Texto simplificado extraído do livro PONEROLOGIA: PSICOPATAS NO PODER, de Andrew Lobaczewski
(Poneros = Mal)
"Quando 3 egos governam - egoísmo, egotismo e egocentrismo - o sentimento de conexão social e de responsabilidade em relação aos outros desaparece, e a sociedade em questão divide-se em grupos ainda mais hostis uns aos outros. Quando o ambiente histérico não consegue mais diferenciar as opiniões de pessoas patológicas ou quase-não-normais, das opiniões de pessoas normais, racionais, abre-se uma porta para que a ativação dos fatores patológicos de várias naturezas entre em cena."
*
A tradição e os valores ideológicos de uma sociedade normal podem, por um longo período, proteger uma associação que sucumbiu ao processo de malignidade ponerogênica a partir da consciência da sociedade, especialmente de seus componentes críticos menores. Quando o processo ponerogênico toca esse tipo de organização humana, que emergiu e agiu originalmente em nome de objetivos políticos ou sociais, os valores primários do grupo original irão alimentar e proteger tal união, apesar do fato de que tais valores primários tenham sucumbido à degeneração característica e a função prática tenha se tornado completamente diferente da inicial, porque os nomes e os símbolos são mantidos. É aí que as fraquezas dos “sensos comuns” individual e social são reveladas.
*
A ideologia de uma associação infiltrada e ponerogênica é formada por uma adaptação gradual de seus ideais originais para outras funções e objetivos diferentes dos originalmente desenvolvidos. Um certo tipo de sobreposição da ideologia acontece durante o processo de ponerização. A camada externa, mais próxima do conteúdo original, é utilizada para propósitos de propaganda, especialmente em relação ao mundo exterior, embora possa também ser usada, em parte, internamente para os membros do baixo escalão. A segunda camada é direcionada à elite sem problemas de compreensão: é mais hermética, geralmente composta pela introdução delicada de significados diferentes para os mesmos nomes. Uma vez que nomes idênticos significam conteúdos diferentes, dependendo da camada em questão, entender este jogo duplo de linguagem requer uma fluência simultânea nas duas linguagens. As pessoas medianas sucumbem às insinuações sugestivas da primeira camada por um longo período até que aprendam a entender a segunda da mesma forma. Qualquer pessoa com certos desvios psicológicos, especialmente se estiver utilizando a máscara da normalidade com a qual já estamos familiarizados, percebe imediatamente que a segunda camada é atrativa e significativa; afinal de contas, foi construída por pessoas como ela. Essa dualidade da linguagem é um sintoma de que a união humana em questão está contaminada pelo processo ponerogênico em um grau avançado.
*
Então, sempre que observamos algum membro de um grupo sendo tratado sem distanciamento crítico, embora ele demonstre as anomalias psicológicas familiares para nós, e suas opiniões sendo tratadas como iguais às das pessoas normais, embora sejam baseadas em uma visão das questões humanas caracteristicamente diferente, nós devemos concluir que esse grupo humano está afetado por um processo ponerogênico e, se medidas não forem tomadas, o processo continuará até a sua conclusão lógica. Devemos tratá-lo de acordo com o primeiro critério de ponerologia descrito anteriormente, que mantém sua validade independentemente das características qualitativas e quantitativas de tal associação: a atrofia das faculdades críticas naturais a respeito de indivíduos patológicos se torna uma abertura para as suas atividades e, ao mesmo tempo, um critério de reconhecimento da associação em questão como ponerogênica.
*
Parte desta situação está no limiar do consciente, o que torna ainda mais fácil o dano adicional ao senso comum saudável e às faculdades morais críticas das pessoas. Uma vez que um grupo tenha inalado uma dose suficiente de material patológico para dar origem à crença de que essas pessoas não-tão-normais são GÊNIOS inigualáveis, inicia-se a sujeição dos membros mais normais a uma pressão caracterizada pelos elementos paramorais (pseudo-moral) e paralógicos (falsa lógica) correspondentes.
Para muitas pessoas tal pressão da opinião coletiva impõe um atributo de critério moral; para outros representa um tipo de terror psicológico muito mais difícil de suportar. O fenômeno de contra-seleção ocorre assim nesta fase da ponerização: os indivíduos com um senso de realidade psicológica mais normal saem, depois de entrarem em conflito com o grupo recém modificado. Simultaneamente, os indivíduos com várias anomalias psicológicas juntam-se ao grupo e encontram facilmente um meio de vida ali. Aqueles sentem-se “empurrados para posições contrarrevolucionárias”, e estes podem então retirar suas máscaras de sanidade, cada vez mais freqüentemente.
A ESTRATÉGIA GLOBALISTA"O
Presidente da Comissão Europeia e, portanto, o mais alto político
europeu, apresentou abertamente a estratégia por trás dessa abordagem
antidemocrática no Spiegel já em 1999: “Nós decidimos algo, então
colocamos na sala e esperamos um pouco para ver o que acontece. Se não
houver grandes gritos e revoltas, porque a maioria não entende o
que foi decidido, então continuamos - passo a passo, até que não haja
mais volta ”. Doze anos depois, ele acrescentou: "Quando as coisas ficam
sérias, você tem que mentir." Traduzido do alemão - Expresszeitung
*
Estão
desarmando o povo de seus direitos, tornando-o indefeso, impedido de
reagir. É crime alertar, denunciar, perguntar. Tratamentos e debates
sobre tratamentos são proibidos, especialistas são perseguidos, testemunhos são apagados. A verdade ameaça, a liberdade é perigosa.
A vacina de efeitos duvidosos é ilegalmente tornada obrigatória e é
pretexto para coerção por "cancelamento" de direitos e exclusão social. A
hostilização de uma parte da população contra a outra é incentivada, provocando a desagregação da sociedade, condição para o totalitarismo.
O discurso incoerente da corja revela as PIORES INTENÇÕES, que não
estão sendo desmentidas, mas concretizadas. Esqueceram as lições do nazismo, do comunismo e agora, em nome de um estado de emergência fictício, entregam de bandeja o estado de direito que nos protege realmente. O totalitarismo continua a ser O MAIOR PERIGO.
Há
anos Olavo de Carvalho já nos avisava sobre o pretexto de uma "iminente
catástrofe" global para instalar o governo mundial. Pesquise Olavo de
CarvalhoIRON MOUNTAIN REPORT
Não é só o lobby da farmáfia que está em guerra contra a cloroquina,
mas também os interesses comunoglobalistas em usar a pandemia como uma
catástofre global que impõe a passividade politicamente correta ao povo
diante de medidas autoritárias permanentes, o "novo mormal". Ou seja, a
pandemia, ou o aquecimento global, ou o asteróide X, ou a invasão
extraterrestre, qualquer ameaça global serve para nos tirar direitos e
liberdades e transferir PODER para esses psicopatas. E quanto mais
morrer gente, mais aumenta o medo da população que autoriza o ABUSO DE PODER. https://conspiratio3.blogspot.com/2021/03/olavo-de-carvalho-animais-ecologia.html
Nós fomos avisados: Report From Iron Mountain. Creio que alguns de nós nunca esquecemos o
alerta de Olavo de Carvalho, anos atrás, a respeito deste estudo
globalista para usar calamidades mundiais, reais, fabricadas ou simuladas, para
unir os povos contra um inimigo comum em torno de um poder central. Isso
já seria o start do tão planejado governo global e sua
sociedade totalitária.
O controverso Relatório de Iron Mountain expõe essas possibilidades, agora bem mais verossímeis com o coronavírus. Relembrando:
Report From Iron Mountain "Nos anos 50, grupos globalistas bilionários – os metacapitalistas,
como os chamo, aqueles sujeitos que ganharam tanto dinheiro com o
capitalismo que agora já não querem mais se submeter às oscilações do
mercado e por isso se tornam aliados naturais do estatismo esquerdista –
tomaram a iniciativa de contratar algumas dezenas de intelectuais de
primeira ordem para que escolhessem a vítima das vítimas, alguém em cuja
defesa, em caso de ameaça, a sociedade inteira correria com uma
solicitude de mãe, lançando automaticamente sobre todas as objeções
possíveis a suspeita de traição à espécie humana. Depois de conjeturar
várias hipóteses, os estudiosos chegaram à conclusão de que ninguém se
recusaria a lutar em favor da Terra, da Mãe-Natureza. Foi a partir de
então que os subsídios começaram a jorrar para os bolsos de ecologistas
que se dispusessem a colaborar na construção do mito do planeta ameaçado
pela liberdade de mercado. As conclusões daquele estudo foram
publicadas sob o título de Report from Iron Mountain – a prova viva de
que o salvacionismo planetário é o maior engodo científico de todos os
tempos. O escrito foi publicado anonimamente, mas o economista John
Kenneth Galbraith, do qual não há razões para duvidar nesse ponto,
confirmou a autenticidade do documento ao confessar que ele próprio
fizera parte daquele grupo de estudos e ajudara a redigir as conclusões." https://conspiratio3.blogspot.com/2020/05/coronavirus-maior-operacao-de.html
Olavo de Carvalho
· "Estamos entrando, é óbvio, na Era do Anticristo, que é a Era da
Palhaçada Sangrenta. A engenharia do pânico foi um teste. Não duvidem:
em breve a putada globalista anunciará a invasão marciana, nos moldes
daquela do Orson Welles, e QUEM NÃO ACREDITAR SERÁ CONDENADO COMO
TEÓRICO DA CONSPIRAÇÃO." *
CORONAVÍRUS: A MAIOR OPERAÇÃO de ENGENHARIA SOCIAL e BALDEAÇÃO IDEOLÓGICA - Os interesses dos grandes laboratórios contra a hidroxicloroquina
"Na
luta contra a pandemia do vírus chinês estamos presenciando um
verdadeiro crime contra a humanidade. Trata-se da ocultação e
desmoralização do tratamento com o Protocolo de Marselha, que usa a já
famosa hidroxicloroquina, e que realmente funciona, especialmente se
aplicado no início dos sintomas." https://conspiratio3.blogspot.com/2020/05/coronavirus-maior-operacao-de.html
Eduard Wirths, médico de Auschwitz, estava aficcionado por descobrir a cura do tifo. Fazia experimentos em prisioneiros que no fim do dia estavam exterminados. Tudo bem. Ele não queria salvar pessoas, mas eliminar uma doença. É a lógica nazista que impera na pandemia.
Olavo de Carvalho - "Os
acontecimentos mais básicos dos últimos cinqüenta
anos são: primeiro, a ascensão de elites
globalistas, desligadas de qualquer interesse nacional
identificável e empenhadas na construção não
somente de um Estado mundial mas de uma pseudocivilização
planetária unificada, inteiramente artificial, concebida
não como expressão da sociedade mas como instrumento
de controle da sociedade pelo Estado; segundo, os progressos
fabulosos das ciências humanas, que depositam nas
mãos dessas elites meios de dominação social jamais
sonhados pelos tiranos de outras épocas." http://www.olavodecarvalho.org/semana/091217dc.html
Olavo de Carvalho - "Foi então que um grupo de bilionários criou o plano
estratégico mais maquiavélico da história econômica mundial --
inventaram a fórmula assim resumida ironicamente pela colunista Edith
Kermit Roosevelt (neta de Theodore Roosevelt): “A melhor maneira de
combater o comunismo seria uma Nova Ordem socialista governada por
‘especialistas’ como eles próprios.” Essa idéia espalhou-se como fogo
entre os membros do CFR, Council on Foreign Relations, o poderoso
think tank novaiorquino. A política adotada desde
então por todos os governos americanos (exceto Reagan) para com o
Terceiro Mundo, na base de combater a “extrema esquerda” mediante o
apoio dado à “esquerda moderada”, foi criada diretamente pelo CFR. O
esquema era infalível: se os “moderados” vencessem a parada, estaria
instaurado o monopolismo; se os comunistas subissem ao poder, entraria
automaticamente em ação o Plano B, o capitalismo clandestino. A
“extrema esquerda”, apresentada como “o” inimigo, não era na verdade o
alvo visado, era apenas a mão esquerda do plano. O verdadeiro alvo
era o livre mercado, que deveria perecer sob o duplo ataque de seus
inimigos e de seus “defensores” os quais, usando o espantalho da
revolução comunista, o induziam a fazer concessões cada vez maiores
ao socialismo alegadamente profilático da esquerda “boazinha”. http://www.olavodecarvalho.org/semana/060611zh.html
Olavo de Carvalho - "No entanto, há pelo menos dez anos a ONU já declarou
oficialmente sua intenção de consolidar-se como administração
planetária: “Os problemas da humanidade já não podem ser resolvidos
pelos governos nacionais. O que é preciso é um Governo Mundial. A melhor
maneira de realizá-lo é fortalecendo as Nações Unidas” (Relatório sobre
o Desenvolvimento Humano, 1994).
O
projeto do governo mundial é originariamente comunista (v. Elliot R.
Goodman, O Plano Soviético de Estado Mundial, Rio, Presença, 1965), e os
grupos econômicos ocidentais que se deixaram seduzir pela idéia,
esperando tirar proveito dela, sempre acabaram financiando movimentos
comunistas ao mesmo tempo que expandiam globalmente seus próprios
negócios. As fundações Ford e Rockefeller são os exemplos mais notórios.
Nesses como em outros casos, a contradição entre o interesse econômico
envolvido e as ambições políticas de longo prazo é origem de inumeráveis
ambigüidades que desorientam o observador e, se ele é preguiçoso, o
induzem a não pensar mais no assunto. https://conspiratio3.blogspot.com/2015/11/o-projeto-do-governo-mundial-e.html
Se estivéssemos somando 2+2, saberíamos apontar e expor quem são os MESMOS: os que não querem a liberdade de expressão são os mesmos que não querem transparência eleitoral e aceitam "narrativas" no lugar dos fatos, que são os mesmos que negam tratamento para o C0V1D, que são os mesmos que desejam a vacina duvidosa e obrigatória, o passaport 666 e o lockdown do clima, que são os mesmos que fazem campanha incessante contra Bolsonaro, que são os submissos ao politicamente correto e à ONU, lambem as botas das ditaduras eternas e combatem TUDO o que as sociedades democráticas defendem. Esse grupo, mais organizado que nós, está sempre do mesmo lado em uma discussão. A causa não é apenas o Bolsonaro, ele é só mais uma pedra no sapato da corja. A causa é a agenda totalitária que usa a técnica dos PRETEXTOS para disfarçar seu objetivo inconfessável de concentrar um poder governamental/jurídico/financeiro absoluto.
Liberdade de expressão é arma, e eles precisam retirá-la do povo. Defender a liberdade de expressão é prioridade número UM.
A democracia permite críticas e a diversidade de pensamento, ELA PRECISA DISSO. Só os que não creem em verdade e no conhecimento advindo do confronto de idéias é que não admitem a oposição, a crítica, a diferença e a CORREÇÃO. Para estes, só existem as narrativas e elas têm de ser defendidas com unhas e dentes. Para estes, a mentira útil é a verdade.
Um
mês após os históricos protestos pela liberdade, em Cuba, o regime
estabeleceu, por decreto, uma lei que censura os cidadãos cubanos na
internet prevendo 17 delitos de “cibersegurança”, incluindo divulgação
de "notícias falsas" ("fake news"), mensagens ofensivas às instituições
nacionais, difamação com impacto no prestígio do país etc.
Aonde será que eles buscaram inspiração para isso? Difícil adivinhar?
A
tramóia ultrapassa nossa imaginação e para ter uma noção precisamos
estudar os totalitarismos. Depois de retirados os meios de defesa do povo:
armas, liberdade de expressão, de comunicação, direito de privacidade,
propriedade privada, ir e vir e outros, os totalitários poderão fazer
TUDO, serão donos de tudo e todos e só Deus poderá freá-los. Diz Roger Scruton:
"O
efeito da ideologia marxista é precisamente colocar o Estado comunista
no caminho da dominação. Ninguém acredita que ele deveria dominar, muito
menos aqueles que se desculpam por seus "erros" e "desvios". Nem
qualquer cidadão de um Estado cornunista deseja aumentar seu poder de
forma tão alarmante. Mas ninguém sabe como pará-lo, já que NENHUMA RAZÃO
PARA PARÁ-LO PODE SER PROFERIDA sem penalidade instantânea." (Roger
Scruton)
"Aqueles que não conhecem a história estão fadados a repeti-la." (Edmund Burke)
Liberdade de expressão é arma e eles precisam arrancá-la do povo. Defendê-la é prioridade.
"Defender
ruptura institucional, defender invasão alienígena, defender a banda
calipso, e muito mais, estão dentro da liberdade de expressão. Nada
disso viola a democracia. Nada disso ofende as instituições. Nada disso
coloca em risco essa Atenas maravilhosa construída por Dr. Ulisses. Prender gente por conta disso, sim." Amauri Saad
*
"A busca pela verdade
só é possível em uma discussão livre. Por isso, o regime comunista que a proíbe
é, por força das coisas - uma grande mentira. Ao nos encontrarmos em um
mundo que respeita a liberdade individual e a liberdade de pensamento,
devemos fazer todo o possível para não estreitar os horizontes de pensamento,
mas ampliá-los; não limitar a discussão, mas ampliá-la."
Józef Mackiewicz (Citado no livro 1964 O Elo Perdido).
*
LIVRO "INQUÉRITO DO FIM DO MUNDO" de Cláudia R. de Morais Piovezan - No
livro lançado pela Editora E.D.A.,
juristas brasileiros discutem a maior aberração jurídica da história do
país: o Inquérito 4.781, presidido por Alexandre de Moraes
Livro "SEREIS COMO DEUSES" - STF e a Subversão da Justça - Agentes de Transformação Social - Inquérito do Fim do Mundo
Não
permita nenhum mecanismo estatal de seleção, privilégios e punições
baseado em critérios de poder como: justiça 2 pesos e 2 medidas,
pontuação ou créditos sociais, cancelamentos, cotas politicamente
corretas, censura. Essas medidas evoluem para um novo código moral e
criminal POSTIÇO, que serve a um
controle totalitário desmedido e para atomizar a sociedade. Será a
injustiça institucionalizada, mas
sempre com o nome de justiça.
"Na União Soviética (e regimes comunistas) a população
estava organizada com base em critérios de exclusão e PRIVAÇÕES DOS
DIREITOS CIVIS de acordo com os imperativos ideológicos e tarefas do
desenvolvimento estabelecidos pelo partido. "na União Soviética, houve
cidadãos e cidadãos". Como na Alemanha nazista, os direitos do cidadão
cada vez mais se metamorfosearam numa fronteira entre os pertencentes ao
sistema e os criminalizados, entre o "eu-nacional" e os
"outros-inimigos", como indicador de amigos e inimigos." (Do livro de
Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História)
A
ditadura sob roupagem democrática (que na atualidade se traduz na
juristocracia) é a consequência necessária do desenvolvimento da
democracia liberal. Esse aspecto já era apontado há cem anos pelos
críticos do liberalismo, um rol que incluía desde teóricos "fascistas"
como Carl Schimitt e Francisco Campos, até a doutrina católica.
A
diferença, nessas críticas, estava na solução proposta ao problema:
enquanto para os fascistas a solução era uma ditadura formal
substancialmente democrática em que o líder incorporaria a vontade
popular (em substituição a uma democracia formal substancialmente
ditatorial), para o catolicismo era o respeito ao direito natural, que
pressupunha necessariamente um pluralismo jurídico e, portanto, uma
pluralidade de vozes (submetidas à de Deus) que impediria a ditadura e a
tirania. No fim das contas, é o grande dilema: a liberdade sob a
autoridade humana ou sob a autoridade divina. A tradição cristã sustenta
que esta última é a liberdade verdadeira. https://www.facebook.com/saad.amauri/posts/171682314488887
"Nos
documentos do Vaticano II e na obra do atual magistério papal, o Estado
é um bem instrumental cujo propósito é proteger o florescimento de
outras sociedades que não o próprio Estado."
Ainda sobre a nomeação de um ministro cristão para o STF, é interessante o que diz Santo Agostinho:
“Os
que dizem que a doutrina de Cristo é contrária ao bem do Estado
dêem-nos um exército de soldados tais como os faz a doutrina de Cristo,
dêem-nos tais governadores de províncias, tais maridos, tais esposas,
tais pais, tais filhos, tais mestres, tais servos, tais reis, tais
juízes, tais contribuintes, enfim, e agentes do fisco tais como os quer a
doutrina cristã! E então ousem ainda dizer que ela é contrária ao
Estado! Muito antes, porém, não hesitem em confessar que ela é uma
grande salvaguarda para o Estado quando é seguida.”
(Epist. 138 (al. 5) ad Marcellinum, cap. II, n. 15).
Este
livro foi um dos primeiros a demonstrar como surgiu o mito (que se
transformou em doutrina dominante) da Suprema Corte como intérprete
último da Constituição. Vale a leitura e a reflexão. ROBERT LOWRY CLINTON - MARBURY V. MADISON AND JUDICIAL REVIEW https://www.facebook.com/saad.amauri/posts/150890896568029
Recomendo a todos este extraordinário livro. É simplesmente o que de melhor se escreveu no Brasil sobre o assunto.
A
CIÊNCIA, O AUTORITARISMO CIENTÍFICO E O ATIVISMO JUDICIAL BRASILEIRO::
considerações sobre os reflexos da crise sanitária decorrente do
Covid-19 na saúde, ... instituições democráticas (Direito Livro 1)
Artigo
importante do Prof. Adílson Dallari, publicado hoje no conjur. Fico
muito honrado de, nele, o prof. Adílson fazer referência ao meu trabalho
"Mecanismos constitucionais de superação de crises — quem tem medo do
art. 142?", publicado em 08.06.2020 no portal Migalhas. "Todos são iguais perante a lei, exceto os 11 brasileiros do STF" https://www.conjur.com.br/2020-jun-11/interesse-publico-todos-sao-iguais-lei
Para
quem tiver interesse sobre a história do direito brasileiro, recomendo o
site dedicado à memória do civilista San Tiago Dantas, que
disponibiliza para download toda a obra do autor. Material
interessantíssimo, de grande valor.
"A
liberdade de imprensa, enquanto projeção das liberdades de comunicação e
de manifestação do pensamento, reveste-se de conteúdo abrangente, por
compreender, entre outras prerrogativas relevantes que lhe são
inerentes, o direito de informar, o direito de buscar a informação, o
direito de opinar e o direito de criticar. A crítica jornalística, desse
modo, traduz direito impregnado de qualificação constitucional,
plenamente oponível aos que exercem qualquer atividade de interesse da
coletividade em geral, pois o interesse social, que legitima o direito
de criticar, sobrepõe-se a eventuais suscetibilidades que possam revelar
as pessoas públicas ou as figuras notórias, exercentes, ou não, de
cargos oficiais. A crítica que os meios de comunicação social dirigem às
pessoas públicas, por mais dura e veemente que possa ser, deixa de
sofrer, quanto ao seu concreto exercício, as limitações externas que
ordinariamente resultam dos direitos de personalidade. Não induz
responsabilidade civil a publicação de matéria jornalística cujo
conteúdo divulgue observações em caráter mordaz ou irônico ou, então,
veicule opiniões em tom de crítica severa, dura ou, até, impiedosa,
ainda mais se a pessoa a quem tais observações forem dirigidas ostentar a
condição de figura pública, investida, ou não, de autoridade
governamental, pois, em tal contexto, a liberdade de crítica
qualifica-se como verdadeira excludente anímica, apta a afastar o
intuito doloso de ofender. Jurisprudência. Doutrina. O STF tem
destacado, de modo singular, em seu magistério jurisprudencial, a
necessidade de preservar-se a prática da liberdade de informação,
resguardando-se, inclusive, o exercício do direito de crítica que dela
emana, por tratar-se de prerrogativa essencial que se qualifica como um
dos suportes axiológicos que conferem legitimação material à própria
concepção do regime democrático. Mostra-se incompatível com o pluralismo
de ideias, que legitima a divergência de opiniões, a visão daqueles que
pretendem negar, aos meios de comunicação social (e aos seus
profissionais), o direito de buscar e de interpretar as informações, bem
assim a prerrogativa de expender as críticas pertinentes. Arbitrária,
desse modo, e inconciliável com a proteção constitucional da informação,
a repressão à crítica jornalística, pois o Estado – inclusive seus
juízes e tribunais – não dispõe de poder algum sobre a palavra, sobre as
ideias e sobre as convicções manifestadas pelos profissionais da
Imprensa."
"A
Democracia não existirá e a livre participação política não florescerá
onde a liberdade de expressão for ceifada, pois esta constitui condição
essencial ao pluralismo de ideias, que por sua vez é um valor
estruturante para o salutar funcionamento do sistema democrático. A
livre discussão, a ampla participação política e o princípio democrático
estão interligados com a liberdade de expressão, tendo por objeto não
somente a proteção de pensamentos e ideias, mas também opiniões,
crenças, realização de juízo de valor e críticas a agentes públicos, no
sentido de garantir a real participação dos cidadãos na vida coletiva.
São inconstitucionais os dispositivos legais que tenham a nítida
finalidade de controlar ou mesmo aniquilar a força do pensamento
crítico, indispensável ao regime democrático. Impossibilidade de
restrição, subordinação ou forçosa adequação programática da liberdade
de expressão a mandamentos normativos cerceadores durante o período
eleitoral. Tanto a liberdade de expressão quanto a participação política
em uma Democracia representativa somente se fortalecem em um ambiente
de total visibilidade e possibilidade de exposição crítica das mais
variadas opiniões sobre os governantes. O direito fundamental à
liberdade de expressão não se direciona somente a proteger as opiniões
supostamente verdadeiras, admiráveis ou convencionais, mas também
aquelas que são duvidosas, exageradas, condenáveis, satíricas,
humorísticas, bem como as não compartilhadas pelas maiorias. Ressalte-se
que, mesmo as declarações errôneas, estão sob a guarda dessa garantia
constitucional. Ação procedente para declarar a inconstitucionalidade
dos incisos II e III (na parte impugnada) do artigo 45 da Lei
9.504/1997, bem como, por arrastamento, dos parágrafos 4º e 5º do
referido artigo."
O
STF já decidiu que mesmo manifestações favoráveis a práticas criminosas
estão abrangidas pelo direito constitucional fundamental à liberdade de
expressão (vide julgado abaixo, que trata da "Marcha da Maconha"). A
pergunta que fica é: se se pode defender o tráfico de drogas em público,
por que não se pode criticar o STF e outras autoridades? Pergunta
retórica.
"Marcha
da Maconha". Manifestação legítima, por cidadãos da República, de duas
liberdades individuais revestidas de caráter fundamental: o direito de
reunião (liberdade-meio) e o direito à livre expressão do pensamento
(liberdade-fim). (...) Vinculação de caráter instrumental entre a
liberdade de reunião e a liberdade de manifestação do pensamento. (...) A
liberdade de expressão como um dos mais preciosos privilégios dos
cidadãos em uma república fundada em bases democráticas. O direito à
livre manifestação do pensamento: núcleo de que se irradiam os direitos
de crítica, de protesto, de discordância e de livre circulação de
ideias. Abolição penal (abolitio criminis) de determinadas condutas
puníveis. Debate que não se confunde com incitação à prática de delito
nem se identifica com apologia de fato criminoso. Discussão que deve ser
realizada de forma racional, com respeito entre interlocutores e sem
possibilidade legítima de repressão estatal, ainda que as ideias
propostas possam ser consideradas, pela maioria, estranhas,
insuportáveis, extravagantes, audaciosas ou inaceitáveis. O sentido de
alteridade do direito à livre expressão e o respeito às ideias que
conflitem com o pensamento e os valores dominantes no meio social.
Caráter não absoluto de referida liberdade fundamental (CF, art. 5º, IV,
V e X; Convenção Americana de Direitos Humanos, art. 13, § 5º). A
proteção constitucional à liberdade de pensamento como salvaguarda não
apenas das ideias e propostas prevalecentes no âmbito social, mas,
sobretudo, como amparo eficiente às posições que divergem, ainda que
radicalmente, das concepções predominantes em dado momento
histórico-cultural, no âmbito das formações sociais. O princípio
majoritário, que desempenha importante papel no processo decisório, não
pode legitimar a supressão, a frustração ou a aniquilação de direitos
fundamentais, como o livre exercício do direito de reunião e a prática
legítima da liberdade de expressão, sob pena de comprometimento da
concepção material de democracia constitucional. A função
contramajoritária da jurisdição constitucional no Estado Democrático de
Direito. Inadmissibilidade da "proibição estatal do dissenso".
Necessário respeito ao discurso antagônico no contexto da sociedade
civil compreendida como espaço privilegiado que deve valorizar o
conceito de "livre mercado de ideias". O sentido da existência do free
marketplace of ideas como elemento fundamental e inerente ao regime
democrático (AC 2.695 MC/RS, rel. min. Celso de Mello). A importância do
conteúdo argumentativo do discurso fundado em convicções divergentes. A
livre circulação de ideias como signo identificador das sociedades
abertas, cuja natureza não se revela compatível com a repressão ao
dissenso e que estimula a construção de espaços de liberdade em obséquio
ao sentido democrático que anima as instituições da República. As
plurissignificações do art. 287 do CP: necessidade de interpretar esse
preceito legal em harmonia com as liberdades fundamentais de reunião, de
expressão e de petição. Legitimidade da utilização da técnica da
interpretação conforme à Constituição nos casos em que o ato estatal
tenha conteúdo polissêmico.
[ADPF 187, rel. min. Celso de Mello, j. 15-6-2011, P, DJE de 29-5-2014.]
"A
liberdade de expressão constitui-se em direito fundamental do cidadão,
envolvendo o pensamento, a exposição de fatos atuais ou históricos e a
crítica."
O
chefe do executivo atua, no Brasil, em um ambiente hierárquico, o que
quer dizer que a sua vontade se sobrepõe, em caso de conflito, à de seus
subordinados. O judiciário e os demais órgãos de controle devem
respeitar tal ambiente, sobretudo em razão do princípio da separação de
poderes.
No
meu livro "Do Controle da Administração Pública" (São Paulo: IASP,
2017), que é o resultado da minha tese de doutorado, abordo em detalhes
este assunto.
Considerando
que o tema, por força de uma série de decisões recentes do STF, está
mais atual do nunca, disponibilizo o capítulo 2 do livro, que trata
especificamente do amplo ambiente da hierarquia.
Não
permita nenhum mecanismo estatal de seleção, privilégios e punições
baseado em critérios de poder como: justiça 2 pesos e 2 medidas,
pontuação ou créditos sociais, cancelamentos, cotas politicamente corretas, censura. Essas medidas evoluem para um novo código moral e criminal POSTIÇO, que serve a um
controle totalitário desmedido e para atomizar a sociedade. Será a injustiça institucionalizada, mas
sempre com o nome de justiça.
"Na União Soviética (e em outros regimes comunistas) a população
estava organizada com base em critérios de exclusão e PRIVAÇÕES DOS
DIREITOS CIVIS de acordo com os imperativos ideológicos e tarefas do
desenvolvimento estabelecidos pelo partido. "na União Soviética, houve
cidadãos e cidadãos". Como na Alemanha nazista, os direitos do cidadão
cada vez mais se metamorfosearam numa fronteira entre os pertencentes ao
sistema e os criminalizados, entre o "eu-nacional" e os
"outros-inimigos", como indicador de amigos e inimigos." (Do livro de
Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História)
*
O "direito" de perseguir e matar decorre do direito de
condenar e demonizar adversários (inimigos) e, antes disso, de redefinir
o que é bem e mal, certo e errado, verdade e mentira, com o aval da
população manipulada e acovardada. https://conspiratio3.blogspot.com/p/antiga-tecnica-totalitaria-da.html
*
PONTUAÇÁO SOCIAL PARA CONTROLAR E SEPARAR OS INDIVÍDUOS
TOTALITÁRIOS negam que através da liberdade e do confronto de idéias
chegamos ao conhecimento. Controlar toda a informação, impedir a livre
comunicação entre pessoas é MARCA REGISTRADA dessa gente anticristã.
ELES NÃO SOBREVIVEM SEM CENSURA.
*
DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS FAZEM UMA DITADURA Eles regam algumas plantas e outras não, para que, depois de um
tempo, as favorecidas dominem o jardim. É um método praticado pela
esquerda e pode ser estendido até o extremo do extermínio, como foi
feito na URSS. Fazer parte da patota nefasta é questão de sobrevivência
no comunismo.
"A própria noção de vigilância revolucionária lançou uma linha tênue
entre a exclusão e a eliminação física. No ponto de radicalização da
utopia revolucionária em ação, a obsessão de Lênin e Stálin (e outros
ditadores comunistas) com a limpeza e purificação do "jardim humano", o
foco do comunismo na excisão, metamorfoseou-se em extermínio." "O cerne da matéria era que na União Soviética (assim como em outros
regimes comunistas) a população estava organizada com base em critérios
de exclusão e privações dos direitos civis de acordo com os imperativos
ideológicos e tarefas do desenvolvimento estabelecidos pelo partido.
(...) O princípio do eleito, que era o cerne do da teoria leninista do
sujeito histórico realizando a utopia, refletiu-se nos direitos de
cidadania."
"A própria noção de vigilância revolucionária lançou uma linha tênue
entre a exclusão e a eliminação física. No ponto de radicalização da
utopia revolucionária em ação, a obsessão de Lênin e Stálin (e outros
ditadores comunistas) com a limpeza e purificação do "jardim humano", o
foco do comunismo na excisão, metamorfoseou-se em extermínio."
E, como mostraram Gerlach e Werth no caso da União Soviética, "quanto
mais definida e precisa se tornava a ordem bolchevique sonhada, tanto
maior o número dos que eram excluídos dela à força". Da mesma maneira,
criaram "um mundo de inimigos", e por fim não havia nenhuma outra
solução para a ameaça que esses inimigos imaginados apresentavam do que a
aniquilação física total deles"."
"Jeffrey Herf, por exemplo, argumentou que "a despeito de algumas
exceções, Courtois tem razão: na academia ocidental, os eruditos que
escolhem focalizar os crimes do comunismo eram e continuam a ser uma
minoria, e enfrentam o perigo de bloqueio da carreira se forem rotulados
de direitistas"." Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História *
SOLIDÃO ORGANIZADA
A atomização da
massa na sociedade soviética foi conseguida pelo uso de repetidos
expurgos que invariavelmente precediam o verdadeiro extermínio de um
grupo. A fim de destruir todas as conexões sociais e familiares, os
expurgos eram conduzidos de modo a ameaçarem com o mesmo destino o
acusado e todas as suas relações, desde meros conhecidos até os parentes
e amigos íntimos. A “culpa por associação” é uma invenção engenhosa e
simples; logo que um homem é acusado, os seus antigos amigos se
transformam nos mais amargos inimigos: para salvar a própria pele,
prestam informações e acorrem com denúncias que “corroboram” provas
inexistentes. Em seguida, tentam provar que a sua amizade com o acusado
nada mais era que um meio de espioná-lo e delatá-lo como sabotador,
trotskista, espião estrangeiro ou fascista.
Olavo de CarvalhoComunismo é genocídio. É genocídio na teoria, é genocídio na estratégia,
é genocídio na prática historicamente conhecida e é genocídio nos
métodos atuais com que subsiste em Cuba, se fortalece na China e se
propaga na Colômbia. É genocídio na apologia da violência por Karl Marx,
na técnica leninista do terror sistemático, na arquitetura stalinista e
maoísta do Estado-presídio cuja máxima eficiência, segundo técnicos da
KGB, foi alcançada em Cuba. O comunismo prega o genocídio, justifica o
genocídio, orgulha-se do genocídio e, onde quer que tenha reinado,
sempre viveu do genocídio. Discuti-lo respeitosamente é admitir que
exista o direito moral à propaganda do genocídio.
"Enquanto os esforços para a deformação do senso comum estão em
andamento, os meios de comunicação e o sistema de ensino encarregam-se
de dar por acabada e exitosa a transformação da sociedade. Isto é,
encarregam-se de convencer a todos de que a cartilha vermelha já teria
sido devidamente apreendida pela população e de que os brasileiros
comungariam das mesmas opiniões a respeito de temas como a união
homossexual, legalização do aborto, a liberação das drogas, a
demonização dos valores cristãos e a santificação dos valores
socialistas, etc. A estratégia é eficaz, pois o indivíduo, isolado no pequeno universo
de seu cotidiano, crê que suas ideias são ultrapassadas, dissidentes e
pior, preconceituosas; sente-se divorciado de uma realidade que, com
efeito, existe apenas no universo fantasioso da mídia e do ensino.
Entrementes, o indivíduo vê-se diante de uma dicotomia: o senso comum
que lhe próprio e o senso comum que lhe é impingido."https://web.archive.org/web/20100507051459/http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/10778-o-senso-comum-fraudado.html
Se eles estão insanos, acusam os outros de insanidade. É a regra usual "Xingue-os do que você é."
*
Não basta que o voto seja auditável, a apuração tem de ser pública. Se o povo não pode acompanhar e conferir, a eleição não existe, é teatro. Uma sugestão: CÂMERAS registrando tudo, de todos os ângulos. Porque se a gente bobear, eles não deixam rastro nenhum, não podem nem provar que houve uma eleição.
*
FRAUDE ELEGE PSICOPATAS. E O POVO SERÁ CADA VEZ MAIS EXCLUÍDO DA "DEMOCRACIA"
*
"Só
pessoas prodigiosamente incultas podem ter alguma dificuldade de
compreender que uma eleição presidencial com apuração secreta, sem
transparência nenhuma, é inválida em si mesma, independentemente de
fraudes pontuais terem ocorrido ou não.
O
número de jumentos togados e cretinos de cinco estrelas que, mesmo
opondo-se ao governo, raciocinam segundo a premissa de que a sra. Dilma
Rousseff foi eleita democraticamente em eleições legítimas, premissa que
lhes parece tão auto evidente que não precisa sequer ser discutida,
basta para mostrar que o estado de calamidade política e econômica em
que se encontra o país vem precedido de uma calamidade intelectual
indescritível, abjeta, inaceitável sob todos os aspectos."
Supremas Cortes internacionais: urnas
eletrônicas sem voto impresso, são inconstitucionais. Conforme os juízes
da Corte Alemã, utilizar essas urnas no processo eleitoral, viola o
Princípio da Publicidade, ou o direito básico de uma eleição pública, ao
gerar impedimentos de controle direto do cidadão, como afirmou o
Presidente do Tribunal, ao anunciar a decisão:
GUILHERME FIUZA
- "Deixando claro p/ quem ainda não entendeu: eleição sem voto
auditável é GOLPE. A eleição é presidida pelas mesmas togas q
reabilitaram o criminoso Lula - e foram aos partidos fazer lobby contra o
voto auditável. DEPUTADOS: pensem bem se os senhores querem mesmo
incendiar o país."
OLAVO DE CARVALHO - "Para
o comunolulismo, a fraude eleitoral é a única esperança. É preciso
defendê-la a todo preço contra a idéia fascista do voto auditável."
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Quando
a bandilma foi "eleita", andei buscando e achei uma página com as
regras para a eleição. E ela falava sobre a transparência na apuração.
Não sei se era do TSE ou da Constituição. Mas ela existe.
Se
o povo não pode acompanhar nem conferir, a eleição NÃO EXISTE, é só
aparência, é só teatro, ninguém pode comprovar que aconteceu.