- Para download gratuito do livro (em PDF) Revolução e Contra-Revolução, obra principal do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira que explica o processo de descristianização do Ocidente: https://www.pliniocorreadeoliveira.in...
O que está acontecendo com a Igreja é o que está acontecendo com todo o mundo ocidental: o movimento revolucionário se infiltrando em tudo, corrompendo, desmantelando e impondo sua "nova ordem". Eles querem a subversão, que a exceção vire a regra para que a regra seja criminalizada.
"O movimento socialista tem-se mostrado tão incapaz de refrear seu
apetite de sangue quanto de aceitar ser julgado pelos mesmos padrões
morais com que condena seu adversário. Sua duplicidade de pesos e
medidas acabou por levá-lo à completa perda do senso das proporções.
Reprimindo sistematicamente a consciência de seus próprios crimes, ele
buscou sempre um alívio postiço na criação obsessiva de lendas e mitos
para dar ao rosto do inimigo feições pelo menos tão monstruosas quanto
as suas." https://olavodecarvalho.org/consciencia-reprimida-duas-notas/
Para se igualar tudo, é preciso usar 2 pesos e 2 medidas.
EM 1992, NUMA AÇÃO ORQUESTRADA, O POLITICAMENTE CORRETO INVADIU A AMÉRICA LATINA
Terminavam os anos 80, o império
soviético cambaleava e, preocupado, o tirano e proprietário de Cuba,
Fidel Castro, em 26 de Julho de 1989, anunciou em discurso público que
Cuba e a revolução cubana seguiriam lutando e resistindo apesar da
possível desintegração da URSS. Quatro meses depois caia o muro de
Berlim e sua declaração foi a antecipação do conclave marxista Foro de
São Paulo, que ele e Lula inaugurariam em 1990. À sua convocatória
compareceram 68 forças políticas pertencentes a 22 países
latino-americanos. Desde então a dita confraria se reuniria regularmente
e apenas 6 anos depois já era integrada por 52 organizações-membros,
entre as quais grupos criminosos como o ELN, Exército de Libertação
Nacional, FARC, Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, principal
produtor mundial de cocaína, fornecendo suporte financeiro ao nascente
conluio transnacional. Desde então, o dito Foro e as organizações afins
vêm recrutando, atualizando e reciclando toda a esquerda regional.
O começo dos anos 90 foi um momento
chave para a reinvenção de uma ideologia que já não podia
exibir a "Foice e o Martelo", nem oferecer expropriação de latifúndios,
nem reformas agrárias, nem divagar sobre a mais valia, nem tampouco
seduzir ouvintes com a desgastada luta de classes.
1992 foi o ano que marcou um vertiginoso
ponto de inflexão. Foi quando uma série de movimentos estranhos,
inovadores e aparentemente sem conexão uns com os outros começaram a brotar em distintos
lugares do mundo em geral, e da América Latina em particular. Com o
amparo de 458 ONGs criadas repentinamente para propagar um relato
pré-colombiano fictício, em 12 de Outubro ocorreu na Bolívia a primeira
marcha "indigenista", aproveitando a data exata dos "500 anos de
submissão", na qual já se destacava a liderança do jovem Evo Morales. Um
pouco mais ao sul, na Argentina democrática de 1992, apareceu em cena a
primeira "Marcha do Orgulho Gay", e na cidade do Rio de Janeiro,
levaram-se adiante as sessões de "ecologismo popular" que apareceu com
1500 organizações de todo o mundo para debater e redefinir estratégias,
incluindo a reivindicação da chamada "deusa ecológica". Nesse mesmo ano,
na Venezuela, Hugo Chávez liderou duas tentativas de golpe de Estado,
nas quais pretendia matar o presidente Carlos Pérez, e de fato mataram
20 pessoas. Desse feito extraiu a celebridade para assumir, 7 anos
depois, a liderança do país.
O que ocorreu no mundo em 1992 que
forjou tamanha promoção de movimentos tão inusitados? Por mais que
popularmente se reconheça a queda do muro de Berlim (9.11.1989) como o
marco histórico da queda de um sistema e de uma ameaça (o socialismo), a
realidade é que este foi só o prenúncio do que se materializaria dois
anos depois, em 1992, quando a URSS, sob o comando de Boris Yeltsin,
deixou de existir como tal. Logo, ante a ausência do suporte soviético e
a necessidade de suprir este vazio, todas as estruturas de esquerda
tiveram que fabricar ONGs e organizações de variadas índoles para
acomodar não somente a sua cartilha, mas também a sua militância, suas
bandeiras, seus clientes e suas fontes de financiamento.
Silenciosamente, a esquerda substituiu as balas das antigas guerrilhas
por cédulas eleitorais; trocou seu discurso classista por aforismos
igualitários que ocuparam o extenso território cultural; deixou de
recrutar "trabalhadores explorados" e passou a capturar almas
atormentadas ou marginais, a fim de lançá-las como provocadoras de
conflitos, sob desculpas de aparência nobre, as quais à primeira vista
nada teriam a ver com o stalinismo nem muito menos com o terrorismo
subversivo, mas sim com a "inclusão" e a "igualdade" entre os homens:
indigenismo, ambientalismo, direito-humanismo, garanto-abolicionismo e
ideologia de gênero.
O comunismo não morreu com o
desaparecimento formal de seus Estados pois o mais importante eram as
organizações auxiliares, que já existiam desde muito antes da URSS e que
seguiram existindo depois. Foram poucos os que prestaram atenção a esta
metamorfose e 25 anos depois, a esquerda não somente se apoderou
politicamente de grande parte da América Latina, como também conquistou a
hegemonia nas salas de aula, nas cátredas, nas letras, nos meios de
comunicação e no jornalismo, sequestrando a cultura e modificando a
opinião pública; a revolução deixou de expropriar contas bancárias para
expropriar mentes.
Extraído da Introdução de "O LIVRO NEGRO DA NOVA ESQUERDA", de
Agustin Laje.
*
O QUE É IDEOLOGIA DE GÊNERO - AGUSTIN LAJE https://conspiratio3.blogspot.com/2019/06/o-que-e-ideologia-de-genero-agustin-laje.html
*
O POLITICAMENTE CORRETO SE FUNDAMENTA EM NADA - AUGUSTIN LAGE - "A ideologia de gênero é uma imposição que foi decidida pelas costas das pessoas" https://conspiratio3.blogspot.com/2018/02/o-politicamente-correto-nao-se.html
* HOMOFOBIA CRIMINALIZADA #PL4754 Resumo das palavras do Allan dos Santos no vídeo STF RASGA A CONSTITUIÇÃO MAIS UMA VEZ Os
comunistas usam do fato de uma democracia ter liberdade, para criar
grupelhos, que não existem organizados na sociedade em si. A liberdade
traz diferenças, diversidade, divergências de opiniões em questões
religiosas, políticas, partidárias. É próprio da liberdade dentro de um
povo haver esse debate, é comum esse conflito. Os comunistas sabem que a
melhor maneira de desestabilizar, criar o caos, porque eles vivem do
caos, é vc pegar os grupos divergentes, que são absolutamente comuns e
normais num grupo humano, e criar desavenças. Entenda que a discordância
não é própria apenas de grupos antagônicos, é próprio da sociedade
humana ter pessoas diferentes que discutem suas idéias, suas opiniões,
suas convicções. Isso é absolutamente comum. O que não é comum é um
grupo se utilizar de meios espúrios para condenar a opinião do outro,
criminalizar a opinião do outro. Que é exatamente o que o STF está
fazendo agora. * "O pós-marxismo de Laclau e
Mouffe tem como centro a supressão do conceito de 'classe social' como
elemento teórico relevante para a esquerda. Esse é o passo crucial que
ambos os pensadores dão em comparação a Gramsci, em quem, ademais,
baseiam a maior parte de sua teoria. O proletariado já não é o sujeito
privilegiado em nenhum sentido possível; a classe trabalhadora em Laclau
não tem sequer privilégios em uma estratégia hegemônica como na teoria
gramsciana. Porém, para além disso, tampouco há sentido em produrar
outro sujeito privilegiado, como aconteceu na década de 60 na qual se
discutiu, a partir espedialmente dos teóricos da Escola de Frankfurt, se
o privilégio da história passaca pelos jovens, pelas mulheres, etc.
Contra a intenção desesperada de descobrir novos sujeitos para a
revolução anticapitalista, Laclau e Mouffe acentuam a construção
discursiva dos sujeitos. O que significa isso? Significa, pois, que os
discursos ideológicos podem dar origem a novos agentes da revolução.
Simplificando um pouco: é preciso fabricar e difundir relatos que gerem
conflitos úteis para a causa da esquerda." (Agustin Laje e Nicolás Marquez) “As ideologias totalitárias são adotadas porque racionalizam o
ressentimento e também unem os ressentidos em torno de uma causa comum.
Os sistemas totalitários surgem quando os ressentidos, tomando o poder,
procedem à abolição das instituições que conferem poder aos outros:
instituições como a lei, a propriedade e a religião, que criam
hierarquias, autoridades e privilégios e permitem aos indivíduos afirmar
a soberania sobre suas próprias vidas. Para os ressentidos, essas
instituições são a causa da desigualdade e, portanto, de suas próprias
humilhações e fracassos. Na verdade, elas são os canais através dos
quais o ressentimento é drenado. Uma vez que as instituições de direito,
propriedade e religiões são destruídas - e sua destruição é o resultado
normal do governo totalitário - o ressentimento ocupa seu lugar de
forma inabalável, como o princípio governante do Estado. ” Roger Scruton
* "MARCUSE
(...) Então, identificou os novos excluídos do capitalismo, como
agentes revolucionários : gays, mulheres, criminosos, negros, latinos,
etc. Ou seja, a esquerda revolucionária deveria usar esses excluídos
para promover a destruição da sociedade ocidental, dos valores
"burgueses", da moral judaico-cristã. Então, todos os movimentos que
surgiram no mundo (tudo começou nos EUA, com a ação direta do Marcuse), o
famoso "politicamente correto", tem como origem Hebert Marcues (é dele a
frase "Não faça guerra, faça amor", que culminou no abandono da guerra
do Vietna e na tomada comunista da região, resultando em mais de 2
milhões de mortes). " http://clubecetico.org/forum/index.php?topic=28496.15;imode
* "Lênin tinha dito que "nossa tarefa é utilizar cada manifestação
de descontentamento, coletar e utilizar cada grão de protesto
rudimentar". Markovsky comenta que: "Na
verdade, se você quer mudar a sociedade, eis o roteiro de Lenin: cause o
problema. Espalhe a miséria. Envie um quadro de organizadores
comunitários profissionais para unificar todos os espíritos deserdados
descontentes e abastecer uma revolta organizada. Atraia caos e
violência. Explore o caos para grandes objetivos políticos. Culpe seus
oponentes políticos, demonize e criminalize-os"." Cliff Kincaid, A Espada da Revolução *
GEORGE SOROS Se a esquerda nacional e internacional está do lado do povo e contra o
grande capital imperialista, por que raios, então, luta pelos mesmos
objetivos — gayzismo, feminismo, abortismo, multiculturalismo, droguismo
etc. — que são os do Zuckerberger, do Bill Gates, do Paypal, do George
Soros, da ONU e de toda a elite bilionária mundial, em vez de defender
os valores tradicionais que o povo ama e pelos quais morrerá? https://olavodecarvalhofb.wordpress.com/category/notas/page/109/ O
maior financiador da campanha pela liberação das drogas é George Soros,
que também subsidia organizações pró-terroristas e desarmamentistas
(uma combinação maravilhosa) e nutre a modesta ambição de tornar-se o
presidente informal do mundo. Já comprou terras na Bolívia, onde, uma
vez retirados os entraves legais, terá tudo para ser o maior fornecedor
de matéria-prima para as Farc. http://wpress.olavodecarvalho.org/pensando-com-a-cabeca-de-george-soros/ Cristian Derosa - "Como mostra a reportagem da terceira edição da
Revista Estudos Nacionais (a ser lançada neste mês de junho), todo o
dinheiro das cinco maiores fundações internacionais (Open Society, Ford,
Oak, IPPF e B&M Gates) vai para pautas como aborto, ideologia de
gênero (desconstrução da família), direitos humanos (desconstrução do
direito penal), racismo (geração de conflitos sociais), entre outras." http://estudosnacionais.com/reportagem/o-metodo-sutil-de-george-soros/ DO PARTIDO DAS SOMBRAS AO GOVERNO CLANDESTINO "Para o leitor brasileiro, é de particular interesse conhecer o modus
operandi desse senhor (G. Soros) que se pretende senhor do mundo, pois que seus
tentáculos institucionais já nos abraçam, pautando fortemente a nossa
imprensa e, à margem de nosso sistema representativo, via recrutamento
de ativistas e formadores de opinião engajados, impondo pautas de
esquerda alheias aos valores e interesses da população, tais como
legalização do aborto e das drogas, desmilitarização da polícia, o
racialismo e o feminismo radical."
https://conspiratio3.blogspot.com/2019/05/livro-sobre-george-soros-do-partido-das.html
*
NÃO FORAM REVOLUÇÕES, MAS, SIM, GOLPES COMUNISTAS https://conspiratio3.blogspot.com/2019/07/nao-foram-revolucoes-mas-sim-golpes.html * GRAMSCI DESCOBRIU A "REVOLUÇÃO CULTURAL"
Gramsci descobriu a “revolução
cultural”, que reformaria o “senso comum” da humanidade,
levando-a a enxergar no martírio dos santos católicos uma
sórdida manobra publicitária capitalista, e faria dos intelectuais,
em vez dos proletários, a classe revolucionária eleita.
Já os homens de Frankfurt, especialmente Horkheimer, Adorno e Marcuse,
tiveram a idéia de misturar Freud e Marx, concluindo que a cultura
ocidental era uma doença, que todo mundo educado nela sofria de
“personalidade autoritária”, que a população
ocidental deveria ser reduzida à condição de paciente
de hospício e submetida a uma “psicoterapia coletiva”.
Estava portanto inaugurada, depois do marxismo clássico, do marxismo
soviético e do marxismo revisionista de Eduard Bernstein (o primeiro
tucano), a quarta modalidade de marxismo: o marxismo cultural. Como não
falava em revolução proletária nem pregava abertamente
nenhuma truculência, a nova escola foi bem aceita nos meios encarregados
de defender a cultura ocidental que ela professava destruir.
Expulsos da Alemanha pela concorrência desleal do nazismo, os frankfurtianos
encontraram nos EUA a atmosfera de liberdade ideal para a destruição
da sociedade que os acolhera. Empenharam-se então em demonstrar
que a democracia para a qual fugiram era igualzinha ao fascismo que os
pusera em fuga. Denominaram sua filosofia de “teoria crítica”
porque se abstinha de propor qualquer remédio para os males do
mundo e buscava apenas destruir: destruir a cultura, destruir a confiança
entre as pessoas e os grupos, destruir a fé religiosa, destruir
a linguagem, destruir a capacidade lógica, espalhar por toda parte
uma atmosfera de suspeita, confusão e ódio. Uma vez atingido
esse objetivo, alegavam que a suspeita, a confusão e o ódio
eram a prova da maldade do capitalismo.
Da França, a escola recebeu a ajuda inestimável do método
“desconstrucionista”, um charlatanismo acadêmico que permite
impugnar todos os produtos da inteligência humana como truques maldosos
com que os machos brancos oprimem mulheres, negros, gays e tutti quanti,
incluindo animais domésticos e plantas.
A contribuição local americana foi a invenção
da ditadura lingüística do “politicamente correto”.
Em poucas décadas, o marxismo cultural tornou-se a influência
predominante nas universidades, na mídia, no show business e nos
meios editoriais do Ocidente. Seus dogmas macabros, vindo sem o rótulo
de “marxismo”, são imbecilmente aceitos como valores
culturais supra-ideológicos pelas classes empresariais e eclesiásticas
cuja destruição é o seu único e incontornável
objetivo. Dificilmente se encontrará hoje um romance, um filme,
uma peça de teatro, um livro didático onde as crenças
do marxismo cultural, no mais das vezes não reconhecidas como tais,
não estejam presentes com toda a virulência do seu conteúdo
calunioso e perverso.
Tão vasta foi a propagação dessa influência,
que por toda parte a idéia antiga de tolerância já
se converteu na “tolerância libertadora” proposta por
Marcuse: “Toda a tolerância para com a esquerda, nenhuma para
com a direita”. Aí aqueles que vetam e boicotam a difusão
de idéias que os desagradam não sentem estar praticando
censura: acham-se primores de tolerância democrática.
Por meio do marxismo cultural, toda a cultura transformou-se numa máquina
de guerra contra si mesma, não sobrando espaço para mais
nada. http://www.olavodecarvalho.org/semana/06082002globo.htm
***
"As forças que visam à criação do governo mundial são as mesmas que
tentam diluir a soberania dos EUA numa “North American Commonwealth”,
fundindo os EUA, o México e o Canadá. São as mesmas que interferem na
Amazônia, violando a nossa soberania territorial. São as mesmas que
subsidiam e apóiam a esquerda do Terceiro Mundo, o politicamente
correto e a destruição da civilização judaico-cristã. São as mesmas
que, dominando a grande mídia de Nova York e Washington (mas ainda em
desvantagem no rádio e na internet), se esforçam para deter a ação
militar americana contra o terrorismo internacional." http://www.olavodecarvalho.org/semana/070222jb.html
Data dos anos 60 o início da conquista das universidades da Europa,
dos EUA e da América Latina pela “nova esquerda”
inspirada na Escola de Frankfurt e naquilo que seus críticos
viriam a rotular, sem muita precisão, de “marxismo cultural”.
Decorridas quatro décadas, a ideologia do “politicamente
correto”, do feminismo, do gayzismo, do abortismo, do racialismo
e do ódio anti-ocidental e anticristão dominava, e domina
até hoje, a política, a mídia e o mercado editorial
em toda essa área – um terço da superfície
terrestre. http://www.olavodecarvalho.org/semana/120206dc.html
OLAVO DE CARVALHO 10 de julho de 2015 ·
Quando eu disse que o gayzismo se transformaria em instrumento de
perseguição anticristã, responderam que eu era louco. Quando disse que o
passo seguinte seria a descriminalização da pedofilia, mais louco
ainda. Se o pessoal simplesmente lesse os debates entre os guias
iluminados do movimento revolucionário, saberia que estão na fila de
espera, para ser legitimados como condutas normais e inatacáveis, o
incesto, a necrofilia e o canibalismo. ERNESTO ARAÚJO SOBRE GLOBALISMO O POLITICAMENTE CORRETO DESAGREGA A SOCIEDADE E TRANSFERE PODER AO ESTADO "Eu acho que o mais grave do globalismo é na mente, no pensamento. O globalismo é perigoso porque ele é sobretudo um sistema de pensamento, ou de anti-pensamento. Eu vejo globalismo muito como um processo pelo qual, a ideologia marxista, a partir do começo dos anos 1990, e sobretudo a partir dos anos 2000, penetra na globalização econômica e faz dela o veículo da sua propagação. Então, justamente através da globalização começa a entrar com a sua agenda em temas como ideologia de gênero, o ambientalismo distorcido e outros, e começa sobretudo a controlar o discurso, a controlar o discurso, a dizer o que vc pode dizer e o que vc não pode dizer. E cada vez vc o que vc pode dizer é menos, ocupa um menor espaço.Então, eu vejo mais o globalismo assim, aquela ideia que... o marxismo descobriu que não precisa mais controlar os meios de produção econômica, quando ele pode controlar os meios de produção de ideias, que é o que vinha acontecendo.E é através desse controle das ideias que essa corrente começa a capturar instituições, e começa a partir dessas instituições, tentar agir para diminuir justamente as identidades nacionais e as identidades pessoais também. Porque, no fundo é isso, parte do problema só é a diminuição das identidades nacionais, o fundamental é a diminuição das identidades do indivíduo, do ser humano, o achatamento do ser humano, que a meu ver é o projeto marxista." https://conspiratio3.blogspot.com/2019/05/ernesto-araujo-promove-seminario-no.html
*
Todos os poderes comunoglobalistas estão obcecados com o
bem-estar de minorias, mas não se interessam nem mesmo pela
sobrevivência da maioria. Defendem direitos com unhas e dentes, mas o
resultado é a destruição do
próprio Estado de Direito. Defendem direitos menores e inventados para
conflitar e justificar a destruição de direitos maiores, reais e
fundamentais. Querem paz e harmonia e criam a guerra, libertam criminosos,
desarmam as vítimas, segmentam a sociedade, inventam classes
privilegiadas e raças antagônicas, afrontam costumes e valores
milenares com outros tirados do nada.
Têm os meios de comunicação de massa e de cultura nas mãos, mas a
verdade desapareceu de circulação e, quando é dita, é sempre distorcida
em favor deles. Têm recursos mais que suficientes para esclarecer e desmascarar qualquer
fake news, calúnia, injúria, cyberbullying, mas preferem CENSURAR e roubar o único poder que o povo tem para vigiar e defender a
democracia: a liberdade de expressão, um direito natural e vital. Porque
não podem competir com a impactante verdade dos fatos compartilhada
massivamente.
A censura ameaça a democracia. Os danos
causados pela censura são muito maiores do que os danos feitos por
injúria, cyberbullying,
fake news, etc. Mais: os danos feitos por mentiras são CAUSADOS pela
censura,
pela falta de informações. A dita interferência espúria durante a
campanha eleitoral, além das constantes fake news da imprensa, FOI
CENSURA, censura do Google, Youtube, Facebook, TSE, e outras. Isso pode
ser comprovado até matematicamente se a direita se mexer.
A ignorância e a credulidade podem impulsionar a mentira na Internet
apenas por um certo tempo. E se a esquerda não tivesse forjado estas
condições, se a verdade fosse ainda o critério usual, nem isto
aconteceria, pois o povo sai NATURALMENTE em busca da apuração dos fatos
e do confronto de informações. É o que ele tem feito na Internet, e é só a
Internet que possibilita esta triagem dos fatos.
O direito de livre expressão, o direito de legítima defesa, o direito de
punir criminosos, enfim, a reação natural ao mal está sendo inibida de
todas as formas. O que mais podemos pensar senão que o crime tomou o
Estado e está fazendo as regras?
Quando absurdos podem ser proclamados publicamente, quando os questionamentos e os desmentidos não fazem obstáculo à mentira
e ela floresce desimpedida, é porque já há censura e controle do fluxo
de informações. Mentira hegemônica e censura são bombardeadas de cima
para baixo.
O resultado disso é a TRAGÉDIA, ou seja, socialismo.
Se não desmascararmos essa tramóia, ela vai nos exterminar.
CPI DAS FAKE NEWS -
Bem, quem não é favorável à
liberdade de expressão também não é favorável à democracia que só é
viável se houver fiscalização do povo. Fiscalização que só pode ser
realizada atravéz da comunicação intensa das redes e da liberdade de
informar e ser informado, de alertar e ser alertado.
E quem
vai determinar o que é mentira? E, se vão criminalizar as mentiras, os
boatos, hipóteses, suspeitas, opiniões, devem também criminalizar a
ocultação da verdade feita pela grande mídia, autoridades e pelo próprio
Google. Este é o problema: se não há verdades circulando, não há
anticorpos para confrontar o mal. Só há mentiras demais quando há
verdades de menos. Simples assim.
O Google faz uma triagem política pró esquerda. Quem vai compensar os danos causados por isso?
Deem uma olhada no artigo do Epoch Times:
Google, Facebook e Twitter deixam de ser plataformas de liberdade de
expressão e passam a adotar censura de acordo com documento do Google
O documento diz que as empresas atenderam os pedidos de usuários, governos e anunciantes que exigem maior censura https://www.epochtimes.com.br/google-facebook-e-twitter-deixam-de-ser-plataformas-de-liberdade-de-expressao-e-passam-a-adotar-censura-de-acordo-com-documento-do-google/ *** AGENDA LGBT NO STF E SENADO - CRÍTICA NACIONAL https://criticanacional.com.br/2019/05/31/a-acao-da-agenda-lgbt-no-stf-no-senado-federal-2/ Agenda LGBT no STF & no Senado Federal
31/05/2019
por dra. sandelane moura Há muito que os partidos de
esquerda vêm tentando implantar uma agenda LGBT, nesta incluída a
ideologia de gênero em seus diversos enfoques, inclusive o ensino da
ideologia de gênero para crianças e a criminalização por via da
“homofobia” para quem se opuser a estas práticas. Citados partidos tem
se utilizado de diversos meios e instrumentos para alcançar este
objetivo. No cenário atual encontramos alguns instrumentos de ordem
legislativa e judicial, tratando da mesma matéria, a saber:
Sugestão Legislativa No. 5/2016
Tramita no Senado Federal a SUG (Sugestão Legislativa) de No. 5/2016 que
nasceu de uma ideia legislativa de No. 48.820 do Programa E-Cidadania
Sugestão, apresentada pelo cidadão Gustavo Don, que circulou nas redes
sociais com o tema a criminalização da discriminação por orientação
sexual e identidade de gênero, equiparando ao crime de Racismo e
conseguiu mais de 20.000 mil assinaturas em 4 meses no período de 2 de
março a 7 de abril (na verdade alcançou 137.370).
O número mínimo exigido nos termos do art. 6º, parágrafo único, da
Resolução nº 19 de 2015 e do art. 102-E do Regimento Interno do Senado,
foi alcançado, razão por que foi formalizada como Sugestão Legislativa
SUG 5/2016. Consta no site do Senado Federal que a matéria está em
trâmite.
Em 07.04.2016 a Ideia Legislativa foi encaminhada via MEMO 010/2016
da SECOM do Senado para o Senador Paulo Paim na condição de Presidente
da CDHL do Senado. Em 24.04.2019 a SUG foi redistribuída para o Senador
Paulo Rocha para emitir relatório. Somente se aprovada pela CDHL do
Senado é que se converte em Projeto de Lei do Senado cujo objeto será
Alterar a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989 que trata dos crimes
resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia,
religião ou procedência nacional para incluir nesse rol punição para
crimes decorrentes da homofobia equiparando ao crime de Racismo. (1)
Projeto de Lei 672/2019 do Senado Federal
Tramita no Senado Federal o Projeto de Lei 672/2019 que iniciou seu
trâmite com leitura em Plenário do Senado em 02.2019 de autoria do
Senador Weverton (PDT/MA) visando alterar a Lei 7.716, de 5 de janeiro
de 1989, para incluir na referida legislação os crimes de discriminação
ou preconceito de orientação sexual e/ou identidade de gênero.
Em 03.04.2019 o projeto foi distribuído para o relator Senador
Alessandro Vieira para emitir parecer. Em 11.04.2019 o Relator
apresentou o relatório favorável. Em 22.05.2019 foi aprovado pela CCJ
com o substitutivo do Senador relator. O PL aguarda votação em turno
suplementar, e será antes debatido na CDHL do Senado. (2)
ADO 26 no STF
Tramita no Supremo Tribunal Federal a ADO, Ação Direta de
Inconstitucionalidade por Omissão ajuizada no STF em 12.2013 pelo
Partido Popular Socialista (PPS) na qual pede que o STF declare a
omissão do Congresso Nacional por não ter votado projeto de lei que
criminaliza atos de homofobia, a famosa Mora Legislativa. O relator é o
ministro Celso de Mello.
Segundo o PPS, a ação foi proposta a fim de que seja imposto ao Poder
Legislativo o dever de elaborar legislação criminal que puna a
homofobia e a transfobia, espécies de racismo: “racismo é toda ideologia
que pregue a superioridade/inferioridade de um grupo relativamente a
outro e a homofobia e a transfobia – espécies de racismo – implicam
necessariamente na inferiorização da população LGBT relativamente a
pessoas heterossexuais cisgêneras, aquelas que se identificam com o
próprio gênero”, afirma o partido.
A criminalização específica, conforme o partido, decorre da ordem
constitucional de legislar relativa ao racismo – crime previsto no
artigo 5º (inciso XLII) da Constituição Federal – ou, subsidiariamente,
às discriminações atentatórias a direitos e liberdades fundamentais
(artigo 5º, inciso XLI) ou, ainda, também subsidiariamente, ao princípio
da proporcionalidade na acepção de proibição de proteção deficiente
(artigo 5º, inciso LIV).
Os argumentos do PPS
De acordo com o PPS, o Congresso Nacional tem se recusado a votar o
projeto de lei que visa efetivar tal criminalização: “o legislador não
aprova, mas também não rejeita, deixando este e todos os outros temas
relativos à população LGBT em um verdadeiro limbo deliberativo”,
ressalta. Na ação, o partido pede a criminalização específica de todas
as formas de homofobia e transfobia, especialmente as ofensas
individuais e coletivas, os homicídios, as agressões e as discriminações
motivadas pela orientação sexual e/ou identidade de gênero – real ou
suposta – da vítima.
“Todas as formas de homofobia e transfobia devem ser punidas com o
mesmo rigor aplicado atualmente pela Lei de Racismo, sob pena de
hierarquização de opressões decorrente da punição mais severa de
determinada opressão relativamente a outra”, sustenta.
A ADO foi proposta contra o Congresso Nacional e o Presidente do
Senado Federal. Tem como Amicus Curae habilitados as seguintes ONGs e
instituições: CURIAE. GRUPO GAY DA BAHIA – GGB CURIAE. ASSOCIAÇÃO DE LÉSBICAS, GAYS, BISSEXUAIS, TRAVESTIS E TRANSEXUAIS – ABGLT CURIAE. GRUPO DE ADVOGADOS PELA DIVERSIDADE SEXUAL – GADVS CURIAE. ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JURISTAS EVANGÉLICOS – ANAJURE CURIAE. FRENTE PARLAMENTAR “MISTA” DA FAMÍLIA E APOIO À VIDA CURIAE. GRUPO DIGNIDADE – PELA CIDADANIA DE GAYS, LÉSBICAS E TRANSGÊNEROS CURIAE. CONVENÇÃO BRASILEIRA DAS IGREJAS EVANGÉLICAS IRMÃOS MENONITAS – COBIM CURIAE. PARTIDO SOCIALISTA DOS TRABALHADORES UNIFICADO – PSTU CURIAE. CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA CURIAE. ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE TRAVESTIS E TRANSSEXUAIS – ANTRA CURIAE. DEFENSORIA PUBLICA DO DISTRITO FEDERAL
Os mecanismos de ação judicial e legislativa da agenda diversitária
Infere-se dos 3 instrumentos que 2 são de competência do Poder
Legislativo Federal, e ambos tratam da mesma matéria e estão em
andamento no Senado Federal. Já o 3º é de competência originário do STF
(Poder Judiciário). A ADO também trata da mesma matéria dos outros 2
instrumentos. Ocorre que o PPS fundamentou seu pedido nos termos do art.
5º, inc. XLII, da CF/88 que diz que “a prática do racismo constitui
crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos
termos da lei”.
Portanto o que quer o PPS é criar o crime de homofobia como se fosse
racismo ou, subsidiariamente, às discriminações atentatórias a direitos e
liberdades fundamentais (artigo 5º, inciso XLI) ou, ainda, também
subsidiariamente, ao princípio da proporcionalidade na acepção de
proibição de proteção deficiente (artigo 5º, inciso LIV).
Assim apresentado, o PPS se aventura em alguma conquista pois, se não
for possível o racismo então que defira o dever de legislar sobre às
discriminações atentatórias a direitos e liberdades fundamentais (artigo
5º, inciso XLI) ou, ainda, também subsidiariamente, ao princípio da
proporcionalidade na acepção de proibição de proteção deficiente (artigo
5º, inciso LIV).
O que diz a jurisprudência e o nosso ordenamento jurídico
Na verdade, já existe no ordenamento jurídico brasileiro legislação que
trata do racismo que é a Lei 7.716, de 5 de janeiro de 1989. Portanto,
em tese, o Congresso Nacional não está em mora legislativa. Por outro
lado, a ADO do PPS coloca os LGBTS como uma raça, logo, independente e
diferente para, justamente alcançar seu intento de criminalizar condutas
discordantes do movimento LGBT, através do seguinte entendimento do
STF:
STF, HC n.º 82.42-2/RS, DJ de 19/03/2004. Cf., v.g., voto do Ministro
Maurício Correa, p. 2.24:
“A questão, como visto, gira em torno da exegese do termo racismo
inscrito na Constituição como sendo crime inafiançável e imprescritível.
Creio que não se lhe pode emprestar isoladamente o significado usual de
raça como expressão simplesmente biológica.
Deve-se, na verdade, entendê-lo em harmonia com os demais preceitos
com ele inter-relacionados, para daí mensurar o alcance de sua correta
aplicação constitucional, sobretudo levando-se em conta a pluralidade de
conceituações do termo, entendido não só à luz de seu sentido meramente
vernacular, mas também do que resulta de sua valoração antropológica e
de seus aspectos sociológicos”
(STF, HC n.º 82.424- 2/RS, voto do Ministro Maurício Correa, p. 3).
Veja que o STF possui precedente jurisprudencial para desvincular o
conceito de racismo do conceito biológico, e é essa orientação
jurisprudencial que vem prevalecendo nos votos favoráveis para
reconhecer os LGBTs como raça e, portanto, sujeitos passivos de racismo,
reiterando que a lei de racismo já existe, logo o Congresso Nacional
não está em mora, não cabendo, portanto, a ADO.
Não restam dúvidas que o STF está criando raças através da
jurisprudência, está desfazendo conceitos científicos e biológicos e
aplicando conceitos sociológicos o que é típico do ativismo de esquerda.
Os membros das suprema corte estão seguindo o mesmo raciocínio
utilizado para definir a ideologia de gênero como sendo: a ideologia de
gênero não passa de um mero conceito doutrinário filosófico de alguém
que a imaginou e quer experimentar e convencer o mundo no sentido de que
ninguém nasce homem ou mulher e que cada um é quem vai construir sua
própria identidade sexual, ou seja, construir seu sexo, contrariando a
ciência biológica.
Nesse sentido, O STF virou fábrica de raças, tirou este poder da
natureza e eliminou a biologia como ciência única e autônoma sobre o
tema, comportando-se como recomendado pela Teoria Queer.
Temos ainda que para o exercício de garantias e direitos individuais
que na verdade já estão garantidos para todos os brasileiros
(independente de raça) no rol do Art.5º da CF/88, existe a ação de
Mandado de Injunção que é concedido quando, pela falta de norma
regulamentadora, torne inviável o exercício dos direitos e liberdades
constitucionais e prerrogativas inerentes à nacionalidade, soberania e
cidadania que seria o instrumento jurídico, salvo engano, adequado e não
a ADO.
Assim sendo pergunta-se: para que obrigar o Congresso Nacional a
legislar sobre racismo se já existe norma sobre a matéria, e se a
ciência não comprovou que membros da comunidade LGBT não constituem uma
raça? Afinal existem gays em todas as raças.
Referências: (1) https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/125495 (2) https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=135191&voto=contra.
Com a colaboração de Debora Portugal. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews *
Assiste
razão ao Presidente Bolsonaro, quando assevera que o STF não pode criar
o crime de homofobia. No caso, a situação se revela mais grave do que a
de simplesmente legislar. Trata-se de criar um crime, em desrespeito ao
princípio da legalidade.
Quando, em outras áreas, o STF legisla, a
situação não se mostra tão preocupante. Mas criar crime, com todo
respeito, é incompatível com os princípios norteadores do próprio
Direito Penal.
Quanto aos homicídios e atos de violência praticados contra homossexuais e transexuais, ora, já são crimes! O que se está criminalizando, afinal?
Percebem o problema? O Direito Penal deve ser claro e taxativo. O
cidadão deve ler a norma e saber o que está proibido. Depois de horas de
discussões, saberemos quais comportamentos serão considerados homofobia
e, ao que tudo indica, criminalizados? Precisamos saber! Notem que minha objeção não tem nada de ideológica. O problema é técnico-jurídico!
Por exemplo, eu não vejo nenhum problema na união entre pessoas do
mesmo sexo (acho até estranho dizer isso, pois o assunto só interessa
aos envolvidos). Também não vejo problemas com a adoção por casais
homossexuais. É minha opinião! Mas conheço várias pessoas, que
pensam diferente, pelas mais diversas razões. Se escreverem ou disserem o
que pensam, poderão ser punidas criminalmente por isso? A pergunta é
importante! Não adianta dizer que o julgamento não se refere a esse tipo
de situação. Não está claro! Ademais, já ouvi muita gente
caracterizar esse tipo de opinião como homofobia. Ora, se estão
criminalizando a homofobia, essas pessoas serão tratadas como
criminosas. Isso não é justo, mormente quando o crime é criado por
decisão judicial. Não é possível ter um crime sem uma lei que o
defina. Mais, se o Supremo insistir nesse caminho, faz-se necessário,
pelo menos, ao final, procurar construir um texto proibitivo claro e
objetivo, sob pena de termos uma decisão do Supremo Tribunal Federal
inconstitucional. Mesmo com leis, já há uma infinidade de inquéritos
e ações penais, que jamais deveriam ser iniciados. Imaginem o que será o
caos, diante de um crime genérico (não definido) de homofobia?
Haverá uma analogia a partir da lei de racismo? Haverá uma analogia a
partir da já existente injúria racial? São perguntas básicas, que todos
os operadores do Direito precisam que sejam respondidas. Cada um vai
interpretar o que entende por homofobia? Quem se dispuser a ler o
que estou escrevendo, notará que nada tem a ver com esquerda/direita;
ateísmo/religiao/laicidade. Estou falando de Direto Penal. Nada além
disso. Precisamos saber o que é proibido, até para poder cumprir a norma
que se pretende criar por decisão judicial. *
O QUE HOJE PARECE FAVORECER MINORIAS, AMANHÃ SERVIRÁ PARA PERSEGUIR AS MAIORIAS. Essa é a trajetória do politicamente correto. A corja por trás disso não está minimamente interessada na saúde do
povo, no bem-estar dos animais, no respeito a direitos de pobres,
negros, mulheres, gays, em NADA que não lhe aumente o poder e o controle
sobre a sociedade. Não há debates reais, não há estudos honestos, tudo é
feito com motivações políticas espúrias encobertas por um manto surreal
de normalidade e Estado de Direito. Todo o politicamente correto
trabalha com essa técnica, atraem apoio de minorias com uma "causa
justa", provocam pressão sobre a maioria que acaba engolindo a isca e
por fim fazem leis para quebrar as leis REAIS e perseguir a maioria
tonta que recebe os golpes e não sabe nem de onde vêm.
Gramsci descobriu a “revolução
cultural”, que reformaria o “senso comum” da humanidade,
levando-a a enxergar no martírio dos santos católicos uma
sórdida manobra publicitária capitalista, e faria dos intelectuais,
em vez dos proletários, a classe revolucionária eleita.
Já os homens de Frankfurt, especialmente Horkheimer, Adorno e Marcuse,
tiveram a idéia de misturar Freud e Marx, concluindo que a cultura
ocidental era uma doença, que todo mundo educado nela sofria de
“personalidade autoritária”, que a população
ocidental deveria ser reduzida à condição de paciente
de hospício e submetida a uma “psicoterapia coletiva”.
Estava portanto inaugurada, depois do marxismo clássico, do marxismo
soviético e do marxismo revisionista de Eduard Bernstein (o primeiro
tucano), a quarta modalidade de marxismo: o marxismo cultural. Como não
falava em revolução proletária nem pregava abertamente
nenhuma truculência, a nova escola foi bem aceita nos meios encarregados
de defender a cultura ocidental que ela professava destruir.
Expulsos da Alemanha pela concorrência desleal do nazismo, os frankfurtianos
encontraram nos EUA a atmosfera de liberdade ideal para a destruição
da sociedade que os acolhera. Empenharam-se então em demonstrar
que a democracia para a qual fugiram era igualzinha ao fascismo que os
pusera em fuga. Denominaram sua filosofia de “teoria crítica”
porque se abstinha de propor qualquer remédio para os males do
mundo e buscava apenas destruir: destruir a cultura, destruir a confiança
entre as pessoas e os grupos, destruir a fé religiosa, destruir
a linguagem, destruir a capacidade lógica, espalhar por toda parte
uma atmosfera de suspeita, confusão e ódio. Uma vez atingido
esse objetivo, alegavam que a suspeita, a confusão e o ódio
eram a prova da maldade do capitalismo.
Da França, a escola recebeu a ajuda inestimável do método
“desconstrucionista”, um charlatanismo acadêmico que permite
impugnar todos os produtos da inteligência humana como truques maldosos
com que os machos brancos oprimem mulheres, negros, gays e tutti quanti,
incluindo animais domésticos e plantas.
A contribuição local americana foi a invenção
da ditadura lingüística do “politicamente correto”.
Em poucas décadas, o marxismo cultural tornou-se a influência
predominante nas universidades, na mídia, no show business e nos
meios editoriais do Ocidente. Seus dogmas macabros, vindo sem o rótulo
de “marxismo”, são imbecilmente aceitos como valores
culturais supra-ideológicos pelas classes empresariais e eclesiásticas
cuja destruição é o seu único e incontornável
objetivo. Dificilmente se encontrará hoje um romance, um filme,
uma peça de teatro, um livro didático onde as crenças
do marxismo cultural, no mais das vezes não reconhecidas como tais,
não estejam presentes com toda a virulência do seu conteúdo
calunioso e perverso.
Tão vasta foi a propagação dessa influência,
que por toda parte a idéia antiga de tolerância já
se converteu na “tolerância libertadora” proposta por
Marcuse: “Toda a tolerância para com a esquerda, nenhuma para
com a direita”. Aí aqueles que vetam e boicotam a difusão
de idéias que os desagradam não sentem estar praticando
censura: acham-se primores de tolerância democrática.
Por meio do marxismo cultural, toda a cultura transformou-se numa máquina
de guerra contra si mesma, não sobrando espaço para mais
nada. http://www.olavodecarvalho.org/semana/06082002globo.htm
DIREITO NATURAL - Leandro Ruschel · Imagine que um ditador resolva baixar uma lei, obrigando todos os cidadãos a andarem de joelhos. Ou que um Parlamento resolva aprovar tal lei. E que a Suprema Corte do país em questão determine a validade dessa lei. Essa lei deveria ser cumprida? Seria ela justa? Seria ilegal não cumpri-la? Parabéns, você acabou de entender o conceito de lei natural. Todo homem tem o direito de andar de pé. Privá-lo desse direito seria ilógico e ofenderia a sua dignidade. Qualquer ser humano, de qualquer tempo, cultura ou educação entenderia isso automaticamente, sem precisar consultar uma Constituição ou Código Penal. Me referi a tal conceito num artigo anterior e para o meu espanto muita gente não tem a menor ideia do seu significado. https://www.facebook.com/lruschel/posts/10207091420558492
* A receita para censurar usando o “discurso de ódio” como desculpa "Melissa Chen é uma cientista de Singapura que faz pesquisas com genoma humano. Não é famosa. Está sendo citada aqui apenas por que, no Twitter, conseguiu sintetizar a lógica que vem tolhendo a liberdade de expressão no mundo – sempre com a desculpa de que é encampada uma luta contra um suposto “discurso de ódio”. A receita, de acordo com Chen, possui apenas três etapas: Diga que apoia a liberdade de expressão desde que não haja “discurso de ódio”; Defina tudo o que se opõe ao que você diz como “discurso de ódio”; Previna-se da dissonância cognitiva; Dissonância cognitiva é o que ocorre quando há incoerência entre o que se defende ser certo e o que se faz." https://blog.implicante.org/receita-para-censurar-usando-o-discurso-de-odio-como-desculpa/
O segredo último dos frankfurtianos:
"Eles nunca têm de ficar na defensiva, porque, nada propondo, não têm
nada a defender. So atacam, atacam e atacam." (Michael Walsh)