não podem falar consigo mesmos, viver a
vida interior de alguém que se conhece como centro agente, responsável,
consciente, ao menos em parte, da sua história e co-autor consciente,
espera-se, dos capítulos restantes.
De todos os seres e coisas, só o ser humano tem um “eu”, ainda que incompleto e imperfeito.
Deus, no entanto, tem um Eu completo e perfeito. Ele mesmo, por meio de
Moisés, nos ensinou o Seu Nome, e esse nome é “Eu Sou”. Nele não há
elementos estranhos, que Ele próprio desconheça. Em Deus não existe
alteridade.
Mas se o Eu de Deus é completo e perfeito,
e o nosso é parcial, fragmentário e imperfeito, isso quer dizer que só
temos um eu por Graça de Deus, porque Ele nos conferiu, na medida das
nossas possibilidades, uma capacidade que, a rigor, só Ele possui.
Foi nesse sentido que Paul Claudel, o poeta, disse: “Deus é Aquele que, em mim, é mais eu do que eu mesmo.”
Deus, portanto, não só sabe tudo a seu respeito, mas é d’Ele que vem a
capacidade que você tem de falar consigo mesmo (e com Ele), a capacidade
de possuir uma “intimidade” que nenhuma coisa ou bicho jamais terá.
Foi por isso que outro poeta, Antonio Machado, disse: “Quem fala consigo espera falar a Deus um dia.”
Um dia? Quando? Você salta da conversa solitária para a conversa com
Deus no instante em que toma consciência de que: (a) está falando com
Alguém que conhece você melhor que você mesmo; (b) está falando com
Alguém que é a própria raiz, a fonte mais íntima da sua capacidade de
conhecer-se e de falar consigo mesmo. Alguém que é mais você do que você
mesmo. Então você descobre que Ele sempre esteve aí e que a única coisa
que separava você d’Ele era o que o separava de você mesmo.
A partir desse instante, o falar consigo mesmo, na oração, é uma
abertura para descobertas sem fim e para uma intensificação do seu eu,
da sua consciência de si, da sua presença diante de si mesmo, dos outros
eus, do mundo e do próprio Deus.
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Conhecimento por Presença | Olavo de Carvalho
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OLAVO DE CARVALHO - Eric Voegelin ensina que, nas civilizações antigas, como Egito e
Mesopotâmia, a idéia da "verdade" era idêntica à da ordem social
vigente. A noção de uma verdade divina superior à sociedade e acessível à
consciência individual mesmo CONTRA a ordem social só aparece na Grécia
-- primeiro no teatro, depois na vida de Sócrates -- e se consolida no
cristianismo. Aqueles que hoje em dia se erguem contra qualquer
idéia que vá contra o "establishment" pertencem ainda a uma fase
civilizacional já superada há muitos milênios. - https://www.facebook.com/olavo.decarvalho/posts/10157353685507192
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VERDADE SUBSTITUÍDA POR CONSENSO "No lugar da objetividade, temos apenas "inter-subjetividade "- em outras palavras, consenso.
Verdades, significados, fatos e valores são agora considerados negociáveis. O curioso, entretanto,
é que este subjetivismo de mente louca anda de mãos dadas com uma vigorosa censura.
Aqueles que colocam o consenso no lugar da verdade encontram-se distinguindo o verdadeiro do falso consenso.
Assim, o consenso que Rorty assume exclui rigorosamente todos os conservadores, tradicionalistas e reacionários ".
ROGER SCRUTON
* VERDADE SUBSTITUÍDA POR PODER ROGER
SCRUTON "A ideologia comunista descartou a idéia de verdade como se
fosse uma construção burguesa. O que importava era poder — e você
batizou como verdade aquelas doutrinas que o fornecem. Essa maneira
invencível de marginalizar a realidade foi exposta para todos por
Orwell, Koestler, Solzhenitsyn e, mais recentemente, Havel. Somente a
educação em uma universidade moderna, com doses repetidas de Foucault,
Deleuze e Vattimo, pode cegar para os perigos de uma filosofia que vê o
poder como o verdadeiro objetivo do discurso. Infelizmente, essa
educação existe, e temos que viver com o resultado disso. Todos os
que encontraram a máquina comunista estavam familiarizados com a
abolição da distinção entre verdade e poder, incluindo companheiros de
viagem como Eric Hobsbawm e Ralph Miliband, que aprovaram isso. O que
importava ao Partido Comunista era a meta: a instalação do controle
comunista sobre o máximo possível do mundo civilizado. O mito do “cerco
capitalista” — a descrição da expansão militar soviética como uma
“ofensiva de paz”, as invasões da Hungria, da Tchecoslováquia e do
Afeganistão como “assistência fraterna”: tudo parte da diplomacia da
pós-verdade. A falsificação do discurso político estendia-se às
minúcias. Os judeus eram perseguidos não como judeus, mas como parte da
conspiração burguesa-sionista-capitalista. Os católicos foram presos por
“subversão da república em colaboração com uma potência estrangeira”.
As tentativas da OTAN de instalar defesas antimísseis tornaram-se “atos
de agressão que desestabilizavam a Europa”. E assim por diante. O
resultado era uma espécie de discurso paranóico que não podia ser
respondido com argumento racional, já que cada argumento era mais uma
prova de que todos os que denunciavam as mentiras também as diziam. A
máquina de propaganda soviética enfrentava todos os fatos gritando a
plenos pulmões “mentiras!”, como um lógico louco que grita “essa frase é
falsa!”
*
OLAVO DE CARVALHODe 1961 a 1989 os habitantes de Berlim Oriental viveram cercados por um
muro de quatro metros de altura por 145 quilômetros de comprimento,
rodeado por sua vez de uma "franja da morte", uma pista de várias
dezenas de metros de terra nua que ninguém podia tentar atravessar sem
ser baleado pelos guardas instalados em altas torres de vigia ao longo
de todo o percurso. Pois bem. Durante todo esse período NENHUMA
menção ao muro apareceu em toda a mídia da Alemanha Oriental. Era como
se nada estivesse acontecendo, embora todo mundo soubesse que acontecia.
Nem uma palavra a respeito aparece tampouco na literatura ali produzida
na época. Nem mundo menos na mídia e na literatura dos demais países
comunistas em três continentes. Entendem como a mentira é, entre os comunistas, o estado normal e permanente da consciência humana? Entendem que NUNCA EXISTIU NEM EXISTIRÁ JAMAIS um comunista honesto, sincero, confiável?