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sábado, 7 de maio de 2022

PUTIN ❤️ STALIN

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O desertor da SVR/KGB Sergei Tretyakov disse ao jornalista Pete Earley,
"Quero alertar os americanos. Como povo, você é muito ingênuo em relação à Rússia e suas intenções. Você acredita que porque a União Soviética não existe mais, a Rússia agora é sua amiga. Não é, e posso mostrar como o SVR está tentando destruir os EUA até hoje e ainda mais do que a KGB fez durante a Guerra Fria."
[x]  https://jrnyquist.blog/2022/07/19/the-inversion-of-jordon-peterson/ 

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As menções freqüentes da mídia ocidental à "máfia russa" só servem para encobrir dois fatos que os estudiosos da área conhecem perfeitamente bem:
1) A máfia russa é o próprio governo russo, e não outra coisa, e o governo russo é a KGB e nada mais.
2) Desde o começo da década de 90 não há mais máfias nacionais em competição sangrenta, mas uma aprazível divisão de trabalho entre organizações criminosas de todos os países, uma autêntica "pax mafiosa" que, por meio do narcotráfico, do contrabando de armas, da indústria dos seqüestros etc., gerou um poder econômico mundial sem similares ou concorrentes imagináveis.

https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1804200509.htm

"O mundo Ocidental como um todo, e os Estados Unidos em particular, se equivocaram seriamente sobre a natureza das mudanças no mundo comunista. Não estamos testemunhando a morte do comunismo, mas uma nova ofensiva estratégica de desinformação." Anatoliy Golitsyn https://conspiratio3.blogspot.com/2018/01/finalmente-republicaram-o-livro.html

"O colapso do Partido Comunista soviético não foi um acidente da História nem um súbito resplandecer da democracia. Ao contrário, foi o resultado de um plano minuciosamente preparado, concebido pela elite do Partido, executado pela direção de um departamento secreto do Comitê Central, o Departamento Internacional." Evgeny Novikov https://conspiratio3.blogspot.com/2022/03/flavio-gordon-o-mito-sobre-o-fim-do.html

Flávio Gordon - A imagem do inimigo que está desaparecendo foi absolutamente necessária à política externa dos Estados Unidos e seus aliados, a destruição desse estereótipo é a arma de Gorbachev. Uma grande guinada foi dada nas relações internacionais e no entanto algumas pessoas não estão prontas para tanto. "A coisa mais terrível que pudemos fazer por enquanto foi tê-los privado da imagem do inimigo."

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O ENGODO DA PERESTROIKA - ANATOLIY GOLITSYN, PROFECIAS DE FÁTIMA E A NOVA ORDEM MUNDIAL  https://conspiratio3.blogspot.com/2013/10/o-engodo-da-perestroika-anatoliy.html

Cornelia Ferreira: The Perestroika Deception Updated https://youtu.be/CpyOYju5cV0

Eucharistic Heresies & the Warnings of Fatima with Cornelia Ferreira  https://youtu.be/VBd5wljkiDQ

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A GUERRA DA RÚSSIA E AS PROFECIAS DE NOSSA SENHORA DE LA SALETTE  https://conspiratio3.blogspot.com/2022/04/a-guerra-da-russia-e-as-profecias-de.html

A Rússia espalhará os seus erros pelo mundo”: aula sobre Fátima e o Comunismo https://youtu.be/GaJcVEz_4EE

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PHVOX - Especial: Fátima, o que ainda não se cumpriu? https://conspiratio3.blogspot.com/2022/03/phvox-especial-fatima-o-que-ainda-nao.html

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A PROFECIA para a RÚSSIA da Beata Elena Aiello  https://youtu.be/CjaPQLmrC3U

A partir de 1949 e no decorrer da década de 50 ela teve o conhecimento profético das calamidades do nosso tempo atual, ela ouviu o Senhor lhe dizer: “A ruína e a morte virão sobre o mundo. Virá um flagelo jamais visto na História da humanidade." https://youtu.be/JPo344nPNFY

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3 DIAS DE TREVAS, Aviso De Grandes Santos https://conspiratio3.blogspot.com/2021/12/3-dias-de-trevas-aviso-de-grandes-santos.html 

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SOBRE OS VIDENTES DE FÁTIMA - Cornelia Ferreira  

quinta-feira, 10 de março de 2022

UM EXEMPLO DE ESTRATÉGIA DA TESOURA - ANATOLIY GOLITSIN

 

"Subjacente a todas essas estratégias, está a quinta: a que trata do programa de desinformação. O elemento mais importante deste programa é a premeditada ruptura sino-soviética, a qual permitiu às duas potências comunistas empreender com sucesso a estratégia da tesoura, isto é, desenvolver políticas externas dualistas e complementares, das quais a íntima coordenação vem sendo ocultada do Ocidente, sem o menor sinal de que este a tenha sequer percebido. É esta estratégia da tesoura que contribuiu significativamente para todas as outras estratégias." 

"Via de regra, os esforços chineses e soviéticos podem ser entendidos não como rivalidades, mas como uma bem coordenada divisão de trabalho que trouxe dividendos para a estratégia comum. Quando existe alguma disputa séria entre dois países do Terceiro Mundo, é possível discernir um padrão nas políticas externas soviética e chinesa, no qual cada um toma posição a favor de um dos lados e adota uma bem definida dualidade em suas políticas. Dualidade entendida como a obtenção simultânea de dois benefícios. Quem quer que ganhe, ganham sempre a política e a estratégia comum. A União Soviética busca aumentar sua influência sobre um dos contendores e a China sobre o outro. 

O exemplo clássico desse padrão é verificado no caso da Índia e do Paquistão. O conflito sino-indiano de 1962 foi provocado pelos chineses. Os soviéticos assumiram uma postura amplamente antichinesa e pró-indiana, a qual lhe granjeou certa afeição e reputação na Índia. À época da irrupção da polêmica pública entre os partidos soviético e chinês, em 1963, uma missão do exército e da força aérea indiana visitou a União Soviética. No ano seguinte, o ministro da defesa indiano foi a Moscou para discutir a cooperação militar soviético-indiana. Outras visitas mútuas de delegações militares tiveram lugar em 1967 e 1968. Em meados dos anos 60, já haviam sido estabelecidas reuniões regulares para consultas sobre problemas de interesse mútuo entre os ministros das relações exteriores da União Soviética e da Índia. 

Os Estados Unidos consideraram a Índia responsável pelo conflito com o Paquistão em 1971, interrompendo a ajuda militar àquela. Os soviéticos fizeram um apelo, pedindo o fim do conflito, mas não obstante, mantiveram seu apoio moral à Índia, pelo qual Indira Gandhi expressou sua gratidão. Um tratado de amizade foi assinado entre a União Soviética e a Índia em agosto de 1971. Um grande influxo de visitantes soviéticos seguiu-se à assinatura do tratado. Em outubro, Firyubin foi à Índia, coincidentemente, no mesmo mês em que Tito lá esteve. Nos três meses seguintes, lá estiveram Kutakhov, chefe da aviação militar soviética e V.V. Kuznetsov, vice-ministro do exterior soviético. 

Em dezembro, a Sra. Gandhi condenou a política americana no Vietnã. Em 1973, foi assinado um acordo entre a Gosplan, a agência soviética de planejamento e a comissão indiana de planejamento. Muito em função da habilidosa exploração soviética do conflito indo-paquistanês, em meados dos anos 70 a tendência na direção de relações cada vez mais estreitas entre a Índia e a União Soviética tornou-se virtualmente irreversível. O breve governo de Morarji Desai não foi capaz de ir contra a maré. As relações indo-soviéticas foram ainda mais fortalecidas pela visita de Brezhnev e suas tratativas com Indira Gandhi em 1981. 

Enquanto os soviéticos reforçavam sua influência sobre a Índia, os chineses faziam o mesmo sobre o Paquistão, utilizando-se das mesmas técnicas de troca de vistas e delegações militares, especialmente entre 1962 e 1967. Quando os Estados Unidos cessaram a ajuda militar ao Paquistão em 1967, os chineses rapidamente preencheram o vácuo. Em 1968, o presidente Yahya Khan e seu ministro do exterior, visitaram a China. A cooperação foi incrementada. Em 1970, Kuo Mo-jo visitou o Paquistão. A essa altura, o Paquistão já se encontrava próximo o suficiente da China para servir de intermediário nos arranjos que levaram à visita de Kissinger à China, em 1971. Bhutto foi recebido por Mao em 1972, após outro conflito com a Índia e a formação de Bangladesh. O conflito resultou na saída do Paquistão da Comunidade Britânica (Commonwealth) e da SEATO. Outras trocas de vistas de alto nível continuaram a ocorrer entre paquistaneses e chineses, a despeito de mudanças no governo do Paquistão. 

Assim como no caso da influência soviética sobre a Índia, a influência chinesa sobre o Paquistão está criando condições para uma aliança entre eles e para uma tomada de controle comunista. Já existe uma situação que pode ser explorada ainda mais pelos movimentos calculados e coordenados de chineses e soviéticos, em conexão, por exemplo, com a intervenção soviética no Afeganistão. A recente postura moderada chinesa tem a intenção de ajudar a construir uma imagem de respeitabilidade da diplomacia de détente chinesa diante dos países industriais avançados e também dos países do Terceiro Mundo. Essa postura é também consistente com o padrão emergente de dualidade sino-soviética; enquanto a União Soviética constrói frentes unidas com nacionalistas contra os Estados Unidos, a China procura seduzir e conduzir os Estados Unidos e outros países conservadores, inclusive estados africanos e asiáticos, para a formação de alianças ardilosas, traiçoeiras e artificiais, tanto com a China mesma como com suas parceiras, mas ostensivamente contra a União Soviética. A China busca penetrar o campo do adversário, não somente sem enfrentar resistência, mas sendo bem recebida como aliada contra o expansionismo soviético, devidamente equipada com tecnologia e armas ocidentais. Na fase atual da política, nem a União Soviética e tampouco a China colocam os partidos comunistas locais como armas estratégicas na vanguarda. Somente quando o objetivo de isolar os Estados Unidos do Terceiro Mundo for atingido, os partidos comunistas locais assumirão o seu lugar, ajustando as contas acumuladas com os nacionalistas que os reprimiram no passado. 

A nova metodologia esclarece a contribuição ao sucesso das estratégias comunistas feita pela divisão de trabalho entre soviéticos e chineses, a qual implica na dualidade coordenada de suas políticas. Nos primeiros anos da détente e parafraseando Lênin, aos chineses foi dada a tarefa de tocar o “terrível contra-baixo”, em contraste com o “violino sentimental” dos soviéticos."

("Meias Verdades, Velhas Mentiras" Anatoliy Golitsyn, primeira edição em 1984)

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"O mundo Ocidental como um todo, e os Estados Unidos em particular, se equivocaram seriamente sobre a natureza das mudanças no mundo comunista. Não estamos testemunhando a morte do comunismo, mas uma nova ofensiva estratégica de desinformação." Anatoliy Golitsyn https://conspiratio3.blogspot.com/2018/01/finalmente-republicaram-o-livro.html

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Eu não sei muito sobre a Ucrânia, mais sei, há muito tempo, que a KGB é a mestra da desinformação. Desinformação não é só uma mentira posta para circular nas esferas-alvo, é uma operação complexa, cara, às vezes longamente preparada, envolvendo várias etapas. 

"Por exemplo, a onda de pânico da mídia européia ante a “ameaça neonazista” na Alemanha cessou quando, com a reunificação do país, os documentos da Stasi vieram à tona, mostrando que os principais movimentos neonazistas na Alemanha Ocidental e até alguns nas nações vizinhas eram fantoches criados e subsidiados pelo governo comunista da Alemanha Oriental para despistar operações de terrorismo e assassinatos políticos (o atentado ao Papa João Paulo II foi um caso típico: leiam The Time of the Assassins de Claire Sterling e Le KGB au Coeur du Vatican, de Pierre e Danièle de Villemarest). " https://olavodecarvalho.org/credibilidade-zero/

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[iii] Edward Jay Epstein, Deception: The Invisible War Between the KGB and CIA (New York: Simon and Schuster, 1989), pp. 97-98.  De acordo com o desertor da KGB Golitsyn, “divisões falsas” no bloco comunista foram usadas para atrair os Estados Unidos para apoiar países comunistas supostamente “independentes” que supostamente estavam em desacordo com Moscou. Após uma palestra em 1958 sobre esse assunto, o presidente da KGB, Shelepin, “deixou escapar que a China seria o candidato perfeito para tal engano”. Depois de trabalhar com a equipe de contra-inteligência da CIA em 1968, Golitsyn encontrou evidências do falso sino-soviético. Mas os especialistas americanos não levaram essa evidência a sério. Sem fazer mais pesquisas, até Epstein concluiu que os especialistas estavam certos e Golitsyn estava errado sobre a divisão sino-soviética. Epstein chegou a essa conclusão por causa da documentada “guerra de fronteira entre tropas chinesas e soviéticas no rio Ussuri”. O que Epstein não conseguiu descobrir foi que um desertor chinês, escrevendo sob o pseudônimo de Yao Ming-le, alegou que o chefe do ELP, Lin Biao, havia encenado a guerra de fronteira sino-soviética em conluio com generais soviéticos. De acordo com Yao, regimentos reais seriam dizimados nesta luta, mas foi – de acordo com Yao – puramente para exibição. A história bizarra do desertor Yao, que pretende esclarecer o mistério da conspiração e morte de Lin Biao, chega perto do cenário de Golitsyn de encenar uma “falsa divisão”. Como explicamos o testemunho de um desertor chinês sobre uma falsa guerra de fronteira sino-soviética? No cenário de Golitsyn, as batalhas teriam sido encenadas como um espetáculo externo para o consumo americano; em outras palavras, enganar o Ocidente para que aceite a cisão sino-soviética como autêntica. No cenário de Yao, as batalhas foram encenadas para enganar Mao (para que o líder do PCC se abrigasse em um bunker onde Lin Biao iria gastá-lo). A história de Yao é inerentemente improvável como uma trama de golpe. Existem maneiras mais fáceis de assassinar e derrubar um líder do que criar uma guerra falsa. Em uma análise mais detalhada, Yao deve ter sido um desertor enviado para dissipar as suspeitas das autoridades dos EUA. Essas suspeitas podem ter surgido de um incidente relacionado à inteligência durante esse período, mencionado nas memórias de Kissinger e Nixon. Um detalhe mais interessante do testemunho de desertores sobre este assunto surgiu em agosto de 1998, quando GRU Coronel Stanislav Lunev me disse que um amigo próximo dele tinha estado no suposto local do acidente de Lin Biao perto de Öndörkhaan Mongólia (Lin Biao ou seus companheiros golpistas – dependendo de qual versão da história você acredita - supostamente tentou fugir para a União Soviética e foi abatido quando o avião entrou no espaço aéreo da Mongólia). De acordo com Lunev, os investigadores soviéticos no local determinaram que todos na aeronave caída haviam sido assassinados antes do voo e colocados a bordo para parecer que estavam tentando chegar à URSS. Uma vez que a União Soviética foi acusada de tentar derrubar Mao Zedong, e as provas fabricadas pretendiam implicar Moscou em um golpe contra Mao, por que as autoridades soviéticas não divulgaram as provas e as usaram para negar envolvimento no suposto golpe? Por que permanecer em silêncio e permitir que o mundo acredite nas falsas alegações chinesas? Novamente, a explicação mais provável nos leva de volta ao cenário de Golitsyn de uma falsa divisão sino-soviética. https://jrnyquist.blog/2022/07/19/the-inversion-of-jordon-peterson/

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LIVROS

A ERA DOS ASSASSINOS — A NOVA KGB E O FENÕMENO VLADIMIR PUTIN https://conspiratio3.blogspot.com/2013/10/a-era-dos-assassinos-nova-kgb-e-o.html

KGB e a Desinformação Soviética - Ladislav Bittman https://livraria.seminariodefilosofia.org/a-kgb-e-a-desinformacao-sovietica

DESINFORMAÇÃO - A PRINCIPAL ARMA COMUNISTA - ION MIHAI PACEPA
https://conspiratio3.blogspot.com/2016/01/desinformacao-livro-de-ion-mihai-pacepaq.html 

ESTRATÉGIA DA TESOURA - ANATOLIY GOLITSIN (livro MEIAS VERDADES, VELHAS MENTIRAS) https://conspiratio3.blogspot.com/2022/03/um-exemplo-da-estrategia-da-tesoura.html  

SUBVERSÃO: teoria, aplicação, e confissão de um método, de Yuri Aleksandrovich Bezmenov

O livro de Natalie Grant intitulado ‘Disinformation: Soviet Political Warfare, 1917-1991’ oferece-nos percepções adicionais. Há um antigo princípio operacional russo: “simular o que não é, dissimular o que existe”.  https://conspiratio3.blogspot.com/2021/08/jeffrey-nyquist-desinformacao-101.html

MAIS EM: https://conspiratio3.blogspot.com/search/label/DESINFORMA%C3%87%C3%83O

 


A ESTRATÉGIA DAS TESOURAS ENTRE PT E PSDB 

5 de agosto de 2002 - A mídia nacional já levou longe demais essa farsa de rotular o tucanato de “direita”, um truque inventado pela esquerda para poder condenar como extremismo e fascismo tudo o que esteja à direita de FHC, ou seja, à direita da centro-esquerda.  

FHC fez mais pelo avanço da revolução comunista no Brasil do que o próprio João Goulart, que ficou só na ameaça. Se, não obstante, seu governo ainda é rotulado de “direitista”, é somente graças a um fenômeno bastante conhecido na mecânica das revoluções: sempre que uma facção revolucionária toma o poder, suas próprias dissensões internas se substituem às divisões de partidos e facções existentes no regime anterior. Assim, por exemplo, após a revolução de 1917, a ala revolucionária menchevique passou a ser atacada pela ala radical como direitista e reacionária. Evidentemente, o sentido de “direita” havia mudado por completo: antes, era ser contra a revolução; agora, era não ser revolucionário o bastante. A diferença entre o caso russo e o brasileiro é que naquele a mudança foi declarada e consciente, ao passo que entre nós ela está proibida de ser mencionada em público.

Um dos elementos primordiais da revolução cultural gramsciana em curso é o lento e inexorável deslocamento de todo o eixo de referência dos debates públicos para a esquerda, de modo a estreitar a margem de direitismo possível e, aos poucos, substituir a direita genuína pela facção direita da própria esquerda ou por algum fanatismo hidrófobo estereotipado e fácil de desmoralizar. O processo deve ser conduzido de maneira tácita e, se alguém o denuncia, negado com veemência. As coisas devem acontecer como se não estivessem acontecendo. Os discordes e recalcitrantes, mais que censurados, são jogados para o limbo da inexistência e se tornam tão deslocados que parecem malucos. https://olavodecarvalho.org/transicao-revolucionaria/

20 de junho de 2002 - O controle da mídia por uma classe ideologicamente homogênea leva inevitavelmente a opinião popular a viver num mundo falso e a rejeitar como loucura qualquer informação que não combine com o estreito padrão de verossimilhança aprovado pelos detentores do microfone.

Quem são esses detentores? Os jornalistas de esquerda continuam se fazendo de coitadinhos oprimidos pelas empresas jornalísticas. Mas o fato é que hoje nenhuma empresa jornalística, do Brasil, dos EUA ou da Europa, se aventura a tentar controlar o esquerdismo desvairado que impera nas redações. A “ocupação de espaços” pela militância esquerdista cresceu junto com o poder da própria classe jornalística, e hoje ambas, fundidas numa unidade indissolúvel, exercem sobre a opinião pública uma tirania mental que só meia dúzia de inconformados ousa desafiar. Quando esse estado de coisas dura por tempo suficiente, mesmo aqueles que o criaram já não se lembram mais de que é um produto artificial: vivem no mundo ficcional que criaram e adaptam para as dimensões dele todas as distinções entre realidade e fantasia, tornadas por sua vez pura fantasia.
Assim, pois, todos já se esqueceram de que o PT e o PSDB foram essencialmente criações de um mesmo grupo de intelectuais esquerdistas empenhados em aplicar no Brasil o que Lênin chamava “estratégia das tesouras”: a partilha do espaço político entre dois partidos de esquerda, um moderado, outro radical, de modo a eliminar toda resistência conservadora ao avanço da hegemonia esquerdista e a desviar para a esquerda o quadro inteiro das possibilidades em disputa. Tendo-se esquecido disso, interpretam o predomínio temporário da esquerda moderada, que eles próprios instauraram para fins de transição, como um efetivo império do “conservadorismo”, e então se sentem –sinceramente — oprimidos e jogados para escanteio no momento mesmo em que sua estratégia triunfa por completo.

Ora, chamar de direitista um governo que dissemina a pregação marxista nas escolas, que premia como heróis nacionais os terroristas pró-Cuba da década de 70 e que respalda com verbas milionárias a agitação armada do MST é, evidentemente, alucinação, mas essa alucinação tornou-se o único critério vigente de realidade, impossibilitando a percepção de tudo o mais. https://olavodecarvalho.org/imperio-do-fingimento/

 

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03 de agosto de 2002 - Desde seus fundadores, Sidney e Beatrice Webb, o fabianismo nunca passou de um instrumento auxiliar da revolução marxista, incumbido de ganhar respeitabilidade nos círculos burgueses para destruir o capitalismo desde dentro. Os conservadores ingleses diziam isso e eram ridicularizados pela mídia, mas a abertura dos Arquivos de Moscou provou que o mais famoso livro do casal não foi escrito pelo marido nem pela esposa, mas veio pronto do governo soviético.

A articulação dos dois socialismos era chamada por Stalin de “estratégia das tesouras”: consiste em fazer com que a ala aparentemente inofensiva do movimento apareça como única alternativa à revolução marxista, ocupando o espaço da direita de modo que esta, picotada entre duas lâminas, acabe por desaparecer. A oposição tradicional de direita e esquerda é então substituída pela divisão interna da esquerda, de modo que a completa homogeneinização socialista da opinião pública é obtida sem nenhuma ruptura aparente da normalidade. A discussão da esquerda com a própria esquerda, sendo a única que resta, torna-se um simulacro verossímil da competição democrática e é exibida como prova de que tudo está na mais perfeita ordem. https://olavodecarvalho.org/a-mao-de-stalin-esta-sobre-nos/

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15 de junho de 2003 - Desde 1988 cada novo governo está um pouco mais à esquerda, fechando o SNI, engordando o MST, premiando terroristas com verbas oficiais, endossando uma a uma todas as exigências “politicamente corretas”, difundindo propaganda marxista pelas escolas, etc. etc. Em vez de alegrar-se com isso, os esquerdistas ficam cada vez mais irritados e seu discurso mais violento. A escalada da brutalidade verbal, com o sr. Caio César Benjamin mandando o presidente “se f…r”, mostra que o esquerdismo se torna tanto mais prepotente quanto mais vitorioso, que nada pode safisfazê-lo senão a obediência total e incondicional, que cada concessão, em vez de aplacá-lo, só excita ainda mais sua fome de poder absoluto.

Inspirada pela fórmula leninista da “estratrégia das tesouras”, a esquerda cresce por cissiparidade, ou esquizogênese, dividindo-se contra si mesma para tomar o lugar de quaisquer concorrentes possíveis, que hoje se reduzem a quase nada.

Quem domina o centro, domina o conjunto. A esquerda inventa sua própria direita, criminalizando e excluindo do jogo todas as demais direitas imagináveis. Uns anos atrás, tornou-se feio estar à direita de FHC. Agora é impensável estar à direita de Lula. A política nacional inteira já não é senão um subproduto da estratégia esquerdista, realizando a fórmula de Gramsci, de que o Partido deve imperar sobre toda a sociedade, não com uma autoridade externa que a oprima ostensivamente, mas com a força invisível e onipresente de uma fatalidade natural, de “um imperativo categórico, um mandamento divino” (sic). https://olavodecarvalho.org/a-clareza-do-processo/

Quantas vezes será preciso explicar que não se leva um país ao comunismo por meio da propaganda direta, simples e unívoca, e sim através da inteligente manipulação dos conflitos por meio do que Lênin chamava “estratégia das tesouras”? https://olavodecarvalho.org/namoro-com-o-genocidio/


4 de dezembro de 2004 - O diálogo entre Christovam Buarque e Fernando Henrique Cardoso em Providence, EUA, gravado pelo próprio Buarque e publicado pela repórter Lydia Medeiros em http://oglobo.globo.com/jornal /pais/147246986.asp, é um documento de excepcional importância para a compreensão do que vem acontecendo e do que está para acontecer neste país. Seu conteúdo é de uma clareza estonteante. Nele os dois líderes admitem que seus partidos têm os mesmos objetivos, a mesma ideologia e até a mesma estratégia, não havendo entre eles outra disputa senão a do poder puro e simples, a da primazia no comando de um processo que em ambos os casos vai na mesma direção. Anos atrás, escrevi que a partilha do espaço eleitoral entre PT e PSDB correspondia à “estratégia das tesouras” preconizada por Lênin: à absorção de todas as correntes numa disputa insubstantiva, de modo que a ideologia comum, protegida por trás de um simulacro verossímil de concorrência democrática, ficasse a salvo de qualquer ataque mais sério. Para os que não são capazes de tirar conclusões dos fatos e só se convencem diante de uma confissão explícita, aí está o que pediam. https://olavodecarvalho.org/sindrome-do-piu-piu/


4 de setembro de 2006 - OLAVO DE CARVALHO – Quando essa gangue uspiana começou a “campanha pela ética na política”, uma década e meia atrás, já anunciei que era tudo uma empulhação destinada a entregar o poder total à esquerda, usando e prostituindo a indignação moral do povo com os miúdos corruptos da época para encobrir a montagem da maior máquina de corrupção de todos os tempos.
Os tucanos estão hoje com choradeira, mas eles são amplamente culpados pela ascensão do petismo, do qual foram cúmplices na “estratégia das tesouras” calculada para suprimir da política todas as demais correntes e dividir o bolo entre os dois partidos nascidos da USP. O que quer que venha da boca de Chauis e Giannottis é sempre camuflagem, pose, hipocrisia. Essa gente já deveria estar embalsamada faz muito tempo em alguma espécie de IML intelectual. Cansei de ouvir besteira. “Intelectual de esquerda”, seja tucano, petista ou qualquer outra porcaria, tem para mim a confiabilidade de uma nota de R$ 32.
A USP sempre foi o templo da vigarice intelectual, e o sujeito que começa com safadeza no campo das idéias acaba sempre inventando algum mensalão para se remunerar do esforço de embrulhar a platéia. Os tucanos ainda podem se redimir do mal que fizeram. A carta de 7 de setembro do ex-presidente Fernando Henrique é um bom começo, mas é preciso um arrependimento mais fundo e uma tomada de posição mais clara.
Não adianta querer um “choque de capitalismo” quando ao mesmo tempo se cortejam “movimentos sociais” cujos programas “politicamente corretos” exigem sempre maior controle estatal da sociedade. Um capitalismo assim acaba virando capitalismo chinês. https://olavodecarvalho.org/usp-e-templo-de-vigarice/

7 de junho de 2011 - Existe alguma diferença entre o PT e o PSDB, ou eles são farinha do mesmo saco como se diz no linguajar popular?

Carvalho – Não são bem farinha do mesmo saco, são as duas lâminas opostas e complementares daquilo que Lênin chamava “a estratégia das tesouras”. Cortam por lados opostos, mas produzem uma figura planejada em comum. Veja, por exemplo, essa campanha obscena do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em favor da liberação das drogas. Dirigindo a questão para os aspectos jurídicos e econômicos mais gerais e abstratos, ele camufla o resultado político concreto que a liberação das drogas produzirá fatalmente: a ascensão das Farc à condição de empresa multinacional legítima e partido político legalmente constituído. Isso é a coisa mais clara do mundo. Liberado o comércio de drogas, quem dominará o mercado senão aqueles que já têm o controle absoluto da produção, da distribuição e dos pontos de venda? Transformar-se em empresa e partido, com uma via aberta para a conquista legal do poder, sempre foi o objetivo permanente das Farc, porque guerrilhas, por definição, não visam a uma vitória militar, e sim a uma vitória política. Dar-lhes essa vitória é o objetivo comum do governo e dessa oposição farsesca personificada em Fernando Henrique Cardoso. Não esqueça que PT e PSDB nasceram do mesmo grupo intelectual uspiano que agora domina o cenário político por dois lados. https://olavodecarvalho.org/barack-obama-e-um-semi-analfabeto/

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PT e PSDB são os dois grandes pilares do esquerdismo nacional, Se um cai, o outro não se sustenta. Ambos nos impuseram a "Nova República", o MST, o abortismo, a ideologia de gênero, a propaganda comunista nas escolas, a destruição da educação nacional, a paparicação dos criminosos, a beatificação dos terroristas, o desarmamento civil, a tolerância para com o narcotráfico etc. Segundo o próprio FHC, não têm divergências ideológicas, brigam apenas pela partilha de cargos, e nenhum dos dois pretende que isso mude no mais mínimo que seja.
https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/627380474080697

SOCIALISMO FABIANO E SOCIALISMO MARXISTA
O socialismo fabiano distingue-se do marxista porque forma quadros de elite para influenciar as coisas desde cima em vez de organizar movimentos de massa.
A articulação dos dois socialismos era chamada por Stalin de “estratégia das tesouras”: consiste em fazer com que a ala aparentemente inofensiva do movimento apareça como única alternativa à revolução marxista, ocupando o espaço da direita de modo que esta, picotada entre duas lâminas, acabe por desaparecer.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/08032002globo.htm

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O. CARVALHO – Esquerda é toda corrente que legitima suas pretensões ambiciosas em nome de um futuro hipotético. Direita é quem legitima promessas modestas com base na experiência passada. https://olavodecarvalho.org/usp-e-templo-de-vigarice/ 

 


terça-feira, 8 de março de 2022

CONEXÃO KGB - Os Filhos de Putin: a Rússia e o Foro de S. Paulo - Espionagem e Desinformação Russa no Governo Brasileiro

FILHOS DO PUTIN https://youtu.be/67Zuo269VSc?t=2936

DESINFORMAÇÃO DO CANAL ARTE DA GUERRA de Robinson Farinazzo (comunista?) - Putin não fez menção à Amazônia  https://youtu.be/67Zuo269VSc?t=5301

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ROBINSON FARINAZZO desinformante russo https://youtu.be/k90yj9laOdo?t=843

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Parece que Olavo de Carvalho é a vacina contra essa falácia de que Putin é uma opção. Quem não segue Olavo, cai na armadilha direitinho. Olavo de Carvalho dá uma amostra da noção de MAL, recupera a noção de VERDADE, que é o principal anticorpo do sistema imunológico psíquico, e a PERCEPÇÃO, que que costuma andar desativada pelo relativismo.  

Os olavistas costumam estar mais alertas e saber identificar de pronto, dentro do arsenal comunodiabólico, o modus operandi aplicado em cada momento.

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O desertor da SVR/KGB Sergei Tretyakov disse ao jornalista Pete Earley,
"Quero alertar os americanos. Como povo, você é muito ingênuo em relação à Rússia e suas intenções. Você acredita que porque a União Soviética não existe mais, a Rússia agora é sua amiga. Não é, e posso mostrar como o SVR está tentando destruir os EUA até hoje e ainda mais do que a KGB fez durante a Guerra Fria."
[x]  https://jrnyquist.blog/2022/07/19/the-inversion-of-jordon-peterson/ 

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"Não se enganem. O atual conflito beneficiará ambos os blocos de poder. Os esotéricos eurasianos terão a ampliação de sua zona de influência, mas os globalistas terão justificativas para o uso de tecnologia e ciência de controle e perseguição que desejavam e que a pandemia representou uma primeira tática para a implementação."

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Debate entre Olavo de Carvalho e Aleksandr Dugin - Leitura e comentários – Olavo de Carvalho https://youtu.be/aXOrsPKnRvI

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O livro "O retorno da santa Rússia", de Gary Lachman, não deixa dúvidas de quais são as ideias que impulsionam a Rússia àquilo que Dugin chama de "império do fim", um período de mil anos de reinado russo em que os czares sanctos abençoarao o mundo com sua era de hierarquia e poder espiritual. Uma maravilha que alguns católicos carentes de figura paterna já estão doidos pra abraçar. https://www.facebook.com/cristian.derosa.14/posts/10226210462026581

Muita gente preocupada em tomar o lado certo dessa guerra. Mas se esquecem de que não sabem muito sobre cada lado para isso. Há quem condene o Putin porque não sabe o tamanho do problema globalista e o vê pelas categorias simplistas da mídia com seus chavões pacifistas. Há quem prefira condenar apenas os globalistas porque estudou isso até agora e absolutamente nada sobre a ideologia russa do século XXI, vendo Putin apenas pelo seu discurso expresso em algumas ações contra seus adversários ocidentais. De qualquer forma, para essas pessoas qualquer adesão está errada. https://www.facebook.com/cristian.derosa.14/posts/10226207412750351

A falácia do "mundo multipolar", discurso ideológico que seduz até os mais ocidentalizados decepcionados com o Ocidente, é nada mais que uma via de mão única para a troca da unipolaridade globalista pela unipolaridade russa. https://www.facebook.com/cristian.derosa.14/posts/10226202881717078

É fácil dizer, por exemplo, que o Tratado de Versalhes humilhou excessivamente a Alemanha, causando e provocando a vingança que deu origem à Segunda Guerra. Mas ninguém acha que isso seria razão suficiente para tomar partido dos nazistas. https://www.facebook.com/cristian.derosa.14/posts/10226202219740529 

Dugin ficou tão paranoico com a teoria de Mackinder que resolveu invertê-la e pregar o contrário: um avanço da eurásia sobre as potências marítimas, cujos maiores representantes são Reino Unido e EUA. https://www.facebook.com/cristian.derosa.14/posts/10226202159059012

Aldo Rebelo (PCdoB), nome de grande influência nas Forças Armadas que estão no governo, tem feito parte do grupo de duguinistas brasileiros, com palestras e muitos elogios. Um homem do Foro de São Paulo, que já domina a mente de altas esferas militares. https://www.facebook.com/cristian.derosa.14/posts/10226202122338094

Os alertas de Olavo de Carvalho sobre o duguinismo e o eurasianismo foram muito claros e não deixam dúvidas. Mas bastou um mês de sua morte para que muitos alunos se vejam perdidos sobre esse assunto ou simplesmente agora revelam que sempre acharam o professor um lunático e decidiram pôr as garras para fora. Infelizmente, o duguinismo, direta ou indiretamente, já está dominando altas esferas do poder no Brasil e uma considerável parcela de conservadores desinformados. Tudo o que pude fazer desde o debate entre Dugin e Olavo foi estudar o assunto antevendo este momento. Achei realmente que os alertas do professor teriam sido suficientes. https://www.facebook.com/cristian.derosa.14/posts/10226202114697903

O pessoal pensa que influência de Dugin é tipo ele entrar a hora que quiser no Kremlin, dar umas ordens pro Putin e sair. Ele não precisa fazer isso, coordena agentes pelo mundo inteiro conquistando gente fraca ao redor do mundo para abraçarem a promessa de um mundo ideal e totalitário "anti-modernista". https://www.facebook.com/cristian.derosa.14/posts/10226197679027014

A influência assumidamente pós-moderna de Dugin não é à toa. A China, parceira da Rússia, também investe há anos no seu totalitarismo neomaoista hightech transumanista. A diferença é que a China persegue cristãos e a Rússia os engana.   https://www.facebook.com/cristian.derosa.14/posts/10226197661946587 

A Rússia invadiu e dominou a Chechênia depois que o Kremlin armou um ataque terrorista de falsa bandeira na Rússia para acusar os chechenos e justificar a invasão. https://www.facebook.com/cristian.derosa.14/posts/10226197502182593 

Quando os russos dizem que nós, ocidentais, perdemos o senso de hierarquia e que eles virão restaurá-lo, o que vocês entendem? É óbvio: eles estão no topo da hierarquia e só nos cabe obedecer. https://www.facebook.com/cristian.derosa.14/posts/10226189501662585

Durante a Segunda Guerra, contra o nazismo estavam os mesmos atores globalistas. Será então que devíamos ter ficado ao lado de Hitler? Evidente que parte do próprio globalismo atual estava com a Alemanha e a outra parte não. Mas grande parte do "racha" na direita por causa dessa guerra é consequência da falta de capacidade para identificar a propaganda russa, ao passo que vivemos cotidianamente sob o império globalista. O direitista médio quer um sistema, um governo ou uma ideologia que o salve da tempestade em que vive. https://www.facebook.com/cristian.derosa.14/posts/10226186899037521

Parece bizarro querer chamar os dois blocos de poder de nazistas. Mas isso não tem nada de absurdo. São duas faces da mesma moeda. Os globalistas ficaram com a parte científica, a fachada racionalista que esconde o messianismo iluminista da modernidade. Do outro, a parte ocultista do nazismo sob uma fachada de crítica à modernidade. Coincidência ou não, o nazismo se julgava mesmo o ápice das duas coisas: do iluminismo e da sua superação. Agora eles se dividem para nos confundir. https://www.facebook.com/cristian.derosa.14/posts/10226183481512085

Nacional bolchevismo, criado por Dugin e Limonov em 1994. Após ajustes estéticos que inseriram o ocultismo da estrela do caos por Dugin, hoje a ideologia é a oficial do Kremlin. https://www.facebook.com/cristian.derosa.14/posts/10226183458831518

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"Preparem-se. Nos próximos anos a desordem do mundo atingirá o patamar da alucinação permanente e por toda parte a mentira e a insanidade reinarão sem freios. Não digo isso em função de nenhuma profecia, mas porque estudei os planos dos três impérios globais e sei que nenhum deles tem o mais mínimo respeito pela estrutura da realidade. Cada um está possuído pelo que Eric Voegelin chamava "fé metastática", a crença louca numa súbita transformação salvadora que libertará a humanidade de tudo o que constitui a lógica mesma da condição terrestre. Na guerra ou na paz, disputando até à morte ou conciliando-se num acordo macabro, cada um prometerá o impossível e estreitará cada vez mais a margem do possível. A Igreja Católica é a única força que poderia, no meio disso, restaurar o mínimo de equilíbrio e sanidade, mas, conduzida por prelados insanos, vendidos e traidores, parece mais empenhada em render-se ao espírito do caos e fazer boa figura ante os timoneiros do desastre. No entanto, no fundo da confusão muitas almas serão miraculosamente despertadas para a visão da ordem profunda e abrangente que continua reinando, ignorada do mundo. Muitas consciências despertarão para o fato de que o cenário histórico não tem em si seu próprio princípio ordenador e só faz sentido quando visto na escala da infinitude, do céu e do inferno. Essas criaturas sentirão nascer dentro de si a força ignorada de uma fé sobre-humana e nada as atemorizará."
Olavo de Carvalho 2013 

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LIVRO -  Cristian Derosa "Fanáticos por poder: Esquerda, globalistas, China e as reais ameaças por trás da pandemia"

Publicados desde o início do que se chamou de “pandemia” do vírus chinês, os textos buscam indicar possíveis respostas para as transformações e crises mundiais que vêm acelerando o processo de centralização política internacional e para seus reflexos no Brasil.

O critério que guiou a seleção destes textos foi a explicação didática da situação presente, suas possibilidades futuras e planos de agentes históricos. O livro traz uma abordagem específica sobre cada um dos blocos que concorrem pelo poder global, buscando situar o leitor no contexto relativo à pergunta feita no século passado pelo filósofo espanhol Ortega y Gasset, “quem manda no mundo?”, em uma reflexão livre a partir dos agentes históricos elencados pela teoria da ação histórica exposta pelo filósofo Olavo de Carvalho.

https://livraria.estudosnacionais.com/fanaticos-por-poder?search=CRISTIAN%20DEROSA

 



quarta-feira, 2 de março de 2022

FLÁVIO GORDON: o mito sobre o fim do comunismo - A perestroika destinava-se muito mais a transformar a situação política no Ocidente do que na URSS.

 

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TRANSCRIÇÃO DO VÍDEO EM https://otambosi.blogspot.com/2020/05/globalismo-e-comunismo-parte-2.html

ESTRATÉGIA DE DESINFORMAÇÃO A PARTIR DE https://youtu.be/ev-52O0x76c?t=570 :

"O colapso do Partido Comunista soviético não foi um acidente da História nem um súbito resplandecer da democracia. Ao contrário, foi o resultado de um plano minuciosamente preparado, concebido pela elite do Partido, executado pela direção de um departamento secreto do Comitê Central, o Departamento Internacional." Evgeny Novikov

BAIXEM A GUARDA, NÃO HÁ INIMIGOS: Flávio Gordon - A imagem do inimigo que está desaparecendo foi absolutamente necessária à política externa dos Estados Unidos e seus aliados, a destruição desse estereótipo é a arma de Gorbachev. Uma grande guinada foi dada nas relações internacionais e no entanto algumas pessoas não estão prontas para tanto. "A coisa mais terrível que pudemos fazer por enquanto foi tê-los privado da imagem do inimigo." 

GORBACHEV - “O futuro da humanidade não será definido pela oposição entre capitalismo e socialismo. Foi essa dicotomia que criou a divisão da comunidade mundial e toda a série de conseqüências catastróficas. Devemos encontrar um paradigma que integre todas as realizações do espírito e das ações humanas, sem nos ater à ideologia ou ao movimento político no qual se originam. Esse paradigma só pode se apoiar em valores comuns que a humanidade desenvolveu ao longo dos séculos. A busca por um novo paradigma deveria ser a busca por uma síntese daquilo que é comum e une os povos, os países e as nações, e não daquilo que os divide” (Mikhail Gorbachev, Em Busca de um Novo Começo: desenvolvendo uma nova civilização, 1995). https://otambosi.blogspot.com/2020/05/globalismo-e-comunismo-parte-2.html

"O mundo Ocidental como um todo, e os Estados Unidos em particular, se equivocaram seriamente sobre a natureza das mudanças no mundo comunista. Não estamos testemunhando a morte do comunismo, mas uma nova ofensiva estratégica de desinformação." Anatoliy Golitsyn https://conspiratio3.blogspot.com/2018/01/finalmente-republicaram-o-livro.html 

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TRANSCRIÇÃO DO VÍDEO EM https://otambosi.blogspot.com/2020/05/globalismo-e-comunismo-parte-2.html

Em The Perestroika Deception (1995), que dá continuidade à obra anterior, a explicação sobre o papel da KGB na elaboração da perestroika é aprofundada. Como explica Golitsyn – integrante do pequeno círculo de executores do plano e, portanto, testemunha ocular da história –, no final dos anos 1950, o então chefe da KGB Alexander Shelepin foi mentor de uma importante mudança de orientação no serviço secreto soviético, com a criação de uma espécie de “KGB dentro da KGB”. Tendo sido fortemente direcionada à repressão interna nos tempos de Stalin, a KGB devia agora, por meio de sua novíssima facção, converter-se numa arma política muito mais sofisticada, com ênfase na desinformação voltada para o público externo, e com o objetivo precípuo de influenciar processos de decisão nos países ocidentais. Em particular, Shelepin pretendia projetar internacionalmente uma imagem de fragilidade do bloco soviético.

A estratégia foi parcialmente admitida pelo acadêmico soviético Georgy Arbatov, um dos idealizadores da perestroika, e citado por Golitsyn: “A imagem do inimigo que está desaparecendo foi absolutamente necessária à política externa e militar dos Estados Unidos e seus aliados. A destruição desse estereótipo é a arma de Gorbatchev... Uma grande guinada foi dada nas relações internacionais, e, no entanto, algumas pessoas não estão prontas para tanto... A coisa mais terrível que nós pudemos fazer por enquanto foi tê-las privado da imagem do inimigo”.

O conceito de “imagem do inimigo” também aparece em Eduard Shevardnadze, chanceler sob o governo de Gorbachev, e talvez o principal mentor intelectual da perestroika. Ele escreve em L’avenir s’Écrit Liberté (1991): “A ‘imagem do inimigo’ havia invadido a consciência de milhões de pessoas em todas as partes do mundo. Apagar, destruir essa ‘imagem’ é talvez o objetivo mais importante num contexto de evolução mundial, no qual se aproximam e se erguem à máxima altura os autênticos inimigos da humanidade que são a guerra nuclear, a catástrofe ecológica ou a desintegração do sistema econômico mundial”.

Como veremos no artigo da semana que vem, da perspectiva comunista, o abandono do comunismo tradicional em favor do globalismo é parte essencial do esforço estratégico de desfazer no Ocidente essa “imagem do inimigo”. Portanto, o que acabou ali na virada da década de 1980 para a de 1990 foi menos o comunismo do que a sua “imagem” habitual, a partir do que o inimigo do inimigo ficou desorientado. Auxiliada pela auto-ilusão liberal-conservadora descrita no início deste artigo, a estratégia foi um sucesso.

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A perestroika destinava-se muito mais a transformar a situação política no Ocidente do que na URSS.

As informações a seguir estão no livro EUSSR: The Soviet Roots of European Integration (2004), do escritor e dissidente soviético Vladimir Bukovsky, quem o The New York Times qualificou certa vez como “herói de proporções lendárias no movimento dissidente soviético”. Junto com o advogado Pavel Stroilov, coautor do livro, Bukovsky teve acesso aos arquivos do Politburo soviético em Moscou, de onde extraiu os dados, até então confidenciais, que serviram de base para a obra. 

3 de maio de 1989, o ministro espanhol de Relações Exteriores, Francisco Fernández Ordóñez, já havia se encontrado com Gorbachev em Moscou, a quem dissera o seguinte: “O sucesso da perestroika significa uma única coisa – o sucesso da revolução socialista nas condições contemporâneas”. E reforçou: “O sucesso das ideias do socialismo na comunidade mundial contemporânea depende do sucesso da perestroika”. 

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Os encontros com os socialistas espanhóis haviam se dado no contexto da nova política soviética de aproximação com a Europa Ocidental, decidida pelo Politburo em reunião de 26 de março de 1987, e sintetizada por Gorbachev no lema “abraçar para sufocar”. Nos altos escalões da Nomenklatura, o projeto já havia recebido o nome de propaganda que, dali a dois anos, o último líder soviético apresentaria ao mundo em discurso famoso na Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa: a “Casa Comum Europeia”.

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Em 6 de julho de 1988, no discurso secreto para seus camaradas do Pacto de Varsóvia (o mesmo no qual detalhou o plano da “Casa Comum Europeia”), Gorbachev elaborou o famigerado conceito de “imagem do inimigo” – que, como vimos no artigo da semana passada, começou a ser repetido pelos principais formuladores da perestroika, a exemplo de Georgy Arbatov e Eduard Shevardnadze: “Em primeiro lugar, a nova imagem do socialismo enfraquece os argumentos tradicionais dos círculos direitistas no Ocidente, usualmente baseados na imagem do inimigo – o ‘monstro totalitário’ socialista. Abertamente hostil ao socialismo, o front conservador, fortalecido no Ocidente no início dos anos 1980, começa a decair”.

A julgar pelo discurso, a perestroika destinava-se muito mais a transformar a situação política no Ocidente do que na URSS. Seu objetivo precípuo era o de “permitir que o socialismo possa moldar a política mundial mais ativa e amplamente, influenciá-la de maneira mais efetiva e estimular mudanças positivas no ambiente global”. A ideia de “Casa Comum Europeia” – na qual Gorbachev insiste até hoje – inseria-se nesse projeto de moldar a política mundial, e se aproximava muito da utopia pan-europeia dos entusiastas da União Europeia (UE). Como afirmou Pascal Lamy, ex-diretor-geral da OMC e ex-presidente da Comissão Europeia: “Dentre tantas tentativas de integração regional, a UE permanece sendo o laboratório da governança internacional – o lugar onde a nova fronteira tecnológica da governança internacional está sendo testada”. Noção similar já havia sido expressa por Jean Monnet, o grande mentor intelectual do projeto europeu: “As nações soberanas do passado já não podem fornecer um quadro de referência para a resolução de nossos problemas presentes. E a comunidade europeia, ela mesma, não é mais que um passo rumo às formas organizacionais do mundo de amanhã”.

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O problema é que alguns aspectos decisivos dessa utopia kantiana de integração e “paz perpétua” foram omitidos dos discursos públicos de homens como Gorbachev, Mitterrand e González. À época, quase ninguém foi informado, por exemplo, de que as estruturas europeias em comum seriam baseadas não apenas na Comunidade Econômica Europeia (CEE), mas também na organização econômica do Pacto de Varsóvia: o Conselho de Assistência Econômica Mútua (CAEM). E, dado que a URSS era o membro mais forte do CAEM, claro está que se tornaria o grande chefe da “Casa Comum Europeia” – a qual, portanto, estava destinada fatalmente a ser uma casa socialista.

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Tinha início aí, entre a Nomenklatura soviética e as elites política e financeira do Ocidente (e não apenas as de inclinação socialista), uma complexa convergência destinada a construir, sempre de cima para baixo, o mundo pós-Guerra Fria. Pois, se nos altos círculos do Politburo, a avaliação era a de que o comunismo precisava do know-how tecnocientífico e econômico do Ocidente, a elite globalista ocidental estava fascinada, por assim dizer, com a “tecnologia” de controle político e social, bem como de homogeneização das consciências, desenvolvida com maestria pelas castas dirigentes comunistas.

O grande problema é que, enquanto as nações ocidentais rumavam para transformações drásticas e irreversíveis em sua cultura política, o comunismo soviético adaptava-se para continuar o mesmo. Se, como veremos no próximo artigo, a “imagem do inimigo” projetada internacionalmente por Gorbachev e camaradas era novinha em folha, o inimigo em si, vetusto, seguia fiel às suas mais caras tradições.

https://otambosi.blogspot.com/2020/06/globalismo-e-comunismo-parte-3.html

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A NOVA IMAGEM DO INIMIGO

No final dos anos 1980, o historiador Anatoly Chernyaev ocupava o cargo de assessor de política externa de Mikhail Gorbachev. Nessa condição, ele foi um dos grandes responsáveis pela nova “imagem do inimigo” – mais 'democrática' e 'liberal' – projetada internacionalmente pelos soviéticos. A partir de 2004, Chernyaev começou a doar parte de seus diários pessoais para o Arquivo de Segurança Nacional da Universidade George Washington.

https://otambosi.blogspot.com/2020/06/globalismo-e-comunismo-parte-5.html

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MAIS EM 

Globalismo e comunismo (Parte 1)

Globalismo e comunismo (Parte 2)

Globalismo e comunismo (Parte 3)

Globalismo e comunismo (Parte 4)

Globalismo e comunismo (Parte 5)

Comunismo e globalismo (Parte 6)

https://otambosi.blogspot.com/search?q=PERESTROIKA

 

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Desertor: Comitê Soviético muda silenciosamente a política externaWASHINGTON (AP) _ Um desertor soviético tem contado às agências do governo dos EUA alguns dos segredos internos de um órgão pouco compreendido do Kremlin que desempenha um papel fundamental no mapeamento da política externa soviética. Sob o comando do líder soviético Mikhail S. Gorbachev, o Departamento Internacional do Comitê Central do Partido Comunista mudou de rumo, afrouxando seus laços com partidos marxistas no Ocidente e cultivando relações com outros elementos menos radicais, disse o desertor Evgeny Novikov. 

″Gorbachev começou a promover os princípios de seu 'novo pensamento', para encontrar novos clientes, às vezes à custa de clientes antigos, para encontrar partidos e grupos que têm influência em países capitalistas”, disse Novikov em entrevista recente à Associated Press . A nova abordagem aproximou os laços soviéticos com os grupos ambientalistas e pacifistas americanos e da Europa Ocidental que concordam com a abordagem de Gorbachev ao desarmamento e as tentativas de diminuir a tensão internacional, disse Novikov.

Como seu trabalho no Departamento Internacional se concentrava em assuntos árabes e do Oriente Médio, Novikov se recusou a especular sobre quais grupos ocidentais eram simpáticos à nova abordagem de Gorbachev.

Autoridades de inteligência dos EUA, (...) disseram que a maioria dos grupos dos EUA e da Europa Ocidental eram sofisticados o suficiente para permanecer independentes, mesmo enquanto desenvolviam contatos com autoridades soviéticas conhecidas por estarem ligadas ao Departamento Internacional. 

O Departamento Internacional, para o qual Novikov trabalhou de 1970 até sua deserção no ano passado, foi o sucessor do Comintern, ou Internacional Comunista, ou mais tarde do Cominform, dissolvido por Josef Stalin em 1947. O Comintern era o principal órgão de influência do Kremlin sobre os partidos comunistas fora da União Soviética, um meio de moldar plataformas políticas e recrutar agentes de inteligência, segundo numerosos relatos de desertores. 

Novikov lecionou de 1970 a 1985 no Instituto de Ciências Sociais, que ele descreveu como uma escola secreta dirigida pelo Departamento Internacional em Moscou. Seu trabalho era conduzir seminários de filosofia política para pequenos grupos de estudantes de partidos marxistas no sul do Iêmen, Síria e Iraque e para dois grupos palestinos radicais, a Frente Democrática para a Libertação da Palestina e a Frente Popular para a Libertação da Palestina.   

Na íntegra, em inglês: https://apnews.com/article/7d9f6ee7b59dfcc756bd3a15bf4c785d

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Como a “extrema-direita” não tem isentos cientistas sociais nem estudos para ter observatórios, só podia ser ela o objeto da observação. Jaime Nogueira Pinto https://otambosi.blogspot.com/2021/05/o-lugar-de-onde-se-observa.html

 OLAVO DE CARVALHO - O QUE PUTIN QUER É RESTAURAR O IMPÉRIO RUSSO - Rússia x Ucrânia | Professor Olavo de Carvalho já havia previsto  https://conspiratio3.blogspot.com/2022/03/olavo-de-carvalho-o-que-putin-quer-e.html

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Debate entre Olavo de Carvalho e Aleksandr Dugin - Leitura e comentários – Olavo de Carvalho https://youtu.be/aXOrsPKnRvI

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"O mundo Ocidental como um todo, e os Estados Unidos em particular, se equivocaram seriamente sobre a natureza das mudanças no mundo comunista. Não estamos testemunhando a morte do comunismo, mas uma nova ofensiva estratégica de desinformação." Anatoliy Golitsyn https://conspiratio3.blogspot.com/2018/01/finalmente-republicaram-o-livro.html

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Eu não sei muito sobre a Ucrânia, mais sei, há muito tempo, que a KGB é a mestra da desinformação. Desinformação não é só uma mentira posta para circular nas esferas-alvo, é uma operação complexa, cara, às vezes longamente preparada, envolvendo várias etapas. 

"Por exemplo, a onda de pânico da mídia européia ante a “ameaça neonazista” na Alemanha cessou quando, com a reunificação do país, os documentos da Stasi vieram à tona, mostrando que os principais movimentos neonazistas na Alemanha Ocidental e até alguns nas nações vizinhas eram fantoches criados e subsidiados pelo governo comunista da Alemanha Oriental para despistar operações de terrorismo e assassinatos políticos (o atentado ao Papa João Paulo II foi um caso típico: leiam The Time of the Assassins de Claire Sterling e Le KGB au Coeur du Vatican, de Pierre e Danièle de Villemarest). " https://olavodecarvalho.org/credibilidade-zero/

LIVROS

KGB e a Desinformação Soviética - Ladislav Bittman https://livraria.seminariodefilosofia.org/a-kgb-e-a-desinformacao-sovietica

DESINFORMAÇÃO - A PRINCIPAL ARMA COMUNISTA - ION MIHAI PACEPA
https://conspiratio3.blogspot.com/2016/01/desinformacao-livro-de-ion-mihai-pacepaq.html 

ESTRATÉGIA DA TESOURA - ANATOLIY GOLITSIN (livro MEIAS VERDADES, VELHAS MENTIRAS) https://conspiratio3.blogspot.com/2022/03/um-exemplo-da-estrategia-da-tesoura.html  

SUBVERSÃO: teoria, aplicação, e confissão de um método, de Yuri Aleksandrovich Bezmenov

O livro de Natalie Grant intitulado ‘Disinformation: Soviet Political Warfare, 1917-1991’ oferece-nos percepções adicionais. Há um antigo princípio operacional russo: “simular o que não é, dissimular o que existe”.  https://conspiratio3.blogspot.com/2021/08/jeffrey-nyquist-desinformacao-101.html

O desertor da SVR/KGB Sergei Tretyakov disse ao jornalista Pete Earley,
"Quero alertar os americanos. Como povo, você é muito ingênuo em relação à Rússia e suas intenções. Você acredita que porque a União Soviética não existe mais, a Rússia agora é sua amiga. Não é, e posso mostrar como o SVR está tentando destruir os EUA até hoje e ainda mais do que a KGB fez durante a Guerra Fria."
[x]  https://jrnyquist.blog/2022/07/19/the-inversion-of-jordon-peterson/ 

MAIS EM: https://conspiratio3.blogspot.com/search/label/DESINFORMA%C3%87%C3%83O

 


terça-feira, 29 de junho de 2021

PHVOX - Putin declara que China e Rússia estão unidas contra o ocidente

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"O mundo Ocidental como um todo, e os Estados Unidos em particular, se equivocaram seriamente sobre a natureza das mudanças no mundo comunista. Não estamos testemunhando a morte do comunismo, mas uma nova ofensiva estratégica de desinformação." Anatoliy Golitsyn
https://conspiratio3.blogspot.com/2018/01/finalmente-republicaram-o-livro.html

sexta-feira, 16 de abril de 2021

PHVOX - Russia, Ucrânia, EUA, China: Os movimento do Xadrez mundial

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"O mundo Ocidental como um todo, e os Estados Unidos em particular, se equivocaram seriamente sobre a natureza das mudanças no mundo comunista. Não estamos testemunhando a morte do comunismo, mas uma nova ofensiva estratégica de desinformação." Anatoliy Golitsyn
https://conspiratio3.blogspot.com/2018/01/finalmente-republicaram-o-livro.html

terça-feira, 28 de julho de 2020

FLÁVIO GORDON NA FUNDAÇÃO ALEXANDRE DE GUSMÃO - Conferência “Globalismo & comunismo”

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A Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG) convida para a conferência virtual “Globalismo e comunismo”, com Flávio Gordon, doutor em antropologia e autor do livro 𝘈 𝘤𝘰𝘳𝘳𝘶𝘱𝘤̧𝘢̃𝘰 𝘥𝘢 𝘪𝘯𝘵𝘦𝘭𝘪𝘨𝘦̂𝘯𝘤𝘪𝘢, no dia 28 de julho, às 19 horas (horário de Brasília).
O evento será transmitido ao vivo pelo canal da FUNAG no YouTube, e o público poderá enviar perguntas ao conferencista para o e-mail debates@funag.gov.br. 

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"O mundo Ocidental como um todo, e os Estados Unidos em particular, se equivocaram seriamente sobre a natureza das mudanças no mundo comunista. Não estamos testemunhando a morte do comunismo, mas uma nova ofensiva estratégica de desinformação." Anatoliy Golitsyn
https://conspiratio3.blogspot.com/2018/01/finalmente-republicaram-o-livro.html