Gente, tá na hora de desmascarar o politicamente correto e a
técnica dos pretextos, de uma
vez por todas. Sejam armas, seja o corona, fake news, minorias, meio
ambiente, os pretextos
sempre contém uma distorção, transgridem as leis da inteligência, da
lógica, da objetividade, de proporção, de causa e efeito, de
prioridades, etc. É uma bofetada na cara, um golpe na cabeça, vc pode
sentir. Mas ninguém
diz nada? Prefere sofrer passivamente a deformação da consciência?
Quando
ninguém faz nada, a coisa progride, e mais tarde vai impedir realmente
que possa fazer alguma coisa. Não é como um terremoto que passa se você
se
esconder em baixo da cama. Não. Os agentes do mal estão determinados e a
vida deles depende disso. O poder que eles ambicionam é poder sobre
você. A vida deles depende de ferrar a tua. Psicopatas não sabem viver a
própria vida, mas sabem impedir que os outros vivam as suas.
Gente, tá na hora de desmascarar o politicamente correto e a
técnica dos pretextos, de uma
vez por todas. Sejam armas, seja o corona, fake news, minorias, meio
ambiente, os pretextos
sempre contém uma distorção, transgridem as leis da inteligência, da
lógica, da objetividade, de proporção, de causa e efeito, de
prioridades, etc. É uma bofetada na cara, um golpe na cabeça, vc pode
sentir. Mas ninguém
diz nada? Prefere sofrer passivamente a deformação da consciência?
Quando
ninguém faz nada, a coisa progride, e mais tarde vai impedir realmente
que se possa fazer alguma coisa. Não é como um terremoto que passa se você
se
esconder em baixo da cama. Não. Os agentes do mal estão determinados e a
vida deles depende disso. O poder que eles ambicionam é poder sobre
você. A vida deles depende de ferrar a tua. Psicopatas não sabem viver a
própria vida, mas sabem impedir que os outros vivam as suas.
NÃO HÁ LEI RACIAL BOA - 28/12/2012
(...) é anacrônico e imoral que a política de cotas de inserção social inclua critérios raciais.
Eu gostaria de saber como vamos
explicar a estudantes com condições econômicas semelhantes de uma mesma
escola pública que a cor da pele será usada como critério para dar
vantagem a uns em detrimento de outros. Não se corrigem erros do passado
com novos erros no presente.
E mesmo que esses critérios raciais
não levassem a novas distorções, fico com o meu colega Jorge
Castiñeiras, da Universidade Federal do Pará: não há lei racial boa,
mesmo que a intenção inicial não seja má, pois incute na cabeça das
pessoas a ideia de que a cor da pele, o tamanho do nariz ou a forma dos
olhos têm alguma importância. A história está repleta de exemplos de
como isso pode ser distorcido para o mal dependendo das circunstâncias.
Eu realmente acredito no ideal de
que todos devem ser iguais perante a lei, sem distinção de qualquer
natureza; eu realmente acredito que critérios raciais nunca deveriam ter
sido usados no passado, mas dado ser o passado fato consumado, só se
pode ansiar que isso nunca se repita no futuro.
Se critérios raciais forem
endossados pela universidade, estaremos diante de uma vergonha moral e
de uma derrota institucional para interesses que de nobre e justo nada
têm.
*GEORGE MATSAS, 48, doutor em física
e livre-docente em matemática, é professor titular do Instituto de
Física Teórica da Unesp (Universidade Estadual Paulista)
* Se o GOVERNO PAGA A IMPRENSA, ELA NÃO CUMPRE SEU PAPEL, TORNA-SE SUBSERVIENTE, GOVERNAMENTAL COMO O PRAVDA. A menos que seja anunciada e comercializada como obra de ficção, a imprensa não deveria se aliar àqueles a quem tem de vigiar, criticar, acusar. Mas o que Lula fez para "beneficiar a democracia"e "ajudar o jornalismo"? Comprou o controle das informações com dinheiro do BNDES, CARF, propaganda, etc. (artigo abaixo). Pior ainda, todos sabem que o Pravda é a voz oficial da Rússia comunista, mas a imprensa brasileira consegue manipular a opinião pública parasitando sua boa reputação de imprensa livre, enganando o público! Quem tem de pagar a imprensa é o consumidor de notícias VERDADEIRAS. Ponto. É só assim que ela tentará satisfazer esta exigência legítima e democrática. A democracia precisa da verdade! É o socialismo que precisa do controle da informação.
Eu espero que o aumento de verdades circulantes desfaça as armadilhas montadas contra a sociedade, como esta de que dinheiro público pode fazer algum bem ao jornalismo. Isso é um PERIGO disfarçado, como são as ameaças esquerdistas sempre camufladas de benefício.
* A
estratégia dos comunistas com relação à mídia no Brasil consiste de
duas operações sucessivas; parasitá-la e depois matá-la. Enquanto se
sentiam fracos, trataram de infiltrar-se em todas as redações,
dominá-las por dentro pouco a pouco, promover-se e premiar-se uns aos
outros e usar os jornais e canais de TV, de maneira discreta e informal,
como instrumentos para a conquista da hegemonia cultural.
Tão logo tiveram nas suas mãos o controle do Estado, passaram à segunda
etapa: jogar fora o corpo parasitado e exausto, eliminar as empresas de
que se serviram e transferir ao Partido (diretamente ou por meio de
ONGs) o controle direto dos meios de comunicação. O processo
desenrola-se diante de nós com uma clareza deslumbrante, e ainda há
gente na “direita” que se entusiasma com as passeatas anti-Globo. Os comunistas DOMINAM a grande mídia por dentro e a ACHINCALHAM por fora. A fórmula é infalível. Olavo de Carvalho https://medium.com/olavo-de-carvalho/o-essencial-e-quebrar-o-esquema-de-poder-98763fd0a63a *** OLAVO DE CARVALHO - A mídia foi o primeiro terreno onde o comunopetismo firmou sua hegemonia
e de onde partiu, com base firme, para a conquista do restante. É
inútil reclamar, é inútil apelar à consciência profissional da classe
jornalística, que já não tem nenhuma e enxerga a manipulação do
noticiário como um dever e um mérito. A mídia foi e é o CENTRO
IRRADIANTE da hegemonia comunopetista e não apenas um suporte externo,
como em geral as pessoas imaginam. Ela é o primeiro obstáculo que teria
de ser derrubado ANTES de um ataque ao poder federal. https://olavodecarvalhofb.wordpress.com/2015/11/07/novo-artigo-hangout-e-sucursal-indiana/ MÍDIA DE RABO PRESO - LULA COMPROU A IMPRENSA - O INÍCIO
Ipojuca Pontes publicou em 2004 este flagra do Lula comprando a mídia com empréstimos do BNDES, a pretexto de fortalecer a imprensa democrática. Ocorre no Congresso Nacional um jogo de pressão e contrapressão da maior importância. Trata-se da abertura da farta linha de crédito específica para o setor de comunicação (leia-se jornais da grande imprensa do eixo Rio-São Paulo e algumas emissoras de TV), na ordem de R$10 bilhões, com recursos provenientes do BNDES. Segundo o noticiário, o grosso dos recursos do financiamento seria destinado à restauração de dívidas das empresas e/ou aos investimentos em tecnologia e produção.
O presidente do BNDES, Carlos Lessa, economista brasileiro ligado à "Musa do Cruzado", a portuguesa Maria da Conceição Tavares, figura no mínimo abusada, deixa transparecer abertamente que é a favor da transação, mas diante da crise de credibilidade que acomete muito justamente o governo Lula, procura demonstrar isenção: "Nós já levamos a nossa posição e creio que isto será objeto de uma discussão bastante ampla na sociedade. Será um debate em que o Congresso Nacional, os partidos políticos, os colunistas e os formadores de opinião darão suas impressões sobre o tema."
Mas ele próprio, Lessa, na ânsia de encaminhar o negócio, compareceu a um encontro com deputados do Nordeste na Câmara dos Deputados, em Brasília, para vender o colossal peixe: "Tanto para a democracia, quanto para a civilização, uma sociedade nacional tem que ter uma indústria de comunicação forte. Se a indústria de comunicação estiver abalada, como aparentemente está, cabe fortalecê-la. Mas o setor tem que ser fortalecido de uma maneira equilibrada, equânime e é preciso garantir que não tenhamos qualquer interferência na construção da controvérsia e dos conteúdos."
É aí que a porca torce o rabo e o trololó de Lessa esboroa numa nuvem de poeira tóxica. Em primeiro lugar, porque é pouco provável que a sociedade tenha condições de entrar no debate, ainda que parte substancial do que forma o capital do BNDES venha do Fundo do Amparo ao Trabalhador (FAT). Em segundo lugar, porque os principais atores da negociação estão discordes entre si: enquanto a TV Globo e Bandeirantes querem o grosso do crédito para liquidar dívidas contraídas em negócios passados, a Record, a Rede TV e a SBT discordam que se enterre o dinheiro público no pagamento de dívidas que não criam empregos e a ampliação do mercado de trabalho.
De fato, na cessão da linha de crédito, parcela considerável dos recursos seria cedida às Organizações Globo (sempre útil ao governo) para saudar débitos com bancos internacionais, segundo o Jornal do Brasil, na ordem de US$ dois bilhões. Os opositores dos interesses das Organizações Globo protestam que a emissora chegou a tal situação pelo fomento de uma política de "dumping" — por exemplo, com a aquisição de programas que simplesmente não usava nem permitia usar, atingindo, pelo boicote, a livre competição.
0 BNDES, cujo ativo se aproxima da casa dos R$115 bilhões, é o maior banco de fomento da América Latina. Sem o "s" no final da sigla, foi criado em 1952, no governo Vargas, como órgão voltado para fornecer a contrapartida, em cruzeiros, dos financiamentos externos obtidos para os projetos da Comissão Mista Brasil-Estados Unidos (CMBEU, uma espécie de plano Marshall caboclo), destinados a obras de infraestrutura nos setores de serviços de energia e transportes. Os seus recursos são os mais cobiçados do mundo, pois são empréstimos de juros baixos e de muito longo prazo.
Grande parte da pressão inflacionária que torna a vida do brasileiro uma permanente infelicidade vem do excesso dos déficits previdenciários (acima de R$ 26 bilhões), das insolventes e crescentes renúncias fiscais (mais de R$ 15 bilhões anuais), sem falar nos R$ 220 bilhões devidos e nunca recebidos nas diversas agências financeiras oficiais, dentre elas o BNDES. 0 brasileirinho da "quentinha" e da fila do ônibus talvez não tenha consciência, mas é ele quem paga o "furo" do alarmante buraco negro financeiro.
A partir de retrospecto histórico, assinale-se que o governo, ao tentar cooptar a grande mídia com empréstimos faraônicos, labora em arma de dois gumes. Mino Carta, ex-editor da Veja, diz que o "leninista" Golbery financiou no período revolucionário o Grupo Abril com empréstimo especial de US$ 50 milhões, para resultados editoriais e políticos considerados, posteriormente, insatisfatórios. E a trágica queda de Vargas, em 1954, começou quando Chateaubriand (Diários Associados) e Roberto Marinho (0 Globo) abriram câmeras e microfones para Carlos Lacerda (Tribuna da Imprensa) denunciar o milionário contrato de financiamento de compra de papel, por vinte anos, feito a preço de banana Gelo Banco do Brasil à Última Hora de Samuel Wainer, culminando tudo – no "mar de lama" do Catete – com um tiro no peito.
Príncipe moderno e antigo Ipojuca Pontes
Estrategistas do PT fecham o cerco e preparam o terreno para estabelecer as bases práticas da “transição para o socialismo” no espaço nacional. Eles querem que o segundo mandato de Lula, se possível seis meses antes das eleições presidenciais, já encontre a máquina regulada para o exercício do poder institucionalizado dentro dos moldes de uma república popular. Assim, nos últimos meses, por meio de palestras e debates de propostas “transformadoras” efetivadas em reuniões fechadas, ideólogos do petismo situados no governo laboram com afinco para a urgente criação de conselhos, associações e organismos empenhados no “controle do imaginário da nação”. Esperam, com eles, objetivar a sustentação de sólida plataforma para o encaminhamento das reformas “moral” (cultural) e “intelectual” (ideológica) da sociedade, a partir das quais seria desfechada a transição (“superação”) do Estado burguês para o Estado-classe.
Propostas de projetos como as que resultariam na criação da Ancinav (Agência Nacional do Cinema e do Audiovisual) e do CFJ (Conselho Federal de Jornalismo), que estão sendo encaminhadas ao Congresso Nacional depois de devidamente analisados pela Casa Civil, evidenciam o desejo do governo Lula de ensejar a orientação, a disciplina e a fiscalização dos instrumentos de controle psicossocial, já que detém em grande parte o domínio dos instrumentos políticos e econômicos que conduzem o país. No fundo, são propostas que possibilitam a consolidação do partido-Estado, definido pelo teórico comunista Antonio Gramsci como o “Príncipe Moderno” - tornando-se este, por sua vez, responsável pela afirmação de uma nova ordem social totalizadora.
Com efeito, o próprio Gramsci assim explica o partido-Estado em suas “Notas sobre Maquiavel, a política e o Estado moderno” (“Note sul Machiavelli, sula política e sullo stato moderno” – Istituto Gramsci, 1961): “O moderno Príncipe (partido hegemônico), desenvolve-se, subverte todo o sistema de relações intelectuais e morais, uma vez que o seu desenvolvimento significa, de fato, que todo ato é concebido como útil ou prejudicial, como virtuoso ou criminoso, somente na medida em que tem como ponto de referência o próprio Moderno Príncipe e serve ou para aumentar o poder ou para opor-se a ele. O príncipe toma o lugar, nas consciências, da divindade ou do imperativo categórico, torna-se a base de um laicismo moderno e de uma completa laicização de toda a vida e de todas as relações de costume”.
No encadeamento da lógica do Príncipe Moderno (como realça, por linhas paralelas, o secretário-geral do Itamaraty, Samuel Pinheiro Guimarães, no paper “Subdesenvolvimento e Cultura”), em que se toma a parte pelo todo, o partido-Estado, operacionalizado por conselhos e organismos participativos, apresenta-se como o detentor do poder, da lei e da verdade (conhecimento) para conduzir a sociedade, denegando o adverso (o Outro) como representante demoníaco da democracia burguesa ou do inimigo externo (imperialismo) – o velho bode expiatório capaz de inspirar a unidade e o ódio das massas.
De fato, no arrazoado do partido hegemônico, em que se explora sem peias o mito de uma possível identidade sem divisões, voltada para a “construção da grandeza nacional”, o povo distingue-se identificado com o proletariado (a classe trabalhadora), o proletariado com o partido de classe, o partido de classe com a executiva (direção) do partido, e a executiva do partido, por sua vez, com o líder carismático – pois no topo da pirâmide projetada pelo Príncipe Moderno prevalecerá sempre a figura e a vontade do líder, seja ele Stalin, Mussolini, Hitler, Fidel ou mesmo Lula.
Pelo menos na teoria, o Príncipe moderno imaginado por Gramsci viria para se contrapor ao Príncipe de Machiavel, ideário do Estado monárquico que preservava os privilégios das classes superiores sobre a burguesia emergente, o proletariado e as massas do campo. No entanto, moderno ou antigo, na ordem prática das coisas tanto os apaniguados do Príncipe de Maquiavel quanto os de Gramsci, jamais deixaram de abocanhar o produto do suor das massas trabalhadoras, como bem evidenciam a boa vida levada pelas Nomenklaturas da extinta URSS e de Cuba, o parasitismo remunerado dos “senõritos” no México do partido único (o PRI – Partido Revolucionário Institucional”) e, no plano local, a existência da privilegiada “casta de serviço” alimentada pela ditadura “revolucionária” do General Geisel e ampliada de forma perversa pela criação e fortalecimento de centenas de estatais, entre elas a Embrafilme, a exaurir o esforço da cadeia produtiva nacional.
É no mínimo urgente que a sociedade e o Congresso Nacional se ponham em alerta quando às pretensões do governo de criar, pela estratégia de aprovação pelo voto, as bases de um Estado totalitário. E é bom não acreditar na oposição das corporações e das elites que vivem das benesses do Estado. Elas, a despeito de tudo, terminam por conviver com os arreganhos do totalitarismo desde que não se toque em seus privilégios. Basta olhar o mundo do Príncipe – antigo ou moderno.
(*) Ipojuca Pontes é cineasta, destacado documentarista do cinema brasileiro, jornalista, escritor, cronista, ex-Secretário Nacional da Cultura e autor do livro Politicamente Corretíssimos.
IMPRENSA DE RABO PRESO EM 1993 FAZIA CAMPANHA PELA "ÉTICA" UNANIMIDADE SUSPEITA
Escrito em dezembro de 1993, por Olavo de Carvalho publicado na revista Imprensa maio de 1994
PELO
FUROR investigativo com que os jornais e a TV abrem as latrinas,
destapam os ralos, vasculham os esgotos da República, parece que o
Brasil, dentre todos os países, tem a imprensa mais ousada, mais
independente, mais empenhada em descobrir e revelar a verdade. Porém o
mais admirável, nela, é a unanimidade da sua adesão a esse objetivo. Não
há neste país um só jornal, estação de rádio ou canal de TV que se
exima da obrigação de informar, que procure mesmo discretamente abafar
denúncias, proteger reputações, acobertar suspeitos. Todos, mas todos os
órgãos de comunicação, sem exceções visíveis, estão alinhados no ataque
frontal à corrupção, que verberam em uníssono, com a afinação de um
coro multitudinário regido por uma só vontade, por um só espírito, por
um só critério de valores. No exército da moralidade pública, não há
defecções. (...) Mas,
a quem fez seu aprendizado no jornalismo ouvindo dizer que imprensa é
diversidade, que democracia é pluralismo de opiniões, essa unanimidade
não pode deixar de parecer um tanto suspeita. Anormal historicamente,
ela é. Nunca, em qualquer lugar ou época, se viu um caso como este, de
uma nação em peso abdicar de suas divergências internas para formar
frente única sob uma bandeira tão vaga e abstrata quanto a “ética”. Nem
países em guerra, movidos pela necessidade de unir-se em defesa de bens
mais palpáveis contra perigos mais imediatos e letais, lograram
homogeneizar a tal ponto o discurso dos seus jornalistas.
O
que está acontecendo no Brasil é um fenômeno ímpar na história da
imprensa mundial. Um fenômeno tanto mais estranho quanto é recente a
introdução da palavra “ética” no vocabulário popular brasileiro e
rapidamente improvisada, com êxito fulminante, sua promoção ao status de
ideal unificador de todo um povo. Jamais uma palavra-de-ordem emanada
de um estreito círculo de intelectuais ativistas logrou alastrar-se com
tal velocidade pela extensão de um continente, sem que ninguém se
lembrasse de objetar que a rapidez com que se propagam as palavras está
às vezes na razão inversa da profundidade de penetração das idéias.
Mas,
além disso, é um fenômeno suspeito. As razões de suspeita são tão
patentes, que nem mesmo o coro unanimista bastaria para encobri-las, se,
neste caso, o acordo geral de falar sobre certas coisas não
subentendesse, como uma conditio sine qua non, o compromisso de calar
sobre outras.
Essas
razões podem resumir-se numa só pergunta: Se o esquema de corrupção nas
altas esferas é tão poderoso a ponto de fazer presidentes, moldar a seu
gosto o Orçamento da República, manipular o Congresso, desviar dos
cofres públicos o equivalente à dívida externa do país, subornar altos
funcionários da polícia, exercer quase, como disse o senador Bisol, as
funções de um governo paralelo, então como será possível que ele não
tenha meios de subornar e calar a imprensa? Como será possível que,
dentre todos os poderes que decidem a vida nacional, somente a imprensa
tenha escapado das malhas da influência corruptora e agora se encontre
livre para denunciá-la?
Francamente,
não é razoável supor que experts em suborno, com experiência de várias
décadas no mercado de consciências, tenham simplesmente se esquecido de
digitar, na programação das propinas ou do favorecimento ilícito, as
empresas de comunicações. Não é sequer verossímil imaginar que os canais
de TV, concessões dependentes do governo, que as empresas
jornalísticas, sempre endividadas com os bancos oficiais ao longo de
toda a sua história, teriam a desenvoltura que ostentam para bater na
cara de gente tão poderosa, sem temor de um revide, caso essa gente
fosse realmente poderosa como se tenta fazer crer.
Que
a máfia onipotente não tenha, em toda a imprensa nacional, um só
defensor, eis aí o que, simplesmente, põe em dúvida a sua proclamada
onipotência.
(...) Será
necessário lembrar que, tanto quanto as famigeradas empreiteiras, as
empresas de comunicações também são prestadoras de serviços ao governo,
também tomam empréstimos vultosos em bancos oficiais, também fazem lobby
junto ao Executivo e ao Congresso, um lobby que, ademais, é reforçado
pelo domínio direto que elas exercem sobre a opinião pública? Como
“passar o país a limpo” se a mão que move a borracha cuida de apagar, em
primeiríssimo lugar, os trechos comprometedores da sua própria
participação no enredo?
É
verdade que os jornalistas, sobretudo os mais novos, sobretudo os da
esquerda, ansiosos de destruir certos setores da oligarquia, julgam que é
boa política aliar-se a um outro setor dela ( talvez o mais poderoso de
todos ), seguindo o conselho de Lênin: se você tem cinco inimigos,
alie-se a quatro contra o quinto, depois a três contra o quarto, até
destruir todos eles. Mas não haverá nessa brincadeira de maquiavéis
mirins a ingenuidade de deixar-se usar, na esperança de amanhã poder
virar o jogo? Porque, afinal, os cinco inimigos também podem ter lido
Lênin, e alguns deles são bastante espertos, além de mais ricos do que
qualquer jornalista.
A BRIGA QUE NINGUÉM QUER COMPRAR Olavo de Carvalho (...)Quatro fatores contribuíram para libertar a mídia nacional desses escrúpulos de realismo.
O primeiro foi a solidariedade maior entre as empresas, forjada
durante o regime militar para a defesa comum contra as imposições do
governo. As denúncias mútuas de fraude e de mau jornalismo desapareceram
quase que por completo, colocando cada empresa jornalística na posição
confortável de poder mentir a salvo de represálias dos concorrentes. Na
mesma medida, a disputa de mercado praticamente cessou, distribuindo-se
os leitores mais ou menos equitativamente entre as maiores publicações.
O segundo foi a diversificação das atividades lucrativas das empresas
jornalísticas, que passaram a depender cada vez menos da aprovação dos
leitores. A prova máxima dessa transformação é que essas empresas se
tornaram formidavelmente mais ricas e poderosas sem que a tiragem de
seus jornais aumentasse no mais mínimo que fosse. Com a escolaridade
crescente, o número de leitores potenciais subiu de ano para ano, mas os
maiores jornais brasileiros não vendem, hoje em dia, mais exemplares do
que nos anos 50. É um fenômeno único no jornalismo mundial.
Em terceiro lugar, a obrigatoriedade do diploma universitário
promoveu a uniformização cultural e ideológica da classe jornalística,
de modo que já não há diferenças substantivas entre os climas de opinião
nas várias redações de jornais e revistas. Na homogeneidade geral, as
exceções individuais tornam-se irrelevantes.
Por último, as influências intelectuais que vieram a dominar as
faculdades de jornalismo, deprimindo a confiança nos velhos critérios de
objetividade e enfatizando antes a função dos jornalistas como “agentes
de transformação social”, acabaram transmutando maciçamente as redações
em grupos militantes imbuídos de uma agenda político-cultural e
dispostos a implementá-la por todos os meios. Por isso é que, de
milhares de profissionais de mídia que ocultaram a existência do Foro de
São Paulo por dezesseis anos, só um, um único, mostrou algum
arrependimento. Os outros, inclusive os autonomeados fiscais da
moralidade jornalística alheia, preferiram, retroativamente, ocultar a
ocultação – e não perderam um minuto de sono por isso.
Some-se a tudo isso um quinto fator, de dimensões internacionais: o
tremendo desenvolvimento, nas últimas décadas, das técnicas de
engenharia social e da sua aplicação pelos meios de comunicação.
Quem pode impedir que empresas mutuamente solidárias, libertas até
mesmo do temor ao público, tendo a seu serviço uma massa bem adestrada
de “transformadores do mundo” e um conjunto de instrumentos de ação tão
discretos quanto eficientes, mandem às favas todo senso objetivo das
proporções e se empenhem em criar uma “segunda realidade”, uma nova
ordem dos fatores, totalmente inventada, legitimando de antemão qualquer
nova mentira que lhes ocorra distribuir amanhã ou depois?
Nessas condições, toda presunção de “objetividade jornalística”,
personificada ou não nessa moderna versão do bobo-da-côrte que é o
ombudsman, tornou-se hoje apenas um adorno publicitário sem qualquer
eficácia real na prática das redações.
O total desprezo pelos critérios quantitativos de aferição da
importância das notícias tornou-se, portanto, a norma usual e
corriqueira em todas as maiores publicações. Não havendo padrão de
medida exterior pelo qual o jornalismo possa ser julgado, os jornais
passaram a viver de um noticiário autofágico e uniforme, publicando
todos as mesmas coisas, com igual destaque, e confirmando-se uns aos
outros no auto-engano comum.
(...)Uma coisa é a realidade da vida social, outra a sua imagem na mídia e
nos debates públicos. A segunda pode estar muito deslocada da primeira,
fazendo com que a atenção pública se aliene da realidade ao ponto de a
população tornar-se incapaz de compreender o que está acontecendo. O
deslocamento completo assinala um estado de psicose social. http://wpress.olavodecarvalho.org/a-briga-que-ninguem-quer-comprar/
*
2014 O economista André Perfeito já prevê o apelo à maquiagem da contabilidade do país diante do encolhimento da economia e do crescimento do gasto público. Perfeito lamentou o bem sucedido esforço do governo Dilma para minar a confiança dos investidores ao prometer uma coisa e entregar outra.
O especialista desconfia que o governo Dilma está enfraquecendo a economia brasileira de propósito, elevando a taxa básica de juro. Por isso, o economista recrimina a promessa de superavit primário que a presidente da República sabe que não vai cumprir com tanta gastança.
http://jovempan.uol.com.br/noticias/economia/governo-dilma-enfraquece-economia-brasileira-de-proposito-desconfia-economista.html * No tempo de Collor, a conversa vagamente suspeita entreouvida por um
motorista indiscreto desencadeou a mais vasta investigação que já se fez
contra um presidente. Hoje em dia, seis testemunhas mortas no caso
Celso Daniel não abalam em nada a reputação de governantes ungidos pelo
dom da inatacabilidade intrínseca. http://www.olavodecarvalho.org/semana/040904globo.htm * Flávio Gordon - "Se, durante a ditadura, tínhamos uma censura
autoritária e visível (frequentemente burlada, como muitos artistas e
jornalistas da época já cansaram de confessar, até com certa graça),
hoje temos uma censura totalitária, invisível, grave, onipresente. Ela
não comporta gracejos nem brechas. Se, antes, ela vinha exclusivamente
do governo, hoje ela é mais de tipo soviético-chinês, e o censor pode
estar ao lado." http://obrasileouniverso.blogspot.com/2013/11/censura.html * Camadas dos textos produzidos pelos socialistas https://olavodecarvalhofb.wordpress.com/2015/11/23/camadas-dos-textos-produzidos-pelos-socialistas/ TEXTO DE ROMEU TUMA JR.:
Uma das formas de contrainteligência é a arte de plantar informações falsas e produzir fatos inverídicos, misturados com pontinhas de verdade. A técnica consiste em colocar uma verdade muito verdadeira polvilhada com muitas mentiras: a força da verdade conduz o receptador da informação a acreditar nas mentiras. E a PF de Lula, por obra dele, tem sido insuperável nesse quesito. Você cria defesa quando não existe ataque, inventa ataques falsos e indefensáveis: é o que o PT de Lula faz todos os dias. Lula é mestre nisso, cria e inventa informações contra um próprio aliado. E, atemorizado, o cara vai correndo buscar o colo dele, pedindo “arrego” e proteção. Com isso, esse “aliado” já entra na lista dos contemplados pelo governo, em caso de solicitar algo mais, além de se circunscrever, por inércia da coreografia de poder, numa outra lista, que é a dos devedores eternos ao seu “salvador” Lula. Quem está no governo, novinho na estrutura do poder, não fica sabendo disso: afinal, essa inapreciável técnica de Lula é restrita a um pequeno grupo, a um núcleo duro, ao comando central, que será exposto mais à frente em todos os seus detalhes. Nesse contexto, Lula e o PT são mestres em usar a imprensa e o dito jornalismo investigativo como peças de contrainteligência e de condenação avant la lettre: a imprensa acaba sendo levada a fazer o papel de um tribunal de condenação que precede toda a segurança jurídica. Em um processo como o do Mensalão, muitos falaram em segurança jurídica: “Se o Supremo muda o entendimento, está mexendo com segurança jurídica”. Falácia. Ora, segurança jurídica tem um amplo conceito. Garantir o cumprimento da lei é a própria essência do conceito de segurança jurídica. Você terá oportunidade de constatar o que de fato é insegurança jurídica em capítulos mais à frente. O poder da informação é você construir outra informação, a correta e ágil difusão e também a contrainformação. Só que ninguém usou como o governo Lula usa, como a sua polícia usa, a contrainformação e a contrainteligência. Não é informação e inteligência, é a contrainformação e a contrainteligência. Esse que é o mais perigoso substrato do poder. É a destruição da inteligência oposta, adversária, inimiga. Usado contra a sociedade civil ou simples membros dela, é uma covardia. Era muito comum no passado o jornalista fazer uso da polícia para esquentar uma matéria. Você chegava à autoridade, dava a dica de um crime, a autoridade investigava, prendia e devolvia a exclusividade da publicação ao jornalista que havia dado a dica. Isso é comum e, antes de mais nada, legítimo, porque se tratava de uma notícia-crime. Hoje em dia acontece justamente o contrário: a polícia usa um jornalista para esquentar informações falsas que, por serem noticiadas sem checagem, proporcionam a instauração de um inquérito. Depois também a autoridade usa de outro estratagema: planta informações falsas com um jornalista, informações que não estão no inquérito – que, na verdade, muitas vezes nem existe. Não é um processo, apesar de viral, rápido: é lento, opressivo, mas plural. O jornalista publica o que recebe, e tal notícia acaba sendo anexada a um inquérito como verdadeira. Ou vira a peça inicial do inquérito. Tem mais: quando a reportagem de um jornalista é agregada ao inquérito com informações que você mesmo plantou, emprega-se outro truque: ao anexar o texto da reportagem nesse inquérito, você o “vitamina” com altas doses de mentiras. Ninguém vai checar se a reportagem que gerou o inquérito continha ou não essas informações. O truque é muito simples. Coloque pitadas de mentiras ainda mais mentirosas na reprodução, no corpo do inquérito, do que aquilo que foi publicado pelo jornal. Não sei como esse tipo de truque ainda não se tornou brutalmente óbvio aos por ele perseguidos. Lula e seu aparato fizeram de certo jornalismo investigativo uma lavanderia de altas octanagens de informação. Sob o PT, jornalista fez-se também lavador de informação. Você entrega, o camarada publica. Veja os tribunais em que se transformaram os sites de busca, como o Google, por exemplo. Eles te condenam já na pesquisa sobre o teu nome: afinal de contas, na lei da selva, ninguém faz manchete dando defesa ou deixando espaço para o outro lado, não é? Essa é a herança maldita do “Barba”! Vi isso no governo, ad nauseam. Nunca me calei, sempre mandei apurar. Até que chegou a minha vez. Gilberto Carvalho, braço direito de Lula, e ainda de Dilma, tentou negociar o meu silêncio sobre os trambiques e sinecuras que testemunhei, sobre tudo o que sei, como ninguém, a respeito da morte de Celso Daniel, em troca de uma cerveja, você verá. Não aceitei. Veio o refluxo. Fui levianamente acusado e covardemente frito. A história que se segue é a história da tentativa de assassinato da minha reputação. Que, a bem da verdade, como uma estratégia das organizações criminosas, se consumou em boa parte e medida. Além de tirar a vida do meu querido e amado pai, tais estrategos do lulismo atingiram em cheio as outras duas coisas que mais prezo, e que valem muito mais que minha vida: a minha família e a minha honra. OLAVO DE CARVALHO - "Em primeiro lugar, existe uma estratégia de domínio continental, comunista, sendo aplicada neste momento. Segundo, isto não está sendo objeto de discussão pública, está sendo mantido debaixo do tapete. Terceiro, qualquer empreendimento político deste tamanho que permaneça desconhecido do público não é bom, porque a democracia se baseia na liberdade de informação. Dizer que é liberdade de opinião é bobagem porque a liberdade de opinião se baseia na liberdade de informação. Se a informação não circula você vai ter opinião sobre o quê? E se tudo isto é feito de maneira tão discreta, quase secreta, é porque coisa boa não é. Não está havendo a famosa transparência, quer dizer, os apóstolos da transparência são de uma opacidade de chumbo." https://youtu.be/ZtA4t1XuVmI *
Como a mídia de massa se tornou uma máquina de propaganda "Em primeiro lugar, nós confiamos neles porque sabemos que a verdade não é um produto da invenção humana e, sendo assim, há a possibilidade do homem acessar uma parte da realidade e relatá-la a outros homens que não têm o mesmo acesso àquela porção do real. Dessa confiança depende nossa orientação no mundo. No entanto, se soubéssemos o que se tem ensinado nas faculdades de jornalismo a respeito da melhor prática jornalística ou do valor da verdade na profissão, colocaríamos muitas aspas nesta confiança e é possível que déssemos um uso bem menos digno ao papel dos jornais. " "O motivo é que, ao longo das últimas décadas, a função informativa dos jornais foi progressivamente substituída pela função TRANSFORMADORA de sociedade. A comunicação tem por definição uma FUNÇÃO informativa e um EFEITO transformador. Afinal, a difusão de fatos gera novos fatos. Mas agora o efeito assume gradativamente o status de função essencial da comunicação." "A transformação pode ser encarada como uma disciplina obrigatória a todos os cursos, que se traveste muitas vezes de belas e humanitárias intenções." "Grupos inspirados no antigo Clube de Roma, como Bilderberg, Sociedade Fabiana, Fundações Ford, McArthur, Open Society, entre tantas outras, encontraram um meio de financiar e orientar os estudos científicos de relevância internacional durante o último século. Quase tudo o que é dito e repetido nos meios de comunicação veio da mente de meia dúzia de metacapitalistas seduzidos pela utopia da sociedade socialista global, a chamada nova ordem mundial, que será erguida a partir de uma sociedade fundada em assembleias onde serão promulgados consensos que sirvam a interesses e conveniências, terminando por sepultar a possibilidade de julgamentos fora do que é acordado pela elite de governantes globais." "A mudança de função é tão profunda quanto imperceptível, já que, disposta hegemonicamente tanto em teses acadêmicas como em notícias e opiniões, vai tolhendo o consumidor em sua cognição até fazê-lo incapaz de diferenciar a informação da pura manipulação." ”Já desde o início do século XX, manuais e guias de transformação social são distribuídos por empresas, fundações, ONGs e movimentos com o fim de adestrar ativistas para a ação massiva de mudança gradativa dos valores da sociedade mediante o debate, a guerra cultural, estratégias semânticas ou técnicas psicológicas, como veremos neste livro. (...) Diferenciar a mentira da verdade, embora seja uma das mais antigas tarefas humanas - para não dizer essencialmente humana - implica hoje no nível de nossa liberdade diante do mundo. A presente pesquisa é uma tímida tentativa de colocar na mesa algumas iniciativas intelectuais e políticas que tiveram a ambição ou o potencial de serem usadas para domesticar a opinião pública. O principal acontecimento em redor do qual gira este trabalho é o da mudança funcional do jornalismo e da mídia em geral. O resultado cultural e histórico dessa mudança foi a transferência dos critérios culturais para o campo da mídia, que passou a determinar as prioridades práticas do público, incluindo a do meio científico e acadêmico." (Cristian Derosa, A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL - Como a mídia de massa se tornou uma máquina de propaganda) *** Esta manipulação midiática não seria possível se não parasitasse a credibilidade de sua "antiga" função informativa. Ela só é possível ENGANANDO o público, que compra ou assiste a um jornal para ser informado e não transformado. Ele quer a realidade ou a opinião sincera. Se é para ler ficção, até Tio Patinhas é melhor. Por outro lado, os futuros jornalistas estão aprendendo também a lição da má fé e do cinismo, sonegando a verdade de si mesmos e pretendendo "melhorar" o mundo à força e à traição. Encher o mundo com mentiras e, sobretudo, extinguir o contraponto da verdade que pode questioná-las e refutá-las, está tornando as pessoas mais tolas, desarmadas, expostas ao mal.
Fenomenologia da mentira
Ipojuca Pontes
É preciso lembrar que o sistema coercitivo imposto pela mídia, a nos bombardear com somas colossais de falsas informações, estabeleceu formas de manipulação tão avançadas que poucos ou ninguém sabe mais distinguir a verdade da mentira.
A esta altura dos acontecimentos, penso que seria necessário traçar uma fenomenologia da mentira. Não se discute mais que ela (a mentira) é uma constante em todos os planos da existência e que, no nosso caso, domina inelutável os setores da vida social, política e econômica da nação.
Também não se discute mais - e isso já se fez consenso - que nossas instituições estão dominadas pela impostura, com muitos pontos de vantagem para os poderes executivo, legislativo e judiciário – sem falar nas organizações partidárias, com destaque para as siglas da esquerda (que sempre navegam impávidas nas águas poluídas da mendacidade).
Por que uma fenomenologia? Bem, já no Século das Luzes (ele próprio um século de grandes impostores), a “Encyclopèdie” a define em verbete como o mais adequado instrumento para se distinguir a verdade da aparência e, em paralelo, destruir as ilusões que turvam o espírito humano.
(A propósito: para Kant, filósofo do imperativo categórico, a preguiça e a covardia, de acordo com sua “fenomenologia geral”, são as causas que podem levar o homem ao comprazer da mentira. Outro filósofo, Husserl, mais sutil, encara a fenomenologia como método para se chegar às leis puras da “consciência intencional”, sem omitir, todavia, que todo método científico se baseia numa verdade que só é verdadeira até que um fato demonstre o inverso).
Comecemos, então, pela meia verdade, artifício de uso constante para o mentiroso deturpar a verdade. Ela nada tem a ver com o duplipensar nem com a novilíngua de Orwel (na qual a corrupção da linguagem promove a corrupção da vida). Seu objetivo é tão somente dar uma aparência de veracidade à mentira mais sórdida que se possa articular. Certas profissões, em particular, se refinam na manipulação da meia verdade, com supremacia para o jornalismo, a política, a diplomacia, a publicidade, a advocacia e a atividade acadêmica – sem que elas, óbvio, em conjunto ou isoladamente, deixem de se curvar à Grande Mentira Ideológica.
Antes, é preciso esclarecer que o exercício da Mentira Ideológica não é só privilégio dos governantes, líderes carismáticos, ditadores, pensadores revolucionários, cientistas sociais, etc. Ela é um constructo utópico vocalizada em prosa e verso por indivíduos fraudadores e corporações fraudulentas que se esmeram em transformar a verdade na mentira e a mentira na paralaxe (niveladora) dos homens.
Quem é do ramo sabe: aqui e lá fora, a mídia amestrada vive de cozinhar em banho-maria o engodo consensual. Quem nunca embarcou, por exemplo, nas mentiras que se alastram em nome do “aquecimento global”, “Estado do bem-estar social”, “desenvolvimento sustentável”, “ajuste fiscal”, “Teologia da libertação”, “comissão da verdade” e patranhas de igual teor, cujo objetivo final, bem camuflado, é manter à tripa forra milhares de parasitas que se vendem como paladinos da boa causa?
É preciso lembrar que o sistema coercitivo imposto pela mídia, a nos bombardear com somas colossais de falsas informações, estabeleceu formas de manipulação tão avançadas que poucos ou ninguém sabe mais distinguir a verdade da mentira. Em decorrência, surgiu na guerra da desinformação em vigência uma espécie de buraco negro na mente do homem comum que, em meio ao caos, implora atordoado: “Ah, meu Deus, quando terei um momento de paz?”
Diz a tradição que o Diabo é o pai da mentira. Faz sentido. Mas a mentira ideológica que assaltou o mundo moderno encontra teto, sem dúvida, nas elucubrações teóricas de Karl Marx, charlatão de inegável talento para vender ilusões e promover embustes (dentre eles, a “mais-valia”, falácia da falsa ciência econômica que dá azo à “luta de classes”, a mobilizar, ainda hoje, o sujo ativismo esquerdista),
Exemplos? Sem o amparo do trololó da teologia da libertação, fermentada em marxismo tardio, como ficaria a figuraça de D.
Paulo Evaristo Asno, o falso cristão que descobriu o Reino de Deus na tirania sanguinária de Fidel Castro?
Ou o tredo revisionismo de Ferreira Gullar, o guru do CPC da UNE, movimento primário da baixa agitação comunista patrocinado pelo fazendeiro Jango? E ainda a rede criada por tipos como FHC para se mobilizar contra a prisão de Lula, mentiroso contumaz e ladrão comum que tomou como seus, sabe-se agora, jóias e talheres de ouro doados à Presidência da República ainda no tempo de Costa e Silva?
Ia concluir falando sobre a TV, aparato eletrônico que mente sem remorsos e seus astros na escamoteação da verdade do porte de Bonner, Jô Soares, William Waack e seus convidados à serviço da mentira única, mas faltou espaço. Fica pra depois.
"Graças
ao seu conhecimento psicológico específico e à sua convicção de que as
pessoas normais são ingênuas, uma patocracia é capaz de aprimorar as
suas técnicas "anti-psicoterapêuticas" e, patologicamente egotística
como de costume, insinuar seu mundo de conceitos deficientes para os
outros em outros países, tornando-os suscetíveis à conquista e à
dominação. Os métodos mais freqüentemente utilizados incluem os métodos
paralógicos e conversivos, tais como a projeção das qualidades e
intenção de uma pessoa sobre as outras, sobre grupos sociais ou nações, a
indignação paramoral e o bloqueio reverso. Esse último método é o
favorito dos patocratas, utilizado em larga escala, direcionando as
mentes das pessoas medianas para um beco sem saída porque, como
resultado, faz com que elas busquem pela verdade no meio termo entre a
realidade e o seu oposto." (PONEROLOGIA: PSICOPATAS NO PODER)
*
“No
meu estudo das sociedades comunistas, cheguei à conclusão de que o
propósito da propaganda comunista não era persuadir, nem convencer, mas
humilhar – e, para isso, quanto menos ela correspondesse à realidade,
melhor. Quando as pessoas são forçadas a ficar em silêncio enquanto
ouvem as mais óbvias mentiras, ou, pior ainda, quando elas próprias são
forçadas a repetir as mentiras, elas perdem de uma vez para sempre todo o
seu senso de probidade... Uma sociedade de mentirosos castrados é fácil
de controlar." -- Theodore Dalrymple
* CRIANDO O PROBLEMA PARA IMPOR A SOLUÇÃO Olavo de Carvalho - "O caminho mais curto para a destruição da democracia é
fomentar o banditismo por meio da cultura e tentar controlá-lo, em
seguida, pelo desarmamento civil. A esquerda nacional tem trilhado
coerentemente essa dupla via há pelo menos cinco décadas, e sempre soube
perfeitamente qual seria o resultado: o caos social, seguido de
endurecimento do regime se ela estiver no poder, de agitação
insurrecional se estiver fora dele."
http://www.olavodecarvalho.org/estudar-antes-de-falar/
* NOMINALISMO X REALISMO "O projeto globalista é, em grande parte, um projeto nominalista. Aqui estou usando esses termos de maneira um pouco diferente da usada na filosofia medieval. Nominalismo no sentido de pegar as palavras e isolá-las da realidade, e transformá-las em instrumento de dominação.No fundo é isso. O que é a tolerância? Tolerância é vc, diante de uma realidade negativa, vc faz uma avaliação de valor e diz eu posso tolerar essa realidade em nome de um bem maior. Isso é que é tolerar. Durante um certo tempo vc convive com uma coisa negativa, porque tem um contexto onde isso é necessário para um resultado positivo. Isso é realismo, é vc ter um diálogo entre a palavra e a realidade. Nominalismo é pegar a palavra tolerância e transformá-la em algo absoluto.Então, vc tem uma realidade de crime, por exemplo, "ah não, vc tem de mostrar tolerância com o criminoso". Ou vc tem uma realidade onde qualquer conflito, se essa ideologia quer defender um dos lados, "não, vc tem de ter tolerância..." Isso para dar um exemplo de palavras que deixam de dialogar com a realidade. Então, parte do nosso esforço é esse, trazer de volta... O pensamento humano é isso, precisa da linguagem, mas precisa da realidade. Essa coisa do achatamento do ser humano tem a ver com o nominalismo, vc isola as palavras e elas passam a ser coisas que estão no ar e se chocam assim, num éter onde nada faz sentido. É por isso que o conceito de realidade precisa voltar, o conceito de verdade, que verdade também é isso, no fundo é o diálogo interno entre linguagem e não linguagem. Então é essencial ter uma visão realista, nesse sentido de realismo, que não é também o absolutismo da realidade complexa, precisa ter a linguagem, o pensamento humano questionando isso. Hoje vc tem toda uma série de correntes que vivem num mundo puramente de palavras, simplesmente de jogos de palavras. Por isso que eu não gosto de Wittgenstein. Ele vê a realidade como jogo de palavras. Uma das fontes desse nominalismo atual é Wittgenstein." Ernesto Araújo https://conspiratio3.blogspot.com/2019/03/entrevista-min-ernesto-araujo-denuncia.html https://www.metapoliticabrasil.com/
O documento está lá. Mas não sei para quê. Isso é que me intriga. Se fossem planos, seriam secretos. Será uma provocação ou o quê? Documento original http://www.pt.org.br/wp-content/uploads/2015/04/TESES5CONGRESSOPTFINAL.pdf http://www.pt.org.br/wp-content/uploads/2015/03/PMB-TESE-O-5.-CONGRESSO-DO-PT-MANIFESTO.pdf?hc_location=ufi OPINIÕES: 1) A inversão revolucionária em ação. O mantra petista "Não vai ter golpe" significa exatamente: "Vai ter golpe." https://twitter.com/odecarvalho/status/709523201643167744 * Herivelton - https://youtu.be/f9pP-Sgg7Hw https://www.facebook.com/herivelton.moreiradacosta/posts/955646061132442 NO TAL DOCUMENTO DO CONGRESSO DO PT ESTÁ ESCRITO: a) cassar o deputado Jair Jair Messias Bolsonaro; b) cassar todos os Ministros do Supremo que condenaram o nosso pessoal no caso mensalão (mais ou meno isso). Examine. Como cassar Ministro do STF? É preciso entrar com pedido no Senado. Isso foi feito? Não. Não seria suicídio político o PT colocá-los lá e depois retirá-los? Eles não estão inocentando todos os mensaleiros? Faça uma exame sério que você vai duvidar desse documento. E mais. Em pouco tempo o PT vai negar esse documento e dizer que o site foi invadido e o documento adulterado. Enquanto isso Dilma circula livre https://www.facebook.com/herivelton.moreiradacosta/posts/955651724465209?ref=notif¬if_t=notify_me * Lucas Silva - É UM CADERNO DE TESES. Ou seja, é um caderno com várias teses e sugestões dos partidários, membros do partido, militantes etc, com análise e propostas para serem debatidas e se for o caso, aprovadas na próximo congresso nacional do partido em junho. Não quer dizer que o partido vá aprovar tudo o que está escrito nesse caderno. Mas, se aprovar tudo o que está escrito ali ( ou a maioria dos itens) ... Que é assustador essa tese, ela é. É um plano completo de um golpe de estado e uma implantação de um regime comunista * Caio César Romão - Essa ata final não tem sugestão nenhuma. Eles fizeram as sugestões e as votaram durante o congresso deles... A ata é somente o fechamento com a "chave de ouro", ou seja, esse documento aí expõe metas e não sugestões... Essa é a palavra final deles. Os petistas sempre fizeram isso. Eles sempre expuseram suas metas e planos em atas disponíveis a qualquer um mas ninguém a não ser os próprios petistas liam isso. Acontece que de uns anos pra cá, graças ao Olavo de Carvalho, os opositores ao governo criaram o " péssimo " (para o PT) hábito de ler esses documentos. Pode acreditar que noa próximos dias o PT tira isso do site deles e começa a negar tudo, dizendo que tal documento nunca existiu. * Olavo de Carvalho - O Caderno de Teses do V Congresso do PT é um plano declarado e explícito de GOLPE DE ESTADO para a instalação imediata de uma DITADURA COMUNISTA no Brasil. Os dirigentes desse partido devem ser PRESOS IMEDIATAMENTE, seja por iniciativa das FORÇAS ARMADAS. seja da própria MASSA POPULAR. Se a nação não reagir AGORA, daqui a poucos meses será tarde para chorar. https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/479842998834446?notif_t=notify_me Abra o documento original http://www.pt.org.br/wp-content/uploads/2015/04/TESES5CONGRESSOPTFINAL.pdf https://www.facebook.com/pacatocidadaofacaumarevolucaocomunismonao.com.br/photos/a.1584307761853428.1073741828.1496649857285886/1585577558393115/?type=1&permPage=1
Pode se preparar: Vitória de Dilma trará fechamento de Empresas, fim
de investimentos estrangeiros, aumento do dólar, desemprego e explosão
de preços e tarifas! Na área social muito mais desigualdade entre ricos e pobres e invasões de terras sem limites por parte do MST!
O fortalecimento do Estado Policial com inquéritos dirigidos para
criminalizar adversários, críticos e inimigos do governo e/ou de seus
apaniguados! Aparelhamento total da Justiça e domínio absoluto do que resta do Legislativo! Fim da DEMOCRACIA e do ESTADO de DIREITO!
A verdade não está sendo dita. As
pessoas estão perdendo a capacidade
de perceber o que é o mais urgente e reagir a isto. A
manada está rumando para o abate, devidamente entorpecida. Se a TV, a
imprensa, a grande mídia não cumpre seu papel de vigiar e alertar, falar
sobre o que ela SABE ser verdade, a sociedade simplesmente não acredita
no que vê. DILMA É
SUICÍDIO. Da mesma forma que nos atacam com leis absurdas, atacam com
mentiras óbvias a lógica e a nossa percepção dos fatos. E não reagimos.
Por
isso tenho repetido: comunismo não sobrevive num ambiente honesto e de
livre expressão da opinião. A verdade, que é mortal para ele, é a nossa
arma. Não se cale. E não espere até que seja tarde.