"O
lula não roubou 6 trilhões de reais no Brasil para gastar nos puteiros,
para comer pato numerado no Ritz, para comprar jóias para as amantes
dele. Não. Ele roubou para salvar da destruição o movimento político
mais homicida, mais monstruoso, mais inumano que a humanidade já
conheceu. Meu filho, ele roubou para financiar o morticínio. Eu não tô aqui falando de corrupção. Corrupção perto disso é bost. Agora, gente
que tem medo de conceber o mal nas suas verdadeiras proporções só
entende males menores. "Vamos combater a corrupção". Não se trata disso.
Por exemplo, o regime chinês mata 90 mil prisioneiros por ano para
vender órgãos. (...) uma monstruosidade que o próprio Stalin e Hitler não conseguiram conceber. É isto que está sendo restaurado com o dinheiro que o Lula roubou. No
15º aniversário do Foro de São Paulo, as FARC enviaram ao lula a
mensagem cumprimentando, agradecendo por ter salvado da destruição o
movimento comunista no continente. Então, o roubo em si tem muito
menos importância do que o motivo do roubo. Não é o quanto ele roubou, é
para quê ele roubou. Ele não roubou para torrar dinheiro, ele não
roubou para ir nos puteiros, para ter um monte de amante, não, ele
roubou para financiar o morticínio, genocídio, assassinatos em massa,
uma monstruosidade indescritível. E daí vem o pessoal que não
entende a diferença entre uma coisa e outra e fala: "Ah, mas corrupção
tem do outro lado. E o Queiroz?" A resposta é o seguinte: vai tomar no
c...!
"TUDO, na vida intelectual, depende de uma distinção clara entre o que
você SABE, o que lhe PARECE RAZOÁVEL, o que você ACHA e o que você
apenas IMAGINA. Os quatro discursos de Aristóteles."
Olavo de Carvalho
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"Filho
do homem, tu habitas no meio da casa rebelde, que tem olhos para ver e
não vê, e tem ouvidos para ouvir e não ouve; porque é casa rebelde." Ezequiel 12:2
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"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho
📌 Neste vídeo, Guilherme Doring Cunha Pereira, presidente da Gazeta do Povo, analisa a atuação recente da AGU ao notificar a plataforma X para remover ou rotular como “desinformação” críticas de cidadãos a um projeto de lei em debate no Congresso. O caso levanta preocupações sobre os limites da liberdade de expressão no Brasil, especialmente quando envolve o direito fundamental de criticar leis e políticas públicas. A análise também aborda as implicações institucionais do episódio, considerando que o chefe da AGU, Jorge Messias, está indicado para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. Para Guilherme, o episódio não é isolado, mas parte de um movimento mais amplo que coloca em risco o equilíbrio entre os poderes e o livre debate democrático. O comentário defende que o momento exige coragem das instituições e dos representantes eleitos, especialmente diante de decisões que podem impactar diretamente o futuro da liberdade de expressão no país.
[0:00] - AGU tentou censurar críticas a projeto de lei
[2:13] - Aprovar Jorge Messias é trair o país
[4:09] - O coração da liberdade de expressão está em jogo
[6:03] - O “erro grosseiro” da AGU sobre desinformação
[8:02] - Quando o governo vira árbitro da verdade
[9:49] - Executivo + Judiciário: dois centros de censura?
[11:53] - Flávio, Eduardo, Malafaia e o padrão de intimidação
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0:00 Criticar um projeto de lei pode virar desinformação? Foi isso que a Advocacia Geral da União tentou fazer ao pressionar o X contra publicações de cidadãos comuns. O detalhe, quem comanda o órgão é Jorge Messias, indicado ao Supremo Tribunal Federal. Quando o governo passa a interferir do debate público, o risco vai muito além de um caso isolado.
(...) 8:05 jamais poderia haver supressão de conteúdo ou tentativa de responsabilização. É mais ou menos como se a AGU pensasse que os deputados precisassem de tutela para formarem a sua opinião, como se pudesse alguém se considerar se árbitro do que pode ou não ser dito ou discutido e quais os parâmetros dessa discussão. Isso não é apenas errado, é intelectualmente grosseiro e institucionalmente perigoso.
Isso nos remete ao segundo ponto da monstruosidade dessa iniciativa. Em qualquer arquitetura institucional minimamente saudável, o executivo não é, não pode ser nunca árbitro do que é verdadeiro ou falso no debate político. Quando o governo passa a atuar dessa forma, ele deixa de ser parte do debate, passa a ser seu controlador. Como pode alguém não enxergar algo tão óbvio?
9:31 A AGU se apoia em checadores de fatos para qualificar projetos, para qualificar conteúdos sobre projetos legislativos, muitos ainda em tramitação, como desinformação. Consideram essas discussões desinformação. Isso é um erro conceitual elementar. Nós estamos aqui no campo da opinião, da análise, da crítica, não no campo dos fatos brutos. Tratar interpretação como desinformação é abrir caminho para a censura de qualquer divergência.Vocês conseguem compreender a gravidade disso? Transformar opinião em matéria de verdade oficial é abrir a porta para que qualquer divergência seja tratada como erro e, portanto, silenciada.
10:55 O resultado disso tudo é evidente. Se aceitarmos esse tipo de prática, passaremos a conviver no Brasil com dois centros de poder, com capacidade efetiva de restringir indevidamente a liberdade de expressão. O judiciário, como vem ocorrendo sistematicamente há 7 anos, e agora o executivo. É fundamental reagir. Órgãos de comunicação, formadores de opinião, professores de direito, entidades da sociedade civil, não nos calemos. Não toleremos tanto arbítrio. E sobretudo, senhores senadores, a responsabilidade nesse caso recairá de forma direta, inequívoca sobre os sobre os ombros dos senhores, sobre os senhores. A atuação da AGU nesse episódio desqualifica, da maneira mais definitiva e retorquível possível a possibilidade de Jorge Messias ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal. A aprovação de seu nome nessas circunstâncias será um endoço explícito a esse modelo de restrição da liberdade da expressão. O momento exige algo simples, mas muito efetivo e, ao mesmo tempo raro. Coragem. Coragem para dizer o óbvio e cumprir os próprios deveres. Porque sem liberdade de expressão não há democracia, há apenas poder, sem controle, sem limite, sem vergonha.
12:20 (...) eu não posso deixar de mencionar, só mencionar outro conjunto de movimentos e decisões gravemente equivocadas, aberrantes mesmo, que se deram na semana passada. Um senador da República e agora pré-candidato à presidência, Flávio Bolsonaro, torna-se réu por críticas ao presidente Lula. Um deputado, Eduardo Bolsonaro, é condenado por críticas a uma colega de parlamento, a Tábata amaral. Um líder religioso, Silas Malafaia, responde a processo de calúnia por críticas a generais. Parlamentares passam a ser constrangidos e ameaçados com a perda do cargo por ministros do Supremo por exercer uma de suas funções mais elementares, propor investigações. Vejam, tecnicamente cada uma dessas quatro atitudes, decisões é equivocada, mas eu não quero me deter nisso. O que nos assusta aqui na Gazeta do Povo é o padrão. A relativização da liberdade de expressão e da imunidade parlamentar abriu espaço para uma intromissão sem precedentes do Judiciário na política e uma intromissão que, além de indevida, carrega junto um grau de discricionariedade, de arbitrariedade, que lança, por assim dizer, um véu de medo e desconfiança em todo o jogo político eleitoral, um véu que contamina toda a sociedade. Precisamos voltar com urgência à normalidade e com a ajuda de todos e de cada um de vocês, voltaremos a essa normalidade. Muito obrigado.
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ELES QUEREM CRIMINALIZAR A OPINIÃO. É condição para o totalitarismo. Criminalizar a opinião transfere a importância dos fatos e da verdade para a opinião. E quanto mais peso a opinião adquire, menos valor se dá aos fatos e à verdade, a não ser como transgressão. Num totalitarismo, a busca da verdade é um desrespeito à ideologia.
"De acordo com a fórmula de Stalin, a crítica era o mesmo que oposição; a oposição inevitavelmente implicava conspiração; a conspiração significava traição. Algebricamente, portanto, a mais leve oposição ao regime ou a falha em reportar tal oposição era equivalente ao terrorismo". (Vladimir Tismaneanu, "O Diabo na História")
A CRÍTICA ameaça o castelo de cartas ideológico totalitário, a prisão do pensamento.
"TUDO, na vida intelectual, depende de uma distinção clara entre o que
você SABE, o que lhe PARECE RAZOÁVEL, o que você ACHA e o que você
apenas IMAGINA. Os quatro discursos de Aristóteles."
Olavo de Carvalho
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"Filho
do homem, tu habitas no meio da casa rebelde, que tem olhos para ver e
não vê, e tem ouvidos para ouvir e não ouve; porque é casa rebelde." Ezequiel 12:2
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"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho
Neste segmento, Pavinatto diz que o fenômeno da mentira sempre existiu, mas que a internet o intensificou. https://youtu.be/ESn5EYO5jsw?t=460
Sim,
este é um dado importante: a Internet acelerou e multiplicou tudo,
inclusive a verdade. É isto o que incomoda os mentirosos/censores, a
INTERNET ACELEROU A VERDADE, ou seja a triagem e o desmascaramento da
mentira. Esta é a causa REAL da censura. https://youtu.be/ESn5EYO5jsw?t=460
Allan dos Santos "O movimento revolucionário é velado até que ele seja irreversível."
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"Hoje entendo que o esquerdismo não é um
ideal, uma crença, uma filosofia: é uma doença moral horrível, a
substituição do senso instintivo do bem e do mal por um conjunto de
artifícios lógicos que, por etapas, vão levando da mera perversão à
inversão completa, à santificação do mal e à condenação do bem." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/05/olavo-de-carvalho-forca-diabolica-que.html
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A
mentira repetida mil vezes só vira "verdade" sem críticas
e sem perguntas. Nenhuma outra opção deve emergir nas mentes. Eles
sabem que a democracia se faz pelo debate livre, pela livre concorrência
de ideias, pela busca da verdade. É ISTO o que elege os melhores. E
este é o problema deles. O comunismo é um sistema sem verdade e sem a liberdade de buscá-la. Onde só existe a voz dos censores. https://conspiratio3.blogspot.com/p/triagem-filtragem-confronto-de.html
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A CENSURA sai da esfera democrática do
debate, regido pela busca da verdade e dos fatos, e entra na
esfera da ditadura da palavra sem os fatos, que CRIMINALIZA A BUSCA DA VERDADE.
"Aquele
que luta pela verdade tem momentos de vacilação e dúvida, porque avança
de descoberta em descoberta e vai esbarrando nas contradições e
ambiguidades do real. Mas aquele que aposta na mentira não vacila nem
duvida, porque nada busca nem descobre: está fechado para sempre dentro
da sua mentira, que é, ao mesmo tempo, sua fortaleza e seu túmulo." Olavo de Carvalho
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TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
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"Salvarei o Brasil se ouvir em todas as casas ao menos uma jaculatória da minha Coroa das Lágrimas" https://youtu.be/Po12Ny6K2kI?t=26