A POLÍTICA FASCISTA DOS "CAMPEÕES NACIONAIS" DE LULA
O controle da economia que Lula tentou implantar aqui, até que a Lava
Jato o impediu, chama-se economia fascista, em que o Estado se torna
sócio majoritário do grande poder financeiro, dos grandes empresários e
destrói os pequenos através impostos e exigências legais sem fim.
"O procurador Júlio Marcelo de Oliveira, em artigo publicado pelo Conjur, analisa a política de "CAMPEÕES NACIONAIS"
de Lula, implementada pelo BNDES, e demonstra que ela foi um desastre
sob todos os aspectos. Acesse 6 documentários completamente gratuitos
explicando como o PT tentou implantar uma agenda totalitária no país com
ajuda de ditaduras aliadas e como foi impedido pela população"
"Primeiro, o conceito em si de campeões nacionais eleitos e sustentados
pelo governo é antidemocrático e antirrepublicano. Com que legitimidade o
governo pode escolher discricionariamente um grupo empresarial para
dele fazer seu grupo favorito, em detrimentos de todos os demais players
do mesmo mercado?"
"Com que legitimidade o governo pode escolher discricionariamente um
grupo empresarial para dele fazer seu grupo favorito, em detrimentos de
todos os demais players do mesmo mercado? Isso viola o princípio básico
da igualdade.Além disso, tal política é flagrantemente
anticoncorrencial. Se o governo deseja estimular um setor mediante
linhas de crédito, deve fazê-lo de maneira horizontal, permitindo o
acesso de todos os empresários do setor, deixando que o funcionamento
normal do mercado selecione os mais competentes para gerir seus
negócios. Fusões e aquisições podem ocorrer como fenômenos naturais do
mercado, regulados e limitados pelas leis e órgãos antitruste.Não tem
cabimento o governo fomentar a concentração de mercados, fomentando
oligopólios e monopólios, que vêm a ser justamente o que a lei
brasileira antitruste e órgãos governamentais visam combater."
Eike Batista, cidadão que foi considerado o 8º homem mais rico do mundo a partir de empréstimos concedidos pelo BNDES de Lula, escreveu o seguinte: – Eu, Eike Batista, vos chamo de ladrões de pátria corruptos, e sou capaz de provar. São todos juizes covardes, e quero ver coragem para mandarem me prender.
Na declaração transcrita pelo jornal “Inconfidência” (em 17/08/21), Eike Batista pontificou: “Eu paguei pro ministro Fachin, pra Rosa Weber, pro Toffoli, pro Lewandowski, pro Gilmar Mendes, pro Renan, pro Rodrigo Maia, pra Dilma Rousseff, pro Lula, pra Gleisi Hoffman e pro Michel Temer”.
Aqui não se trata de denúncia. Eike diz que tem provas, pois não costuma dar dinheiro sem documentar-se. De fato, o dossiê desse pessoal do STF não é de se jogar fora. O Fachin, por exemplo, esquerdista convicto, foi nomeado ministro depois de fazer campanha presidencial para a guerrilheira Dilma Roussef.
A POLÍTICA FASCISTA DOS "CAMPEÕES NACIONAIS" DE LULA
O controle da economia que Lula tentou implantar aqui, até que a Lava Jato o impediu, chama-se economia fascista, em que o Estado se torna sócio majoritário do grande poder financeiro, dos grandes empresários e destrói os pequenos através impostos e exigências legais sem fim.
"O procurador Júlio Marcelo de Oliveira, em artigo publicado pelo Conjur, analisa a política de "CAMPEÕES NACIONAIS" de Lula, implementada pelo BNDES, e demonstra que ela foi um desastre sob todos os aspectos. Acesse 6 documentários completamente gratuitos explicando como o PT tentou implantar uma agenda totalitária no país com ajuda de ditaduras aliadas e como foi impedido pela população"
"Primeiro, o conceito em si de campeões nacionais eleitos e sustentados pelo governo é antidemocrático e antirrepublicano. Com que legitimidade o governo pode escolher discricionariamente um grupo empresarial para dele fazer seu grupo favorito, em detrimentos de todos os demais players do mesmo mercado?"
"Com que legitimidade o governo pode escolher discricionariamente um
grupo empresarial para dele fazer seu grupo favorito, em detrimentos de
todos os demais players do mesmo mercado? Isso viola o princípio básico
da igualdade.Além disso, tal política é flagrantemente
anticoncorrencial. Se o governo deseja estimular um setor mediante
linhas de crédito, deve fazê-lo de maneira horizontal, permitindo o
acesso de todos os empresários do setor, deixando que o funcionamento
normal do mercado selecione os mais competentes para gerir seus
negócios. Fusões e aquisições podem ocorrer como fenômenos naturais do
mercado, regulados e limitados pelas leis e órgãos antitruste.Não tem
cabimento o governo fomentar a concentração de mercados, fomentando
oligopólios e monopólios, que vêm a ser justamente o que a lei
brasileira antitruste e órgãos governamentais visam combater."
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Abraham Weintraub em entrevista para o Crítica Nacional
"O MEC é um ministério com um aparelhamento muito forte. Além disso existe toda a questão judicial. Nesses dias aí, eu estou há pouco mais de 100 dias no cargo, eu estou com 58 processos. Não é pouca coisa. Eu resolvi ir pro sacrifício pessoal. Esses 58 processos, eu vou ficar alguns anos lidando com isso e se voltar um governo de esquerda, provavelmente eu vou perder minha casa, eu vou perder tudo. Mas também, assim, eu prefiro, eu sairia do país porque eu vejo risco, sim, do Brasil virar a Venezuela."
"É importante as pessoas entenderem. As pessoas que estão nos ministérios, Moro, Salles, Paulo Guedes, eu, o próprio presidente Jair Messias Bolsonaro, são os nossos CPFs que estão, a gente é o CPF, é a pessoa física lutando contra sindicatos, grandes organizações. E os beneficiários finais dessas grandes organizações estão escondidos. Eles usam o CNPJ, uma ONG para nos atacar. Essa Hellen Joplin não é o problema, esse índio sem-vergonha que foi me hostilizar, foi hostilizar meus filhos, ele não é o problema. É um vagabundo. Mais um. O problema é quem está dando dinheiro. A Fundação Ford, que está lá tentando pegar um pedaço do território nacional, há 100 anos, porque ali perto tem a Fordlândia. O Henry Ford lá atrás já tinha planos para aquela região. Não é exagero. O que me choca de tudo isto (é que) não é teoria da conspiração, você constata que existe. Quem é o beneficiário final? Existem grupos internacionais, existem grupos no Brasil. São algumas poucas famílias que tomaram conta do Brasil, que no governo do PT foi muito mais intenso na política dos "campeões nacionais" O que são os campeões nacionais? Você seleciona algumas famílias para se tornarem biliardárias, terem monopólios, porque se você tem o monopólio, você não precisa mais competir. Você tem o monopólio da cerveja, você tem o monopólio da carne, você tem o oligopólio de banco, você tem aqui a comunicação, você não precisa mais competir. Então, vai-se aumentando a carga tributária, as pequenas e médias empresas vão sufocando, a classe média vai se estrangulando. Sobra o pessoal pobre amparado pelo bolsa família, e sobra o rico que tem uma ligação incestuosa com o Estado e com o partido que é uma coisa só partido-estado. Então, assim, é uma coisa tão gritante, que quando você percebe o que está acontecendo, você fica horrorizado."
***
Achei esta afirmação do ministro em sites esquerdistas:
"São ONGs internacionais que estão aqui, ficam caçando vagabundo, põem cocar na cabeça e dizem que é índio."
Só
mesmo o Phephito poderia perguntar ao ministro Weintraub se na sua
administração alguma bolsa de estudos foi suspensa "por motivo
ideológico". A resposta é evidentemente NÃO. Mas ele -- ou qualquer
outro com cabeça igual à dele -- JAMAIS fez essa pergunta às
administrações anteriores, esquerdistas. Se a fizesse, a resposta
objetiva -- que elas esconderiam por todos os meios -- seria: SIM,
MILHARES.
O teste é simples: investigue quantas teses com conteúdo
anticomunista foram aprovadas -- até mesmo para exame -- nas nossas
universidades estatais ao longo do último meio século. A resposta é:
PRATICAMENTE NENHUMA. Compare então com o número de teses marxistas,
pró-marxistas e similares.
TUDO, na educação brasileira comandada por esquerdistas, tem sido apenas FARSA, ROUBO E MANIPULAÇÃO.
Para os esquerdinhas, boicotar, reprimir, censurar e eliminar do mundo
visível, audível e legível todo discurso anticomunista é tão natural,
tão inquestionavelmente desejável e bom, que, quando o fazem, acreditam
piamente que estão espalhando A LIBERDADE. E, quando exigimos que dêem a
algum seu adversário -- ainda que seja um só -- as mesmas chances de
expressão das quais eles desfrutam, eles sentem que isso é REPRESSÃO,
FASCISMO e DESTRUIÇÃO DA CULTURA.
Todos esses ex-ministros da
Educação e praticamente todos os professores universitários, jornalistas
e astros do show business são assim.
A POLÍTICA FASCISTA DOS "CAMPEÕES NACIONAIS" DE LULA
O controle da economia que Lula tentou implantar aqui, até que a Lava Jato o impediu, chama-se economia fascista, em que o Estado se torna sócio majoritário do grande poder financeiro, dos grandes empresários e destrói os pequenos através impostos e exigências legais sem fim.
"O procurador Júlio Marcelo de Oliveira, em artigo publicado pelo Conjur, analisa a política de "CAMPEÕES NACIONAIS" de Lula, implementada pelo BNDES, e demonstra que ela foi um desastre sob todos os aspectos. Acesse 6 documentários completamente gratuitos explicando como o PT tentou implantar uma agenda totalitária no país com ajuda de ditaduras aliadas e como foi impedido pela população"
"Primeiro, o conceito em si de campeões nacionais eleitos e sustentados pelo governo é antidemocrático e antirrepublicano. Com que legitimidade o governo pode escolher discricionariamente um grupo empresarial para dele fazer seu grupo favorito, em detrimentos de todos os demais players do mesmo mercado?"
"Com que legitimidade o governo pode escolher discricionariamente um
grupo empresarial para dele fazer seu grupo favorito, em detrimentos de
todos os demais players do mesmo mercado? Isso viola o princípio básico
da igualdade.Além disso, tal política é flagrantemente
anticoncorrencial. Se o governo deseja estimular um setor mediante
linhas de crédito, deve fazê-lo de maneira horizontal, permitindo o
acesso de todos os empresários do setor, deixando que o funcionamento
normal do mercado selecione os mais competentes para gerir seus
negócios. Fusões e aquisições podem ocorrer como fenômenos naturais do
mercado, regulados e limitados pelas leis e órgãos antitruste.Não tem
cabimento o governo fomentar a concentração de mercados, fomentando
oligopólios e monopólios, que vêm a ser justamente o que a lei
brasileira antitruste e órgãos governamentais visam combater."